Artigo divulgaçaoalgasredpop 1997

313 views
269 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
313
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Artigo divulgaçaoalgasredpop 1997

  1. 1. Reunião da rede de popularização da Ciência e Tecnologia da América Latina e Caribe, Congresso Latino -americano, VI, Rio de Janeiro, 12/17-06-1999, Anais, 5 páginas (CD-ROM). Ciência e Sociedade; a Divulgação Científica po r meio de Oficinas de Simulação Science et société : la vulgarisation scientifique au moyen d’ateliers de simulation Alexandre de Gusmão Pedrini¹, Joel Campos de Paula ² e Valéria Cassano ³ UERJInstituto de BiologiaDepartamento de Biologia Vegetal Rua São Francisco Xavier, 524, PHLC, Sala 224,CEP 20551-220, RJ, Brasil; pedrini@uerj.br RESUMO A divulgação Científica tem sido praticada, pelo cientista, essencialmente pela mídia. Este trabalho, objetivou contribuir para modificar este quadro e incentivar o cidadão a conhecer in loco o cotidiano de construção social do saber num espaço público universitário. A atividade intitulou -se “Para que servem as algas ?” e foi oferecida, duas vezes (em 1993 e 1994) ao público que visitou a UERJ durante o evento “UERJ SEM MUROS” -a maior manifestação entre ciência e sociedade da universidade contemporânea brasileira. Constituiu -se dos seguintes momentos : a) resposta ao Pré - Teste; b) distribuição de informativo; c) apresentação de audiovisual, descrevendo o cotidiano de um cientista de país per iférico; d) realização sequencial das seguintes oficinas instrucionais : 1. Amostragem; 2. Identificação taxonômica; 3. Herborização; 4. Produtos de pesquisa; 5. Produtos comerciais/industriais; e) Pós -Teste; f) Avaliação da atividade; g) Doação de “kit” com produtos da Farmácia Homeopática PhD e de amostras científicas de algas marinhas. Trinta cidadãos participaram, sendo 53 % de estudantes , 44% de professores e 4% mães de alunos presentes. A maioria foi do sexo feminino (74%). A idade dos estudantes o scilou de 9-20 anos e dos professores 24 -51 anos. Responderam à avaliação 25 pessoas. Os participantes eram de 21 escolas, sendo 67% públicas e destas 47% de escolas municipais.A maioria absoluta dos alunos classificou a atividade como ótima (maior concei to). Em 1995 foi feita uma avaliação de médio prazo, por entrevistas e todos os alunos encontrados reafirmaram sua avaliação anterior.Alguns reutilizaram as amostras doadas em feiras de ciências (alunos) e na sua prática escolar (docentes). Resumé Science et société : la vulgarisation scientifique au moyen d’ateliers de simulation. La diffusion de la science est faite. en générale, par le scientifique essenciellement par l’intermeère des médias. Ce travail, a pour but de changer cette situation et de stimuler de citoyent à decouvrir in situ le cotidien de la construction sociale du savoir dans
  2. 2. l’espace publique de l úniversité. L’activité était intitulée “À quoi servent les algues ? “et elle a été presentée deux fois pendant les années 1993 -1994 durant l’évenement “UERJ SANS MURES”-la plus grande recontre entre la science et la societé universitaire contemporaine brésilienne. Elle était constituée par les étapes suivantes : a) test préliminaire; b) renseignements sur l’activité; c) exposition audiovisu elle sur le quotidien d’un laboratoire de recherche sur les algues marines, les scientifiques et leurs difficultés avec la recherche; d) séquence de réalisation des ateliers : 1) échantillons; 2) identification taxonomique; 3) herborisation; 4) resultat s de recherche; 5) Produit comerciaux/industriels; 6) don d’un “kit”de produits cosmetiques (à base d’algues) de la Pharmacie “PhD” et des échantillons scientifiques d’algues. Trente individus ont participé, parmi eux 53% étaint constitué d’éleves, 44% pa r de professeurs et 4% de mères d’éleves. La plus part des personnes était des femmes (74%). L’âge des élèves variait entre 9 à 20 ans et des professeurs entre 24 à 51 ans. Les participants étaint des 21 lycées differents, dont 67% étaint publiques. Parm i ceux la 47% étaint municipaux. La majorité absolut des élèves a classé l’activité “excellent”critère plus élevé). Pendant l’année 1995, il a été réalisé une évaluation , par des enquêtes, et tous les élèves interrogés ont confirmé leurs classements. Quelques élèves ont utilisé les chantillons reçus lors d’exposés et des professeurs lors d’exposés et des professeurs pour travaux pratiques. I. Introdução A Ciência da Informação possui fartos referenciais teórico -práticos, tratando da Divulgação Científica (DC). Pela DC o cientista vem tentando se comunicar com a sociedade. Segundo KIDD (1988) apenas 2000 ítens de DC são produzidos dentre os cerca de 400.000 artigos/ano publicados internacionalmente. BUENO (1985) define difusão como qualquer processo ou recurso usado para veicular a informação e DC Como a difusão da informação para um público não especialista, pressupondo uma decodificação da linguagem científica para a da audiência pretendida. RAMOS (1992) analiza a eficácia dos discurs os da ciência dirigidos para a sociedade. Conclui que a crítica sociológica revela que a DC mantém a distância entre o público e a comunidade, opondo -se à visão do cientista divulgador que tenta aproximar o homem leigo da sociedade. PEDRINI (1995), dentr e outros, problematiza a questão, mostrando que há um contrato social entre a ciência e a sociedade, no qual, o cientista é responsável pela produção da informação com competência para gerar conhecimento e este o desenvolvimento econômico e social, enfim o bem estar da coletividade 2
  3. 3. A sociedade de perfil desconhecido tem acesso à ciência mormente via artigos de periódicos com pretensão de prover a sociedade de conhecimento técnico -científico. Para verificar esta suposição dois cientistas da informação inves tigaram empiricamente trabalhos de divulgação escrita. HERNANDEZ CANADAS (1987) comparou os periódicos “Ciência Hoje”e “Ciência e Cultura”, concluindo terem os dois características de veículos disseminadores, embora o 1º se apresente como de DC. SILVA (199 5) comparou periódicos brasileiros de disseminação e divulgação em Saúde Coletiva e concluiu pela superposição do caráter disseminador em artigos de suposta DC. Um cientista inesquecível preocupado com a divulgação científica em nosso país foi José REIS (1964, 1967, 1974). Ele insistiu na associação da DC com a pesquisa e o ensino, provendo sujestões operacionais e fundamento teórico, mas ainda com visão idílica da ciência. Mas sempre defendeu a DC como uma das atribuições do cientista, tanto pela educação como pela difusão em jornais e revistas da mídia comercial. No entanto, o seu grande valor foi instar a DC como responsabilidade permanente do cientista e há hoje em dia um prêmio em seu nome para trabalhos em DC, homenageando sua persistência e a qu alidade de seus trabalhos. Neste contexto, há que se considerar o pensamento de THUILLIER (1989) sobre a divulgação científica. Entende que é menos importante revelar detalhes de descobertas, como geralmente é feito, do que mostrar como a ciência funciona nas entidades de pesquisa. O público conhecendo a estrutura e dinâmica científicas poderia se capacitar ao controle coletivo e democrático da ciência, tal como o discurso científico se apresenta. Docentes de universidades públicas como a USP pressupõem a ciência como atividade social e reivindicam que a sociedade deva definir para os cientistas as prioridades para a geração de informação. Isto é, só entende a ciência e a tecnologia como sendo à serviço da sociedade (RATTNER, 1987). Concordando com estes pontos de vista os autores conceberam um projeto, em escala piloto, visando associar dois aspectos desta questão : a ) incentivar pessoas a conhecer o contexto profissional cotidiano de uma equipe de pesquisa; b) apresentar o tema de seu objeto de estudo , tanto no seu uso utilitário como de uma especialidade científica. Entendeu-se que somente mostrando ao cidadão como se constrói o saber onde ele é produzido é que ele poderia compreender o empreendimento científico.Como tal, foi hipotetizado que a apre sentação simplificada, em micro -escala, do cotidiano de trabalho científico desde a concepção até a difusão da informação no 3
  4. 4. contexto de uma equipe de pesquisa de uma universidade pública como a UERJ, simulando algumas práticas e demonstrando o restante, p oderia permitir que tanto o conteúdo como o modo de produção e difusão da informação fossem conhecidos por qualquer indivíduo escolarizado. II.Metodologia A atividade foi concebida de modo que o cidadão pudesse conhecer os principais passos do empreendi mento científico. Como a equipe é de especialistas em algas marinhas a atividade foi intitulada “Para que servem as algas?” . A idéia foi dar sentido duplo, pois elas servem tanto como matéria prima para alimentos, medicamentos, etc como objeto de pesquis a para cientistas. A atividade foi realizada, num laboratório de ensino, contendo toda a infraestrutra mínima necessário para o intento como atividade do Programa Institucional “UERJ SEM MUROS”, durante os anos 1993 e 1994. Constituiu -se das seguintes etapas : a) Pré-Teste, onde tentava-se mapear o que o cidadão já possuia em seu senso comum sobre ciência e sua prática e sobre as algas e sua importância; b) Distribuição de “folder” explicativo dos objetivos da atividade e suas etapas; c) Apresentação audio -visual do cotidiano do cientista desde a idéia de um trabalho até a difusão de seus produtos construídos; d) Oficina demonstrativa da coleta de amostras no campo e sua vestimenta e equipamento de mergulho; e) Oficina de Identificação Taxonômica de algas à nível de gênero, via chaves científicas e roteiro de instruções de manuseio de lupa e microscópio e dos acessórios necessários; f) Oficina de Herborização para a guarda de testemunhos (amostras de algas marinhas), garantindo a existência do fato; g) Of icina demonstrativa dos produtos de pesquisa : projetos e relatórios de pesquisa e de consultoria, livros, artigos de periódicos, trabalhos de eventos científicos, monografias de bacharelado, dissertações de mestrado e teses de doutorado, pareceres, laudos , roteiros de aula, etc; h) Oficina Demonstrativa de Produtos Comerciais feitos à base de algas marinhas; i) Pós-teste; j) Avaliação da atividade; k) Doação de “kit “ de produtos industrializados de algas cedidos gentilmente pela Farmácia “PhD”. Cerca d e 1 ano após foi feita uma avaliação “ex-post” de médio prazo para verificar se o que foi aprendido foi de utilidade quanto ao conteúdo e o papel do cientista. Foi feita, via entrevista, à todos que puderam ser encontrados. Para o pré e pós -teste e a avaliação da atividade o instrumento de avaliação foi o questionário semi -estruturado.Foram elaboradas transparências, contendo os processos de concepção e planejamento de uma 4
  5. 5. pesquisa, o ciclo de produção , difusão, distribuição e aplicação da informação. For am apresentados os atores e processos da arena transepistêmica, segundo a concepção construtivista de ciência de KNOR -CETINA (1981,1995) e como eles se relacionam para que a pesquisa científica em algas, na UERJ, possa ter êxito. O perfil de cientista apresentado foi o de um trabalhador assalariado, fazendo parte de uma teia complexa de interesses em busca de elogios e prêmios como relatado por WATSON (1987) e de credibilidade tal como mostrado por LATOUR & WOOLGAR (1986). Foi apresentado como fazendo parte de um modelo de dinâmica científica em que o processo de construção do saber se traduz pelo modelo de redes e stendidas, segundo CALLON (1995). Portanto, um profissional igual à qualquer outro. Sua instituição, no caso a UERJ, foi mostrada como uma e ntidade multifacetada, controversa e contrastante, dependente do governo para sua sobrevivência. Nela o cientista -professor tem de se sacrificar para conduzir suas pesquisas com um mínimo de cientificidade e assim escoar sua produção de informação entre se us pares e fora da universidade na maioria absoluta das vezes. Tentou -se desmistificar o pesquisador como um sábio encastelado numa ciência autônoma e totalmente interessada em solucionar os problemas da sociedade, cumprindo seu contrato social com a soc iedade,segundo GUSTON & KENINSTON (1994). III. Resultados e Discussão O relato é oriundo de duas intervenções. O total de participantes foi de trinta cidadãos. A maioria absoluta foi de pessoas do sexo feminino (ca. 74%). Do total 53% foram estudantes e 44% professores, sendo 4% de mães de estudantes. A idade dos estudantes oscilou de 9 à 20 anos e dos professores de 24 à 51 anos. No entanto, só 25 pessoas responderam as perguntas formuladas nos instrumentos de avaliação, sendo esta a amostra considera da na análise dos dados. Os participantes derivaram de 21 escolas, maioria (67%) públicas, sendo 47% de escolas municipais. Exceto alunos de uma escola de Cabo Frio todas as restantes eram da cidade do Rio de Janeiro. Quanto ao conceito do que é o organis mo alga (Fig. 1) 20 nada sabiam, mas 13 passaram a ter uma noção completa à respeito. Portanto, quase a totalidade adquiriu alguma informação, tendo a maioria absoluta alcançado o objetivo proposto, pois antes apenas uma pessoa tinha uma concepção adequ ada. 5
  6. 6. 20 15 Alunos 10 Pos-teste 5 0 Pre-teste Ausente Incompleto Completo Fig I : Representação do conceito de alga. A noção de onde as algas podem ser encontradas gerou alguma dificuldade, pois foram oferecidas várias oportunidades de escolha. Na realidade tentava -se associar a idéia de que elas ocorreriam onde houvesse luz e umidade, no mínimo. Nove já tinham esta percepção e dos que não tinham qualquer noção e a maioria do que a tinha incompleta passaram a tê -la completa (Fig. 2) Pós-Teste Completo Incompleto Ausente Errado Pré-Teste 0 5 10 15 20 Alunos Fig. 2 - Compreensão dos respondentes quanto à noção do ambiente onde encontrar as algas. 6
  7. 7. A concepção do caráter de uso das algas teve como pressuposto inicial a soma de seu uso como recurso comercial/industrial, ecológico e como objeto de trabalho para o cientista. No entanto, foi aceita como completa a noção que abrangesse duas daquelas categorias de análise, pois a visão como objeto de estudo foi indicada por apenas uma pessoa. Tal denotou que a questão não foi bem colocada pela equipe e o termo “objeto de estudo”não foi compreendido pelas pessoas. As que as apontaram como de importância ecológica/econômica foram a quase totalidade (Fig. 3) e uma delas ainda acrescentou a opção de objeto de estudo (um professor) Completo Incompleto Ausente Pós-Teste Errado Pré-Teste 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 alunos Fig. 3 - Número de respondentes quanto ao conceito de utilidade das algas. A sequência do trabalho laboratorial e de campo que permite a construção social do fato científco ( cf. LATOUR & WOOLGAR, 1986) também foi explicitada e praticada e após mostrada pelas oficinas de simu lação foi avaliada. Das 20 pessoas que responderam 65 % passaram a ter uma compreensão do cotidiano de trabalho, sendo que 40 % delas integralmente entenderam sua ordem sequencial de constução. Estas foram as questões fundamentais da atividade e mostrara m que as oficinas cumpriram com o seu objetivo de inserir o cidadão na problemática cotidiana de construção do saber científico. A avaliação ex post do conjunto das oficinas mostrou que a maioria absoluta (52%) achou a atividade boa, 44% achou ótima, apen as 4% regular e nehuma ruim, confirmando a percepção da equipe (numa das intervenções participaram dois estagiários). A avaliação ex post de médio prazo mostrou que 1/2 anos após os conhecimentos ainda eram úteis aos entrevistados, tendo inclusive alguns alunos utilizado o material doado em Feiras de Ciências em suas escolas. Outras perguntas gerais foram realizadas, mas devido à limitação de espaço pelo 7
  8. 8. Departamento de Extensão da UERJ eles serão omitidos, embora os protocolos desta experiência-piloto esteja à disposição para consulta. IV. Conclusões A atividade desenvolvida cumpriu, pelo menos, o inciso 3.3 do Programa de Fomento à Extensão Universitária - 1995 do Ministério da Educação (MEC, 1995). Espontaneamente, buscando cumprir o contrato social m etafórico entre a ciência e sociedade previsto em GUSTON & KENINSTON (1994) este trabalho democratizou o acesso à informação acadêmica e estimulou a participação efetiva da sociedade na vida universitária. Além disto, gerou um mecanismo de divulgação do co nhecimento científico à sociedade de modo participativo, em que o cotidiano da ciência universitária foi dissecado e a rotina de pesquisa, ensino e extensão de seus professores foi compartilhada com os cidadãos. Foi desmistificada a visão mertoniana de con strução do conhecimento e incentivada a cooperação entre a ciência universitária e a sociedade leiga, através da reconstrução social orientada do saber pelo cidadão leigo no locus (a universidade) cotidiano de pesquisa. V. Referências Bibliográficas BUENO, W. da C. Jornalismo Científico; conceito e função . Ciência e Cultura, v. 37, n. 9, p. 1420-1427, 1985. CALLON, M. Four Models for the Dynamics of Science. In: JASANOFF, S., MARKLE, G. E., PETERSEN, J. C. & PINCH, T. (Eds .) Handbook of Science an d Technology Studies. London, Sage, 1995, p. 29 -63. GUSTON, G. & KENINSTON, K The Fragile Contract : Introduction. In : GUSTON, G. & KENINSTON, K. The Fragile Contract. Massachusets, MIT Press, p. 7 -25, 1994. HERNANDEZ CANADAS, P. L. Os periódicos Ciência Hoje e Ciência e Cultura e a divulgação em Ciência no Brasil . Dissertação de Mestrado em Ciência da Informação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1987. KIDD, S. S. The popularization of science : some basic measurements. Scientometrics, v. 14, n. 1-2, p. 127-142, 1988. KNOR-CETINA, K. The Manufacture of Knowledge; an essay on the Construtivism. Oxford, Pergamon Press, 1981, 249 p. 8
  9. 9. KNOR-CETINA, K. Laboratory Studies : the Cultural Approach to the Study of Science. In : JASANOFF, S., MARKLE, G. E., PETERSEN, J. C. & PINCH, T. (Eds). Handbook of Science and Technology Studies . London, Sage, 1995, p. 140 - 166. LATOUR, B. & WOOLGAR . Laboratory Life; the construction of Scientific Facts . Princeton, Princeton University Pr ess, 1986, 294 p. MEC.Programa de Fomento à Extensão Universitária do MEC/Brasil. In : SESu/MEC . Perfil da Extensão Universitária no Brasil, 1995, p. 67-73. PEDRINI, A. de G. Ciência e Sociedade; a Divulgação Científica por meio de Ciclos de Debates., 1995. (inédito) RAMOS, M. G. Divulgação da Informação em Energia Nuclear : Ideologia, Discurso e Linguagem. Dissertação de Mestrado em Ciência da Informação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1992, 182 p. RATTNER. H. Ciência e sociedade : reflexões sobre os problemas de planejamento e avaliação. Revista de Administração , São Paulo, v. 22, n. 4, p. 81 -83, 1987. REIS, J. A Divulgação Científica e o Ensino. Ciência e Cultura, v. 16, n., p.353, 1964. REIS, J. Divulgação Científica. Ciência e Cultura, v. 19, n. 4 , 1967. REIS, J. Responsabilidade de cientistas e jornalistas científicos. Ciência e Cultura, v. 26, n. 7, p. 657-661, 1974. SILVA, J. F. Análise da Disseminação e da Divulgação Científicas em Saúde Coletiva, do Instituto de Medicina Social, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, tendo como instrumento a Lei de Zipf . Dissertação de Mestrado em Ciência da Informação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1995, 237 p. THUILLIER, P. O Contexto Cultural da Ciência. Ciência Hoje, V. 9, n. 50, p. 18-23, 1989. WATSON, J. D. A Dupla Hélice; Um Relato Pessoal da Descoberta da Estrutura do ADN. Lisboa, Gradiva, 1987, 280 p. Agradecimentos À ex-funcionária do DBAV Sandra Souza e à Fármacia “PhD” pela doação de “kit” de amostras de produtos comerciais à base de algas para distribuição aos participantes das oficinas. À Dra. Rosali Souza Fernandez do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) pelas críticas ao texto. 9

×