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Apresentação baseada no livro Garantia da Qualidade de Software (por Alexandre Bartie)

Apresentação baseada no livro Garantia da Qualidade de Software (por Alexandre Bartie)

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    X-Zone - Garantia da Qualidade de Software X-Zone - Garantia da Qualidade de Software Presentation Transcript

    • Apresentação   Garantia da Qualidade de Software (Conceitos Fundamentais) por Alexandre Bartie
    • Baseado no Livro
      • O livro apresenta os seguintes tópicos:
      • Introdução à Qualidade de Software;
      • Processo de Garantia da Qualidade de Software;
      • Garantindo a Qualidade do Processo (Testes de Verificação);
      • Garantindo a Qualidade do Produto (Testes de Validação);
      • Gerenciamento do Testware;
      • Estruturas de Documentação;
      • Métricas da Qualidade de Software;
      • Aplicações Reais.
    • Tópicos
        • Introdução à Qualidade de Software;
        • Processo de Garantia da Qualidade de Software;
        • Garantindo a Qualidade do Processo;
        • Garantindo a Qualidade do Produto;
        • Métricas de Qualidade de Software
    • Criando Cultura
    • Inconsciente / Incompetente
    • Consciente / Incompetente
    • Consciente / Competente
    • Inconsciente / Competente
    • Objetivo 1 Conceitos Básicos Pior Situação O Começo HOJE INCONSCIENTE INCOMPETENTE CONSCIENTE INCOMPETENTE CONSCIENTE COMPETENTE INCONSCIENTE COMPETENTE Pior Situação O Começo Aprendizado Cultura
    • Objetivo 2 Identificar Grupos de Interesse
      • Revisões de Artefatos;
      • Auditorias de Qualidade;
      • Testes de Unidades;
      • Testes Integrados;
      • Testes de Sistema;
      • Testes de Aceite;
      • Planejamento dos Testes;
      • Automação dos Testes;
    • Próximos Passos INCONSCIENTE INCOMPETENTE CONSCIENTE INCOMPETENTE CONSCIENTE COMPETENTE INCONSCIENTE COMPETENTE Pior Situação O Começo Aprendizado Cultura FUTURO
    • Parte I Introdução à Qualidade de Software
    • Introdução à Qualidade de Software “ Se tivesse seis horas para derrubar uma árvore, eu passaria as primeiras quatro horas afiando o machado.” Abraham Lincoln
    • A Busca pela Qualidade
      • Primórdios do Desenvolvimento
        • Navegação pelo código;
        • Correção de erros conhecidos;
      • 1957
        • Processo de Detecção de Erros;
        • Produto Acabado;
      • Anos 70
        • Engenharia de Software;
        • Não existe consenso sobre testes;
      • 1979
        • Myers – Objetivo é encontrar erros ;
        • Produto Acabado;
      • Anos 80
        • Qualidade de Software;
        • Surgem os 1o.s Padrões Mundiais;
      • Anos 90
        • Ferramentas de Testes;
        • Bug Ano 2000;
    • A Realidade dos Projetos de Software
      • +30% dos projetos são cancelados antes de serem finalizados;
      • +70% dos projetos falham nas entregas das funcionalidades;
      • Os custos extrapolam em mais de 180% do orçamento inicial;
      • Os prazos excedem em mais de 200% os cronogramas originais.
    • Os custos da Falta de Qualidade 02/07/2002 - 13h03 Bugs em software custam US$ 60 bilhões por ano aos EUA da Reuters, em Nova York (EUA) ... a pesquisa também descobriu que melhores testes dos programas poderiam eliminar falhas e etapas iniciais de desenvolvimento, o que poderia reduzir os custos em US$ 22,2 bilhões. ... cerca de 80% dos custos com desenvolvimento de softwares são gerados para identificar e corrigir defeitos de programação em milhares de linhas de código.
    • Cenário Atual do Desenvolvimento de Software   Evolução das Organizações Desenvolvedoras de Software   Características 1960 1980 2000 Tamanho do Software Pequeno Médio Muito Grande Complexidade do Software Baixa Média Alta Tamanho do Time de Desenvolvimento Pequeno Médio Grande Metodologias de Desenvolvimento Interno Moderado Sofisticado         Metodologias de Qualidade e Testes Interno Emergente Sofisticado Organizações de Qualidade e Testes Poucas Algumas Muitas Importância da Qualidade Pequeno Algum Significante Tamanho do Time de Qualidade e Testes Pequeno Pequeno Grande
    • Modelo CMM Nível 1: Inicial Nível 2: Repetível Nível 3: Definido Nível 4: Gerenciado Nível 5: Otimizado Anárquico Cultural Padronizado Mensurável Otimizado Processo imprevisível e pouco controlado Tarefas “Mestras” podem ser Repetidas Continuamente Processo Caracterizado e Bem Entendido Processo Medido e controlado Foco no Aperfeiçoamento do Processo
    • Rational Unified Process (RUP)                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       
    • Adquirindo Maturidade Organizacional
      • Regras e Responsabilidades reduzem em 15% o número de defeitos;
      • Procedimentos Formalizados reduzem em 25% o número de defeitos;
      • Processos Repetitivos reduzem em 35% o número de defeitos;
      • Controles e Medições reduzem em 30% o número de defeitos;
    • Qualidade de Software
    • Definindo Qualidade de Software Qualidade de Software é um processo sistemático que focaliza todas as etapas e artefatos produzidos com o objetivo de garantir a conformidade de processos e produtos, prevenindo e eliminando defeitos.
    • Dimensão da Qualidade do Software Garantia da Qualidade de Software + Qualidade do Processo Qualidade do Produto Testes que garantem a Qualidade do Processo Testes que garantem a Qualidade do Produto
    • Definição Comum de Testes Teste é o processo de demonstrar que os defeitos não estão presentes. Teste é o processo de demonstrar que algo funciona corretamente . Teste é o processo de provar que determinadas coisas fazem o que deveriam fazer .
    • Perspectivas Diferentes Visão do Analista de Sistemas Cenários Positivos Comuns Testes para provar que algo esta correto Testes para provar que algo não esta correto Visão do Analista de Testes Cenários Positivos Estendidos Cenários Negativos Estendidos
    • Perspectivas Diferentes
    • A Correta Definição dos Testes Teste é um processo sistemático e planejado que tem por finalidade única a identificação de erros.
    • Onde devemos aplicar Qualidade ?       Modelo Negócios Requisitos Análise e Modelagem Implemen tação Testes de Software Disponibili zação Tempo Esforço para obter Qualidade
    • Onde estão os Erros ?
    • O Custo da Propagação dos Defeitos Requisitos Análise e Modelagem Teste de Software Código Produção Ciclo de Desenvolvimento de Software
    • O Custo do Erro “ Erros na produção são extremamente caros”.
    • Qualidade em Todo o Ciclo de Desenvolvimento       Modelo Negócios Requisitos Análise e Modelagem Implemen tação Testes de Software Disponibili zação Tempo Processo de Garantia da Qualidade de Software
    • O Custo da Qualidade Custo do Projeto Custo do Desenvolvimento Custo da Qualidade Custo da Não-Conformidade Custo da Conformidade Custo da Prevenção de Defeitos
      • Metodologias;
      • Treinamento;
      • Ferramentas;
      • Políticas;
      • Procedimentos;
      • Planejamento;
      • Análises;
      • Métricas;
      • Rel.de Qualidade;
      • Projetos de Inovação;
      Custo da Detecção de Defeitos
      • Revisões
      • Problema;
      • Requisitos;
      • Modelagem;
      • Planos de Testes;
      • Scripts de Testes;
      • Inspeção de Código;
      • Testes (1 a . execução);
      • Auditorias;
      • Re-Revisões;
      • Re-Testes;
      • Correção
      • Código;
      • Documentação;
      • Re-Estruturação;
      • Re-Distribuição versão;
      • Atrasos Cronogramas;
      • Falhas da Produção;
      ... Existe uma co-relação entre os custos da não-conformidade com os investimentos em prevenção de defeitos. Quanto maior estes investimentos, menor a incidência das não-conformidades .
    • Parte II Processo de Garantia de Qualidade de Software
    • Processo de Garantia de Qualidade de Software “ Os homens prudentes sabem tirar proveito de todas as suas ações, mesmo daquelas a que são obrigados pela necessidade.” Maquiavel
    • Modelo de Qualidade em “U” Especificação de Requisitos Verificação de Requisitos 2 Análise e Modelagem Verificação Análise e Modelagem 3 Integração Especificada ou Modificada Validação da Integração 6 Unidade Especificada ou Modificada Validação da Unidade 5 Implementação Verificação da Implementação 4 Sistema Especificado ou Modificado Validação do Sistema 7 Testes de Validação Testes de Verificação Clientes Patrocinadores Usuários Modelo de Negócios Verificação de Negócios 1 Disponibiliza Solução Validação do Aceite 8
    • Desenvolvimento Iterativo Modelo Negócios Requisitos Análise e Design Implemen tação Testes Disponibili zação Evolução I Modelo Negócios Requisitos Análise e Design Implemen tação Testes Disponibili zação Evolução II Modelo Negócios Requisitos Análise e Design Implemen tação Testes Disponibili zação Evolução III Evo L u ç ão Modelo Negócios Requisitos Análise e Design Implemen tação Testes Disponibili zação Produto Final
    • Qualidade Iterativa Iteração 2 Iteração 3 Iteração N Iteração 1 ... Tempo Um novo Ciclo de Qualidade em cada nova Iteração Ciclo da Qualidade #1 Ciclo da Qualidade #2 Ciclo da Qualidade #3 Ciclo da Qualidade #N
    • Teste Incremental Testes em Novas Funcionalidades Testes em Funcionalidades Anteriores Solução X Solução X Solução X Solução X Iteração 1 Iteração 2 Iteração 3 Iteração N - Tempo Reaproveitamentos dos testes em cada nova iteração
    • Fracassos nos Processos de Qualidade
      • Falta de um Modelo Corporativo de Qualidade ;
      • Qualidade é Aplicado Tardiamente no Processo ;
      • Ausência de Profissionais Capacitados em Qualidade ;
      • Ausência de Procedimentos de Testes Automatizados ;
      • Deficiência no Planejamento dos Testes ;
      • Foco em Testes Progressivos Aumentam Riscos ;
      • Sobre pressão, os Testes são Sacrificados
    • Benefícios do Processo de Qualidade
      • Torna o Ciclo de Desenvolvimento Confiável ;
      • Garante Ações Corretivas no Ciclo de Desenvolvimento ;
      • Evita a Ingerência do Projeto de Software ;
      • Amplia as Chances de Sucesso do Projeto de Software ;
      • Amplia a Produtividade do Desenvolvimento ;
      • Evita a Propagação de Erros ;
      • Automação de Testes Reduz Custos do Projeto;
    • Parte III Garantindo a Qualidade do Processo
    • Garantindo a Qualidade do Processo "O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes" Peter Drucker
    • Métodos Estruturados de Verificação Qualidade do Processo de Software Revisões Auditorias Foco nas Documentações Foco nas Atividades
    • Impacto das Revisões
      • Revisões de Requisitos detectam 15% dos defeitos ;
      • Revisões na Análise e Design detectam 30% dos defeitos ;
      • Revisões na Implementação detectam 20% dos defeitos ;
    • Tipos de Revisões Criação Validação Divulgação Autor Irtoprçlhkhg ][gfg~fçlkçj Documento Revisor Autor Irtoprçlhkhg ][gfg~fçlkçj Documento Moderador Grupo de Revisão Grupo de Acompanhamento Irtoprçlhkhg ][gfg~fçlkçj Documento Autor Reunião Acompanhamento Revisão Formal Revisão Isolada
    • Executando Revisões
      • Um tópico é definido e será escopo das discussões ;
      • Uma questão é levantada por um revisor ;
      • A questão é discutida e avaliada ;
      • Os revisores confirmam a existência do defeito ;
      • O defeito é registrado e detalhado para que seja corrigido pelos autores ;
      • Outras questões são levantadas até que todas tenham sido analisadas ;
      • Um novo tópico é identificado até que todos tenham sido discutidos;
    • Revisões Eficientes
      • Profundidade das Análises e Discussões ;
      • Uniformidade das Atividades ;
      • Continuidade e Freqüência ;
      • Revisores Experientes ;
      • Presença de um Moderador nas Reuniões ;
      • Revisões Curtas e Bem Focadas ;
      • Identificar Problemas, e Não Resolvê-los;
      • Concluir as Revisões;
    • Exemplo de Revisões Complexidade Ciclomática Avaliação da Complexidade Esforço de Manutenção e Teste Probabilidade de inserção de erros < 5 Simples Baixo Esforço 1 % 5-10 Moderado Médio Esforço 5 % 11-20 Difícil Grande Esforço 10 % 21-50 Muito Difícil Muito Complexo 30 % > 50 Impossível testar Refazer -
    • Revisão do Código-Fonte Complexidade Ciclomática Avaliação da Complexidade Percentual Máximo Permitido < 5 Simples 100 % 5-10 Moderado 20 % 11-20 Difícil 5 % 21-50 Muito Difícil Não Permitido > 50 Impossível testar Não Permitido
    • Check-List Um Instrumento de Verificação Verificação de Negócios Verificação de Requisitos Verificação Análise e Modelagem Verificação da Implementação Check-List Verificação de Negócios Check-List Verificação Análise e Modelagem Check-List Verificação de Requisitos Check-List Verificação da Implementação
    • Exemplo de Check-list Check-List do Diagramas UML      Diagramas de Classes - Todas as classes possuem nome e descrição adequados.  OK  Não OK - Todos os atributos da classe possuem nome e descrição adequados.  OK  Não OK - Todos os serviços da classe possuem nome e descrição adequados.  OK  Não OK      Diagrama de Estado - Todas as transições de estado possuem um serviço ou evento associado.  OK  Não OK - Todos os estados possuem nome e descrição adequados.  OK  Não OK - Todas as transições de estado refletem o real ciclo de vida da classe.  OK  Não OK      Diagramas de Componentes - As “Packages” agrupam componentes com mesmas características.  OK  Não OK - Cada componente agrupa classes de única camada: user, business, data  OK  Não OK - Todas as dependências dos Componentes foram estabelecidas.  OK  Não OK
    • Testando cada Fase do Processo de Software Modelo de Negócios Implementação Análise e Modelagem
      • Revisar Contexto do Mercado e Necessidades Cliente;
      • Revisar Riscos do Projeto;
      • Auditar Alternativas de Execução do Projeto;
      • Revisar Estudo de Viabilidade do Projeto;
      • Revisar Arquitetura da Aplicação;
      • Revisar o Modelo Estático do Projeto de Software;
      • Revisar o Modelo Dinâmico do Projeto de Software;
      • Revisar Nível de Componentização;
      • Revisar Nível de Reutilização;
      • Modelo de Negócios;
      • Análise de Riscos;
      • Arvore de Decisão;
      • Estudo de Viabilidade;
      • Arquitetura da Aplicação;
      • Modelos Estáticos;
      • Modelos Dinâmicos;
      • Modelos Distribuição;
      • Código-Fonte;
      • Componentes;
      • Manual do Usuário;
      • Revisar o Código-Fonte;
      • Avaliar Complexidade do Código-Fonte;
      • Auditar Rastreabilidade entre Componentes;.
      • Revisar Manual do Usuário;
      • Especificação Requisitos;
      • Rastreabilidade;
      • Revisar Especificação de Requisitos Funcionais;
      • Revisar Especificação de Requisitos Não-Funcionais;
      • Revisar Priorização de Requisitos;
      • Auditar Rastreabilidade de Requisitos;
      Especificação de Requisitos Fase da Verificação Principais Produtos Principais Atividades da Fase de Verificação
    • Critério de Finalização da Revisão do Código-Fonte Complexidade Ciclomática Avaliação da Complexidade Percentual Máximo Permitido < 5 Simples 100 % 5-10 Moderado 20 % 11-20 Difícil 5 % 21-50 Muito Difícil Não Permitido > 50 Impossível testar Não Permitido
    • Parte IV Garantindo a Qualidade do Produto
    • Garantindo a Qualidade do Produto “ O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar com mais inteligência.” Henry Ford
    • Testes de Software
    • Estratégias de Testes de Software Caixa Branca Caixa Preta
    • Caixa-Branca Término do Processamento Início do Processamento Caminho A Caminho B
    • Caixa-Preta Resultados Gerados Estímulos Produzidos
    • Abordagens Fundamentais dos Testes Caixa Branca Caixa Preta Testes Baseados na Estrutura Interna Testes Baseados nos Requisitos
    • Progressividade e Regressividade dos Testes Cenário Versão “A” Cliente VIP Cliente Normal Pedidos Cliente VIP Cliente Normal Pedidos Cliente Ocasional Cliente VIP Cliente Normal Pedidos Cliente Ocasional Cenário Versão “B” Cenário Versão “B.1” Erro !
    • Categorias de Testes
    • Categorias dos Testes - simular saques acima do saldo disponível; - simular saques com cartão vencido; - avaliar se a duração do saque dura até 30 seg. num universo de 5 milhões de correntistas e 100 milhões de movimentação bancária; - simular saque com defeito no “cash-dispenser”; - simular saque com impressora do fornecedor A, B e C; - avaliar se a senha do cartão esta sendo requisitada antes e depois da transação; - simular 2 saques simultâneos na mesma conta-corrente; - simular saque na conta-poupança; - avaliar se a senha adicional e randômica esta sendo requisitada no início da operação. - simular saques no Windows 95, 98, NT e 2000; - avaliar se todas as telas possuem ajuda; Cenários de Testes Transferência Depósito Saque
    • Organizando em Categorias - simular saques acima do saldo disponível; - simular saque na conta-poupança; - simular saque acima do valor do limite da conta; - simular saque com valores não múltiplos das notas; - simular saque com valores não múltiplos das notas; Funcional - avaliar se a duração do saque dura até 30 seg. num universo de 5 milhões de correntistas e 100 milhões de movimentação bancária; - garantir que manipulação com dispositivos físicos no saque não ultrapassem 10 seg. da operação; Performance - avaliar se todas as telas possuem ajuda; - avaliar se mensagens são claras e objetivas; - avaliar se o padrão visual é mantido em todos os momentos; - avaliar se todas as operações possuem caminhos de fuga; Usabilidade - simular saques com cartão vencido; - avaliar se a senha do cartão esta sendo requisitada antes e depois da transação; - avaliar se a senha adicional e randômica esta sendo requisitada no início da operação; - simular saque noturno acima do valor permitido; Segurança - simular 2 saques simultâneos na mesma conta-corrente; - simular 10.000 saques simultâneos; Carga e Concorrência - disparar processo de instalação emergencial; Contingência - simular saque com defeito no “cash-dispenser; - simular saque com defeito na impressora; - simular saque com falha de conexão com a central; - simular saque com queda de energia; Recuperação - simular saque com impressora do fornecedor A, B e C; - simular saques no Windows 95, 98, NT e 2000; - simular saque com impressora do fornecedor X, Y e Z; Configuração
    • Entendendo as Categorias Desempenho Portabilidade Configuração Funcional Recuperação Usabilidade Saque
    • Priorizando as Categorias Características da Aplicação Importância 01. Funcional Essencial 02. Desempenho Médio Impacto 03. Confiabilidade/Disponibilidade Alto Impacto 04. Segurança Essencial 05. Carga e Concorrência Alto Impacto 06. Usabilidade Médio Impacto 07. Compatibilidade Essencial 08. Portabilidade Baixo Impacto 09. Contingência Alto Impacto 10. Instalação Médio Impacto 11. Distribuição Alto Impacto 12. Recuperação Alto Impacto
    • Casos de Testes
    • Casos de Testes de Caixa-Branca Início do Processamento A C F D E Término do Processamento B I J L G H Abordagem Caixa-Branca A B F E A B C D E A B I J L A G I J L H Caso de Teste 1 Caso de Teste 2 Caso de Teste 3 Caso de Teste 4
    • Casos de Testes de Caixa-Preta Requisito A Caso de Teste A.1 Caso de Teste A.2 Caso de Teste A.3 Caso de Teste A.4 Requisito B Caso de Teste B.1 Caso de Teste B.2 Caso de Teste B.3 Caso de Teste B.4 Abordagem Caixa-Preta
    • Obtendo Casos de Testes
    • Método de Decomposição de Requisitos Sistema de Vendas Realizar Pagamentos
      • Cenários Alternativos
      • Cliente realiza pagamento com cheque.
      • Cliente realiza pagamento com cartão de crédito.
      • Cliente realiza pagamento parcelado.
      • Cliente realiza pagamento da última parcela.
      • Cliente realiza pagamento adiantado.
      • Cliente realiza pagamento em atraso.
      • Cenário Primário
      • Cliente realiza pagamento em dinheiro.
      • Cenários de Exceção
      • Cliente realiza pagamento com cartão inválido.
      • Cliente realiza pagamento com cheque bloqueado.
      • Cliente realiza pagamento com cheque e histórico de mal pagador.
    • Método de Análise de Documentos Diagrama de Casos de Uso Cenários Positivos E A F E A Cenários Negativos B A C A D A Casos de Testes Identificados B C D E A F Diagrama de Atividades
    • Método de Análise de Documentos Cenários Positivos Casos de Testes Identificados Disponível Emprestado Restauração Refugado Análise Catalogação Doação Classificação Empréstimo Devolução Refugo Restaurar Disponibiliza Recuperação Destruição Diagrama de Estados Compra 1 2 3 6 5 4 1 2 2 3 3 4 4 2 4 5 5 6 6 1 1 Cenários Negativos 2 1 3 2 4 3 5 4 6 6 4 5
    • Estágios dos Testes
    • Estágios dos Testes de Software Teste de Unidade Teste de Aceitação Teste de Sistema Teste de Baixo Nível Teste de Alto Nível
      • Estratégia Caixa-Branca;
      • Testam partes do software;
      • Requer conhecimento da estrutura interna;
      • Executado pelo desenvolvedor ou profissional de teste.
      • Estratégia de Caixa-Preta;
      • Os testes são aplicados no software como um todo;
      • Não requer conhecimento da estrutura interna do software;
      • Requer ambiente muito semelhante ao da produção;
      • Deve ser executado por um grupo de teste independente.
      • Estrutura Interna;
      • Funcionalidade;
      • Usabilidade
      • Segurança;
      • Funcionais;
      • Não Funcionais;
      • Performance;
      • Instalação;
      • Recuperação;
      • Carga;
      • Funcional;
      • Usabilidade;
      • Segurança;
      • Estratégia de Caixa-Preta;
      • Os testes são aplicados no software como um todo;
      • Não requer conhecimento da estrutura interna do software;
      • Requer ambiente muito semelhante ao da produção;
      • Deve ser executado pelos usuários finais.
      • Interfaces;
      • Dependências entre Componentes;
      • Estratégia de Caixa-Branca;
      • Testam integrações entre partes do software;
      • Requer conhecimento da arquitetura interna do software;
      • Executado pelo desenvolvedor ou profissional de teste.
      Teste de Integração Fase da Validação Categorias de Testes Aplicada Características da Fase de Validação
    • Teste de Unidade Unidade E Unidade H Unidade I Unidade J Arquitetura Completa do Aplicativo Bottom-Up Arquitetura do Teste da Unidade E Unidade A Unidade D Unidade E Unidade H Unidade G Unidade F Unidade I Unidade J Unidade B Unidade C Controlador Testes-E
    • Teste de Integração Integração Nível 3 Integração Nível 2 Integração Nível 1 S T S T S T S T S T S T S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S T S T S S S S S S S S S S S S S S S S S T T S Componentes de Testware Componentes de Software
    • Teste de Sistema Sistema Alvo Sistema D Sistema E << Batch >> << Batch >> << On-Line >> << On-Line >> Sistema F << Batch >> << Batch >> << On-Line >> << On-Line >> << Batch >> <Simulador> Sistema A <Simulador> Sistema B <Simulador> Sistema C
    • Teste de Aceite Aceite Formal Implantação Total Todos os clientes recebem o software devidamente testado. Implantação BETA Clientes selecionados recebem o software para operar em seu ambiente. Clientes planejam e realizam os testes do software. Aceite Formal ALPHA Teste BETA Teste Todos Clientes Clientes são convidados a operar o software no fornecedor. Implantação ALPHA Aceite da Solução Distribuição
    • Testes de Software nos vários Ambientes Ambiente de Desenvolvimento Ambiente Teste e Homologação Ambiente de Produção Em Teste Em Desenvolvimento Em Produção Em Homologação Ciclo de Vida do Software
    • Parte IV Métricas de Qualidade de Software
    • Métricas de Qualidade de Software “ Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito.&quot; Aristóteles
    • Indicadores de Cobertura Cobertura da Estrutura Interna Cobertura de Requisitos
    • Critérios de Cobertura 90 % 80 % 70 % Criticidade dos Sistemas Alta Criticidade 15 % 60 % Cobertura Requisitos Cobertura Código-Fonte 25 % 75 % Baixa Criticidade 75 % 90 % 85 % Média Criticidade
    • Indicadores de Eficiência dos Testes Eficiência da Verificação Total de Erros da Validação + Total de Erros em Produção Total de Linhas do Código-Fonte ou Total de Requisitos Eficiência da Validação Total de Erros da Validação Total de Erros da Validação + Total de Erros em Produção
    • Distribuição de Defeitos
    • Distribuição de Defeitos por Etapas
    • Distribuição de Defeitos por Categoria
    • Distribuição de Defeitos por Prioridade Alta Prioridade Média Prioridade Baixa Prioridade Urgente 5 10 15 20
    • Distribuição de Defeitos por Fornecedor
    • Distribuição de Defeitos por Componentes
    • Distribuição de Defeitos por Idade
    • Comportamento do Defeito
    • Ferramentas de Análise
    • Histórico de Informações Jan/00 5 10 15 20 Fev/00 Mar/00 Abr/00 Mai/00 Jun/00 Jul/00 Ago/00 Troca de Tecnologia Produtividade Retrabalho
    • Diagrama de Causa e Efeito Falha no Planejamento dos Testes Erros no Ambiente de Produção Ausência de Testes Regressivos Homologação Manual Implantação Emergencial Falha na Automação dos Testes
    • Diagrama de Paretto 10 % 20 % 30 % 40 % Falta de Testes Regressivos Homologação Manual Falha na Automação dos testes Falha no Planejamento dos Testes Implantação Emergencial 45 % 33 % 13 % 7 % 2 %
    • Para Refletir ...
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    • ??? Duvidas ??? Encaminhar para Alexandre Bartie [email_address] tel. (11) 4123-8254 cel. (11) 9623-3124 Skype-me !