Meios de Contraste em Tomografia Computadorizada
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Meios de Contraste em Tomografia Computadorizada

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    Meios de Contraste em Tomografia Computadorizada Meios de Contraste em Tomografia Computadorizada Presentation Transcript

    •  
    • HISTÓRICO
      • FORMA CASUAL EM 1923: OBSERVAÇÃO UROGRÁFICA DE UM PACIENTE SOB TTO DE SÍFILIS COM IODETO DE POTÁSSIO  MOSTRAVA MODERADA RAIODENSIDADE;
      • 1930 A SCHERING LANÇOU NO MERCADO A 1 ª GERAÇÃO DE CONTRASTES IODADOS UROGRÁFICOS;
      • 1960 DESENVOLVIMENTO DE CONTRASTES NÃO IÔNICOS (SUBSTUTUIÇÃO DO SAL ANTERIOR por GRUPOS COVALENTES AMIDA OU GLUCOMIDA, GARANTINDO SOLUBILIDADE EM ÁGUA, COM BAIXA OSMOLARIDADE E BAIXA TOXICIDADE;
      • PROPRIEDADES REALCIONADAS AOS MEIOS DE CONTRASTE IODADOS:
        • DENSIDADE (g/ml): número de átomos de iodo por milimetro de solução;
        • VISCOSIDADE: a força necessária para injetar a substância através de um catéter aumenta geometricamente com a concentração da solução e com o peso molecular; os iônicos tem maior viscosidade que os não iônicos;
        • OSMOLALIDADE: função definida pelo número de partículas de uma solução por unidade de volume. Os contraste iônicos têm maior osmolalidade do que os não iônicos porque dissociam cátions e ânions na solução;
      • CONDIÇÕES QUE INFLUENCIAM NA QUALIDADE DE EXAME:
        • Dose de contraste;
        • Velocidade da injeção;
        • Calibre do catéter: em função da viscosidade da solução utilizada;
        • Temperatura da substância: principalmente no uso de contraste não iônico;
        • Retardo e tempo de scan;
      • CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO:
        • LOCAL ESCURO;
        • LONGE DE APARELHOS DE RAIO-X: A RADIAÇÃO QUEBRA AS PARTÍCULAS DE IODO;
        • TEMPERATURA IDEAL: 15 A 25° C - PODENDO OCORRER CRISTALIZAÇÃO EM TEMPERATURAS MUITO BAIXAS;
        • ESTUFA A 37° C POR TEMPO MÁXIMO DE 3 MESES (reduz a viscosidade do agente, melhorando sua fluidez e diminuindo a ocorrência de efeitos adversos);
        • NÃO UTILIZAR FRASCOS ABERTOS POR MAIS DE 24 HS;
        • A SOLUÇÃO ASPIRADA OU NO FRASCO NÃO DEVE SER REESTERILIZADA NEM GUARDADA NOVAMENTE;
        • PRAZO DE VALIDADE NORMALMENTE É DE 2 A 3 ANOS;
    • CONTRASTE VESICAL
      • OBJETIVO: PREENCHER A BEXIGA;
      • 200 ml DILUÍDO EM 3% SORO FISIOLÓGICO;
      • RARO ESSE TIPO DE ADMINISTRAÇÃO;
    • CONTRASTE ORAL
      • EXAMES ABDOMINAIS;
      • SULFATO DE BÁRIO OU CONTRASTE IODADE DILUÍDO EM TORNO DE 3%;
      ALÇAS INTESTINAIS 1000 ml 1 a 2 horas
    • CONTRASTE RETAL
      • ESTUDOS PÉLVICOS;
      • PREENCHIMENTO DE RETO E SIGMÓIDE;
      200 ml Iodado + utilizado Diluição de 3%
    • CONTRASTE ENDOVENOSO
      • 2 FÓRMULAS
      • IÔNICOS NÃO IÔNICOS
      • 6x mais seguro
      • 3x mais caro
      • PREPARO: 6 HORAS DE JEJUM
      • SUSPENSÃO DE ANTIGLICEMIANTES POR 48 HS ANTES E APÓS O EXAME;
      • MAIOR PRÉ DISPOSIÇÃO A REAÇÕES ALÉRGICAS:
        • qualquer tipo de alergia a iodo (oral, cutâneo);
        • alergia a alimentos (frutos do mar, camarão, agrião...);
        • alergia a medicamentos como sulfa, penicilina...;
        • problemas respiratórios como rinite alérgica, bronquite, asma;
        • cardíacos;
        • diabéticos;
        • portadores de insuficiência renal;
        • mieloma múltiplo;
        • recém-nascidos;
        • pacientes idosos;
        • anemia falciforme;
      • MÉDICO
      • RISCO-BENEFÍCIO DO CONTRASTE
      • QUANTIDADE DE CONTRASTE:
      • peso do paciente (2ml/Kg – 38% iodo);
      • região de estudo;
      • velocidade do aparelho;
      • SINTOMAS DURANTE A ADMINISTRAÇÃO DO CONTRASTE:
        • DESCONFORTO LEVE NO LOCAL DA PUNÇÃO: VELOCIDADE DA INJEÇÃO;
        • SENSAÇÃO DE AQUECIMENTO EM TODO O CORPO;
        • CALOR;
        • GOSTO RUIM NA BOCA;
        • NÁUSEAS;
      • Reações adversas do contraste:
        • NÁUSEAS;
        • CALOR;
        • TOSSE;
        • PRURIDO;
        • URTICÁRIA;
        • RUBOR;
        • ROUQUIDÃO;
        • ESPIRROS;
        • DOR NO PEITO;
        • DORES ABDOMINAIS;
        • PALPITAÇÃO;
        • EDEMA FACIAL;
        • PARADA CARDÍACA;
        • PERDA DE CONSCIÊNCIA;
    • Reações leves: Cutâneas s/ necessidade de tratamento: náusea / vômito, calor,cefaléia discreta, tontura, ansiedade, alteração do paladar, prurido, rubor, calafrios, tremores, sudorese / leve palidez, congestão nasal, exantema, espirros, inchaços em olho e boca Reações moderadas: requer tratamento s/ risco de vida: vômitos intensos edema facial, hipertensão, hipotensão, laringoespasmo, rigidez, dispnéia, cefaléia intensa, dor no tórax e abdome, urticária intensa, broncoespasmo, mudança na frequência cardíaca Reações graves: Tratamento de urgência: risco de vida  internação hospitalar: inconsciência, convulsão, edema agudo de pulmão, arritmias com repercussão clínica, parada cardiorespiratória, colapso vascular severo
      • ESTIMA-SE QUE ALGUM TIPO DE REAÇÃO ADVERSA OCORRA EM 5 – 12% COM CONTRASTE IÔNICO DE RISCO LEVE / MODERADA;
      • APENAS 3,1% DOS PACIENTES QUE UTILIZAM CONTRASTE NÃO-IÔNICO APRESENTAM ALGUM TIPO DE REAÇÃO ADVERSA;
        • Reações agudas  5 a 20 m após a administração do contraste;
        • Reações tardias  após o paciente deixar o serviço de radiologia;
    • PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
      • DOSÍMETROS : mede a quantidade de radiação recebida pelos funcionários;
      • Certos cristais que quando aquecidos emitem luz de intensidade proporcional à radiação a que foram expostos, denominados
      TERMOLUMINESCENTES FLUORETO DE LÍTIO SULFATO DE CÁLCIO
      • DOSÍMETRO DE VE SER:
        • utilizado durante a atividade que envolva radiação (TC, RX, MN);
        • colocado na altura do tórax;
        • o mesmo dosímetro não deve ser utilizado em duas instituições ou dois locais de trabalho;
        • mantido em local seguro (porta-dosímetros), longe de emissão de Rx, fora do horário de trabalho;
        • não deve ser transportado para fora da instituição;
        • não deve ser exposto à radiação solar;
    • LIMITE DE DOSES ANUAIS 20 mSv (corpo inteiro) média ponderada em 5 anos consecutivos, desde que não exceda 50 mSv em qualquer ano FONTE: CNEN (COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR)
      • AVENTAIS DE CHUMBO : sempre que houver necessidade de uma pessoa de ficar dentro da sala de exame acompanhado o paciente;
        • serve como proteção primária de radiação;
      • EXAMES LABORATORIAS : realizado a cada semestre para avaliação de glóbulos brancos;
      • ISOLAMENTO DA SALA DE EXAMES : bário ou chumbo que revestem as paredes para impedir fuga da radiação; o vidro plumbífero tem o mesmo objetivo e possibilita a visualização do paciente;