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ARTEFATOS NA IMAGEM DE RESSONÂNCIA  NUCLEAR MAGNÉTICA Alex Eduardo Ribeiro  Tecnólogo em Radiologia Médica
Artefatos <ul><li>São alterações nas imagens adquiridas de forma a diminuir a qualidade das mesmas, todas as imagens de RM...
Tipos de Artefatos  <ul><li>Artefato de Movimento </li></ul><ul><li>Artefato de Fluxo sanguíneo </li></ul><ul><li>Artefato...
Artefatos de movimento <ul><li>Depende muito do tempo de exame e do paciente em questão, caso o mesmo se mexa durante a re...
Artefatos de Movimentos Respiratório-Abdome Paciente - Crânio
Artefatos de movimentos Fluxo liquórico Deglutição – Col. Cervical
Artefatos de movimentos Ante-braço
<ul><li>Correções para artefatos de movimento </li></ul><ul><li>Respiração –  Triggering ou gating respiratório </li></ul>...
<ul><li>Artefatos metálicos </li></ul><ul><li>A presença de objetos metálicos no corpo podem criar campos eletromagnéticos...
Artefatos metálicos
<ul><li>Correções para artefato metálico </li></ul><ul><li>Prótese dentária  – Retirar a prótese </li></ul><ul><li>Prótese...
<ul><li>Aliasing </li></ul><ul><li>Artefato produzido quando a imagem é adquirida com informações adicionais da área exter...
<ul><ul><li></li></ul></ul>Imagem com Aliasing
<ul><li>Artefato de Desvio ou deslocamento Químico (Chemical Shift) </li></ul><ul><li>O artefato de desvio químico é causa...
Artefato de Desvio ou deslocamento Químico (Chemical Shift)
<ul><li>Artefato por fuga de RF </li></ul><ul><li>Este artefato é causado devido a saída de RF da sala ou interferência de...
Imagens com artefatos de fuga de RF
<ul><li>Cross-Talk </li></ul><ul><li>Ocorre quando utilizamos 0.0mm de espaçamento(gap) entre um corte e outro, os prótons...
Cross-Talk
Artefatos de Fluxo Sanguíneo <ul><ul><li>O fluxo produzido pelo deslocamento sanguíneo no interior dos vasos costuma produ...
Artefatos de Fluxo Sanguíneo
RUÍDO ELETRÔNICO <ul><ul><li>Presença de aspecto granuloso na imagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Causado por componentes e...
RUÍDO ELETRÔNICO
ARTEFATOS DE SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA <ul><ul><li>Propriedade de diferentes objetos responderem ao campo magnético; </li>...
ARTEFATOS DE SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA
ARTEFATO DE DESVIO QUÍMICO <ul><ul><li>Hidrogênio precessa a 42,58 MHz  x campo magnético (Equação de Larmor); </li></ul><...
ARTEFATO DE DESVIO QUÍMICO
AUSÊNCIA DE HOMOGENEIDADE DE CAMPO <ul><ul><li>Parte central do magneto é mais homogêneo que as periferias e as extremidad...
AUSÊNCIA DE HOMOGENEIDADE DE CAMPO
ARTEFATOS DE MAPEAMENTO INCORRETO DE FASE (PULSAÇÃO) <ul><ul><li>É causado pela movimentação da anatomia entre cada aplica...
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Artefatos em Rassonância Magnética

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  1. 1. ARTEFATOS NA IMAGEM DE RESSONÂNCIA NUCLEAR MAGNÉTICA Alex Eduardo Ribeiro Tecnólogo em Radiologia Médica
  2. 2. Artefatos <ul><li>São alterações nas imagens adquiridas de forma a diminuir a qualidade das mesmas, todas as imagens de RM tem artefatos em algum grau. É muito importante que as causas desses artefatos sejam conhecidas e eles sejam compensados. Alguns artefatos são irreversíveis e só podem ser reduzidos e não eliminados, outros podem ser eliminados totalmente. </li></ul>
  3. 3. Tipos de Artefatos <ul><li>Artefato de Movimento </li></ul><ul><li>Artefato de Fluxo sanguíneo </li></ul><ul><li>Artefato Metálico </li></ul><ul><li>Artefato de Aliasing </li></ul><ul><li>Artefato de Desvio ou Deslocamento Químico (Chemical) </li></ul><ul><li>Artefato por fuga de RF </li></ul><ul><li>Cross-Talk </li></ul><ul><li>Artefato de Ruído Eletrônico </li></ul><ul><li>Artefatos de Suscetibilidade Magnética </li></ul><ul><li>Aretefato de Ausência de Homogeneidade de Campo </li></ul><ul><li>Artefatos de Mapeamento Incorreto de Fase ( Pulsação ) </li></ul>
  4. 4. Artefatos de movimento <ul><li>Depende muito do tempo de exame e do paciente em questão, caso o mesmo se mexa durante a realização do exame, haverá perda de sinal, como também dos parâmetro de sua localização. </li></ul><ul><li>Ex.: Respiratório, Cardíaco, Fluxo, Peristaltismo, deglutição. </li></ul>
  5. 5. Artefatos de Movimentos Respiratório-Abdome Paciente - Crânio
  6. 6. Artefatos de movimentos Fluxo liquórico Deglutição – Col. Cervical
  7. 7. Artefatos de movimentos Ante-braço
  8. 8. <ul><li>Correções para artefatos de movimento </li></ul><ul><li>Respiração – Triggering ou gating respiratório </li></ul><ul><li>Cardíaco – Triggering ou gating cardíaco </li></ul><ul><li>Peristaltismo – Uso de medicamento anti-espasmódico - ex.: Brometo de n-butil escopolamina. </li></ul><ul><li>Deglutição – Altera a direção da freqüência </li></ul><ul><li>Paciente – Imobilizar o paciente “amarrar ele todo” </li></ul><ul><li>Fluxo licórico e sanguíneo – Rezar </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Artefatos metálicos </li></ul><ul><li>A presença de objetos metálicos no corpo podem criar campos eletromagnéticos que interferem na formação do sinal ao seu redor, no entanto o mais importante do que a degradação da imagem é ao bem estar do paciente, por isso é necessário saber que tipo de metal estamos lhe dando. </li></ul><ul><li>Ex.: Clips, Próteses dentária ou ortopédica, DVP, entre outros. </li></ul>
  10. 10. Artefatos metálicos
  11. 11. <ul><li>Correções para artefato metálico </li></ul><ul><li>Prótese dentária – Retirar a prótese </li></ul><ul><li>Prótese ortopédica – Fazer Stir no lugar do T2 com fat-sat </li></ul><ul><li>Clips – Não há correção, tire o paciente imediatamente. </li></ul><ul><li>DVP – Também não há correção, porém pode-se continuar o exame normalmente. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Aliasing </li></ul><ul><li>Artefato produzido quando a imagem é adquirida com informações adicionais da área externa à área do FOV selecionado. A imagem aparece com “dobramentos”. </li></ul><ul><li>Correção </li></ul><ul><li>Usar um FOV maior, adequado, ou utilizar um recurso que é uma opção de imagem chamada “No Fase Wrap” (GE) </li></ul><ul><li>ou parâmetro chamado “Foldover Supression” (Philips). </li></ul>
  13. 13. <ul><ul><li></li></ul></ul>Imagem com Aliasing
  14. 14. <ul><li>Artefato de Desvio ou deslocamento Químico (Chemical Shift) </li></ul><ul><li>O artefato de desvio químico é causado pelos diferentes ambientes químicos (ligações) da gordura e da água. Este artefato causa uma margem escura na interface entre os lipídios e a água, ele ocorre unicamente ao longo do eixo codificador de frequência. </li></ul>
  15. 15. Artefato de Desvio ou deslocamento Químico (Chemical Shift)
  16. 16. <ul><li>Artefato por fuga de RF </li></ul><ul><li>Este artefato é causado devido a saída de RF da sala ou interferência de RF externa, para que isso ocorra, a porta precisa estar aberta, por isso a preocupação em deixar a porta bem fechada e vedada. </li></ul><ul><li>Exs.: “Zíper artifacts”, “star artifacts”, “Zero line artifacts”. </li></ul><ul><li>Correção </li></ul><ul><li>Vedar bem a porta, verificar se os finggers estão bons. </li></ul>
  17. 17. Imagens com artefatos de fuga de RF
  18. 18. <ul><li>Cross-Talk </li></ul><ul><li>Ocorre quando utilizamos 0.0mm de espaçamento(gap) entre um corte e outro, os prótons não selecionados(vizinhos) no corte são saturados, e quando a leitura do corte seguinte é feita não há sinal suficiente, já que os mesmos estavam saturados. </li></ul><ul><li>Correção </li></ul><ul><li>Usar pelo menos 10% do valor do corte selecionado para o espaçamento. </li></ul><ul><li>Ex.: 5mm/0,5mm ou 7mm/0,7mm </li></ul>
  19. 19. Cross-Talk
  20. 20. Artefatos de Fluxo Sanguíneo <ul><ul><li>O fluxo produzido pelo deslocamento sanguíneo no interior dos vasos costuma produzir imagens fantasmas desses vasos na direção da codificação de fase; </li></ul></ul><ul><ul><li>O fluxo arterial é mais visível que o venoso; </li></ul></ul><ul><ul><li>LCR também causa artefatos de fluxo, pois o líiquor circula no canal raquimedular e no cérebro; </li></ul></ul><ul><ul><li>Atenua-se com pulsos de pré saturação na direção perpendicular ao fluxo sanguíneo, ou com função de compensação de fluxo; </li></ul></ul>
  21. 21. Artefatos de Fluxo Sanguíneo
  22. 22. RUÍDO ELETRÔNICO <ul><ul><li>Presença de aspecto granuloso na imagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Causado por componentes eletrônicos na imagem, intensidade do campo principal, redução da quantidade de hidrogênios; </li></ul></ul><ul><ul><li>Evita-se: </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumentando o número de excitações (NEX), aumentando a espessura do corte, aumentando o campo de visão, usando campos magnéticos mais potentes; </li></ul></ul>
  23. 23. RUÍDO ELETRÔNICO
  24. 24. ARTEFATOS DE SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA <ul><ul><li>Propriedade de diferentes objetos responderem ao campo magnético; </li></ul></ul><ul><ul><li>A presença de metais no tecido biológico altera fortemente o campo magnético local, distorcendo a anatomia nesta região e provocando ausência de sinal ao redor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recomenda-se o uso de sequências SE ou FSE e evita-se GRE </li></ul></ul>
  25. 25. ARTEFATOS DE SUSCETIBILIDADE MAGNÉTICA
  26. 26. ARTEFATO DE DESVIO QUÍMICO <ul><ul><li>Hidrogênio precessa a 42,58 MHz x campo magnético (Equação de Larmor); </li></ul></ul><ul><ul><li>Esta equação não é válida para todo e qualquer tecido biológico, mas apenas hidrogênios livres; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dependendo do sítio químico que o hidrogênio está ligado, a frequência de precessão sofre pequenas variações; </li></ul></ul><ul><ul><li>No tecido biológico está ligado a gordura e água; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nos equipamentos de 1,5T a a água tem precessão ligeiramente maior que a gordura, 220 Hz, isso faz com que seja mapeado o sinal proveniente desses hidrogênios em locais diferentes na imagem, causando artefato. </li></ul></ul>
  27. 27. ARTEFATO DE DESVIO QUÍMICO
  28. 28. AUSÊNCIA DE HOMOGENEIDADE DE CAMPO <ul><ul><li>Parte central do magneto é mais homogêneo que as periferias e as extremidades; </li></ul></ul><ul><ul><li>Algumas técnicas deixam de funcionar corretamente (supressão de gordura) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode ocorrer em estudos: quadril, ombro, braço... </li></ul></ul><ul><ul><li>Tentar posicionar o paciente sempre no isocentro ou próximo dele; </li></ul></ul><ul><ul><li>Solicitar ao fornecedor do equipamento verificação dos dispositivos de homogeneização (shimming); </li></ul></ul>
  29. 29. AUSÊNCIA DE HOMOGENEIDADE DE CAMPO
  30. 30. ARTEFATOS DE MAPEAMENTO INCORRETO DE FASE (PULSAÇÃO) <ul><ul><li>É causado pela movimentação da anatomia entre cada aplicação de fase que codifica o gradiente e pela movimentação ao longo da fase durante a aquisição dos dados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Movimento pulsátil dos vasos, movimentação da parede torácica durante respiração e movimento cardíaco são principais causadores desses artefatos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode-se corrigir: </li></ul></ul><ul><ul><li>troca do eixo da fase, de forma que o artefato não interfira na área de interesse; </li></ul></ul><ul><ul><li>b) colocação de pulsos espaciais entre a origem e o FOV; </li></ul></ul><ul><ul><li>c) utilização de compensação respiratória ou cardíaco; </li></ul></ul>
  31. 31. ARTEFATOS DE MAPEAMENTO INCORRETO DE FASE (PULSAÇÃO)
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