Economia brasileira em perspectiva   mf ago 2012
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Economia brasileira em perspectiva mf ago 2012 Presentation Transcript

  • 1. il Br al as do eci fia sp ra E og ç ã oem SeD Economia Brasileira em PERSPECTIVA Ministério da Fazenda 16 a Edição | Agosto | 2012
  • 2. Ministério da FazendaÍndiceSumário Executivo 7Atividade Econômica 9Emprego e Renda 37Inflação 51Juros e Crédito 61Política Fiscal 75Setor Externo 89 Edição Agosto | Ano 2012Panorama Internacional 103Seção Especial – Resultados do Censo Demográfico 2010 127Anexo – Recentes Medidas de Política Econômica 145Glossário 160 3
  • 3. NOTAO Relatório “Economia Brasileira em Perspectiva”, publicado peloMinistério da Fazenda, consolida e atualiza as principais variáveiseconômicas do Brasil.O documento é resultado do trabalho conjunto dos seguintes órgãosdeste Ministério: Secretaria de Política Econômica (SPE), Secretariado Tesouro Nacional (STN), Secretaria de Assuntos Internacionais(SAIN), Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) eSecretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).Nesta edição, os dados estão atualizados até 17 de agosto de 2012.
  • 4. Ministério da FazendaGoverno reage ao agravamento da crise internacional Sumário ExecutivoNo primeiro semestre de 2012, o desempenho da atividade econômica brasileira foi influenciado peloagravamento da crise internacional, que abateu o ânimo dos investidores e tornou os consumidores maiscautelosos. A retração de vários mercados consumidores afetou as exportações dos países emergentes, desde aschinesas até mesmo as brasileiras. Nesse contexto de fraqueza da demanda nas economias avançadas, o fluxo deexportações para a economia brasileira se intensificou, acirrando ainda mais a disputa com a indústria doméstica.Porém, com a mudança do patamar da taxa de câmbio, com medidas de estímulos à demanda doméstica, deu-se início a reação da indústria local. No âmbito doméstico, o PIB do primeiro trimestre foi afetado também porintempéries climáticas que prejudicaram momentaneamente o desempenho da agricultura brasileira.Vale ressaltar que, ao contrário do que foi visto em vários países, a economia brasileira não registrou quedade crescimento no primeiro semestre de 2012. Mais importante ainda são os sinais claros de recuperação daatividade econômica, que já podem ser observados em indicadores do segundo semestre de 2012. Além dediversas medidas de desonerações tributárias, boa parte delas voltadas para os investimentos, a economiabrasileira tem o impulso significativo da queda na taxa de juros. Essa mudança econômica histórica não sóreduz os custos financeiros da economia, mas também estimula os empresários a investirem e os poupadoresa procurarem alternativas de investimentos que vão financiar a produção. A essa transformação estrutural, o Edição Agosto | Ano 2012Governo estimula os investimentos por meio das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), queneste ano foi ampliado com o PAC-Equipamentos e com o recente anúncio de novas concessões em rodovias eferrovias, conforme o Plano de Investimentos em Logística. 7
  • 5. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Atividade Econômica Ministério da Fazenda
  • 6. Ministério da FazendaAtividade econômica mais forte no segundo semestre Atividade EconômicaAs medidas anticíclicas em curso e a ênfase maior no investimento já começam a surtir efeito e a economia brasileirareage para alcançar um crescimento mais vigoroso a partir do segundo semestre de 2012. Desta forma, ao final doano, a economia deverá estar crescendo a um ritmo anualizado em torno de 4%.Os investimentos relativos à segunda fase do Programa de Aceleração de Crescimento têm crescido consistentemente,assim como os investimentos privados como um todo. Vale destacar que um terço das ações do PAC 2, previstas parao período 2011-2014, já está concluído. Além disso, benefícios fiscais estão sendo concedidos para diversos setoresno intuito de desonerar os investimentos e manter o emprego, o que contribui para a expansão do potencial decrescimento da atividade econômica. Edição Agosto | Ano 2012 10
  • 7. Ministério da FazendaCrescimento econômico: demanda e oferta Atividade EconômicaA estabilidade da taxa de crescimento do primeiro trimestre de 2012 em relação ao quarto de 2011, analisadasob a perspectiva da oferta, é decorrência do impacto de intempéries climáticas sobre o setor agropecuário(-7,3%), contrabalançado pelo crescimento dos setores industrial (+1,7%) e de serviços (+0,6%). Pelo ladoda demanda, os consumos das famílias e do governo cresceram 1,0% e 1,5%, respectivamente.Taxa de Crescimento do PIB: Oferta e Demanda (% trimestral, com ajuste sazonal) 4,0 1,7 2,5 1,5 1,0 1,0 0,6 0,5 0,4 0,2 0,2 1,0-0,5 -0,1 -7,3 -0,5 -0,6 Edição Agosto | Ano 2012-2,0 -1,8-3,5-5,0 4T2011 1T2012-6,5 Dados em: % trimestral,-8,0 com ajuste sazonal Agropecuária Indústria Serviços PIB Consumo das Consumo do Formação Bruta Famílias Governo de Capital Fixo Fonte: IBGE Oferta Demanda Elaboração: Ministério da Fazenda 11
  • 8. Ministério da FazendaProdução industrial inicia recuperação Atividade EconômicaEm junho de 2012, a produção industrial interrompeu uma série de três meses consecutivos de contraçãona comparação entre o mês corrente e o mês imediatamente anterior. O crescimento foi de 0,2%, comdestaque para a produção de bens de capital, +1,4%, e a de bens de consumo, +2,9%. Espera-se aceleraçãoda indústria no 2º semestre, apoiada pelos incentivos recentemente adotados pelo Governo Federal e pelonovo mix de juros mais baixos e taxa de câmbio mais competitiva.Índice de Produção Industrial (número-índice) 135 130 123,8 125 120 115 Edição Agosto | Ano 2012 110 105 100 Dados em: número-índice, 95 com ajuste sazonal (2002=100) 90 Fonte: IBGE Se 07 De 007 M 007 Ju 08 Se 08 De 008 M 008 Ju 09 Se 09 De 009 M 009 Ju 10 Se 10 De 010 M 010 Ju 11 Se 11 De 011 M 011 Ju 12 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 t2 z2 t2 z2 t2 z2 t2 z2 t2 z2 n ar n ar n ar n ar n ar nJu 12
  • 9. Ministério da FazendaEconomia em retomada de crescimento Atividade EconômicaA retomada da atividade econômica no Brasil já pode ser observada nos indicadores econômicos maisrecentes. Além dos resultados positivos do mercado de trabalho e do varejo, o Índice de Atividade Econômica(IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil, registrou alta de 0,75% em junho de 2012, na comparaçãocom o mês anterior. Este é o melhor resultado mensal desde março de 2011, quando o IBC-Br marcou 1,47%.Índice de Atividade Econômica do Banco Central do Brasil ( % a.m.) 2,0 1,5 1,0 Edição Agosto | Ano 2012 0,38 0,5 0,16 0,12 0v04 0,59 1,47 0,71 0,75 0,52 0,49 0,0 -0,81 -0,59 -0.01 -0,21 -0,21 -0,21 -0,22-0,5 Dados em: % mensal -0,35 com ajuste sazonal-1,0 Fonte: Banco Central do Brasil Fe 11 M 011 Ab 11 M 11 Ju 11 Ju 11 Ag 011 Se 11 ut 1 No 011 De 11 Ja 11 Fe 12 M 012 Ab 12 M 12 Ju 12 12 01 20 20 0 20 20 20 20 0 20 20 0 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 r2 l2 t2 2 z2 2 r2 n v ar ai n o v n v ar ai nJa O 13
  • 10. Ministério da FazendaComércio reforça cenário de recuperação da economia Atividade EconômicaO cenário de recuperação da atividade econômica também é observado nos dados do varejo. Em junho de2012, as vendas no varejo restrito aumentaram 1,5% e no varejo ampliado, 6,1%, em relação ao mês anterior. Agrande recuperação do varejo ampliado, a maior alta desde setembro de 2009, foi largamente influenciada pelamedida de redução do IPI para veículos adotada pelo Governo no final de maio. Ademais, tanto no acumulado doano de 2012 como na comparação com junho de 2011, os números do varejo mostram crescimento expressivo.Volume de Vendas no Comércio Varejista (% a.m. e % T/T-12) Comparações com junho de 2011 7 6 PMC 5 9,5 12,3 PMC Ampliada* 4 Jun 2012/Jun 2011 Dados em: % mensal com Edição Agosto | Ano 2012 3 ajuste sazonal, % T/T-12 2 * Incluindo veículos, motocicleta, partes e peças e materiais de 1 construção 0,6 0,6 0,6 0,6 0,5 0,5 0,4 0,3 0,3 0,2 0,2 1,0 0,8 1,8 2,2 2,9 0,7 1,2 1,3 0,0 1,3 1,3 0,7 1,1 0,9 0,1 1,3 0,7 1,4 1,7 1,9 3,1 1,4 0,7 0,8 1,5 6,1 0.1 0 Fonte: IBGE -0,7 -0,9 -0,1 -0,1 -0,8 -0,8 -0,0 -0,2 -0,2 -0,4 -0,5 -1 -0,5 Elaboração: Ministério da Fazenda -2 l2 0 o 10 t 0 ut 0 v 10 z 10 n 0 v 1 ar 11 r 1 ai 1 n 1 l2 1 o 11 t 1 ut 1 v 11 z 11 n 1 v 2 ar 12 r 2 ai 2 n 2 12 Ju 01 Se 201 O 201 Ja 201 Fe 201 Ab 201 M 201 Ju 201 Ju 01 Se 201 O 201 Ja 201 Fe 201 Ab 201 M 201 Ju 201 Ag 0 No 20 De 20 M 20 Ag 0 No 20 De 20 M 20 20 2 2 nJu 14
  • 11. Ministério da FazendaÍndice de atividade econômica do comércio com tendência de alta Atividade EconômicaO movimento dos consumidores no varejo apresentou aumento de 1,3% em julho ante junho de 2012. Nacomparação com julho do ano passado, a alta foi de 11,3%, a maior desde dezembro de 2010. No acumuladodo ano com crescimento de 8,1%, quase todos os segmentos apresentaram avanço. O destaque nesta basede comparação ficou com o setor de material de construção, com avanço de 8,7%, sinalizando movimentode aceleração na atividade da construção civil.Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (índice e variações)240 9230 231,66 8 7220 6210 Edição Agosto | Ano 2012 5200 4 Índice190 Variações 3 Dados em: índice, % mensal180 2 com ajuste sazonal, acumulado do ano, média móvel semestral e170 1 1,3 8,1 5,0 5,4 média móvel trimestral160 0 T/T-1 Acumulado Média móvel Média móvel Fonte: Serasa Experian 9 Ja 09 Ab 010 Ju 10 O 010 Ja 10 Ab 011 Ju 11 O 011 Ja 11 Ab 012 Ju 12 2 do ano semestral trimestral 00 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 0 20 0 20 0 l2 2 r2 l2 2 r2 l2 2 r2 l2 15 ut n ut n ut nJu O
  • 12. Ministério da FazendaRecuperação da atividade industrial não provocará pressões inflacionárias Atividade EconômicaOs níveis de utilização da capacidade instalada (NUCI), medidos pela FGV, CNI e FIESP, mostram que há espaçopara o crescimento sustentável da produção industrial. O NUCI-FGV atingiu o patamar de 83,7% em julho de2012, ao passo que o NUCI-FIESP registrou 80,6% em junho. O NUCI-CNI está em 80,8% (dados de junho de2012). Esses níveis garantem que a recuperação da atividade econômica não provocará pressões inflacionárias.Nível de Utilização da Capacidade Instalada (%) 89 87 85 NUCI - CNI 83,7 NUCI - FGV 83 Edição Agosto | Ano 2012 NUCI - FIESP* 81 80,8 80,6 Dados em: %, 79 com ajuste sazonal 77 * Abrange apenas a indústria do Estado de São Paulo 75 Fonte: CNI, FGV e FIESP 7 08 8 09 9 10 0 11 1 12 Ju 2012 l 2 12 2 00 00 00 01 01 01 20 20 20 20 20 n 0 Elaboração: Ministério da Fazenda l2 l2 l2 l2 l2 Ju 2 n n n n n aiJu Ju Ju Ju Ju Ja Ja Ja Ja Ja M 16
  • 13. Ministério da FazendaConfiança na economia brasileira continua elevada Atividade EconômicaOs números de julho de 2012 mostram que tanto o índice de confiança da indústria como o do consumidorpermanecem na zona de otimismo a despeito da deterioração do ambiente macroeconômico internacional.Esses indicadores apresentarão sensível melhora com o maior dinamismo da economia no segundo semestre.Índices de Confiança: Indústria e Consumidor (pontos, com ajuste sazonal)130 121,6120110 102,7 Edição Agosto | Ano 2012 Índice de Confiança100 Otimista do Consumidor Pessimista Índice de Confiança da Indústria 90 Dados em: pontos, com ajuste sazonal 80 Fonte: FGV o 0 t2 0 ut 0 v 0 z2 0 n 0 v 1 ar 1 r 1 ai 1 n 1 Ju 011 o 1 t2 1 ut 1 v 1 z2 1 n 1 v 2 ar 2 r 2 ai 2 n 2 Ju 012 2 Ag 201 Se 01 O 01 No 201 De 201 Ja 01 Fe 01 M 201 Ab 201 M 201 Ju 01 Ag 01 Se 01 O 01 No 201 De 201 Ja 01 Fe 01 M 201 Ab 201 M 201 Ju 01 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 2 2 2 l2 2 2 2 2 l2 l Ju 17
  • 14. Ministério da FazendaMedidas tomadas pelo Governo já começam a surtir efeito Atividade EconômicaO licenciamento de veículos expandiu-se para 364,2 mil unidades em julho de 2012, contra 353,2 mil no mêsanterior, um crescimento de 18,9% em relação a julho de 2011. Após cinco meses de quedas consecutivas,a variação acumulada em 2012 apresentou taxa positiva de 1,8%. Isso já é resultado de medidas tomadaspelo Governo que, em maio, anunciou um substancial corte de impostos sobre os preços dos veículos novos.Licenciamento de Novos Veículos (milhares de unidades)420370320 Edição Agosto | Ano 2012270220170 302,3 312,8 307,1 303,2 328,5 381,6 244,9 274,2 306,1 289,2 318,5 304,3 306,2 327,6 311,6 280,6 321,6 348,4 268,3 249,5 300,6 257,9 287,5 353,2 364,2 Dados em: milhares de unidades120 Fonte: Anfavea o 10 t 0 ut 0 v 10 z 10 n 0 v 1 ar 11 r 1 ai 1 n 1 l2 1 o 11 t 1 ut 1 v 11 z 11 n 1 v 2 ar 12 r 2 ai 2 n 2 l2 2 2 Se 201 O 201 Ja 201 Fe 201 Ab 201 M 201 Ju 201 Ju 01 Se 201 O 201 Ja 201 Fe 201 Ab 201 M 201 Ju 201 Ju 01 01 Ag 20 No 20 De 20 M 20 Ag 0 No 20 De 20 M 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 2 l Ju 18
  • 15. Ministério da FazendaIndústria automobilística planeja investir US$ 22 bilhões até 2015 Atividade EconômicaO setor automotivo tem aumentado consistentemente os seus investimentos no Brasil, partindo de ummontante de US$ 748 milhões investidos em 2003 para US$ 5,3 bilhões em 2011. A estimativa é que osnovos investimentos atinjam US$ 22 bilhões entre 2011 e 2015. A produção de automóveis contribui comcerca de 20% do PIB Industrial e tem efeitos importantes na cadeia de produção por intermédio da comprade autopeças, máquinas e equipamentos.Investimentos Automobilísticos no Brasil: 2004-2015 (US$ bilhões)25 Média = 4,42015 Média = 2,9 Edição Agosto | Ano 201210 Média = 1,2 5 Dados em: US$ bilhões 3,6 11,8 22,0 0 2004 - 2006 2007 - 2010 2011 - 2015 Fonte: Anfavea Elaboração: Ministério da Fazenda 19
  • 16. Ministério da FazendaProdução de veículos se distribui por todo o país Atividade EconômicaO Governo Federal anunciou recentemente uma nova política automotiva para 2013-2017, a qual englobaincentivos para o desenvolvimento da engenharia local, inovação e a redução das emissões de gases queprovocam o efeito estufa. Ao longo das últimas duas décadas, tem havido um aumento significativo do númerode fabricantes de automóveis no país, de 11 para 19, bem como uma diversificação geográfica de produção.Produção de Veículos por Estado* 1990-2011 (% do total) 1990 2011 Número de Fabricantes de Auto 0,5% 0,2% 2,3% 0,02% 1990 2011 5,6% São Paulo 8 7 Edição Agosto | Ano 2012 6,7% Minas Gerais 1 3 Dados em: % do total 24,5% 6,8% Paraná 1 4 * Incluindo número de Rio Grande do Sul 1 3 fabricantes em cada Estado. 13,3% 42,4% Rio de Janeiro - 2 O mesmo fabricante pode 74,8% produzir em mais de um Estado Bahia - 1 23% Goiás - 2 Fonte: ANFAVEA Amazonas - 1 Elaboração: Ministério da Fazenda 20
  • 17. Ministério da FazendaInvestimentos do PAC crescem consistentemente ... Atividade EconômicaInvestimentos no âmbito do PAC 2 vêm crescendo consistentemente em 2012 em comparação a 2011. Porexemplo, os valores pagos entre janeiro e junho de 2012 (R$ 18,6 bilhões) são quase 53% maiores do queo montante registrado no mesmo período de 2011 (R$ 12,2 bilhões). Isso se transformará em aumento daatividade econômica e da capacidade produtiva do país.Gastos do PAC em 2011 e 2012 (R$ bilhões e variação) 52,7% 44,8%20 50,0%15 46,9% Edição Agosto | Ano 2012 19,1%10 % no período 5,6% 2011 2012 5 Dados em: R$ bilhões 2,9 3,1 3,5 4,1 5,5 8,0 7,6 11,3 9,8 14,2 12,2 18,6 e variação no período 0 Até Jan Até Fev Até Mar Até Abr Até Mai Até Jun Fonte: STN/Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 21
  • 18. Ministério da Fazenda... assim como os investimentos federais como um todo Atividade EconômicaO ritmo dos investimentos do Governo Federal tem crescido ao longo de 2012, em comparação com 2011.Até junho de 2012, os investimentos estão 30,7% acima do mesmo período do ano passado, contribuindopara o crescimento econômico.Investimentos Totais do Governo Federal (R$ bilhões e variação) 30,7%35 30,2%30 28,9%25 23,5% Edição Agosto | Ano 20122015 -1,0% 3,3% % no período 201110 2012 5 Dados em: R$ bilhões e variação no período 7,8 7,7 9,3 9,6 12,7 15,7 16,4 21,1 20,2 26,2 25,1 32,8 0 Até Jan Até Fev Até Mar Até Abr Até Mai Até Jun Fonte: STN/Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 22
  • 19. Ministério da FazendaPrograma de Aceleração do Crescimento é ampliado Atividade EconômicaDada a necessidade de estimular o crescimento num ambiente de crise internacional, o Governo temtomado medidas anticíclicas importantes em 2012. As compras governamentais de equipamentos, a seremefetuadas no 2º semestre de 2012, elevarão os investimentos do PAC em R$ 8,43 bilhões, aumentando osvalores empenhados do PAC em 2012 para R$ 51 bilhões.Valores Empenhados do PAC (R$ bilhões)60 51,045 8,4 PAC Valores Empenhados Total Edição Agosto | Ano 201230 PAC Equipamentos PAC LOA Dados em: R$ bilhões15 * Valores constantes na LOA 2012, 8.4 adicionando os valores do PAC Equipamentos 16,0 17,0 27,1 29,7 35,4 42,6 0 2007 2008 2009 2010 2011 2012* Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 23
  • 20. Ministério da FazendaInvestimentos em rodovias e ferrovias totalizarão R$ 133 bilhões Atividade EconômicaNova etapa do PAC: programa de investimentos em logística (rodovias e ferrovias) • Restabelecimento da capacidade de planejamento integrado do sistema de transportes • Integração entre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos • Articulação com as cadeias produtivas • Criação da Empresa de Planejamento e Logística – EPL Investimento Total: R$ 133 bilhões, sendo R$ 79,5 bi em 5 anos e R$ 53,5 bi em 20 a 25 anos Investimento em Rodovias Investimento em Ferrovias Edição Agosto | Ano 2012 R$ 42 bilhões (7,5 mil km), R$ 91 bilhões (10 mil km), sendo R$ 23,5 bi em 5 anos e sendo R$ 56 bi em 5 anos e R$ 18,5 bi em 20 anos R$ 35 bi em 25 anos Dados em: R$ bilhões Fonte: Ministério dos Transportes Elaboração: Ministério da Fazenda 24
  • 21. Ministério da FazendaMapa dos novos investimentos em rodovias Atividade Econômica Rodovias Rodovias 1 BR-101BR-101 BA 1 BA 2 BR-262BR-262 ES/MG 2 ES/MG Porto de SantarémSantarém Porto de Porto de Itaqui de Itaqui Porto Porto de Manaus Manaus 3 BR-153BR-153 TO/GO 3 TO/GO Porto de Porto do Porto do Pecém Pecém 4 BR-050BR-050 GO/MG 4 GO/MG 5 BR-163BR-163 MT 5 MT Porto de Porto Velho Porto de Porto Velho Porto de Porto de Suape Suape 6 BR-163BR-163 MS, 6 MS, 3 3 5 5 BR-262BR-262 MS, MS, 1 1Porto de Porto de Salvador Salvador BR-267BR-267 MS MS 4 4 9 9 7 BR-060BR-060 DF/GO, 7 DF/GO, Edição Agosto | Ano 2012 7 7 8 8 BR-153BR-153 GO/MG, GO/MG, 6 6 Porto de Vitória Vitória Porto de BR-262BR-262 MG MG 2 2 Porto do Porto do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Porto de Itaguaí Itaguaí Porto de 8 BR-116BR-116 MG 8 MG Porto de Santos Santos Porto de Porto de Paranaguá Porto de Paranaguá 9 BR-040BR-040 DF/GO/MG 9 DF/GO/MG PAC em execução PAC em execução Malha atual atual Malha Porto de Rio Grande Grande Porto de Rio Fonte: Ministério dos Transportes Elaboração: Ministério da Fazenda 25
  • 22. Ministério da Fazenda Mapa dos novos investimentos em ferrovias Novos Atividade Econômica NovosFerrovias Ferrovias1 Ferroanel SP – Tramo norte Porto de Vila do Conde2 Ferroanel SP – Tramo– Tramo norte 1 Ferroanel SP Sul Porto de Santarém Porto de Vila do Conde Porto de Itaqui 2 Ferroanel SP – Tramo Sul 3 Acesso ao Porto de Santos Porto de Manaus 12 Porto de Santarém Porto de Manaus Porto de Itaqui do Pecém Porto Acesso ao Porto de Santos 124 Lucas 3 Rio Verde – Uruaçu do Açaílândia Porto do Pecém Porto de Marabá 4 Lucas do Rio Verde – Uruaçu Açaílândia 5 Uruaçu – Corinto – Campos Porto de Porto Velho Porto de Marabá 5 Uruaçu – Corinto – Campos Porto de Suape 6 Rio de Janeiro – Campos – Vitória Porto de Porto Velho 8 Porto de Suape 6 Rio de Janeiro – Campos – Vitória 8 7 Belo Horizonte – Salvador Lucas R. Verde 4 7 7 Belo Horizonte – Salvador Lucas R. Verde 4 7 Porto de Salvador 8 Salvador – Recife Uruaçu Porto de Salvador 8 Salvador – Recife 5 Uruaçu Porto de Ilhéus 9 Estrela d`Oeste – Panorama Marcaju 5 Porto de Ilhéus 9 Estrela d`Oeste – Panorama Marcaju Corinto Edição Agosto | Ano 2012 Estrela D`Oeste10 Marcaju – Mafra Estrela D`Oeste Corinto 10 Marcaju – Mafra Marcaju 9 Belo Horizonte11 São Paulo – Mafra – Rio Grande Marcaju 9 Belo Horizonte Porto de Vitória 11 São Paulo – Mafra – Rio Grande Panorama 1 6 Porto de Vitória 2 3 1 6 612 Açailândia – Vila do Conde Panorama Porto do Rio de Janeiro Porto de Itaguaí 6 do Rio de Janeiro 12 Açailândia – Vila do Conde 10 2 3 Porto Trechos em Estudos/Avaliação Mafra 10 Porto de SantosPorto de Itaguaí Porto de Paranaguá Santos Porto de Trechos em Estudos/Avaliação Mafra Porto de Paranaguá PAC em execução PAC em execução 11 11 Malha atual atual Malha Porto de Rio Grande Porto de Rio Grande Fonte: Ministério dos Transportes Elaboração: Ministério da Fazenda 26
  • 23. Ministério da Fazenda30% das ações do PAC 2 previstas para 2011-2014 já concluídas Atividade EconômicaAté o primeiro semestre de 2012, o PAC 2 concluiu R$ 211 bilhões em obras, o que corresponde aaproximadamente 30% das ações previstas para o período 2011-2014. Esse resultado é 84% superior aomesmo período do ano passado, quando o volume de obras concluídas era de R$ 45 bilhões. Vale ressaltarque os investimentos no programa Minha Casa, Minha Vida representaram 61,3% do total concluído.PAC 2 - Ações Concluídas (R$ bilhões) 2,0 24,4 Água e Luz Para Todos Edição Agosto | Ano 2012 Minha Casa, Minha Vida 129,3 55,1 Cidade Melhor Energia Transportes 0,2 Dados em: R$ bilhões Fonte: Ministério do Planejamento Elaboração: Ministério da Fazenda 27
  • 24. Ministério da FazendaExecução do PAC 2 cresce 38,8% no primeiro semestre de 2012 Atividade EconômicaA execução do PAC 2 no primeiro semestre de 2012 é 38,8% superior ao mesmo período do ano anterior,alcançando R$ 119,9 bilhões. O crescimento da execução mostra que o PAC 2 entra em um ciclo mais aceleradodas obras, após a fase inicial ocorrida em 2011. Essa aceleração se intensificará nos próximos trimestres.Execução Global do PAC 2, OGU Fiscal e Seguridade, Estatal e Privado (R$ bilhões)140120100 80 Edição Agosto | Ano 2012 60 38,8% 40 Dados em: R$ bilhões 20 OGU = Orçamento Geral da União 0 86,4 119,9 1° Balanço 30 Jun 2011 4° Balanço 30 Jun 2012 Fonte: Ministério do Planejamento Elaboração: Ministério da Fazenda 28
  • 25. Ministério da FazendaMinha Casa, Minha Vida: R$ 142,3 bilhões em investimentos Atividade EconômicaO programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” já beneficiou 1 milhão de famílias. Para o segundoestágio do programa (2011-2014), o objetivo é construir 2,6 milhões de unidades e investir um totalde R$142,3 bilhões. Como resultado, o programa reduzirá o déficit habitacional, permitindo que umcontingente maior de pessoas não habite zonas de risco e usufrua de uma melhor qualidade de vida.Programa “Minha Casa, Minha Vida”: Unidades Construídas e Investimentos Planejados (R$ bilhões)4030 12,7 Edição Agosto | Ano 20122010 Contratado Meta 15,3 38,6 32,1 24,3 36,6 36,6 Dados em: R$ bilhões 0 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Fonte: Caixa Econômica Federal Elaboração: Ministério da Fazenda 29
  • 26. Ministério da FazendaCrescimento dos investimentos em infraestrutura para 2012-2015 Atividade EconômicaInvestimentos em importantes setores econômicos atingirão R$ 597 bilhões entre 2012 e 2015, de acordocom o BNDES. Esse montante representa um crescimento de aproximadamente 30% em relação aomontante realizado no período entre 2007 e 2010.Prospecção de Investimentos do BNDES (R$ bilhões)700 Aeronáutica Aumento de 29,5% 597 CIS600 Têxtil e Confecções 461 Siderurgia500 Química400 Eletroeletrônica Edição Agosto | Ano 2012 Papel e Celulose300 Automotivo200 Extrativa Mineral Petróleo e Gás100 Dados em: R$ bilhões 0 2007-2010 2012-2015 Fonte: BNDES Elaboração: Ministério da Fazenda 30
  • 27. Ministério da FazendaDesonerações tributárias estimulam investimentos Atividade EconômicaCom o intuito de impulsionar a atividade econômica, o Governo tem concedido benefícios fiscais para diversossetores, que totalizaram pelo menos R$ 97,8 bilhões entre 2007 e 2011. Incentivos ao investimento alcançaram32% do total (R$ 31 bilhões) no período. Até julho de 2012, as desonerações tributárias totalizaram R$ 35,9bilhões, sendo R$ 10,9 bilhões direcionados para benefícios fiscais em favor do investimento.Desonerações Tributárias 2007-2012* (R$ bilhões)403530 Total de Desonerações25 Tributárias Desonerações do Investimento Edição Agosto | Ano 201220 Dados em: R$ bilhões15 * Impacto previsto para o ano de10 implementação da medida e para os anos seguintes 5 3,8 7,4 2,0 29,3 6,9 12,6 9,4 6,9 39,2 11,4 35,9 10,9 ** Até julho de 2012 0 2007 2008 2009 2010 2011 2012** Fonte: Receita Federal, Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 31
  • 28. Ministério da FazendaParticipação do consumo das famílias no PIB segue padrão mundial Atividade EconômicaA participação do consumo na renda na economia brasileira apresenta nível similar ao padrão mundial.Dentre os 23 países/blocos relacionados no gráfico abaixo, apenas seis deles (Canadá, Zona do Euro, França,Estados Unidos, Japão e Itália) aumentaram a participação do consumo no PIB entre 2002 e 2011. Assimcomo a maioria, o Brasil reduziu essa participação ainda que tenha reduzido a pobreza e aumentado omercado consumidor doméstico. Consumo das Famílias (% do PIB) 80 70 60 50 40 Edição Agosto | Ano 2012 30 2002 20 2011 10 Dados em: % do PIB 36,8 30,2 44,1 34,4 46,3 39,4 50,0 44,8 51,3 49,3 56,7 52,9 58,8 53,9 67,6 54,6 61,9 56,4 63,2 56,4 56,8 57,1 60,5 57,3 57,1 57,4 58,1 57,4 56,4 57,6 58,3 58,3 61,8 58,6 61,7 60,3 57,9 60,4 58,7 61,3 65,8 64,4 69,1 65,3 69,9 71,1 0 Fonte: FMI Elaboração: Ministério da Fazenda Ch a ap a la a Co R da d a s l do lia ge sia a Ca dia dá do íça em ro Fr ha Áf Esp ça a ha Br l Ja il o o lia M do o A Au o Su Su Ho ur it ng in ia si in as ic pã EU Al Eu an In trá in Itá an ric an n na ud i re ús Ar né na Su éx nt Ín Un do Sa ia Si Re áb ZoAr 32
  • 29. Ministério da FazendaInvestimento é o principal determinante para o crescimento Atividade EconômicaDesde 2003, a participação dos investimentos no PIB cresceu 3,8 p.p. enquanto a do consumo das famíliasrecuou 1,2 p.p. Nos últimos anos, os esforços do Governo vêm no sentido de consolidar o investimento comoprincipal responsável pelo crescimento econômico.Investimento (FBCF) (% do PIB) Consumo das Famílias (% do PIB)20 6519 6318 61 Edição Agosto | Ano 2012 FBCF17 59 Consumo das famílias Dados em: % do PIB16 57 * Baseado no acumulado em 15,3 16,4 16,1 15,9 16,4 17,4 19,1 18,1 19,5 19,3 19,1 61,7 61,9 59,8 60,3 60,3 59,9 58,9 61,1 59,6 60,3 60,7 quatro trimestres em 1T201215 55 Fonte: IBGE * * 2 3 4 5 06 07 08 09 10 11 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 12 0 0 0 0 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 33
  • 30. Ministério da FazendaBrasil: aumento da taxa de investimento é um dos maiores do mundo Atividade EconômicaO investimento no Brasil tem aumentado substancialmente sua participação no PIB do país, chegando aum incremento de 2,9 p.p. entre 2002 e 2011. Esse é o quarto maior aumento na participação dentre aseconomias relacionadas no gráfico abaixo. A taxa média anual de crescimento do investimento também édestaque, alcançando 8,66% entre 2004 e 2011.Aumento da Participação do Investimento no PIB* (p.p.) Aumento do Investimento e de sua Taxa Média** (%)10 120 10,64 8,75 8 100 8,86 8,66 Aumento da participação 7,83 6 investimento (FBCF) 80 4 Média de crescimento do 6,04 60 investimento (FBCF) Edição Agosto | Ano 2012 4,68 2 Aumento do investimento 4,20 0,9 40 1,6 1,6 1,8 2,0 2,9 2,9 2,9 3,9 5,5 9,3 3,14 0 Dados em: pontos percentuais e 11,4 1,46 9,8 1,35 -1,3 -1,5 -0,2 -0,2 15,4 1,98 -0,4 variação percentual 14,0 1,70 -2,1 3,4 0,65 -2,2 20 -1,0 1,9 0,38 -2,4 -1,2-2 -3,0 -1,39 -1,11 -0,93 -0,25 105,3 27,4 36,6 41,6 59,0 79,7 90,0 90,3 94,6 * Entre 2002 e 2011-4 0 -4,6 ** Acumulada entre 2004 e 2011 -11,0 -11,3 -3,8 -8,0-6 -20 Fonte: Banco Mundial e IFS o EU a Un A n a o Pa gappão Co es It ura in reia Bai lia (H on o s A g K ur l Ar lem on o an g) ia S ha ud ça AuFra ita st nça Tuéxi ia rq co CaússiaCh Áfr nadia in ica Bra á (c do sil tinÍndul en ia ) on a Su te na a a Z d xo pa ão I ha Re d EU a in o E A HoUni ro la do re Fr nda Al do ça an ul CaSuíça Áf Au éx á ric st ico do ia s l In B sia Tunés il rq ia a h Si J id Rú Su M rál R u S Sa uí na táli h M d ui s á Re pan a rál em S o u E ia an do ra Es Jap n Elaboração: Ministério da Fazenda Es in on ís áb a Co Zo 34Ch
  • 31. Ministério da FazendaInvestimento cresce mais de 50% em seis anos Atividade EconômicaDesde 2006, início do PAC, os investimentos acumularam crescimento de 52,6%. No mesmo período, oconsumo das famílias cresceu 31,1%. Isso é consequência de uma política econômica com foco no fomentoao investimento, seja ele público ou privado. O objetivo é manter a taxa de crescimento do investimentoacima do crescimento do PIB nos próximos anos.Investimento Consumo das Famílias (% acum. no período)605040 Edição Agosto | Ano 201230 Investimentos20 Consumo das Famílias Dados em: % acumulado10 no período, % a.a. 6,1 13,8 29,2 12,1 20,4 17,0 46,3 25,2 53,4 30,3 52,6 31,1 * Primeiro trimestre de 2012 0 2006-2007 2006-2008 2006-2009 2006-2010 2006-2011 2006-2012* Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 35
  • 32. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Emprego e Renda Ministério da Fazenda
  • 33. Ministério da FazendaMercado de trabalho permanece dinâmico Emprego e RendaApesar das preocupações com a crise da dívida europeia e o crescimento econômico global, o mercado de trabalho doBrasil continua robusto, solidificando-se como base fundamental para o melhor desempenho da economia. A taxa dedesemprego continua em patamares baixos, tanto em âmbito nacional quanto regional, alcançando níveis compatíveiscom os registrados nos países desenvolvidos antes da eclosão da crise financeira internacional. Para se ter uma ideia,em junho de 2012 as taxas de desemprego em Porto Alegre e Belo Horizonte atingiram 4,0% e 4,5%, respectivamente.O crescimento contínuo da ocupação formal, especialmente no setor de serviços, e o aumento de dois dígitos dosalário mínimo impulsionam a crescente classe média brasileira e proporcionam maior dinamismo ao consumo. Edição Agosto | Ano 2012 38
  • 34. Ministério da FazendaMercado de trabalho segue sólido Emprego e RendaMesmo com a desaceleração do nível de atividade, o CAGED registrou geração de 1,161 milhão de empregosceletistas nos últimos 12 meses até julho de 2012. De 2003 a 2012, mais de 13 milhões de empregos foramcriados no Brasil, excluindo-se as contratações do setor público. A continuidade das contratações em termoslíquidos demonstra que a economia vai retomar o crescimento acelerado.Criação Líquida de Empregos** (milhares)2.5002.0001.500 Edição Agosto | Ano 2012 Dados em: milhares de postos de trabalho1.000 * Acumulado em 12 meses até julho de 2012 1.523 1.254 1.229 1.617 1.452 2.137 1.566 1.161 500 ** Não inclui informações 645 995 declaradas fora do prazo 0 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * Elaboração: Ministério da Fazenda 12 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 39
  • 35. Ministério da FazendaConstante criação de empregos causa baixa taxa de desemprego Emprego e RendaMesmo em um cenário de menor crescimento econômico, o mercado de trabalho mostrou forte dinamismoem 2012, denotado pela taxa de desemprego de 5,8% em maio de 2012, a menor taxa para o mês desdeo início da série.Taxa de Desemprego* (%) 15 12 Edição Agosto | Ano 2012 9 5,8 Dados em: % da População 6 Economicamente Ativa * Dados de junho de 2012 ainda não disponíveis 3 Fonte: IBGE ut 3Ab 03 ut 4Ab 04 ut 5Ab 05 ut 6Ab 06 ut 7Ab 07 ut 8Ab 08 ut 9Ab 09 ut 0Ab 10 ut 1M 11 12 0 00 00 00 00 00 00 01 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 r2 r2 r2 r2 r2 r2 r2 r2 ai aiMOOOOOOOOO 40
  • 36. Ministério da FazendaComportamento das taxas de desemprego regionais Emprego e RendaDados recentes quanto ao desemprego regional confirmam que a maior parte das áreas metropolitanasalcançou seus menores níveis de desocupação para o mês de junho. Destaquem-se as taxas de desempregoem Porto Alegre (4,0%) e Belo Horizonte (4,5%), níveis compatíveis com o dos países desenvolvidos antesda eclosão da crise financeira internacional.Taxa de Desemprego Regional* (%) Salvador São Paulo 20 Recife Rio de Janeiro** 15 Belo Horizonte Porto Alegre Dados em: % da População Edição Agosto | Ano 2012 10 Economicamente Ativa 7,9 6,0 6,5 * Dados sem ajuste sazonal 6,3 5 ** Dados de junho de 2012 5,2 4,5 não disponíveis para a região 4,0 metropolitana do Rio de Janeiro 0 Fonte: IBGEAgai 2003Noo 2003Fev 2 03M 2 3Agai 2004Noo 2004Fev 2 04M v 2004Agai 2005Noo 2005Fev 2 05M v 2005Agai 2006Noo 2006Fev 2 06M v 2006Agai 2007Noo 2007Fev 2 07M v 2007Agai 2008 08Fev 2008M 2 8Agai 2009Noo 2009Fev 2 09M 2 9Agai 2010Noo 2010Fev 2 10M v 2010Agai 2011Noo 2011Fev 2 11Ju 20 1 n 12 12 v 00Noo 200 v 0 v 00 v 01 0 0 0 0 0 0 0 0 20 Elaboração: Ministério da FazendaM v2Fe 41
  • 37. Ministério da FazendaProporção de empregos formais continua a crescer Emprego e RendaA qualidade dos empregos no Brasil pode ser verificada pelo crescente nível de formalização no mercado detrabalho. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, a proporção de empregados com carteira assinadaalcançou 53,4% da população ocupada total nos últimos doze meses até maio. Na mesma direção, a proporçãode contribuintes para a seguridade social alcançou 72,0% da população ocupada total no mesmo período.Taxa de Formalização e Proporção de Contribuintes para a Previdência Social (% da População Ocupada)8070 População empregada com carteira assinada como60 proporção da população total ocupada50 Edição Agosto | Ano 2012 Contribuintes à seguridade40 social como proporção da população total ocupada30 Dados em: variação % da20 População Ocupada * Média dos últimos 45,5 63,0 43,5 60,1 43,8 60,1 45,5 62,8 46,1 63,2 47,6 64,8 49,2 66,4 49,3 66,1 51,6 69,2 53,6 71,9 53,4 72,010 12 meses até maio de 2012 0 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 42
  • 38. Ministério da FazendaRendimento real continua a crescer Emprego e RendaO mercado de trabalho no Brasil continua robusto, com crescimento dos salários e baixa taxa de desemprego.O rendimento real e a massa salarial continuam a crescer no mesmo ritmo do ano passado, 3,0% e 4,8%,respectivamente. Isso se traduz em melhor distribuição de renda e em um mercado doméstico mais forte.Rendimento Real, Massa Salarial e População Ocupada - Taxa de Crescimento Anual (%) 8 10 7 8 6 7,5 7.5 7,5 7.5 Massa Salarial de 5 6 Todos os Trabalhos 5,6 Rendimento Real Habitual Edição Agosto | Ano 2012 5.6 4 4,9 3,6 3,7 4,8 4,8 de Todos os Trabalhos 4,5 4.9 4.8 4.8 4.5 3 4,0 4 População Ocupada 1,7 3,2 4.0 4,0 2,7 3,0 Dados em: variação % 2 em relação ao ano anterior 2 1 2,9 * Acumulado em 12 meses até maio de 2012 0 2,6 1,9 2,6 3,4 0,7 3,5 2,1 1,9 0 Fonte: IBGE 05 06 07 08 09 10 11 * Elaboração: Ministério da Fazenda 12 20 20 20 20 20 20 20 43 20
  • 39. Ministério da FazendaReajuste do salário mínimo injeta mais de R$ 50 bilhões na economia Emprego e RendaA aceleração do crescimento nos últimos anos causou expansão significativa da renda per capita. Comoresultado da política de valorização implementada pelo Governo, o valor do salário mínimo apresentouaumento ainda mais significativo, crescendo, em termos reais, 63,3% de 2004 a 2012. Somente em 2012, oreajuste de 14% em termos nominais do salário mínimo, que passou de R$ 545 para R$ 622, será responsávelpela injeção de R$ 50 bilhões no nosso mercado interno.Evolução Real do Salário Mínimo (R$)700 63,3%600500 29,9% Edição Agosto | Ano 2012400300 Dados em: em R$, média200 de 12 meses até junho de 2012 279,4 291,4 298,8 310,8 313,7 324,5 353,9 363,0 365,5 379,1 405,5 462,5 490,4 505,5 542,0 570,8 571,3 597,0100 * Salário Mínimo Nominal em janeiro de 2012 = R$ 622 0 Fonte: IPEA 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 44
  • 40. Ministério da FazendaPrograma Bolsa Família ajuda a combater a pobreza Emprego e RendaO Programa Bolsa Família é reconhecido como um dos mais eficientes em reduzir a desigualdade devido a seufoco nas camadas mais pobres da população. A abrangência do programa, com custos relativamente baixos,já supera o montante de 13 milhões de famílias. Demonstrando mais uma vez que a erradicação da extremapobreza é um pilar indispensável para o crescimento sustentável, o Governo lançou o programa “BrasilCarinhoso”, que beneficiará cerca de 2,7 milhões de crianças.Programa de Transferência de Renda Bolsa Família (R$ bilhões, milhões de famílias e % do PIB) 18 0,40 19,04 16 0,35 14 0,30 12 13,46 R$ bilhões Edição Agosto | Ano 2012 0,25 10 Milhões de famílias 0,20 8 % do PIB 0,15 6 Dados em: R$ bilhões, 4 0,10 milhões de famílias e % do PIB * Últimos 12 meses até 2 0,2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,05 junho de 2012 0 0,00 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* Fonte: MDS Elaboração: Ministério da Fazenda 45
  • 41. Ministério da FazendaQueda da taxa de pobreza chegará a 70% até 2014 Emprego e RendaEm termos de redução de pobreza, o Brasil já cumpriu, em apenas oito anos, a meta do milênio de 25 anos,estabelecida pela ONU em 1990. De 2003 a 2011, a taxa de pobreza no Brasil caiu 54% e estima-se que seráreduzida em 70% até 2014.Proporção de Pobres (% da população)40353025 Queda esperada Edição Agosto | Ano 201220 de 70%15 Dados em: % da população total, média móvel em 12 meses10 * Estimativas produzidas com 5 base em dados do IBGE (PNAD, 35,0 35,0 28,7 28,8 28,4 26,9 28,7 27,5 26,7 28,1 25,4 22,8 19,3 18,3 16,0 15,3 13,7 12,9 10,9 PME e Censo) 9,6 8,6 0 Fonte: FGV 92 93 95 96 97 98 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * * * 12 13 14 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 46
  • 42. Ministério da FazendaCrescem as oportunidades no mercado de trabalho para os jovens Emprego e RendaO crescimento da economia brasileira vem impulsionando o aumento na quantidade de vagas de primeiroemprego. Ressalta-se que a admissão desses trabalhadores iniciantes, na maioria jovens, está sendoacompanhada por uma melhoria na educação. De acordo com o CAGED, em 1996 foram admitidos 1,7milhão de trabalhadores iniciantes, sendo que 17,2% desses tinham pelo menos nível médio completo. Noacumulado em 12 meses findo em junho de 2012, foram 2,9 milhões e 54,5%, respectivamente.Proporção de Trabalhadores Iniciantes “Qualificados”** e Admissões por Primeiro Emprego (% e em milhões)60 3,5 53,9 54,5 53,3 3,050 48,8 51,3 Proporção de Trabalhadores 46,0 47,2 Iniciantes “Qualificados” 2,5 43,3 Admissões por Primeiro Edição Agosto | Ano 201240 39,6 Emprego (em milhões) 2,0 36,4 31,5 33,6 Dados em: %, em milhões30 1,5 28,7 25,7 * Últimos 12 meses até junho 1,0 de 2012 1,7 22,020 19,4 17,2 0,5 ** Pelo menos nível médio completo 1,8 1,7 1,6 1,9 1,9 1,9 1,8 2,1 2,3 2,3 2,5 2,8 2,5 3,0 3,1 2,910 0,0 Fonte: MTE/CAGED 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 2* Elaboração: Ministério da Fazenda 1 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 47
  • 43. Ministério da FazendaMaior disponibilidade de mão de obra qualificada Emprego e RendaDados do CAGED mostram que, no acumulado em 12 meses findos em junho de 2012, a razão entre osalário médio dos admitidos e desligados, independente do grau de instrução, foi de 93,7%. Esta razão caipara 89,6% para a população ocupada formal com nível superior completo. Isso mostra que a dinâmicarecente da relação entre o salário médio dos admitidos e dos desligados não é compatível com um cenáriode escassez generalizada de mão de obra qualificada.Evolução da Relação entre o Salário Médio dos Admitidos e Desligados (%)*9593 93,791 Razão entre o salário médio de admitidos e desligados,89 89,6 independente do grau de Edição Agosto | Ano 201287 instrução85 Razão entre o salário médio de admitidos e desligados com83 nível superior completo81 Dados em: %79 * Acumulado em77 12 meses até junho de 201275 Fonte: MTE/CAGED 98 96 97 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 48 20
  • 44. Ministério da FazendaAumento do número de pessoas com qualificação profissional Emprego e RendaUm dos fatores mais importantes tanto para a redução da desigualdade de renda como para a melhoria daprodutividade é o aumento da qualificação profissional. Entre 2003 e 2012, a proporção de pessoas comalgum tipo de qualificação profissional cresceu de menos de 15% para 25% da população em idade ativa.O objetivo do Pronatec, programa abrangente de qualificação da mão de obra, é qualificar oito milhões detrabalhadores e construir cerca de 400 escolas técnicas até 2014.Proporção de Pessoas com 10 anos ou Mais de Educação* (%) 30 28 25,0 26 24 21,6 23.8 23.9 24.0 24.2 24.3 24.5 24.7 24.8 24.9 25.0 25.0 23.6 22 23.5 23.3 23.2 22.9 Edição Agosto | Ano 2012 22.7 22.6 22.4 22.3 22.1 22.0 21.9 21.9 21.9 21.9 21.8 21.8 21.8 21.8 21.8 21.8 21.8 21.8 21.7 21.7 21.7 21.7 21.7 21.7 21.7 21.7 21.7 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 21.6 20 21.5 21.3 21.2 21.0 20.8 20.6 20.4 20.2 20.0 19.7 18 19.5 19.3 19.1 19.0 18.9 18.7 Dados em: %, média móvel 18.5 18.3 18.1 17.9 17.7 16 17.3 em 12 meses 16.8 16.4 16.0 14 15.5 15.0 * Pessoas com algum tipo de 14.6 14.3 14.3 14.1 14.0 13.9 13.9 13.8 13.7 13.6 13.6 12 13.5 13.5 13.4 13.4 13.4 qualificação profissional 13.3 13.3 13.2 13.2 13.2 13.2 13.2 13.2 13.1 13.1 10 Fonte: IBGE/PME 03 04 05 06 07 08 09 10 11 20 2 12 Elaboração: Ministério da Fazenda ai 01 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Mn2 v n n n n n n n nFe Ja Ja Ja Ja Ja Ja Ja Ja Ja 49
  • 45. Ministério da FazendaMercado de trabalho robusto Emprego e RendaA maior confiança dos consumidores no mercado de trabalho é o resultado da aceleração do ganho médioreal observado no início do ano e dos incentivos anunciados pelo Governo. Desde janeiro de 2012, umamaior porcentagem de consumidores acredita que será mais fácil estar empregado nos próximos 6 meses.Nesse quesito, a taxa de desemprego continuará a demonstrar um mercado de trabalho mais robusto.Confiança do Consumidor: Emprego nos Próximos 6 Meses (% do total) 50 45 40 35 30,8 30 Edição Agosto | Ano 2012 25 21,0 20 15 Mais Fácil 10 Mais Difícil 5 Dados em: % do total 0 Fonte: FGV v 05 ai 06No 20 6 v 06 v 06 ai 07No 20 7 v 07 v 07 ai 08No 20 8 v 08 v 08Ag i 20 9No 20 9 v 09 v 09 ai 0No 20 0 v 10 v 10 ai 11No 20 1 v 11 v 11 ai 12 l 2 12 2 o 0 o 0 o 0 a 0 o 0M 201 o 1 o 1 01 Elaboração: Ministério da FazendaFe 20M 20Ag 20Fe 20M 20Ag 20Fe 20M 20Ag 20Fe 20M 20Fe 20Ag 20Fe 20M 20Ag 20Fe 20M 20 Ju 20 vNo 50
  • 46. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Inflação Ministério da Fazenda
  • 47. Ministério da FazendaInflação em trajetória de declínio InflaçãoA inflação ao consumidor registrou redução progressiva no primeiro semestre do ano, em função tanto de preçoslivres como de administrados. Dentre estes últimos, as maiores contribuições para o recuo foram de gasolina, ônibusurbano, energia elétrica residencial e telefone fixo. Com relação aos preços livres, foi registrada retração contínua emserviços e no conjunto de bens duráveis e semi-duráveis.Os preços ao produtor registram elevação no terceiro trimestre do ano, influenciados por previsões de restriçãode oferta que elevaram preços de algumas commodities agrícolas no mercado internacional, como soja e milho. Orepasse ao consumidor, contudo, tem ocorrido de forma branda. As principais fontes de pressão sobre os alimentoshoje, hortaliças e legumes, estão relacionadas a questões climáticas e devem recuar a partir de setembro. Assim, asexpectativas para o IPCA apontam para patamar em torno do centro da meta estabelecida pelo Conselho MonetárioNacional para 2012. Edição Agosto | Ano 2012 52
  • 48. Ministério da FazendaInflação dentro da meta estabelecida InflaçãoEm 2012, a redução das variações mensais de preços em comparação com o ano anterior deverá levar a taxade inflação anual para nível em torno da meta central de 4,5% definida pelo CMN. Pressões sobre os preçostêm se dissipado progressivamente.Inflação ao Consumidor - IPCA (% a.a.)14 IPCA1210 Edição Agosto | Ano 2012 8 Limite Dados em: variação 6 Superior percentual ao ano Centro 4 da Meta * De acordo com o Relatório de 2 Limite Inflação do Banco Central do Inferior Brasil, junho de 2012 8,9 6,0 7,7 12,5 9,3 7,6 5,7 3,1 4,5 5,9 4,3 5,9 6,5 4,7 0 Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil 99 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 * 11 00 12 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 53
  • 49. Ministério da FazendaPressões pontuais na inflação ao consumidor em julho InflaçãoA inflação ao consumidor (IPCA) registrou aumento pontual em julho, influenciada fundamentalmentepor altas em alguns alimentos in natura, como tomate e cenoura. Estas pressões, associadas a eventosclimáticos, tendem a se dissipar nas próximas divulgações.Inflação ao Consumidor - IPCA (% a.m.)0,90,80,70,60,5 Edição Agosto | Ano 20120,4 0,430,3 2010 20110,2 0,16 20120,1 0,01 Dados em: % mensal0,0 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda n v ar r ai n l o t ut v z Ju Se Ab De No Fe Ag Ja Ju M M O 54
  • 50. Ministério da FazendaIPCA anual em direção ao centro da meta InflaçãoO IPCA acumulado em 12 meses registrou 5,20% em julho de 2012. As pressões pontuais em alimentostendem a recuar nos próximos meses, fazendo com que a inflação alcance 4,7% ao final de 2012 , de acordocom o Banco Central do Brasil*.Inflação ao Consumidor IPCA e Expectativas (% acum. 12 meses) 8 7 6 5 IPCA Edição Agosto | Ano 2012 4 Expectativas para o IPCA 3 Dados em: % acumulado em 12 meses 2 * De acordo com o Relatório 1 de Inflação do Banco Central do Brasil, junho de 2012 5,84 5,90 5,61 5,53 5,20 4,80 4,50 4,36 4,34 4,17 4,22 4,31 4,59 4,83 5,17 5,26 5,22 4,84 4,60 4,49 4,70 5,20 5,64 5,91 5,99 6,01 6,30 6,51 6,55 6,71 6,87 7,23 7,31 6,97 6,64 6,50 6,22 5,85 5,24 5,10 4,99 4,92 5,20 4,70 0 Fonte: IBGE 09 09 09 09 10 10 0 10 11 11 1 11 12 12 01 2 2* 01 01 z 2201 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda l2 l2 n r l ut n r ut n r ut n r De ul Ju Ju Ju Ab Ab Ab AbJa Ja Ja Ja J O O O 55
  • 51. Ministério da FazendaPreços monitorados em redução acentuada InflaçãoO IPCA acumulado em 12 meses mostra recuo importante na comparação com o patamar registrado nomesmo período de 2011. O movimento é influenciado tanto pela trajetória de preços livres quanto depreços monitorados, que atingiram 5,94% e 3,13% em julho de 2012, respectivamente.Inflação ao Consumidor IPCA: Índice Cheio, Preços Livres e Monitorados (% acum. em 12 meses) IPCA 10 8 6 5,94 Edição Agosto | Ano 2012 5,20 Preços Livres 4 IPCA 3,13 Preços Monitorados 2 Dados em: variação percentual em 12 meses 0 Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil ut 07 Ja 07 Ab 008 Ju 08 ut 8 Ja 008 Ab 009 Ju 09 ut 9 Ja 009 Ab 010 Ju 10 ut 0 Ja 010 Ab 011 Ju 11 ut 1 Ab 012 Ju 12 2 Ja 11 O 00 O 00 O 01 O 01 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 0 20 0 0 0 0 0 20 l2 2 r2 l2 2 2 r2 l2 2 2 r2 l2 2 2 r2 l2 2 r2 l2 n n n n nJu O 56
  • 52. Ministério da FazendaPreços de bens comercializáveis e não-comercializáveis InflaçãoO comportamento dos preços de bens comercializáveis tem sido importante para reduzir os preços aoconsumidor medidos pelo IPCA e se mantém em patamar baixo em comparação com o passado recente. Avariação dos preços de bens não-comercializáveis em 12 meses chegou a 8,55% em julho de 2012, inferiorao registrado no início do ano.Inflação ao Consumidor IPCA: Bens Comercializáveis e Não-Comercializáveis (% acum. em 12 meses) 10 8,55 8 Edição Agosto | Ano 2012 6 5,20 Bens não-comercializáveis IPCA 4 Bens comercializáveis 3,17 Dados em: variação percentual em 12 meses 2 Fonte: IBGE Ab 08 Ju 08 O 008 Ja 08 Ab 09 Ju 09 O 009 Ja 09 Ab 10 Ju 10 O 010 Ja 10 Ab 11 Ju 11 O 011 Ja 11 Ab 12 Ju 12 2 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 0 20 20 0 20 20 0 20 20 0 20 20 0 r2 l2 r2 l2 r2 l2 r2 l2 r2 l2 n ut n ut n ut n ut nJa 57
  • 53. Ministério da FazendaIGP-DI influenciado pelos preços ao produtor InflaçãoApós retração significativa durante todo o ano de 2011 e o 1º trimestre de 2012, o IGP-DI voltou a apresentarelevação no acumulado em 12 meses, sobretudo em função da elevação dos preços ao produtor (IPA-DI).Inflação: IGP-DI e seus Componentes (% acum. em 12 meses) 15 12 9 7,93 7,31 6 7,27 IPA-DI 5,65 Edição Agosto | Ano 2012 IGP-DI 3 INCC-DI 0 IPC-Br -3 Dados em: variação percentual em 12 meses -6 Fonte: FGV 9 09 10 10 10 10 11 1 1 12 12 2 1 0 01 01 01 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 l2 2 l2 r2 l ut n r l ut n ut n rJu Ju Ju Ju Ab Ab Ab Ja Ja Ja O O O 58
  • 54. Ministério da FazendaPressões externas elevam o IPA-DI InflaçãoExpectativas adversas com relação às condições climáticas e seus efeitos negativos para a safra nos EUAinfluenciam alta no mercado internacional das cotações de algumas commodities agrícolas, como soja,milho e trigo, e pressionam os preços domésticos ao produtor. Como resultado, o IPA-DI registra elevação eatinge 7,93% no acumulado em 12 meses. Mas os efeitos sobre os preços ao consumidor são bem menores.IPA-DI e Aberturas por Origem (% acum. em 12 meses) 30 25 20 IPA-DI Produtos Agropecuários 15 IPA-DI 13,93 IPA-DI Produtos Industriais Edição Agosto | Ano 2012 10 7,93 Dados em: variação percentual 5 5,82 em 12 meses 0 Fonte: FGV -5 Elaboração: Ministério da Fazenda -10 09 09 10 10 0 10 11 11 1 11 12 12 2 01 01 01 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 l2 l2 l2 l ut n r ut n r ut n rJu Ju Ju Ju Ab Ab Ab Ja Ja Ja O O O 59
  • 55. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Juros e Crédito Ministério da Fazenda
  • 56. Ministério da FazendaCenário mais favorável para o crédito no segundo semestre Juros e CréditoEm junho de 2012, o mercado de crédito no Brasil atingiu montante superior a R$ 2,2 trilhões, alcançando a marca de50% do PIB. Esse comportamento ocorreu a despeito da desaceleração no crescimento do estoque de crédito, provocada,em grande medida, pela postura defensiva das instituições financeiras diante do cenário de crise internacional.O decréscimo da taxa básica de juros, aliado à redução do spread bancário - puxada pela postura mais ativa dos bancospúblicos, permitirá maior acesso às operações de crédito. Ademais, a manutenção de baixas taxas de desemprego eo aumento do rendimento real das famílias permitem inferir que está em curso uma normalização nas captaçõese empréstimos. No segundo semestre de 2012, o cenário associado ao mercado de crédito será mais benigno econtribuirá para a aceleração da atividade econômica. Edição Agosto | Ano 2012 62
  • 57. Ministério da FazendaTaxa real de juros tem queda consistente com os fundamentos da economia Juros e CréditoA redução da taxa real de juros de curto prazo no Brasil foi significativa, saindo de 14% em dezembro de2002 para 1,7% em agosto de 2012. Nos últimos dez anos, o contínuo declínio tem sido resultado de políticasmacroeconômicas sólidas e críveis, em conjunto com a coordenação entre decisões monetárias e fiscais.Brasil: Taxa Real de Juros Ex-ante (% a.a.)16 Média12 2002-2005 = 11,5 Média Edição Agosto | Ano 2012 8 2006-2010 = 6,9 Média 2011-2012 = 3,1 Dados em: % a.a. 4 * 2012: média do mês de agosto de 2012; 2001-2011: valor de 14,0 9,4 11,2 11,4 7,9 7,7 6,9 5,8 6,2 4,5 1,7 31 de dezembro de cada ano 0 Fonte: Banco Central do Brasil 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 63
  • 58. Ministério da FazendaTaxa Selic em seu nível mais baixo já registrado Juros e CréditoO Banco Central do Brasil vem reduzindo a taxa básica de juros (Selic) desde agosto de 2011. Com a últimaredução, em julho de 2012, de 8,5 para 8,0%, a taxa Selic atingiu seu menor valor histórico. A taxa de jurosreal atingiu 1,7% em agosto de 2012.Juros Reais e Nominais no Brasil (% a.a.) 30 25 20 Meta Selic Taxa de Juros Real Ex-ante* Edição Agosto | Ano 2012 15 Dados em: % a.a. 10 8,0 *Taxa real deflacionada pela mediana das expectativas de 5 inflação acumulada para os 1,7 próximos 12 meses 0 Fonte: Banco Central do Brasil Ju 20 1 l 02 z2 2Ag r 2002De 20 3 z 03 ai 3Ja 20 4 n 04O 20 5Fe 20 5 v 05No l 20 6M v 2 06 Ju 20 6 l 07 z 7Ag r 20 7 o 08M 2008 ai 8Ja 20 9 n 09O 2010 ut 0Ju 20 0 n 11M v 20 1Ag 20 1 o 12 12 ar 00De 200 o 0M 200 t 0Ju 200 ut 0 Ju 00 ar 00De 200 0 z 0 t 0 ai 1 v 1 1 ar 1 Elaboração: Ministério da FazendaAb 0 Se 20Ab 20De 20 Se 20M 20Fe 20No 20 20M v2 2 nNo 64
  • 59. Ministério da FazendaTaxas de juros de longo prazo em declínio Juros e CréditoNo primeiro semestre de 2012 houve queda generalizada das taxas no depósito interbancário de um dia(DI). A análise dos dados permite concluir que um processo de convergência das taxas dos contratos decurto e longo prazos encontra-se em curso.Taxas de Juros - Contratos DI (% a.a.) 13 12 11 Edição Agosto | Ano 2012 10 Jan 2015 9 Jan 2014 8,3 Jan 2013 8 7,8 7,5 Dados em: % a.a. 7 Fonte: Banco Central do Brasil ai 10 n 10Ag l 20 0 o 10 t 0No 20 0De 20 0 z 10 n 0M 20 1 1 r2 1Ju 20 1 n 11Ag l 20 1 o 11 t 1No 20 1Dev 20 1 z 2 11 n 11M v 20 2Ab 20 2M 20 2 ai 12 n 2 l2 2 2 Ju 201 Se 201 ut 1 v 1Ja 201 v 1 ar 1Ab 201 ai 1 Ju 201 Se 201 ut 1 1 1 ar 1 r 1Ju 201 Ju 201 01 Elaboração: Ministério da FazendaM 20Ju 20O 20Fe 20M 0O 20Ja 0Fe 20 rAb 65
  • 60. Ministério da FazendaQueda da Selic e dos spreads já surte efeito Juros e CréditoA queda da taxa de juros e dos spreads bancários já começa a surtir efeitos para os tomadores finais. A taxade juros para o crédito à pessoa física está em 36%, e para pessoa jurídica em 24%. Estes são percentuaisinferiores à média de 2011 e demonstram queda acentuada nos seis primeiros meses de 2012, com reduçõesde 9 p.p. e 5 p.p. para as pessoas física e jurídica, respectivamente.Taxa de Juros e Prazo Médio (% a.a. e número de dias) Taxa de Juros-Pessoa Física Taxa de Juros-Pessoa Jurídica Pessoa Física Pessoa Jurídica 650 60 450 34 610 600 32406 55 400 550 30 50 350 500 28 Edição Agosto | Ano 2012 450 45 300 26 Prazo Médio (dias) 400 Taxa de Juros (% a.a.) 24 40 250 Dados em: % a.a. 350 22 e número de dias 36 300 35 200 20 Fonte: Banco Central do Brasil 8 8 De 09 9 De 10 0 De 11 1 12 8 8 De 09 9 De 10 0 De 11 1 12 00 00 00 01 01 00 00 00 01 01 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 z2 z2 z2 z2 2 z2 z2 z2 z2ai n n n n ai n n n n De De Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju JuM M 66
  • 61. Ministério da FazendaSpread bancário para pessoas físicas e jurídicas Juros e CréditoApesar de ainda elevados em comparação com outras economias, o spread bancário para pessoas físicase jurídicas vem declinando no Brasil. No primeiro segmento, o spread passou de 34,9 p.p. em janeiro de2012 para 28,5 p.p. em julho de 2012. Já para as pessoas físicas, a redução foi de 18,5 p.p. para 15,9 p.p.no mesmo período.Spread Bancário para Pessoas Físicas e Jurídicas* (pontos percentuais)5045403530 Edição Agosto | Ano 201225 Jan 201220 Jun 201215 Dados em: pontos percentuais10 * Spread = Taxa de Aplicação - 5 Taxa de Captação 34,9 28,5 18,5 15,9 0 Pessoa Física Pessoa Jurídica Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da Fazenda 67
  • 62. Ministério da FazendaCrédito mais acessível e mais barato Juros e CréditoO crédito está se tornando mais fácil e mais barato para pessoas físicas e jurídicas no Brasil. A taxa de jurosmédia de empréstimos para indivíduos caiu 8,6 pontos percentuais entre janeiro e junho de 2012, de 45,1%para 36,5%. Já a taxa de juros média de empréstimos para empresas caiu 4,9 pontos percentuais no mesmoperíodo, de 28,7% para 23,8%.Taxa Média de Aplicação para Pessoas Físicas e Jurídicas (% a.a.)504030 Edição Agosto | Ano 201220 Jan 201210 Jun 2012 45,1 36,5 28,7 23,8 Dados em: % a.a. 0 Pessoa Física Pessoa Jurídica Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da Fazenda 68
  • 63. Ministério da Fazenda Famílias estão com suas dívidas controladas Juros e Crédito Apesar da recente elevação em maio, o percentual de famílias sem capacidade de pagar suas contas em atraso manteve-se em um nível abaixo do mesmo período do ano passado, representando 7,5% em junho de 2012, contra 8,4 em junho de 2011.Observações especiais às designers: Percentual de Famílias que Não Terão Condições de Pagar suas Dívidas (% do total) 11 10 9 Edição Agosto | Ano 2012 8 7 6 10,2 Dados em: % do total 8,6 8,8 8,9 8,5 7,8 8,9 8,9 9,0 9,5 9,0 8,3 7,9 7,7 8,4 7,8 8,6 8,4 8,1 8,2 8,0 8,2 7,3 7,2 6,9 7,3 6,7 6,9 7,8 7,5 5 Fonte: CNC M v 20 0 Ab 20 0 M r 20 0 Ju 20 0 Ju 2010 Ag l 20 0 Se 20 0 O t 20 0 No 20 0 De 20 0 Ja 20 0 n 10 M v 20 1 Ab 20 1 M r 20 1 Ju 20 1 Ju 2011 Ag l 20 1 Se 20 1 O t 20 1 No 20 1 De 20 1 Ja 20 1 n 11 M v 20 2 Ab 20 2 M r 20 2 Ju 20 2 n 12 12 1 ar 1 1 ai 1 n 1 o 1 1 ut 1 v 1 z 1 1 ar 1 1 ai 1 n 1 o 1 1 ut 1 v 1 z 1 1 ar 1 1 ai 1 Fe 20 Fe 20 Fe 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda n Ja 69
  • 64. Ministério da FazendaCrédito direcionado na vanguarda da expansão do crédito Juros e CréditoEm junho de 2012, o volume total de crédito no Brasil alcançou montante superior a R$ 2,2 trilhões,atingindo 50,6% do PIB. O total de crédito não direcionado atingiu R$ 1,39 trilhão, com um aumento anualde 15,7%. O total de crédito direcionado, por sua vez, apresentou elevação ainda mais robusta, totalizandoR$ 779 bilhões e uma alta de 22,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.Crédito Direcionado e Crédito Livre (% do PIB e R$ bilhões)2.500 50,6% 46,0%2.000 43,6% 41,5% Edição Agosto | Ano 20121.500 779,0 37,6% 635,6 31,7% 512,8 % do PIB1.000 29,4% 378,0 Direcionado 26,4% 303,9 25,0% 24,6% 242,5 Livre 212,8 500 185,0 Dados em: % do PIB e 146,8 170,2 R$ bilhões 241,8 282,8 356,3 445,7 557,4 763,8 898,8 1.016,1 1.199,5 1.388,4 0 Fonte: Banco Central do Brasil 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda n n n n n n n n n n Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju 70
  • 65. Ministério da FazendaCrescimento do crédito em níveis sustentáveis Juros e CréditoAs operações de crédito como percentual do PIB têm crescido de forma sustentável no Brasil. Empréstimoscom recursos não vinculados já representam 32,4% do PIB até junho de 2012. No mesmo período, o créditodirecionado ficou em 18,2% do PIB. O crédito imobiliário tem se expandido a um ritmo de aproximadamente40% ao ano, representando 5,5% do PIB.Operações de Crédito no Brasil (% do PIB)605040 Livre Direcionado* Edição Agosto | Ano 201230 Dados em: % do PIB20 32,4 e R$ bilhões 29,5 29,6 31,5 *Crédito direcionado 16,3 15,0 16,4 18,8 21,0 24,8 28,7 exceto imobiliário10 17,0 7,2 8,2 8,2 8,0 8,2 8,4 8,7 9,8 11,5 12,2 13,0 18,2 **Acumulado até junho de 2012 0 Fonte: Banco Central do Brasil 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 ** 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 71
  • 66. Ministério da FazendaEmissões do mercado de capitais aumentam mais de 30% Juros e CréditoNos primeiros quatro meses de 2012, as captações por instrumentos financeiros emitidos por empresasatingiram o maior nível em 5 anos: R$ 85 bilhões. Este valor é 31% superior ao observado no ano anterior,na mesma base de comparação.Emissões no Mercado de Capitais* (R$ bilhões)90 Aumento Outros80 de 31% CRI70 FIDC60 Notas Promissórias50 FIP Edição Agosto | Ano 2012 Ações40 22.5 Debêntures30 Dados em: R$ bilhões20 12.9 1.8 2.4 0.3 1.4 3.3 6.3 * Acumulado até abril10 6.3 4.5 5.0 de cada ano 0 8.1 Fonte: CVM 05 06 07 08 09 10 11 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 r r r r r r r r Ab Ab Ab Ab Ab Ab Ab Ab 72
  • 67. Ministério da FazendaÍndice de Basileia brasileiro é um dos maiores do mundo Juros e CréditoEm comparação a outras economias emergentes e países desenvolvidos, o Índice de Basileia do setorbancário brasileiro se sobressai como um dos mais altos, indicando a resiliência do sistema financeirobrasileiro à crise financeira sistêmica.Índice de Basileia (% ativos ajustados pelo risco)20171411 Edição Agosto | Ano 2012 8 5 Dados em: % ativos 16,6 16,4 16,3 15,9 15,8 15,6 15,1 14,7 14,7 14,2 14,0 13,5 13,3 12,8 12,7 12,7 12,4 11,6 10,3 ajustados pelo risco 9,8 2 Fonte: FMI Elaboração: Ministério da Fazenda em ia ha Re an l Un á o a co lCo Ja a la l a a lia Su a Au nha Gr a Po cia al A o Es ia C si Su Su in ad i nd di in li id re pã Al rqu ss ug EU a éc ric xi Itá rá an é Ch Ín Br do do Rú paÁf Mé rt st Tu Ho o ia 73
  • 68. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Política Fiscal Ministério da Fazenda
  • 69. Ministério da FazendaConsolidação fiscal favorável ao investimento Política FiscalEm 2012, o Governo brasileiro tem buscado combinar um nível de consolidação fiscal similar ao registrado em 2011com estímulos à economia e melhoras no perfil do endividamento público, visando mitigar os efeitos da volatilidadeexterna e diferenciar a solvência fiscal do país no cenário internacional.O superávit primário do setor público segue focado no cumprimento da meta de R$ 139,8 bilhões em 2012. O GovernoCentral tem atuado diretamente neste sentido na medida em que, no primeiro semestre, já alcançou 105% da metaprevista para os primeiros oito meses do ano. Além disso, o perfil do gasto público tem cada vez mais priorizado aaceleração da execução dos investimentos, com destaque para os gastos relacionados ao PAC.Já a Dívida Líquida do Setor Público atingiu 35,1% do PIB em junho de 2012, mantendo-se próximo ao menor valor dasérie. Essa melhora foi acompanhada de substanciais mudanças na composição e no prazo da Dívida Pública Federal.Medidas importantes foram tomadas como, por exemplo, a troca de títulos públicos atrelados à taxa Selic (LFT)envolvendo os Fundos Extramercado e o FGTS. Isso contribuiu para a queda de 6,8 pontos percentuais da participaçãodos títulos de taxa flutuante entre dezembro de 2011 e junho de 2012. Por outro lado, a parcela em títulos commenores riscos de mercado, prefixados e indexados a índices de preços, alcançou 72,3% sem que isso tenha implicadoem maior risco de refinanciamento. Edição Agosto | Ano 2012Estes avanços têm sido obtidos sem negligenciar o papel indutor que a política fiscal desempenha sobre o crescimentoeconômico. Para tanto, as desonerações tributárias têm buscado promover a Formação Bruta de Capital Fixo e, alémdisso, os investimentos públicos continuarão prioritários ao longo dos próximos anos. 76
  • 70. Ministério da FazendaResultado primário dentro das expectativas Política FiscalO resultado primário alcançado no primeiro semestre de 2012 representou 104,5% da meta para o períodode janeiro a agosto e 49,6% da meta anual.Resultado Primário do Governo Central no Primeiro Semestre de Cada Ano* (R$ bilhões e % da meta fiscal)100 Superávit Primário Realizado 160 138,5% em Jan-Jun de cada ano/Meta 90 140 para Jan-Ago de cada ano 80 122,7% Superávit Primário Realizado 111,5% 120 em Jan-Jun de cada ano 70 60 101,8% 104,5% 100 Dados em: R$ bilhões e % de 96,2% 101,0% Edição Agosto | Ano 2012 50 89,8% cumprimento da meta fiscal 83,8% 82,6% 80 40 60 * Não inclui as empresas estatais 30 federais nem as deduções do 40 Programa de Aceleração do 20 Crescimento (PAC) autorizados 10 29,4 35,6 40,4 38,5 44,1 60,7 20,9 24,8 55,4 48,1 20 na LDO 0 0 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: STN/Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 77
  • 71. Ministério da FazendaCrescimento econômico com consolidação fiscal Política FiscalO setor público persegue as metas de resultado primário em conformidade com os princípios deresponsabilidade fiscal, um dos pilares da política econômica brasileira. Além disso, a coordenação entre aspolíticas fiscal e monetária contribuiu para expressiva redução dos juros. Para os próximos anos, as metasprojetadas irão reduzir ainda mais o déficit nominal e o endividamento público.Resultado Fiscal do Setor Público (% do PIB) 4 3,7 3,8 3,2 3,3 3,2 3,3 3,4 3,1 3 2,7 2,7 2 2,0 1,1 Primário Total 1,0 1,0 0,9 0,8 0,8 0,8 0,7 0,6 0,6 0,5 1 0,3 2,2 2,3 2,7 2,6 2,2 2,2 2,4 1,3 2,1 2,2 2,0 0,2 0,2 0,2 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 Primário Governo Central 0 Primário Governos Regionais Edição Agosto | Ano 2012-1 Primário Estatais-2 -2,0 Nominal Total -2.0 -2,5 -2,6 -2,6 -2,8 -2.5 -2.6 -2.6-3 -2,9-2.9 -2.8 -3,3 -3,6-3.6 -3,6-3.6 -3.3 Dados em: % do PIB-4 -4,4 -4.4 * Acumulado em 12 meses-5 -5,2-5.2 até junho de 2012-6 Fonte: Banco Central do Brasil 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 78
  • 72. Ministério da FazendaDívida líquida foi reduzida consideravelmente Política FiscalSuperávits primários consistentes têm contribuído para uma tendência declinante da Dívida Líquida doSetor Público, a qual reduziu 25,3 p.p. do PIB nos últimos dez anos.Superávit Primário e Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)4 703 60 Superávit Primário Edição Agosto | Ano 20122 50 -25,3 p.p. do PIB Dívida Líquida do Setor Público Dados em: % do PIB1 40 * Acumulado em 12 meses até junho de 2012 ** Em junho de 2012 52,0 60,4 54,8 50,6 48,4 47,3 45,5 38,5 42,1 39,1 36,4 35,1 3,2 3,3 3,7 3,8 3,2 3,3 3,4 2,0 2,7 3,1 2,70 30 Fonte: Banco Central do Brasil * 01 03 ** 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 02 04 05 06 07 08 09 10 20 1 12 1 12 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 79
  • 73. Ministério da FazendaBrasil destaca-se no cenário fiscal Política FiscalEm uma comparação com países avançados e emergentes, o Brasil também mostra resultados fiscaisrobustos. Como exemplo, em 2011 o país apresentou um dos menores níveis de déficit nominal e de dívidabruta, ambos em percentual do PIB.Resultado Nominal e Dívida Pública Bruta (% do PIB) Japão -10,1 229,8 EUA -9,6 120,1 Índia -8,7 102,9Reino Unido -8,7 86,3 França -5,3 85,0 Canadá Resultado Nominal -4,5 82,5 Edição Agosto | Ano 2012 Itália -3,9 81,5 Dívida Pública Bruta México -3,4 68,1 (% do PIB) Brasil* -2,6 54,2 Dados em: % do PIB China -1,2 43,8 * Baseado em metodologia Alemanha -1,0 25,8 do Banco Central do Brasil Rússia 1,6 9,6 -12 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 0 50 100 150 200 250 Fonte: Banco Central do Brasil e FMI Elaboração: Ministério da Fazenda 80
  • 74. Ministério da FazendaMelhoria do perfil dos gastos públicos Política FiscalO resultado do Governo Central passou por mudanças consideráveis desde 2002, graças à formalizaçãoda economia e ao foco na redução da desigualdade. O incremento da receita líquida é alocado paratransferências de renda às famílias e investimento público.Resultado do Governo Central - Acima da Linha (% do PIB) Dados em: % do PIB 2012* 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Em % PIB * Acumulado em 12 mesesReceita Bruta 21,7 21,0 21,6 22,7 22,9 23,3 23,6 22,8 22,4 23,9 24,1 até junho de 2012Transferências para Estados e Municípios 3,8 3,5 3,5 3,9 3,9 4,0 4,4 3,9 3,7 4,2 4,2 ** Compreende benefíciosReceita Líquida Total 17,9 17,4 18,1 18,8 19,0 19,3 19,2 18,9 18,7 19,7 19,9 previdenciários, abono eDESPESAS PRIMÁRIAS 15,7 15,1 15,6 16,4 17,0 17,1 16,4 17,7 17,4 17,5 17,9 seguro desemprego, benefícios assistenciais (LOAS e RMV) Edição Agosto | Ano 2012 - Pessoal e encargos 4,8 4,5 4,3 4,3 4,5 4,4 4,3 4,7 4,4 4,3 4,2 - Transferência de Renda às Famílias** 6,8 7,2 7,6 8,1 8,4 8,5 8,1 8,7 8,5 8,6 8,9 e Bolsa Família - Investimentos*** 0,8 0,3 0,5 0,5 0,6 0,7 0,9 1,0 1,2 1,0 1,0 *** Compreende apenas - Custeio com saúde e educação 1,7 1,6 1,7 1,8 1,7 1,8 1,7 1,9 2,0 2,0 2,0 investimentos classificados - Demais despesas de custeio 1,6 1,6 1,5 1,8 1,8 1,8 1,4 1,4 1,4 1,5 1,7 como GND 4RESULTADO PRIMÁRIO sem FSB e 2,1 2,3 2,5 2,5 2,1 2,2 2,8 1,2 1,2 2,3 2,0 **** Compreende a constituiçãoCessão Onerosa do FSB (2008) e a operação deImpacto do FSB e da Cessão Onerosa**** 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,5 0,0 0,8 0,0 0,0 capitalização da Petrobras (2010)RESULTADO PRIMÁRIO (acima da linha) 2,1 2,3 2,5 2,5 2,1 2,2 2,4 1,2 2,1 2,3 2,0Receita Líquida menos Transferências Fonte: STN/Ministério da Fazenda/ 11,1 10,3 10,5 10,8 10,6 10,8 11,1 10,2 10,2 11,1 11,0 Senado Federalde Renda às Famílias Elaboração: Ministério da Fazenda 81
  • 75. Ministério da FazendaComposição da Dívida Pública sendo aprimorada Política FiscalA parcela de títulos com taxas flutuantes na Dívida Pública Federal recuou para 23,4%, o menor valor desdenovembro de 1997. Por outro lado, a parcela de títulos prefixados somados a índices de preços, a qualgarante maior previsibilidade para a dívida pública, alcançou o nível histórico máximo de 72,3%.Composição da Dívida Pública Federal** (% do total da dívida) 4,4100 90 23,4 Taxa de Câmbio 80 49,0 Taxa Flutuante* 70 Índice de Preços 60 Prefixados Edição Agosto | Ano 2012 17,9 32,8 50 Dados em: % do total da dívida 40 5,0 * Inclui SELIC, TR e outras 30 20 ** Inclui dívidas interna e externa 4,4 39,5 administradas pela Secretaria 10 do Tesouro Nacional 0 Fonte: STN/Ministério da Fazenda 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Ju 20 1 20 2 12 1 n 1 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 82
  • 76. Ministério da FazendaDívida Pública cai para patamares pré-crise Política FiscalDesde a crise financeira, a política fiscal no Brasil tem mantido as razões da Dívida Pública/PIB em tendênciadeclinante. Por exemplo, a Dívida Bruta do Governo Geral caiu de 63,1% em outubro de 2009 para 57,2%em junho de 2012, enquanto a Dívida Líquida do Setor Público reduziu de 42,9% para 35,1% no mesmoperíodo, o segundo menor valor da série iniciada em 2001.Dívida Bruta do Governo Geral e Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 63,1 65 57,1 57,2 60 Dívida Bruta do 55 Governo Geral* Dívida Líquida do 50 46,7 Setor Público** Edição Agosto | Ano 2012 42,9 Dados em: % do PIB 45 35,1 * Metodologia utilizada 40 a partir de 2008 35 ** Exclui os ativos e passivos da Petrobras e Eletrobras 30 Fonte: Banco Central do Brasil r2 7 Ju 007 ut 7 n 7 r2 8 Ju 008 ut 8 n 8 r2 9 Ju 009 ut 9 n 9 r2 0 Ju 010 ut 0 n 0 r2 1 Ju 011 ut 1 n 1 r2 2 20 2 12Ab 00O 00Ja 00Ab 00O 00Ja 00Ab 00O 00Ja 00Ab 01O 01Ja 01Ab 01O 01Ja 01Ab 01 n 1Ju 0 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 nJa 83
  • 77. Ministério da FazendaO alongamento do prazo médio da Dívida Pública Federal Política FiscalO prazo médio da Dívida Publica Mobiliária Federal Interna (DPMFi) registrou avanços históricos, subindopara 3,7 anos. O mesmo se aplica à Dívida Pública Federal, cuja maturidade média atingiu 3,8 anos. Oalongamento do prazo médio contribuiu para redução a risco de refinanciamento da dívida.Prazo Médio da Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (anos)4,03,53,02,5 Edição Agosto | Ano 20122,01,51,0 Prazo Médio do Estoque 2,4 2,9 2,7 2,7 2,5 2,3 2,4 2,9 3,3 3,3 3,4 3,5 3,70,5 Dados em: anos0,0 Fonte: STN/Ministério da Fazenda 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda n n n n n n n n n n n n n Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju 84
  • 78. Ministério da FazendaTrocas de títulos públicos melhoram composição da dívida Política FiscalNo primeiro semestre, o Tesouro Nacional resgatou R$ 99,3 bi em títulos atrelados à taxa Selic (LFT)referentes aos Fundos Extramercado* (fevereiro) e ao FGTS (junho). Este montante equivale a 5,0 p.p. daDívida Pública Federal (DPF)** e contribuiu para a parcela de títulos flutuantes recuar a 23,4% da DPF.Como contrapartida, foram emitidos títulos indexados ao IPCA (NTN-B) e prefixados (LTN e NTN-F). Amedida contribui com a política do governo de desindexação da economia.Participação dos Títulos Flutuantes na Dívida Pública Federal (% da dívida total) % de títulos emitidos 60 52 LTN 30,0% NTN-B 54,3% 44 Dados em: % da dívida total Edição Agosto | Ano 2012 NTN-F e % de títulos emitidos 15,7% 36 * Concentram as disponibilidades oriundas de receitas próprias das estatais não financeiras 28 ** Considerando o estoque 23,4% de junho de 2012 20 Fonte: STN/Ministério da Fazenda 05 06 07 08 09 10 11 n 2 12 Ju 01 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 2 n n n n n n n nJa Ja Ja Ja Ja Ja Ja Ja 85
  • 79. Ministério da FazendaAumento do número de investidores não-residentes na dívida pública Política FiscalNo primeiro semestre de 2012, os títulos públicos da dívida doméstica brasileira continuaram atrativos paraos investidores estrangeiros, cuja a participação na dívida atingiu o maior nível da série. O típico investidornão-residente difere do investidor local, pois demanda mais títulos prefixados e com maior maturação, oque contribui para a melhora do perfil da Dívida Pública.Participação de Não-Residentes na Dívida Pública (% no total da DPMFi*) 14 12,2 12 IOF: 1,5% imposto sobre entrada de investimento estrangeiro 10 IOF: 6,0% imposto sobre entrada de investimento 8 estrangeiro Edição Agosto | Ano 2012 IOF: 2,0% imposto 6 sobre entrada de investimento IOF: 0% de imposto sobre entrada de estrangeiro investimento 4 estrangeiro Dados em: % no total da DPMFi 2 * Dívida Pública Mobiliária Federal Interna 0 Fonte: STN/Ministério da Fazenda ai 07Se 20 7No t 20 7 v 07M 20 7M 20 8 ai 08Se 20 8No t 20 8 v 08M 20 8M 20 9M i 20 9 ai 09No t 20 9 v 09M 20 9M 20 0 ai 10Se 20 0No t 20 0 v 10M 20 0M 20 1 ai 11Se 20 1 t 2 11Ja 20 1 n 11 2 2Ju 012 12 Ju 200 0 n 0 ar 0 Ju 200 0 n 0 ar 0 a 0 0 n 0 ar 1 Ju 201 1 n 1 ar 1 Ju 201 v 1 ar 1M r 20Ja 20Ja 20Se 20Ja 20Ja 20No 0M 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda l l l l n aM 86
  • 80. Ministério da FazendaQueda consistente da taxa de emissão dos títulos em Reais no exterior Política FiscalO Tesouro Nacional realizou, em 17 de abril, a emissão de um novo benchmark de 10 anos em Reais nomercado externo, o BRL 2024, no montante de R$ 3,15 bilhões. O título foi emitido ao preço de 99,292% dovalor de face, resultando em uma taxa de retorno para o investidor de 8,60% a.a..Trata-se da menor taxaobtida para uma emissão soberana brasileira em Reais.Taxa de Emissão dos Títulos Brasileiros em Reais (% ao ano) 25 Global BRL 2022 20 Global Global Global BRL 2022 BRL 2022 15 BRL 2016 Reabertura Reabertura Global 2 Global Global Global Global Edição Agosto | Ano 2012 BRL 2028 BRL 2028 BRL 2028 BRL 2028 BRL 2028 Reabertura Reabertura Reabertura Reabertura Global 2 3 4 BRL 2024 10 5 12,8 20,9 12,5 11,7 10,7 10,3 8,9 8,6 8,9 8,6 Dados em: % ao ano 0 Fonte: STN/Ministério da Fazenda 5 6 6 6 07 7 07 07 0 2 00 00 0 00 00 1 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 2 t2 t2 z2 r2 ut v ar ai n ut Se Se Ab De Fe Ju M M O O19 6 7 19 17 10 5 20 4 20 87
  • 81. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Setor Externo Ministério da Fazenda
  • 82. Ministério da FazendaInvestimento estrangeiro direto continua vigoroso Setor ExternoMesmo diante de um cenário de incerteza que paira sobre todas as economias do globo, os números referentes aosetor externo brasileiro têm mostrado estabilidade. O déficit em conta corrente tem se mantido em torno de 2,2% doPIB e conta com um vigoroso investimento estrangeiro direto como principal fonte de financiamento.Além disso, os fluxos de capitais especulativos de curto prazo caíram como resultado de medidas macroprudenciaispropostas com o intuito de atenuar o excesso de liquidez internacional. A gestão do fluxo de capital, instauradapelas autoridades econômicas brasileiras, tem sido considerada muito bem sucedida por instituições multilateraisinternacionais, analistas e especialistas. Edição Agosto | Ano 2012 90
  • 83. Ministério da FazendaExportações estabilizam, dado o cenário mundial desfavorável Setor ExternoAs exportações brasileiras dão sinais de estabilidade, dadas as adversidades econômicas enfrentadas pelasprincipais economias globais. No resultado acumulado em 12 meses até julho de 2012, as exportaçõesatingiram US$253,7 bilhões, levando a um superávit comercial de US$23,7 bilhões.Balança Comercial (US$ bilhões acumulados em 12 meses)300 50250 40200 23,7 30 Saldo comercial Edição Agosto | Ano 2012150 Exportações 20 Importações100 Dados em: US$ bilhões 10 50 * Acumulado em 12 meses 118,3 137,8 160,6 120,6 197,9 173,1 153,0 127,7 201,9 181,8 256,0 226,2 253,7 230,0 43,5 46,5 50,0 47,7 53,3 53,0 59,7 51,1 57,7 48,0 49,2 55,1 55,8 58,2 55,6 60,4 47,2 73,1 48,3 96,5 62,8 73,6 91,4 até julho de 2012 33,1 0 0 Fonte: MDIC 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 91
  • 84. Ministério da FazendaCrise global afeta saldo comercial de manufaturas Setor ExternoA evolução negativa da balança de bens manufaturados é atribuída a fatores externos como, por exemplo: i)a crise internacional, que conteve a demanda por nossas exportações; ii) o excesso de liquidez internacional,um subproduto da crise, que forçou a valorização do Real, afetando a competitividade dos produtosbrasileiros. Para alterar essa situação, o Governo agiu para conter a valorização e adotou medidas paraincentivar a produção e a inovação na indústria.Saldo Comercial de Bens Manufaturados (US$ bilhões) 150 100 50 0 Exportações Importações Edição Agosto | Ano 2012 -50 -100,52 Saldo-100 Dados em: US$ bilhões-150 * Acumulado em 12 meses-200 até julho de 2012-250 Fonte: MDIC 09 10 11 * 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 12 20 20 20 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 92
  • 85. Ministério da FazendaDéficit em conta corrente em estabilidade Setor ExternoTransferências de renda para o exterior menores, principalmente remessas mais baixas de lucros edividendos, possibilitaram a manutenção da estabilidade do déficit em conta corrente em 2012, emtorno de 2,2% do PIB.Resultado da Conta Corrente (US$ bilhões e % do PIB) 20 4 14,0 11,7 13,6 4,2 10 2 1,6 1,8 1,6 1,3 0,8 0,1 0 0 -30,5 -33,4 -25,3 -24,2 -23,2 -1,5 -1,7 -1,5-10 -2,2 -2,1 -2,2 -2 Resultado da Conta Edição Agosto | Ano 2012 -2,8 Corrente (US$ bilhões) -24,3 -7,6 -3,5 -28,2-20 -4,0 -4,3 -3,8 -4,2 -4 Conta Corrente (% PIB) -23,5-30 -6 Dados em: US$ bilhões e % do PIB -47,3-40 -8 -52,5 -51,8-50 -10 * Acumulado em 12 meses até junho de 2012-60 -12 Fonte: Banco Central do Brasil 07 11 * 08 09 10 03 04 05 06 98 99 00 01 02 96 97 12 20 20 20 20 20 20 20 19 20 20 20 19 19 19 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 93
  • 86. Ministério da FazendaGastos com viagens internacionais estabilizam em 2012 Setor ExternoUma grande parte do déficit em conta corrente do Brasil é resultado das importações líquidas de serviços,que totalizaram US$39,6 bilhões em 12 meses até junho de 2012. A desvalorização do Real em relação aodólar estabilizou a trajetória das despesas líquidas com viagens internacionais, um importante componenteda balança de serviços, em torno US$15 bilhões desde o início de 2012.Balança de Serviços e Gastos com Viagens Internacionais (US$ bilhões) 10 5 6,8 Viagens Internacionais 0 (Receita) -5 Viagens Internacionais (Saldo) -10 Viagens Internacionais -15 -15,0 (Despesa) Edição Agosto | Ano 2012 -20 Balança de Serviços -21,7 -25 Dados em: US$ bilhões -30 * Acumulado em 12 meses -35 até junho de 2012 -40 -39,6 Fonte: Banco Central do Brasil 05 5 06 6 07 7 08 8 09 9 10 0 11 1 * 12 00 00 00 00 00 01 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 z2 z2 z2 z2 z2 z2 z2 n n n n n n n n De De De De De De DeJu Ju Ju Ju Ju Ju Ju Ju 94
  • 87. Ministério da FazendaIED financia déficit em conta corrente Setor ExternoA mudança do perfil de investimentos estrangeiros no Brasil em 2011 manteve-se em 2012. O investimentoexterno direto atingiu 2,7% do PIB em 12 meses até junho, patamar mais que suficiente para financiar odéficit em conta corrente de 2,2% do PIB. Investimento Estrangeiro Direto, Investimento Estrangeiro em Carteira e Conta Corrente (% do PIB) 4 3 2,7 2 Investimento Direto Estrangeiro 1 Investimento Estrangeiro Edição Agosto | Ano 2012 0,6 em Carteira 0 Conta Corrente -1 Dados em: % do PIB -2 * Acumulado em 12 meses -2,2 até junho de 2012 -3 Fonte: Banco Central do Brasil 08 09 10 11 12 2* Elaboração: Ministério da Fazenda 1 20 20 20 20 20 20 n n n n n nJa Ja Ja Ja Ja Ju 95
  • 88. Ministério da FazendaIED é o componente mais importante do passivo externo Setor ExternoSobre a composição dos investimentos externos, prevalecem o IED e o investimento em ações, excedendo omontante relativo à dívida. Essa composição dá mais flexibilidade às transferências de renda para o exteriore reforça o caráter pró-cíclico da conta corrente.Composição do Passivo Externo (% do total)120100 13,4 11,0 10,9 11,0 13,6 14,5 14,2 16,8 80 22,4 Outros passivos 26,4 26,5 15,8 17,2 15,0 30,6 18,0 16,4 18,1 21,5 Renda Fixa Edição Agosto | Ano 2012 19,9 60 24,1 Ações 27,8 29,1 24,1 23,3 30,9 25,1 21,6 IED 40 32,1 17,3 30,7 34,9 9,9 13,1 39,6 7,9 Dados em: % do total 20 * Dados preliminares até junho de 2012 32,8 29,4 32,7 36,1 39,2 37,9 33,6 41,6 37,1 44,9 45,9 44,1 0 Fonte: Banco Central do Brasil 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 96
  • 89. Ministério da FazendaParticipação no capital responde pela maior parte do IED Setor ExternoO comportamento do IED em 2012 continua o mesmo do ano passado. A maior parte dos ingressos (US$53,4bilhões dos US$63,9 bilhões) está relacionada com participação no capital e o restante, a empréstimosintercompanhias. De acordo com a Pesquisa Focus*, o fluxo de IED deve chegar a US$ 55 bilhões em 2012,próximo à média dos últimos dois anos.Composição do Investimento Estrangeiro Direto (US$ bilhões)8070 66,7 66.7 63,9 63.960 8,4 IED Total 11,9 10,550 48,5 48.5 Empréstimo Intercompanhia 8,5 45,1 45.1 Participação no Capital40 Edição Agosto | Ano 2012 34,6 34.6 15,0 6,0 Dados em: US$ bilhões30 3,4 0,0 25,9 25.9 * Pesquisa Focus do Banco Central20 18,1 18,8 18.8 do Brasil (3 de agosto de 2012) 15,1 18.1 ** Acumulado em 12 meses até 15.110 junho de 2012 0 18,6 15,0 15,4 26,1 30,1 19,9 40,1 54,8 53,4 Fonte: Banco Central do Brasil -0.4 Elaboração: Ministério da Fazenda 04 05 06 07 08 09 10 11 ** 12 20 20 20 20 20 20 20 20 20 z z z z z z z zDe De De De De De De De n 97 Ju
  • 90. Ministério da FazendaBrasil atrai investimentos estrangeiros de longo prazo Setor ExternoDe acordo com estimativas do Institute of International Finance (IFF), entidade que representa as maioresinstituições financeiras do mundo, o Brasil continua a ser um dos principais destinos para investimentosestrangeiros. Espera-se que o IED e outros investimentos de longo prazo atinjam US$139,1 bilhões em 2012e US$150,1 bilhões em 2013.Investimentos Estrangeiros no Brasil (US$ bilhões)160140120100 Edição Agosto | Ano 2012 80 60 40 Dados em: US$ bilhões 20 43,2 94,9 44,5 91,1 153,8 126,9 139,1 150,1 * Projeções IIF 0 Fonte: IIF - Institute of 06 07 08 09 10 11 * * 12 13 International Finance 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda 98
  • 91. Ministério da FazendaReservas internacionais permanecem em nível elevado Setor ExternoAté agosto de 2012, as reservas internacionais totalizaram US$ 375,8 bilhões (cerca de 15% do PIB) econtinuam a superar a dívida externa total, mantendo o país em forte posição de credor externo líquido. Apolítica de acumulação de reservas tem sido um mecanismo importante para proteger a moeda do excessode volatilidade e para reduzir a vulnerabilidade externa.Reservas Internacionais (US$ bilhões)400350300250 Edição Agosto | Ano 2012200150100 60,1 51,8 52,2 52,9 53,8 49,3 Dados em: US$ bilhões 44,6 38,8 36,3 37,8 33,0 35,9 180,3 193,8 238,5 288,6 352,0 375,8 50 85,8 *Até 10 de agosto de 2012 0 Fonte: Banco Central do Brasil 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 * 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 99
  • 92. Ministério da FazendaTaxa de câmbio nominal depreciada em 2012 Setor ExternoO governo brasileiro enfrenta a denominada “guerra cambial” com grande sucesso. A incidência de IOFsobre empréstimos externos foi uma das ações que contribuíram para a elevação da taxa média de câmbio(R$/US$), de R$1,72 em 2011 para cerca de R$2,00 em meados de 2012.Taxa de Câmbio Nominal (RS/US$) 2,5 2,3 2,1 2,02 Edição Agosto | Ano 2012 Média 1º semestre 1,9 Média 2012: 1,87 2º semestre Média 1º semestre 2011: 1,72 1,7 2011: 1,63 Dados em: RS/US$ 1,5 Fonte: Banco Central do Brasil 12 11 11 11 1 1 11 12 12 12 Ag 012 01 01 20 20 20 20 20 20 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda l2 t2 l2 o n ar ai v n ar ai Ju Ju Se NoJa Ja M M M M 100 15
  • 93. Ministério da FazendaGuerra cambial sendo combatida Setor ExternoA guerra cambial, uma das consequências da crise financeira de 2008, causou uma valorização do Real nosanos seguintes. O Banco Central Europeu emprestou dinheiro a taxas de juros muito baixas para os bancosda Zona do Euro. A fim de recuperar a paridade para o Real, o Governo implementou uma série de políticaseconômicas para lidar com o excesso de liquidez internacional.Índice de Taxa de Câmbio Real Efetiva*115 Yuan: China110 110,8 Dólar: Estados Unidos Real: Brasil105 Euro: Zona do Euro 99,6 Dados em: índice Jan/2010=100 Edição Agosto | Ano 2012100 * Deflator: índice de preço ao 95 94,4 consumidor para os respectivos países. Elevação reflete 90 88,9 apreciação e queda reflete depreciação 85 Fonte: BISM v 20 0Ab 20 0M r 20 0Ju 20 0 Ju 2010Ag l 20 0 S e 20 0O t 20 0No 20 0De 20 0Ja 20 0 n 10M v 20 1Ab 20 1M r 20 1Ju 20 1 Ju 2011Ag l 20 1 Se 20 1O t 20 1No t 20 1De 20 1Ja 20 1 n 11M v 20 2Ab 20 2M r 20 2Ju 20 2 n 12 12 1 ar 1 1 ai 1 n 1 o 1 1 ut 1 v 1 z 1 1 ar 1 1 ai 1 n 1 o 1 1 u 1 v 1 z 1 1 ar 1 1 ai 1Fe 20Fe 20Fe 20 20 Elaboração: Ministério da Fazenda nJa 101
  • 94. Ministério da FazendaO comportamento das taxas de câmbio em 2012 Setor ExternoAs moedas são afetadas constantemente pelas condições econômicas globais, fazendo com que as taxasde câmbio flutuem contra o dólar em padrões diversos. Em 2012, a característica é de grande volatilidade,reflexo das incertezas que perseguem as economias avançadas.Países Selecionados: Variação da Taxa de Câmbio Nominal* (%) Variação % entre Jan-Jul 2012 Variação % em Jul 2012 Real 10,2 Euro 3,0 Peso Argentino 6,6 Coroa Sueca 2,9 Euro 5,3 Real 2,4 Rupia Indiana 4,9 Florim Húngaro 1,4 Rupia Indonésia 4,4 Peso Argentino 1,3 Franco Suíço 4,1 Coroa Norueguesa 1,3Dólar Neozelandês 4,1 Rand Sul Africano 1,2 Iene Japonês 1,6 Dólar Neozelandês 0,9 Rand Sul Africano Peso Colombiano Edição Agosto | Ano 2012 1,2 0,5 Yuan Chinês 1,1 Rupia Indonésia 0,4Coroa Norueguesa 1,0 Libra 0,2 Rublo Russo 0,2 Yuan Chinês 0,1 Lira Turca -0,7 Rupia Indiana 0,0 Libra -0,9 Zloty Polonês -0,1 Coroa Sueca Dólar Canadense -1,3 -1,8 Peso Mexicano Rublo Russo -0,2 -0,7 Dados em: variação % Won Sul-Coreano -1,9 Lira Turca -0,7 Dólar Australiano -2,8 Won Coreano Dólar Canadense -1,3 * Valores positivos refletem Zloty Polonês -1,3 desvalorização da moeda -2,9 Peso Mexicano -4,3 Coroa Sueca -1,8 Florim Húngaro Peso Chileno -5,8 -7,2 Iene Japonês Dólar Australiano -2,1 -2,5 frente ao US$ Peso Colombiano -7,6 Peso Chileno -3,7 -10 -8 -6 -4 -2 0 2 4 6 8 10 12 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 Fonte: Bloomberg Elaboração: Ministério da Fazenda 102
  • 95. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Panorama Internacional Ministério da Fazenda
  • 96. Ministério da FazendaEconomia global ainda apresenta grandes desafios Panorama InternacionalA atual situação econômica mundial apresenta uma série de desafios para o panorama global. A corrente crisesoberana da Zona do Euro está intensificada com preocupações renovadas sobre a solvência de importantes economiaseuropeias, elevando o risco global e a disponibilidade de crédito. Esse cenário tem afetado negativamente os preçosdos ativos mundiais, aumentando a volatilidade cambial e reduzindo as perspectivas de crescimento econômico.A China tem sido bem sucedida em reduzir a sua taxa de inflação, embora apresente sinais de desaquecimento daatividade econômica, constituindo-se risco adicional para a demanda global. A economia do EUA ainda mostrasinais dúbios de recuperação, com alguma evolução do mercado imobiliário, mas condições ainda desfavoráveis domercado de trabalho. Edição Agosto | Ano 2012 104
  • 97. Ministério da FazendaInflação dos países do G20 em 2011 e perspectivas para 2012 Panorama Internacional 2,2 2,0 4,8 2,9 8,4 2,7 Rússia Canadá 2,1 Zona 0,0 3,1 do Euro -0,3 3,3 Estados Unidos 4,8 5,4 Japão 8,2 5,0 China 4,0 3,9 3,4 8,6 Coreia 3,4 México Arábia Índia do Sul 4,7** Saudita 6,5 5,4 6,2 Brasil Indonésia 5,7 Edição Agosto | Ano 2012 9,9 5,0 3,4 2,7 9,8 África do Sul Austrália ArgentinaInflação Mundial (%)* Dados em: variação % anual 2011 * WEO/FMI abril de 2012 2012 ** 2012: Banco Central do Brasil - Relatório de Inflação Fonte: FMI e Banco Central do Brasil (junho de 2012) Elaboração: Ministério da Fazenda 105
  • 98. Ministério da FazendaG20: previsão para resultados fiscais em 2011 e 2012 Panorama Internacional -3,5 -3,5 -0,9 -5,0 0,5 -4,1 Rússia Canadá -7,6 Zona -8 -8,2 do Euro 0,8 -2,1 Estados Unidos 12,5 1,9 Japão 5,7 14,1 China 0,8 -2,4 -2,3 -7,3 Coreia 2,6 México Arábia Índia do Sul -2,15 Saudita -2,4 -1,6 -2,2 Brasil*** Indonésia -5,1 Edição Agosto | Ano 2012 -0,6 -4,4 -3,3 -0,7 -1,0 África do Sul Austrália ArgentinaResultado Fiscal (% do PIB) Dados em: % do PIB 2011* * WEO/FMI abril de 2012 2012** ** Previsão Fonte: FMI, Bloomberg e The Economist Elaboração: Ministério da Fazenda *** LDO 106
  • 99. Ministério da FazendaConta Corrente em 2011 e previsão para 2012 Panorama Internacional -2,7 4,8 -2,8 0,3 5,5 Rússia Canadá -3,3 -0,1 Zona 2,2 -3,1 do Euro 2,0 2,3 Estados Unidos 27,9 2,8 Japão -3,2 24,4 China 2,4 -0,8 -0,8 -2,8 Coreia 1,9 México Arábia Índia do Sul Saudita -2,4 -2,1 0,2 -0,4 Brasil*** Indonésia -4,8 Edição Agosto | Ano 2012 -0,7 -3,3 -2,2 -4,6 -0,5 África do Sul Austrália ArgentinaConta Corrente (% do PIB) Dados em: % do PIB 2011* * Bloomberg Fonte: FMI, Bloomberg e 2012** ** WEO/FMI abril de 2012 Banco Central do Brasil *** 2012: previsão do Banco Central do Brasil (julho 2012) Elaboração: Ministério da Fazenda 107
  • 100. Ministério da FazendaProdução industrial mundial em queda Panorama InternacionalA produção manufatureira mundial continuou a mostrar desaceleração no início de 2012. Em comparaçãocom o primeiro trimestre de 2011, houve queda de 3,6 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2012,passando de 7,5% para 3,9%. Isto se deve à fraca demanda global.Produção Industrial Mundial (variação % em relação ao mesmo período do ano anterior)8765 Edição Agosto | Ano 2012432 Dados em: variação % em relação ao mesmo período1 do ano anterior 7,5 5,2 5,6 4,6 3,90 Fonte: UNIDO - United Nations 11 11 11 12 11 Industrial Development Organization 20 20 20 20 20 1T 2T 4T 1T 3T Elaboração: Ministério da Fazenda 108
  • 101. Ministério da FazendaRedução da inflação global Panorama InternacionalAs pressões inflacionárias globais estão se arrefecendo desde setembro de 2011. Isso é resultado da quedana demanda mundial, principalmente na Europa, que tem afetado a atividade econômica nas principaiseconomias, como Estados Unidos e China. A recente pressão em algumas commmodites agrícolas poderáimpactar a inflação global nos próximos meses.Inflação Mundial ( % acum. em 12 meses) 8 7 6 5 Edição Agosto | Ano 2012 4 3 3,10 2 Dados em: variação % em 12 meses 1 Fonte: BloombergO 008 n 2 r2 7 Ju 007 ut 7 n 7 r2 8 l2 8 n 8 r2 9 Ju 009 ut 9 n 9 r2 0 Ju 010 ut 0 n 0 r2 1 Ju 011 ut 1 n 1M 012 12Ju 201Ab 00O 00Ja 00Ab 00 Ju 00Ja 00Ab 00O 00Ja 00Ab 01O 01Ja 01Ab 01O 01Ja 01 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 2 l2 2 2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 ai n utJa 109
  • 102. Ministério da FazendaPreços internacionais do petróleo acompanham crise econômica Panorama InternacionalO fraco desempenho global, em especial das economias avançadas, pressiona por uma tendência de quedados preços, apesar da alta recente.Preço do Petróleo Brent (barril em US$, preços correntes) 140 120 110,04 100 80 Edição Agosto | Ano 2012 60 40 20 Dados em: barril em US$, preços correntes 0 Fonte: Bloomberg ar 09 ai 9 Ju 009 t 9 v 9 n 9 ar 10 ai 0 Ju 010 t 0 v 0 n 0 ar 11 ai 1 Ju 011 t 1 v 1 n 1 ar 2 ai 2 Ju 012 o 012 12M 200 Se 00No 200Ja 00M 201 Se 01No 201Ja 01M 201 Se 01No 201Ja 01M 201M 201 Elaboração: Ministério da FazendaM 20M 20M 20 20 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 2 2 l2 nAgJa 110
  • 103. Ministério da FazendaComportamento dos preços das commodities Panorama InternacionalO recrudescimento da crise tem ditado também o recuo dos preços das commodities metálicas e alimentos.Nos 12 meses que terminaram em julho de 2012, o índice CRB spot recuou 13,2%, enquanto o índice dealimentos caiu 8,7% e o de metais, 26,6%. Recentemente, as cotações dos alimentos subiram em reaçãoà forte seca no meio-oeste dos Estados Unidos que afetou severamente as culturas de soja, trigo e milho.Índice de Preço de Commodities CRB (média de período) 250 210 188,55 170 180,28 158,68 CRB Alimentos Edição Agosto | Ano 2012 130 CRB Metais CRB Spot 90 Dados em: número- índice (dez 2005=100) 50 Fonte: Bloomberg ar 05 n 06 t 6 z 2 06 ar 06 n 07 t 7 z 2 07 ar 07 n 08 t 8 z 2 08 ar 08 n 09 t 9 z 2 09 ar 09 n 10 t 0 z 2 10 ar 10 n 11 t 1 z 2 11 ar 11 Ju 12 2Se 200Se 200Se 200Se 200Se 201Se 201 01 Elaboração: Ministério da FazendaM 20Ju 20De 20M 0Ju 20De 20M 0Ju 20De 20M 0Ju 20De 20M 0Ju 20De 20M 0Ju 20De 20M 0 20 l2 zDe 111
  • 104. Ministério da FazendaAcomodação dos preços de commodities em Reais Panorama InternacionalA desvalorização do Real compensou a queda de preços das commodities medidos em Reais neste ano. OÍndice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado em Reais pelo Banco Central brasileiro, tem mostrado maiorestabilidade em 2012.Índices de Preços de Commodities e Taxa de Câmbio Nominal (média de período) 200 3,0 180 2,5 156,95 160 2,0 140 2,05 1,5 CRB Spot Edição Agosto | Ano 2012 120 125,37 Taxa de Câmbio (R$/US$) 1,0 100 IC-Br 80 0,5 Dados em: CRB e IC-Br (dez 2005=100) 60 0,0 Fonte: Bloomberg e Ab 005 o 6 De 006 Ab 006 o 7 De 007 Ab 007 o 8 De 008 Ab 008 o 9 De 009 Ab 009 o 0 De 010 Ab 010 o 1 De 011 Ab 011 20 2 12 Ag 00 Ag 00 Ag 00 Ag 00 Ag 01 Ag 01 n 01 Banco Central do Brasil z2 r2 2 z2 r2 2 z2 r2 2 z2 r2 2 z2 r2 2 z2 r2 2 z2 Ju r 2De Elaboração: Ministério da Fazenda 112
  • 105. Ministério da FazendaComportamento dos preços do cobre e do ouro Panorama InternacionalAumentos nos preços do cobre sinalizam recuperação econômica, enquanto aumentos nos preços do ourorefletem uma busca por segurança financeira. O recente recuo na cotação do ouro é um sinal de que a faseaguda de desconfiança quanto aos rumos das finanças internacionais pode estar superada. Mas as expectativasde retomada econômica ainda são negativas, puxando as cotações do cobre também para baixo.Preços Spot: Cobre e Ouro (US$/Ton e US$/Oz) 2.000 11.000 10.000 1.800 1.622,9 9.000 1.600 8.000 1.400 7.000 7.557,0 Edição Agosto | Ano 2012 1.200 6.000 Ouro 5.000 1.000 Cobre 4.000 800 Dados em: cobre (US$/Ton) 3.000 e ouro (US$/Oz) 600 2.000 Fonte: Bloomberg Se 008 v 8 n 8 ar 09 ai 9 Ju 009 Se 009 v 9 n 9 ar 0 ai 0 Ju 010 Se 010 v 0 n 0 ar 1 ai 1 Ju 011 Se 011 v 1 n 1 ar 2 ai 2 Ju 012 2 No 00 Ja 00 M 00 No 200 Ja 00 M 201 M 01 No 201 Ja 01 M 201 M 01 No 201 Ja 01 M 201 M 201 01 20 Elaboração: Ministério da Fazenda l2 t2 2 2 2 l2 2 2 2 l2 2 2 2 l2 2 2 l2 t t t Ju M 113
  • 106. Ministério da FazendaTaxa de desemprego no Brasil entre as mais baixas do mundo Panorama InternacionalNa comparação internacional, a taxa de desemprego de 5,8% registrada pelo Brasil em maio deste anoestá entre as mais baixas no mundo. Economias avançadas, tais como Alemanha, Estados Unidos e Canadá,enfrentam taxas de desempregos maiores do que a do Brasil.Países Selecionados: Taxas de Desemprego – Junho de 2012 (%) 25 20 15 Dados em: variação %, ajustada sazonalmente Edição Agosto | Ano 2012 10 * Março de 2012 ** Maio de 2012 5 *** Abril de 2012 2,0 **** Julho de 2012 24,9 24,8 22,6 15,4 14,8 11,3 11,2 10,8 10,1 9,0 8,8 8,3 8,1 7,2 7,2 7,1 6,9 6,8 6,6 6,3 5,8 5,4 5,2 5,0 4,6 4,3 4,2 4,1 3,2 3,2 3,0 3,0 0 Fonte: Bloomberg Elaboração: Ministério da Fazenda Gr an * éc ha Irl ort *** d al na ôm ** Eu a Itá o Tu Fra lia ui a Re ni ué * in do cia id * Bé o** Ar Can ica Fi n á Al nas a* an * ís Ch ha Ba e* as s Au ssi * st a* Di Mé lia m co Ja ca Ta pão H Ch an re K * d g No alá ul Si ueg a* ap ** a Br ixo p l s U S a** Un ** em ** Rú il* Co ong ina ur do bi ge ad rq nç r ia on Es Su an ug M oS Zo Col a** ng a ar lip tin es il r si na xi rá iw lg P ia o s* do i a ic r PaÁf do 114 ta Es
  • 107. Ministério da FazendaTaxa de desemprego com dinâmicas diversas Panorama InternacionalOs desempregos no Brasil, Estados Unidos e Zona do Euro têm apresentado dinâmicas diferentes. NosEstados Unidos, a taxa de desemprego caiu mas tem se mantido bem acima da média histórica. Na Europa,uma das principais preocupações é o fraco desempenho do mercado de trabalho nos principais paísesmembros. Por outro lado, o desemprego no Brasil tem caído.Brasil, Zona do Euro e Estados Unidos: Taxa de Desemprego (%) 12 11 11,1 10 Zona do Euro 9 Estados Unidos 8,2 Brasil Edição Agosto | Ano 2012 8 Dados em: variação % 7 * Dados para Brasil até maio de 6 2012 (sem ajuste sazonal). Dados 5,8 5 para Estados Unidos e Europa são ajustados sazonalmente 4 Fonte: Bloomberg Ju 2005O l 20 5Ja 20 5Ab 20 5 Ju 2006O l 20 6Ja 20 6Ab 20 6 Ju 2007O l 20 7Ja 20 7Ab 20 7 Ju 2008O l 20 8Ja 20 8Ab 20 8 Ju 2009O l 20 9Ja 20 9Ab 20 9 Ju 2010O l 20 0Ja 20 0Ab 20 0 Ju 2011O l 20 1Ja 20 1Ab 20 1Ju r 2 12 20 2 12 r 0 ut 0 n 0 r 0 ut 0 n 0 r 0 ut 0 n 0 r 0 ut 0 n 0 r 0 ut 0 n 0 r 1 ut 1 n 1 r 1 ut 1 n 1 n 01 Elaboração: Ministério da FazendaAb 20 nJa 115
  • 108. Ministério da FazendaEmprego nos EUA em lenta recuperação Panorama InternacionalO emprego nos Estados Unidos pode ter demonstrado sinais de melhora nos últimos meses, mas arecuperação completa talvez não ocorra no curto ou no médio prazo. O gráfico abaixo mostra que, dessavez, o tempo que a taxa de desemprego tem levado para voltar ao nível pré-crise é maior do que nas crisesanteriores. Após quase 5 anos, o emprego continua abaixo do nível registrado em dezembro de 2007.Emprego nos EUA: Recuperação desde os Anos 1970 (número-índice)110 109,5108 Set 1973 (crise do petróleo) Jan 1980 (política monetária106 105,5 desinflacionária)104 103,6 Jul 1990 (segundo choque102 desinflacionário) 101,1 Edição Agosto | Ano 2012100 Mar 2001 (bolha da internet) 98 Dez 2007 (crise subprime) 96 96,4 Dados em: número-índice; 100 = mês imediatamente 94 anterior ao início da recessão 92 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 52 Fonte: U.S. Bureau of Labor Statistics número de meses para a recuperação econômica Elaboração: Ministério da Fazenda 116
  • 109. Ministério da FazendaProdução manufatureira com problemas na Europa e na China Panorama InternacionalA queda na produção manufatureira tem piorado na Europa. A Alemanha, por exemplo, a principal economiado continente, viu seu PMI passar de 51 para 43,3 de janeiro a julho de 2012. O mesmo ocorreu na França.Isso está começando a afetar as economias emergentes, como a China, que também apresentou queda emseu PMI na passagem de abril para junho de 2012.Índice de Compras de Gerentes (PMI): Alemanha, França e China (pontos) 65 60 55 Edição Agosto | Ano 2012 50 50,2 China França 45 Alemanha 43,6 43,3 Dados em: pontos 40 Fonte: BloombergM v 2010Abr 20 0M r 20 0 20 0 Ju 20 0Ag l 2 10 Se 20 0O t 20 0No t 2010Dev 2010Ja 20 0 n 10M v 2011Abr 20 1M r 20 1Ju 20 1 Ju 20 1Ag l 2 11 Se 20 1O t 20 1No 20 1Dev 2011Ja 20 1 n 11M v 2012Abr 20 2M r 20 2Ju 20 2 Ju 20 2 l 2 12 2 a 1 1 ai 1 n 1 o 01 1 z 1 a 1 1 ai 1 n 1 o 01 1 ut 1 z 1 a 1 1 ai 1 n 1 01 Elaboração: Ministério da FazendaFe 20Fe 20Fe 20 n uJaJu 117
  • 110. Ministério da FazendaEstagnação da economia da Zona do Euro perdurará por alguns anos Panorama InternacionalSegunda avaliação do FMI, a Zona do Euro levará mais tempo para se recuperar da crise. O gráfico mostraque a economia da região ficará estagnada por pelo menos cinco anos. Nos EUA, a recuperação é lenta, mashá crescimento econômico desde 2010. A China e demais economias emergentes sentiram menos os efeitosda crise financeira e não entraram em recessão.Crescimento Acumulado do PIB em Regiões Selecionadas (número-índice)180170 170,1160150140 139,5 China Edição Agosto | Ano 2012130 Países Emergentes120 EUA110 105,3 Zona do Euro100 99,9 Dados em: número- 90 índice (2007=100) 80 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Fonte: FMI Elaboração: Ministério da Fazenda 118
  • 111. Ministério da FazendaIndicador antecedente dos EUA sinalizando alguma melhora . . . Panorama InternacionalApesar de o ritmo de recuperação da economia americana ser muito baixo e de as expectativas não estaremnum bom momento, há sinais positivos quanto ao desempenho presente. O Indicador Antecedentedo Conference Board tem mostrado crescimento contínuo e está bem acima dos valores registrados em2009, fase mais acentuada do recuo da atividade. Além disso, o Índice Coincidente, que mede as condiçõeseconômicas no momento, tem aumentado desde o começo deste ano.EUA: Indicador Antecedente e Índice Coincidente (número-índice) 110 105 104,5 100 95,6 Edição Agosto | Ano 2012 95 Índice Coincidente (CEI) Índicador de Antecedentes 90 Econômicos (LEI) 85 Dados em: número-índice (2004=100) 80 Fonte: The Conference BoardJa 19 9Ju 20 9Ja 20 0Ju 20 0Ja 20 1Ju 20 1Ja 20 2Ju 20 2Ja 20 3Ju 20 3Ja 20 4Ju 20 4Ja 20 5Ju 20 5Ja 20 6Ju 20 6Ja 20 7Ju 20 7Ja 20 8Ju 20 8Ja 20 9Ju 20 9Ja 20 0Ju 20 0Ja 20 1Ju 20 1 n 12 12 n 9 n 9 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 0 n 1 n 1 n 1 n 1 Elaboração: Ministério da FazendaJu 19 20 nJa 119
  • 112. Ministério da Fazenda. . . mas outros indicadores estão em direção contrária Panorama InternacionalApós registrar alta nos meses finais de 2011, a confiança do consumidor norte-americano tem registradoqueda desde março, chegando a 65,9 pontos em julho de 2012. Tendência similar está acontecendo na Europa.Área do Euro e Estados Unidos: Índices de Confiança 120 100 87,9 80 65,9 Edição Agosto | Ano 2012 60 Zona do Euro 40 Estados Unidos Dados em: índice 20 Fonte: Bloomberg r 05O l 20 5 5 n 05 r 06O l 20 6 6 n 06 r 07O l 20 7 7 n 07 r 08O l 20 8 8 n 08 r 09O l 20 9 9 n 09 r 05O l 20 5 5Ab 20 5 r 06O l 20 6 6 n 06 r 07 l2 2 2 Ju 200 ut 0 Ju 200 ut 0 Ju 200 ut 0 Ju 200 ut 0 Ju 200 ut 0 Ju 200 ut 0 n 0 Ju 200 ut 0 Ju 201 01Ab 20Ja 20Ab 20Ja 20 20Ja 20Ab 20Ja 20Ab 20Ja 20 20Ja 20Ja 20Ab 20 Elaboração: Ministério da Fazenda nAbAbJa 120
  • 113. Ministério da FazendaSetor habitacional nos EUA continua com sinais de recuperação Panorama InternacionalA construção de novas residências continua com boas perspectivas, com 760 mil unidades no mês de junho,contra 711 mil em relação a maio e 615 mil no mesmo mês do ano passado. Isso significa um aumento de6,9% em relação a maio e 23,6% comparando com junho de 2011. As vendas de residências também estãoem nível mais elevado do que no ano passado, mas recentemente caíram 4,5% entre maio e junho.Estados Unidos: Vendas e Construção de Novas Residências (milhões) 8 7 6 5 4,37 Edição Agosto | Ano 2012 4 3 Vendas de Residências 2 Construção de Novas Residências 1 0,76 Dados em: milhões 0 Fonte: Bloomberg r 2 06 l 6 ut 06 n 6 r 2 07 l 7 ut 07 n 7 r 2 08 l 8 ut 08 n 8 r 2 09 l 9 ut 09 n 9 r 2 10 l 0 ut 10 n 0 r 2 11 l 1 ut 11 n 1Ju r 2 2 20 2 12 Ju 00Ja 200 Ju 00Ja 200 Ju 00Ja 200 Ju 00Ja 200 Ju 01Ja 201 Ju 01Ja 201 1 n 01Ab 20O 20Ab 20O 20Ab 20O 20Ab 20O 20Ab 20O 20Ab 20O 20Ab 20 Elaboração: Ministério da Fazenda nJa 121
  • 114. Ministério da FazendaEuropa e EUA: desequilíbrios na conta corrente persistem … Panorama InternacionalA crise econômica que está se espalhando pela Zona do Euro tem sido mais severa em Portugal, Itália, Gréciae Espanha. Uma das razões para o alto nível de dívida desses países é o elevado déficit em conta corrente.G20 e Europa: Conta Corrente e Países Selecionados (% do PIB) Conta Corrente / PIB 2007 2011 Conta Corrente / PIB 2007 2011 Argentina 2,36 -0,50 Zona do Euro -0,39 -0,30 Austrália -6,19 -2,20 França -1,00 -2,23 Brasil 0,11 -2,10 Alemanha 7,45 5,74 Canadá 0,84 -2,80 Itália -1,24 -3,19 China 10,13 2,80 Reino Unido -2,48 -1,92 Edição Agosto | Ano 2012 Índia -0,70 -2,20 Indonésia 2,43 0,20 Bélgica 1,62 -0,12 Japão 4,84 2,00 Grécia -14,36 -9,67 Países do G20 Coreia do Sul 2,08 2,40 Irlanda -5,33 0,08 Países Europeus do G20 México -0,90 -0,76 Holanda 6,72 7,49 Membros da Zona do Euro Rússia 5,93 5,50 Polônia -6,23 -4,31 África do Sul -6,97 -3,30 Dados em: % do PIB Portugal -10,10 -6,42 Turquia -5,92 -9,91 Reino Unido -2,48 -1,92 Espanha -10,00 -3,71 Fonte: WEO abril de 2012 - FMI EUA -5,06 -3,10 Suécia 9,25 6,74 Elaboração: Ministério da Fazenda 122
  • 115. Ministério da Fazenda. . . assim como no endividamento público Panorama InternacionalA crise econômica atual está intimamente relacionada ao alto nível de endividamento em países comoItália (de 103% em 2007 para 120% do PIB em 2011), Irlanda (de 24% em 2007 para 104% do PIB 2011) eGrécia (de 105% em 2007 para 160% do PIB em 2011). Estados Unidos e Japão também possuem elevadosníveis de dívida pública.G20 e Europa: Dívida Pública em Países Selecionados (% do PIB)* Dívida Pública / PIB 2007 2011 Dívida Pública / PIB 2007 2011 Argentina 67,10 44,20 Zona do Euro 66,40 88,10 Austrália 9,71 22,86 França 64,20 86,26 Brasil 65,19 66,18 Alemanha 65,20 81,51 Canadá 66,52 84,95 Itália 103,08 120,11 China 19,59 25,84 Reino Unido 43,91 82,50 Países do G20 Edição Agosto | Ano 2012 Índia 75,44 68,05 Bélgica 84,06 98,51 Indonésia 35,05 25,03 Países Europeus do G20 Japão 183,01 229,77 Grécia 105,41 160,81 México 37,83 43,81 Irlanda 24,83 104,95 Membros da Zona do Euro Rússia 8,51 9,60 Holanda 45,30 66,23 Dados em: % do PIB África do Sul 28,29 -3,30 Polônia 44,99 55,39 Coreia do Sul 30,66 34,14 * Dívida Bruta Portugal 68,27 106,79 Turquia 39,92 39,44 EUA 67,16 102,94 Espanha 36,30 68,47 Fonte: WEO abril de 2012 - FMI Suécia 40,23 37,44 Elaboração: Ministério da Fazenda 123
  • 116. Ministério da FazendaChina: papel importante na economia mundial Panorama InternacionalA China tem importante função na atividade econômica global. Embora o país tenha crescido acima de 9%em 2011, houve desaceleração, que deve ser mantida em 2012, pois as previsões de fraco crescimento para aseconomias avançadas afetarão o desempenho das exportações chinesas. Por outro lado, a trajetória da inflaçãodo país vem desacelerando, de 4,1% em 2011 para 2,2% nos 12 meses terminados em junho de 2012.China: Crescimento Real do PIB e Inflação ao Consumidor (%) Crescimento Real do PIB (% a.a.) 16 14 12 10 8 6 4 2 8,4 8,3 9,1 10,0 10,1 11,3 12,7 14,2 9,6 9,2 10,4 9,2 7,5 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012* Crescimento Real do PIB (a.a. %) Edição Agosto | Ano 2012 Inflação ao Consumidor China - Taxa de Inflação - IPC (% acum. em 12 meses) (% em 12 meses) 7 6 Dados em: % anual; 5 4 % acumulado em 12 meses 3 2,2 2 * Estimativa do Governo 1 0 -1 Fonte: Bloomberg e WEO /FMI 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Ja 11 Fe 12 M 012 Ab 012 M 012 Ju 12 12 Elaboração: Ministério da Fazenda 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 2 2 r2 n v ar ai n 124
  • 117. Ministério da FazendaComportamento das bolsas de valores nos países do G20 Panorama InternacionalO desempenho do mercado financeiro tem sido influenciado pelas tensas condições econômicas domomento. Em 2012, as perdas têm sido significativas na Espanha e Itália.Países do G20: Bolsas de Valores em 2012 (%) Turquia 23,4 Alemanha 15,8 EUA - Nasdaq 12,5 México 9,5 Indonésia 8,8 Hong Kong 7,6 Arabia Saudita 7,5 África do Sul 6,7EUA - Dow Jones 5,9 Coreia do Sul 5,5 Edição Agosto | Ano 2012 França 5,2 Austrália 4,9 Japão 3,5 Rússia 2,5 Reino Unido 1,2 Brasil -1,2 Canadá -1,5 Dados em: variação Argentina -2,5 % acumulada no ano Shangai -3,2 Itália -6,8 de 2012 até 31 de julho Espanha -20,6 -25 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 25 Fonte: Bloomberg Elaboração: Ministério da Fazenda 125
  • 118. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Seção Especial Censo Demográfico Ministério da Fazenda
  • 119. Ministério da FazendaGrandes oportunidades proporcionadas pelo bônus demográfico EspecialAlém do notável desempenho econômico obtido na última década, os últimos resultados do Censo Demográficode 2010 mostraram que o Brasil tem avançado em diversos indicadores sociais. Por exemplo, caíram as taxas demortalidade e analfabetismo e houve redução das desigualdades educacionais.Ressalta-se que a distribuição mais uniforme do nível de escolaridade tem sido o principal motor da redução dadesigualdade de renda. Com efeito, os 20% mais pobres aumentaram sua participação na riqueza total, o que por suavez, implicou na redução do Coeficiente de Gini brasileiro de 0,597 em 2000 para 0,536 em 2010.Além disso, o Censo de 2010 revelou que o bônus demográfico do país, advindo primordialmente de reduções nataxa de natalidade, ainda perdurará por mais algumas décadas. Isso significa que a maioria da população continuarásendo constituída por pessoas em idade ativa, possibilitando ganhos de produtividade e maiores possibilidades decrescimento econômico. Edição Agosto | Ano 2012 128
  • 120. Ministério da FazendaConsistente queda da desigualdade de renda EspecialO Coeficiente de Gini brasileiro é o menor desde a década de 1960. Melhorias na educação, no mercadode trabalho e o aumento dos programas sociais do governo desempenharam um papel importante nesseprocesso. De 2000 a 2010, todas as regiões registraram considerável redução do índice de Gini.Coeficiente de Gini* Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Edição Agosto | Ano 2012 Distribuição Relativa (% da população) 2000 2010 * O Coeficiente de Gini é uma medida do grau de concentração de renda, cujo valor varia de 0 (zero) - perfeita igualdade - 0,597 0,536 0,598 0,543 0,612 0,555 0,575 0,517 0,564 0,480 0,621 0,546 1 (um) - máxima desigualdade Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 129
  • 121. Ministério da FazendaAumento da população brasileira no Norte e Centro-Oeste EspecialEntre 2000 e 2010, a população brasileira cresceu em média 1,17 p.p., passando de 169,7 milhões para190,7 milhões de pessoas. A Região Norte aumentou sua participação relativa no total, passando de 7,6%em 2000 para 8,3% em 2010. O mesmo aconteceu com a Região Centro-Oeste (passou de 6,9% em 2000para 7,4% em 2010). Por outro lado, as Regiões Sul e Sudeste diminuíram suas participações em 0,4 e 0,5pontos percentuais, respectivamente.Brasil e suas Regiões: População e Participação Relativa (milhões de pessoas e % da população) Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Distribuição da População (milhões de pessoas) Edição Agosto | Ano 2012 25,1 27,4 169,8 190,8 12,9 15,9 42,7 52,1 72,4 80,4 11,6 14,1 2000 Distribuição Relativa (% da população) 2010 Dados em: milhões de pessoas e % da população 100 100 7,6 8,3 28,1 27,8 42,6 42,1 14,8 14,4 6,9 7,4 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 130
  • 122. Ministério da FazendaCrescimento populacional brasileiro em desaceleração EspecialDesde os anos 1970, o Brasil experimenta redução no ritmo de crescimento populacional, mesmo com aqueda na taxa de mortalidade infantil. Na década de 1960, a taxa de crescimento anual da população era deaproximadamente 3,0% por ano. Entre 2000 e 2010, o crescimento populacional caiu para 1,17% por ano.Taxa de Crescimento da População (%)3,5 2,99 2,893,0 2,482,5 Edição Agosto | Ano 2012 2,39 1,932,0 1,641,5 1,17 Dados em: variação %1,0 1940-1950 1950-1960 1960-1970 1970-1980 1980-1991 1991-2000 2000-2010 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 131
  • 123. Ministério da FazendaMudanças na pirâmide populacional nos últimos 40 anos . . . EspecialMudanças demográficas significativas estão ocorrendo na sociedade brasileira. Em 1970, a maioria dapopulação era composta por jovens. No entanto, essa estrutura vem mudando gradualmente e, atualmente,o Brasil passa por um período de bônus demográfico em que a população com idade para trabalharultrapassa o número de idosos e crianças.Pirâmide Populacional Brasileira: 1970 - 2010 (% da população) Idade 1970 1991 2010acima de 80 75 - 79 70 - 74 65 - 69 60 - 64 55 - 59 50 - 54 Edição Agosto | Ano 2012 45 - 49 40 - 44 35 - 39 30 - 34 Homens 25 - 29 20 - 24 Mulheres 15 - 19 10 - 14 5-9 Dados em: % da população 0-4 16 6 4 14 15 10 5 0 5 10 15 15 5 5 15 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 132
  • 124. Ministério da Fazenda. . . continuarão nas décadas seguintes EspecialProjeções populacionais indicam que ao longo do tempo a população em idade de trabalho deverá reduzirsua participação na população total. O aumento da expectativa de vida provocará no futuro o aumento degastos em saúde e bem-estar. Todavia, o aumento da renda e a expansão da participação da mulher nomercado de trabalho ajudarão a superar os problemas de envelhecimento da população.Pirâmide Populacional Brasileira: 2020 - 2050 (% da população) Idade 2020 2050acima de 80 75 - 79 70 - 74 65 - 69 60 - 64 55 - 59 Edição Agosto | Ano 2012 50 - 54 45 - 49 40 - 44 35 - 39 30 - 34 25 - 29 Homens 20 - 24 15 - 19 Mulheres 10 - 14 5-9 Dados em: % da população 0-4 16 6 4 14 15 10 5 0 5 10 15 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 133
  • 125. Ministério da FazendaExpectativa de vida do brasileiro cresceu de forma consistente EspecialA expectativa de vida subiu de 67,3 em 1992 para 73,4 anos em 2010. Isso é resultado da evolução nascondições de vida, mudança que permitiu o acesso dos cidadãos de baixa renda aos pré-requisitos básicos desaúde, tais como: alimentação, água potável, habitação e saneamento. Com uma série de políticas públicassociais focadas na elevação da renda entre os mais pobres, o Brasil conseguiu reduzir as desigualdades,criando oportunidades de emprego e permitindo o acesso a mercados de bens e serviços.Expectativa de Vida ao Nascer (anos)757371 Edição Agosto | Ano 20126967 67,3 67,7 68,1 68,5 68,9 69,3 69,7 70,1 70,5 70,8 71,0 71,4 71,7 72,0 72,3 72,7 73,0 73,2 73,4 Dados em: anos65 Fonte: IBGE 92 93 94 95 96 97 98 00 01 03 04 05 06 07 08 09 10 99 02 Elaboração: Ministério da Fazenda 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 19 20 134
  • 126. Ministério da FazendaCrescimento também no nível educacional EspecialO nível educacional no Brasil cresceu consideravelmente nos últimos anos. Por exemplo, o percentualde brasileiros com diploma de segundo grau (ou com educação superior incompleta) passou de 16,4%em 2000 para 25,0% em 2010. O percentual de pessoas com diploma universitário também cresceu nomesmo período (de 6,8% para 10,8%). Ao mesmo tempo, o número de brasileiros sem escolaridade ou comeducação primária incompleta caiu 23,0% entre 2000 e 2010.Distribuição das Pessoas com 25 anos ou Mais, por Nível Educacional (%) 70 60 50 40 Edição Agosto | Ano 2012 30 20 2000 10,8 2010 10 64,0 49,3 12,7 14,7 16,4 25,0 6,8 Dados em: % 0 Sem instrução ou Ensino Fundamental Ensino médio completo e Superior completo Fonte: IBGE Ensino Fundamental completo e Ensino Médio Superior incompleto Elaboração: Ministério da Fazenda incompleto incompleto 135
  • 127. Ministério da FazendaTaxa de analfabetismo cai para menos de 10% EspecialO nível de alfabetização melhorou consideravelmente no Brasil ao longo das últimas décadas, derrubando ataxa de analfabetismo para o nível mais baixo registrado, passando de 13,6% em 2000 para 9,6% em 2010.Antes da década de 1950, mais de 50% da população com 15 anos ou mais era analfabeta.Brasil - Taxa de Analfabetismo para Pessoas com 15 anos ou Mais (% da população)605040 Edição Agosto | Ano 2012302010 56,0 50,5 39,6 33,6 25,5 20,1 13,6 9,6 Dados em: % da população 0 1940 1950 1960 1970 1980 1991 2000 2010 Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 136
  • 128. Ministério da FazendaTaxa de evasão escolar decresceu entre 2000 e 2010 EspecialO percentual de estudantes brasileiros, com idade entre 7 e 14 anos, que não frequentam a escola caiu de5,5% em 2000 para 3,1% em 2010. As maiores quedas foram registradas nas regiões Norte (de 11,2% para5,6%) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%). Para pessoas com idade entre 15 e 17 anos, o padrão também foisimilar. Em 2000, nessa faixa etária, elas representavam 22,6%, caindo para 16,7% em 2010.Brasil e Grandes Regiões: Porcentagem de Pessoas que não Frequentam Escola 2000-2010 (%) População de 7 a 14 anos de idade1210 8 6 4 2,2 2 5,5 3,1 11.2 5,6 11,2 7,1 3,2 3,7 2,8 3,5 4,5 2,8 0 Edição Agosto | Ano 2012 Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste 2000 População de 15 a 17 anos de idade 201030 20002520 201015 Dados em: %10 5 22,6 16,7 27,1 18,7 23,2 17,2 20,1 15,0 25,3 18,7 22,9 16,8 Fonte: IBGE 0 Brasil Norte Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Elaboração: Ministério da Fazenda 137
  • 129. Ministério da FazendaAumento da renda real é destaque no Nordeste e Centro-Oeste EspecialA economia brasileira experimentou um período de rápido crescimento, com criação de empregos emelhor distribuição de renda. Por exemplo, entre 2000 e 2010, a renda real dos trabalhadores brasileiroscresceu 7,0% em média. Regionalmente, o aumento mais expressivo aconteceu nas regiões Nordeste(16%) e Centro-Oeste (14%).Renda Real Média Mensal (R$)2.0001.500 2000 2010 Edição Agosto | Ano 20121.000 Dados em: R$ * Rendimento real médio mensal de pessoas com 10 anos ou mais, 500 1.254,0 1.340,0 1.048,0 1.514,0 1.575,0 1.293,0 1.431,0 1.392,0 1.586,0 por Grandes Regiões – 2000- 973,0 760,0 881,0 2010. Valores deflacionados com base no INPC setembro de 2010 0 Fonte: IBGE il te te e l te Su st as Elaboração: Ministério da Fazenda es es r No de Br rd O Su - No ro nt 138 Ce
  • 130. Ministério da FazendaMaior acesso a bens duráveis EspecialEm razão de melhorias na renda e de acesso ao crédito, as famílias brasileiras agora possuem maioroportunidade de adquirir bens duráveis. Com efeito, em 2010, cerca de 95% dos domicílios tinhamtelevisão e refrigerador. No entanto, o maior crescimento está relacionado à proporção de domicílios comcomputadores (de 10,6% em 2000 para 38,3% em 2010), seguido por máquinas de lavar (de 32,9% em2000 para 47,3% em 2010).Proporção de Domicílios com Acesso a Bens Duráveis (% do total)100 90 80 70 60 50 2000 Edição Agosto | Ano 2012 40 2010 30 Dados em: % do total 20 * Pesquisa não está disponível 10 para o ano de 2000 87,9 81,4 87,2 95,1 32,9 47,3 83,4 93,7 10,6 38,3 30,7 19,5 32,7 39,5 0 Fonte: IBGE o o ra r rn m ul ra ul a ou de do ic r di sã te co i ic a rt pa de pa * * ar rt a p Rá rr a vi ta et ar Elaboração: Ministério da Fazenda va in in - pa el la le pu à or pa et la qu o óv Ge Te so tad m o icl á us m co M us oc to es u ro ac mp ot Au ic M co M ro 139 ic M
  • 131. Ministério da FazendaTaxa de fertilidade brasileira entre as mais baixas do mundo EspecialCom a queda da taxa de fertilidade ao longo dos últimos anos, a taxa brasileira (1,9) tornou-se tão baixaquanto às observadas nas economias desenvolvidas e dentro da média dos países selecionados no gráfico(1,9) . A taxa de fecundidade da Arábia Saudita (2,8) é o dobro da Coreia do Sul, por exemplo. Taxa de Fecundidade: Comparação Internacional* (número médio de filhos) 3,0 2,5 2,0 Média = 1,9 1,5 Dados em: número médio de filhos Edição Agosto | Ano 2012 1,0 * Os valores são uma média entre os valores verificados entre 2005 0,5 e 2010 e a expectativa para o 1,3 1,4 1,4 1,4 1,5 1,6 1,7 1,9 1,9 1,9 1,9 2,0 2,1 2,1 2,1 2,2 2,3 2,8 período entre 2010 e 2015 0,0 Fonte: IBGE e Nações Unidas Elaboração: Ministério da Fazenda l em o ha lia ia a dá o Su l Au ia lia s U ça Tu s do ia ge ia M a Sa o ita Su i do in in as ic Al pã id ss éc u s an Itá rá an Re ana ud né áb éx rq Ch nt Un Br do ni Rú Ja st Fr C o a Ar in i In ia re doCo 140 ta Ar Es
  • 132. Ministério da FazendaMulheres brasileiras estão tendo filhos mais tarde EspecialA mudança na pirâmide populacional brasileira pode ser parcialmente explicada pela redução da taxa defertilidade observada no país ao longo dos anos. Entre 1940 e 2010, o número médio de crianças por mulhercaiu de 6,2 para 1,9. Além disso, entre 2000 e 2010, a taxa de fertilidade aumentou para as mulheresacima de 25 anos de idade. Isso demonstra que as mulheres passam a ter filhos quando estão mais velhas,momento em que adquirem melhores qualificações profissionais e melhores condições de vida.Brasil: Taxa de Fecundidade (número médio de filhos) e sua Distribuição Relativa (%) Taxa de Fecundidade - 1940-2010 7 6 6,3 5 6,2 6,2 5,8 4,4 4 2,9 3 2,4 1,9 2 1 0 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2010 Taxa de Fecundidade Edição Agosto | Ano 2012 (1940-2010) Idade Distribuição Relativa das Taxas Específicas de Fecundidade 35 29,3 Distribuição Relativa em 2000 30 24,3 25 18,8 18,0 Distribuição Relativa em 2010 20 27,0 24,0 15 17,7 9,9 Dados em: número 10 15,8 médio de filhos 3,0 0,5 5 8,5 2,8 0,4 0 Fonte: IBGE os os os os os os os Elaboração: Ministério da Fazenda an an an an an an an 19 24 29 34 39 44 49 a a a a a a a 15 20 25 30 35 40 45 141
  • 133. Ministério da FazendaTaxa de mortalidade reduziu drasticamente . . . EspecialNa última década, a mortalidade infantil no Brasil atingiu um nível recorde. Entre 2000 e 2010 a taxa caiude 29,7 para 15,6. Tal redução é parcialmente creditada ao maior acesso ao sistema de saúde que ocorreuao longo dos últimos anos. A Região Nordeste é o destaque, com uma queda da taxa de mortalidade infantilde 44,7 em 2000 para 18,5 em 2010, representando uma redução de mais de 50%.Brasil e Grandes Regiões: Evolução da Taxa de Mortalidade Infantil (número de mortes por 1.000 nascidos vivos) Brasil 150 131,2 120 113,9 90 69,1 60 45,2 29,7 15,6 30 0 1960 1970 1980 1990 2000 2010 Edição Agosto | Ano 2012 Taxa de Mortalidade Brasil e suas Macrorregiões (2000 e 2010) Infantil Brasileira 50 Taxa de Mortalidade em 2000 4030 Taxa de Mortalidade em 201020 Dados em: número de mortes10 29,7 15,6 44,7 18,5 29,5 18,1 21,6 14,2 21,3 13,1 18,9 12,6 por 1.000 nascidos vivos 0 Brasil Nordeste Norte Centro-Oeste Sudeste Sul Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda 142
  • 134. Ministério da Fazenda. . . e já é a segunda menor entre os BRICS EspecialA taxa de mortalidade infantil é um importante indicador social pois reflete as condições de vida dapopulação de um país. Apesar de ser alta em comparação aos países desenvolvidos, a taxa de mortalidadeinfantil no Brasil é a segunda menor entre os BRICS.Taxa de Mortalidade Infantil: Comparação Internacional* (número de mortes por 1000 nascidos vivos)60504030 Dados em: número de mortes Edição Agosto | Ano 2012 por 1.000 nascidos vivos20 * Os valores são uma média entre os valores verificados entre 200510 e 2010 e a expectativa para o 2,6 3,4 3,5 3,6 3,7 4,8 5,1 6,6 10,9 12,9 15,4 15,6 17,4 20,8 22,0 50,3 50,4 período entre 2010 e 2015 0 12.9 Fonte: IBGE e Nações Unidas Elaboração: Ministério da Fazenda A ia a o Sa l ita a ric uia l a ão ça lia ha l o dá Su Su i in in di as ic id EU ss an I tá p an na ud éx rq nt Ch Ín Un Br do do Rú Ja Fr m Ca M ge Tu o a ia e Ar in Al ia re Re áb Áf Co 143 Ar
  • 135. Economia Brasileira emPERSPECTIVA Anexo Recentes Medidas de Política Econômica Ministério da Fazenda
  • 136. Ministério da FazendaMedidas recentes - setor automotivo AnexoRecentemente, o Governo Federal anunciou uma nova política de estímulo ao setor automotivo, para oquinquênio 2013 – 2017. Estes incentivos visam desenvolver a inovação e a tecnologia, além de reduzir osefeitos da emissão de gases poluentes.Além disso, a fim de estimular o setor automotivo, um conjunto de medidas financeiras e fiscais foram anunciadas.Medidas Financeiras • Bancos Públicos e privados: Aumento do volume de crédito, Redução do percentual de entrada, Aumento das prestações, Redução das taxas de juros/custo financeiro • Banco Central: Liberação de compulsório para compra de carteira – aumenta crédito e reduz spreadMedidas Fiscais • Redução do IOF para o crédito para pessoa física – de 2,5% para 1,5%. • E redução do IPI conforme quadro abaixo. Edição Agosto | Ano 2012 Redução do IPI De Para No Regime Automotivo 7% 0% Até 1000 cc Fora do Regime Automotivo 37% 30% No Regime Automotivo 11% - 13% 5,5% - 6,5% De 1000cc até 2000cc Fora do Regime Automotivo 41% - 43% 35,5% - 36,5% No Regime Automotivo 4% 1% Utilitários Fonte: Ministério da Fazenda Fora do Regime Automotivo 34% 31% Elaboração: Ministério da Fazenda 146
  • 137. Ministério da FazendaMedidas recentes - bens de capital AnexoMedidas recentes visando a queda do custo do investimento e do preço dos produtos para os consumidores. Alterações nas taxas de juros (ao ano) De Para Exportações Pré – Embarque: Grandes Empresas 9% 8% Ônibus e caminhões* 7,7% 5,5% Máquinas e equipamentos: Grandes Empresas* 7,3% 5,5% Proengenharia* 6,5% 5,5% *Condições válidas até 31 de agosto de 2012 Edição Agosto | Ano 2012 Alterações no Prazo De Para Procaminhoneiro Até 96 meses Até 120 meses Fonte: Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 147
  • 138. Ministério da FazendaMedidas recentes – incidência da taxa de IOF sobre empréstimos externos AnexoO Governo decidiu reduzir o prazo para empréstimos externos sujeitos ao pagamento de IOF de 6 por centode 5 para 2 anos, revertendo a medida tomada em março de 2012, que visava a evitar a apreciação cambialnaquele momento. 19/10/2009 18/10/2010 12/3/2008 4/10/2010 26/7/2011 1/12/2011 29/2/2012 9/3/2012 HOJE Portfólio Renda fixa 1,50% 2,00% 4,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% Títulos de longo prazo 1,50% 2,00% 4,00% 6,00% 6,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% emitidos por empresas Ações 0,00% 2,00% 2,00% 2,00% 2,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Depósitos de margem em 0,38% 0,38% 0,38% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% operações derivativas Empréstimos externos Edição Agosto | Ano 2012 com prazo de até 90 dias 5,38% 5,38% 5,38% 5,38% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 270 dias 0,38% 0,00% 0,00% 0,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 1 ano 0,38% 0,00% 0,00% 0,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 2 anos 0,38% 0,00% 0,00% 0,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 3 anos 0,38% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,00% 6,00% 0,00% 5 anos 0,38% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 6,00% 0,00% Posição vendida Fonte: Ministério da Fazenda 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 1,00% 1,00% 1,00% 1,00% 1,00% Elaboração: Ministério da Fazenda 148 excessiva em BRL
  • 139. Ministério da FazendaDesoneração da folha de pagamentos: perguntas e respostas AnexoO que é a desoneração da folha de pagamento?A desoneração da folha de pagamento é constituída de duas medidas complementares. Em primeiro lugar, o governoestá eliminando a atual contribuição previdenciária sobre a folha e adotando uma nova contribuição previdenciáriasobre a receita bruta das empresas (descontando as receitas de exportação), em consonância com o disposto nasdiretrizes da Constituição Federal. Em segundo lugar, essa mudança de base da contribuição também contemplauma redução da carga tributária dos setores beneficiados, porque a alíquota sobre a receita bruta foi fixada em umpatamar inferior àquela alíquota que manteria inalterada a arrecadação – a chamada alíquota neutra.Esta mudança de base de contribuição é para todas as empresas?Não é para todas as empresas, apenas para aquelas que se enquadrarem nas atividades econômicas ouque fabricarem produtos industriais listados na Medida Provisória, além daquelas já beneficiadas pela Leinº 12.546/2011, que inaugurou a desoneração da folha. Nesses casos, a empresa obrigatoriamente terá depassar a pagar sua contribuição previdenciária sobre a receita bruta oriunda da venda daqueles produtos. Edição Agosto | Ano 2012Qual será a alíquota sobre receita bruta que as empresas enquadradas na Medida Provisória pagarão?Vai depender do setor em que a empresa atua ou o produto que produza.O governo decidiu adotar duas alíquotas diferentes:• 1% para as empresas que produzem determinados produtos industriais (identificados pelo código daTabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI)• 2,0% para as empresas do setor de serviços, como aquelas do ramo hoteleiro, de call center e design Fonte: Ministério da Fazendahouses, e que prestam os serviços de tecnologia de informação e tecnologia de informação e comunicação. Elaboração: Ministério da Fazenda 149
  • 140. Ministério da FazendaDesoneração da folha de pagamentos: perguntas e respostas AnexoA desoneração atinge todas as contribuições sobre a folha? Não. A substituição da base folha pela base faturamento se aplica apenas à contribuição patronal paga pelasempresas, equivalente a 20% de suas folhas salariais. Todas as demais contribuições incidentes sobre a folhade pagamento permanecerão inalteradas, inclusive o FGTS e a contribuição dos próprios empregados parao Regime Geral da Previdência Social. Ou seja, se a empresa for abrangida pela mudança, ela continuarárecolhendo a contribuição dos seus empregados e as outras contribuições sociais incidentes sobre a folha depagamento (como seguro de acidente de trabalho, salário-educação, FGTS e sistema S) da mesma forma quehoje – apenas a parcela patronal deixará de ser calculada como proporção dos salários e passará a ser calculadacomo proporção da receita bruta.O que deve fazer uma empresa que possui apenas parcela da sua receita vinculada aos serviços eprodutos elencados na Medida Provisória? Ela deverá proporcionalizar sua receita de acordo com os serviços/produtos enquadrados e não-enquadradosna Medida Provisória e recolher a contribuição previdenciária em duas guias: uma parcela sobre a receita e Edição Agosto | Ano 2012outra parcela sobre a folha.Como isso funciona na prática? É possível exemplificar?Se, por exemplo, uma empresa tiver 70% de sua receita derivada de produtos enquadrados na Medida Provisóriae 30% de fora, então ela deverá recolher a alíquota de 1% sobre 70% de sua receita e aplicar a alíquotaprevidenciária normal, de 20%, sobre 30% de sua folha salarial. Digamos que a receita de uma empresa nestasituação seja de 1000 e sua folha de salários de 200. Atualmente, essa empresa recolhe 20% de 200, pagando Fonte: Ministério da Fazenda40 de contribuição previdenciária. Pela nova sistemática, ela pagará 19 (1% x 70% x 1000 + 20% x 30% x 200). Elaboração: Ministério da Fazenda 150
  • 141. Ministério da FazendaDesoneração da folha de pagamentos: perguntas e respostas AnexoO que muda no recolhimento da nova contribuição? A contribuição previdenciária das empresas sobre a folha é recolhida, em geral, via Guia da PrevidênciaSocial (GPS), juntamente com a contribuição do empregado, no código 2100.A contribuição sobre a receita bruta das empresas, que agora está sendo estendida para outros setores, érecolhida por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), com os seguintes códigos*:I – 2985: Contribuição Previdenciária Sobre Receita Bruta – Empresas Prestadoras de Serviços de Tecnologiada Informação (TI) e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC);II – 2991: Contribuição Previdenciária Sobre Receita Bruta – Demais.Qual é o objetivo da desoneração da folha?São múltiplos os objetivos. Em primeiro lugar, amplia a competitividade da indústria nacional, por meio daredução dos custos laborais, e estimula as exportações, isentando-as da contribuição previdenciária. Em Edição Agosto | Ano 2012segundo lugar, estimula ainda mais a formalização do mercado de trabalho, uma vez que a contribuiçãoprevidenciária dependerá da receita e não mais da folha de salários. Por fim, reduz as assimetrias natributação entre o produto nacional e importado, impondo sobre este último um adicional sobre a alíquotade Cofins-Importação igual à alíquota sobre a receita bruta que a produção nacional pagará para aPrevidência Social. * Fonte: Ato Declaratório Executivo da Receita Federal do Brasil nº 86, de 1º de dezembro de 2011 Fonte: Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 151
  • 142. Ministério da FazendaDesoneração da folha de pagamentos: perguntas e respostas AnexoTodas as importações terão acréscimo de Cofins? Não, apenas sofrerão cobrança adicional de Cofins as importações dos mesmos produtos industriaisque, no caso de fabricação no país, estiverem tendo sua receita bruta tributada pela nova contribuiçãoprevidenciária. Ou seja, os importados cujos códigos TIPI estejam elencados na Medida Provisória. Porexemplo: uma peça de confecção produzida no Brasil terá sua receita bruta auferida no mercado domésticotributada em 1% pela contribuição previdenciária; e uma peça de confecção importada terá uma alíquotaadicional de 1% na Cofins-importação.Como a União fará a compensação para o Fundo de Previdência Social? A legislação estabelece que a União compensará o Fundo do Regime Geral de Previdência Social no valorcorrespondente à estimativa de renúncia previdenciária decorrente da desoneração, conforme previsto naLei de Responsabilidade Fiscal, de forma a não afetar a apuração do resultado financeiro do Regime Geralde Previdência Social. Edição Agosto | Ano 2012Como ter certeza de que os impactos fiscais e econômicos esperados vão ocorrer na prática?Para avaliar os resultados econômicos e os impactos fiscais da medida, o governo está constituindo umaComissão Tripartite que terá a participação de membros do governo, representantes de trabalhadores edos empresários. Fonte: Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda 152
  • 143. Ministério da FazendaPolítica industrial de desoneração da folha de pagamentos Anexo Antes Benefício Fiscal Anualizado da Setores Econômicos (FP = Folha de Depois da MP Mudança de Contribuição Pagamento) 563/2012 (R$ milhões) Têxtil 20% FP 1,00 % 550 Vestuário 20% FP* 1,00 % 385 Couro e Calçados 20% FP* 1,00 % 632 Mobiliário 20% FP 1,00 % 209 Produtos de Matérias Plásticas 20% FP 1,00 % 530 Material Elétrico 20% FP 1,00 % 372 Bens de Capital – Mecânica 20% FP 1,00 % 1.254 Indústria de Ônibus 20% FP 1,00 % 77 Automóveis – Partes e Peças 20% FP 1,00 % 1.130 Indústria Naval 20% FP 1,00 % 145 Edição Agosto | Ano 2012 * Entre dezembro e julho Indústria de Aviação 20% FP 1,00 % 225 de 2012 teve alíquota Hotéis 20% FP 2,00 % 216 de 1,5% da Receita Bruta Tecnologia de Informação 20% FP** 2,00 % 1.171 ** Entre dezembro e julho de 2012 teve alíquota de 2,5% Call Centers 20% FP 2,00 % 312 da Receita Bruta Design Houses (chips) 20% FP 2,00 % 4 Fonte: Ministério da Fazenda Total – – 7.214 Elaboração: Ministério da Fazenda 153
  • 144. Ministério da FazendaMedidas emergenciais Anexo Medidas emergenciais Resoluções CMN Estiagem Enchentes Medidas em 2012 Sul Nordeste NorteLinha emergencial de crédito Resolução nº 4.049, dePROCAP-AGRO 26/1/2012 Resoluções nº 4.047 e nº 4.048Prazo adicional para pagamento Resoluções nºs 4.066 e 4.067,e renegociação de operações de de 12/4/2012, e 4.083 e 4.082,crédito rural (PSI) de 22/5/2012 Resolução nº 4.070, de Edição Agosto | Ano 2012 26/4/2012Linha especial de crédito de investimento Resoluções nºs 4.075, 4.076 ecom recursos do FNO, para a região norte, e 4.077, de 4/5/2012, e 4.078,do FNE, para a Região Nordeste 4.079 e 4.080, de 22/5/2012Linha especial de crédito de investimentopara produção de alimentos do Programa Resolução nº 4.081, deMais Alimentos/PRONAF – estiagem, seca, 22/5/2012excesso de chuvas, enchente e enxurrada 154
  • 145. Ministério da FazendaCompras governamentais: PAC equipamentos Anexo % Valor (R$ Equipamentos Quantidade Destinação Produção milhões) semestre Equipar as Forças Armadas e para Estados e Caminhões 8.000 unidades 2.280,20 8,40% Municípios com problemas climáticos (seca etc.) Aumentar a produtividade da agricultura Patrulha Agrícola 3.000 unidades 870 20% dos Municípios Retroescavadeiras 3.591 unidades 650 48% Melhorar as estradas vicinais e o escoamento da produção dos Municípios Motoniveladoras 1.330 unidades 638,6 66% Edição Agosto | Ano 2012 Perfuratrizes 50 unidades 13,5 Perfuração de poços para região da seca Furgão: Ambulância 2.125 unidades 326,3 Sistema Único de Saúde 12% Furgão: Unidade 1.000 unidades 154,2 Sistema Único de Saúde Odonto Móvel 155
  • 146. Ministério da FazendaCompras governamentais: PAC equipamentos Anexo % Valor (R$ Equipamentos Quantidade Destinação Produção milhões) semestre Trens Urbanos 160 vagões 721 CBTU e Transurb Motocicletas 500 unidades 22,3 Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal Blindado Guarani 40 unidades 342,4 Defesa 100% Veículo Lançador de 30 unidades 246 Defesa 100% Míssil - ASTRO 2020 Edição Agosto | Ano 2012 Ônibus 8.570 unidades 1.714,00 Programa Caminho da Escola 36% 3.000.000 Mobiliário Escolar 456 Equipar as escolas 20% unidadesTotal Compras 8.434,50Adicional 6.611,00 156
  • 147. Ministério da FazendaCompras governamentais: margens de preferência Anexo Equipamentos e Materiais Hospitalares Valor anual estimado Margens de preferência Prazo de vigência de comprasAlta complexidade tecnológica 25%Média-Alta complexidade tecnológica 20% Até 30 Jun 2017 R$ 2,0 bilhõesMédia-Baixa complexidade tecnológica 15% Edição Agosto | Ano 2012Baixa complexidade tecnológica 8% 157
  • 148. Ministério da FazendaProrrogação da redução da alíquota do IPI Anexo Redução do IPI da Linha Branca Prorrogação até 31 de agosto de 2012 Alíquota Normal Alíquota ReduzidaFogão 4% 0%Tanquinho 10% 0%Refrigerador e Congelador 15% 5%Máquina de Lavar Roupa 20% 10% IPI Móveis, Laminados PET, Luminárias e Painéis Prorrogação até 30 de setembro de 2012Móveis 5% 0%Laminados PET 15% 0% Edição Agosto | Ano 2012Luminárias 15% 5%• REDUÇÃO DA PIS/COFINS DE MASSAS ALIMENTÍCIAS:A MP 574, de 28/06/2012, prorrogou a redução a zero de PIS/COFINS para massas alimentícias até31 de dezembro de 2012. 158
  • 149. Ministério da FazendaPAC mobilidade – médias cidades: mais qualidade para o transporte urbano AnexoObjetivo: • Recursos disponíveis de R$ 7 bilhões para fomentar ações estruturantes para o sistema de transporte coletivo urbano por meio de qualificação e ampliação da infraestrutura de mobilidade urbana.Quem pode pleitear? • Municípios com mais de 250 mil e menos de 700 mil habitantes (IBGE 2010) e Governos Estaduais, sempre com a anuência dos municípios envolvidos.Municípios aptos: AC: Rio Branco; AP: Macapá; BA: Feira de Santana, Vitória da Conquista; CE: Caucaia; ES: Vila Velha, Serra, Cariacica, Vitória; GO: Aparecida de Goiânia, Anápolis; MG: Contagem, Uberlândia, Juiz de Fora, Betim, Montes Claros, Ribeirão das Neves, Uberaba, Governador Valadares; MT: Cuiabá, Edição Agosto | Ano 2012 Várzea Grande; PA: Ananindeua, Santarém; PB: Campina Grande; PE: Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Caruaru, Paulista, Petrolina; PR: Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu; RJ: Niterói, Belford Roxo; RJ: Campos dos Goytacazes, São João de Meriti, Petrópolis, Volta Redonda; RN: Mossoró; RO: Porto Velho; RR:Boa Vista; RS: Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Gravataí; SC: Joinville, Florianópolis, Blumenau; SE: Aracaju; SP: Santo André, Osasco, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Sorocaba, Santos, Mauá, São José do Rio Preto, Mogi Fonte: Ministério do Planejamento das Cruzes, Diadema, Jundiaí, Carapicuíba, Piracicaba, Bauru, São Vicente, Itaquaquecetuba, Gestão e Orçamento Franca, Guarujá, Taubaté, Limeira, Suzano, Praia Grande. Elaboração: Ministério da Fazenda 159
  • 150. Ministério da FazendaGlossário - Instituições Glossário ABAL Associação Brasileira do Alumínio FGV Fundação Getúlio Vargas MMA Ministério do Meio Ambiente Federação das Indústrias do ANA Agência Nacional de Águas FIESP MME Ministério de Minas e Energia Estado de São Paulo Associação Nacional dos Fabricantes de National Association of Security Dealers ANFAVEA FMI Fundo Monetário Internacional NASDAQ Veículos Automotores Automated Quotation Organização para a Cooperação e BASA Banco da Amazônia FUNAI Fundação Nacional do Índio OCDE Desenvolvimento Econômico Fundação Centro de Estudos do BB Banco do Brasil FUNCEX Comércio Exterior OGU Orçamento Geral da União BIS Banco de Compensações Internacionais IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ONU Organização das Nações Unidas BM&F Bolsa de Valores de São Paulo INPE Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais SFB Serviço Florestal Brasileiro BOVESPA BNB Banco do Nordeste IPEA O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada STN Secretaria do Tesouro Nacional Edição Agosto | Ano 2012 Banco Nacional de Desenvolvimento Ministério da Agricultura, Pecuária e BNDES MAPA UE União Europeia Econômico e Social Abastecimento Conferência das Nações Unidas para Comércio CMN Conselho Monetário Nacional MCTI Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação UNCTAD e Desenvolvimento Departamento de Agricultura dos CNI Confederação Nacional da Indústria MDA Ministério do Desenvolvimento Agrário USDA Estados Unidos Ministério do Desenvolvimento Social e CONAB Companhia Nacional de Abastecimento MDS Combate à Fome EPE Empresa de Pesquisa Energética MF Ministério da Fazenda 160
  • 151. Ministério da FazendaGlossário - Termos Glossário BACEN Banco Central do Brasil IGP-M Índice Geral de Preços do Mercado PME Pesquisa Mensal de Emprego Índice Nacional de Custo da Construção Civil - BRICS Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul INCC-DI Disponiblidiade Interna PMI Purchasing Managers Index Cadastro Geral de Empregados e IOF Imposto Sobre Operações Financeiras PNAD Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios CAGED Desempregados Índice de Preços ao Produtor Amplo - Programa Nacional de Fortalecimento da CDS Credit Default Swap IPA-DI PRONAF Disponibilidade Interna Agricultura Familiar CRB Commodity Research Bureau IPC-BR Índice de Preços ao Consumidor Programa Nacional de Acesso ao Ensino PRONATEC Técnico e Emprego CRI Certificado de Recebível Imobiliário IPCA Índice de Preços ao Consumidor Amplo RMV Renda Mensal Vitalícia DPF Dívida Pública Federal IPI Imposto Sobre Produtos Industrializados Selic Sistema Especial de Liquidação e Custódia DPMFi Dívida Pública Mobiliária Federal Interna TR Taxa de Referência ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial FBCF Formação Bruta de Capital Fixo UHE Usina Hidrelétrica Edição Agosto | Ano 2012 LOAS Lei Orgânica da Assistência Social FED Federal Reserve WEO World Economic Outlook/FMI FIDC Fundo de Investimento em Direitos Creditórios PAA Programa de Aquisição de Alimentos FIP Fundo de Investimento em Participações PAC Programa de Aceleração do Crescimento IED Investimento Estrangeiro Direto PDE Plano Decenal de Expansão de Energia Índice Geral de Preços - PIB Produto Interno Bruto IGP-DI Disponibilidade Interna 161
  • 152. Ministério da FazendaPresidente da República: Dilma Vana RousseffMinistro da Fazenda: Guido MantegaSecretário Executivo: Nelson BarbosaSecretário de Política Econômica: Márcio HollandChefe de Gabinete: Marcelo FicheProdução e ExecuçãoSecretaria de Política EconômicaConselho EditorialCleomar GomesFabio GranerJosé Gilberto Scandiucci FilhoLígia OurivesSuporte Técnico ArteAssessoria de Assuntos Econômicos do Gabinete do Ministro Projeto Gráfico: Viviane Barros Edição Agosto | Ano 2012Assessoria de Comunicação Social do Gabinete do Ministro - ACS Arte da capa e entre capítulos: André Nóbrega Ministério da FazendaSecretaria de Assuntos Internacionais - SAIN Diagramação: Alline Luz , Évelin Paim e Viviane BarrosSecretaria de Acompanhamento Econômico - SEAE Estagiários de Design: Letícia Lopes e João Vítor CorrêaSecretaria do Tesouro Nacional - STNServiço Federal de Processamento de Dados - SERPRO www.fazenda.gov.br Finalizado em 17 de agosto de 2012Disponível em: http://www.fazenda.gov.br/ebp 162