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Informática concurso

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538 062012 tj_al_informatica_apostila 538 062012 tj_al_informatica_apostila Document Transcript

  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Capítulo I Introdução ao Processamento de Dados (IPD) Nesta apostila, temos a intenção de irmos passo a passo desvendando com você as minúcias da informática, desmistificando temores, quebrando barreiras e saboreando paulatinamente o suave gosto do aprender. A informática passou a ser explorada, e virou foco de todas as atenções porque hoje é impossível viver longe dela. Ao acordarmos, geralmente o que nos desperta é um rádio relógio, lá tem um chip. Vamos à cozinha e esquentamos o café no microondas, também tem um chip. Usamos nosso carro com injeção eletrônica, outro chip. E durante nosso dia a dia temos muitos outros exemplos, como o caixa eletrônico do banco, a internet, o dvd e etc.... É um mundo um pouco diferente? É um mundo técnico, porém próximo da nossa realidade e fácil de ser decifrado, só basta querer. Vamos parar de fugir da informática e fazer dela uma aliada na nossa luta por uma aprovação em um concurso? 1. Introdução: 1.1 Processamento de Dados: O Processamento de dados é o ato de transformar dados (pergunta) em informações (resposta). É o processo de receber dados, manipulá-los e produzir resultados plausíveis dentro de um determinado contexto, ao que chamamos de informações. Para que os dados sejam transformados em informações, ou seja, para que aconteça o processamento, é necessário que o processamento passe pelas seguintes etapas: Entrada de Dados Processamento de Dados Saída de Informações E o que é então essa tal de Informática? Informática é a ciência que estuda o processamento dos dados. É a ciência que estuda como os dados são recebidos, processados e armazenados, buscando sempre meios para obter maior rapidez e segurança para as informações geradas através do mesmo. E o computador? Que monstro é esse? O computador é uma máquina que realiza processamento de dados em um menor espaço de tempo e com maior segurança, auxiliando, com isso, a informática. Outro conceito muito utilizado é: o computador é um equipamento capaz de obedecer as instruções, que alterem seus dados da maneira 1
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia desejada, e de realizar pelo menos algumas dessas operações sem a intervenção humana. 1.2 Histórico dos Computadores Os modernos chips dos computadores que usamos hoje não surgiram de uma hora para outra, eles são frutos de séculos de evolução e devem sua existência ao trabalho de inventores geniais. A história da computação começou com o ábaco usado desde 2000 a.C. Ele é um tipo de ―computador‖ em que se pode ver claramente a soma nos fios. Anos depois Blaise Pascal, matemático e físico francês, inventou a primeira calculadora mecânica em 1642, a quem chamou de Pascaline. A calculadora trabalhava perfeitamente na transferência dos números da coluna de unidades para a coluna das dezenas, por meio de um dispositivo semelhante a um velocímetro do automóvel. Nos anos que se seguiram, vários projetos foram feitos com intuito de aperfeiçoar a primeira calculadora. Entretanto, nada de significativo aconteceu, até que Babbage e Ada Lovelace começaram a analisar o problema. Em 1822, Babbage apresentou o primeiro modelo de uma máquina de ―diferença‖, capaz de fazer cálculos necessários para elaborar uma tabela de logaritmos. Grande parte da arquitetura lógica e da estrutura dos computadores atuais provém dos projetos de Charles Babbage, que é lembrado como um dos fundadores da computação moderna. Depois, surgiram várias outras invenções que foram se aperfeiçoando ao longo do tempo, até que em 1946 foi inventado o primeiro computador eletrônico de grande porte, o Eniac (Eletronic Numeric Integrator and Calculator). Ele foi construído com o intuito de ajudar o Exército Americano na Segunda Guerra Mundial, pois apesar de não poder armazenar programas e nem um grande número de dados, ele podia calcular a trajetória ou ângulo de uma bomba em aproximadamente 20 segundos, tinha uma freqüência de clock de 2.25 Mhz (os micros de hoje chegam a 3.2 GHZ, ou seja, mil vezes mais rápido e bem menores). Foi desenvolvido pela universidade da Pensilvânia, apresentava aproximadamente 18 mil válvulas, ocupava o espaço de uma sala e seu peso aproximado era de 30 toneladas. Origem dos Computadores: a) Àbaco: foi criado para realizar operações de soma e subtração. b) Napier’s: tabelas móveis de multiplicação feitas, em marfim, por John Napier. c) Régua de Cálculo: criada por William Oughed, régua de cálculo com forma circular. d) Primeira Máquina de Calcular (Pascaline): criada por Blaise Pascal, a primeira calculadora mecânica que realizava somas e subtrações na base numérica decimal. e) Máquina de Calcular de Leibnitz: inventada por Gottfried Wilhelm Von Leibnitz ,permitia realizar cálculos – além da soma e da subtração – de multiplicação e divisão. Essa máquina apresentava imprecisão em seus cálculos e por isso, às vezes, era desconsiderada. f) Máquina de Mathieu Hanh: criada por Mathieu Hanh, foi considerada a primeira calculadora capaz de realizar as quatro operações elementares. 2
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia g) Máquinas Automáticas de Charles Babbage:  Máquina Diferencial: muito complexa e de grande porte, capaz de calcular tábuas de logaritmos e resolver polinômios.  Máquina Analítica: aplicável a qualquer tipo de cálculo. Era constituída por um conjunto de engrenagens, constituídas de várias rodas dentadas de diâmetros diferentes, articuladas num cilindro, e vários cilindros articulados, que permitiriam a multiplicação e a divisão por potências de 10. É considerada a precursora dos computadores eletrônicos. h) Máquina de Leon Bollee: máquina de multiplicar projetada para realizar esta operação sem recorrer à repetição de adições. i) Máquina de Censo de Herman Hollerith: foi criada para solucionar os problemas de censo nos Estados Unidos . Constituída de uma série de tabuladoras elétricas, que faziam a computação de dados obtidos através de cartões perfurados. j) Mark I (Relés): era uma máquina que substituía as engrenagens dentadas de Babbage para representar os números por combinações de chaves operadas eletricamente, denominadas de relés eletromecânicos. Foi o primeiro computador totalmente automático, porém era muito lento. Geração dos Computadores Evolução dos Computadores Eletrônicos: a) Primeira Geração (1951 – 1958): computadores que tinham por elemento construtor a válvula. Exemplos: UNIVAC (primeiro computador a ser comercializado) e o ENIAC (primeiro computador eletrônico/digital). b) Segunda Geração (1959 – 1965): computadores à transistores. Eram mais compactos, mais rápidos e mais baratos em relação aos antecessores. Já ao final dos anos 50, todos os computadores eram construídos com transistores, passaram a ser fabricados em série e a serem usados em aplicações não militares A industria de computadores começou a crescer, dando origem ao desenvolvimento dos grandes gigantes da informática mundial, como a IBM. Exemplo: TX-0 (utilizou tudo de raios catódicos e caneta ótica). c) Terceira Geração (1965 – 1969): computadores que trabalhavam com CI (Circuito Integrado – é um circuito eletrônico completo, onde é colocada uma pequena pastilha de silício de cerca de 0,25 centímetros quadrados). Ao mesmo tempo em que os computadores transistorizados eram cada vez mais utilizados em todo o mundo, outro grande avanço tecnológico ocorria: A corrida espacial. Americanos e Soviéticos, lançavam seus foguetes rumo ao espaço. A miniaturização de computadores era ainda mais importante. A NASA (Agência Espacial Norte Americana), gastou bilhões de dólares com seu 3 View slide
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia programa espacial, e contratou empresas fabricantes de transistores para que realizassem uma miniaturização ainda maior. Basicamente, um circuito integrado é um pequeno componente eletrônico que possui em seu interior, centenas, ou até milhares de transistores. Esses computadores já suportavam a multiprogramação. Exemplos: IBM/360 e Burroughs B 3500. d) Quarta Geração (1970 em diante): computadores com CHIP LSI (Circuito Integrado em lagar escala – 1970) e CHIP VLSI (Circuito Integrado em muito larga escala – 1975). 1.3 BITS E BYTES Na natureza, as informação podem assumir qualquer valor compreendido em um intervalo de - ∞ a + ∞. Você consegue distinguir, por exemplo, um som mais alto do que outro. Esse tipo de informação é conhecido como informação analógica. Na hora da construção de circuitos eletrônicos para o processamento de informações, a utilização de informações analógicas tornou-se um grande problema. Imagine um determinado circuito eletrônico comunicando-se com outro à distância, se ambos permitissem informações analógicas, quando um enviar um determinado valor e, no caminho, ocorrer um problema qualquer, como por exemplo uma interferência eletromagnética, a informação chegará alterada e o receptor não terá como verificar se a informação que chegou é verdadeira ou não. Como aceita qualquer valor, se em vez de ―12‖, chegar o valor de ―11‖, o receptor terá de aceitá-lo como verdadeiro. Sendo assim, nenhum dispositivo eletrônico conseguiria funcionar corretamente. Dispositivos eletrônicos para o processamento de informações trabalham com um outro sistema numérico: o sistema binário. No sistema binário, ao contrário do sistema decimal, só há dois algarismos: ―0‖ e ―1‖. No entanto há uma grande vantagem: qualquer valor diferente desses será completamente desprezado pelo circuito eletrônico, gerando confiabilidade e funcionalidade. Como o sistema binário representa o estado de um dedo recolhido na mão (0) ou esticado (1), por vezes o chamamos de sistema digital. Cada algarismo binário (um ―0‖ ou um ―1‖) é chamado de bit (contração de Binary Digit). O problema é que com apenas um dígito binário para representar uma letra, número ou símbolo, só poderíamos fazer duas representações. Isso significa que poderíamos representar o A por 0 e o B por 1. Porém temos bem mais a representar que o A e o B, e temos também números e símbolos para serem representados. O sistema decimal só trabalha com 10 dígitos, do 0 ao 9, sendo assim, só poderíamos fazer 10 representações. Mas podemos fazer combinações com esses dígitos para fazer mais representações, fazendo uma analogia, podemos fazer combinações entre os dígitos 0 e 1 para poder representar todos os caracteres, ou seja, todas as letras, números e símbolos. O problema era saber quantos dígitos eram necessários em uma combinação. Existe uma fórmula que diz que o número de representações que podemos fazer em um determinado sistema é igual à base do sistema elevada ao número de dígitos para cada representação. Por exemplo, do 00 ao 99 existem 100 representações, isso porque como o sistema é decimal e estamos utilizando dois dígitos para cada representação, a quantidade de representações possíveis será igual a 102 que é igual a 100. Para representarmos todos os caracteres e mais as teclas de função, necessitamos fazer cada representação com uma combinação de 8 dígitos. Como o sistema é o binário e utilizaremos 8 dígitos 4 View slide
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia em cada representação, poderemos fazer 28 representações, ou seja, 256. sendo assim, o número máximo de teclas em um teclado será de 256, muito superior ao que temos hoje em dia. A essa combinação de 8 bits damos o nome de Byte – Binary Term. Então: Bit é um dígito binário considerado como a menor unidade de informação tratada pelo computador e que representa a oitava parte (ou 1/8) de um caractere ou de um Byte. Byte é um conjunto de 8 bits que representa um caractere. Binary Digit – Bit 1 0 0 1 0 1 Binary term – Byte 1 1 A essa linguagem utilizada pelos computadores, chamamos de Linguagem de Máquina. 1.4. SISTEMAS Iremos estudar nesse tópico, os 4 principais sistemas utilizados no mundo da informática: a) Sistema Binário (base 2): Trabalha com dois dígitos (0 e 1). b) Sistema Octal (base 8): Trabalha com 8 dígitos (0, 1,2,3,4,5,6, 7). c) Sistema Decimal (base 10): Trabalha com 10 dígitos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9) d) Sistema Hexadecimal (base 16): Trabalha com 16 dígitos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9, A,B,C,D,E,F). Base Hexadecimal: Como você pode observar cada algarismo hexadecimal estará sempre representando 4bits. Assim, F12AC é um número de 20 bits, como 129D3E12 é um número de 32 bits. A adoção da base hexadecimal para representação de números que estão sendo manipulados em binários, foi importante pela praticidade que ela representa, já que é muito mais fácil para o programador trabalhar com números em hexadecimal do que em binário. Assim, a possibilidade de erros por parte do operador diminui bastante. Em hexadecimal, cada número de 32 bits tem somente oito algarismos, tornando o trabalho de representação muito mais fácil, e seguro. Trabalhando com números binários, há uma facilidade bem maior de r trocar um ―0‖ por um ―1‖ em algum momento. Valor Decimal 0 1 2 3 4 Valor Binário 0000 0001 0010 0011 0100 Valor Hexadecimal 0 1 2 3 4 5
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 0101 0110 0111 1000 1001 1010 1011 1100 1101 1110 1111 5 6 7 8 9 A B C D E F O problema surgiu então: ―como distinguir em que base o número estava sendo representado?‖ Dessa forma, precisaremos ter algum indicador de base numérica. Em informática, o mais comum é usar o símbolo ―$‖ (dólar) ou a letra ―b‖ para números em binário, a letra ―h‖ para números em hexadecimal, a letra ―o‖ para os números em octal e a letra ―d‖ para os números em decimal. Transformações: Matematicamente escrevemos um número em função da potência da sua base. Sendo assim: a) Transformando Binário em Decimal 01011b = 1 X 20 = 1 1 X 21 = 2 0 X 22 = 0 1 X 23 = 8 0 X 24 = 0 ___________ 11d b) Transformando Octal em Decimal 562o = 2 X 80 = 2 6 X 81 = 48 5 X 82 = 320 370d c) Transformando Hexadecimal em Decimal 1BCh = 12 x 160 = 12 11 X 161 = 176 1 X 162 = 256 444 d d) Transformando Decimal em Binária 6
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 12d = 12 / 2 0 6/2 0 3/2 1 1 1100b e) Transformando Decimal em Octal 1543d = 1543/ 8 7 192/8 0 24/8 0 3 3007O f) Transformando Decimal em Hexadecimal 960 = 960/ 16 0 60 / 16 12 3 3C0h g) Transformando Binária em Octal Primeiramente, divide-se o número em grupos de 3 dígitos, da direita para a esquerda. No caso do último grupo faltar dígitos, completa-se com 0. Depois, converte-se o grupo de 3 dígitos ao correspondente em octal, baseado na tabela de equivalência. TABELA DE EQUIVALÊNCIA DOS SISTEMAS DECIMAL 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 BINÁRIO 0 1 10 11 100 101 110 111 1000 1001 1010 OCTAL 0 1 2 3 4 5 6 7 10 11 12 HEXADECIMAL 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A 7
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 11 12 13 14 15 1011 1100 1101 1110 1111 13 14 15 16 17 B C D E F h) Transformando Binária em Hexadecimal Primeiro, divide-se o número em grupos de 4 dígitos, da direita para esquerda. No caso do último grupo falta dígitos completa-se com 0. Feito isso, converte-se o grupo de 4 dígitos ao correspondente em hexadecimal, baseado na tabela acima. i) Transformando Octal em Binária Basta converter cada dígito em seu correspondente no sistema binário em grupos de três dígitos, completando com 0 se for necessário. Observe que o primeiro grupo da esquerda, não precisa ser completado com 0. j) Transformando Hexadecimal em Binária Basta converter cada dígito em seu correspondente em sistema binário em grupo de quatro dígitos, completando com 0 se for necessário. O primeiro grupo da esquerda, não precisa ser completado com 0. l) Transformando Octal em Hexadecimal Nesses casos o aconselhável é transformar de octal para binário e depois de binário para hexadecimal. m) Transformando Hexadecimal em Octal É o mesmo raciocínio do anterior, mas, primeiramente, converteremos hexadecimal em binário e depois binário para octal. 1.5 Elementos do Sistema Computacional a) Hardware – Constitui-se de toda a parte física do computador. Tudo aquilo que é tangível. Tudo o que pode ser tocado. b) Sofware – Constitui-se de toda a parte lógica do computador. Tudo aquilo que é intangível. São as ―regras‖ determinantes do processamento dos dados. c) Peopleware – Todo os usuários do sistema, sejam eles usuários comuns, ou profissionais da área. 8
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Capítulo II Hardware 1. HARDWARE 1 Gabinete – É a caixa metálica (ou de PVC) que abriga os demais componentes do computador. O tipo mais comum é o minitorre, mas existem outros tipos no mercado, com o torre média, o ―slim‖ e o ―torre full‖. O micro deve ter sempre um modelo de gabinete compatível com o layout da placa mãe. Se a placa mãe for ATX, o gabinete será ATX; se a placa mãe for AT, o gabinete será AT, o mesmo ocorrendo para outros formatos. Já aqui, junto com a concepção de gabinete, estudaremos dois conceitos importantíssimos para o bom funcionamento do computador. São eles: a) Alimentação – Os equipamentos eletrônicos, para funcionarem, precisam ser alimentados por uma tensão contínua, porém a tensão fornecida pela rede elétrica comercial é alternada. Sendo assim, tornara-se necessário um dispositivo que fizesse as transformações elétricas necessárias, esse dispositivo é a ―fonte de alimentação‖. A fonte de alimentação é normalmente vendida junto com o gabinete do micro, dessa forma, o formato físico da fonte varia de acordo com o tipo de gabinete, (gabinete AT, tem fonte AT; gabinete ATX tem fonte ATX). b) Ventilação – Com os processadores existentes hoje no mercado, o conceito de ventilação tornou-se extremamente importante, visto que a quantidade de calor liberada por eles é muito grande, então se não houver uma refrigeração adequada dos componentes (não é apenas o processador que libera muito calor, o chipset, o processador da placa de vídeo e o disco rígido também) muitos problemas podem ser gerados, como até mesmo a queima dos componentes. Alguns sintomas básicos de que a ventilação não está adequada são travamentos e resets aleatórios da máquina. Na refrigeração usamos basicamente dois componentes Dissipador – Pedaço de metal preso sobre o processador. A idéia é usar a condução térmica. Para que o encaixe entre o processador e o dissipador fique perfeito, deve-se usar um composto térmico entre eles, como por exemplo, a posta térmica. Ventoinha – Espécie de hélice que troca o calor do dissipador de calor com o ar, jogando nele o calor gerado pelo processador. Ventilação interna do PC – Como o calor gerado pelos componentes é trocado com o ar, isso aquece o ar existente dentro do gabinete, e se ele não for renovado ocorrerá o superaquecimento do micro e nós já vimos acima o perigo desse aquecimento. Dessa forma a ventilação interna do micro é feita pelo ventilador da fonte. A CPU (Central Processing Unit ) ou UCP (Unidade Central de Processamento ) é o verdadeiro cérebro do computador. As funções reais da CPU são: realizar operações aritméticas, operações com grandezas de altíssimas velocidades e armazenar informações em memória. A CPU é conectada a 9
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia um dispositivo chamado placa mãe (motherboard ), nesse dispositivo ela é encaixada em um local chamado de soquete, se for antes do modelo de CPU Pentium II e de Slot , se for para Pentium II ou posteriores. O ciclo de instruções realizados na CPU é: a) Realizar a operação de leitura, ou seja , buscar uma instrução em memória ; b) Interpretar a operação de instrução ; c) Buscar dados para CPU processar; d) Realizar a operação com dado, guardando o resultado no local determinado na instrução. Temos vários tipos e modelos de processadores no mercado que diferem ente si pela capacidade e velocidade de processamento, pela manipulação de dados gráficos e etc. Ao gabinete são conectados os periféricos, ou dispositivos de entrada e saída de informações. Essa ligação é feita por meio das chamadas portas. Temos 4 tipos de portas :  Porta paralela – Interface para conectar dispositivos externos como impressoras, scanners e gravadores de CD.  Porta Serial - Interface de conexão que transmite informações em série para a CPU , usado por mouses e modens .  Porta PS/2 – Interface de conexão para teclado ou mouse .  Porta USB – (Universal Serial Bus) É um novo padrão, utilizar para conectar uma série de novos equipamentos. Passou a ser utilizado a partir do Windows 98. Permite conexão de equipamentos ao micro , mesmo este já estando ligado. 1.6.2 Periféricos 1.6.2.1 De entrada (Input Drive ) tem a função de levar até CPU dados que possam ser entendidos por esta .  Teclado É o equipamento mais conhecido para a entrada de dados. Quando uma tecla é pressionada, o teclado envia um código eletrônico ao computador, que interpreta o sinal e mostra o caractere correspondente na tela. Os teclados normalmente são divididos em três partes: a)Teclado Numérico  composto pelos números e pelas teclas de movimentação. b)Teclado Alfanumérico  compostos pelas letras, números e mais as teclas: ESC, CTRL, ALT, CAPS LOCK, SHIFT, TAB, BACKSPACE, e BARRA DE ESPAÇO. c)Teclado de funções formado pelas teclas F1 a F12. Principais teclas : a) ESC- cancela a operação. Em alguns casos, a tecla ESC assume a operação de finalização de um programa. b) F1 a F14 – são as chamadas ―teclas de função‖. Estas funções são definidas através de programação. c) TAB – insere um número fixo caracteres em branco em um documento. Permite que o cursor ―pule‖ cinco posições de uma única vez. d) CAPS LOCK – fixa as letras maiúsculas. Para desativar basta pressionar CAPS LOCK mais uma vez . 10
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia e) SHIFT – localiza-se nos dois extremos do teclado e é utilizada para se produzir às letras maiúsculas ou então os caracteres da parte de cima das teclas que possuem dois símbolos . f) CTRL – é denominada ―Tecla de Controle‖. Não possui uma utilização quando pressionada separadamente. O seu funcionamento sempre será em conjunto com outras teclas, e depende do programa que está sendo utilizado. g) ALT – conhecida como ―tecla alternante‖, ou seja, ―tecla de alternação‖. O seu funcionamento é semelhante à tecla CTRL, pois sozinha ela não possui um funcionamento específico, embora nos programas para Windows ao ser pressionada , acione a barra de menu . h) PRIT SCREEN – no Windows, essa tecla captura o conteúdo da tela e armazena temporariamente na área de transferência. i) SCROLL LOCK – possui um funcionamento muito raro. A utilização dessa tecla é para se conseguir um deslocamento de uma determinada tela no monitor de vídeo.Para desativá-la, basta pressioná-la novamente. j) PAUSE – permite efetuar uma pausa em uma determinada listagem de arquivos, na execução de um programa ou até mesmo na verificação do conteúdo de um arquivo extenso. Após pressionar a tecla, a informação é congelada na tela, e para que se retorne o processo, é necessário o pressionamento de qualquer tecla. k)INSERT- conhecida como tecla de inserção .Tem a finalidade de alternar entre o modo de inserção e sobreposição, ou seja, permitir que sejam inseridos caracteres em um determinado texto e que todos os caracteres à direita da posição do cursor sejam também sejam deslocados para o mesmo sentido ou permitir a sobreposição de caracteres, fazendo com que os caracteres anteriores sejam apagados à medida em que forem sendo digitados os novos . l) DELETE – permite eliminar o caractere que estiver à direita do cursor. m)PAGE UP – permite que se desloque o visor da tela a uma série de linhas, conseqüentemente, a informação que estiver na tela efetuará o processo contrário, isto é, se você estiver na página 8 de um texto e desejar pular para página 7, pressione a tecla PAGE UP por algumas vezes, que logo será alcançada a determinada página. Com este procedimento, o texto sofrerá um deslocamento para baixo . n)PAGE DOWN – tem um funcionamento semelhante à tecla PAGE UP , mas com sentido do deslocamento variando para baixo, e conseqüentemente, trazendo o texto para cima . o)NUM LOCK – permite a alteração entre o teclado numérico e o teclado de operações e setas. p)ENTER- é a mais importante do teclado , pois é ela que envia a mensagem digitada para o computador processar a informação , e assim , retornar o resultado desejado .Esta tecla deve ser pressionada toda vez que uma instrução ou linha de comando for finalizada. Após o pressionamento da tecla ENTER o computador processará a informação e retornará uma outra informação . Quando estiver utilizando um processador de texto, a tecla ENTER tem a função de finalização de parágrafo , levando o cursor a se posicionar no início da próxima linha . q)BACKSPACE – permite que se apague o caractere imediatamente anterior à posição do cursor.  Mouse É um equipamento de entrada de dados capaz de reproduzir na tela do computador movimentos gerados pela rotação de uma pequena esfera situada em sua base. Funções do mouse (padrão) : a) 1 clique botão esquerdo (padrão )  seleciona ; b)Duplo clique consecutivo botão esquerdo (padrão ) executa ; c)1 clique botão direito padrão  atalho . 11
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Tipos de mouse : -Trackball -Touch Pad -Outros mouses (para tetraplégicos , de pé , de dedo , sem fio, etc)  Joystick É um dispositivo para controle largamente utilizado em jogos e para outras aplicações profissionais, como o projeto auxiliado por computador (CAD), na simulação de vôo e no controle de robôs. Esse periférico possui uma alavanca que, quando movimentada, gera dados analógicos correspondentes às coordenadas X-Y os quais são convertidos em pontos e linhas no vídeo fazendo com que o cursor se movimente também . Além disso, esse dispositivo possui botões que servem como os botões do mouse.  Scanner É um capturador de imagens gráficas ou textuais através de um processo de leitura óptica ele converte os pontos da imagem em byte e os envia para o computador. - Quanto à forma de trabalho pode ser dividido em: Scanner de mão; Scanner de mesa; Scanner de página ; Scanner de três dimensões ; e etc. - Quanto as cores de captura : Scanner monocromático (preto , branco e cinza ) Scanner colorido Drive de CD-Rom É uma unidade capaz de ler as informações contidas em um CD  Leitor de código de barras  Leitor de cartões magnéticos  Leitora de caracteres óticos  Microfone  Câmeras digitais  Câmeras de vídeo conferência  Caneta luminosa 6.2.2- De saída: tem a função extrair dados ou informações do computador e exibi-los ao usuário.  Monitor de vídeo O vídeo do computador é o principal meio de apresentação dos resultados processados por um determinado computador . O monitor é semelhante a uma televisão, a diferença esta em seus circuitos internos. O monitor de vídeo pode exibir tanto os dados alfanuméricos ( letras e números ) quanto gráficos ( imagens ) . Quanto à cor podem ser: Monocromático Policromático ( colorido ) Quanto à resolução podem ser: 12
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Baixa resolução  CGA Media resolução  EGA Alta resolução  VGA e SVGA Altíssima resolução  UVGA e XGA Quanto ao modo de varredura: Não- Entrelaçados : o método de varredura ( formação da imagem )é feito com o feixe de elétrons percorrendo cada linha tela uma vez a cada ciclo. Entrelaçado: o método de varredura é feito com o feixe de elétrons percorrendo primeiramente as linhas pares e depois as ímpares.  Impressora Imprime as informações armazenadas na memória em folhas de papel. Sua velocidade é definida pelos seguintes códigos: CPS  caracteres por segundo LPM  linhas por minuto PPM  páginas por minuto Para atingir tais velocidades, as impressoras são dotadas de sistemas de impressão diferentes e que permitem maior ou menor velocidade. Conforme o sistema adotado o preço do equipamento será maior ou menor. Observe a seguir os sistemas de impressão mais comuns :  Impressora de impacto: - Matricial  modelo mais antigo. Imprime em formulário contínuo. - De linha - Margarida  Impressora de não impacto: - Jato de tinta  melhor qualidade de impressão - Laser  melhor qualidade de impressão. Impressões em larga escala. - De cera  normalmente utilizada na fabricação de capas de revistas e propagandas que exigem alta resolução gráfica.  Traçadores gráficos ( Plotters ) Permite gerar desenhos diversos com alta precisão. Ideais para arquitetos e desenhistas gráficos.  Caixas de som  Data show e projetores Trata-se de um monitor de cristal líquido que , com o auxílio de um retroprojetor , conseguem emitir a imagem processada pelo computador em uma parede branca e lisa .  Placas Transcorder Capazes de converter os sinais emitidos pelo computador para um televisor convencional , possibilitando com isto a reprodução da imagem de um micro em um telão ou vídeo –cassete . 13
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Gravadores de CD Dispositivos capazes de gravar dados em um CD virgem 1.6.2.3 De Entrada e Saída  Monitores de Vídeo Touch Screen Esses vídeos possuem uma tela sensível ao toque que ao ser pressionada pelo dedo executam tarefas como se fosse através de um teclado. Essas telas podem ser de três tipos básicos :  Pressão  é formada por duas camadas e separadas por um espaço que contém fios . Ao se pressionar a tela os fios se encostam e fecha o circuito no local da pressão ;  Infravermelho  a tela é cercada por pares de célula fotoelétrica e diodo que emite luz infravermelha , criando uma rede ou conjunto de retículas invisíveis.  Capacitivas  mesma lógica da de pressão, porém com sensores de mudança da capacitância. Além do vídeo Touch Screen , existe a chamada tela sensível ao toque. Nesse caso , não é o vídeo que é sensível e sim apenas uma tela que pode ser utilizada com vídeos que não são sensíveis ao toque . Nesse caso, essa tela é apenas Periférico de entrada.Esses equipamentos são largamente utilizados pelos bancos e sistemas de acesso público.  Modem e placa de Fax Modem Permite a comunicação de computadores através da linha telefônica.  Unidades de leitura e Gravação em São dispositivos capazes de gravar e ler dados em  Zip Disquetes(drives ) disquetes. Drive  Unidades de fita  Winchester 1.6.3 Memórias É local onde ficam armazenadas as nossas informações, permanente ou temporariamente. É válido lembrar que os dados são armazenados emlinguagem binária ( e 1) e através dos programas todo esse processo fica transparente para o usuário. Quanto à capacidade de armazenar os dados temporariamente ou não, as memórias se dividem em :  Voláteis  armazenam os dados apenas temporariamente , podendo perdê-lo a qualquer momento devido às oscilações da corrente elétrica  Não-voláteis  armazena os dados permanentemente. Quanto às funções a memória se classifica em : a) Memória principal  também chamada de real, interna, primária, ou do computador. Na maioria dos computadores está localizada na mesma placa da CPU, podendo inclusive ser ampliada por extensão que aumenta sua capacidade de armazenamento a velocidade de processamento dos programas. A memória principal é o sistema de memória ao qual a Unidade Central de Processamento tem acesso direto e instantâneo. Em outras palavras, a CPU pode a qualquer 14
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia momento, chamar qualquer informação primária, dando o seu endereço, e obterá a informação desejada instantaneamente. Funções da Memória Principal :  armazenar os dados de entrada até que sejam solicitadas para o processamento ;  armazenar os dados intermediários do processamento e servir como área de trabalho;  armazenar os dados de saída que são produtos do processamento ;  armazenar o conjunto de instruções a ser executado, ou seja, o programa . A memória principal se divide em :  Memória ROM ( Read Only Memory ) É considerada basicamente como uma memória, pois não se pode alterar os dados nela contidos (os dado são gravados no momento de sua fabricação ).Ela é utilizada para armazenar instruções e programas que executam operações básicas do computador. Características :  informações técnicas (programas, instruções e dados do computador) ;  gravada de fábrica ;  usuários não possuem fácil acesso ás informações nela contidas (só de leitura);  memória não-volátil(seu conteúdo não é apagado ao se desligar a máquina);  alto custo ;  muito velozes. Programas da Memória ROM BIOS (Basic Imput/Output System):programa que controla as entradas e saídas. POST(Power-On Self Test ): programa que verifica a quantidade de memória RAM. SETUP ( Configuração );programa que permite configurar o equipamento. OBS: O programa Setup não é a configuração. A Configuração fica armazenada em um tipo específico de memória RAM, que possui uma bateria para não perder o seu conteúdo.  Memória RAM (Random Access Memory) A memória RAM ou memória de acesso aleatório é considerada como provisória. Este tipo de memória é a que se pode ―ler e escrever‖ em qualquer de suas posições. O acesso a uma determinada posição de memória é feito aleatoriamente, isto é, pode ser acessada qualquer informação que estiver em um determinado endereço de memória. As informações que estão sendo utilizadas pela CPU são guardadas neste tipo de memória. Características :  Informações de execução. Armazena o programa que estiver sendo executado no momento, bem como os dados com os quais o próprio programa opera;  Colocadas pelo próprio usuário; Volatilidade, ou seja, seu conteúdo é apagado quando o computador de alguma forma é desligado ou sofre uma determinada interrupção na energia elétrica;  Memória de acesso aleatório. Tipos de Memória RAM :  DRAM( Dynamic RAM ): memória RAM dinâmica, que tem alto consumo de energia e que precisa de reforços elétricos(refresh). Esta memória é lenta, e seu custo menor, quando comparada com a SRAM. É o tipo mais utilizado de memória RAM.  SRAM(Static RAM):memória RAM estática, que tem baixo consumo de energia e é extremamente rápida. 15
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  VRAM: tipo de memória utilizada em placas de vídeo. b)Memória Auxiliar :São memórias não voláteis, usadas para armazenar informações para uso posterior, podendo ser inseridas, alteradas ou excluídas de acordo com a necessidade do usuário. As memórias auxiliares mais conhecidas são :  Winchester(Disco Rígido ou Hard disk): Localiza-se dentro do gabinete. Não é flexível nem removível. É o dispositivo mais indicado para o armazenamento comum de dados, devido à segurança oferecida, praticidade de acesso e grande capacidade de armazenamento.  Disco flexível (disquetes): É um meio de armazenamento removível, que ainda hoje possui larga utilização. Sua maior função é o transporte de dados de um micro para o outro. Possui capacidade de armazenamento reduzida. Sua vida útil é de aproximadamente 3 anos e a sua estrutura pode ser afetada por fatores externos como umidade, calor ou campos magnéticos. Só possuímos hoje no mercado o disquete de 3 ½ polegadas. Eles podem ser de baixa densidade(720 KB de capacidade de armazenamento) em desuso no mercado ou de alta densidade(1.44 MB de capacidade de armazenamento).Eles são envolvidos por um material rígido. Os dados são representados por impulsos magnéticos.  Zip disquete: São discos usados no Zip driver (periférico de entrada e saída). Possuem capacidade de armazenamento de 100 MB e 250 MB.  Fitas magnéticas: São dispositivos lidos pela Unidade de Fita (periférico de entrada e de saída). São muito utilizadas para backup de dados em grandes servidores devido à sua alta capacidade de armazenamento. Hoje temos modelos no mercado com até 70 GB.  Pen Drive : É uma memória flash portátil muito utilizada para transferência de dados entre micros. Conecta-se ao micro por uma porta USB e não necessita de drives.  Compact Disk : Utilizam tecnologia a laser. Os dados são representados por pontos luminosos. Conseguem armazenar uma grande quantidade de dados(650 M em média) com grande confiabilidade pois praticamente não há desgaste. Existem três tipos de CD:  CD  de áudio  CD-DA / de dados CD-ROM. Não permite a gravação. Apenas leitura.  CD-R (Recordable –CD gravável) permite apenas uma gravação. Não podendo assim ter o seu conteúdo alterado. Os primeiros só permitiam gravar tudo ou só uma vez, logo se você gravasse 350 MB perderia os outros 300MB, nos modelos atuais podemos realizar gravações em tempos diferentes, pois utiliza-se o processo de multisessão. As mídias podem possuir cores diferentes no lado da gravação: azul melhor; douradamédio;verdepior.  CD-RW (CD Read and Write) permite gravar e regrava, mas isso não transforma em um disquete. A regravação não é feita como em um disco rígido ou em um disquete, não se pode apagar um arquivo ou colocar outro no lugar, para sobrescrever é preciso limpar todo o conteúdo do disco.Existem softwares como o CD-direct da adaptic que permite gravar no CD-RW como se faz em um disco comum, mas perde-se mais de 150 MB de espaço útil da mídia. A maioria dos novos gravadores trabalham com CD-R e CD-RW. No que se refere ao tempo médio de acesso(o tempo, medido em milisegundo, gasto para o dispositivo óptico de leitura 16
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia percorrer o disco do início ao fim dividido por dois), siga a tabela abaixo de acordo com a velocidade do drive Modelo Tempo de acesso Taxa de transferência Velocidade Única 600ms 150 KB/s 2x 320ms 300 KB/s 3x 250ms 450 KB/s 4x 35-180ms 600 KB/s 6x 135-180ms 900 KB/s 8x 135-180ms 1.2 MB/s 10x 135-180ms 1.5 MB/s 12x 100-180ms 1.8 MB/s 16x 100-180ms 2.4 MB/s c)Memória cache: Esta memória é um atalho para o processamento porque diminui o tempo de espera ocasionado pela busca de informações em memórias mais lentas. Nela são guardadas as últimas memórias do micro. Essa memória tem como característica principal ser de altíssima velocidade (normalmente SRAM) Existem dois modelos de memória cachê:  Cache Interno(L1) fica localizada na CPU.  Cachê Externo(L2) Fica na placa-mãe ao redor da CPU. A partir do computador Pentium II a L2 foi acoplada no próprio encapsulamento da CPU. d)Memória Virtual: A memória RAM é de extrema importância para os computadores, porque é uma memória de execução. Alguns programas necessitam de mais memória RAM do que o tamanho já existente. Neste caso, os computadores criam uma extensão de RAM no Winchester, o que chamado de Memória Virtual. Essa memória não existe fisicamente, é apenas uma simulação do real. 1. 7- Software : O Software, como já for dito antes, é toda parte lógica do sistema de processamento de dados. È toda parte inteligível. É o conjunto de informações e ordens que são transmitidos para um computador realizar as mais diversas tarefas. Portanto é feito para dar vida ao computador, dando-lhe atividade e significado. Os Softwares podem ser divididos em três tipos principais: Básicos  são os Sistemas operacionais  Aplicativos  programas voltados para execução de tarefas gráficas(Utilitários).  Linguagem de Programação  softwares que permitem a criação de novos softwares Quanto à forma de aquisição podem ser ; Freeware: categoria de programas que são distribuídos livremente pela Internet. Quem usa não precisa pagar qualquer quantia ao desenvolvedor.  Shareware: categoria de programas que são utilizados por um determinado período e após esse período deve ser paga uma taxa de registro para o desenvolvedor. A ação que este tipo de programa irá realizar após expirado o tempo varia de programa para programa, alguns param de funcionar enquanto outros simplesmente ficam exibindo mensagens de advertência. 17
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1. 8- Equipamentos necessários para instalação :  Estabilizador  este equipamento é de extrema importância na qualidade de funcionamento do conjunto de computador e periféricos. Isto porque é um equipamento eletrônico de correção de tensão fornecida pela rede de energia local, que normalmente sofre constantes variações, comprometendo a qualidade dos serviços executados e a própria vida útil dos equipamentos de processamento.  Nobreak  o Nobreak é um equipamento que fornece energia para o equipamento de processamento de dados quando a energia da rede pública é interrompida. É dotado de baterias que entram em funcionamento no momento da interrupção da energia. Também existem no mercado alguns Nobreaks, que já possuem embutidos o sistema de estabilização da corrente elétrica, fazendo um papel de estabilizador Nobreak.  Filtro de Linha  como os computadores utilizam a rede elétrica, podem ocorrer interferências ocasionadas por aparelhos domésticos. Para evitar essas interferências utilizam-se os chamados filtros de linha.  Fio Terra (aterramento)  os computadores trabalham com cabos de três pinos diferentemente das tomadas de nossos eletrodomésticos, isso porque se utilizam de um fio terra que serve para descarregar energia, como se fosse um pára-raio.  Ventilador (cooler)  os processadores trabalham em alta velocidade dissipando muito calor.Para refrigerá-los, utiliza-se um ventilador.  Telas de Filtragem  Devido ao fato dos vídeos emitirem irradiações utiliza-se uma tela que colocada na frente dos monitores, filtra a irradiação, evitando problemas visuais em seus usuários.  Mouse Pad  superfície normalmente emborrachada, criada para permitir uma melhor movimentação do mouse. É o suporte para o mouse. Capitulo III Redes de Computadores 18
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1Redes de computadores: Atualmente os modelos do computador centrais fornecendo serviços a uma organização vêm sendo substituídos por uma configuração onde computadores de menor porte são interconectados para execução das mais variadas tarefas. Este modelo é denominado de redes de computadores e sua difusão ocorreu após o barateamento e evolução dos microcomputadores. Esta configuração apresenta uma série de vantagens:  Compartilhamento de recursos, pois programas, base de dados e hardware (exemplo: impressora) estão disponíveis a todos os usuários.  A economia de recursos financeiros, pois a relação custo/benefício de uma rede de computadores é menor que uma máquina de grande porte central, além da manutenção da rede e de seus computadores ser mais simples, portanto mais barata. Observe que uma informação enviada de um computador A para um computador B pode passar por diversos tipos de rede, com diferentes topologias, diferentes sistemas operacionais, etc. Isto só é possível graças ao protocolo que é utilizado. As conexões entre computadores podem ser feitas por satélite, cabo submarino, fibra ótica, cabo de cobre, etc, com diferentes velocidades. a) Internet: Conceito: A Internet, também conhecida como a rede das redes, é uma rede que contém milhares de redes de computadores que servem a milhões de pessoas em todo o mundo. Apesar do seu objetivo inicial ter sido permitir que pesquisadores acessem sofisticados recursos de hardware, bem como prover uma comunicação interpessoal mais eficiente, a Internet demonstrou ser muito útil nas mais diferentes áreas, e por isso acabou transcendendo o seu objetivo original. Hoje, seus usuários são imensamente diversificados, educadores, bibliotecários, empresários e aficionados por computadores, utilizando os mais variados serviços, que vão desde a simples comunicação interpessoal ao acesso a informações e recursos de valor inestimável. Por exemplo, pessoas que vivem em regiões cuja distância chega a milhares de quilômetros se comunicam sem nunca terem se visto, e há informações disponíveis 24 h por dia em milhares de lugares. Um ponto importante a destacar, na Internet, é que a maioria das informações disponíveis é gratuita. Naturalmente alguns serviços são pagos e o acesso é restrito, mas na sua maioria é gratuito. A Internet se assemelha à anarquia no sentido filosófico da palavra. A Internet é uma cidade eletrônica, já que nelas podemos encontrar bibliotecas, bancos, museus, previsões do tempo, acessar a bolsa de valores, conversar com outras pessoas, pedir uma pizza, comprar livros ou CD‘s, ouvir música, ler jornais e revistas, ter acesso à banco de dados, ir ao Shopping Center e muito mais. É um verdadeiro mundo on-line. Histórico e Evolução : A Internet se originou de uma única rede chamada ARPANET. Esta foi criada em 1969 pelo departamento de defesa Norte-Americano com o objetivo de promover o desenvolvimento na área militar. Os EUA pretendiam descentralizar os repositórios de informações de segurança nacional localizadas em Washington para não correrem riscos de destruição de informações, já que elas estavam centralizadas. A ARPANET permitia que pesquisadores de várias universidades e empresas ligadas à defesa militar acessassem recursos de hardware e de software, assim como trocassem informações relativas ao desenvolvimento de projetos. Em vista dos benefícios alcançados na área de pesquisa militar, observou-se que esta tecnologia poderia se 19
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia estender a uma ampla gama de conhecimento, atraindo assim a atenção de pesquisadores ligados a outras áreas. Várias outras redes se conectaram com a ARPANET, promovendo o crescimento desta. Com esse crescimento foram descobertos outros benefícios que poderiam ser alcançados; desta forma o objetivo inicial passou a ser aos poucos substituído por metas mais abrangentes. A partir de então, começou um grande crescimento da rede. Devido a este crescimento, o departamento de defesa Norte-Americano formou uma rede própria chamada MILNET, separando-se da original ARPANET. Ambas então, passaram a ser conhecidas como DARPA Internet, hoje ―Internet‖. Com sua expansão, a Internet passou a se conectar com várias outras redes em diversos países do mundo. Redes locais do mundo todo estão ligadas por fios, linhas telefônicas, cabos de fibra óptica, enlaces de microondas e satélites em órbita. Mas os detalhes de como os dados vão de um computador para outro na Internet são invisíveis para o usuário. Até recentemente, usar a Internet geralmente significava usar programas e ferramentas em computadores Unix. Mesmo depois que a mania do microcomputador estava e plena atividade, a Internet ainda era um conceito misterioso para especialistas em microcomputadores, softwares e redes. Entretanto, tudo isso começou a mudar com o desenvolvimento de modems de alta velocidade e um software vulgarmente chamado SLIP (Serial Line Internet Protocol ou Protocolo Internet de Linha Serial). Quando os modems de 14400 bps entraram no mercado e o software SLIP tornou possível estender a Internet de redes locais centralizadas para usuários de micros em casa ou no escritório, resultou no crescimento da Internet como uma bola de neve em dois anos, tornando-se completamente auto-suficiente. Assim, não há uma só pessoa ou empresa que possua a Internet. Afinal, os únicos bens a possuir são os fios e enlaces de comunicação que transportam bits e bytes de uma rede para outra. Essas linhas pertencem a alguém, só que não é uma única empresa ou indivíduo, mas muitos. As linhas tronco de altíssima velocidade que se estendem entre os países e principais cidades normalmente pertencem e são mantidas por grandes empresas de telecomunicações. Por exemplo, a AT & T e a Sprint possuem e mantêm alguns bons trechos de linhas tronco que se estendem pelos Estados Unidos e pelo mundo. Quando há uma demanda para a comunicação de dados, as empresas tentam atendê-las com serviços. Quando a demanda é alta o bastante, elas implantam outro tronco de fibra ou lançam outro satélite. Os que solicitam linhas de comunicação em maior quantidades e mais rápidas a essas grandes empresas de telecomunicações são freqüentemente empresas de comunicação menores. Essas empresas menores estão apenas tentando atender a demanda de aceso em maior quantidade e mais rápido de seus clientes, empresas telefônicas locais e provedores de acesso à Internet. Importância: Como já foi dito, as motivações originais que deram origem à Internet foram à distribuição de recursos computacionais e a comunicação interpessoal. Hoje percebemos que a sua importância foi bastante incrementada, visto que houve um grande avanço na tecnologia de comunicação de dados além do melhor uso dos benefícios oferecidos pela rede. Alguns dos benefícios oferecidos pela rede estão listados abaixo:  O incremento no avanço da ciência, pois se tornando mais rápida e fácil à comunicação das comunidades científicas com troca de informações obre trabalhos e avanços em determinada área. Por exemplo, uma pessoa da universidade dos Estados Unidos pode obter informações para a sua pesquisa sobre doenças tropicais acessando bancos de dados de hospitais em diversos países como Brasil, Venezuela e África do Sul, sem precisar sair da sua sala. A utilização de recursos computacionais avançados por diversas pessoas em pontos distantes, bastando apenas um meio de comunicação da sua estação de trabalho ao local a ser acessado. Este 20
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia meio pode ser uma linha telefônica ligada a um provedor de acesso (que está conectado à Internet) ou através de uma rede corporativa, que está toda ligada à grande rede. Por exemplo, uma pessoa que precisa executar um programa que exija grande recurso pode acessar e utilizar u super computador em uma universidade distante. O processamento seria executado pelo super computador e haveria apenas uma transferência dos resultados ao final do processamento. Aplicações deste tipo são conhecidas como Cliente/Servidor. A democratização da informação, pois não existe um único órgão que gerencia o fluxo de informações. Cada um pode enviar mensagens e artigos livremente sem qualquer manipulação ou censura. Além de ser democrática, apresenta ainda outras qualidades como a de ser antidiscriminatória, permitindo que pessoas de qualquer raça, nível social ou credo se comuniquem sem preconceito. Entretanto, já existem algumas iniciativas, do governo Norte-Americano, ainda sem resultados, de proibir certos tipos de tráfego na rede. Como por exemplo, comunicação entre traficantes, receitas de bombas ou páginas de seitas religiosas que pregam o suicídio ou coisa do gênero, como aconteceu recentemente nos Estados Unidos.  A obtenção dos mais variados softwares incluindo atualizações, pois existem programas que são de domínio público, ou seja, podem ser livremente copiados e utilizados. Além disso, as empresas descobriram na Internet uma excelente forma de deixar seus clientes bem atualizados sobre seus novos produtos. Desta forma, elas podem economizar com propaganda e levar a informação ao cliente de forma mais ágil e barata. É interessante ressaltar que estes são pequenos exemplos da importância da Internet.Já que a descoberta de novos serviços e recursos é constante. b) Intranet Conceito: A Intranet utiliza os serviços e protocolos da Internet dentro da mesma empresa. Possibilita, por exemplo, que possamos mandar um e-mail para alguém dentro da empresa ou enviar um arquivo por FTP a um computador em outro andar. Também permite a criação de uma homepage com sua identificação e os trabalhos que está desenvolvendo. Enquanto a internet estabelece os padrões e as tecnologias para a comunicação entre computadores, através de uma rede mundial que conecta muitas redes, a Intranet aplica estas tecnologias dentro da organização via rede LAN/WAN corporativa, com todos os mesmos benefícios. Exatamente pela Internet ser um padrão bem estabelecido, montar a infra-estrutura é simples. O clássico problema de como fazer um se conectar com muitos é resolvido pelo uso da tecnologia Internet via WAN/LAN. O controle de acesso e segurança, problema complicado nos modelos informacionais atuais também encontra soluções nos moldes da Internet. A tecnologia da Internet passa a incorporar na nova logística empresarial de fora para dentro, ou seja, para suportar toda esta nova dinâmica externa a logística interna (suprimento-fabricação-entrega) precisa acompanhar. Para vencer este desafio, a Intranet oferece recursos iniciais como:  Criar uma ponte entre os sistemas corporativos de logística e os acessos via Internet.  Simplificar as operações, pois virtualmente estamos todos trabalhando na mesma sala.  Criar bases de dados abertas que possam ser consultadas facilmente.  Montar uma estrutura de divulgação e pesquisa rápidas de informação entre os diversos grupos de trabalho da empresa via Internet. Ou seja, Compras/ Engenharia, Produção/ Engenharia, Compras/ Qualidade/ Fornecedores, Vendas/ Produção, enfim todos como todos. 21
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Utilização da Intranet: A questão é: por dificuldades de tirar informação de um lugar e disponibilizar para todos o interessados, as empresas replicam esforços em diversas áreas e, na falta de unicidade de informações, as decisões tomadas em áreas diferentes, mas inter-relacionadas, são muitas vezes conflitantes. Isso é até natural que aconteça, uma vez que os executivos que as tomaram simplesmente se basearam em visões muito diferentes que têm da mesma realidade que a empresa em que trabalham. A Intranet (ou Internet Corporativa) ajuda neste caso? Sim, é a melhor ferramenta para disponibilizar a reapresentação de uma mesma realidade para muitas pessoas. E é exatamente por isso que ela se estabelece como uma explosão de remodelamento empresarial e se transforma tão rapidamente, de um sistema de integração pública, a uma estratégia de comunicação corporativa. Agora, por que ela ajuda? Motivos para a utilização da Intranet: Primeiro, porque ela é uma estrutura de comunicações ONIPRESENTE, qualquer um se comunica de qualquer lugar para qualquer lugar. Pouquíssimas empresas conseguiram implementar um sistema eletrônico de comunicações com seus parceiros, justamente pela diversidade de ambientes computacionais e protocolos de comunicação. Hoje, a empresa A para falar com a B, via computador ainda precisa primeiro negociar a língua que vão usar, (a Internet não é uma Torre de Babel, é mais fácil se comunicar através dela). Os canais de comunicação também variam, um canal dedicado de alta velocidade atende a um tipo de demanda (atualização constante de dados entre fábricas e depósitos, por exemplo), canais de acesso compartilhado, vendedores espalhados pelo país, consultando a nova lista de preços, caracterizam um acesso não tão constante, mas geograficamente mais disperso e variado. A Intranet vai usufruir dois canais, sem problemas, e os usuários não vão ter problema de usar a Intranet ou a Internet, porque são dois nomes para a mesma coisa, ninguém percebe se o canal de comunicação é público ou privado (a não ser pela velocidade). Um diretor vai olhar o mesmo gráfico de vendas, ou consultar uma promessa de entrega, no computador da sua mesa, no meio da fábrica, de casa, da Disneylândia, dá no mesmo, ele vai entrar na sua Intranet a partir de qualquer lugar, via Internet. Segundo, e também importantíssimo, pela inovação conceitual: a informação não é mais enviada, é buscada sob demanda. Não se enviam mais catálogos, listas de preços, promoções, mensagens todos passam, a saber, onde estas informações estão disponíveis e as buscam sempre que precisam. Isto simplifica radicalmente várias coisas, principalmente no que tange aos procedimentos de atualização e geração de informações, não se imprime coisas a mais ou a menos, simplesmente porque não se imprime mais nada. Terceiro: a interface com o usuário é agradável, fácil de usar, é a mesma que ele, a mulher e os filhos usam em casa. Quarto: a tecnologia é estável, acreditem se quiser a Internet (em termos de informática) é uma senhora mais velha que o PC (Personal Computer), primeiro era exclusiva do Pentágono, depois se ampliou para as universidades de todo o mundo e, agora, graças ao arsenal de tecnologia amigável dos micros, tomam conta das casas empresas do nosso combalido planeta. E, finalmente, para se montar uma Intranet é tecnicamente muito fácil, mas quando for para implementá-la de modo a alterar mais profundamente o modus operandi e a logística das corporações, então enfrentaremos tarefas como aculturação de executivos, remodelamentos operacionais, renovação de ambientes computacionais (principalmente nas grandes corporações, onde realmente este esforço é Hercúleo), etc. Passos básicos para a montagem de uma Intranet: 22
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Escolha do Protocolo: O protocolo TCP/IP é o centro absoluto da Internet, e deve estar no centro da Intranet. Não é necessário que ele seja o único protocolo, em muitos casos, se as empresas executam o TCP/IP sobre o IPX (Internet Packet Exchange) do NetWare; contudo, a maioria dos aplicativos Intranet necessita do TCP/IP. OBS : Veremos protocolos adiante.  Servidor Web: Deve-se adquirir um servidor web o componente fundamental do software da Intranet. Os servidores HTTP gratuitos e aqueles protegidos por direitos autorais oferecem tudo que se necessita para ter uma Intranet operacional. Os servidores de comercias de médios porte adicionam ferramentas para a monitoração e manutenção do site Web. E assim, os melhores servidores Web adicionam segurança, recursos de criptografia e até ligações com bancos de dados corporativos.  Organização das informações: É o momento da empresa determinar o tipo de informação que se deseja compartilhar na Intranet. Isto envolverá um processo de reuniões com departamentos, elaboração de propostas e obtenção de aprovações. Uma das coisas mais importantes inicialmente é a diagramação do conteúdo e os aspectos da navegação na Intranet.  Conexões de rede  Micros e clientes servidores  Conexão com a Internet (se necessário) : Como vimos a Intranet pode ser utilizada apenas para acesso dentro da corporação, porém se a empresa desejar se conectar remotamente a outras Intranets pode se utilizar uma Rede de Longa Distância (WAN – Wide Area Network) própria com custos relativamente altos. Pode utilizar a RENPAC (Rede Nacional de Pacotes da Embratel), de médio custo. Ou ainda a Internet de baixo custo com uma boa relação custo/benefício. Nestes casos é recomendado um estudo apropriado para verificar qual é a melhor forma de conexão. Vantagens e desvantagens: As Intranets possuem algumas vantagens óbvias e também desvantagens. Adotar uma Intranet não deve ser uma decisão do tipo tudo-ou-nada. Ferramentas Web podem ser usadas para complementar a infra-estrutura de informações. Vantagens: a Intranet é ideal para organizar médias e grandes com qualquer uma das seguintes características: o Troca constante de informações referente a funcionários; o Conexão com filiais, fornecedores e clientes; o Áreas fundamentais que podem se beneficiar desta tecnologia incluem Recursos humanos, Treinamento, Vendas e Marketing, Finanças, comunicação Corporativa, Telemarketing, Pesquisa e Desenvolvimento e Documentação Técnica; o Intranets são usadas de diversas formas, e a maneira mais comum é a implantação de um sistema de editoração eletrônica, que oferece o retorno de investimento garantido, pois reduzem os custos de material impresso, incluindo manuais de normas e procedimentos, documentos com políticas da empresa, manuais técnicos e etc; o Excelente plataforma para a divulgação de informações internamente; o Um paginador Web com múltiplos recursos está disponível para praticamente qualquer sistema operacional cliente, ao contrário de clientes de software para grupos de trabalho proprietários, que podem não estar disponíveis para algumas plataformas; o O mercado de software de servidores Web é competitivo e não uma solução de um único fabricante; o Porém os produtos apresentam boa interoperabilidade. Desvantagens: 23
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia o Aplicativos de colaboração: os aplicativos de colaboração, não são tão poderosos quanto os oferecidos pelos programas para grupos de trabalho tradicionais; o É necessário configurar e manter aplicativos separados, como correio eletrônico e servidores Web, em vez de usar um sistema unificado, como faria com um pacote de software para grupo de trabalho; o Números limitados de ferramentas: há um número limitado de ferramentas para conectar um servidor web a bancos de dados ou outros aplicativos back-end; o As Intranets exigem uma rede TCP/IP ao contrário de outras soluções de software para grupo de trabalho que funcionam com os protocolos de transmissão de redes locais existentes. Benefícios e direitos: o Redução de custos de impressão, papel, distribuição de software, correio e processamento de pedidos; o Redução de despesas com telefonemas e pessoal no suporte telefônico; o Maior facilidade e rapidez no acesso a informações técnicas e de marketing; o Maior rapidez e facilidade no acesso a localizações remotas: incrementando o acesso a informações da concorrência; o Uma base de pesquisa mais compreensiva; o Facilidade de acesso a consumidores (clientes) e parceiros (revendas); o Aumento da precisão e redução de tempo no aceso a informação; o Uma única interface amigável e consistente para aprender a usar; o Informação e treinamento imediato (Just in Time); o As informações disponíveis são visualizadas com clareza; o Compartilhamento e reutilização de ferramentas e informação; o Redução no tempo de configuração e atualização do sistema; o Redução de custos de suporte; o Redução de redundância na criação e manutenção de páginas; o Redução de custos de arquivamento; o Diminuição ou eliminação de ―retrabalhos‖. Observação: A segurança na conexão com a Internet: A confidencialidade dos dados da empresa é de extrema relevância em um projeto de Intranet, o qual deve estar em conformidade com a política de segurança da corporação. Quando uma empresa se conecta a Internet todos os seus funcionários podem, confortavelmente e ao mesmo tempo, acessarem a Internet. Da mesma forma qualquer pessoa ou empresa conectada a Internet pode também acessar os dados da empresa em questão, incluindo seus clientes e concorrentes. Surge, portanto, a necessidade de controlar o acesso à rede de dados, separando o que se deseja que seja público do que se quer manter sob acesso restrito. Em um projeto Intranet, a proteção ou restrição de acesso aos dados é vital e é feita através de um mecanismo ou ferramenta conhecido como porta fogo (FireWall). O FireWall é uma combinação de hardware e software com características tais como, filtros de endereçamento, isolação rede local x remota, criptografia, autenticação, entre outras. Podem ser implementados parcialmente em roteadores ou em sua totalidade em microcomputadores e até mesmo equipamentos delicados. c) Extranet: 24
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Extranet é o nome dado a um conjunto de Intranets interligadas através da Internet. Intranet é uma rede corporativa que utiliza a tecnologia da Internet, ou seja, coloca um servidor Web para que os funcionários possam acessar as informações da empresa através de um browser. Uma Intranet pode se utilizar à infra-estrutura de comunicações da Internet para se comunicar com outras Intranets (por exemplo, um esquema de ligação matriz-filial). O nome que se dá a esta tecnologia é Extranet. Em outras palavras, Extranet são empresas que disponibilizam acesso via Internet a sua Intranet. 2- Tipos de acesso ou Meios de acesso:  Linha telefônica (fio de cobre do tipo par trançado) a) DIAL-UP (Discada): linha telefônica pública analógica onde o usuário paga pelo uso (pulso); não transmite dados e voz simultaneamente e utiliza modens com taxas de transmissão baixa (banda estreita de até 56 Kbps). Observação: essa linha pode estar ligada a uma central analógica ou digital. Nas centrais analógicas utilizam mecanismos eletromecânicos, enquanto as digitais utilizam comutação eletrônica. b) LPCD (Linha Privada para Comunicação de Dados/Dedicada): linha telefônica digital feita entre dois pontos, conectada 24h em que o usuário paga pelo serviço. Esse tipo de linha pode ser do tipo T1 (padrão utilizado pelos EUA: taxa de 1.54 Mbps), E1 (padrão utilizado pelo Brasil: taxa de 2 Mbps) ou T3 (taxa de 45 Mbps), que são utilizadas por grandes empresas e provedores. Existem também, para usuários, as E fracionárias com taxas de 64 Kbps, 128 Kbps, 256 Kbps, 384 Kbps e 512 Kbps. c) ISDN (RDSI-Rede Digital de Serviços Integrados): linha digital que divide a banda da linha em 3 canais, alcançando a taxa de 128 Kbps e que permitem transmitir voz e dados simultaneamente. CANAL B: 2 canais de 64 Kbps que permitem transmitir voz e dados. CANAL D: 1 canal de 16 Kbps que transmite sinais de controle. d) ADSL ( Asynchonous Digital Subscriber Line): linha digital assimétrica (taxas diferentes para enviar e receber dados). Esta linha oferece taxas de 256 Kbps, 512 Kbps e 1.54 Mbps. Esta linha trabalha com 2 canais para transmissão de dados e 1 para voz, possuindo um modem especial (MODEM ADSL) que faz a divisão de freqüência. e) HDSL ( High bit rate Digital Subscriber Line): linha digital simétrica que oferece taxas de 2 Mbps (padrão brasileiro-3 pares de fio trançado) ou 1.54 Mbps (padrão Norte-Americano-2 pares de cabo de fio trançado). f) SDSL (Single Line Digital Subscriber Line): mesmo mecanismo da HDSL, mas que utiliza um único par de fio trançado. g) VDSL (Very Hight bit rate Digital Subscriber Line): este é um tipo que trabalha com taxas de 13 e 52 Mbps para receber dados e 1.5 e 2.3 para enviar, utilizando um único par de fio trançado. Cable Modem :Tipo de comunicação feita por cabo coaxial (cabo utilizado por TV a cabo) que possibilita, teoricamente, taxas de até 30 Mbps. Na prática oferece serviços de 256 Kbps, 384Kbps, 512 Kbps, 768 Kbps, até 2 Mbps. 25
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  WDN : É a conexão feita por cabo de fibra óptica, com taxas teóricas de até 14.4 Tbps. Na prática trabalha em Mbps até Gbps. Este tipo de cabo é utilizado nos chamados cabos submarinos, que realizam a comunicação entre outros países.  PLC (Power Line Communications) : É uma tecnologia capaz de transmitir sinais de dados e voz pela rede de distribuição de energia. Esse meio possui taxas elevadas que variam de 2.4 Mbps de forma simétrica até 23 Mbps de forma assimétrica (enviando a 17 Mbps). Seu custo é reduzido, por isso, é conhecida como Internet popular. No Brasil, é utilizada no Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Brasília.  Wireless : É um tipo de comunicação sem fio, que pode ser feita através de ondas de rádio, microondas ou satélite. TECNOLOGIA WIRELESS: a) WAP: é a tecnologia via microondas utilizada para acesso à internet. Essa tecnologia é utilizada para comunicação móvel (celular). Suas principais desvantagens são falta de segurança a baixa taxa de transmissão. b) IrDA: é a tecnologia wireless via infravermelho que não é utilizada para acesso à internet, pois tem que ser entre dois pontos visuais (sem obstáculos). É utilizada para conexão com periféricos, como mouse, teclado e impressoras. c) Bluetooth: Bluetooth é um padrão para comunicação sem-fio, de curto alcance e baixo custo, por meio de conexões de rádio ad hoc. Por meio do Bluetooth, os usuários poderão conectar uma ampla variedade de dispositivos de computação, de telecomunicações e eletrodomésticos de uma forma bastante simples, sem a necessidade de adquirir, carregar ou conectar cabos de ligação. O Bluetooth suporta tantos serviços síncronos para tráfego de voz quanto serviços assíncronos para transmissão de dados. Em um enlace assíncrono, a taxa máxima que um usuário pode obter é de 723,2 Kbps. No sentido contrário, a taxa máxima é de 57,6 Kbps. d) GPRS: As siglas GPRS correspondem a General Packet Radio Services, ou Serviço Geral de pacotes por rádio. Baseia-se na comutação de pacotes realizando a transmissão sobre a rede GMS que usamos atualmente. O sistema GPRS também é conhecido como GSM-IP já que usa a tecnologia IP (Internet Protocol) para ter acesso diretamente aos provedores de conteúdos da Internet. A taxa de transmissão pode chegar a 115 Kbps, 12 vezes mais que a permitida pela rede atual GSM. Observação: a taxa de transmissão (quantidade de dados que são transmitidos em um determinado espaço de tempo). A taxa de transmissão e medida em bps - bits por segundo. As unidades derivadas do bps são: Kbps = 1000bps Mbps = 1000 Kbps Gbps = 1000 Mbps Tbps = 1000 Gbps 3. Protocolos: Além da conexão física entre os computadores, faz-se necessário o uso de uma certa linguagem comum (procedimentos) para a troca de informações entre eles. A este conjunto de procedimentos, 26
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia denominamos Protocolo de Comunicação. Estes protocolos definem os padrões e finalidades para uma perfeita comunicação na rede. Por exemplo, em uma comunicação por telefone é habitual o uso do ―alô‖ para se iniciar uma conversa, o ―tchau‖ para se terminar, além de outros. No rádio também se faz uso de alguns parâmetros para a comunicação como ―câmbio‖ e ―câmbio final‖. Estes são exemplos de alguns protocolos utilizados em uma comunicação pessoal à distância. Em rede de computadores, tal como a Internet, acontece à mesma coisa. Uma das benéficas características da Internet é o fato dela suportar diversas tecnologias, possibilitando a conexão de uma grande gama de redes, de diferentes fabricantes do mundo, além de diversos tipos de computadores, sistemas operacionais e etc. Para possibilitar a comunicação dos computadores na Internet é utilizada uma família de protocolos denominada TCP/IP (Transport Control Protocol/ Internet Protocol). Os computadores se comunicam entre si, enviando pacotes de informações uns para os outros. O TCP/IP é um protocolo aberto, isto é não proprietário. Com isso, torna-se barato a sua utilização, pois desobriga o pagamento de royaltties. Esta característica foi grande responsável pela rápida expansão da Internet.  Arquitetura TCP/IP Conjunto de protocolos (conjunto de normas e regras que permitem a comunicação, transporte e serviços em redes) utilizados como padrão na Internet e separados em camadas.  Camadas da Arquitetura TCP/IP Camadas Aplicação Transporte Inter-Rede (Rede Internet) Interface da Rede Função Reúne os protocolos de alto nível que fornecem serviços de comunicação ao usuário. Esses serviços são de acesso remoto (TELNET), correio eletrônico (SMTP, IMAP, POP3), transferência de arquivos (FTP), grupo de notícias (NNTP), abrir páginas da Internet (http). Responsável por segmentar as mensagens em pacotes (empacotar e desempacotar). ou Responsável pelo o envio dos pacotes, verificando qual o caminho por onde serão enviados os mesmos. Preparam os pacotes para um determinado meio de comunicação.  Protocolos e aplicações a) HTTP ( Hiper Text Transfer Protocol): responsável pela transferência de hipertextos, ou seja, é o protocolo que permite abrir páginas da Internet. Camada: Aplicação. b) FTP (File Transfer Protocol): protocolo responsável pela transferência de arquivos download e upload. Camada: Aplicação. Principais características:  Permite que o usuário transfira, renomeie ou remova arquivos e diretórios remotos.  Só permite a transferência de arquivos completos.  A operação FTP se baseia no estabelecimento de 2 conexões entre o cliente e o servidor.  Cliente: módulo FTP que está solicitando o acesso a arquivos remotos.  Servidor: módulo FTP que fornece o acesso aos arquivos. c) NNTP ( Network News Transfer Protocol): protocolo de distribuição, solicitação, recuperação e publicação de notícias. Camada: Aplicação. 27
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia d) TELNET: protocolo que permite acesso a dados de um computador quando o usuário não se encontra fisicamente, ou seja, acesso remoto. Camada: Aplicação. e) SNMP (Simple Network Mangament Protocol): responsável pelo gerenciamento de redes. Camada: Aplicação. f) SMTP (Simple Mail Transfer Protocol): é o protocolo responsável por enviar mensagens de correio eletrônico. Camada: Aplicação. g) POP (Post Office Protocol): é o protocolo que é responsável por verificar e transferir mensagens do servidor de mensagem para o computador do usuário. Esse protocolo permite que a mensagem seja visualizada apenas por uma única máquina. Camada: Aplicação h) IMAP (Interactive Mail Acess Protocol): tem a mesma função do POP, mas ao invés de transferir a mensagem, transfere apenas uma cópia da mesma. Esse protocolo permite que a mensagem seja visualizada por máquinas diferentes. Camada: Aplicação. i) DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol): protocolo que facilita a configuração IP de Workstations ( estações de trabalho) de uma rede. Camada: Aplicação. j) TCP (Transmission Control Protocol): responsável por preparar a mensagem para o envio, segmentando as mensagens em pacotes, endereçando os mesmos, sendo considerado um protocolo complexo. Camada: Transporte. O protocolo TCP oferece as seguintes características:  Orientando a conexão: apresenta controle de Fluxo e Erro fim-a-fim.  Serviço confiável de transferência de dados (garante a entrega dos pacotes).  Ordenação de mensagens.  Opção de envio de dados urgentes. k) UDP (User Datagram Protocol): protocolo de transporte mais simples, que não é orientado a conexão e não-confiável. É uma simples extensão do protocolo IP e foi desenvolvido para aplicações que não geram volume muito alto de tráfego na Internet. Não faz ordenação e controle de fluxo. Camada: Transporte. l) IP (Internet Protocol): protocolo responsável por envio de pacotes. É um protocolo nãoconfiável, pois não garante a entrega dos pacotes. Além disto, este protocolo não é orientado à conexão. Camada: Inter-Rede. m) ARP (Address Resolution Prtocol): converte endereço IP (lógico) em endereço MAC (físico). Camada: Inter-Rede. n) RARP (Reverse Address Resolution Protocol): converte endereço MAC em endereço IP. Camada: Inter-Rede. 4. Endereçamentos e domínios: Enquanto pôde, a Internet tentou manter a lista completa de seus computadores e redes. Com o crescimento da rede, esta lista se tornou difícil de manusear, tanto pelo tamanho quanto pelo número de alterações feitas diariamente. O Domain Name System (Sistema de Nomes de Referência) evoluiu como uma maneira adequada de tratar estas listas. O Domain Name System (DNS) é responsável por diversas tarefas. Ele cria uma hierarquia de domínios, referências ou grupo de computadores. Estabelece um nome de referência (também conhecido como endereço da Internet) para cada computador na rede. As referências principais têm a responsabilidade de manter as listas e endereços de outras referências do nível imediatamente inferior em cada grupo. Este nível inferior de referência é o responsável pelo próximo nível e assim por diante até o usuário final, ou computador final. O DNS utiliza esta hierarquia para transformar um nome de computador, escrito por extenso, em número denominado endereço IP. O protocolo TCP/IP 28
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia precisa saber o endereço da máquina local e o endereço IP da máquina que se deseja conectar. Quando o usuário informa o nome de uma máquina e não o seu endereço IP é o serviço de DNS que se responsabiliza em transformar aquele nome de máquina em endereço IP, para que se possa estabelecer a comunicação. Em geral, este processo é totalmente transparente ao usuário. As redes de computadores com características em comum formam ―conjuntos‖ aos quais damos o nome de domínio. Os domínios possuem sub domínios e assim por diante. Logo os computadores que estão no Brasil fazem parte do domínio.br se forem de algum órgão governamental estarão no domínio.gov.br e assim por diante. o br Brasil o ca Canadá o uk Reino Unido o it Itália o pt Portugal Cada um desses domínios apresenta vários sub domínios pelos quais são responsáveis. Por exemplo, o grande domínio global ―br‖ (que é gerenciado pela FAPESP), possui alguns sub domínios: o ufes.br UFES o rnp.br Rede Nacional de Pesquisa o usp.br USP Observe que no Brasil como as universidades e órgãos de pesquisa já faziam parte da Internet antes dela ser aberta comercialmente, os domínios não indicam se são instituições de pesquisa ou não. Após a abertura comercial da Internet no Brasil, alguns novos domínios foram criados, como os apresentados abaixo: o com.br Comercial o gov.br Governamental o mil.br Militar Existem ainda alguns domínios globais pertencentes aos Estados Unidos. Estes foram os domínios iniciais da Internet, antes das expansões par outros países: o mil Militar o gov governamental o edu Educacional o com Comercial o net Empresas/ grupos preocupados com a administração da Internet o org Outras organizações da Internet Desta forma a Internet se ramifica em domínios e sub domínios, sendo cada domínio responsável pelos seus subdomínios contados logo abaixo. Cada máquina é então ―endereçada‖ informando o seu nome e o subdomínio ao qual ela pertence. Logo uma máquina com endereço triste.inf.ufpb.Br se refere à máquina de nome teste, pertencente ao sub domínio ―inf‖, que está contido no sub domínio ―ufpb‖, contido no grande domínio global ―br‖. Esse endereço é chamado de URL e tem sempre a estrutura ―nome do domínio.tipo do domínio.(org, com, gov...).país‖ . Estrutura: Protocolo://Rede.domínio.tipo.país 29
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 5- Funcionamento básico da Internet: Ela funciona mais ou menos assim: imagine que você viva no canto noroeste de uma rede inacreditavelmente complexa de canais. Você precisa enviar uma mensagem para alguém que está no canto sudoeste. Talvez haja mil rotas diferentes que sua mensagem possa tomar em seu caminho de um canto até o outro e você não tem como saber qual é a melhor, quais canais estão congestionados exatamente agora, quais foram tiradas de serviço para manutenção, quais foram bloqueadas por um animal ou ônibus caído. No entanto, você pode colocar sua mensagem em uma garrafa, rotulá-la como garrafa ―SE‖ e jogá-la o canal mais próximo. Você pode ir embora confiante que sua mensagem chegará ao destino desde que haja um acordo entre as pessoas que vivem neste sistema de canais. O acordo é: em toda junção de canal há uma pessoa que sabe quais rotas estão bloqueadas na vizinhança. Essa pessoa pega cada garrafa que chega, olha seu rótulo e a envia por um canal que tenha um fluxo relativamente livre e que vá a direção correta. Essa idéia fundamental, que uma rede poderia funcionar sem que tivesse de ser controlada por um poder centralizado, foi absolutamente revolucionária ao ser sugerida. 6- Serviços básicos; a) TELNET: É um serviço que permite o acesso a um computador à distância (acesso remoto). O protocolo e aplicativo que permite esse acesso remoto são o chamado TELNET. O ato de conectar ao computador é chamado logon. Após a conexão poderemos utilizar os recursos compartilhados (disponibilizados). b) FTP: A arquitetura Internet oferece o FTP (File Transfer Protocol ou protocolo de Transferência de arquivos), que tem como função básica permitir a transferência de arquivos entre dois sistemas de uma rede. Assim, provê facilidades que permitem controlar o acesso a arquivos remotos, a manipulação de diretórios, a renomeação, a remoção e a transferência de arquivos inteiros. Com permissão apropriada é possível copiar um arquivo de um computador localizado em qualquer parte do mundo a taxas de velocidades relativamente altas. Isto exige a identificação do usuário em ambos os sistemas, a não ser que o administrador tenha configurado o computador para permitir ftp anonymous. Os seus principais objetivos são;  Promover o compartilhamento de arquivos sejam programas ou dados; motivar a utilização de computadores remotos.  Tornar transparentes ao usuário diferenças existentes entre sistemas de arquivos associados a estações de uma rede.  Transferir dados de maneira eficiente e confiável entre dois sistemas. O FTP trabalha com o modelo de cliente-servidor, onde o sistema de destino (também chamado servidor) responde aos comandos do sistema de origem (também chamado cliente). O modelo implementado possui uma característica interessante, que é a de utilizar duas conexões diferentes entre os sistemas envolvidos: uma denominada conexão de controle, dedicada aos comandos FTP e às suas respostas; e a outra denominada conexão de dados, dedicada a transferência de dados. A sua principal função é a de transferir arquivos de um sistema a outro, 30
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia possuindo comandos orientados exclusivamente para tal finalidade e outros comandos adicionais usados na identificação do usuário e dos recursos necessários à manipulação de diretórios no sistema remoto, facilitando o acesso aos seus arquivos.Como normalmente cada sistema define regras diversificadas para seus arquivos, a FTP precisa enxerga-los através de propriedades comuns, independente do tipo da máquina. Assim sendo, ao transferirmos um arquivo devemos nos preocupar em conhecer o tipo de dado que estamos tratando. Em outras palavras, precisamos diferenciar entre arquivo texto (ASCII), e o arquivo binário (executável). Os comandos FTP podem ser divididos em quatro grupos: comandos de controle de acesso, comandos para manipulação de diretório, comandos de transferência e comandos de serviço. Dentre os comandos de controle de aceso, os mais importantes são: user, pass e quit. O comando user tem como argumento o nome do usuário, que identifica para o servidor quem o está acessando, enquanto que o comando pass exige uma senha como complemento ao nome do usuário para garantir sua identificação. O comando quit encerra o uso do FTP. Além destes temos, temos os comandos de manipulação de diretórios: cd permite alterar o diretório corrente; mkdir permite criarmos um diretório; Is permite listarmos o diretório corrente. Para especificarmos os parâmetros de transferência temos, dentre outros, os comandos bin, utilizados quando estivermos transferindo um arquivo binário (executável), e o comando ASCII, se o arquivo for do tipo texto. Os comandos de serviço são os realmente usados para solicitar os serviços de transferência ou funções do sistema de arquivos. c) E-mail: Com o avanço irreversível do fenômeno da globalização, cada vez mais as pessoas estão procurando maneiras rápidas, baratas, fáceis e seguras de se corresponder. O Correio Eletrônico ou E-mail (Eletronic Mail) possui todas essas. O Correio eletrônico é o recurso mais antigo e mais utilizado da Internet. Qualquer pessoa que tenha um E-mail na Internet pode mandar uma mensagem para outra que também tenha um E-mail, não importa a distância ou a localização. Outra vantagem do E-mail é o fato de não ser necessário pagar individualmente pelas mensagens enviadas, como fazemos no Correio. Através do E-mail você pode trocar correspondência com pessoas que estejam na Internet ou em outras redes. Isto é possível devido ao fato de existirem Gateways (portas de comunicação) para outras redes e sistemas. Podemos citar como outras vantagens o fato do E-mail alcançar o destinatário em qualquer lugar, onde quer que ele esteja. Além disso, é o meio de comunicação mais rápido que existe. Outra vantagem do E-mail é que você não está limitado a mandar apenas cartas, você pode enviar programas, arquivos e imagens. O E-mail permite o envio de arquivos, fotos, textos, planilhas, figuras e sons. Ao invés de ficar mandando disquetes, fitas k-7 ou fotos, você apenas seleciona os arquivos do seu computador que deseja enviar ao seu destinatário.Tudo simples e prático, sendo que por essas e outras vantagens, o E-mail vem se tornando cada vez mais usado, fazendo com eu hoje em dia seja praticamente impossível um usuário da Internet passar um dia inteiro sem mandar ou receber algum E-mail. Um fato interessante no correio eletrônico é que, se por algum motivo a sua mensagem não for entregue ao destinatário, ela retorna para a sua caixa postal, contendo, no cabeçalho, informações sobre os motivos dela não ter sido entregue. Tudo como no Correio tradicional, só que mais rápido. Constituição do E-mail: assim como os endereços de páginas na Internet, um endereço de correio Eletrônico funciona como um endereço postal e contém todas as informações necessárias para enviar uma mensagem para alguém. 31
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Os endereços eletrônicos possuem duas partes separadas pelo sinal @ (arroba – lido como ―AT‖). O que está à esquerda da @ é a identificação do usuário ao qual se destina a mensagem. O que está à direita da @ é chamado de domínio e identifica o endereço do provedor ao qual o usuário tem acesso. Para que isso aconteça você deve ter seu endereço IP já descrito, IP é o endereço numérico que identifica de forma única um computador na rede Internet, possui o seguinte formato: n1.n2.n3.n4 (143.54.1.7). Veja exemplos de endereços de Correio Eletrônico:  nome@computador.empresa.com.br  Onde:  nome: Seu nome capaz de identificá-lo. Sua caixa postal deve ser diferente de todas.  @: do inglês at (em).  Computador: Domínio do endereço de seu computador.  empresa: Domínio do endereço da empresa  com: Mostra o tipo de organização do endereço.  br: país. Existem vários programas que permite mandar e-mail pela Internet, mas para a felicidade de todos nós, eles seguem o mesmo padrão e se você souber usar um deles você não terá dificuldade em utilizar outros. O cabeçalho do e-mail é constituído, normalmente, por:  To: Enviar Para:  CC: ou CC:  Attachment: Anexo:  Subject: Assunto: Após o cabeçalho, temos o corpo da mensagem, onde escrevemos o texto que desejamos enviar. Alguns programas verificam se não esquecemos de colocar algum dados na nossa mensagem. Por exemplo, quando não especificamos um Subject ou deixamos a mensagem sem texto, ele pergunta se a mensagem deve seguir desta maneira ou não. Porém, nem todos os programas de E-mail fazem esse tipo de verificação. Veja a interpretação de partes de um E-mail: Indicando um destinatário: TO (Enviar Para) é um campo que pede o endereço da pessoa, empresa ou lista de discussão para a qual queremos enviar a nossa mensagem. Citemos como exemplo, fulano@provedor.com.br. Esse endereço deve ser verificado, pois uma letra trocada levará a mensagem para um outro local ou para uma pessoa diferente do esperado. Indicando um assunto: O campo Subject (Assunto) pede para que você cite o assunto da mensagem que será enviada. É tão importante quanto o endereço do destinatário e deve ser sempre especificado. Mandando uma cópia da mensagem: o campo CC (Cópia Carbono) solicita um outro e-mail para o qual desejamos enviar uma cópia da mensagem, além do destinatário já especificado ou um outro email do próprio destinatário para facilitar a recepção da mensagem por parte dele. Mandando uma cópia da mensagem para outros destinatários: também podemos ter outros elementos no cabeçalho da mensagem, como por exemplo, o BCC (Cópia Carbono Oculta). Através dele, podemos indicar um outro endereço para o qual queremos enviar uma cópia da mensagem, sem que este endereço apareça para os outros destinatários. Mensagens de erro: toda vez que você enviar um e-mail ele corre o risco de voltar por não haver uma identificação correta do destinatário por parte do remetente. Portanto, é muito importante conferir se o endereço para o qual você deseja enviar a mensagem está correto. 32
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Lendo as mensagens enviadas a você: quando alguém lhe envia mensagens, elas permanecem armazenadas em seu provedor, e você as recebe ao se conectar com ele. d) Grupos de discussão: Na Internet formaram-se grupos de notícias e discussão chamados de newsgroup, para discussão e partilha de informações sobre os mais variados tópicos e assuntos. USENET é o serviço que proporciona a circulação das mensagens do grupo que são chamadas de artigos. O artigo que possui todas as publicações selecionadas ao assunto do artigo inicial é chamado de encadeamento. Os grupos são organizados sobre uma estrutura de hierarquia:  comp: indica assuntos relacionados à informática e às ciências da computação.  rec: indica assuntos relacionados a questões recreativas.  sci: indica assuntos relacionados a questões científicas.  soc: indica assuntos relacionados a questões sociais.  talk: indica grupos de debates.  news: notícias da USENET.  misc: grupos que não se enquadram nos anteriores. Lista de distribuição: são endereços de Correio Eletrônico que servem para distribuir mensagens para um grupo de utilizadores. Entre suas funções temos:  Difusão de informações entre membros de organizações.  Anúncios para clientes de produtos e serviços.  Distribuição de revistas eletrônicas  Distribuição de mensagens em grupos de notícias. Essas listas são classificadas em:  Moderadas: quando as mensagens passam por um moderador antes de serem enviadas.  Não-moderadas: são enviadas automaticamente para todos os membros da lista.  Abertas: qualquer pessoa pode participar.  Fechadas: formada por pessoas que atendam a determinadas características.  Conversando na Internet: Grupos de discussão não são mais que canais entre usuários conectados, simultaneamente, em um endereço comum, onde canais de comunicação apropriados, fornecidos pelo Internet Relay Chat, propiciam a interligação de seus computadores, possibilitando que os usuários digitem em seus teclados, mensagens contendo sua opinião, perguntas, respostas etc a seus interlocutores, tudo online, ou seja, em tempo real. De regra, nas ―salas de bate-papo‖, também denominadas de ―chat room‖, há assunto vinculado, ou seja, os internautas só poderão se manifestar sobre aquele tema. Mas, há muitas vezes, em que o ―papo é livre‖, e ali a conversa é ―solta‖, ―rolando‖ qualquer assunto, inclusive namoros. Em um chat, o usuário digita seu texto, e em seguida, pressiona a tecla ENTER, e assim, suas palavras aparecerão nas telas dos computadores de todos os outros participantes, que possivelmente lhes enviaram suas respostas. Quase todos os serviços on-line suportam o bate-papo, e na Internet o IRC é o sistema mais comum. Inventado em 1988, por Jarkko Oikarinem (Finlândia), o IRC, Internet Relay Chat, é um canal de comunicação que transmite o texto digitado por cada usuário que entrou no canal a todos os outros usuários que acessaram aquele mesmo canal. 33
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ordinariamente, um canal (via de ligação para a comunicação) é dedicado a um tópico específico, em regra indicado no próprio nome do canal. Um cliente IRC mostra os nomes dos canais ativos no momento, permitindo que o usuário entre em um canal, e em seguida, apresenta a fala dos outros participantes em linhas separadas para que o usuário possa responder. d) WWW: A internet por muitos anos teve a reputação de ser difícil de aprender, de usar ou simplesmente pouco atraente, comparada às belas interfaces dos BBSs, serviços on-line e a maioria dos softwares que as pessoas usam em microcomputadores. A World Wide Web mudou tudo isso. A Web se tornou rapidamente a interface gráfica de usuário da Internet, e continua sem rival mesmo em relação aos serviços on-line Norte-Americanos, em termos estéticos e de flexibilidade. Para ter acesso a Web é necessário ter um programa chamado browser Web. Este é apenas um programa em seu comutador que sabe recuperar páginas de texto e imagens de outros computadores da Internet.incorporados nestas páginas estão símbolos (chamados links) que dizem ao seu browser onde encontrar outras páginas relacionadas na Internet. O Browser apresenta os links de modo diferente do texto vizinho. Por exemplo, ele pode apresentar os links em azul, como texto sublinhado ou como botões tridimensionais. Quando der um clique em um link, ele carrega outra página de textos e desenhos. A isso se chama seguir um link, e o conceito de seguir links em páginas relacionadas de informação é chamado de hipertexto. Um recurso importante que deve existir em um browser, é o Cache, pois mantém cópias das páginas que o usuário visita, para que não tenha que carregá-las novamente, caso queira voltar a elas. Recarregar uma página de Cache é muito mais rápido que carregá-la novamente da fonte de origem. Existem dois tipos de Caches:  Cache de disco: armazena a página localmente em seu disco rígido e dá a ela um nome especial que permite ao browser combiná-lo com o URL da página original.  Cache de memória: é semelhante ao de disco, mas em vez de armazenar páginas em seu disco rígido, ele mantém o documento inteiro na memória de seu computador. Isso proporciona um aceso ainda mais rápido do que carregar o documento do disco. Podendo os browsers ter um tipo ou ambos. Se o usuário for navegar na Web de dentro de uma rede segura, talvez tenha que configurar seu browser para trabalhar com um computador especial de sua rede, chamado servidor proxy. Muitos dos browsers populares permite que o usuário os configure para trabalhar com um servidor proxy, mas alguns não; portanto, descubra se o usuário irá trabalhar com um proxy, antes de escolher seu browser. O servidor Web fica esperando e ouve os pedidos dos browsers web. Quando chega um pedido, ele encontra o arquivo solicitado e o envia para o browser. Uma empresa ou organização que queira receber visitantes em seu site define uma página especial, chamada Home-Page ou página de apresentação, sendo o tapete eletrônico de boas vindas de uma empresa ou de uma pessoa. Observação: para selecionar uma palavra no hipertexto, deve-se mover o mouse até a palavra e pressionar ENTER ou dar um clique com o mouse. 7- Organização: As informações são reunidas nas chamadas páginas. Um conjunto de páginas sobre assuntos diferentes é chamado de Site. As páginas e sites são criadas através de linguagem de programação, 34
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia normalmente HTML. Essas páginas e sites são disponibilizadas pelos provedores de acesso e visualizadas através de um browser (visto anteriormente). Para transferirmos um a página da Internet para nossos computadores, estará realizando o chamado Download e para enviarmos uma página (arquivo) para o provedor disponibilizá-la, estaremos efetuando um Upload. Essa transferência é feita através de um protocolo chamado de FTP. O próprio browser permite normalmente essa transferência, mas existem outros programas exclusivos para essas operações. Se desejarmos apenas copiar parte da página o procedimento seria apenas selecionar a informação e efetuar o comando copiar, posteriormente colando em um arquivo do nosso próprio computador. As páginas apresentam, normalmente, palavras chaves (hiperlinks) que permitem a abertura de novas páginas. 8-Busca e localização de informações na Internet: A Internet é enorme. Imagine quantas páginas, na verdade, milhões de páginas e a cada dia são criadas mais e mais. Encontrar alguma informação específica se torna difícil e demorado. Para resolver esse problema, há consultas nos catálogos eletrônicos na própria Web, existem vários, mas nenhum e completo. Há também sistemas de pesquisas, através dos quais você entra com uma ou mais palavras-chave e ele pesquisa, fornecendo como resultado uma relação das páginas encontradas. Um dos conhecidos sistemas de busca é o Yahoo (www.yahoo.com.br), uma das ferramentas mais eficientes para encontrar páginas na Internet. Ele possui um índice com uma extensa variedade de assuntos. Podemos citar ainda:  Cadê (www.cade.com.br)  AltaVista (www.altavista.com.br)  Google (www.google.com.br)  Miner (www.miner.bol.com.br)  AllTheWeb (www.alltheweb.com), entre outros. Como citamos, o Yahoo seja talvez um dos mais conhecidos endereços de pesquisas na internet. Ao invés de procurar agulha em palheiro. Você pode abrir o Netscape ou o Internet Explorer, e em seguida, digitar o endereço do Yahoo na caixa de endereços. Esse endereço é o ponto de partida para encontrar outros. Assim que a Home Page do Yahoo surge na tela, você escolhe o assunto e digita a palavra desejada. Depois, tecla o botão de pesquisa (search) para procurar. Em pouco tempo, surge uma lista com todos os endereços que satisfaçam o que foi digitado. Você pode limitar ou estender a lista, dizendo quantos endereços com a palavra-chave devem aparecer. Há também um programa Finger: O Finger é o equivalente na Internet a uma consulta feita a uma lista telefônica. O resultado dele informa basicamente o nome do usuário, se ele está conectado ou não, a última vez que ele se conectou e última vez que leu sua correspondência. Não é obrigatório, porém, que um computador ligado a Internet tenha o Finger. O administrador do sistema pode preferir não rodar o programa por motivos de segurança, por exemplo. 9- Conceitos de proteção e segurança: 35
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia A segurança em uma rede de computadores está relacionada à necessidade de proteção dos dados, contra a leitura, escrita ou qualquer tipo de manipulação, internacional ou não, confidencial ou não, e a utilização não autorizada do computador e seus periféricos. Quando você envia dados através da rede, a comunicação pode ser interceptada e seus dados caem nas mãos do interceptador. As pessoas fazem coisas no ambiente do computador que nunca fariam fora dele. A maior parte das pessoas não pensaria em entra em um escritório, na calada da noite, para remexer em um arquivo confidencial. Mas, e se isso puder ser feito de uma forma muito mais cômoda, entretanto no e-mail de uma outra pessoa a partir da própria mesa de trabalho no escritório? Então, para proteger a comunicação, inventaram a criptografia e o firewall, soluções para combater os hackers, porém, antes as empresas devem adotar uma política de segurança específica e personalizada. Um caminho que pode fazer com que uma empresa elimine os seus pontos vulneráveis seria implantar um plano baseado em três pilares: difusão da cultura de segurança, ferramentas para garantir a execução do projeto e mecanismo de monitoração. Ameaças e Ataques Algumas das principais ameaças às redes de computadores são:  Destruição de informação ou de outros recursos.  Modificação ou deturpação da informação.  Roubo, remoção ou perda da informação ou de outros recursos.  Revelação de informações.  Interrupção de serviços. As ameaças podem ser acidentais, ou internacionais, podendo ser ambas passivas ou ativas. Ameaças acidentais são as que não estão associadas à intenção premeditada. Exemplos:  Descuidos operacionais.  Bugs de software e hardware. Ameaças internacionais são as que estão associadas à intenção premeditada. Exemplos:  Observação de dados com ferramentas simples de monitoramento de redes.  Alteração de dados, baseados no conhecimento do sistema. Ameaças passivas são as que, quando realizadas não resultam em qualquer modificação nas informações contidas em um sistema. Ameaças ativas envolvem alterações de informações contidas no sistema, ou modificações em seu estado ou operação. Os principais ataques que podem ocorrer em um ambiente de processamento e comunicação de dados são os seguintes: Personificação: uma entidade se faz passar por outra. Uma entidade que possui poucos privilégios pode fingir ser outra para obter privilégios. Replay; uma mensagem, ou parte dela é interceptada, e posteriormente transmitida para produzir um efeito não autorizado. Modificação:o conteúdo de uma mensagem é alterado implicando em efeitos não autorizados sem que o sistema consiga identificar a alteração. Exemplo: alteração da mensagem ―Aumentar o salário de José para R$ 300,00‖ para ―Aumentar o salário de José para R$ 3000,00‖. Recusa ou impedimento de serviço:ocorre quando uma entidade não executa sua função apropriadamente ou atua de forma a impedir que outras entidades executem suas funções. Exemplo: geração de mensagens com o intuito de atrapalhar o funcionamento de algoritmos de roteamento. 36
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ataques internos: ocorrem quando usuários legítimos comportam-se de modo não autorizado ou não esperado. Armadilhas: ocorre quando uma entidade do sistema é alterada para produzir efeitos não autorizados em resposta a um comanda (emitido pela entidade que está atacando o sistema) ou a um evento, ou seqüência de eventos premeditados. Exemplo: a modificação do processo de autenticação de usuários para dispensar a senha, em resposta a uma combinação de teclas específicas. Cavalos de Tróia: uma entidade executa funções não autorizadas, em adição as que está autorizado a realizar. Exemplo: um login modificado, que ao iniciar a sua sessão, grava as senhas em um arquivo desprotegido. Política de segurança Uma política de segurança é um conjunto de leis, regras e práticas que regulam como uma organização gerencia protege e distribui suas informações e recursos. Uma política de segurança deve incluir regras detalhadas definindo como as informações e recursos da organização devem ser manipulados., deve definir também, o que é e o que não é permitido, em termos de segurança, durante a operação de um dado sistema. Existem dois tipos de política:  Política baseada em regras: as regras deste tipo de política utilizam os rótulos dos recursos e dos processos para determinar o tipo de acesso que pode ser efetuado. No caso de uma rede de computadores, os dispositivos que implementam os canais de comunicação quando é permitido transmitir dados e etc.  Política baseada em segurança: o objetivo deste tipo de política é permitir a implementação de um esquema de controle de acesso que possibilite especificar o que cada indivíduo pode ler, modificar ou usar.  Usuários e senhas ( regras para usuários e senhas) Usuários: o Não usar a conta do superusuário ou administrador para outros setores/funcionários. o Criar grupos por setores/áreas afins. o Criar contas dos usuários de acordo com os seus nomes dentro do grupo. Senhas – não usar: o Mesmo nome do usuário (login). o Senha em branco. o Palavras óbvias, como ―senha‖, ―pass‖ ou ―password‖. o Mesma senha para diversos usuários. o Primeiro e último nome do usuário. o Nome da esposa/marido, pais ou filhos. o Informação sobre si mesmo (placa do carro, data de nascimento, telefone, CPF) o Somente números. o Palavra contida em dicionário (tanto português como Inglês) o Palavra com menos de 6 caracteres. Senhas – usar: o Letras minúsculas e maiúsculas. o Palavras com caracteres não alfabéticos (números ou sinais). o Fácil de lembrar para não ter que escrever. 37
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia o Fácil de digitar (sem ter que olhar o teclado). Exemplos de senhas: o Primeira ou segunda letra de cada palavra de um título ou frase fácil de memorizar. o Concatenação de duas palavras curtas com sinal de pontuação. o Concatenação de duas palavras pequenas de línguas diferentes. Troca de senha: o Periodicidade ideal: 3 meses. o Periodicidade máxima de 6 meses. o Sempre que houver suspeita de vazamento. Observações: o A senha de cada usuário é pessoal e intransferível, devendo ser rigorosamente proibida a sua cessão a outra pessoa. o Responsável por cada setor (ou gerente geral) deverá ter as senhas dos seus funcionários, em local seguro, para uso em caso emergencial. o JAMAIS escreva a senha em um pedaço de papel e cole o mesmo no seu teclado ou monitor, nem coloque na sua gaveta (caso ela não tenha chave). Reforçando alguns conceitos: a) Integridade: é a garantia de que os dados não foram alterados. b) Autenticidade: é a garantia de que os dados são verdadeiros. c) Legitimidade: é a garantia de que a origem e o destino são verdadeiros. d) Acesso: possibilidade de consulta a dados de uma rede. e) Autenticação: é o processo de se confirmar à identidade de um usuário ou um host. f) Violação: é o acesso aos dados por pessoa não autorizada. g) Comprometimento: é a perda de segurança, ocasionada pelo acesso não autorizado. h) Vulnerabilidades: são os pontos fracos na segurança da rede. i) Ameaça: é uma possível violação da segurança de um sistema. j) Ataque: é a materialização de uma ameaça. k) Vírus: programa que executa ação não solicitada.  Vírus de arquivos: são os que se agregam em arquivos executáveis ou em arquivos requisitados para a execução de algum programa.  Vírus de sistema (Vírus de Boot): infectam os arquivos de inicialização do sistema.  Vírus múltiplo: são os que infectam tanto os arquivos de programas como os arquivos de inicialização.  Vírus de Macro: é um vírus escrito em linguagem de macro ou anexado a macros incluídas em arquivos de dados. Eles são comuns em arquivos do Word e do Excel.  Vírus Stealth (Furtivo): vírus que utiliza técnicas de dissimulação para que sua presença não seja detectada nem pelos antivírus nem pelos usuários.  Vírus criptografados: codifica parte de seu código fonte, para evitar sua detecção.  Vírus mutante: altera o seu código fonte para evitar a sua detecção.  Vírus polimórfico:semelhante ao mutante, mas cada vez que copia a si mesmo, muda seu código fonte. l) Worm (vermes): são programas com alta capacidade de proliferação que são normalmente enviados por correio eletrônico. m) Bactéria: é um vírus com alta capacidade de duplicação. 38
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia n) Trojan Horse (Cavalo de Tróia): são programas enviados por correio eletrônico, na forma de ―jogos‖ ou ―aplicativos‖, que permitem que o emissor do Trojan acesse os dados do computador infectado. o) Antivírus: são programas que verificam a presença de vírus e cavalos de Tróia e são capazes de eliminá-los. p) Span: é o envio de informação de mensagens não solicitadas, por correio eletrônico. Tipos de invasores: a) Hacker: usuário não autorizado que invade redes em busca de conhecimento ou para testar os seus conhecimentos, mas não causa danos ao sistema. Indivíduo com conhecimentos elevados de computação e segurança, que os utiliza para fins de diversão, interesse, emoção. Em geral, hackers não destroem dados, possuem um código de ética e não buscam ganhos financeiros. b) Cracker: usuário não autorizado que invade redes, causando danos ao sistema. c) Phreaker: hacker de telefonia. d) Defacers: hacker que invade sites para apagar informações destes. e) Lammer: são usuários que estão em estado inicial de aprendizado para se tornarem hackers. f) Script Kiddie: é o indivíduo que saiu do estágio de lammer, mas que só sabe usar as ―receitas de bolo‖ (programas prontos) e ainda não entende muito bem o que está fazendo. Técnicas e programas utilizados por hackers e cracker a) Back door: é um programa Escondido, deixado por um intruso, o qual permite futuro acesso a máquina alvo. b) Crack: programa utilizado para quebrar licenças de outros programas. Também pode se referir a programas utilizados para quebrar senhas. c) Exploit: programas utilizados por hackers e crackers para explorar vulnerabilidades em determinados sistemas, conseguindo assim, acessos com maior privilégio. d) Flood: sobrecarga (em geral de pacotes) causada por eventos não esperados que causam a lentidão do sistema. e) Hijacking: é o assalto de uma sessão, geralmente TCP/IP. O assalto de sessão é uma forma de manter o controle de uma conexão iniciada por um usuário legítimo. Ao interceptar essa conexão o hacker pode impedir o usuário legítimo de usar o sistema e tomar o seu lugar. f) Sniffer: ferramenta utilizada por hackers e especialistas em segurança e rede que serve para monitorar e gravar pacotes que trafegam pela rede. Dependendo do sniffer, é possível analisar vários dados dos pacotes, analisar protocolos, ver dados específicos da camada de aplicação, senhas e etc. g) Spoofing: é uma forma de manter uma conexão com uma máquina se fazendo passar por outra na qual ela confie. Mecanismos de segurança: a) Esteganografia: é o processo de esconder informações, que serão mostradas novamente através de comandos específicos. b) Criptografia: é o método de codificar uma mensagem, para garantir a segurança das mesmas. c) Firewall: é o sistema de segurança que impede o acesso de usuários não autorizados. d) Scanner: é um programa que verifica pontos vulneráveis na segurança da rede. 39
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia e) Servidor Proxy: é um mecanismo de segurança, onde a autenticação é realizada por ―Servidor Proxy‖ que não se encontra conectado à rede. Se o usuário que está tentando acessar a rede for autorizado, será redirecionado pra um endereço válido na rede. f) VPN (Rede Virtual Privada): são ligações feitas entre Intranets (redes locais que utilizam a arquitetura TCP/IP), utilizando como meio de comunicação a Internet e como meio de segurança o firewall nas pontas das Intranets. Além disso, os dados são mandados de forma criptografada. 10. Uso da Internet na Educação, nos negócios e na Economia: EAD – Ensino à distância: é uma forma de aprendizado em que as aulas são realizadas de forma não presencial, via Internet. No Brasil já existem cursos de graduação realizados por EAD. E-Commerce – Comércio Eletrônico: é um tipo de comércio, onde as transações comerciais são realizadas via Internet. Como exemplo, temos no Brasil uma modalidade de licitação chamada Pregão que é realizada via Comércio Eletrônico, que vem sendo muito incentivada, pois agiliza o processo licitatório. Medicina on-line: existem hospitais que realizam acompanhamento médico a seus pacientes críticos à distância, via Internet. Justiça on-line: atualmente alguns tribunais realizam audiências via Internet. Os réus permanecem nos presídios (garante mais segurança e reduz o custo) e utiliza câmeras de vídeo conferência para participar da audiência. 11- Revisando conceitos necessários: a) Hipertexto: conjunto de informações na forma de textos, sons e imagens. b) Hyperlink: são palavras ou figuras que permitem abrir páginas da Internet. c) Página: conjunto de informações referentes a uma pessoa física ou jurídica que trafega na Internet. Estas são criadas em linguagens específicas, como por exemplo, HTML, ASP, Java e Flash. d) Site: conjunto de páginas que tratam de assuntos diferentes, referentes a uma pessoa jurídica ou física, que trafega na Internet. e) Home Page: página inicial de um site. f) Download: ato de salvar um arquivo da Internet no computador do usuário. Ato de transferir uma cópia de um arquivo de uma máquina remota para o computador do usuário. g) Upload: ato de enviar um arquivo do usuário para a Internet. Um exemplo seria no caso de o usuário criar uma página e enviar para um servidor de hospedagem para que o mesmo a disponibilizasse na Internet. h) Newsgroup (Grupo de Notícias): são grupos existentes na Internet para debates e discussões sobre assuntos específicos. i) Acesso Remoto: é o tipo de acesso, onde o usuário não está fisicamente na máquina onde deseja realizar uma tarefa. j) FAQ (Frequently Asked Questions): são listas com perguntas e respostas comuns sobre um determinado assunto que normalmente está disponibilizada em newsgroup da Internet. k) TCP/IP (Protocolo de Controle de Transferência/ Protocolo Internet): possivelmente é o responsável pela força da Internet. Todos os computadores que entendam essa linguagem são capazes de trocar informações entre si. l) SLIP – (Serial Line Internet Protocol – Protocolo Internet de Linha Serial): primeiro protocolo a estender a Internet através de linhas telefônicas discada padrão. Sendo considerado pelos programas 40
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia um ―pangaré que funcionou‖, e na ausência de algo melhor, se tornou um padrão inicial para rotear o tráfego da Internet através de uma linha telefônica. m) PPP (Point-to-Point Protocol – Protocolo Ponto a Ponto): é mais confiável que o SLIP e às vezes ligeiramente mais rápido, sendo projetado com uma estratégia geral e implementado de modo metódico e padronizado. Uma diferença entre SLIP e o PPP, é que o primeiro só pode transportar TCP/IP através de uma linha serial, enquanto o PPP pode transportar muitos protocolos, além de TCP/IP, através de uma série de conexões. Por exemplo, um enlace PPP pode transporte protocolos de rede Novell ou Macintosh ao mesmo tempo em que transporta TCP/IP para uma conexão de Internet. n) Servidor de domínio: um dos computadores da rede de seu provedor é destinado a transformar nomes de computador nos números IP correspondentes para todos os computadores da rede. Por exemplo, digamos que o usuário queira ver a home page da Pacific Bell; portanto, ele digita http://www.pacbell.com em seu browser Web. Antes que seu browser possa carregar essa página Web , ele precisa verificar seu servidor de nome de domínio para obter o número IP do computador www.pacbell.com . O servidor de nome de domínio informará ao seu sistema que o número IP do computador é 192.150.170.2. o) Número IP: é uma seqüência de quatro números separada por pontos, que identifica exclusivamente cada computador na Internet. Alguns provedores atribuem números IP permanentemente, para que o número de seu computador nunca mude. Outros provedores ajustam seus sistemas para atribuir números IP dinamicamente, o que significa que sempre que o usuário estabelece sua conexão, pode ter um número IP diferente. p) Servidor de correio: alguns provedores da Internet dedicam um computador para servir de correio para todos os outros computadores de sua rede. Se esse é o caso de sua rede, seu provedor lhe fornecerá o nome da máquina ou o número IP, para que o usuário possa digita-lo na tela de configuração de seu programa de correio. q) Máscara: o provedor pode fornecer um número adicional para a rede, chamado máscara. Se assim for, basta introduzi-lo na tela de configuração de seu sistema SLIP/PPP. r) Servidor de notícias: muitos provedores destinaram um computador para armazenar artigos Usenet e servi-los aos usuários de suas redes. Tendo que digitar o nome ou número IP de seu servidor de notícias na tela de configuração do programa que usará para ler as notícias. s) Roteador ou interconexão (gateway): é o computador para qual o seu discará a fim de estabelecer sua conexão com a Internet. t) Login de roteador: é o nome que o computador usará para se logar com o computador roteador. Uma convenção que alguns (mas não todos) provedores seguem é iniciar nomes de conta PPP com um ―p‖ (como em ―pdhayes‖ para alguém cujo nome seja Don Hayes) e iniciar contas SLIP com um ―s‖ (como em ―sjwarren‖ para alguém cujo nome seja Jennifer Warren). Mais freqüentemente, esse nome de login não corresponderá ao seu endereço de correio eletrônico, é apenas um identificador de seu computador. u) Senha de roteador: da mesma forma como quando uma pessoa se loga com um computador, quando seu computador se loga com o roteador, ele precisa fornecer um nome login e uma senha. Essa string (cadeia de caracteres) é a senha que sue computador precisará para controlar a seqüência de login. v) Correio eletrônico: provavelmente o usuário concordará que o correio eletrônico é uma das melhores coisas da Internet. O usuário poderá trocar mensagem com as pessoas de todo o mundo em questão de segundos. O único recurso da Internet que não se pode acessar com a maioria dos 41
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia browsers, embora alguns deles já tenham recursos internos para enviar correio eletrônico. Sendo que o usuário regular está interessado somente em algumas coisas que poderá fazer na Internet: w) FTP anônimo: FTP é um programa que o usuário pode usar para recuperar arquivos de computadores na Internet. x) Archie: os servidores Archie são computadores da Internet com bancos de dados onde estão os nomes de muitos arquivos armazenados em servidores FTP. O usuário pode usar um programa cliente Archie para encontrar a localização dos arquivos (os nomes dos servidores de FTP) quando sabe o nome ou parte do nome de um arquivo. y) Finger: este programa fornece informações sobre outras pessoas com contas em computadores Unix da Internet. Por exemplo, o Finger lhe informará quando os usuários se conectaram pela última vez com o computador deles, se eles estão conectados atualmente e a última vez que leram sua correspondência. z) Gopher: é um sistema de menu mundial. Ele é conceitualmente semelhante a World Wide Web, mas as ―páginas‖ do Gopher contêm apenas opções de menu e nenhum desenho. aa) Internet Relay Chat: o IRC é um programa de conversa em tempo real. Sintonizando um canal de IRC em particular, você pode conversar com outras pessoas com interesses semelhantes, em um tipo de ambiente de rádio-amador em que se digita em vez de falar. bb) Mailing lists (listas de distribuição): as mailing lists representam a resposta da Internet às malas diretas postais do mundo real. O usuário pode participar de mailings lists de centenas de assuntos. Inscrever-se e cancelar a inscrição normalmente é automático, e as ―distribuições‖ são realizadas em seu endereço de correio eletrônico normal. cc) Telnet: um programa que permite que o usuário se conecte a outros computadores da Internet. Para se conectar, ou se logar, a outro computador, o usuário precisa ter um nome de usuário e uma senha nesse computador. dd) Grupos de notícias (newsgroups) da Usenet: formam um tipo de sistema de BBS global; o usuário pode entrar em grupos de discussão de uma grande quantidade de assuntos, tantos gerais como esotéricos. Mundialmente, existem bem mais de 10.000 grupos de notícias (assuntos). ee) WAIS – Wide Area Information Service (Serviço de Informação de Área Ampla): é um conjunto de banco de dados em que o usuário pode procurar informações sobre qualquer assunto na Internet. ff) World Wide Web: a Web (Teia) é o sistema mundial de documentos de hipertexto interligados. 12. Programas Software de conexão: programa que permite realizar e criar conexões à Internet. Exemplo: Acesso à Rede Dial-Up. CHAT: programa que permite realizar conversas eletrônicas. ICQ: programa criado para conversas on-line entre vários usuários e que permite a utilização de vídeo conferência. IRC (Internet Relay Chat): programa criado para conversas on-line entre dois usuários que e que permite a utilização de vídeo conferência. TELNET (Programa e Protocolo): programa que permite acesso remoto (acesso quando o usuário na se encontra fisicamente na rede). Browser (Navegador) – Internet Explorer 5.5 e 6.0: programa que permite abrir páginas e sites da Internet, localizar e pesquisar informações na mesma, efetuar download e até mesmo ler e redigir mensagens de correio eletrônico. Exemplos: Internet Explorer e Netscape Navigator. 42
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Aplicativos 1- Windows Explorer (Browser):  Menu Arquivo a) Novo: Janela: abre uma nova janela do Internet Explorer. Com isso, poderemos trabalhar com duas páginas da Internet, abertas ao mesmo tempo. Mensagem: abre uma janela de correio eletrônico para criar uma nova mensagem. Postagem: abre o grupo de notícias. Contato: abre o catálogo de endereços. Chamada na Internet: permite se comunicar a um usuário na Internet ou mesmo em uma Intranet. b) Abrir (CTRL+A): permite abrir arquivos ou pastas, através da digitação de um endereço URL c)Editar com Blocos de Notas do Windows: permite fazer alterações em páginas da Internet, usando o Bloco de Notas do Windows. d) Salvar (CTRL+B): salva uma página da Internet com o mesmo nome e no mesmo local. e) Salvar Como: permite salvar uma página da Internet com outro nome ou em outro local. f) Configurar Página: permite definir as características de impressão. Entre essas características: Margens Orientação do papel: retrato ou paisagem. Cabeçalho e rodapé: especifique as informações a serem impressas. g) Imprimir (CTRL+P): abre a caixa de diálogo Imprimir, que permite definir características de impressão. h) Enviar: permite mandar a página visualizada através do correio eletrônico, mandar link pelo correio eletrônico e criar um atalho na Área de Trabalho da página que está sendo visualizada. i) Importar e Exportar: abre o assistente para Importação e Exportação que permite exportar e importar informações facilmente entre o Internet Explorer e os outros aplicativos. j) Propriedades: mostra o nome da página que está sendo visualizada, o protocolo utilizado, o tipo do arquivo originário, o endereço, o tamanho ocupado, a data de criação e a última modificação ocorrida na página. k) Trabalhar off-line: permite trabalhar com o Internet Explorer, sem estar conectado. Essa opção permite desconectar da Internet. l) Fechar: fecha o Windows Explorer.  Menu Editar: a) Recortar (CTRL+X): este comando, junto ao comando Colar, permite mover uma parte ou toda página para um determinado local. b) Copiar (CTRL+C): este comando, junto ao comando Colar, permite mover uma parte ou toda página para um determinado lugar. c) Colar (CTRL+V): cola pastas e arquivos em um novo local. d) Selecionar Tudo (CTRL+T): seleciona a página inteira de uma única vez. e) Localizar (nesta página) (CTRL+L): permite localizar um texto na página visualizada. 43
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Menu Exibir: a) Barra de Ferramentas: mostra ou não a Barra de Ferramentas. Botões Padrão Barra de Endereços Links Rádio Personalizar b) Barra de Status: mostra ou não a Barra de Status c) Barra do Explorer: faz com sejam ou não mostradas as barras Pesquisar, Favoritos, Históricos, Canais ou todos de uma só vez. Pesquisar (CTRL+E) Favoritos (CTRL+I) Históricos (CTRL+H) Pastas Dica do dia d) Ir para Voltar (ALT+ SETA à ESQUERDA): mesma função que foi vista no Botão Voltar da Barra de Ferramentas. Avançar (ALT+SETA À DIREITA): mesma função que foi vista no Botão Avançar da Barra de Ferramentas. Página Inicial (ALT+HOME): permite visualizar a página de abertura quando nos conectamos a Internet. e) Parar (ESC): interrompe a visualização da página. f) Atualizar (F5): permite atualizar a página que está sendo visualizada. g) Tamanho do texto: permite aumentar ou diminuir a fonte do texto da página atual. h) Codificação: permite definir código de idioma (o idioma e o conjunto de caracteres) a ser usado. Se a página não incluir essas informações e você tiver ativado o recurso Seleção automática de codificação de idioma, o Internet Explorer normalmente pode determinar o código de idioma apropriado. i) Código fonte: mostra o código fonte da página que está sendo visualizada. j) Tela inteira (F11): mostra a página no formato no formato Tela Cheia. Com isso, não serão mostradas a Barra de Títulos, nem Barra de Status e nem a Barra de Menu. Para voltarmos à visualização normal, pressionamos F11.  Menu Favoritos: a) Adicionar a favoritos: permite inserir sites na lista de favoritos. b) Organizar favoritos: permite criar uma nova pasta dentro da lista favoritos, mover sites para uma determinada pasta, mudar o nome e excluir sites e pastas. c) Mostra os sites e as pastas favoritas  Menu Ferramentas 44
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia a) Correio e Notícias: permite visualizar mensagens recebidas pelo correio eletrônico padrão, criar uma nova mensagem, enviar um link para um usuário, enviar uma página para um usuário e visualizar as notícias em um grupo de notícias. b) Sincronizar: permite sincronizar os dados no computador com os dados na Internet para que ambos fiquem atualizados, quando o computador se encontrar em modo off-line. c) Windows Uptade: abre a página da Internet que possui informações detalhadas do assunto. d) Mostrar links relacionados: permite localizar páginas da Web similares à página da Web que você está visualizando. e) Opções da Internet: permite alterar os programas padrão que usa para correio, grupo de notícias, calendário e chamadas da Internet, armazenar informações pessoais para sites da Web, desativar as imagens, sons, vídeos e animações para visualizar mais rapidamente todas as páginas da Web, escolher se deseja usar AutoCompletar em endereços da Web, formulários e senhas, ou não usa-lo, limpar o histórico de qualquer um desses itens. Pasta Favoritos Através do botão Adicionar, podemos inserir a página atual na pasta favoritos e através do botão Organizar, criar subpastas para inserir as páginas. Pasta Histórico Clicando no botão histórico, a janela do Internet Explorer será dividida em duas. Nesse caso, o histórico está ordenado por data. Podemos mostrar o histórico por data, site, páginas mais visitadas por hoje, bastando clicar na seta para baixo em Exibir. O botão Pesquisar localiza páginas ou sites na pasta histórico. Podemos alterar a quantidade de dias que as páginas permanecem na pasta históricos e até mesmo apagar o conteúdo da pasta, através do Opções da Internet do menu Ferramentas. O Ícone correioweb indica a pasta do site CorreioWeb e correioweb representa uma página deste site. Barra de Ferramentas a) Voltar: volta para uma página que estava aberta antes da anterior. Obs.1: esse botão só estará disponível a partir da primeira página aberta pelo usuário. Obs.2: permite voltar às últimas 9 páginas. Obs.3: se uma página for aberta em uma nova janela do Internet Explorer, esse botão não estará disponível. b)Avançar: executa ação contrária ao voltar. Obs.: deve ser executado imediatamente após ao voltar. c)Parar:interrompe a abertura da página. Podem ocorrer três situações diferentes, que podem ser identificadas pela barra de status. a. Localizando Host: permanecerá na página que estava anteriormente. b. 5 itens restantes: mostrará a página com os itens que já carregou. c. Concluído: não executa função nenhuma. d)Atualizar: reinicia a abertura da página, atualizando o conteúdo da mesma. e)Página Inicial : volta para a página que é aberta automaticamente quando o Internet Explorer é iniciado. f) Pesquisar: localiza páginas da Internet que contenham uma determinada informação. 45
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia g) Favoritos: mostra as páginas da pasta Favoritos, permite adicionar a página atual a Favoritos, organizar as páginas na pasta favoritos, apagar páginas dessa pasta e criar subpastas para essa pasta. h) Histórico: mostra as páginas que foram acessadas; permite definir como estas páginas serão mostradas: por data , por nome de site, por ordem das páginas visitadas hoje ou por ordem de mais visitadas; permite adicionar páginas dessa pasta a pasta Favoritos (botão direito do mouse); e pesquisar informações nas pastas dessa pasta. i) Correio: permite ler e redigir mensagens de correio eletrônico e enviar à página atual ou apenas link da mesma para um destinatário de mensagem. j) Imprimir: imprime a página atual, mas não apresenta opções de impressão. k) Editar: abre o editor de páginas padrão, que pode ser o Word , FrontPage ou bloco de notas, mostrando a página em sua linguagem de criação (formato HTML). l) Discussões na Web: permite que qualquer pessoa anexe comentários a uma página da Web ou a qualquer documento que possa ser aberto com um navegador (como arquivos .xls, .doc, .ppt, .gif e assim por diante), a fim de que os comentários apareçam com o documento, mas sejam armazenadas em um servidor de discussão. m) MSN Messenger: programa de mensagens instantâneas. Através desse programa podemos adicionar amigos, membros da família e colegas de trabalho a uma lista de contatos; verificação de pessoas que estão on-line; realizar ligações para telefones por uma tarifa bem econômica (utilizando o microfone ou fone de ouvido com microfone para falar); fazer chamadas para o computador de um contato e falar gratuitamente; enviar imagens, músicas ou documentos; enviar mensagens instantâneas a um Pager; ir para salas de bate-papo, realizar conversas de mensagem instantânea; ser notificados de novos e-mails no Hotmail. n) Tamanho da Fonte: permite alterar o tamanho da fonte da página atual. o) Tela Inteira: faz com que a página atual ocupe a tela do computador como um todo, desaparecendo assim as barras da janela. Obs.:as barras de rolagem e de ferramentas permanecem sendo realizadas. p)Windows Update: abre a página da Microsoft, permitindo obter informações e atualizar o Internet Explorer. 2- Correio Eletrônico – Microsoft Outlook Express 6.0 Programa que permite enviar e receber mensagens através do computador. Exemplos: Outlook Express e Netscape Messenger. Pasta do Outlook Express: a) Rascunho: mensagens que estão sendo redigidas. b) Caixa de Saída: mensagens que estão sendo enviadas. c) Itens Enviados: mensagens enviadas. d) Caixa de Entrada: mensagens recebidas. e) Itens Excluídos: mensagens apagadas. As mensagens não vão para a lixeira. Opções da Barra de Ferramentas: a) b) Permite criar uma mensagem. Permite responder a uma mensagem recebida. 46
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia c) Permite responder a uma mensagem para todos os usuários que receberam a mensagem original. d) Permite enviar uma mensagem recebida ou redigida anteriormente para outro destinatário de mensagem. e) Permite imprimir uma mensagem. f) Permite enviar uma mensagem para pasta Itens Excluídos. g) Abrir o catálogo de endereços. h) Permite localizar uma mensagem ou pessoa do catálogo de Endereços i) Permite enviar mensagens pendentes (caixa de saída) e verificar se existem mensagens recebidas. j) Permite enviar mensagem. k) Permite mover o texto selecionado para a Área de Transferência. l) Permite copiar o texto selecionado para a Área de Transferência. m) Permite colar o conteúdo da Área de Transferência na posição do cursor. n) Permite desfazer a última ação feita. o) Permite verificar se os endereços digitados nos campos ―Para‖, ―Cc‖ e ―Cco‖ estão escritos corretamente. Para tanto verifica no catálogo de endereços. p) Permite verificar se existem erros ortográficos. q) Permite inserir um arquivo como anexo à mensagem que será enviada. r) Permite definir a nível de prioridade da mensagem. s) Permite definir assinatura digital para mensagem. t) Permite criptografar a mensagem. u) Permite trabalhar desconectado da Internet (modo off-line). No Internet Explorer de acordo com o estado da mensagem o ícone ao seu lado se modificará. Os estados das mensagens são: a) Mensagem com anexo. b) Mensagem com alta prioridade. c) Mensagem com baixa prioridade. d) Mensagem lida. e) Mensagem não lida. f) Mensagem com assinatura digital. g) Mensagem criptografada. h) Mensagem com sinalização. Atalhos do teclado do Outlook Express: É possível usar teclas de atalho para selecionar comandos e navegar pelo painel de visualização e pela lista de mensagens . Exceto onde indicado, os atalhos se aplicam tanto para mensagens como para grupos de notícias. Janela principal, janela de exibição de mensagens e janela de envio de mensagens: Para Abrir tópicos da Ajuda Selecionar todas as mensagens Pressione F1 CTRL+A Janela principal e janela de mensagem: 47
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para Imprimir a mensagem selecionada Enviar e receber mensagens Excluir uma mensagem do correio Abrir ou postar uma nova mensagem Abrir o catálogo de endereços Encaminhar uma mensagem Responder ao autor da mensagem Responder a todos Ir para a sua caixa de entrada Ir para a próxima mensagem da lista Ir para a mensagem anterior da lista Exibir as propriedades de uma mensagem selecionada Atualizar novas mensagens e cabeçalhos Ir para a próxima mensagem não lida Ir para a próxima conversação de notícias não lidas Ir para a pasta Pressione CTRL+P CTRL+M DEL ou CTRL+D CTRL+N CTRL+SHIFT+B CTRL+F CTRL+R CTRL+SHIFT+R ou CTRL+G (somente notícias) CTRL+I CTRL+> ou CTRL+SHIFT+> CTRL+< ou CTRL+SHIFT+< ALT+ENTER F5 CTRL+U CTRL+SHIFT+U CTRL+Y Janela principal: Para Abrir uma mensagem selecionada Marcar uma mensagem como lida Mover-se entre a lista Pastas (se ativada), a lista de mensagens, o painel de visualização e a lista contatos (se ativada) Marcar todas as novas mensagens como lidas Ir para um grupo de notícias Expandir uma conversação de notícias (mostrar todas as respostas) Recolher uma conversação de notícias (ocultar mensagens) Ir para o próximo grupo de notícias ou pasta não lidos Fazer download de notícias para leitura off-line Pressione CTRL+O ou ENTER CTRL+ENTER ou CTRL+Q TAB CTRL+SHIFT+A CTRL+W Seta à esquerda ou sinal de adição (+) Seta à direita ou sinal de subtração (-) CTRL+J CTRL+SHIFT+M Janela de mensagem – exibindo u enviando: Para Fechar uma mensagem Localizar texto Localizar uma mensagem Alternar entre as guias Editar, Ponte e Visualizar Pressione ESC F3 CTRL+SHIFT+F CTRL+TAB 48
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Janela de mensagem – somente enviando: Para Verificar nomes Verificar ortografia Inserir assinatura Pressione CTRL+K ou ALT+K F7 CTRL+SHIFT+S 3- Aplicativo de Áudio, Vídeo e Multimídia: a) Sonique: executa arquivos de som. b) Winplay: executa arquivos de som. c) Music Match JukeBox 4.0 MP3: faz conversão para o formato MP3 direto do CD de música. Também converte de MP3 para wave e de wave para MP3. d) MP3 COMPRESS: converte arquivo wave em MP3. e) WINGROOVE PLAYER: toca arquivos MIDI melhorando muito sua qualidade. Também faz a conversão de arquivos MIDI para Wave. f) WINAMP: executa formatos MP3, MIDI, VQF, WAV. g) YAMAHA VQPLAYER: executa música VQF. h) YAMAHA VQPLAYER: transforma arquivos WAV em VQF (nova tecnologia para compressão de arquivos de áudio). i) Ultmate Enconder: gravar MP3. j) NexEnconder Studio: gravar MP3. Capitulo IV Conceitos de proteção e segurança em redes de computadores 1. Introdução Com a mudança no foco de utilização das redes de computadores (do uso acadêmico para o uso comercial) houve um aumento significativo da necessidade de investimento em segurança das redes, para evitar que informações possam ser capturadas ou alteradas por pessoas sem autorização para isso. Tem-se verificado que as redes podem sofrer diversos tipos de danos, causados pelos mais variados motivos, porém, o maior de todos, têm sido o uso inadequado, furto e alteração de dados por funcionários das próprias empresas. 49
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia A esses possíveis problemas chamamos de vulnerabilidade, ou melhor, a vulnerabilidade é a suscetibilidade que um sistema possui a ataques, e essa sujeição ocorre pela ausência ou ineficiência dos sistemas de proteção. Geralmente, quando falamos de vulnerabilidade, imagina-se apenas o ataque direto à rede, mas elas podem ser de diversos tipos. Vejamos: a) Vulnerabilidade física – falhas nas instalações elétricas, ausência de um plano contra incêndio; má estruturação do prédio; falta de planejamento do CPD; etc. b) Vulnerabilidade natural – tragédias naturais (maremotos, terremotos, enchentes, etc); maior índice de umidade do ar; maresia; etc. c) Vulnerabilidade humana – má qualificação ou falta de experiência dos profissionais que atuam na área de segurança das informações na empresa; ausência de treinamento adequado aos funcionários de uma maneira geral; falhas de caráter dos funcionários. d) Vulnerabilidade de hardware – desgaste natural do maquinário, mau dimensionamento, má conservação, baixa qualidade. e) Vulnerabilidade de software – falhas operacionais nos sistemas; má instalação e configuração o que pode gerar permissões indevidas. f) Vulnerabilidade dos meios de acesso – perda de dados; perda do link; falta de observância do grau de segurança oferecido, por padrão, pelo meio, e o que precisa ser agregado a ele para se atingir o grau de segurança desejado. g) Vulnerabilidade de meios de armazenamento – falhas de armazenamento e conservação, inobservância do grau de segurança oferecido X o desejado; baixa qualidade dos meios. De uma maneira mais clara, essas vulnerabilidades podem causar a perda de informações, o furto ou alteração de informações, a divulgação não autorizada de dados, o fornecimento de dados estatísticos errados; a interrupção do fornecimento de serviços, etc. A segurança de redes então, tem por função, a eliminação das vulnerabilidades da empresa para evitar futuras ameaças. As ameaças são tentativas de violação ao sistema de segurança da empresa. Elas se classificam geralmente em: ativas, passivas, intencionais e acidentais.  Ativas – são as que efetivamente causam dano ao sistema, alterando suas informações, apagando-as, ou furtando-as.  Passivas – são as que, apesar de ocorrerem, não causam danos ao sistema.  Intencionais – são as que ocorrem mediante pré-meditação. Alguém as planejou e as executou.  Acidentais – são as que ocorrem sem que tenha havido a intenção. Quando uma ameaça intencional se efetiva, ela passa a ser chamada de ataque. Os principais tipos de ataque são: a) Ataques internos – geralmente são realizados por funcionários da própria empresa, pois se caracterizam pela realização de ações não autorizadas, por usuários cadastrados. b) Personificação – esse ataque também é conhecido como ―masquerade‖ e se caracteriza pela atuação de uma entidade como outra, com o intuito de obter privilégio que ―a priori‖ não lhe pertenceriam. 50
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia c) Recusa de impedimento de serviço – caracteriza-se por interrompimento de serviços oferecidos pela rede. Esse interrompimento pode ser causado direto pela entidade afetada, ou esta pode servir de meio para impedir o serviço de outra entidade. d) Armadilha – caracteriza-se pela modificação de uma entidade, para que a partir de um determinado comando ou evento, ela produza efeitos não autorizados. Esse ataque que também é conhecido como ―trapdoor‖. e) Repetição – caracteriza-se pelo armazenamento de cópias de mensagens ou dados e o posterior reenvio (geralmente cópia também o catálogo de endereços da máquina atacada e no momento do reenvio utiliza-o). Esse ataque é conhecido também como ―Replaying‖. f) Modificação – caracteriza-se por alterações no conteúdo das mensagens. g) Escuta clandestina – caracteriza-se pela interceptação da comunicação por pessoas não autorizadas. h) Busca exaustiva – caracteriza-se pelas sucessivas tentativas de quebrar sistemas criptografados, utilizando-se todas as chaves possíveis. Esse método é chamado, por alguns autores, de ―método da força bruta‖. i) Inferência – caracteriza-se pela utilização da criptoanálise, na tentativa de se obter a mensagem original através de cálculos matemáticos. j) Ataque ao texto cifrado – caracteriza-se pela utilização de algumas mensagens cifradas com algoritmos de criptografia conhecidos, visando tentar descobrir o conteúdo da mensagem interceptada a partir destes textos. k) Corte e cola – caracteriza-se pelo uso de duas ou mais mensagens cifradas com a mesma chave e através da combinação de porções delas, gerar uma nova mensagem. Busca-se com isso enganar um usuário autorizado e induzi-lo a fazer o que o invasor deseja. 2. Vírus de computador A grande maioria dos ataques é realizada por vírus de computadores. Vírus são programas desenvolvidos com intuitos destrutivos. Geralmente trazem características especiais como, por exemplo, a possibilidade de se auto-replicar. As ações mais conhecidas dos vírus são os ataques a outros programas (principalmente Sistemas Operacionais) e a execução de ações não solicitadas e indesejadas. Geralmente se propagam através da circulação de programas e mídias infectadas. Existem diversos tipos de vírus. Os mais conhecidos são: a) Vírus de arquivo – esse tipo de vírus atua sobre arquivos. Geralmente os arquivos executáveis (COM e EXE) ou os arquivos que são utilizados na execução de outros programas (SYS, DLL, BIN, DRV). Eles podem ser de dois tipos:  Vírus de ação direta: esse tipo de vírus infecta um ou mais programas, cada vez que o programa que o contém é utilizado.  Vírus residentes: esse tipo de vírus se esconde na memória na primeira vez em que o programa infectado é executado e a partir daí passa a infectar todos os outros programas que forem executados. b) Vírus de sistema (Vírus de Boot) – esse tipo de vírus aloja-se nas áreas de boot dos discos, infectando os códigos executáveis lá localizados. c) Vírus de Macro – esse tipo de vírus é escrito em linguagem de macro, ou são anexados a macros já existentes nos programas. A infecção por esse tipo de vírus geralmente ocorre pela abertura de programas contaminados, nesse momento, o vírus se copia para o modelo global do 51
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia programa e passa a infectar todos os documentos que forem abertos. Vale salientar que esse tipo de vírus pode ser multiplataforma, infectando assim, mais de um tipo de sistema. d) Vírus Múltiplo – esse tipo de vírus é uma mistura do vírus de arquivo com o vírus de Boot, pois infecta tanto os arquivos de sistema quanto os arquivos de programa. e) Vírus criptografado – esse tipo de vírus possui uma parte do seu código criptografado para dificultar a detecção. f) Vírus stealth – esse tipo de vírus possui uma ação que visa disfarçar a sua presença na máquina, fazendo com que nem o usuário, nem o anti-vírus percebam a sua presença. Para enganar o antivírus, ele verifica a presença de um programa desse tipo atuando na memória, e caso haja, ele não ficará em atividade. Também é capaz de desinfectar arquivos para evitar o aviso de que ele está lá. g) Vírus Mutante – esse tipo de vírus altera o seu próprio código (parte dele) para evitar a sua detecção. h) Vírus Polimórfico – esse tipo de vírus é semelhante ao vírus mutante, mas a modificação do código ocorre a cada replicação. Muitas vezes, antes de executar a ação final para a qual foi elaborado, o vírus dá ―dicas‖ de que está instalado em uma máquina, como deixa a máquina mais lenta, exibe mensagens, músicas, desenhos, 1. OBS. Os Cavalos de Tróia (Trojam Horse) são programas que permitem a administração remota, invasão, visualização do que está sendo digitado, e até mesmo captura de dados das máquinas nas quais se instalam. Geralmente eles são enviados através de jogos ou programas que, quando executados, instalam o Trojan na máquina. Eles não devem ser confundidos com os vírus, pois eles não podem se replicar e só se instalam quando são executados. 2. Os Worm (Vermes) são programas com alta capacidade de proliferação. gera travamentos do sistema, altera subitamente o tamanho de arquivos e etc. Para se proteger o usuário deve estar sempre atento a esses sintomas e instalar em sua máquina um programa anti-vírus que é um programa que traz catalogado em si uma lista de códigos de todos os vírus conhecidos por ele. Quando o computador é ligado, ou quando o usuário solicita, ele ―varre‖ todos os programas existentes na máquina a procura dos códigos dos vírus, se encontrar algo semelhante ele tenta eliminar o código do vírus e restaurar o arquivo original, mas isso dependerá do antivírus. O usuário, então, deve sempre manter seu anti-vírus atualizado, caso ele tenha a opção de autoproteção deixe-o sempre ativada; verifique a existência de vírus em TODOS os arquivos que receber; não execute arquivos recebidos por email de origem desconhecida. 52
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS.: Em seu computador há programas conhecidos como ― cookies‖ que foram criados com o intuito de facilitar a vida do usuário, pois esses programas armazenam informações dos seus últimos acessos, o que evitaria a necessidade de fornecimento repetido de informações. Um exemplo bem prático deles é o carrinho de supermercado que existem nos sites de compra na Internet. Porém a intenção benéfica dos cookies foi adulterada pela idéia dos spywares. Eles são programas espiões que armazenam dados dos acessos do usuário, só que aqui geralmente é todo tipo de dado inclusive o número do cartão, a senha, o número da conta, a senha da conta e etc. Para se proteger o usuário deve instalar em sua máquina programas ―anti-spyware‖. 3. Spam Simultaneamente ao desenvolvimento e popularização da Internet, ocorreu o crescimento de um fenômeno que, desde seu surgimento, se tornou um dos principais problemas da comunicação eletrônica em geral: o envio em massa de mensagens não-solicitadas. Esse fenômeno ficou conhecido como spamming, as mensagens em si como spam e seus autores como spammers. Embora algumas leis a respeito do assunto já tenham sido aprovadas, ainda não existe uma legislação definitiva que regule a prática do spamming ou a caracterize como sendo crime. Apesar desta atual indefinição legal, diversas entidades governamentais, comerciais e independentes declaram que o spam é um dos maiores problemas atuais da comunicação eletrônica. No Brasil não é crime enviar spam, mas esta prática acaba sendo autoregulamentada, pois o spammer é mal visto, seu produto ou empresa é desacreditado, seu provedor, domínio ou IP pode ser incluído nas listas de bloqueio dos administradores de rede. Por este motivo quase sempre o spam está ligado a práticas criminosas ou a ingenuidade do empreendedor. Meios de envio Correio eletrônico : é a forma mais comum e conhecida de spam. Spammers desse meio freqüentemente utilizam programas que facilitam ou automatizam a obtenção de endereços e o envio a um grande número de destinatários. Existem diversos métodos diferentes para um spammer obter uma lista de endereços. Um dos procedimentos mais comuns é utilizar programas de interpretação de textos que executam varreduras em ambientes com um número potencialmente grande de endereços disponíveis, como páginas da Internet, mensagens da rede Usenet e registros de Domain Name Services (DNS). Outro método, conhecido como "ataque de dicionário", consiste em construir uma lista de endereços baseada em nomes e palavras muito comuns. Tipos a) Boatos (hoaxes) O termo hoax está associado a histórias falsas, escritas com o intuito de alarmar ou iludir aqueles que a lêem e instigar sua divulgação o mais rapidamente e para o maior número de pessoas possível. Geralmente tratam de pessoas que necessitam urgentemente de algum tipo de ajuda, alertas a algum tipo de ameaça ou perigo, difamação de marcas e empresas ou ofertas falsas de produtos gratuitos. Aquelas que relatam histórias cujos personagens, época ou localização são desconhecidos são histórias conhecidas como "lendas urbanas". Um exemplo bem conhecido de boato enviado por spammers brasileiros menciona um livro de geografia usado em escolas norte-americanas que traz um mapa onde a Amazônia é considerada território internacional: 53
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia b) Correntes (chain letters) Mensagens desta categoria prometem sorte, riqueza ou algum outro tipo de benefício àqueles que a repassarem para um número mínimo de pessoas em um tempo pré-determinado; garantindo, por outro lado, que aqueles que interromperem a corrente, deixando de divulgar a mensagem, sofrerão muitos infortúnios. Com esse mecanismo, elas têm a capacidade de atingir um número exponencial de pessoas em um curto período de tempo. c) Propagandas Divulgam desde produtos e serviços até propaganda política. Este tipo de spam é um dos mais comuns e um dos mais antigos já registrados. Embora existam mensagens comerciais legítimas, enviadas por empresas licenciadas e conhecidas, nota-se que não é raro que o produto ou serviço oferecido pela mensagem tenha alguma característica ilegal e o spammer e a empresa sejam desconhecidos do público ou completamente anônimos. Entre outros, um spam publicitário costuma apresentar medicamentos sem prescrição, software pirata ou ilegal, diplomas universitários, oportunidades de enriquecimento rápido, cassinos e outros esquemas de apostas, produtos eróticos e páginas pornográficas. Um dos exemplos mais conhecidos do público é o spam que oferece o medicamento Viagra a baixo custo. d) Golpes (scam) Tratam de oportunidades enganosas e ofertas de produtos que prometem falsos resultados. Entre as ofertas mais comuns estão as oportunidades miraculosas de negócios ou emprego, propostas para trabalhar em casa e empréstimos facilitados. Um dos golpes mais conhecidos da Internet é a mensagem cujo remetente alega ser um nigeriano que, devido a razões políticas ou pessoais, está disposto a transferir uma grande quantidade de dinheiro ao destinatário desde que este pague uma certa taxa como garantia. Este spam é conhecido como "419" devido ao número do código criminal nigeriano ao qual o caso se aplica. Também podem receber essa classificação as mensagens que convidam os leitores para participar de uma "pirâmide" e prometem multiplicar rapidamente o lucro dos investidores. Esse esquema, que consiste no pagamento de uma quantia à pessoa de quem se recebeu o convite para ter o direito de convidar outras pessoas e receber de cada uma delas a mesma quantia paga, esgota-se rapidamente, devido ao seu caráter exponencial, beneficiando apenas os primeiros a participarem da "pirâmide" em detrimento dos demais. e) Estelionato (phishing) – ver maiores informações no próximo tópico f) Programas maliciosos De forma semelhante ao spam de estelionato, este tipo apresenta-se sob disfarce e induz o destinatário a executar um programa de computador malicioso enviado junto à mensagem. Dentre os programas usualmente enviados desta forma estão principalmente os vírus, os worms e os trojans. Os Spams são ofensivos pois em sua maioria divulgam conteúdo agressivo e violento, como por exemplo acusações infundadas contra indivíduos específicos, defesa de ideologias extremistas, apologia à violência contra minorias, racismo, xenofobia e pedofilia. No Brasil embora exista um volume significativo de spam brasileiro que traz no final um texto salientando sua conformidade com a lei, não existem leis no Brasil que tratam especificamente da 54
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia prática de spamming . O falso decreto é na verdade uma emenda aprovada no senado NorteAmericano, usado apenas para causar a impressão de legalidade aos destinatários do spam.Todavia, diversos projetos de lei sobre o tema já foram elaborados, propondo restrições e formas de punição. Os spammers para não “espantar” suas possíveis vítimas costumam colocar frases simpáticas ou frases que sugerem que a mensagem enviada é uma resposta a uma solicitação do usuário Para obter listas de endereços automaticamente, alguns spammers desenvolvem interpretadores de texto mais sofisticados, capazes de identificar endereços eletrônicos mesmo que estes estejam em formatos não-usuais. É o denominado harvesting, termo em inglês: traduz-se habitualmente por colheita de endereços de email. Finalmente, alterar sutil e periodicamente o conteúdo de um spam é um procedimento utilizado para superar os programas bloqueadores de spam que um destinatário possa vir a ter. A ideia de tal procedimento é simples: como a maioria desses programas identifica uma mensagem não-solicitada através de frases-padrão ou palavras-chave, o spammer evita repetir termos, alterando os termos originais para evitar que eles sejam detectados. O curto processo de substituir "viagra" por "v.i.a.g.r.a.", por exemplo, pode ser capaz de superar muitos dos programas bloqueadores de spam utilizados atualmente. Porém apesar dessa fragilidade ainda são o meio mais utilizado tecnicamente para deter os spammers Como denunciar spam no Brasil A denúncia de spams, seja por emails de distribuição em massa ou sites de relacionamento, pode ser feita através do site http://registro.br . Este fornece um link para o site http://antispam.br, que explica detalhadamente as formas de se denunciar um spam. Resumidamente, faz-se o seguinte:  Responder o email de spam, incluindo o conteúdo original e o cabeçalho de e-mail na mensagem;  No campo 'Para:' digitar o endereço mail-abuse@cert.br;  Buscar o(s) responsável(eis) pelo domínio no site http://registro.br, pela função whois do próprio site. Para isso é necessário que o spammer tenha enviado o site de propaganda (por exemplo, www.liverjoice.com.br);  Colocar o email do responsável pela rede no campo 'CC:', encontrado pelo site registro.br;  Enviar o email. 4. Phishing O phishing à princípio foi considerado uma nova forma de spam, mas verificou-se que é muito mais que isso. Ele é muito mais do que simplesmente irritante e indesejado podendo levar ao roubo do número de seu cartão de crédito, senha, informações de conta ou outros dados pessoais. Phishing é um tipo de fraude projetada para roubar sua identidade. Em um phishing scam, uma pessoa mal-intencionada tenta obter informações como números de cartões de crédito, senhas, dados de contas ou outras informações pessoais convencendo você a fornecê-las sob pretextos enganosos. Esquemas de phishing normalmente surgem por meio de spam ou janelas pop-up. Para que o phishing funcione, o usuário mal-intencionado envia milhões de emails falsos que parecem vir de sites populares ou de sites nos quais você confia, como seu banco ou empresa de cartão de crédito. Esses emails, e os sites a que remetem, parecem oficiais o suficiente para convencer muitas pessoas de sua legitimidade. Acreditando que esses emails são legítimos, pessoas desavisadas com freqüência respondem às solicitações de número do cartão de crédito, senha, informações de conta ou outras informações pessoais. 55
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para fazer com que esses emails pareçam ainda mais reais, os criadores de scam podem colocar um link em um email falso que parece levar ao site legítimo, mas na verdade leva você ao site de scam ou mesmo a uma janela pop-up igualzinha ao site oficial. Em geral, essas cópias são chamadas sites falsificados. Uma vez entrando em um desses sites, você poderá, inadvertidamente, inserir informações até mais pessoais, que serão transmitidas diretamente ao criador do site. Ele poderá usar esses dados para comprar bens, candidatar-se a um novo cartão de crédito ou roubar sua identidade. Assim como fazem no mundo físico, os criadores de scam continuarão a desenvolver novos meios, cada vez mais complexos, para enganar você online. Mas essas cinco etapas simples ajudarão a proteger você e suas informações.  Nunca responda a solicitações de informações pessoais por email. Em caso de dúvida, telefone para a instituição que afirma ter enviado o email.  Visite sites digitando a URL na barra de endereços.  Verifique se os sites usam criptografia.  Revise sempre seus extratos de banco e cartão de crédito.  Denuncie suspeitas de abuso de suas informações pessoais às autoridades competentes.  Não digite informações pessoais ou financeiras em janelas pop-up 5. Pharming O pharming envolve modificações no sistema DNS (Domain Name System) de endereços, encaminhando o internauta para uma página que não corresponde à digitada no endereço, mas sim a um website falso desenvolvido especialmente com o objetivo de copiar o original nos mínimos detalhes e fazer com que o usuário não perceba que está em território perigoso. É considerado por alguns uma evolução de phishing. Fazendo uma comparação: no phishing cada usuário precisa ser contactado individualmente para cair no golpe enquanto no pharming a coisa é feita na raiz sendo praticamente impossível para o usuário comum detectar que foi redirecionado para um site falso. Phishing é a onda que pega o desavisado na praia. Pharming é o tsunami que pode pegar qualquer um. Um ataque do tipo pharming modifica um tipo de hospedeiro que retêm parte da informação fundamental para o funcionamento da web, os chamados Domain Name System servers (Servidores de Nomes de Domínio) doravante denominado servidor DNS Pode ser executado em três modalidades: 1. DNS Hijacking (Seqüestro de DNS) 2. DNS Poisoning (Envenenamento de DNS) 3. Malware (Trojan Horses ou Cavalos de Tróia) Sequestro de DNS (DNS Hijacking) -- É a modalidade mais fácil de ser evitado, porém a que mais danos pode causar. O ofensor simplesmente troca o registro de um site alvo para o endereço de algum computador controlado por ele. Ou seja, ele simula que é o dono do site (ou seu administrador) e pede a troca junto ao Registrar que a executa sem saber que está atendendo uma solicitação de pessoa não autorizada. Uma vez a troca feita o ofensor coloca no ar um website idêntico, o que é fácil de fazer, e passa a capturar as senhas de todos os usuários que naturalmente fazem login no site falso. Envenenamento de DNS (DNS Poisoning) -- Não tão eficiente como o anterior, mas de alto potencial nocivo caso não descoberto após certo período de tempo. Consiste em invadir um servidor 56
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia DNS e plantar endereços falsos em uma tentativa de replicar pela internet essa informação. Todo servidor DNS armazena temporariamente o endereço de sites frequentemente acessados em uma área chamada cache de modo a agilizar a operação de obter a localização correta. Sites não trocam de localização todo dia, mas a informação do cache somente expira após certo tempo segundo padrões recomendados pela IETF (Internet Engineering Task Force), entidade que rege o bom funcionamento da internet. Cavalos de Tróia e outros tipos de Malware -- Esse tipo de programa malicioso poderá tentar alterar um arquivo do Windows chamado Hosts. Esse arquivo pode ser utilizado para armazenar localmente o endereço de sites frequentemente acessados da mesma maneira como funciona um cache DNS. Seria um envenenamento de DNS local. O seu arquivo Hosts dependendo do seu sistema operacional pode ser localizada segundo essa. Para evitar essa ultima modalidade você apenas precisa estar em dia com seu programa de antivírus. 6. Invasores Os invasores são as pessoas responsáveis pelos ataques, seja o planejamento e/ou a execução dos mesmos. Como já vimos em nosso curso, não há anonimato na rede, todas as máquinas podem ser rastreadas, por isso já há leis, em alguns países, que regulamentam as ações que podem ser considerados crimes ou contravenções de suas respectivas punições. Os tipos de invasores mais conhecidos são: a) Hackers – em sua grande maioria são cientistas com grande conhecimento não área de hardware, redes e segurança das informações. Eles invadem redes, nas quais não são usuários para buscar conhecimentos ou para testar os que já possui, mas eles possuem um código de ética e com, base nele, não destroem dados, nem alteram e nem buscam rendimentos com eles. A maioria das grandes empresas contrata hackers para testar seus sistemas de segurança. b) Cracker – semelhante ao hacker em nível de conhecimento, mas invade as redes com o intuito de causar danos, ou roubar informações. c) Phreakers – invasores do sistema de telefonia. d) Lammer – usuários que vislumbram tornarem-se hackers um dia. e) Script Kiddie – tem certo conhecimento, mas usa apenas scripts prontos, feitos por outros crackers ou hackers. f) Defacers – alteram apenas informações de sites. 7. Técnicas de invasão mais conhecidas As técnicas e os programas mais utilizados pelos invasores são os seguintes:  Crack – são programas utilizados para quebrar senhas e licenças de softwares. São facilmente encontrados na internet, mas em sites que não merecem confiança.  Flood – geram eventos na rede, geralmente sobrecarga, que causam lentidão e em alguns casos (principalmente no acesso discado) podem até derrubar a conexão.  Back door – fica escondido na máquina e permite um futuro acesso pelo invasor.  Exploit – rastreia a rede em busca de vulnerabilidades, geralmente tenta a modificação de níveis de permissão de acesso.  Sniffer – monitora e grava pacotes que trafegam pela rede. 57
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Spoofing – cria uma conexão com uma máquina, usando a identificação de outra na qual ela confie.  Hijacking – permite o assalto a uma sessão, a partir daí a conexão passa a ser controlada pelo invasor. 8. Técnicas de segurança mais conhecidas a) Esteganografia: é o processo de esconder informações, que serão mostradas novamente através de comandos específicos. b) Criptografia: é o método de codificar uma mensagem, para garantir a segurança das mesmas. c) Firewall: é o sistema de segurança que impede o acesso de usuários não autorizados. d) Scanner: é um programa que verifica pontos vulneráveis na segurança da rede. e) Servidor Proxy: é um mecanismo de segurança, onde a autenticação é realizada por ―Servidor Proxy‖ que não se encontra conectado à rede. Se o usuário que está tentando acessar a rede for autorizado, será redirecionado pra um endereço válido na rede. f) VPN (Rede Virtual Privada): são ligações feitas entre Intranets (redes locais que utilizam a arquitetura TCP/IP), utilizando como meio de comunicação a Internet e como meio de segurança o firewall nas pontas das Intranets. Além disso, os dados são mandados de forma criptografada. 9. Dicionário básico q) Integridade: é a garantia de que os dados não foram alterados. r) Autenticidade: é a garantia de que os dados são verdadeiros. s) Legitimidade: é a garantia de que a origem e o destino são verdadeiros. t) Acesso: possibilidade de consulta a dados de uma rede. u) Autenticação: é o processo de se confirmar à identidade de um usuário ou um host. v) Violação: é o acesso aos dados por pessoa não autorizada. w) Comprometimento: é a perda de segurança, ocasionada pelo acesso não autorizado. x) Bactéria: é um vírus com alta capacidade de duplicação. Capitulo V INTRODUÇÃO AO SOFTWARE Softwares O software é a parte lógica do sistema de processamento de dados, é tudo que é intangível. Tudo que não pode ser tocado. São as regras do processamento de dados. 58
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Quanto à função os softwares se classificam em: 1) Softwares Básicos Sistemas Operacionais – são os softwares que funcionam como intérpretes entre o computador e o usuário. Os Sistemas Operacionais (S.O.) são formados por um conjunto de programas que tem por finalidade o gerenciamento do uso dos recursos disponíveis, bem como, o funcionamento adequado, a independência e a proteção de todos os processos que estão em execução. A) No início os S.O. eram extremamente simples. Eram utilizados apenas por um usuário de cada vez e quase não havia técnicas para a proteção dos processos, até porque, na maioria dos casos, só havia um processo por vez. Com o passar do tempo e o desenvolvimento da tecnologia, os hardwares passaram a ser cada vez mais sofisticados e mais velozes, e os Sistemas Operacionais tiveram que se adaptar a essa nova situação, tornando-se, cada vez, mais velozes e abrangentes. Hoje, os módulos do S.O. se encarregam de diversas tarefas como o gerenciamento, alocação e comunicação dos mais variados recursos, dentre os quais: gerenciar os recursos de hardware (teclado, vídeo, etc.); alocação da CPU (―Scheduling‖) e gerenciamento do tempo de utilização de cada processo; alocação de memória; permitir e gerenciar a comunicação entre os processos; controlar as entradas e as saídas (I/0 – Input/Output); gerenciamento do sistema de arquivos; gerenciamento da comunicação via rede; gerenciamento do sistema de segurança (nível de prioridade e acesso permitido a cada usuário, geração de relatórios de segurança baseado em registros feitos das operações); manutenção da interface com o usuário; geração de um ambiente adequado ao desenvolvimento de programas. Para realizar todas as tarefas citadas acima, o S.O. possui vários módulos, por exemplo: Gerente de Processos – responsável pelo gerenciamento dos processos (criação, comunicação, sincronização, suspensão e eliminação de processos).  Gerente de Memória – responsável pelo gerenciamento da memória (controle do tráfego de dados para a memória principal, gerenciamento dos espaços ocupados com a alocação e desalocação dinâmica de áreas).  Gerente de Memória Secundária – responsável pelo gerenciamento das memórias secundárias.  Sistema de Arquivos – responsável pelo gerenciamento e acesso a arquivos e diretórios.  Sistema de Entrada e Saída – responsável pelo controle dos diversos tipos de equipamentos de entrada e saída, permitindo a comunicação do usuário com todos eles, independentemente das características específicas de cada um. Quando os equipamentos possuem cache ou buffer, eles são controlados por essa parte do S.O.  Sistema de Proteção – responsável pela segurança dos processos e dos usuários, gera e controla informações que possibilitam auditorias de utilização e de controle de desempenho.  Controlador de Rede – gerenciamento das conexões e das comunicações entre computadores.  59
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Os Sistemas Operacionais podem ser classificados em: A.1) Sistemas Monoprogramáveis – a principal característica é a execução de um único programa (processo) de cada vez. Todos os recursos (processador, memória e periféricos) ficam dedicados exclusivamente a esse processo e isso pode gerar subutilização, haja vista que se toda a capacidade dos recursos não for utilizadas pelo processo em execução, não poderá ser utilizada por nenhum outro simultaneamente. Os processos são executados em seqüência e o tempo gasto para a execução de um determinado número de processos (throughput) será a somatória do tempo gasto por cada processo. A.2) Sistemas Multiprogramáveis – a principal característica e a possibilidade de que vários programas compartilhem recursos simultaneamente. Apenas um programa pode ser processado de cada vez, mas enquanto está alocando a CPU, outros podem estar residindo na memória, ou utilizando periféricos. Os Sistemas Multiprogramáveis podem ser: Sistema “Batch” (lotes) – a principal característica é a execução (a medida em que há disponibilidade na CPU) de programas, que foram previamente armazenados em uma memória secundária, sem a interferência do usuário.  Sistema “Time Sharing” (Tempo Compartilhado) – Neste tipo de sistema os recursos continuam sendo compartilhados, porém uma nova característica é que ele é multiusuário, sendo assim o sistema cria para cada usuário um ambiente de trabalho próprio dando a impressão de que todo o sistema está dedicado a ele durante um determinado intervalo de tempo (―time slice‖). Quando o ―time slice‖ de um usuário acaba, o controle dos recursos passa para o próximo usuário da fila automaticamente. Em alguns sistemas existem níveis de prioridade que alteram a seqüência de atendimento da fila ou o tamanho do ―time slice‖ de um usuário.  Sistema de Tempo Real – Este tipo de sistema difere do anterior porque lá o tempo de resposta não interfere na execução do processo, enquanto aqui o tempo de resposta é crucial. Neste tipo de sistema não há ―time slice‖, neles um programa detém o controle dos recursos pelo tempo que for necessário ou até que apareça um processo de maior prioridade. São comuns em situações críticas como controle de tráfego aéreo, centros cirúrgicos, usinas nucleares, etc.  Obs.: Há dois novos conceitos sendo introduzidos na informática, mas ainda subjetivos e não consolidados, são eles:  Sistemas Monotarefa – seriam semelhantes ao Sistema Monoprogramável.  Sistemas Multitarefa – seriam sistemas multiprogramáveis, mas monousuário, onde existiriam vários processos concorrentes. Se houver mais de uma CPU, cada uma se encarrega de uma tarefa, caso contrário as tarefas compartilham a mesma CPU de três formas possíveis:  A tarefa utiliza o processador o tempo que for necessário.  Cada tarefa possui uma prioridade e enquanto a de maior prioridade está sem utilizar a 60 CPU (gravando dados na memória, por exemplo) as de menor prioridade podem ser executadas.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia A.3) Sistemas Monousuário – permitem que apenas um usuário use o sistema por vez. A.4) Sistemas Multiusuário – permitem que vários usuários utilizem o sistema ao mesmo tempo. A.5) Sistemas Monoprocessados – são sistemas que operam com apenas um processador. A.6) Sistemas Multiprocessados – permitem a execução simultânea de duas ou mais tarefas, logo exige a existência de mais de um processador (utiliza a multiprogramação, só que agora aplicada a vários processadores simultaneamente). Os tipos são: Fortemente acoplados – vários processadores compartilham a mesma memória principal e são controlados por um único sistema operacional. b) Fracamente acoplados – múltiplos computadores independentes, onde cada um tem seus próprios recursos.  Sistemas em Rede – Vários computadores independentes interligados compartilhando recursos. O S.O. é apenas responsável por possibilitar a comunicação e a transferência de dados entre os clientes.  Sistemas distribuídos – vários computadores independentes interligados, mas passando para o usuário a sensação de ter um único sistema.  Sistema Cliente-Servidor – o sistema operacional possui uma parte mínima centralizada e os outros recursos podem ser disponibilizados pelas outras máquinas independentes conectadas entre si. Pode também ser adaptada para uso nos sistemas fortemente acoplados. c) Sistemas Assimétricos (Master/Slave – Mestre/Escravo) – vários computadores interligados, mas apenas o processador mestre executa serviços de Sistema Operacional, os escravos solicitam execuções de processos ao mestre. d) Sistemas Simétricos (SMP – Simmetric Multiprocessing) – todas as máquinas interligadas podem executar tarefas de Sistema Operacional, porém o boot só é realizado por um único processador. a) B) Compiladores de Linguagens de Programação São programas responsáveis por ler, analisar e traduzir todo o programa fonte (programa escrito na linguagem de programação) em programa objeto (programa traduzido para a linguagem de máquina – instruções necessárias para a correta execução do programa). 61
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 2) Softwares Aplicativos – programas criados para atenderem necessidades especificas, que não são atendidas pelo S.O. por exemplo: planilhas eletrônicas, editores de texto, etc. Este é o maior grupo de programas existente e aqui podem ser incluídas também os chamados ―Softwares Personalizados‖ ou ―Custom Softwares‖ que são os programas desenvolvidos para um determinado cliente. 3) Softwares Acessórios – Não há ainda consenso sobre essa classificação, mas seriam os softwares que atendem necessidades específicas e fazem parte do S.O. Um exemplo bem comum é a calculadora do Windows ou o Bloco de Notas. 4) Softwares Utilitários – são programas que complementam ações do S.O. e estão diretamente ligados as ações oferecidas por eles. Ex.: Scandisk, Defrag, Limpeza de disco, etc. Principais Sistemas Operacionais Windows – Linha de S.O. desenvolvida pela Microsoft. O primeiro modelo foi o Windows 95 e a evolução se deu de acordo com a evolução da própria informática. Trabalha em ambiente multitarefa; possui visual gráfico; recursos para integração com a Internet, transparentes para o usuário; sistema de arquivos FAT 32 e NTFS; um programa integrado – Windows Update – que faz a atualização automática do S.O. desde que a máquina esteja conectada a Internet; suporte aos mais variados tipos de hardware (placas e periféricos). É o S.O. mais utilizado no mundo dos PC‘s. OS2/Warp – Sistema Operacional de 32 bits da IBM. Foi o pioneiro na interface gráfica para PC‘s; trás recursos para reconhecimento de voz; possui proteção anti-crash (quando um programa apresenta problemas, não interfere nos demais em execução); recursos para acesso a Internet integrados ao programa, sistemas de arquivo HPFS. Unix – É um S.O. de 32 bits, multitarefa e multiusuário que está no mercado desde a década de 70. É um precursor do sistema de arquivos baseados em árvore (diretórios e subdiretórios). Roda tanto em mainframes, como em PC‘s (Unix Solaris); é um grande gerenciador de redes e permite inclusive o gerenciamento de redes remotamente; é seguro e possibilita alta performance; é extremamente portátil tendo 90% do seu Kernel escrito em C e só 10% em linguagem de máquina, o que facilita extremamente a adaptação a qualquer plataforma. O Unix é dividido em 4 partes: O bloco de inicialização – informações e instruções necessárias para a inicialização. Os blocos de informações – blocos nos quais os dados são armazenados, capacidade de 5KB cada um. c) Ilist (lista de inodes – inodes são blocos, espalhados pelo disco, que contém informações sobre os arquivos, como tamanho e localização) – indicam os endereços dos inodes no disco. a) b) 62
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Interface – o Unix foi criado para programadores experientes, mas hoje há um imenso esforço para tornar a interface cada vez mais amigável para os usuários comuns, inclusive com o desenvolvimento, já em estado bastante avançado, de interfaces gráficas. d) Linux – é uma espécie de Unix gratuito. Oferece ao usuário todos os recursos que o Unix oferece, porém é distribuído gratuitamente. O Linux é extremamente eficiente sendo executado rapidamente em máquinas simples; é popular; é altamente compatível com o MS-DOS e Windows; e já oferece um alto grau de confiança, desempenho e confiabilidade. Quanto a distribuição os softwares se classificam em: Todos os softwares devem possuir um tipo de licença de uso, pois por serem frutos da idéia e do esforço de alguém, são protegidos por lei e os autores possuem direitos autorais sobre sua obra. Os tipos de licença são: 1) Shareware – o usuário deve pagar a licença de uso. É o tipo mais comum hoje em dia e constitui ato de pirataria, usar esse tipo de programa sem pagar. Tryware – tipo de shareware que o usuário pode usar durante um período de tempo limitado pelo fabricante (para teste ou para ver se atende a suas necessidades) sem pagar a licença, após o tempo determinado, se o usuário quiser continuar a usar, terá que pagar. 2) Freeware – software gratuito. O usuário não paga nada para usá-lo e pode repassá-lo livremente. Cobrar por ele é pirataria.  GLP – é um tipo de software freeware, conhecidos como softwares livres, podem ser usados sem restrições, serem repassados e, como na maioria das vezes, é acompanhado do código fonte pode ser adaptado as necessidades de cada um. A única exigência é que seja mantido o nome do desenvolvedor original.  63
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia CAPÍTULO VII 1. Introdução O Windows é um sistema operacional com interface gráfica multifunções (capaz de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo). A primeira versão do Windows como Sistema Operacional foi o Windows 95. De lá para cá já tivemos o Windows 98, o Windows ME, O Windows 2000 , o Windows XP , O Windows Vista e o Windows 7. Há diferenças significativas entre eles, tanto no que diz respeito a inovações tecnológicas quanto a mudanças de interfaces. No Capítulo anterior, aprendemos as diferenças tecnológicas entre os Windows, nesse capítulo iremos aprender os conceitos básicos do Windows que, de uma maneira geral, são comuns a todas as versões. As diferenças entre as versões serão observadas ao longo do capítulo. 2. Iniciando o Windows O Windows é um sistema operacional e sendo assim quando o computador for ligado, automaticamente o Windows será iniciado. Neste momento, se o seu computador estiver conectado a uma rede, será solicitado a efetuar logon. Caso você não queira conectar-se, simplesmente clique no botão ―cancelar‖ ou tecle ―ESC‖ e o seu micro irá trabalhar isoladamente, sem utilizar nenhum recurso da Rede. 2.1- Os modos de inicialização do windows O windows possui diferentes modos de inicializações. Para poder iniciar o Windows em um desses modos você deve primeiro reiniciar o computador. Para isso, proceda da seguinte maneira: no painel frontal do gabinete (horizontal ou vertical) do computador pressione o botão Reset ou ainda, use a opção desligar, do botão ―Iniciar‖, e selecione a opção ―Reiniciar‖, confirme no botão ―Ok‖. Feito isso, aguarde o processo de reinicialização do computador atentamente, quando aparecer a seguinte mensagem ―Iniciando o Windows...‖ pressione a tecla <F8>. Será exibido o menu de inicialização do windows. Utilize as setas de movimentação para selecionar uma opção ou simplesmente digite o número correspondente ao modo de inicialização desejado e pressione a tecla <ENTER>. Vejamos agora a utilização das opções: Normal  Inicia o Windows com a configuração normal. Conectado (BOOTLOG.TXT)  Durante a reinicialização do Windows são registrados todos os passos na unidade C: em um arquivo de texto chamado BOOTLOG.TXT. Esse arquivo contém informações sobre os ―erros‖ de inicialização encontrados. Para visualizar o conteúdo deste arquivo, 64
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia inicie o computador no modo ―Somente o prompt‖ e digite o seguinte comando: EDITBOOTLOG.TXT. Modo de segurança  Esse modo de inicialização permite que o Windows seja carregado com o número mínimo de dispositivos existentes. Basicamente os dispositivos disponíveis nesse modo são o mouse, o teclado e o monitor que é configurado automaticamente para VGA. Esta opção pode ser útil quando os gerenciadores se comportam de maneira errada ao iniciar ou quando o sistema se bloqueia. Desta forma, será possível entrar no Windows, desinstalar o controlador e voltar a executar o sistema no modo normal. Confirmação passo-a-passo  Usando esse modo é possível confirmar qualquer controlador do sistema a ser carregado. Esse início pedirá a confirmação antes de executar cada das linhas dos arquivos CONFIGS.SYS e AUTOEXEC.BAT. Somente prompt  Para iniciar o computador em modo DOS (sem windows). Somente o prompt de modo de segurança  Para iniciar o computador em modo DOS com uma configuração mínima. Com esta opção não será executada nenhuma linha dos arquivos CONFIG.SYS e AUTOEXEC.BAT. Versão anterior do MS-DOS  Se você instalou a cópia de atualização, permite que você entre com a versão anterior do MS-DOS. 3. Conceitos Básicos Antes de começarmos a conhecer o Windows em si, precisamos nos familiarizar com alguns conceitos novos introduzidos pelo ambiente gráfico. a) Menus  O Windows e os programas que rodam na plataforma Windows trabalham com o sistema de menus, ou seja, oferecem listas de opções para o usuário para que a partir dessa lista ele escolha qual a ação que deseja efetuar no momento. Há os menus fixos, e há os menus pop-up que são os menus que são acessados por um clique no botão secundário do mouse (por padrão, o botão direito). Eles são sensíveis ao contexto. Abrindo e utilizando menus : Com o mouse basta dar um clique no nome do Menu ou com o teclado pressione a tecla ALT + [letra sublinhada do menu]. b) Mouse  O mouse é um dos dispositivos de entrada de dados mais utilizado pelo Windows. Ele é formado, na maioria das vezes por dois ou três botões em sua parte frontal, que servem pra selecionar o objeto desejado. Ao mover o mouse um cursor mostrará a sua posição no monitor. Usar o mouse é intuitivo porque o usuário está usando os movimentos das mãos para manipular objetos na tela. O mouse tem basicamente cinco funções: Apontar : Coloca o ponteiro do mouse em um local específico da tela; Dar um clique : Pressionar e soltar o botão esquerdo do mouse. Essa ação geralmente seleciona um item; Dar um clique duplo : Pressionar e soltar duas vezes, de maneira rápida e sucessiva, o botão esquerdo do mouse. Essa ação geralmente executa um programa; Arrastar : Selecionar um item e mantendo o botão esquerdo do mouse pressionado, arraste o cursor até outro local desejado, e então solte o botão. 65
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Clique com o botão direito: Possibilita o acesso aos menus pop-up. c) Janela  No ambiente Windows, toda a comunicação entre o usuário e o software é realizada através de ―janelas‖ (windows), que são regiões retangulares da tela onde os programas são executados. É possível ter várias janelas abertas ao mesmo tempo e em cada delas poderá está sendo executado um programa diferente (ambiente multitarefa). Toda janela possui os seguintes elementos:  Barra de Título: É a barra no topo de todas as janelas. É usada para identificação e também para mover a janela de lugar. Trás sempre o nome do arquivo e do programa com o qual o usuário está trabalhando naquele momento. Quando a barra de títulos está destacada, a janela está ativa.  Barra de Menu: nesta barra estão os menus e os submenus com opções diversas. Através deles o usuário tem acesso a todas as funcionalidades dos programas.  Barras de Ferramentas: estão localizadas geralmente abaixo da barra de menus e exibem atalhos para a execução das funcionalidades oferecidas pelos programas Para mover uma Barra de ferramentas para outras posições:  Posicione o ponteiro do mouse em uma área vazia da Barra de Ferramentas.  Arraste o contorno da Barra de Ferramentas para a posição nova.  Solte o botão do mouse para exibir a Barra de Ferramentas em sua nova posição. Para fazer uma Barra de Ferramentas flutuar:  Arraste a Barra de Ferramentas para a janela, longe das bordas.  Pressione a Barra em qualquer lugar da tela.  Solte o botão do mouse. 66
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Com o mouse, ao proceder um clique duplo em uma área vazia da Barra de Ferramentas, ela retorna a sua última posição.  Barra de Status: barra localizada no final da janela do documento que exibe informações sobre comandos ou operações em execução.  Botão Minimizar: É o botão no canto superior direito das janelas. Assemelha-se a imagem de uma linha. Um clique nesse botão diminui a janela ao seu tamanho mínimo, ou seja, a um botão na barra de tarefas, mas a janela continua ativa.  Botão Maximizar/Restaurar: É o botão no canto superior direito das janelas. Assemelha-se a imagem de uma janela. Serve para aumentar o tamanho da janela ao seu máximo possível. Se for a janela de uma programa ela passará a ocupar toda a àrea de trabalho, se for a janela de um documento ela passará a ocupar toda a janela do programa ao qual pertence. Quando a janela estiver Maximizada, o botão se transforma em restaurar, que é o botão no canto superior direito das janelas semelhante a duas janelas sobrepostas. Tem a função de fazer a janela voltar ao tamanho anterior.  Botão fechar: É o botão no canto superior direito das janelas. Assemelha-se a imagem de um ‗X‖ . Um clique nesse botão fecha totalmente a janela, liberando desta forma mais espaço na memória RAM. Atalho: ALT+F4.  Bordas: são usadas para redimensionar as janelas.  Barras de rolagem; aparecem quando o conteúdo da janela não aparece totalmente, sendo necessária à rolagem para cima, abaixo, direita ou esquerda. Elas permitem que o usuário movimente a tela até alcançar a visualização desejada.  Caixa de Controle: É a figura no canto esquerdo da barra de títulos. Ela permite o acesso ao menu de controle que trás opções para mover, maximizar, minimizar, fechar, restaurar e alterar o tamanho das janelas. Operações com janelas Abrir várias janelas  Como já foi visto, cada programa ou documento aberto pelo usuário abrirá uma janela no Windows. Cada programa aberto cria um botão com o seu nome na barra de tarefas do 67
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Windows. O que estiver em uma tonalidade mais escura significa que é o programa ou documento ativo naquele momento. Alternar entre as janelas abertas  Para alternar entre as janelas abertas é só clicar no seu respectivo botão na barra de tarefas ou pressionar as teclas “ALT + TAB”. Mover uma janela  Podemos uma mover uma janela clicando sobre o mouse sobre a barra de títulos dela, ou através da opção “Mover” do menu de controle. Modificar o tamanho de uma janela  Para alterar o tamanho de uma janela posiciona-se o mouse sobre uma das bordas e quando ele se transformar em duas setas (<-->) basta apertar o botão do mouse e arrastar. Uma outra forma de executar essa ação é através do menu “Tamanho” do menu de controle. Maximizar uma janela  Podemos maximizar uma janela através do botão maximizar ou através do menu ―Maximizar‖ do menu de controle. Minimizar uma janela  Podemos minimizar uma janela através do botão minimizar ou através do menu ―Minimizar‖ do menu de controle. Restaurar uma janela  Quando a janela está maximizada podemos restaurá-la através do botão restaurar, ou do menu ―Restaurar‖ do menu de controle. Quando a janela está minimizada podemos restaurá-la clicando sobre o botão da janela na barra de tarefas ou através das teclas de atalhos ―ALT + TAB‖. Fechar uma janela  Podemos fechar uma janela através do botão fechar ou através do menu ―Fechar‖ do menu de controle. Organizar as janelas  Aponte para o mouse para uma parte vazia da barra de tarefas, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção ―janela lado a lado horizontal ou verticalmente‖ ou ―Janelas em cascata‖, de acordo com sua preferência. d) Caixa de diálogo  Elemento que colhe informações do usuário para, de posse destas, direcionar o funcionamento do Sistema Operacional. e) Caixa de texto  Serve para a introdução de informações textuais. f) Caixa de lista Drop-down  Exibe uma lista de opções para a escolha pré-definidas do usuário. 68
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia g) Caixa de opção  Tem a forma de pequenos quadrados. Serve para que o usuário escolha o item a ela ligado. Podemos selecionar mais de uma opção em um conjunto de caixas de opção. h) Botão de rádio  São botões redondos e sempre aparecem em um grupo de opções mutuamente excludentes. i) Botão de comando  Executam comandos a eles associados. j) Controles deslizantes  São controladores de intensidade. Para deslizá-los arrasta-se, para a esquerda ou direita o marcador que se encontra entre as duas extremidades. l) Botão Ajuda  Fornece informações sobre o funcionamento de um determinado item ou opção dos programas. m) Guias ou abas  Funciona como se fosse uma ficha em um fichário. Dessa forma o usuário pode identificar e acessar mais facilmente os menus desejados. 4. Começando a Trabalhar com o Windows 4.1. Área de trabalho A área de trabalho do Windows é o espaço de trabalho em sua tela no qual aparecem os ícones, os componentes da área de trabalho, as janelas de aplicativos e as caixas de diálogo. Também é conhecida como ―desktop‖. 69
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ao clicarmos com o botão direito do mouse sobre a área de trabalho do Windows aparecerá o seguinte menu pop-up: No Windows 95: a) Organizar Ícones :  Por Nome: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética;  Por Tipo: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética do tipo eu possuem;  Por Tamanho: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem crescente do tamanho;  Por Data: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem da data de criação. Do mais antigo para o mais recente;  AutoOrganizar : Faz com os ícones da área de trabalho sejam organizados automaticamente pelo Windows quando o usuário tenta move-los. b) Alinhar Ícones : Faz com que os ícones da área de trabalho fiquem alinhados de acordo com uma linha imaginária. 70
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia c) Novo:  Pasta: Permite a criação de pastas e subpastas  Atalho: Permite a criação de atalhos na área de trabalho. No Windows 98 a) Active Desktop: Permite a colocação do conteúdo ativo da Internet, na sua área de trabalho. A opção “Personalizar minha área de trabalho” leva a mesma tela do menu “IniciarConfiguraçõesPainel de ControleVídeo” que estudaremos adiante. b) Organizar Ícones :  Por Nome: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética;  Por Tipo: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética do tipo eu possuem;  Por Tamanho: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem crescente do tamanho;  Por Data: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem da data de criação. Do mais antigo para o mais recente;  AutoOrganizar : Faz com os ícones da área de trabalho sejam organizados automaticamente pelo Windows quando o usuário tenta move-los. c) Alinhar Ícones : Faz com que os ícones da área de trabalho fiquem alinhados de acordo com uma linha imaginária. d) Desfazer Renomear: Permite desfazer a ação anterior. e)Novo:  Pasta: Permite a criação de pastas e subpastas  Atalho: Permite a criação de atalhos na área de trabalho. f) Propriedades: Abre a mesma tela que estudaremos adiante na opção “Vídeo” do “Painel de Controle”. No Windows 2000 a) Active Desktop: Permite a colocação do conteúdo ativo da Internet, na sua área de trabalho. b) Organizar Ícones :  Por Nome: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética;  Por Tipo: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética do tipo eu possuem;  Por Tamanho: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem crescente do tamanho;  Por Data: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem da data de criação. Do mais antigo para o mais recente;  AutoOrganizar : Faz com os ícones da área de trabalho sejam organizados automaticamente pelo Windows quando o usuário tenta move-los. 71
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia c) Alinhar Ícones : Faz com que os ícones da área de trabalho fiquem alinhados de acordo com uma linha imaginária. d) Desfazer Renomear: Permite desfazer a ação anterior. e)Novo:  Pasta: Permite a criação de pastas e subpastas  Atalho: Permite a criação de atalhos na área de trabalho. f) Propriedades: Abre a mesma tela que estudaremos adiante na opção “Vídeo” do “Painel de Controle”. No Windows XP a) Organizar Ícones :  Por Nome: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética;  Por Tipo: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem alfabética do tipo eu possuem;  Por Tamanho: Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem crescente do tamanho;  Modificado em : Dispõe os ícones da área de trabalho por ordem da data de modificação. Do mais antigo para o mais recente. Equivalente ao antigo “Por Data”;  Mostrar em Grupo: Agrupa os ícones  Organizar Automaticamente : Faz com os ícones da área de trabalho sejam organizados automaticamente pelo Windows quando o usuário tenta move-los. Antigo “AutoOrganizar”;  Alinhar a grade: Antigo “Alinhar Ícones”; b) Atualizar: Atualiza a área de trabalho; c)Colar: Cola elementos da área de transferência na área de trabalho; d) Colar Atalho: Cola o conteúdo da área de transferência como um atalho na área de trabalho; e)Novo:  Pasta: Permite a criação de pastas e subpastas  Atalho: Permite a criação de atalhos na área de trabalho. f) Propriedades: Abre a mesma tela que estudaremos adiante na opção “Vídeo” do “Painel de Controle”. 4.2 - Atalhos Os atalhos são caminhos lançados na tela de apresentação do Windows-. Chama-se ―atalho‖, exatamente porque dispensa o usuário de (1) clicar sobre o botão iniciar, (2) selecionar programas, (3) selecionar o grupo de programas e (4) selecionar o nome do programa a ser selecionado. Naturalmente, o atalho só é adotado quando se tem necessidade de acessar, freqüentemente, um determinado programa daí a conveniência de se ganhar tempo. Assim o atalho será o um ícone do programa, que ficará exposto na tela de apresentação do Windows-, apto a ser acessado, fácil, direta e automaticamente pelo usuário, assim que por este for clicado duas vezes com o mouse. Os atalhos comuns a todas as versões do Windows e que sempre vem na área de trabalho são: 72
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Versões anteriores ao XP XP Função A lixeira é uma área que armazena os objetos que foram apagados pelo usuário. Estudaremos a lixeira detalhadamente adiante. Este ícone representa a lixeira vazia. É um atalho para o programa “Meu computador” que estudaremos detalhadamente adiante. É uma pasta padrão do Windows. Aqui são gravados os documentos criados nos programas Oferece uma visualização de todos os recursos que o usuário tem disponível na rede e uma visão geral dos elementos da rede a qual ele está conectado. 4.3- Ícones Os ―ícones‖ são figuras ilustrativas  um desenho sugestivo do programam que simbolizam  para permitir que o usuário, em desejando acessar aquele programa, nem precisa ler o nome do programa, e pela imagem seja mais facilmente levado a identificar e alcançar tal programa. 4.4- Barra de tarefas Barra de tarefas das versões anteriores ao XP Barra de tarefas na versão XP A barra de tarefas é um elemento da área de trabalho do Windows, é uma barra cinza retangular localizada, como padrão, ao longo da parte inferior da área de trabalho. A barra de tarefas é formada por : 73
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia a) Atalhos para alguns programas sempre usados quando o Windows é inicializado, como por exemplo, o anti-vírus, a conexão da rede, o antíspyware, o áudio, e o relógio. b) Os ícones das janelas minimizadas e dos programas e documentos que estão abertos no momento, como já foi visto anteriormente. c) Barra de Ferramentas ―Iniciar Rapidamente‖  barra de inicialização rápida, ou quick launch. Essa barra apresenta atalhos para o browser, o programa de email, os programas de áudio e etc. d) O botão Iniciar  Porta de entrada principal para a utilização do Windows. Esses recursos estão sempre disponíveis na área de trabalho, independentemente de quantas janelas você abrir. Ao clicarmos com o botão direito do mouse sobre a barra de tarefas surgirá o seguinte menu pop-up: Windows 95 a) Em Cascata  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos uma sobre as outras, de maneira que só apareça a barra de título. A última será mostrada como um todo e será a janela ativa. b) Lado a Lado Horizontalmente  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido horizontal. c) Lado a Lado Verticalmente Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido vertical. d) Minimizar Todas as Janelas  Minimiza todas as janelas abertas de uma única vez. Ao clicar nessa opção, surge neste menu a opção ―Desfazer Minimizar Tudo‖, que restaura todas as janelas de uma vez. e)Propriedades  Leva a mesma tela da opção ―IniciarConfiguraçõesBarra de Tarefas e Menu Iniciar‖. Estudaremos adiante as possibilidades de configuração. Windows 98 a) Barra de Ferramentas  Permite ao usuário exibir ou não as barras de ferramentas de ―Endereço‖, ―Links‖, ―Área de trabalho” e ―Iniciar rapidamente‖ e permite ainda a criação de uma nova barra de ferramentas. b) Em Cascata  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos uma sobre as outras, de maneira que só apareça a barra de título. A última será mostrada como um todo e será a janela ativa. c) Lado a Lado Horizontalmente  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido horizontal. d) Lado a Lado Verticalmente Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido vertical. e) Minimizar Todas as Janelas  Minimiza todas as janelas abertas de uma única vez. Ao clicar nessa opção, surge neste menu a opção ―Desfazer Minimizar Tudo‖, que restaura todas as janelas de uma vez. 74
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia f)Propriedades  Leva a mesma tela da opção ―IniciarConfiguraçõesBarra de Tarefas e Menu Iniciar‖. Estudaremos adiante as possibilidades de configuração. Windows 2000 a) Barra de Ferramentas  Permite ao usuário exibir ou não as barras de ferramentas de ―Endereço‖, ―Links‖, ―Área de trabalho” e ―Iniciar rapidamente‖ e permite ainda a criação de uma nova barra de ferramentas. b) Em Cascata  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos uma sobre as outras, de maneira que só apareça a barra de título. A última será mostrada como um todo e será a janela ativa. c) Lado a Lado Horizontalmente  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido horizontal. d) Lado a Lado Verticalmente Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido vertical. e) Minimizar Todas as Janelas  Minimiza todas as janelas abertas de uma única vez. Ao clicar nessa opção, surge neste menu a opção ―Desfazer Minimizar Tudo‖, que restaura todas as janelas de uma vez. f)Gerenciador de tarefas  Exibe o Gerenciador de Tarefas do Windows. f)Propriedades  Leva a mesma tela da opção ―IniciarConfiguraçõesBarra de Tarefas e Menu Iniciar‖. Estudaremos adiante as possibilidades de configuração. Windows XP a) Barra de Ferramentas  Permite ao usuário exibir ou não as barras de ferramentas de ―Endereço‖, ―Links‖, ―Área de trabalho” e ―Windows Media Player‖, “Barra de Idiomas”, “Inicialização Rápida” e permite ainda a criação de uma nova barra de ferramentas. b) Janelas em Cascata  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos uma sobre as outras, de maneira que só apareça a barra de título. A última será mostrada como um todo e será a janela ativa. c) Janelas Lado a Lado Horizontalmente  Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido horizontal. d) Janelas Lado a Lado Verticalmente Essa opção organiza as janelas de todos os programas abertos, uma ao lado da outra, no sentido vertical. e)Mostrar janelas abertas  Quando todas as janelas estão minimizadas, esse menu restaurará todas. Quando há janelas restauradas, esse menu se transforma em ―Mostrar Área de trabalho‖ e minimizará todas as janelas. f) Gerenciador de Tarefas  Exibe o Gerenciador de Tarefas do Windows, que será estudado oportunamente. 75
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia g) Bloquear a barra de tarefas  Impede que a barra de tarefas seja movimentada na tela. h)Propriedades  Leva a mesma tela da opção ―IniciarConfiguraçõesBarra de Tarefas e Menu Iniciar‖ . Estudaremos adiante as possibilidades de configuração. OBS.: 1. Para mover a barra de tarefas: arraste a barra de tarefas para qualquer borda da área de trabalho. 2. Para alargar ou estreitar a barra de tarefas: mova o ponteiro para dentro da barra de tarefas. Quando o ponteiro mudar para uma seta de duas pontas, arraste-o para alterar a largura da barra de tarefas. Configurando a barra de tarefas Nas versões anteriores ao XP, ao clicarmos na opção ―Propriedades‖ dos menus acima estudados, surgirá a seguinte tela com as opções: Sempre Visível  Mantém a barra de tarefas sempre visível, independente do tamanho das janelas que estejam abertas e independente de elas estarem ou não maximizadas. AutoOcultar  Permite a barra de tarefas se transforme em uma linha fina, para que o usuário tenha uma maior área de visualização na tela. Ela voltará ao tamanho original quando o ponteiro indicador do mouse passar pela posição que por padrão ela ocuparia. Mostrar ícones Pequenos no menu Iniciar  Reduz o tamanho dos ícones do menu botão Iniciar. Mostrar relógio  Exibe ou oculta o relógio no canto direito da barra de tarefas. Usar menus personalizados  permite a personalização de menus pelo usuário. No Windows XP, ao clicarmos na opção ―Propriedades‖ dos menus acima estudados, surgirá a seguinte tela com as opções: Bloquear a barra de tarefas  Impede que a barra de tarefas seja movimentada na tela. Ocultar automaticamente a barra de tarefas  Substituiu a opção ―AutoOcultar‖. Manter a barra de tarefas sobre as outras janelas  Substituiu a opção ―Sempre Visível‖. Agrupar botões semelhantes da barra de tarefas  Essa opção permite que quando o usuário tiver com várias cópias de um mesmo programa abertas, o Windows organiza essas cópias em um único ícone na barra de OBS.: Nas versões anteriores a 2000 não aparecerá a opção ―Usar menus personalizados‖. 76
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia tarefas. Quando clicar na seta ao lado do ícone, todas as cópias serão exibidas. Mostrar barra de “Inicialização Rápida”  Exibe ou não a barra de ―Inicialização rápida‖. Mostrar o relógio  Exibe ou oculta o relógio no canto direito da barra de tarefas. Ocultar Ícones Inativos  Oculta os ícones de notificação da Barra de tarefas. Para exibi-los novamente é só clicar na seta que aparece no canto direito da barra de tarefas. 4.5- Botão Iniciar O botão ―Iniciar‖ é o gerenciador de programas do Windows. É a porta de entrada do Windows. Exibe uma lista de comandos e atalhos que podem ser usados para realizar qualquer tarefa. Você pode iniciar programas, abrir documentos, personalizar o sistema, obter ajuda, procurar itens no computador etc. Alguns itens do menu iniciar têm uma seta para a direita, significando que opções adicionais estão disponíveis em um menu secundário, chamado submenu (ou menu em cascata). Quando o usuário coloca o ponteiro sobre um, item com uma seta, um submenu é exibido. E os itens que aparecem seguidos de “...” significa que ao serem selecionados pelo usuário, abrirá uma caixa de diálogo. Primeiro veremos como o botão Iniciar é apresentado nas versões anteriores a XP e depois mostraremos como funciona no XP. a) Versões anteriores ao XP O menu que surge ao se clicar no botão Iniciar é dividido em três seções:  Seção inferior  Seção intermediária  Seção superior Seção Superior  Windows Update  mantém o seu Windows ajustado e fornece o suporte técnico, desde que você esteja conectado a Internet. O Windows Update é a extensão on-line do Windows que o ajuda a beneficiar-se ao máximo do seu computador. Ao utilizar a seção de atualização de produtos do Windows Update, você pode examinar o computador em busca de arquivos do sistema desatualizados e os substituir automaticamente pelas versões mais recentes.  Atalhos criados pelo usuário  Na parte superior do menu do botão Iniciar, também ficam os atalhos que são criados automaticamente pelo Windows quando o usuário arrasta um ícone da área de trabalho e o solta sobre o botão Iniciar. Seção Inferior  Efetuar Logoff  Efetua o logoff de sua seção do windows. Esse menu só aparecerá, na parte inferior do menu do botão Iniciar, por padrão, no Windows 98. Nas outras versões o usuário só coloca se quiser. 77
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Desligar  Ao clicarmos nessa opção, surgirá uma caixa de diálogos que variará de acordo com a versão do Windows com o qual estamos trabalhando. Vejamos, então: Windows 95  A caixa de diálogo oferecerá as opções : ―Desligar o computador” -- Desliga o computador; “Reiniciar o computador” – Reinicia o computador; “Reiniciar o computador em modo MS-DOS” – Reinicia o computador e o inicializa novamente com a interface do MS-DOS; “Fechar todos os programas e efetuar logon como um usuário diferente‖— Efetua a desconexão da rede do usuário corrente. Windows 98  A caixa de diálogo oferecerá as opções : ―Desligar o computador” -- Desliga o computador; “Reiniciar o computador” – Reinicia o computador; “Reiniciar o computador em modo MS-DOS” – Reinicia o computador e o inicializa novamente com a interface do MS-DOS; “Colocar o computador em modo de espera‖— Esse recurso visa a economia de energia elétrica. Ele desliga o HD e o monitor enquanto o usuário vai passar muito tempo afastado, mas não quer necessariamente desligar o computador. Windows 2000  A caixa de diálogo exibirá uma caixa de listagem drop-down com as seguintes opções: ―Desligar o computador” -- Desliga o computador; “Reiniciar o computador” – Reinicia o computador; “Colocar o computador em modo de espera‖— Esse recurso visa a economia de energia elétrica. Ele desliga o HD e o monitor enquanto o usuário vai passar muito tempo afastado, mas não quer necessariamente desligar o computador. “Efetuar logoff‖— Efetua a desconexão da rede do usuário corrente. Seção intermediária  Programas  Exibe os ícones de cada programa instalado no seu computador. É a porta de entrada para todos os programas instalados em seu computador.  Documentos  Mantêm a lista dos documentos recentemente usados por você. Esta lista está sempre sendo atualizada.  Configurações  Traz opções para a configuração de todo o computador Painel de controle : trás uma série de programas a configuração de todos os equipamentos e programas existentes em sua máquina. Estudaremos essa opção em detalhes mais adiante. Impressoras: Permite a instalação (através da opção ―adicionar impressora‖), configuração, e exclusão de impressoras ao seu computador. 78
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Conexões Dial-up e de redes : Permite a configuração de conexões de rede no seu computador, ou conexões dial-up. Barra de tarefas e Menu Iniciar: Permite a configuração e personalização da barra de tarefas (como já visto) e do botão Iniciar (como veremos adiante).  Localizar: Este menu permite a localização de : Arquivos ou Pastas  Esse menu permite a localização de arquivos ou pastas em seu computador. Possibilita a localização pelo nome total ou parcial (usando os curingas), pela extensão, por um texto que ele contenha, pela data de criação, de modificação ou do último acesso. Na Internet  Abre o browser com o botão ―Pesquisar‖ ativo, o que permite a localização de páginas na Internet que contenham uma determinada informação. Pessoas  Permite localizar pessoas no catálogo de endereços ou na rede. OBS.: 1. No Windows 2000 e XP, ao invés de ―Localizar‖, você irá encontrar a opção ―Pesquisar‖. Porém os critérios de pesquisa a serem utilizados, em ambos, serão os mesmos. 2. O Windows 2000 trouxe a opção ―Para Impressoras‖ que permite encontrar impressoras compartilhadas na rede. 3. Na digitação de nomes de arquivos ou itens para localização, podemos usar os curingas. Um caráter curinga é um caráter do teclado como um asterisco (*) ou um ponto de interrogação (?), que pode ser usado para representar um ou mais caracteres reais quando você está procurando arquivos ou pastas. Os caracteres curingas são geralmente usados no lugar de um ou mais caracteres quando você não conhece o caráter real ou não deseja digitar o nome completo. Asterisco (*): você pode usar o asterisco como um substituto para nenhum, ou vários caracteres. Se você estiver procurando um arquivo que saiba que começa com info, mas não consegue se lembrar do nome do resto do arquivo digite o seguinte: Info*: a caixa de diálogo ―Localizar‖ todos os arquivos de qualquer tipo de arquivo que comecem com info, incluindo Informática.txt, informática.doc e info.doc. Para limitar a pesquisa a um tipo de arquivo específico, digite: Info*.doc: nesse caso, a caixa de diálogo ―Localizar‖ encontrará todos os arquivos que comecem com info, mas que tenham a extensão de arquivo doc, como informática.doc e info.doc. Ponto de interrogação (?): você pode usar o ponto de interrogação como substituto para um único caráter em um nome. Por exemplo, se você digitou info?.doc, a caixa de diálogo ―Localizar‖ encontraria o arquivo info.doc ou info1.doc, mas não o arquivo informática.doc.  Ajuda: Inicia a Ajuda do Windows. Você pode utilizar o Conteúdo ou o Índice da ajuda para descobrir como realizar tarefas no Windows.  Executar: Executa um programa, usando uma linha de comando. Pode abrir programas ou documentos. b) No Windows XP Podemos dividir o menu Iniciar no XP em oito partes. Na parte superior esquerda  Exibe o nome do usuário conectado no momento 79
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Na parte seguinte, ainda à esquerda, temos atalhos para programas utilizados na internet. Em seguida, ainda à esquerda, vêm a lista dos programas utilizados recentemente. Essa opção facilita bastante a vida do usuário que segue uma rotina de trabalho no computador. No final do lado esquerdo, encontramos “Todos os o botão Programas”  Equivale ao item ―Programas‖ das versões anteriores. Na parte superior as parte direita encontramos as seguintes opções: Meus Documentos  Equivale à opção de mesmo nome nas versões anteriores; Documentos recentes  Equivale à opção ―Documentos‖ das versões anteriores; Minhas Imagens  Diretórios padrão para o Windows armazenar os arquivos de imagem do usuário; Minhas músicas  Diretórios padrão para o Windows armazenar os arquivos de música do usuário; Meu Computador  Equivale à opção do mesmo nome das versões anteriores; Meus Locais de Rede  Equivale à opção do mesmo nome das versões anteriores. Na parte seguinte, ainda a direita, temos as seguintes opções: Painel de Controle  Equivale à opção do mesmo nome das versões anteriores; Definir Acesso e Padrões de Programas  Leva a mesma tela do menu “Painel de ControleAdicionar ou Remover Programas”; Conectar-se  Equivale à opção “IniciarConfiguraçõesConexões Dial-up e de Redes” das versões anteriores; 80
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Impressoras e Aparelhos de Fax  Equivale à opção “IniciarConfiguraçõesImpressora” das versões anteriores, incluindo a opção para trabalhar com o fax. Ainda do lado direito, mais abaixo teremos as seguintes opções: Ajuda e Suporte  Equivale à opção “IniciarAjuda” das versões anteriores; Pesquisar  Equivale à opção do mesmo nome das versões anteriores; No XP, a opção de pesquisa procura arquivos de músicas, imagens e vídeos. E oferece uma série de opções para a pesquisa avançada de arquivos. Há um assistente de pesquisa e a imagem dele pode ser modificada clicando com o botão direito do mouse sobre o atual assistente, clique na opção “Escolher outro personagem animado”. Executar  Equivale à opção do mesmo nome das versões anteriores; Por fim aparece a opção “Desligar o Computador” e “Efetuar Logoff”. Ao clicar na opção Desligar, aparecerá uma tela com as opções: Desativar  Desliga o computador; Reiniciar  Reinicia o computador; Em Espera  Coloca o computador em modo de espera. Ao clicar na opção Fazer Logoof, aparecerá uma tela com as opções: Trocar usuário  Permite a alteração do usuário corrente, mas mantém os aplicativos abertos; Fazer Logoff  Desconecta o usuário corrente e fecha todos os aplicativos abertos. Configurando o menu Iniciar Você pode adicionar atalhos a pastas ou arquivos que abre com freqüência e criar seus próprios grupos de arquivos e programas, ou remover itens do menu Iniciar. Como o menu iniciar é uma coleção de atalhos, remover um programa desse menu não significa cancelar a instalação ou remover o programa do computador. Para personalizar o menu Iniciar, clique no botão ―Iniciar‖, aponte para ―Configurações‖ e clique em ―Barra de tarefas‖ e menu ―Iniciar‖. Nas versões anteriores ao XP, ao clicarmos com o botão direito do mouse sobre a barra de tarefas e selecionarmos a opção ―Propriedades‖, surgirá a seguinte tela com as opções básicas: Adicionar  Adiciona atalhos ao menu Iniciar; Remover  Remove atalhos do menu Iniciar; Avançado  Oferece opções para a configuração dos menus que já existem no menu Iniciar; Limpar  Limpa o menu Documentos do menu Iniciar. 81
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia No Windows XP, ao clicarmos com o botão direito do mouse sobre a barra de tarefas e selecionarmos a opção ―Propriedades‖, surgirá a seguinte tela com as opções básicas: Menu Iniciar  Tendo este botão de rádio selecionado o menu do botão iniciar é exibido no padrão do Windows XP. Menu Iniciar Clássico  Tendo este botão de rádio selecionado o menu do botão iniciar é exibido no padrão das versões anteriores ao XP. Botão Personalizar  Oferece uma série de opções, semelhantes as das versões anteriores para a configuração do menu Iniciar. O usuário pode definir quantos programas mais recentemente utilizados serão exibidos, se deseja exibir ícones grandes ou pequenos, se deseja limpar o menu ―Documentos‖, quais os programas que deseja exibir no menu Iniciar. 5. Executando aplicações Já vimos que aplicações podem ser executadas através do duplo clique do mouse sobre o ícone sobre o atalho, na área do referido programa. Uma outra forma de executar aplicações é clicar no botão Iniciar  Programas e uma lista programas surgirá. Para executá-los é só clicar o mouse é só clicar o mouse sobre o nome programa desejado. Resumindo:  Clique no botão ―Iniciar‖: em seguida, aponte para programas e escolha o programa desejado.  Digite a seqüência de teclas de atalhos específica (ao final deste capítulo há a lista das teclas atalho mais importantes do Windows)  Clique sobre o atalho na barra de ferramentas. ou de do de 6. Painel de Controle 82
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia O Painel de Controle do Windows é uma forma conveniente de personalizar o computador. A partir desse painel, você pode adicionar e remover programas, hardwares, configurar o modem, o mouse etc. Para acessá-lo clique no botão ―Iniciar‖, em seguida posicione o mouse no item ―configurações‖ e selecione o ―Painel de Controle‖. Outros meios de acesso seriam, a barra de ferramentas do Office, O Windows Explorer ou o ícone ―Meu computador‖. Iremos ressaltar nesse material os itens mais importantes e fundamentais para permitir que a maioria dos dispositivos necessários ao bom funcionamento do computador sejam devidamente instalados e configurados, e as opções mais exploradas em concursos. 6.1- Adicionar ou Remover Hardware ( no Windows 98 : Adicionar Novo Hardware) A instalação de um novo dispositivo normalmente envolve três etapas:    Conectar o dispositivo ao computador. Carregar os drivers de dispositivos adequados para o dispositivo. Configurar propriedades e configurações do dispositivo. Esta opção permite que os novos dispositivos instalados sejam reconhecidos automaticamente pelo Windows. Este utilitário é a melhor demonstração do processo ―Plug and Play‖. Após a instalação de um novo dispositivo, caso o Windows não o identifique automaticamente, entre no Painel de Controle e clique duas vezes sobre o ícone chamado ―Adicionar ou remover hardware‖. Surgirá então a primeira tela. Esta não oferece qualquer opção, logo clique no botão chamado ―Avançar‖. Esta tela questiona o seu desejo de que o processo de ―Plug and Play‖ seja acionado, ou se você prefere selecionar manualmente seu dispositivo a partir de uma lista pré-elaborada. Lembramos que nem sempre o processo de ―Plug and Play‖ resulta positivamente. Isso somente se aplica aos dispositivos 100% compatíveis como o Windows. Caso o ―Assistente para instalar novo hardware‖ detecte o seu dispositivo, poderá lhe ser pedido os discos ou CD-ROM fornecidos pelo fabricante ou os discos ou CD-ROM originais do Windows. Caso o ―Assistente para instalar novo hardware‖ não detecte o seu dispositivo você terá que 83
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia selecionar manualmente qual o dispositivo a ser instalado e provavelmente sejam necessários os discos ou o CD-ROM fornecido pelo fabricante. 6.2- Adicionar ou Remover Softwares (Adicionar ou Remover Programas)  Alterar ou Remover Programas – Permite a alteração ou remoção de softwares instalados no computador.  Adicionar Novos Programas – Permite a instalação de novos softwares ao seu computador. Clicando sobre o botão o Windows procurará automaticamente nas suas unidades de disco flexível e de CD-ROM a procura de executáveis de instalação. Caso encontre, ele será automaticamente executado, dando assim, início a instalação do programa desejado.  Adicionar ou Remover Componentes do Windows -- Esta opção permite que você instale ou remova os componentes do seu Windows. OBS.: Nas versões anteriores ao 2000, existe a opção de “Disco de Inicialização”. Esta opção permite que você crie de maneira fácil e prática um disco de inicialização ou disco de Boot. Será necessário ter a mão um disquete que possa ser formatado e os discos ou CD-ROM original do Windows. 6.3- Opções Regionais (no Windows 98: Configurações Regionais) Aqui são ajustados (para todo o ambiente Windows) configurações, formato de apresentações de número, data, moeda e idioma. Obs: ( No windows 2000 essa opção é chamada de Opções Regionais) 6.4-Data e Hora Nessa opção é possível alterar não o formato de apresentação, mas efetivamente a data e a hora do sistema. Uma outra forma de chegarmos a essa mesma tela é dando dois cliques no relógio da barra de tarefas. 6.5-Fontes Nesse item é possível a instalação (ArquivoInstala fonte nova) de novas fontes no Windows. 6.6-Impressoras Nessa opção é permitida a instalação de impressoras facilmente. Clique em ―Adicionar Impressora‖ e em seguida no botão ―Avançar‖. Na tela seguinte você definirá se a impressora que está sendo utilizada está conectada localmente a sua máquina ou se é uma impressora disponível na rede. Clique em ―Avançar‖. Na tela seguinte selecione o modelo e o fabricante da impressora (se não existirem listados, use os discos de instalação que vieram com o seu equipamento através da opção ―Com disco...‖), e clique no botão ―Avançar‖.Serão requisitados (na primeira instalação) os discos ou o CD-ROM original do windows. Permite também compartilhar a impressora na rede, definir a impressora como padrão e definir outras configurações para as impressoras. Uma outra maneira para fazer a mesma coisa é: “Botão IniciarConfiguraçõesImpressoras”. 84
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 6.7- Opções de Telefone e Modem (no Windows 98: Modens) Esta opção permite a instalação de placas de fax/modem ou modem externo. Uma outra opção para fazer a mesma coisa é no item ―Adicionar remover novo hardware‖. 6.8- Vídeo Essa opção configura informações relativas ao seu monitor. Há quatro configurações importantes que podem ser feitas aqui:  Segundo plano: Essa guia também é chamada de plano de fundo(no Windows 2000) e área de trabalho ( no Windows XP). Aqui configuramos o papel de parede (imagem no fundo da área de trabalho)  Proteção de tela: Aqui configuramos o tipo de descanso de tela desejado. Pode-se usar as opções fornecidas pelo Windows, ou configurar, através da opção ―Marquee‖(no 98) ou “Personalizado” (no 2000) um descanso de tela personalizado.  Aparência: aqui configuramos as cores do ambiente Windows. Há as pré-definidas em ―Esquema‖ e pode-se definir um esquema próprio de cores, utilizando os campos ―Item‖, ―Tamanho‖, ―Cor‖ e ―Fonte‖.  Configurações: nesta pasta configuramos a quantidade de cores e a resolução gráfica do monitor, o modelo e o fabricante do monitor e da placa de vídeo. 6.9 Sistema Aqui encontramos 4 opções mais importantes: Geral: encontramos informações genéricas sobre a configuração do computador, como qual a versão do sistema operacional que está sendo utilizada, o nome da pessoa ou empresa para que o sistema foi licenciado e o seu respectivo número de série, o tipo e de processador e a quantidade de memória RAM instalada. Gerenciador de dispositivos: sem dúvida esta opção é a mais importante do Painel de Controle. É através dela que configuramos e diagnosticamos o bom ou mau funcionamento de todos os dispositivos existentes em nosso computador. Perceba que os dispositivos estão relacionados em ordem alfabética. Isso é feito de forma proposital para facilitar a busca de cada dispositivo. Perceba também que a grande maioria dos dispositivos possui uma ―caixinha‖ ao lado direito com o sinal ―+‖. Esse sinal indica que existe um ou mais de um dispositivo instalado em cada uma das categorias. Para ver qual dispositivo, ou seja, modelo e fabricante, usem o mouse para clicar no sinal e poder vê-lo. Na parte inferior existem quatro botões: ―Propriedades‖, ―Atualizar‖, ―Remover‖ e ―Imprimir‖. Cada desses botões está relacionado ao dispositivo selecionado. Evidentemente cada dispositivo tem características diferentes, portanto tem configurações diferentes. Alguns dispositivos nem se quer tem configurações possíveis. Apenas estão ou não instalados, ou seja, ou você deixa que ele permaneça instalado ou o remove. É importante perceber que alguns dispositivos, mesmo que sejam removidos, serão instalados automaticamente pelo Windows. É o caso dos discos rígidos e dos drives de discos flexíveis. Perfis de Hardware: Permite a criação de diversas listas de dispositivos que serão configurados no computador no momento que o Windows é carregado. É uma opção mais utilizada para Notebooks e é extremamente comum que estas listas não sejam configuradas e muito menos usadas, seja por ignorância do usuário, seja pela falta de real necessidade. 85
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Desempenho : Está pasta registra o acompanhamento da utilização da memória RAM, dos recursos do sistema, e de outros recursos avançados. Permite também que esse acompanhamento seja configurado pelo usuário. Porém, para que isto seja feito é necessário um conhecimento bastante aprofundado do Sistema Operacional e do comportamento e funcionamento de um computador. Não é recomendado para usuários iniciantes. 6.10. Opções de Acessibilidade Use as Opções de acessibilidade no Painel de controle para personalizar o modo como o teclado, o vídeo e o mouse funcionam facilitando assim a vida de pessoas portadoras de deficiëncias. Muitos desses recursos também são úteis para pessoas não portadoras de deficiências.  Teclas de aderência: possibilitam pressionamentos de teclas simultâneos enquanto se pressiona uma tecla de cada vez.  Teclas de filtragem: ajustam a resposta de seu teclado.  Teclas de alternância: emitem sons quando as teclas CAPS LOCK, NUM LOCK e SCROLL LOCK são pressionadas.  Sinalizador de som: fornece avisos visuais para sons do sistema.  Mostrar sons: instrui os programas a exibirem legendas para as falas e sons dos mesmos.  Alto contraste: aprimora o contraste da tela com cores e tamanhos de fontes alternativos.  Teclas para mouse: possibilitam que o teclado execute funções do mouse.  Dispositivos seriais de acessibilidade: permitem o uso de dispositivos de entrada alternativos em vez de um teclado e um mouse. 6.11. Opções de Energia Usando Opções de energia no Painel de controle, você pode reduzir o consumo de energia de quaisquer dispositivos do seu computador ou do sistema inteiro. Isso pode ser feito através da escolha de um esquema de energia, que é um conjunto de configurações que gerencia a utilização de energia pelo computador. Você pode criar seus próprios esquemas de energia ou usar os esquemas de energia fornecidos com o Windows. Você pode também ajustar as configurações individuais em um esquema de energia. Por exemplo, dependendo do seu hardware, você pode:   Desligar automaticamente o monitor e os discos rígidos para economizar energia. Colocar o computador em estado de espera quando ele estiver ocioso. Enquanto estiver no estado de espera, o computador alterna para um estado de energia baixo onde os dispositivos, como o monitor e os discos rígidos, são desligados e o computador usa menos energia. Quando você desejar utilizar o computador novamente, ele sairá rapidamente do estado de espera e a sua área de trabalho será restaurada ao estado exato em que você a deixou. O estado de espera é particularmente útil para conservar a energia da bateria em computadores portáteis. Como Em espera não salva seu estado da área de trabalho em disco, uma falha de energia quando estiver Em espera pode resultar na perda de informações não salvas.  Colocar seu computador em hibernação. O recurso de hibernação salva em disco tudo o que está na memória, desativa o monitor e o disco rígido e desliga o computador. Ao reiniciar o 86
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia computador, a área de trabalho é restaurada exatamente como você a deixou. É mais demorado tirar o computador da hibernação que tirá-lo do estado de espera. Tipicamente, o monitor ou o disco rígido é desligado por um curto período para conservar energia. Se você pretende se afastar do computador por um período curto, coloque o computador em estado de espera; isso deixa todo o sistema em um estado de baixo consumo de energia. Coloque o computador em hibernação no caso de você se afastar do computador por um longo período ou durante toda a noite. Ao reiniciar o computador, a área de trabalho é restaurada exatamente como você a deixou. Para usar as Opções de energia do Windows 2000, você deve ter um computador configurado pelo fabricante para aceitar esses recursos. Para obter mais informações, consulte a documentação fornecida com o computador. 6.12 – Sons e Multimídia (no Windows 98: Sons) Usando Sons e multimídia no Painel de controle, você pode atribuir sons a alguns eventos de sistema. Um evento de sistema pode ocorrer em várias maneiras. Por exemplo: quando um programa de computador executa uma tarefa ou tem problemas para executar uma tarefa, quando você minimiza ou maximiza uma janela de programa ou se tenta copiar um arquivo para um disquete, mas não tem um disquete inserido na sua unidade de disquete. Os sons variam de um simples aviso sonoro a um breve trecho de música. Você pode atribuir esses sons a eventos de sistema de acordo com as suas preferências. Por exemplo, você pode atribuir um som específico para o Windows 2000 tocar sempre que receber uma nova mensagem eletrônica. Você também pode salvar todas as suas atribuições de som como um esquema de som. Mais tarde, você pode atribuir um conjunto de sons completamente diferente a eventos de sistema, salvar esse esquema sob um novo nome e alternar entre os novos e os antigos esquemas sem perder suas configurações. 6.13. Usuários e Senhas (no Windows 98: Senhas e outra opção chamada Usuários) Permite a criação de usuários, grupos de usuários e a definição de senhas. 6.14. Teclado Permite definir configurações para o teclado instalado. 6.15. Tarefas Agendadas 87
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Permite efetuar o agendamento de tarefas no Windows, fazendo com programas possam ter sua execução planejada pelo usuário com antecedência. 6.16. Scanners e Câmeras Permite a instalação, exclusão e configuração de câmeras digitais e scanners. 6.17. Opções de Pasta Permite configurar a exibição de arquivos e pastas e alterar as associações de arquivos a programas. Permite a disponibilização de arquivos de rede off-line. 6.18. Mouse Permite configurar e adaptar o mouse ao gosto ou necessidade dos usuários. 6.19. Opções da Internet Conheceremos melhor as opções desse item, no capítulo em que estudaremos a Internet. 6.20. Ferramentas Administrativas Permite definir configurações de cunho administrativas para o computador. 6.21. Controladores de Jogos Permite configurar dispositivos utilizados para trabalhos com jogos. 6.22. Conexões Dial-Up e de Redes (no Windows 98: Redes e outra opção chamada Telefonia) Permite criar, configurar, excluir e realizar conexões a outros computadores, a uma rede ou a Internet. No Windows XP houve alguns agrupamentos de itens. Vejamos: Nas Versões Anteriores Vídeo, Barra de tarefas e Menu Iniciar No Windows XP Aparências e Temas Conexões Dial-up e de Redes, Opções da Conexões de Rede e de Internet Internet Adicionar ou Remover Programas Adicionar ou Remover Programas 88
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Sons e Multimídia Sistema, Opções Sons, Fala, e Dispositivos de Áudio de Energia, tarefas Desempenho e Manutenção Agendadas, Adicionar ou Remover Hardware Impressora, Mouse, Scanners e Câmeras, Impressoras e Outros Itens de Hardware Controladores de Jogos, Opções de Telefone e Modem, Teclado, Fontes Usuários e Senhas Contas de usuários Data e Hora, Opções Regionais Data, Hora, Idioma e Opções Regionais Opções de Acessibilidade Opções de Acessibilidade 7- Windows Explorer Chegamos até ele através do botão “IniciarProgramasWindows Explorer”. No Windows 2000 e Windows XP: ―IniciarProgramasAcessóriosWindows Explorer‖. Em todos os Windows, você poderá abrir o programa utilizando as teclas WIN + E. Para entendermos o funcionamento desse aplicativo, é preciso antes aprendermos alguns conceitos: 89
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Arquivo: é uma informação salva em memória secundária. É a menor unidade manipulada pelo usuário. O nome do arquivo é dividido em duas partes, o identificador que é o nome dado pelo usuário, um ponto “.” que é obrigatório, e a extensão que indica o tipo do arquivo. O nome de arquivo pode conter até 255 caracteres, incluindo espaços. Entretanto não é recomendável criar nomes de arquivos com 255 caracteres. A maioria dos programas não pode interpretar nomes de arquivos que sejam extremamente longos. Não esqueça que os nomes de arquivos não podem conter os seguintes caracteres; / : ? ― < >! * BMP, GIF, TIF, JPG, PCX, PCG, WMF, PCD, CPT AVI, QT WAV, MP3 FON Imagens Vídeo Clip Som Fontes Extensões mais utilizadas TXT, DOC, WRI, Textos e documentos RTF INF HTM, HTML DOT Informações Internet Modelo do Word 90
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia MDB HLP ICO EXE COM BAT PIF CUR Banco de Dados do Ms – Access Ajuda Ícone Executável Comando Arquivo de Lote Arquivo de Programa do DOS Cursor INI SCR XLS GRP TTF BAK MPG, MPEG, MIV ANI Iniciação do Windows Protetor de tela Planilha eletrônica Grupo de programas Font True Type Backup MP2, Clipe de filme Cursor animado  Pasta: é um local criado para armazenar nossos arquivos, permitindo assim, organizá-los nos discos de nossos computadores. As pastas podem conter subpastas. As pastas também podem ser chamadas de diretórios e as subpastas de subdiretórios. Os nomes de pastas do sistema como Documents and Settings, WinNt ou System32 não podem ser alterados, pois são necessários para a execução correta do Windows.  Unidade de disco: É a representação de uma memória secundária  Árvore de Diretórios: O Windows Explorer exibe os arquivos e pastas existentes em seu computador em uma estrutura hierarquizada, permitindo a navegação através deles, em uma única janela. Essa estrutura é chamada de árvore de diretórios.  Selecionar Itens: Para executar ações com itens no Windows Explorer, é necessário que esses itens estejam selecionados. O usuário pode selecionar um único item clicando sobre ele com o botão esquerdo do mouse (um clique com o botão direito também seleciona, mas já abre imediatamente o menu pop-up referente ao item e ao contexto). Pode selecionar vários itens não seqüenciais, mantendo a tecla CTRL pressionada e clicando sobre os itens desejados. Pode selecionar arquivos em seqüência de duas formas:  Seleciona uma extremidade da seqüência, mantêm a tecla SHIFT pressionada e seleciona a outra extremidade da seqüência.  Seleciona uma extremidade da seqüência, mantêm a tecla SHIFT pressionada e movimenta-se com as setas de direção do teclado. 7.1. A tela do Windows Explorer A tela do Windows Explorer é dividido em duas partes.  Na parte esquerda está a árvore de diretórios completa do computador e atalhos para a Lixeira, o Painel de Controle, Meus Documentos, Impressoras, Ambiente de Rede, Internet Explorer. 91
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Do lado esquerdo algumas pastas ou unidades de discos, possuem um sinal de ―+‖ ou de ―-―. O que eles significam? O sinal de “+”  Significa que o diretório possui subdiretórios e que eles não estão sendo exibidos no momento. A árvore está recolhida. O sinal de “-“  Significa que o diretório possui subdiretórios e que eles estão sendo exibidos no momento. A árvore está expandida. A ausência de sinais significa apenas que o diretório não possui subdiretórios. Os itens compartilhados são representados com uma figura de uma mão segurando-os.  Na parte direita é exibido o conteúdo da pasta que está selecionada no lado esquerdo. 7.2. Estudando os menus do Windows Explorer a) Menu Arquivo  Novo: O menu novo permite a criação de novas pastas e subpastas, ou de atalhos para pastas e subpastas já existentes. Há duas maneiras de criarmos pastas e subpastas no Windows Explorer: 1. Selecione o local, a partir do qual, a pasta será criada Selecione a opção “ArquivoNovoPasta” Digite o nome desejado para a nova pasta. 2. Selecione o local, a partir do qual, a pasta será criada Clique com o botão direito do mouse, no lado direito da tela, e escolha a opção “NovoPasta”; Digite o nome desejado para a nova pasta.  Criar Atalho: Permite a criação de atlhos para itens.  Excluir: Permite a exclusão de arquivos, pastas e subpastas. Há quatro formas de excluirmos itens no Windows Explorer. Três enviam os itens para a Lixeira (Estudaremos a lixeira adiante) e uma apaga definitivamente. Enviando os itens para a Lixeira: 1. Selecione o item a ser excluído; Selecione a opção de menu “ArquivoExcluir”; Na tela de confirmação que surgirá, selecione ―OK‖. 2. Selecione o item a ser excluído; Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Excluir”; Na tela de confirmação que surgirá, selecione ―OK‖. 3.Selecione o item a ser excluído; Aperte a tecla DEL ou DELETE Apagando definitivamente 92
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1.Selecione o item a ser excluído; Aperte a tecla SHIFT + DEL ou SHIFT + DELETE  Renomear: Permite a alteração de nomes de itens, exceto do nome da unidade de disco. Há quatro maneiras de renomearmos itens no Windows Explorer: 1. Selecione o item que será renomeado Selecione a opção “ArquivoRenomear” Digite o novo nome desejado para o item. 2. Selecione o item que será renomeado Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Renomear”; Digite o novo nome desejado para o item. 3. Selecione o item que será renomeado Clique novamente sobre o item e observe que a área de edição é ativada. Digite o novo nome desejado para o item. 4. Selecione o item que será renomeado Clique na tecla F2 e observe que a área de edição é ativada. Digite o novo nome desejado para o item.  Propriedades: Permite, caso o item selecionado seja um arquivo, na guia Geral, o acesso a informações como o tamanho, a data de criação, a data do último acesso, a data da última modificação; permite ainda a alteração dos atributos (arquivo ou sistema, oculto, somente leitura), no botão Avançado pode ainda compactar, indexar e criptografar o arquivo, na guia Personalizar, permite a personalização do arquivo com colocação de autor, assunto e etc, e na guia Resumo, teremos um resumo sobre os principais pontos do documento. Se o item selecionado for uma unidade de disco, na guia Geral surgem informações sobre a ocupação do disco, e oferece opções para indexação e compactação dos dados no disco, na guia Ferramentas o usuário tem acesso as ferramentas de gerenciamento de discos (Scandisk, Defrag e Backup), na guia Compartilhamento temos opções para gerenciar o compartilhamento do disco na rede. Há duas maneiras de acessarmos o menu Propriedades: 1. Selecione o item desejado Selecione a opção “ArquivoPropriedades” 2. Selecione o item desejado Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Propriedades”;  Trabalhar off-line: permite trabalhar no programa sem estar conectado a rede.  Fechar: Fecha o Windows Explorer 93
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS.: 1.Caso o item selecionado seja um arquivo, surgirá no menu Arquivo as opções para Abrir, Novo, Imprimir e Editar o arquivo em seu respectivo programa de origem. 2. Caso o item selecionado seja uma unidade de disco ou uma pasta, surgirá no menu Arquivo as opções para Explorar (exibe o conteúdo do item selecionado do lado direito da tela), Abrir (abre uma nova janela do Windows Explorer para mostrar o conteúdo do item selecionado), Pesquisar (permite localizar arquivos no item selecionado) e Compartilhamento e Segurança (define regras par o compartilhamento e para segurança do item selecionado) 2. No Windows XP aparece uma opção extra com o nome do item selecionado e com um submenu para as ações direcionadas aquele item. b) Menu Editar  Desfazer: Desfaz a última operação realizada. Recortar: Recorta elementos para a área de transferência do Windows. Junto ao comando Colar, permite a movimentação de itens. Há quatro maneiras de movermos itens no Windows Explorer: 1. Selecione o item que será movido Selecione a opção “EditarRecortar” Selecione o local de destino Selecione a opção “EditarColar” 2. Selecione o item que será movido Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Recortar”; Selecione o local de destino Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Colar”; 3. Selecione o item que será movido Aperte a combinação de teclas CTRL + X Selecione o local de destino Aperte a combinação de teclas CTRL + V 4. Selecione o item que será movido Arraste até o local de destino. (O pressionamento da tecla SHIFT é opcional caso a movimentação seja na mesma unidade de disco. Se for entre unidades de discos diferentes o pressionamento da tecla SHIFt é obrigatório) Copiar: Copia elementos para a área de transferência do Windows. Junto ao comando Colar, permite a cópia de itens. Há quatro maneiras de copiarmos itens no Windows Explorer: 1. Selecione o item que será copiado Selecione a opção “EditarCopiar” Selecione o local de destino 94
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Selecione a opção “EditarColar” 2. Selecione o item que será copiado Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Copiar”; Selecione o local de destino Clique com o botão direito do mouse, e escolha a opção “Colar”; 3. Selecione o item que será copiado Aperte a combinação de teclas CTRL + C Selecione o local de destino Aperte a combinação de teclas CTRL + V 4. Selecione o item que será copiado Arraste até o local de destino. (O pressionamento da tecla CTRL é obrigatório caso a cópia seja na mesma unidade de disco. Se for entre unidades de discos diferentes o pressionamento da tecla CTRL é opcional).  Colar: Cola itens que estão na área de transferência do Windows. Junto aos comandos Copiar e Recortar, permite a cópia e movimentação de itens.  Colar Atalho: Cola atalhos em um novo local desejado.  Selecionar Tudo: Seleciona todo o conteúdo de uma pasta  Inverter Seleção: Seleciona o que não estiver selecionado e retirar a seleção do que estiver. c) Menu Exibir  Barra de Ferramentas: Permite a exibição ou não das barras de ferramentas;  Barra de Status: Permite a exibição ou não da barra de Status;  Barra de Explorer: Permite a exibição ou não da barra do Explorer;  Ícones Grandes: Mostra os itens com a representação de seus ícones maiores;  Ícones Pequenos: Mostra os itens com a representação de seus ícones menores;  Lista: Mostra apenas os ícones e o nome do item, um abaixo do outro (podemos várias listas paralelas);  Detalhes: Mostra o ícone, o nome do arquivo, o tipo, o tamanho e a data e a hora da última modificação. 95
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Miniaturas: Exibe os ícones em miniaturas. Muito interessante para trabalhar com arquivos de imagens.  Organizar Ícones: Classifica os itens em ordem crescente ou decrescente do nome, do tipo, do tamanho ou da data da ultima modificação.  Opções: Permite a personalização da área de exibição do Windows Explorer, inclusive com a escolha se quer exibir ou não os arquivos do sistema, ou se quer exibir as extensões dos arquivos, etc. d) Menu Ir – Esse menu só existe nas versões anteriores ao 2000, e é substituído no 2000 e no XP pela opção ―Ir Para‖, dentro do menu ―Exibir‖, como visto acima. Sendo assim, nas versões anteriores ao 2000 temos os menus ―Arquivo‖, ―Editar‖, ―Exibir‖, ―Ir‖, ―Favoritos‖, ―Ferramentas‖, e nas versões 2000 e XP temos ―Arquivo‖, ―Editar‖, ―Exibir‖, ―Favoritos‖, ―Ferramentas‖. e) Menu Favoritos – Permite inserir sites na lista de sites favoritos do usuário, para facilitar seus OBS.: 1. No Windows XP os ícones podem ser exibidos : Como miniaturas  Mostra miniaturas dos itens; Lado a Lado  Mostra o ícone e o nome ao lado do item, organizados lado a lado na horizontal; Ícones  Mostra o ícone e o nome abaixo do item; Lista  Semelhante ao Listas das versões anteriores; Detalhes  Semelhante ao Detalhes das versões anteriores. 2. No Windows XP, surge uma nova opção no menu Exibir que é Detalhes, onde o usuário pode escolher quais os detalhes que ele deseja exibir do arquivo. 3. No Windows XP, não há a opção ―Opções‖, e há Ir para ( oferece as opções Voltar, Avançar, Página Inicial, Um nível acima, e as Últimas pastas e unidades abertas) e a opção Atualizar (atualiza os itens) acessos posteriores, e permite também organizar esse armazenamento ou excluir sites da lista. Essas opções serão melhor estudadas quando estudarmos o Internet Explorer. f) Menu Ferramentas  Mapear Unidade de Rede : permite a conexão a uma unidade de rede e assim usar os recursos disponibilizados por esta.  Desconectar Unidade de Rede : Permite a desconexão de um computador da rede;  Sincronizar : Atualiza as páginas do cache; 96
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS.: 1. Nas versões anteriores a 2000, temos no menu ―Ferramentas‖ uma réplica do menu ―IniciarLocalizar‖; 2. No Windows XP, temos no menu ―Ferramentas‖ a opção ―Opção de pasta‖, que é semelhante a antiga ―ExibirOpções‖ No Windows Explorer também é possível a formatação e a cópia de discos. Formatação de Discos  Já aprendemos na Unidade de Hardware, o que era a formatação de um disco. Para termos acesso a essa funcionalidade no Windows Explorer devemos:  Clicar com o botão direito do mouse sobre a Unidade desejada e selecionar a opção ―Formatar‖  Clicar com o botão esquerdo do mouse, do lado direito da tela e selecionar a opção ―ArquivoFormatar‖  Dentro do programa ―Meu Computador‖, selecionar a opção ―ArquivoFormatar‖  Usando o prompt do MS-DOS. Formatação rápida  apenas formata o disco sem verificar possíveis erros. Formatação completa  além de formatar, também verifica os erros e mostra, ao final, os setores danificados. Criar um disco de inicialização do MS-DOS  permite a criação de um disco de BOOT. Rótulo  nome que o usuário pode dar ao disco. Cópia de discos  Permite a criação de um disco com o mesmo conteúdo de outro. Para isso selecione a unidade de disco que receberá a cópia, no menu ―Arquivo‖ selecione a opção “Copiar Disco‖, em ―Copiar De‖ selecione a origem da cópia, clique em ―Iniciar‖. OBS.: 1. A mesma unidade de disco pode ser usada para a cópia; 2. Os discos a serem copiados devem ser do mesmo tipo; 3. Toda informação existente no disco de destino será apagada. 8. Lixeira A Lixeira fornece uma segurança quando arquivos ou pastas são excluídos no Windows. Quando você exclui qualquer um desses itens do disco rígido, o Windows o coloca na Lixeira e o ícone Lixeira se transforma de vazio em cheio. Os itens na Lixeira permanecem nela até que você decida excluí-los permanentemente do computador. Esses itens ainda ocuparão espaço no disco rígido, poderão ser restaurados para seu local original ou sua exclusão poderá ser confirmada. 97
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Quando a Lixeira está cheia, o Windows automaticamente elimina arquivos que já estão na lixeira para gerar espaço suficiente nela para acomodar os arquivos e pastas excluídos que estão chegando. Se você tiver pouco espaço no disco rígido, lembre-se sempre de esvaziar a Lixeira. A lixeira pode ser configurada, para isso, tecle com o botão direito do mouse sobre o ícone dela, seja na área de trabalho, seja no Windows Explorer, e no menu pop-up que surge, selecione a opção ―Propriedades‖. Na tela que surge é possível restringir o tamanho da Lixeira para limitar a quantidade de espaço no disco rígido ocupada por ela (por padrão o Windows reserva 10% do espaço do HD para a Lixeira), e é possível também escolher se quer a aparição da mensagem de confirmação de exclusão ou não. O Windows aloca uma Lixeira para cada partição ou disco rígido. Se o seu disco rígido estiver particionado ou se você possuir mais de um disco rígido no computador, poderá especificar um tamanho diferente para cada Lixeira. Para restaurar arquivos da Lixeira :  Para restaurar um item, clique nele com o botão direito do mouse e clique em ―Restaurar‖.  Para restaurar todos os itens, selecione todos os itens e, no menu ―Arquivo‖, clique em ―Restaurar‖, ou aperte no botão ―Restaurar Tudo‖ (disponível apenas a partir da versão 2000). Para Excluir arquivo da Lixeira.  Para excluir um item, clique nele com o botão direito do mouse e clique em ―Excluir‖.  Para excluir todos os itens, no menu “Arquivo”, clique em “Esvaziar lixeira”, ou selecione todos os itens e com o botão direito do mouse selecione ―Excluir‖, ou aperte no botão ―Esvaziar Lixeira‖ (disponível apenas a partir da versão 2000) OBS.: 1 A exclusão de um item da Lixeira o remove permanentemente do computador. Os itens excluídos da Lixeira não podem ser restaurados. 2. A restauração de um item na Lixeira faz com que ele retorne ao seu local original. Se você restaurar um arquivo que estava originalmente localizado em uma pasta excluída, essa pasta será recriada em seu local original e o arquivo será restaurado nela. 3. Os seguintes itens não estão armazenados na Lixeira e não podem ser restaurados:  Itens excluídos de locais da rede.  Itens excluídos de mídia removível (como disquetes de 3,5 polegadas).  Itens maiores do que a capacidade de armazenamento da Lixeira. 98
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 9. Área de transferência É uma área de memória reservada temporariamente pelo Windows para armazenar os elementos que estão sendo copiados ou movidos. 10. Meu Computador A diferença básica existente entre ―Meu Computador‖ e o ―Windows Explorer‖ é que este mostra a hierarquia das pastas e aquele mostra somente o conteúdo de uma pasta por vez. Nesta opção surgem ícones que permitem acesso a todos os drives instalados, à pasta de configuração de impressoras e ao painel de controle (Ícones principais). 11. Utilitários (Ferramentas do Sistema) São aplicativos utilizados na manutenção do sistema. 11.1 -- Backup São cópias de segurança do conteúdo de discos. Devem ser feitas periodicamente para evitar a perda definitiva de dados. O Windows oferece um aplicativo para a realização dessa tarefa, é o MS Backup. Para selecionar clique em “Iniciar ProgramaAcessóriosFerramentas do sistema Backup”. Para realizar o Backup, selecione os arquivos que deseja copiar (para selecionar um disco, diretório ou arquivo, use a caixa de verificação à esquerda), clique em “Próximo passo”, escolha em qual unidade deve ser realizada a cópia de segurança e clique em ―Iniciar Backup‖. Se desejar digite um nome e uma senha para proteger a sua cópia. 11.2- Restauração de dados Para recuperar o conteúdo de uma cópia de segurança, insira o primeiro disco ou a primeira fita do Backup e selecione a unidade de disco ou de fita, onde se restaurarão os arquivos. A seguir vá até a opção “Próximo passo” para chegar ao seguinte tópico e selecionar os arquivos da cópia de segurança que você queira restaurar.Esta opção é bastante útil para restaurar alguns dos arquivos da cópia de segurança e não a cópia inteira. Depois de realizar a seleção acione ―Restaurar‖. Se o Backup estava formado por vários discos ou fitas, o MS-Backup pedirá que você insira o seguinte disquete ou fita, após o término da antiga. 11.3- Desfragmentador de disco (Defrag) Os arquivos não são gravados de forma seqüencial no disco e se dividem em fragmentos de tamanho fixo, os chamados clusters. Estes clusters vão se fixando de maneira quase aleatória no disco, onde há espaços livres. Esta fragmentação dos arquivos provoca diversos movimentos no cabeçote do disco para conseguir ler um documento. Fazendo uma desfragmentação, todos os arquivos ficam armazenados de forma consecutiva, reduzindo ao mínimo os movimentos do cabeçote do disco e, portanto, melhorando o rendimento de todo o sistema de arquivos. 99
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia A ferramenta utilizada para realizar essa tarefa é o Defrag. Para executá-lo clique em “IniciarProgramas AcessóriosFerramentas do sistemaDesfragmentador de disco”. Se a porcentagem de fragmentação não é muito alta, o desfragmentador do disco mostrará uma mensagem informando que a desfragmentação não é necessária. É importante ressaltar que o uso intensivo desse programa pode danificar o disco rígido. Portanto, desfragmente-o só se for estritamente necessário, ou seja, quando o programa indicar que a desfragmentação é necessária. Para acessar as opções do desfragmentador de disco, pressione o botão ―Avançado‖. Assim, você poderá escolher o tipo de desfragmentação, ativando a comprovação de erros e salvando as modificações realizadas fazendo com que fiquem armazenadas para as próximas operações. Estas opções são: Desfragmentação completa -- Esta opção colocará todos os fragmentos de cada um dos arquivos de forma consecutiva e organizará o espaço livre ara que fique em um só fragmento. Desfragmentar somente arquivos -- Esta opção funcionará igual a anterior, só não organiza o espaço livre do disco. Esta opção é muita rápida, mas não prevê a fragmentação já que, ao ficar fragmentado o espaço livre os novos arquivos também ficarão fragmentados. Consolidar somente espaço livre -- Simplesmente reorganiza o espaço livre do disco para que fique contíguo. Esta opção é útil para prevenir a fragmentação. Verificar erros na unidade de disco -- Se esta opção encontra-se ativada o desfragmentador de disco verificará o estado do disco antes de desfragmentá-lo. Desse modo se existir algum erro será possível corrigir-lo com o Scandisk. OBS.: No Windows XP, essas opções avançadas não estão disponíveis. 11.4- Scandisk O Scandisk verifica o estado do disco e repara se necessário. Ao iniciar este programa, ele comprovará a igualdade do conteúdo dos dois quadros de assinalação de arquivos; a consistência dos diretórios; a localização dos setores que se encontram perdidos e, opcionalmente, comprovará a superfície do disco. Este programa pode ser usado tanto para discos rígidos como para disquetes. Se o programa detectar um erro, ele pedirá que você insira um disquete para salvar as informações do disco antes de corrigi-lo. Dessa forma é possível recuperar os dados do disco evitando que informações importantes se percam por reparação, porém é opcional. Para executar essa opção clique em “IniciarProgramasAcessóriosFerramentas do sistemaScandisk”. Ou dentro do Windows Explorer, selecione a unidade de discos e na opção ―Propriedades‟ selecione a guia ―Ferramentas‖ e escolha a opção “Verificação de Erros‖. Há dois tipos de verificação: Padrão: apenas verifica se há erros nos arquivos e pastas do disco. É a opção mais utilizada para detectar possíveis erros no sistema de arquivos. Completa: faz o que a padrão faz e checa toda a superfície do disco. É mais longa e só deve ser usada quando aparecem erros de leitura ou gravação de algum arquivo ou setor do disco. 100
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para executar selecione a unidade desejada, o tipo de verificação desejada (deixe marcada a caixa de verificação ―Corrigir erros automaticamente‖), e pressione o botão ―Iniciar‖. 101
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia CAPITULO VIII MICROSOFT WORD O editor de texto é também conhecido como processador de texto. É um software aplicativo destinado à edição de palavras (textos, documentos, formulários), com o objetivo de produzir correspondências, relatórios, brochuras ou livros. Podemos dizer que o computador junto com o processador de textos substitui a velha máquina de escrever. Com o editor de texto temos a possibilidade de criar textos armazenando-os em dispositivos como disquetes ou winchester, podendo posteriormente alterar, copiar partes do mesmo para outro texto, ou seja, manipular de inúmeras formas possíveis. Eles se destacam pela facilidade de uso e recursos de edição de texto que fornecem ao usuário. As empresas de software vêm insistindo em pesquisas para tornar os editores de texto cada vez mais eficientes e fáceis de usar. O Word da Microsoft é um bom exemplo dessa evolução. No Word, o usuário pode desfazer uma série de ações já executadas (função Undo) e não apenas a última alteração. É possível criar uma lista de palavras que constantemente são digitadas de forma incorreta e indicar a forma correta. Assim ao digitar a palavra errada o Word a corrige automaticamente. Através de um conjunto de formatos pré-definidos, pode-se formatar um texto, cartões, relatórios ou uma tabela de modo instantâneo e com excelente resultado visual. Todas essas facilidades tornaram a digitação de textos uma tarefa rápida, produtiva e extremamente profissional. 1. Iniciando o MS Word Há basicamente 3 formas de iniciar o Microsoft Word: - Pelo menu ―Iniciar‖ do Windows (o caminho deve ser: “IniciarProgramasMicrosoft Word‖, podendo haver variações como ―IniciarProgramasMicrosoft OfficeWord‖, ou, no caso do XP “IniciarTodos os ProgramasMicrosoft OfficeMicrosoft Word” e no Windows XP ainda pode ser que o ícone do Excel esteja diretamente no menu Iniciar, desde que ele tenha sido usado recentemente; - Pelo ícone na área de trabalho; - Pelo menu “IniciarExecutarWinWord” . 102
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 2. Conhecendo a Tela do Word Ao ser iniciado, é apresentada a área de trabalho do Word, contendo uma janela genérica de documento em branco. A janela de documento é equivalente a uma folha de papel. a) Barra de Títulos A janela de edição do Word possui os mesmos componentes de uma janela qualquer. A linha superior da tela é a barra de título que indica o nome do arquivo que você está trabalhando (se não tiver nome ainda, o Word o reconhecerá como: Documento 1, Documento 2, e assim sucessivamente). b) Barra de Menus Abaixo da barra de título você percebe a presença de uma barra de menus a partir dos quais você seleciona opções para trabalhar com documentos. c) Barra de Ferramentas Padrão Abaixo da barra de menu encontramos a barra de ferramentas padrão. É nela que encontramos os comandos básicos do Word. Versões anteriores a 2003 1. Documento novo em branco 2.Abrir 3.Salvar 4.Correio Eletrônico 5. Imprimir (exibe o nome da impressora padrão) 6. Visualizar Impressão 7.Ortografia e gramática 8.Recortar 9.Copiar 10.Colar 11 Pincel 12.Desfazer 13. Refazer 14 Inserir Hiperlinks 15.Tabelas E bordas 16.Inserir Tabela 17.Inserir Planilha do Microsoft Excel 18. Colunas 19. Desenho 103
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 20.Estrutura do Documento 21.Mostrar/Ocultar 22.Zoom 23.Ajuda do Microsoft Word 24.Fechar 25.Envelopes e Etiquetas 26.Localizar Versão 2003 1. Documento novo em branco 2. Abrir 3. Salvar 4. Permissão (Acesso Irrestrito) 5. Email 6. Imprimir (direto para a impressora padrão) 7. Visualizar Impressão 8. Verificar Ortografia e Gramática 9. Pesquisar 10. Recortar 11. Copiar 12. Colar 13. Pincel 14. Desfazer a última ação 15. Refazer a última ação 16.Inserir Hiperlink 17. Tabelas e Bordas 18. Inserir Tabela 19. Inserir Planilha do Microsoft Excel 20. Colunas 21. Desenho 22. Estrutura do Documento 23. Mostrar/Ocultar Caracteres Especiais 24. Zoom 25. Ajuda 26. Ler 27. Imprimir 28. Fechar 29. Envelopes e Etiquetas 30. Localizar d) Barra de Ferramentas de Formatação Abaixo da barra de ferramentas padrão, encontramos a barra de formatação. Com os botões existentes na barra de formatação, o usuário dá uma apresentação melhor ao seu documento. Versões anteriores a 2003 1. Estilo 2. Fonte 3.Tamanho da Fonte 4. Negrito 5.Itálico 6.Sublinhado 7. Alinhar à Esquerda 8. Centralizar 9. Alinhar à Direita 10. Justificar 11. Numeração 12. Marcadores 13. Diminuir Recuo 14. Aumentar Recuo 15. Borda Externa 16. Realçar (mostra a cor selecionada) 17. Cor da Fonte (mostra a cor selecionada) 18. Espaço Simples 19. Espaço entre linhas de 1,5 20. Espaço duplo 21. Sobrescrito 22. Subscrito 104
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Versão 2003 1. Estilo 2. Fonte 3. Tamanho da Fonte 4. Negrito 5. Itálico 6. Sublinhado 7. Alinhar à Esquerda 8. Centralizar 9. Alinhar à Direita 10. Justificar 11. Espaçamento entre as linhas 12.Numeração 13. Marcadores 14. Diminuir Recuo 15. Aumentar Recuo 16. Borda Externa 17. Realce 18. Cor da Fonte 19. Aumentar Fonte 20. Reduzir Fonte 21. Sobrescrito 22. Subscrito 23. Idioma e) Régua Horizontal A linha régua permite efetuar rapidamente, com a ajuda do mouse, as operações de edição dos recuos do parágrafo, ajustamento de margens, alteração das colunas do tipo jornalístico, alteração da largura das colunas de uma tabela e a definição das tabulações. Representa o alinhamento da tabulação (menu “FormatarTabulação”); Insere uma linha vertical na marca de tabulação; Centraliza o texto na marca da tabulação; Alinha um ponto decimal na marca da tabulação. Texto ou números sem ponto decimal são estendidos para a esquerda da marca da tabulação; Alinha o texto a direita da marca de tabulação; Alinha o texto a esquerda da marca da tabulação - Oferece recursos para formatações de recuos Recuo da primeira linha: acrescenta espaços a primeira linha do parágrafo, com relação à margem esquerda Recuo esquerdo: Acrescenta espaços, em todas as linhas do parágrafo, em relação à 105
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia margem esquerda. Recuo deslolcado: Acrescenta espaços, em todas as linhas do parágrafo, em relação à margem esquerda -- Recuo direito: Acrescenta espaços em branco, em todas as linhas do parágrafo, em relação à margem direita. -- Essa parte mais escura na régua, indica o espaço deixado nas páginas para as margens do documento. f) Região do Texto E finalmente o Word apresenta então a região do texto, ou seja, onde o seu texto aparecerá quando você digitar. O modo WYSIWYG (what You See Is What You Get = o que você ver é o que você tem) é uma das boas e práticas opções do Word permitindo que o usuário trabalhe com uma tela (o que ele está vendo no monitor), que representa exatamente aquilo que será impresso no papel, ao final. A janela na qual você estiver trabalhando atualmente, ou seja, a janela que contém o ponto de inserção ou onde você seleciona o texto, chama-se janela ativa e o documento com que você está trabalhando, chama-se documento ativo. O texto que você digita é inserido no documento ativo; a maioria dos comandos ou ações que são executadas afeta somente o documento ativo. Para se trabalhar com um documento diferente, devese primeiro torná-lo ativo. g) Barra de Rolagem Vertical Quando exibida, a barra de rolagem vertical, oferece uma série de recursos, ao usuário, para a movimentação entre os diversos componentes do documento. Permite rolar o texto para baixo, linha a linha Permite rolar o texto para cima, linha a linha Permite rolar o texto de página em página Exibe o botão “Selecionar Objeto da Procura” para selecionar componentes no texto (ver explicação abaixo) e as setas de direção que permite exibir o item anterior e posterior ao que está selecionado pelo botão 106
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Permite a procura de elementos no documento. Procura campos, notas de fim, notas de rodapé, comentários, seções, página, edições, títulos, gráficos, tabelas e permite também abrir atalhos para as opções ―Localizar‖ e ―Ir para‖, encontradas no menu ―Editar‖ h) Modos de Exibição Oferece atalhos para alternar entre os modos de exibição oferecidos pelo Word. 1. Modo Normal 2. Modo Layout da Web 3. Modo Layout de Impressão 4. Modo Estrutura de Tópicos 5. Modo de Leitura i) Barra de Ferramentas de Desenho Exibe uma série de atalhos para facilitar o acesso do usuário as ferramentas de desenho disponibilizadas pelo Word. 107
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1. Menu que oferece opções para trabalho com as figuras, como posição, giros, bordas e até escolha de figuras pré-definidas. 2. Escolha de figuras pré-definidas 3. Linha 4.Seta 5. Retângulo 6. Elipse 7. Caixa de Texto 8. Inserir Word-Art 9. Inserir Diagrama e organograma 10. Inserir Clip-Art 11. Inserir Imagem 12. Cor do preenchimento (mostra a cor selecionada) 13. Cor da linha (mostra a cor selecionada) 14. Cor da fonte (mostra a cor selecionada) 15. Estilo de linha 16. Estilo do tracejado 17. Estilo da seta 18. Sombra 19. 3D j) Barra de Status Oferece um conjunto de informações sobre a situação atual do documento, posicionamento do cursor e ainda atalhos para uma série de ferramentas auxiliares disponibilizadas pelo Word. Pág 1 Seção 1 1/1 Em 2,4 cm Lin 1 Col1 GRA ALT EST SE Português Indica a página atual Indica a seção atual Página atual/Número total de páginas Indica a distância do cursor a borda superior do papel Indica a linha e coluna onde se encontra o cursor Grava macro: Permite a gravação de uma série de procedimentos em uma macro, com um simples duplo clique nesse botão. Controle de Alterações: Um duplo clique nesse botão e ativa-se ou desativa-se o controle de alterações Estender Seleção: Permite a seleção de blocos de texto. Para isso deve-se dar um clique no início do bloco de texto, um clique no botão e outro clique no final do bloco de texto. Para desativar o botão, basta dar dois cliques sobre ele. Sobrescrever (Tecla Ins): Permite alternar entre o modo de inserção(modo padrão de digitação, no qual ao se digitar um pedaço de texto, entre outro já digitado, o texto anterior vai sendo deslocado para a direita) e o modo sobrescrever (modo de digitação, no qual ao se digitar um pedaço de texto, entre outro já digitado, o texto anterior vai sendo sobrescrito) Indica o idioma selecionado e permite alterar essa escolha Verifica a ortografia e a gramática 108
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS. Um clique duplo na barra de barra de status abrirá a opção “Ir Para” presente no menu “Editar”. 3- Para Iniciar a Digitação de Textos Quando um novo documento é aberto no Word, o ponto de inserção local que indica onde se iniciará a inserção do texto  aparece na parte superior da tela, indicando que o Word está pronto para iniciar a digitação. Ao trabalhar com o Word, tenha em mente um princípio básico: é necessário selecionar o texto para poder fazer alterações. Antes de digitar um texto, é importante seguir algumas regras:  A tecla ENTER marca o início de um novo parágrafo. Ela somente deverá ser pressionada quando você desejar forçar uma mudança de linha (final de um título, final do parágrafo). Esse deve ser seguido para evitar futuros problemas de formatação.  Para acentuar digite primeiro o acento(que não aparecerá) e depois a letra(aparecerão os dois). Porém se deseja digitar aspas, por exemplo, tecle ― e somente depois pressione a barra de espaço.  Após um sinal de pontuação (. , : ; ! ?), deixe sempre um espaço em branco. Como falamos a pouco, para alterar um texto é necessário antes termos selecionado-o. Veremos agora algumas teclas de atalho para seleção e movimentação no texto. Selecionar textos e elementos gráficos usando o mouse Para selecionar Procedimento Qualquer quantidade de Arraste-o sobre o texto. texto Uma palavra Clique duas vezes na palavra Um elemento gráfico Clique no elemento gráfico. Uma linha de texto Mova o ponteiro para a esquerda da linha até que ele assuma a forma de uma seta para a direita e arraste para cima ou para baixo. Várias linhas de texto Mova o ponteiro para a esquerda das linhas até que ele assuma a forma de uma seta para a direita e arraste para cima ou para baixo. Uma frase Mantenha pressionada a tecla CTRL e clique em qualquer lugar da frase. Um parágrafo Mova o ponteiro para a esquerda do parágrafo até que ele assuma a forma de uma seta para a direita e clique duas vezes. Você também pode clicar três vezes em qualquer lugar do Parágrafo. Vários parágrafos Mova o ponteiro para a esquerda dos parágrafos até que ele assuma a forma de uma seta para a direita, clique duas vezes e arraste para cima ou para baixo. Um bloco de texto Clique no início da seleção, role até o fim da seção, mantenha grande pressionada a tecla SHIFT e clique. Um documento inteiro Mova o ponteiro para a esquerda de qualquer texto do documento 109
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia até que ele assuma a forma de uma seta para à direita e clique três vezes. Cabeçalhos e rodapés No modo de exibição normal, clique cabeçalho e rodapé no menu Exibir; no modo de layout da página, clique duas vezes no texto de cabeçalho ou rodapé esmaecido. Mova o ponteiro para a esquerda do cabeçalho ou rodapé até que ele assuma a forma de uma seta para a direita e clique três vezes. Comentários, notas de Clique no painel, mova o ponteiro para a esquerda do texto até rodapé e notas de fim que ele assuma a forma de uma seta para a direita e clique três vezes. Um bloco de texto Mantenha pressionada a tecla ALT e arraste. vertical (exceto dentro de uma célula de tabela) Usando o teclado em várias ações durante a digitação e formatação de um texto Para excluir textos ou elementos gráficos: Pressione Para BACKSPACE Excluir um caractere à esquerda Excluir uma palavra à esquerda CTRL+BACKSPACE Excluir um caractere à direita DELETE Excluir uma palavra à direita CTRL+DELETE Recortar texto selecionado para a CTRL+X área de transferência Desfazer a última ação CTRL+Z Recortar para o Auto Texto especial CTRL+F3 Copiar e mover textos e elementos gráficos Pressione Para CTRL+C Copiar texto ou elementos gráficos Mover texto ou elementos gráficos F2 (e, em seguida mova o ponto de inserção pressione ENTER) ALT+F3 de CTRL+V Criar Auto Texto Colar o conteúdo da Área transferência Colar o conteúdo de Auto Texto CTRL+SHIFT+F3 especial 110
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Inserir caracteres especiais: Para Pressione CTRL+F9 Um campo Uma quebra de linha Uma quebra de página Uma quebra de coluna Um hífen opcional Um hífen não separável O símbolo de copyright O símbolo de marca registrada O símbolo de marca Reticências SHIFT+ENTER CTRL+ENTER CTRL+SHIFT+ENTER CTRL+HÍFEN CTRL+SHIFT+HÍFEN ALT+CTRL+C ALT+CTRL+R ALT+CTRL+T ALT+CTRL+PONTO Selecionar textos e elementos gráficos : (Selecione o texto mantendo pressionada a tecla SHIFT e pressionando a tecla que move o ponto de inserção): Pressione Para estender uma seleção SHIFT+SETA À DIREITA Um caractere para a direita Um caractere para a esquerda Até o fim de uma palavra Até o início de uma palavra Até o fim de uma linha Até o início de uma linha Uma linha para baixo Uma linha para cima Até o fim de um parágrafo Até o início de um parágrafo Uma tela para baixo Uma tela para cima Até o fim de uma janela Até o início de um documento Para incluir o documento inteiro Até um bloco vertical de texto SHIFT+SETA À ESQUERDA CTRL+SHIFT+SETA À DIREITA CTRL+SHIFT+SETA À ESQUERDA SHIFT+END SHIFT+HOME SHIFT+SETA ABAIXO SHIFT+SETA ACIMA CTRL+SHIFT+SETA ABAIXO CTRL+SHIFT+SETA ACIMA SHIFT+PAGE DOWN SHIFT+PAGE UP ALT+CTRL+PAGE DOWN CTRL+SHIFT+HOME CTRL+A CTRL+SHIFT+F8 e, em seguida, utilize as setas de direção; pressione ESC para cancelar o modo de seleção. Até um local específico em um F8+SETAS DE DIREÇÃO; pressione ESC para documento cancelar o modo de seleção F8 Ativar o modo de extensão Selecionar o caractere mais próximo F8 e, em seguida, pressione a SETA À ESQUERDA ou a SETA À DIREITA Aumentar o tamanho de uma seleção F8 (pressione uma vez para selecionar uma Palavra; duas vezes para selecionar uma sentença e, assim, sucessivamente) 111
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Reduzir o tamanho de uma seleção Desativar o modo de extensão SHIFT+F8 ESC Selecionar textos e elementos gráficos em uma tabela: Para conteúdo Pressione Selecionar o da célula SHIFT+TAB seguinte Estender uma seleção para células mantenha pressionada a tecla SHIFTe pressione adjacentes repetidas vezes uma tecla de direção Selecionar uma coluna Clique na primeira ou na última célula da coluna. Mantenha pressionada a tecla SHIFT e pressione repetidas vezes a tecla SETA ACIMA ou SETA ABAIXO Estender uma seleção (ou bloco) CTRL+SHIFT+F8 e, em seguida, utilize as teclas de direção; pressione ESC para cancelar o modo de seleção Reduzir o tamanho da seleção SHIFT+F8 Selecionar uma tabela inteira ALT+5 no teclado numérico (com NUMLOCK desativado) Mover o ponto de inserção: Para Um caractere para a esquerda Um caractere para a direita Uma palavra para a esquerda Uma palavra para a direita Um parágrafo para cima Um parágrafo para baixo Uma célula para a esquerda (em uma tabela) Uma célula para a (em uma tabela) Uma linha para cima Uma linha para baixo Para o fim de uma linha Para o início de uma linha Para o início da janela Para o fim de uma janela Uma tela para cima (rolando) Uma tela para baixo (rolando) Para o início da página seguinte Para o início da página anterior Para o fim de um documento Para o início de um documento Para o local em que o ponto de inserção se encontrava quando o documento foi fechado pela última vez Pressione SETA À ESQUERDA SETA À DIREITA CTRL+SETA À ESQUERDA CTRL+SETA ÀDIREITA CTRL+SETA ACIMA CTRL+SETA ABAIXO SHIFT+TAB TAB SETA ACIMA SETA ABAIXO END HOME ALT+CTRL+PAGE UP ALT+CTRL+PAGE DOWN PAGE UP PAGE DOWN CTRL+PAGE DOWN CTRL+PAGE UP CTRL+END CTRL+HOME SHIFT+F5 112
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Mover-se por uma tabela: Para A célula seguinte em uma linha A célula anterior em uma linha A primeira célula da linha A última célula da linha A primeira célula da coluna A última célula da coluna A linha anterior A linha seguinte Pressione TAB SHIFT+TAB ALT+HOME ALT+END ALT+PAGE UP ALT+PAGE DOWN SETA ACIMA SETA ABAIXO 4. Usando os Menus do Word a) Menu Arquivo  Novo: Permite criar novos documentos em branco no Word(opção “Documento em branco”), assim como, permite também, a criação de documentos baseados em modelos fornecidos pelo OBS. Há também o conceito de ―Barra de Seleção‖ que é uma coluna invisível ao lado da borda da janela do documento. Word. Existem modelos para cartas, faxes, memorandos, currículo, calendários, agendas, páginas da web, manuais, panfletos, teses e relatórios. No caso das versões do Word, a partir da 2002, verificar no painel de tarefas a opção ―Modelos gerais‖ e no Word 2003, use a opção do painel de tarefas “No meu computador” para ter acesso aos diversos modelos do Word. Também é possível a criação de modelos pelo usuário, para isto para abrir a caixa de diálogo ―ArquivoNovo‖ e No painel ―Criar novo‖, selecionar a opção ―Modelo‖ 113
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS. Ao clicar no botão ―Novo‖ , na barra de ferramentas Padrão, abre-se sempre um novo documento em branco. O usuário pode criar seus próprios modelos. Basta, para isso, na área ―Criar Novo‖, selecionar a opção ―Modelo‖  Abrir: Permite a abertura de documentos gravados anteriormente. Há três formas para abrir um arquivo no Word. Se o documento a ser aberto for um dos quatro últimos trabalhados por você, seu nome constará no menu Arquivo juntamente com os outros três últimos. Neste caso basta clicar sobre o mesmo. Outra forma é no menu ―Arquivo/Abrir‖. Neste momento, será exibida uma caixa de diálogo onde você digitará o nome e o local onde está armazenado o seu arquivo. Deste modo, use o mouse para selecionar a unidade de disco, a pasta e o arquivo desejado. Após isso dê um clique no botão Abrir para confirmar as opções escolhidas ou Cancelar para desistir. E a outra forma é através do botão ―Abrir‖ na barra de ferramentas padrão (a mesma caixa de diálogo da opção anterior será exibida). A tela dos menus ―Abrir‖, “Salvar” e “Salvar Como”, são exatamente iguais. A única mudança será a nomenclatura na barra de título da janela. Observe que a tela possui alguns botões a sua direita: 114
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1. Exibe o diretório corrente 2. Volta para o diretório anterior 3. Volta um nível na árvore de diretórios 4. Permite efetuar pesquisas 5. Exclui arquivos e diretórios selecionados 6. Cria novos diretórios 7. Permite a alteração dos modos de exibição (Windows Explorer) e o acesso a algumas ferramentas do Word. 8. Permite o Acesso a algumas ferramentas do Word e de rede. Observe também que temos uma seta à direita do botão ―Abrir‖. Ao apertarmos nessa seta, teremos diversas opções para abertura do arquivo. Podemos abri-lo normalmente, ou somente para leitura, ou no navegador da Web, ou como uma cópia do original, ou ainda, em caso de arquivos com algum defeito, abrir e tentar a reparação. Para retornar para onde estava o ponto de inserção quando o documento foi fechado pela última vez, pressione SHIFT+ F5 assim que você abrir o documento.  Fechar: Ao encerrar o trabalho com um documento, aconselha-se fechar o arquivo através do menu ―ArquivoFechar” (CTRL + F4). Está opção irá fechar o documento ativo. Caso o usuário deseje fechar todos os documentos abertos, pressione a tecla SHIFT ao executar a operação. Caso você não deseje mais trabalhar com o Word, poderá sair diretamente do Microsoft Word. Para tanto, utilize o menu ―ArquivoSair”, ou simplesmente feche a janela principal do Word. De uma maneira ou de outra, se o documento ainda não foi salvo, o Word perguntará se deseja salvá-lo antes de encerrar o serviço.  Salvar: O comando para salvar pode ser acionado na barra de ferramentas (o ícone parece um disquete de 3 ½) ou através do menu ―ArquivoSalvar”. A caixa de diálogo Salvar como aparece: Ao salvar um documento você informa: O nome do seu arquivo: Esse nome identificará seu arquivo para uma futura localização no disco. È obrigatório e pode ter no máximo 255 caracteres, podendo inclusive ter espaços em branco no meio. O local onde você irá guardar seu trabalho (a pasta de disco) Abrindo a caixa de lista suspensa ―salvar em” você pode selecionar uma pasta e/ou um disco diferente. Com o auxílio do mouse, você pode dar um duplo clique sobre a pasta onde deseja gravar o arquivo. Se a pasta apresentada na janela Salvar como for satisfatória, não precisa selecionar outro. Na mesma opção, selecione o disco (se necessário) onde deseja que o arquivo seja salvo. Normalmente aparecem os drives A: B: C:. Do segundo salvamento em diante, o Word não mais questionará a cerca dos dados (cadastrais) de seu arquivo (nome, pasta e disco), e o procedimento, quando realizado, não mais exibirá a tela de diálogo. Esse menu irá salvar o documento ativo. Caso deseje atualizar a gravação de todos os documentos abertos, mantenha a tecla SHIFT pressionada. 115
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Salvar Como: Grava o arquivo com um novo nome, ou seja, duplica o arquivo deixando o original intacto. Muito utilizado quando se deseja utilizar um arquivo como base para a criação de outro documento.  Salvar como Página da Web: Salva o documento ativo em formato HTML, formato de página da Internet. Permite também mudar o título da página e especificar o local onde será salva página. Quando você salva um documento do Word como uma página da Web, o Word exibe a página de forma semelhante à que aparecerá em um navegador da Web. A formatação e os outros itens que não são suportado pelo HTML ou pelo ambiente de criação de páginas da Web, são removidos do arquivo.  Permissões: É uma nova opção do Office 2003. Permite a configuração das permissões desejadas para o documento ativo. Podendo-se dar ―Acesso Irrestrito‖, impedir a distribuição desse documento, e de documentos restritos ―Não Distribuir‖, e restringir essas permissões ―Restringir Permissão Como‖  Versões: Permite salvar várias versões de um mesmo documento em um único arquivo. Podese também depois de se salvar uma versão, voltar e revisar, abrir, imprimir e excluir versões anteriores.  Visualizar Página da Web: Permite visualizar o documento atual como página da Internet. Automaticamente será acionado o Browser padrão instalado no seu computador. Essa opção permite que o usuário tenha uma noção de como o documento ficaria, caso fosse publicá-lo na web.  Configurar Página: Geralmente a maneira mais fácil de definir o tamanho do papel, a orientação da página (retrato ou paisagem), a configuração do cabeçalho ou rodapé e opções similares, é fazê-lo antes de iniciar o documento. É possível usar as mesmas opções em todo documento ou dividi-lo em seções e estabelecer diferentes opções para cada seção. Guia Margens: Aqui define-se as margens esquerda, direita, superior e inferior, a posição do cabeçalho e do rodapé, a medianiz e sua posição. Define-se a orientação do papel (retrato ou paisagem). No item ―Várias páginas”, você configura a formatação da sua impressão para uma ou mais páginas por folha ou formato livro. No item “Aplicar”, você define se quer aplicar essa configuração em todo o documento ou não. Se o documento não tiver várias seções, as margens serão mudadas para todo o documento. Guia Papel: Aqui seleciona-se o tamanho do papel a ser utilizado. Pode–se também digitar as medidas nas caixas ―Largura‖ e ―Altura‖ para um tamanho de papel personalizado. Nas versões anteriores a 2003, estas opções estavam na guia “Tamanho do Papel”; 116
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Pode-se também escolher a fonte do papel e a partir de que local do texto deseja-se aplicar as configurações escolhidas. Nas versões anteriores a 2003, estas opções estavam na Guia “Origem do Papel”; Guia Layout: Permite a configuração do cabeçalho e do rodapé. Nesta guia e possível definir o local de início de uma seção, definir o cabeçalho e o rodapé será igual em todas as páginas, ou diferente na primeira página ou ainda diferente nas páginas pares e nas ímpares. Define-se também o tipo de alinhamento vertical do texto, e se as numerações de linha e borda serão impressas ou não. Numerando linhas: Para numerar linhas, posicione o ponto de inserção na seção onde as linhas devem ser numeradas, no menu “ArquivoConfigurar páginaLayout” e escolha o botão “Números de linha”, selecione a caixa de verificação “Adicionar numeração de linha‖, para remover a numeração basta desativar esta mesma caixa de verificação.  Visualizar Impressão: Essa opção permite a visualização do documento exatamente como ele será impresso. É possível configurar a quantidade de páginas a serem visualizadas de cada vez (máximo de 6), rolar por todo o documento a ser visualizado, alterar a visibilidade (Zoom), e até mesmo acionar o modo de edição através do botão . Sendo assim é possível fazer correções no documento dentro do próprio modo de visualização.  Imprimir: Para imprimir um documento, clique no botão ―Imprimir‖, para definir opções de impressão, escolha o menu “ArquivoImprimir”. Na caixa “Impressora” , seleciona-se a impressora desejada ( ao abrir a caixa de diálogo sempre aparecerá a impressora configurada como a padrão) Na caixa ―Intervalo de páginas‖ , pode imprimir todas as páginas, na opção ―Todas‖, ou apenas a ―Página atual‖ para imprimir a página na qual se encontra o ponto de inserção, para imprimir uma seleção feita no texto, selecione o botão de opção ―Seleção‖, ou um intervalo de páginas, para isso selecione o botão de opção ―Páginas‖ e digite um intervalo com um hífen entre os números, ou para imprimir páginas não contínuas digite os números separados por vírgulas. 117
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para imprimir múltiplas cópias de um documento: Digite ou selecione o número de cópias na caixa ―Cópias‖, para classificar as páginas pelo número delas, selecione a caixa de verificação ―Cópias agrupadas‖. Na caixa ―Imprimir‖, selecione ―páginas ímpares” ou “Páginas pares”, para imprimir somente as páginas ímpares ou pares . A opção ―Imprimir para arquivo‖ permite a criação de um arquivo, que poderá posteriormente ser usado em uma arquivo que não possua Word. A opção “Páginas por folha” só existe nas versões superiores a 2000 e permite que várias folhas sejam impressas em uma única folha de papel. O botão “Propriedades” permite definir característica da impressão, como a qualidade da impressão, o tipo do papel, etc. O botão “Opções” permite, entre outras coisas, definir a ordem da impressão, se a impressão deve ser feita em segundo plano ( controlada pela impressora) e definir se serão impressas as propriedades do documento, os comentários, os textos ocultos e os objetos de desenho.  Enviar Para: Esse menu trás uma série de opções para a transmissão do arquivo. Trabalha em conjunto com outros softwares. Destinatário da Mensagem  Cria uma mensagem de email com o documento ativo, permitindo que a mesma seja enviada; Destinatário da Mensagem (em anexo)  Permite que o documento ativo seja enviado como anexo em um email; Destinatário da circulação  Envia o documento anexo para que outros possam alterar ou adicionar comentários. Pasta da Exchange  Envia o documento ativo para uma pasta do Exchange; Participante de Reunião On-line  Permite que o usuário participe de reuniões on-line. Para isso utiliza como padrão o programa Netmeeting, da Microsoft; Destinatário do fax  Envia o documento ativo como um fax; Microsoft PowerPoint  Permite a criação de uma apresentação no PowerPoint a partir do documento ativo. 118
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Propriedades: Exibe as propriedades e as estatísticas sobre o documento ativo Guia Geral  Aqui verifica-se o tipo, tamanho, data de criação, endereço, data da última modificação, data do último acesso e atributos do arquivo. Guia Resumo  Exibe e permite alterar ou incluir as informações de título, assunto, autor, gerente, empresa, categoria, palavra-chave( ajuda na procura do arquivo pelas ferramentas do Windows e do Office) e comentários. Guia Estatísticas  Exibe a data e a hora da criação, da última modificação, do último acesso e da impressão do arquivo. Exibe também outras estatísticas como o número de vezes em que o arquivo foi salvo, a quantidade de páginas, parágrafos, linhas, palavras e caracteres que o documento ativo possui. Guia Conteúdo  Permite visualizar determinadas partes do documento. Guia Personalizar  Permite a exibição e a criação do nome, valor e o tipo das propriedades que atualmente personalizam o documento. b) Menu Editar  Desfazer: Caso o usuário faça algo no texto que se arrependa depois, pode desfazer o que foi feito através dessa opção do menu. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão.  Refazer; Refaz as últimas ações. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão.  Recortar: Remove a parte selecionada do texto para a área de transferência.  Copiar: Copia a parte selecionada do texto para a área de transferência.  Colar: Cola o conteúdo da área de transferência na posição onde o cursor está.  Colar Especial: Cola ou incorpora, ao documento ativo, o conteúdo da área de transferência, porém com um formato especificado, ou até mesmo ignorando os formatos originais e absorvendo o formato do documento de destino. Aqui pode-se também criar vínculos às informações que podem ser atualizadas em outros documentos ou até mesmo em outros aplicativos. 119
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Colar como Hiperlink: Insere o conteúdo da área de transferência, no lugar onde o cursor está, como um hiperlink.  Área de Transferência do Office: O painel da área de transferência do Office pode armazenar até 24 itens e o seu conteúdo fica disponível para qualquer um dos programas do Office. Para abri-lo o atalho é apertar duas vezes seguidas as teclas CTRL + C. Cada item manipulado pode ser visualizado em miniatura dentro desse painel e pode ser colado em qualquer parte da planilha a partir dele, ou pode ser excluído definitivamente. O painel da área de transferência pode ser configurado para sempre aparecer automaticamente, ou até mesmo para estar sempre visível na barra de tarefas do Windows. OBS. Para mover e copiar textos no Word, você tem três opções básicas: 1-Arrastar-e-soltar: para mover o texto usando o método de arrastar-e-soltar, selecione o texto, aponte com ponteiro do mouse, pressione o botão e arraste o ponto de inserção pontilhado até a nova posição e então solte o botão do mouse. Para copiar o texto usando esse método, selecione o texto, pressione a tecla CTRL e com o botão do mouse pressionado, arraste o ponto de inserção para a nova posição. 2-Botões “Recortar”, “Copiar” e “Colar”: para mover usando a barra de ferramentas padrão, selecione o texto, clique sobre o botão ―Recortar‖, posicione o ponto de inserção sobre a nova posição e escolha o botão ―Colar‖, para copiar o procedimento é o mesmo, mas ao invés do botão ―Recortar‖ você vai usar o botão ―Copiar‖. 3-Teclas de atalho: podemos usar o teclado para realizar estas tarefas (recortar, copiar e colar), usando as teclas de atalho para esses comandos conforme a seguinte relação: Para Copiar: CTRL+ C Para Colar: CTRL+ V Para Recortar: CTRL + X  Limpar: Permite a exclusão do texto selecionado. A partir da versão 2000 trouxe a seguinte subdivisão: Conteúdo  Apaga o texto selecionado, mas os formatos aplicados aquele texto permanecem na área do Word e um novo texto digitado naquele local receberá todos os formatos que tinham sido aplicados ao texto excluído. Apagar com a tecla DEL é correspondente a esse menu. Formatos  mantêm o conteúdo do texto selecionado e apaga apenas os formatos que foram aplicados a ele.  Selecionar Tudo: Seleciona todo o conteúdo do documento ativo. Corresponde ao atalho CTRL + T.  Localizar: O Word permite que o usuário localize palavras específicas no texto com o qual está trabalhando. Escolha a opção ―EditarLocalizar‖ para abrir a caixa de diálogo. Digite o texto a ser localizado e escolha o botão ―Localizar próxima‖ para iniciar a pesquisa. A caixa 120
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia de diálogo permanece aberta e o documento pode ser editado. É possível controlar o modo como o Word a localização no documento escolhendo as seguintes opções: Direção: 1. Tudo: localização no documento inteiro. 2. Abaixo: localiza abaixo do ponto de inserção. 3. Acima: localiza acima do ponto de inserção. Caixas de Verificação: 1. Coincidir maiúsculas com minúsculas: localiza texto coincidindo a mesma combinação de letras maiúsculas e minúsculas do texto inserido em ―Localizar‖. 2. Palavra inteira: localiza palavras inteiras, mas não localiza partes das palavras. 3. Usar padrão coincidente: localizar usando múltiplos critérios de localização. Para localizar formatos (não textos), selecione o comando Localizar, limpe o conteúdo da caixa ―Localizar”, em seguida escolha o botão ―Formatar‖, escolha fonte, estilo ou idioma e ―OK‖. Clique sobre o botão ―Localizar próxima‖ para iniciar a pesquisa.  Substituir: O Word permite que o usuário localize palavras específicas no texto com o qual está trabalhando, e se desejar, substituir termos já digitados por outros. No menu ―EditarSubstituir”, podemos localizar a palavra ou expressão que desejamos substituir por outra no texto. Na opção ―Localizar‖ digite a palavra ou expressão a ser localizada e na opção ―Substituir‖ digite a palavra ou expressão pela qual o usuário deseja fazer a substituição. Todas as opções de tela do menu ―EditarLocalizar‖ também estão disponíveis aqui.  Ir Para: Essa opção move o cursor para um local especificado, pelo usuário, no documento ativo. Pode ser para uma página específica, para uma nota de rodapé, uma seção, uma anotação, um indicador e etc.  Vínculos: Permite a exibição e a edição dos vínculos existentes no documento ativo.  Objetos: Permite a edição dos objetos ou vínculos incorporados ao documento ativo. Para isso ele abre o aplicativo no qual o objeto ou o vínculo selecionado foram criados. c) Menu Exibir:  Normal: Aciona o modo de exibição Normal. Nesse modo a formatação do texto continua sendo exibida, porém de maneira simplificada. Os cabeçalhos, rodapés, figuras, régua vertical, várias colunas e a quebras de página e de seção são exibidas apenas como linhas pontilhadas. Nesse modo a digitação e a edição ocorrem com maior rapidez.  Layout da Web: Nesse modo de exibição o documento é exibido com as mesmas características que teria se fosse exibido em um Browser.  Layout de Impressão: Nesse modo todos os formatos aplicados ao documento aparecem da maneira como serão impressos. É um modo muito utilizado nos trabalhos diários, pela praticidade visual 121
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia que ele oferece. Exibe o layout de cada página de seu documento da maneira como ela ficará quando impressa. Você pode ver o layout de colunas múltiplas, cabeçalhos, rodapés e notas de rodapé em sua posição na página, e a posição precisa de qualquer item que você colocar em uma moldura. Use esta exibição para trabalhar com molduras ou colunas múltiplas, ou para checar a aparência final de seu documento e fazer alterações de última hora na formatação.  Estrutura de Tópicos: Permite a criação e edição de uma estrutura para que seja possível a análise e o trabalho com a estrutura de um documento. É possível a ocultação dos textos e o trabalho apenas com os títulos e assim abaixar ou elevar a importância de um título. Nesses casos o texto referente ao título também é manipulado automaticamente. Permite mover e copiar texto facilmente, e principalmente reorganizar documentos longos e se deslocar rapidamente para diferentes locais do documento.  Painel de Tarefas: Existente apenas nas últimas versões do Office. È o painel lateral que se abre a direita na tela do Word e que trás atalhos para acesso a alguns menus do Word.  Barra de Ferramentas: Permite a visualização, ocultação e personalização das barras de ferramentas disponíveis no Word. Na opção “Personalizar” é possível alterar a configuração das barras já existentes incluindo ou alterando botões, também é possível criar novas barras de ferramentas, criar teclas de atalho para as funções disponibilizadas nos botões e configurar a aparição dos ícones.  Régua: Permite a exibição ou ocultação da régua horizontal e da vertical.  Estrutura do Documento: Permite a ativação ou desativação da “Estrutura do Documento”, um painel vertical na janela esquerda da tela do Word. Esse painel exibe a estrutura do documento em tópicos.  Cabeçalho e Rodapé: Permite a inserção, configuração e exclusão dos cabeçalhos e rodapés nos documentos. Ao clicarmos nessa opção o Word exibe a barra de ferramentas ―Cabeçalho e rodapé‖. Essa barra de ferramentas oferece as seguintes opções: 1. Insere um auto texto no cabeçalho ou no rodapé; 2. Insere o número da página atual; 3. Insere o número total de páginas do documento; 4. Insere a data atual 5. Insere a hora 6. Leva a mesma tela do menu “ArquivoConfigurar páginaLayout”. 7. Exibe ou oculta o texto do documento 8. Vincula 9. Alterna entre a área destinada ao cabeçalho e a área destinada ao rodapé. 10. Posiciona o cursor no anterior 11. Posiciona o cursor no próximo 12. Fecha a o modo de exibição de cabeçalhos e rodapés e volta à tela de edição normal do texto. 122
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS.: 1. Para excluir um cabeçalho ou rodapé, selecione-o e pressione DELETE. 2. Para criar cabeçalhos e rodapés diferentes para cada seção: posicione o ponto de inserção na seção a qual deseja criar um cabeçalho diferente, na barra de ferramentas cabeçalho e rodapé, clique sobre o botão ―mesmo que a seção anterior‖ para desconectar os cabeçalhos e rodapés da seção atual e os da seção anterior, este cabeçalho que você criou na seção atual será inserido nas próximas seções também. .  Notas: Essa opção permite a exibição, para possíveis alterações, de notas de rodapé e notas de fim, que o documento ativo possua.  Marcação: Essa opção permite a exibição e manipulação de comentários no documento ativo. Nas versões do Word anteriores a versão 2002, essa opção se chama “Comentários”.  Tela Inteira: Permite que o documento ativo seja exibido na tela inteira. Para isso os outros elementos, já vistos, como barras de ferramentas, de status e etc, são ocultados. Quando essa opção é acionada, aparece a barra de ferramentas ―Tela Inteira‖ para que o usuários possam voltar a exibição ao tamanho normal, ou pode voltar ao modo anterior de exibição apertando a tecla ESC.  Zoom: Durante a digitação normal de um texto, a escala de apresentação do mesmo é de 100%. Isto significa que o texto aparece na tela aproximadamente com o mesmo tamanho que terá na página impressa. Você pode mudar a ampliação para mostrar uma página inteira ou mais de uma, ou para ampliar o texto o tornando mais fácil de ler. Na caixa ―Nível de zoom” selecione ―Várias páginas” para mostrar um conjunto de duas ou mais páginas na tela (como se fosse um álbum de figurinhas). Dê um clique sobre o ícone do monitor para determinar o número de páginas mostradas. O aumento ou tamanho da visualização do texto dependerá da conveniência do usuário e não afeta em nada a formatação real do documento. d) Menu Inserir  Quebra: Permite ao usuário inserir quebra de páginas, de seções e de colunas no seu documento. Quebra de página  De regra, assim que um digitador/usuário preenche uma página com textos ou elementos gráficos, O Word, automaticamente, muda a página, inserindo uma quebra de página e já iniciando nova página. É comum de ocorrer de a quebra de página automática acontecer onde não convém a estética do documento, como por exemplo, logo após um título, ou então, deixando quase todo um parágrafo em uma página e apenas uma linha na página seguinte. Para isso, o usuário tem a opção de forçar uma quebra de página onde desejar, 123
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia inserindo uma quebra de página manual. O atalho para a quebra de página manual é CTRL+ENTER. Quebra de seção  A seção é a parte de um documento em que você define determinadas opções de formatação de página. Você cria uma nova seção quando deseja alterar propriedades como numeração de linha, número de colunas ou cabeçalhos e rodapés. Você pode usar seções para variar o layout de um documento em uma página ou entre páginas. Basta inserir quebras de seção (uma marca que você insere para mostrar o final de uma seção. A quebra de seção armazena os elementos de formatação da seção, como margens, orientação da página, cabeçalhos e rodapés e seqüência de números de página.) para dividir o documento em seções e, depois, formatar cada seção da maneira desejada. Por exemplo, formate uma seção como uma única coluna para a introdução de um relatório e, depois, formate a seção seguinte como duas colunas para o corpo do texto do relatório. Para inserir as quebras de seção, o usuário deve clicar em “InserirQuebraQuebra automática de Texto” Tipos de quebras de seção que você pode inserir:  “Próxima página”: insere uma quebra de seção e começa a nova seção na próxima página;  ―Contínua‖: insere uma quebra de seção e começa a nova seção na mesma página;  “Páginas ímpares ou Páginas pares”: insere uma quebra de seção e começa a nova seção na próxima página de número ímpar ou de número par. Lembre-se de que uma quebra de seção controla a formatação da seção do texto que a precede. Por exemplo, se você excluir uma quebra de seção, o texto anterior se tornará parte da seção seguinte e assumirá sua formatação. Observe que a última marca de parágrafo (¶) do documento controla a formatação da última seção do documento — ou do documento inteiro se ele não contiver seções. Quebra de Coluna  Permite a criação de várias colunas independentes no texto e possibilita ao usuário a melhor colocação do texto nas colunas.  Números de páginas: Permite a inserção, posicionamento (no cabeçalho ou no rodapé), o alinhamento ( a direita, a esquerda, interno ou externo) e a formatação( o tipo do número usado, a separação da numeração em seções, e a partir de que número deve começar) que o usuário deseja dar a numeração automática de páginas no documento.  Data e Hora: Permite a inserção da data e da hora( no formato escolhido pelo usuário) do sistema na posição na qual se encontra o cursor. Essa variável é atualizada automaticamente.  AutoTexto: O Word permite ao usuário a criação de variáveis automáticas de texto. O que é isso? É a possibilidade de colocar entradas automáticas de textos no seu documento. Após a 124
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia criação da variável de autotexto, o usuário simplesmente inclui essas entradas no documento e automaticamente o Word acrescenta o respectivo texto no documento, na posição do cursor. Nesse menu é possível criar e incluir variáveis de autotexto no seu documento.  Campo: Permite a criação e a inserção no documento( na posição do cursor) de variáveis do tipo campo. Os campos permitem a inserção automática de uma variedade de informações e permite a atualização automática dessas informações. Esse recurso também é utilizado para a inserção de fórmulas no documento.  Símbolo: Além das letras, números e marcas de pontuação disponíveis no teclado, muitas das fontes dispõem de marcadores, símbolos e outras marcas especiais utilizadas em outras línguas. A fonte Symbol do Windows consiste inteiramente de símbolos, incluindo o alfabeto grego e uma variedade de símbolos matemáticos. O Word poderá exibir e imprimir os caracteres de símbolos desde que exista uma fonte de tela e uma fonte de impressora instalada que contenha os caracteres. Se você possui apenas a fonte de impressora, os símbolos serão impressos corretamente, porém poderão não ser exibidos de modo correto. O Word insere os símbolos do tamanho em pontos utilizado atualmente no documento. Posicione o ponto de inserção onde deseja exibir o caractere no documento. A partir do menu ―Inserir‖, escolha ―Símbolo‖.  Comentário: Permite a inserção de comentários no documento. Um comentário é uma observação feita pelo usuário sobre alguma parte do texto. Os comentários inseridos contém as iniciais do revisor e o número de referência. A utilização desse menu abre o painel de comentários, no qual se pode digitar o comentário. Os comentários são exibidos no documento em formato dee texto oculto e podem ser visualizados através da tivação do menu “ExibirMarcações”.  Referência: Esse menu surgiu a partir da versão 2002 e é a concatenação de 4 outros menus: Notas  Permite a criação e edição de notas de fim (observações sobre partes do texto, colocadas no fim do documento) e notas de rodapé (observações sobre partes do texto, colocadas no fim da página). Esse recurso é muito utilizado na confecção de textos literários e científicos. Legenda  Permite a inserção de legendas nas tabelas, imagens, e outros itens colocados no documento. 125
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para definir um nome para a legenda, clique no botão ―Novo Nome” e digite o texto que será apresentado. Se desejar inserir números, clique também em ―Numeração”. Depois disso, clique em ‗OK‟. Caso deseje, você pode pressionar o botão ―AutoLegenda‟ e especificar que o Word adicione automaticamente uma legenda quando você incluir um objeto feito em outro software. Referência cruzada  Uma referência cruzada faz alusão a um item que aparece em um outro local do documento.Essas referências podem ser usadas para ir rapidamente a títulos, notas de rodapé, indicadores, legendas e parágrafos numerados. As referências cruzadas são executadas apenas para itens localizados no mesmo documento. Porém, se você desejar criar uma referência cruzada para um item contido em outro documento, poderá agrupar os documentos em um documento mestre e fazer, assim, a tal referência. Para criar uma referência cruzada, seu documento deve conter uma estrutura com títulos, marcadores numerados ou indicadores, entre outros, para que o comando seja eficaz. As referências cruzadas são criadas como campos. Índices  Cria índices remissivos (geralmente encontrados no fim dos livros), Índices analíticos (os índices encontrados geralmente no início dos livros), índices de figuras e para outros elementos do texto.  Componente da Web: Permite a inserção de componentes importados da Web.  Imagem: Permite a inserção de imagens provenientes dos mais diferentes locais, como o clipaart, de outros arquivos (por exemplo, arquivos de imagens capturados de outros programas), do scanner ou da câmera digital, desenvolver a criação de um novo desenho, criar autoformas (ferramentas que possibilitam a criação de figuras geométricas com o simples manusear do mouse), criar texto formatos no WordArt, inserir organogramas com os mais variados níveis de expansão, e gráficos semelhantes aos criados pelo ―assistente de gráfico‖ do Excel.  Diagrama: Permite a inserção de diagramas e organogramas.  Caixa de Texto: As caixas de texto criam áreas independentes dentro do documento. Nessas áreas pode-se inserir textos, figuras ou outros elementos em qualquer posição do texto e com formatações independentes.  Arquivo: Permite a inserção de um arquivo inteiro a partir do ponto onde está o cursor.  Objeto: Permite a inserção de elementos criados em outros programas no documento atual. Os elementos são inseridos no ponto onde está o cursor. 126
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Indicador: Permite a inserção e alteração de indicadores. Indicadores servem para identificar um local ou seleção de texto aos quais o usuário atribuiu um nome e o identifica para referências futuras. Os indicadores facilitam a procura de texto em documentos grandes, ao invés de rolar as telas procurando por ele, o usuário pode ir diretamente através da caixa de diálogo ‗Indicador‖. Os indicadores podem ser facilmente localizados através do menu “EditarIr para”. Caso o usuário deseje exibir os indicadores , deve ir até o menu “FerramentasOpçõesExibir”, marque a caixa de seleção indicadores. Os indicadores aparecerão entre colchetes [] na tela. Esses colchetes não serão impressos. OBS.: Os nomes dos indicadores devem iniciar com uma letra, mas podem conter números. Não pode-se usar espaços, mas o caracter de sublinhado pode ser usado livremente para unir palavras.  Hiperlink: Permite a criação de hiperlinks. Eles podem indicar a navegação para outro arquivo, para um indicador no mesmo documento, ou uma página ou um site na Internet ou na Intranet. 127
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia e) Menu Formatar  Fonte: Permite toda a configuração das fontes utilizadas no seu documento. Fonte é o tipo da letra que o usuário utiliza para a digitação dos caracteres. Caracteres são letras, espaços, marcas de pontuação, número e símbolos. Para alterar a aparência dos caracteres, selecione o texto e aplique um ou mais atributos e formatos. Os formatos e atributos desejados podem ser aplicados a qualquer quantidade de texto selecionado, desde de um só caractere até o texto todo. Na tela de formatação de fontes podemos escolher o tipo, o estilo, o tamanho, a cor e os efeitos para os caracteres. Guia Fonte Tipo  Selecione a caixa ―Fonte‖, digite ou selecione um estilo de tipo. Escolha o botão ―OK‖. Uma outra forma mais rápida de alterar a fonte de um texto é através do botão Fonte da barra de ferramentas de formatação. Ao clicar na setinha deste botão, aparece uma lista suspensa de fontes disponíveis. Tamanho  A escolha do tamanho em pontos apropriados para o texto define a aparência do documento e afeta a sua legibilidade. Clique sobre os nomes das fontes e visualize como ficará o seu texto na caixa ―Visualização‖. Digite ou selecione na caixa ―Tamanho‖, um tamanho para o texto, existem 72 pontos por polegada. Cada fonte inclui um intervalo de tamanhos em pontos. Nem todas as fontes possuem todos os tamanhos em pontos. Para concluir, clique no botão ―OK‖. Uma outra forma é digitar, simultaneamente, ―CTRL+[― para diminuir o tamanho da fonte ou ―CTRL+]‖ para aumentá-la. Mantendo pressionada a tecla CTRL, à medida que teclar ― [ ― a letra vai diminuindo um ponto por vez. Estilo  Você pode alterar os estilos de fonte como negrito e itálico, alterando assim a aparência do texto. Utilize os estilos de fonte sempre que precisar destacar uma parte do texto, assim quando alguém lê-lo notará que você quer dar ênfase. Na caixa ―Estilo de fonte‖, selecione o estilo desejado. Cor da Fonte  O texto pode ser formatado para ser exibido em cores. Para que as cores dos caracteres sejam visíveis é necessário um monitor colorido. Para imprimir caracteres em cores, será necessário possuir uma impressora colorida. Para alterar a cor, selecione o texto 128
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia desejado e escolha a cor desejada na lista suspensa ―Cor‖. Clique em ―OK‖. Sublinhado  Na caixa ―Estilo de Sublinhado‖ o usuário escolhe o tipo de sublinhado desejado e na caixa ―Cor do Sublinhado‖ a cor na qual deseja que o sublinhado apareça. As restrições para o aparecimento das cores do sublinhado são iguais as das cores das fontes. Efeito  Os efeitos oferecidos pelo o são: ―tachado‖, ―tachado duplo‖, ―sobrescrito‖, ―subscrito‖, r e evo ―sombra‖, ― s ‖, ―rellevo ‖, ―baiixo rrellevo‖, ―VERSALETE‖, ―TODAS EM MAIÚSCULO‖, ―oculto‖ ba xo e evo (oculta as fontes). Para aplicá-los basta selecionar o efeito desejado e clicar em ―OK‖. Guia Espaçamento de Caracteres Você pode modificar o espaçamento entre caracteres (também chamado ―Kerning‖), para que o texto seja mais legível ou para criar efeitos especiais. Na caixa guia ―Espaçamento de caracteres‖ selecione uma opção de espaçamento desejada. Na opção ―Espaçamento‖, para voltar ao espaçamento padrão selecione ―Normal‖; para aumentar o espaço selecione ―Expandido‖; para diminuir o espaço selecione ―Condensado‖. Na caixa ―Posição‖, para voltar ao espaçamento padrão selecione ―Normal‖; para elevar os caracteres selecione ―sobrescrito‖; para rebaixar os caracteres escolha ―Subscrito‖. Na caixa ―Por‖, digite ou selecione uma medida positiva para o valor do ajuste. Pode-se aumentar ou diminuir o espaçamento em incrementos de 0,25 pontos. Isto se aplica tanto para ―Posição‖ quanto para ―Espaçamento‖. Para concluir clique no botão ―OK‖. A representação do documento na caixa ―Visualização‖ será modificada na medida em que você for alterando as opções. Guia Efeitos de texto Possibilita a inserção no documento de efeitos não imprimíveis de texto. Esses efeitos são úteis para apreparação ded apresentações. 129
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Parágrafo: Os parágrafos são os períodos semânticos do texto, e que podem receber uma estética, conforme o gosto conveniência ou propósito do usuário. Na opção “Formatar/Parágrafo” é possível: Guia Recuos e Espaçamentos Alinhamento  Na caixa ―Alinhamento‖ selecione uma das opções: Esquerdo, para usar texto alinhado em relação à margem esquerda do parágrafo; Centralizado, para centralizar o texto em relação às margens direita e esquerda do parágrafo; Direito, para alinhar o texto em relação à margem direita do parágrafo e Justificado para alinhar em relação às duas margens. Clique no botão ―OK‖. Recuo  O texto nos parágrafos entende-se normalmente da margem esquerda até a margem direita.Você pode recuar um parágrafo para destacá-lo do resto do texto. Você pode recuar todas as linhas ou somente a primeira. Recuo, então, é a distância da margem ao texto. Em ―Recuo‖, execute um dos procedimentos a seguir. Na caixa ―Esquerdo‖, digite ou selecione a OBS.: 1. As fontes e tamanhos que poderão ser utilizados dependem das fontes disponíveis em sua impressora e das fontes instaladas em seu sistema. Se a formação da página impressa não corresponder à que está sendo exibida na tela, é possível que você esteja utilizando uma fonte que não se encontra disponível em sua impressora. 2. Para ocultar ou exibir o texto formatado como oculto, selecione a opção ―FerramentasOpçõesExibirMarcas de formatação‖, selecione a caixa de verificação ―Texto oculto‖. Escolha o botão ―OK‖. Para imprimir o texto oculto a partir do menu “Arquivo”, escolha “ImprimirOpções” em ―Incluir no documento‖, selecione a caixa de verificação ―Texto oculto‖. Escolha o botão ―OK‖. Atenção! Se você selecionar a opção ―Incluir no documentoTexto oculto”, todo o texto formatado como oculto será impresso, independente de estar ou não exibido na tela. 3. Se já formatou uma palavra e deseja a mesma formatação para outra, pode copiar a formatação da primeira usando a ferramenta pincel, para isso selecione o texto que possui os formatos a serem copiados, na barra de ferramentas padrão, clique sobre a ferramenta pincel, quando o ponteiro do mouse mudar para um pincel selecione o texto a ser formatado, ao terminar clique sobre a ferramenta pincel novamente ou tecle ESC para restaurar o ponteiro normal. 4. Ao se iniciar a digitação de um documento, o Word utilizará a fonte, tamanho em pontos e outros formatos que já foram pré-definidos para o estilo normal (o estilo padrão para o corpo do texto). O Word aplicará o estilo normal ao texto até o momento que outro estilo seja escolhido. Se você resolver utilizar um visual diferente para o texto, poderá alterar os formatos de caractere padrão utilizado para o estilo normal. O Word então utilizará os novos formatos em todos os novos documentos que forem criados a partir do modelo de documento atual. Para as definições padrões da formatação de caractere, a partir do menu ―Formatar‖, escolha ―Fonte‖. Selecione as opções de formatação desejadas. Ao terminar de alterar os formatos de caractere padrão, escolha o botão ―Padrão‖. Surge uma caixa de diálogo mostrando as informações que você a partir de agora quer que seja padrão. Clique em ―Sim‖ para confirmar ou em ―Não‖. O Word imediatamente aplicará os novos formatos ao documento atual. Se o Word posteriormente lhe pedir para confirmar alterações, escolha o botão ―Sim‖ novamente. O Word baseia os padrões nas definições encontradas em qualquer das guias ―Fonte‖, ―Espaçamento de caracteres” e “Efeitos de texto”.Ao se escolher o botão ―Padrão‖ em qualquer uma das guias, o Word utilizará as definições em todas as guias para as novas definições padrões. 130 Quando você modifica a formatação padrão, as novas definições são salvas no modelo ativo e as definições antigas são sobrescritas. Sempre que um documento baseado neste modelo for iniciado, as novas definições serão utilizadas. 5. Caso o texto selecionado possua mais de um tipo de formatação para o mesmo atributo, o atalho na barra de ferramentas de formatação ficará em branco, e nos casos dos botões, ficarão desmarcados.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia distância que deve existir entre a margem esquerda e o parágrafo recuado. Em ―Especial‖, selecione o tipo de recuo que você deseja aplicar à primeira linha de cada parágrafo selecionado: ―Nenhum‖, alinha a primeira linha de cada parágrafo selecionado com o recuo esquerdo; ―Primeira linha‖, recua a primeira linha de cada parágrafo selecionado na quantidade especificada na caixa ―Por‖; ―Deslocamento‖, desloca as linhas após a primeira linha de cada parágrafo selecionado para a direita na quantidade especificada na caixa ―Por‖. Você também pode recuar parágrafos através da ―Linha régua‖. Selecione os parágrafos que você deseja recuar e, em seguida, arraste os marcadores de recuo na régua horizontal para o local desejado ( a régua foi estudada no começo deste capítulo). Espaçamento  A seção espaçamento determina a quantidade de espaço entre as linhas e entre os parágrafos. Na opção ―Antes‖ digite ou selecione a quantidade de espaço que você deseja inserir acima da primeira linha dos parágrafos selecionados. Esta quantidade deve ser uma medida decimal positiva. Na opção ―Depois‖ digite ou selecione a quantidade de espaço que você deseja inserir abaixo da última linha de cada parágrafo selecionado. Esta quantidade dever ser uma medida decimal positiva. A opção ―Entre linhas‖ permite determinar a quantidade de espaço vertical entre as linhas do texto. ―Simples‖, define o espaçamento de linhas para cada linha, para acomodar o caractere mais alto daquela linha. O espaçamento simples varia dependendo do tamanho dos caracteres da linha. Por exemplo, um texto com 10 pontos, o espaçamento entre as linhas é um pouco mais de 10 pontos o tamanho real dos caracteres mais uma quantia pequena de espaço extra para acomodar a fonte que está sendo utilizada. 1,5 linhas Define o espaçamento entre linhas em uma vez e meia a quantia de espaçamento simples.Por exemplo, em linhas com espaçamento de 1,5 com texto de 10 pontos, o espaçamento entre linhas são aproximadamente 15 pontos; Duplo Define o espaçamento entre linhas em duas vezes a quantia do espaçamento simples. Por exemplo, em linhas de espaçamento duplo com texto de 10 pontos, o espaçamento entre linhas é de aproximadamente 20 pontos; Pelo menosDefine um espaçamento mínimo entre linhas que o Word poderá ajustar para acomodar as diversas situações, como por exemplo, caracteres sobrescritos; ExatamenteDefine um espaçamento entre linhas fixo que não é ajustado pelo o Word. Se parte dos caracteres estiverem faltando, aumente o espaçamento especificado para o espaçamento entre linhas mínimo ou fixo. Esta opção faz com que todas as linhas possuam um espaçamento igual; Múltiplos Define o espaçamento entre linhas para acomodar mais de uma linha. Na caixa ―Em‖, digite ou selecione o espaçamento de linha que você deseja usar. O padrão é três linhas. Na opção ―Em‖ digite ou selecione a quantidade de espaçamento entre linhas que você deseja usar. Esta opção estará disponível somente se você selecionar ―Pelo menos‖, ―Exatamente‖, ou ―Múltiplos‖ em ―Entre linhas‖. Guia Quebras de Linhas e de Páginas Se o usuário não quiser se valer da quebra manual, poderá valer-se das opções de paginação que melhor controlarão onde o Word posicionará as quebras de páginas automáticas. Assim, por exemplo, o usuário pode evitar linhas ―viúvas‖ e ―órfãs‖ (linhas que aparecem sozinhas no início ou no fim da página) e também que ocorra uma quebra de página dentro de um parágrafo ou linha de tabela, ou entre dois parágrafos (como o título e o parágrafo seguinte). Também é possível forçar uma quebra de página antes de um parágrafo específico, por exemplo, para que um título de capítulo sempre comece em uma nova página. 131
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Controle de linhas órfãs/viúvas  1. Selecione os parágrafos nos quais você deseja controlar linhas viúvas e órfãs. 2. Selecione “FormatarParágrafoQuebra de linha e de página”. 3. Marque a caixa de seleção “Controle de linhas órfãs/viúvas”. Manter linhas juntas  1. Selecione os parágrafos que contêm as linhas que você deseja manter juntas. 2. Selecione “FormatarParágrafoQuebra de linha e de página”. 3. Marque a caixa de seleção “Manter linhas juntas” Manter com o próximo  1. Selecione os parágrafos que você deseja manter juntos em uma página. 2. Selecione “FormatarParágrafoQuebra de linha e de página‖ 3. Marque a caixa de seleção “Manter com o próximo”. Quebrar a página antes  1. Selecione o parágrafo que você deseja que venha após a quebra de página. 2. Selecione “FormatarParágrafoQuebra de linha e de página‖. 3. Marque a caixa de seleção “Quebrar a página antes”. . OBS.: O Word armazena as instruções de formatação para o parágrafo na marca de parágrafo. Quando você pressiona a tecla ENTER para iniciar um novo parágrafo, o Word copia a marca de parágrafo e carrega com a mesma as instruções de formatação. Ao excluir, copiar ou mover uma marca de parágrafo, você também exclui, copia ou move a formatação. Você pode especificar se deseja exibir ou não as marcas de parágrafo na tela na medida em que trabalha. È uma boa idéia exibir as marcas de parágrafo durante a seção de trabalho para evitar a sua exclusão acidental. Para exibir as marcas de parágrafo, clique no botão Mostrar/Ocultar da barra de ferramentas. Clique novamente se quiser ocultá-las.  Marcadores e Numeração: Permite a criação de listas com marcadores ou numeração baseadas em uma sequência de itens no texto, ou de uma seqüência de células em uma tabela. No Word é fácil criar listas numeradas ou marcadores, ambas com múltiplos níveis, depois de criar uma lista, é possível classificá-la para organizar o texto em ordem alfabética ou cronológica. Para criar uma lista digite-a, selecione e use o comando ―Marcadores e numeração‖ no menu ―Formatar‖, que apresenta uma caixa de diálogo para a escolha/modificação entre vários estilos de marcadores ou numeração. 132
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para interromper uma lista: posicione o ponto de inserção sobre o item que possui marcador ou número que deve ser removido, clique o botão direito do mouse escolha o comando ―Para numeração‖. Para criar uma lista com múltiplos níveis: na caixa de diálogo ―Marcadores e numeração‖, selecionar múltiplos níveis, em seguida selecionar o formato desejado e ―OK‖, então digite a lista. As listas podem ter marcadores do tipo número ou letra.  Bordas e Sombreamento: Permite a colocação e configuração de bordas e sombreamentos em partes do documento ou em elementos inseridos no mesmo. As bordas são quadros que limitam a página ou um texto.O Word não só cria tais bordas, como dispõe de muitas opções de configurações para o usuário escolher a que desejar. Sombreamento é uma cor de fundo que o usuário pode aplicar ao documento. O Word também oferece diversas opções de sombreamentos para o usuário escolher a que mais lhe convier.  Colunas: Você já reparou como são escritos os jornais? Em múltiplas colunas um formato que permite uma leitura mais rápida e menos cansativa e, ainda, um melhor aproveitamento do espaço físico da página jornalística. Como tudo isto é feito? De forma facílima: basta que o usuário clique o mouse no menu “FormatarColunas". Feito isso, o Word exibirá ao usuário um detalhado menu, para que defina o formato de coluna que desejar aplicar: uma coluna, duas, três... suas dimensões e outras características, e ainda, a inserção ou não de linhas entre as colunas.  Tabulação: Permite ao usuário a criação, configuração e exclusão das tabulações desejadas no documento. É possível escolher a parada das tabulações, o alinhamento desejado (veja os alinhamentos possíveis no item Régua, no começo deste capítulo), e o preenchimento desejado. Para excluir uma tabulação criada, basta seleciona-la na caixa “Parada de tabulação” e apertar no botão “Limpar”. Para excluir todas de uma única vez, clique no botão “Limpar tudo”. É possível também manipular as tabulações através da régua horizontal do Word.  Capitular: Uma letra capitulada é tradicionalmente a primeira letra de um parágrafo. Pode ser exibida na margem esquerda ou deslocada da base da linha na primeira linha do parágrafo. Para capitular uma letra, selecione a letra e no menu ―Formatar‖ escolha ―Capitular‟. A caixa de diálogo‖ Capitular ―aparece‖. Na opção ―Posição‖ selecione a opção de posição que você deseja utilizar. “Nenhuma”  Remove letras capituladas do parágrafo selecionado. “Capitulada” Insere uma letra capitulada alinhada com a margem esquerda, dentro da área de texto principal. „Na margem”  Insere uma letra capitulada na margem esquerda, iniciando com a primeira linha do parágrafo. Na opção ―fonte‖, digite ou selecione um nome de fonte para a letra capitulada. Em ―Altura da letra‖, digite ou selecione o número de linhas do parágrafo que a letra capitulada deverá estender-se para baixo.Em ―Distância do texto‖, digite ou selecione a quantidade de espaço que deve ser exibida entre a letra capitulada e o texto no corpo do parágrafo. 133
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Direção do Texto: Permite alterar a direção padrão do texto, exibindo-o verticalmente em locais estruturas especiais como textos explicativos, caixas de texto, AutoFormas e células de tabela.  Maiúscula e Minúscula: Permite ao usuário modificar rapidamente a combinação de letras Maiúsculas/minúsculas ou a inicial maiúscula sem que seja necessário digitar o texto novamente. Para alterar a combinação de Maiúsculas/minúsculas no texto selecione a parte do texto a ser alterada e vá ao menu “FormatarMaiúsculas e minúsculas” . Um atalho muito utilizado para essa função é o pressionamento da combinação de teclas SHIFT+F3 até que o texto apresente a combinação desejada. À medida que você pressiona SHIFT+F3, as palavras no texto selecionado serão exibidas de 3 maneiras:  Todas as letras minúsculas  A primeira letra de cada palavra maiúscula  Todas as letras maiúsculas  Plano de Fundo: Permite ao usuário a configuração de toda a área de plano de fundo do documento. Sendo possível a colocação de sombreamentos, e até mesmo das famosas ‗marcas d‘água‖. Permite também a remoção da cor de fundo padrão quando o documento é visualizado no modo ―Layout da Web‖.  Tema: Permite a criação, configuração, exclusão e aplicação de um conjunto de formatações e elementos ao documento. De uma maneira tal que simplifica a formatação final dos textos comuns e permite a aplicação de efeitos bastante elaborados em um tempo mínimo. O Word já apresenta uma série de Temas para o usuário.  Quadros: É mais um recurso de integração do Office 2003 com a Web. Os quadros (quadros: a subjanela nomeada de uma página de quadros. O quadro aparece em um navegador da Web como uma de várias regiões de janela nas quais as páginas podem ser exibidas. O quadro pode ser rolável e redimensionável, além de poder ter uma borda.) da Web são freqüentemente utilizados para facilitar o acesso da informação ou para exibir o conteúdo de um site da Web que tem páginas múltiplas. Use quadros no design de sua página da Web para organizar e facilitar o acesso a suas informações.  AutoFormatação: É um recurso do Word que faz com o texto digitado seja automaticamente analisado pelo programa, de forma que, caso seja necessário, ele será formatado automaticamente pelo Word, baseado em formatações pré-definidas, ou em informações que o programa vai adquirindo durante a digitação do documento. 134
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Através dessa opção de menu o usuário pode criar novas autoformatações ou excluir aquelas que não lhe são úteis e que já vieram padronizadas no Word.  Estilos e Formatação: Estilo é uma combinação de características de formatação, como fonte, tamanho da fonte e recuo, nomeada e armazenada como um conjunto. Quando você aplica um estilo, todas as instruções de formatação desse estilo são aplicadas ao mesmo tempo. Através desse menu, o usuário pode criar novos estilos ou alterar ou excluir os que já existem.  Revelar Formatação: Oferece recursos para que as formatações aplicadas ao texto possam ser identificadas mais facilmente pelo usuário. É uma novidade do Office 2003.  Objeto: Permite a formatação de todos os objetos incluídos ou vinculados ao documento. f) Menu Ferramentas  Ortografia e Gramática: O Word, por padrão, verifica a ortografia à medida que você digita, se uma palavra não aparece no dicionário, o Word a marca com linha ondulada vermelha, considerando-o um erro de ortografia. Caso ele detecte algum possível erro de gramática marcará com uma linha ondulada verde. 135
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ao clicar no menu “FerramentasOrtografia e Gramática” aparecerá uma tela com as seguintes opções: Não foi encontrada  Se o Word verificar um possível erro na digitação, a palavra em questão é exibida na caixa ―Não foi encontrada. Sugestões  apresenta uma lista de palavras semelhantes (se houver). Para tanto, o Word usa um dicionário selecionado no menu Idioma. Se for necessário corrigir a palavra em questão, é possível selecionar uma das palavras listadas em ―Sugestões:‖, caso a palavra sugerida se adeque a necessidade do usuário. Ignorar uma vez  Ignora o possível erro e reinicia o processo de verificação após a palavra em questão. Ignorar Todas  Faz o mesmo que o botão Ignorar, porém o verificador passa a ignorar deste ponto até o final do documento, toda vez que aparecer a palavra que está indicada na caixa ―Não foi encontrada:‖. Adicionar ao dicionário  Adiciona a palavra indicada na caixa ―Não foi encontrada:‖ ao dicionário. Então o verificador não mais a considerará como possível erro, desde que se use o dicionário onde ela foi adicionada. Alterar  Troca à palavra indicada na caixa "Não foi encontrada:" para palavra indicada em ―Alterar para:‖ e reinicia a verificação a partir deste ponto até o final do documento. Alterar todas  faz o mesmo que o botão Alterar, porém o verificador irá alterar sempre que a palavra indicada na caixa ―Não foi encontrada:‖ for encontrada deste ponto até o final do documento. Botão AutoCorreção  Acrescenta a palavra a lista de palavras ou expressões usada pela ferramenta de autocorreção. Para selecionar a partir de uma lista de opções de ortografia, clique sobre a palavra marcada usando o botão direito do mouse.  Pesquisar: Permite consultar textos, ou partes de textos em uma grande variedade de serviços de pesquisa e de referências.  Idioma: Permite ao usuário definir o idioma com o(s) idioma(s) com o qual ele pretende trabalhar. Baseado na escolha do idioma o Word associa um dicionário de sinônimos. Através da opção “Dicionário de sinônimos” o usuário pode usar livremente o dicionário. Para localizar sinônimos, selecione uma palavra na caixa ―Significados‖ para exibir os sinônimos na caixa 136
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia ―Substituir pelo sinônimo‖, ou escolha uma palavra na caixa ―Substituir pelo sinônimo‖ e escolha o botão ―Consultar‖. A opção ―Hifenização‖ permite a o Word hifenizar automaticamente as palavras do documento. A opção ―Traduzir‖ permite a tradução de textos ou expressões de um texto. Porém é um tradutor limitado.  Contar palavras: Permite a contagem do número de páginas, palavras, parágrafos, caracteres, e linhas do documento.  AutoResumo: Permite a criação automática de resumos dos principais pontos do documento.  Espaço de Trabalho Compartilhado: Permite o compartilhamento de documentos no Word. Maiores explicações e melhores aplicações podem ser encontradas no capítulo do Excel, no menu “FerramentasCompartilhar pasta de trabalho”.  Controlar Alterações: Permite o controle das alterações efetuadas. Maiores explicações e melhores aplicações podem ser encontradas no capítulo do Excel, no menu “FerramentasControlar Alterações”.  Comparar e Mesclar Documentos: Permite a comparação e mesclagem manual de documentos no Word. Maiores explicações e melhores aplicações podem ser encontradas no capítulo do Excel, no menu “FerramentasComparar e Mesclar pasta de trabalho”.  Proteger Documento: Dá ao usuário a possibilidade de proteger o seu documento contra gravações ou leituras indesejadas. Para a maior segurança o usuário pode definir senhas de gravação e de proteção. Ao selecionar esse menu, será uma aberta uma janela que exibe as opçõe diponíveis para limitar alterações e edição do documento a outro usuários.  Colaboração On-line: Permite criar uma reunião on-line. Para isso emite convite para outros participantes.  Cartas e Correspondências: Esse menu condensou as opções: Mala Direta  Usamos uma mala direta, quando desejamos enviar um mesmo documento (carta circular) para destinatários diferentes, mas não queremos generalizar a mensagem. Dessa forma a maneira de personalizar ou individualizar o mesmo documento para vários destinatários é utilizar o recurso da mala direta. Para estudá-lo vamos dividi-lo em três etapas: Clique no menu “FerramentasCartas e CorrespondênciasMala Direta”. Na tela que surgirá selecione a opção “Cartas”. Clique na opção ―Próxima‖. 137
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Na tela seguinte escolha como deseja configurar sua carta. O usuário escolherá se deseja usar o documento atual para isso, se quer se basear em um modelo pré-existente ou se deseja usar como base um documento já existente. Após a escolha clique na opção ―Próxima‖. Na terceira etapa o usuário irá começar a preparar sua base de dados, que é o conjunto de dados que irá variar na mala direta. O usuário pode escolher entre usar uma lista já existente, selecionar contatos no Outlook ou digitar uma nova lista. Caso decida criar uma nova lista, selecione a opção ―Criar‖. Surgirá então uma caixa de diálogos ―Nova lista de endereços‖. O Word já trás algumas opções de campos, mas o usuário, através do botão ―Personalizar‖ pode excluir campos indesejados ou criar novos campos. Através do botão ―Filtrar‖ ele pode visualizar apenas os campos desejados. Após a criação dos campos, está na hora de criar os registros. Através do botão ―Nova Entrada‖, o usuário preenche os campos e ao final aperte em ―Fechar‖. Agora é hora de salvar a base de dados. Na tela seguinte o usuário pode filtrar os dados de acordo com os critérios que ele desejar. Na quarta etapa o usuário vai criar o documento principal. O texto que seguirá para todos os elementos selecionados na base de dados. Selecione a opção ―Escrever a carta‖. Digite o texto desejado e observe que uma nova barra de ferramentas apareceu em sua área de trabalho. Essa é a barra de ferramentas de ―Mala Direta‖. Para inserir os campos da base de dados no documento principal, clique na opção ―Inserir campo de Mesclagem‖. A quinta etapa é a mesclagem dos dados. Consiste na mistura dos registros da base de dados com o documento principal. O usuário pode mesclar para um novo documento, para a impressora, para o email ou para o fax. O Word cria uma página para cada registro da base de dados. Envelopes e Etiquetas  Permite o trabalho personalizado com etiquetas e envelopes. A maneira de trabalhar e os conceitos são semelhantes aos vistos em Mala Direta. Permite criar um único envelope ou uma única etiqueta, ou um conjunto de envelopes ou etiquetas mescladas. Assistente de Carta  É um auxiliar do Word para a criação de cartas de uma maneira mais fácil e mais prática.  Macro: É uma seqüência de comandos e instruções do Word que o usuário agrupa como um único comando para executar uma tarefa automaticamente. Algumas utilizações típicas das macros são:  Acelerar as tarefas rotineiras de edição ou formatação;  Combinar vários comandos, por exemplo, inserir uma tabela com bordas e tamanho específico, e com um determinado número de linhas e colunas;  Tornar uma opção de caixa de diálogo mais acessível;  Automatizar uma sequência complexa de tarefas;  Modelos e Suplementos: Esse menu especifica os modelos e suplementos que ficam disponíveis automaticamente quando o usuário inicializa o Word. Os modelos, como já estudado, são artifícios usados pelo Word para facilitar a criação de tipos específicos de documentos pelos usuários. Os programas suplementares adicionam comandos e recursos opcionais ao Word. Por exemplo, o programa suplementar Microsoft Equation (É a ferramenta oferecida pelo o Word para facilitar a digitação de fórmulas ou equações matemáticas. Pode ser acessada através do menu: ―InserirobjetoMicrosoft Equation‖) 138
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia O usuário pode carregar ou descarregar suplementos que vêm com o Word, bem como programas suplementares criados por ele. E pode criar, excluir ou alterar os modelo oferecidos pelo Word.  Opções de AutoCorreção: É usado para armazenar trechos de texto (até mesmo palavras com ortografia difícil), elementos gráficos e outros itens usados com freqüência e, então, inseri-los rapidamente nos documentos. Para criar uma variável em Autocorreção escolha no menu ―Ferramentas‖ o comando ―Autocorreção‖, digite um nome para variável na caixa ―Substituir‖, na caixa ―Por‖ digite a variável, escolha o botão ―Adicionar‖ e ―Ok‖. Além de criar as variáveis de AutoCorreção, o usuário também pode editar ou excluir as já existentes.  Personalizar: Permite a personalização das atribuições dos botões das barras de ferramentas, dos comandos dos menus e das teclas de atalho.  Opções: Permite a modificação das definições de programas do Microsoft Office, como por exemplo, a aparência da tela, a impressão, a edição, a ortografia, a impressão, e outras opções. Neste item é possível configurar a criação de backups pelo Word e a efetuação do salvamento automático dos dados, minimizando assim a perda de dados. g) Menu Tabela Uma das formas de se organizar um texto em um documento é através de tabelas, essas por sua vez facilitam o trabalho da diagramação. Tecnicamente uma tabela é um conjunto de linhas e colunas onde podemos armazenar dados. A junção de uma linha e uma coluna chama-se célula da tabela.  Desenhar Tabela: Permite a inserção de uma tabela onde o usuário arrastar o mouse no documento. Depois de arrastar o mouse para inserir a tabela, o usuário deve arrastar o mouse dentro da tabela para adicionar células, linhas e colunas.  Inserir: Permite a inserção de uma tabela ( com um número de linhas e colunas definidos pelo usuário), ou a inclusão de linhas, células ou colunas em uma tabela já existente. Uma outra forma é clicar na célula da última linha e última coluna e pressionar a tecla TAB. Surgirá então uma nova linha.  Excluir: Permite a exclusão de uma tabela inteira, ou de linhas, células ou colunas selecionadas em uma tabela já existente.  Selecionar: Permite a seleção de linhas, colunas ou células em uma tabela, ou então a 139
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia seleção de uma tabela i teira.  Mesclar Células: Permite a junção de várias células em apenas uma. Pode ser usada tanto na vertical quanto na horizontal.  Dividir Células: Permite a divisão de uma células em várias. Pode ser usada tanto na vertical quanto na horizontal.  Dividir Tabelas: Permite a divisão de uma tabela em duas partes. Acima da linha, na qual o ponto de inserção se encontra, é colocada uma marca de parágrafo.  AutoFormatação de Tabelas: Permite a formatação automática de tabelas. Modificar a aparência de uma tabela pode ser uma tarefa que demore alguns segundos até algumas horas, dependendo da necessidade você poderá usar o recurso de Auto formatação de tabela do menu ―Tabela‖ para um resultado rápido ou se preferir utilize as opções do menu ―Formatar‖ para realizar manualmente as modificações. Selecione a tabela e em seguida a opção ―Auto Formatação da tabela‖ do menu ―Tabela‖, aparecerá a caixa de diálogo do recurso. Nessa nova tela estão listados uma série de modelos de tabelas pré-formatados, para que você escolha a que mais se adequar a suas necessidades.  AutoAjuste: Permite a alteração automática da largura de uma coluna pra que o texto, nela digitado, caiba adequadamente. Pode-se fazer a mesma coisa dando um duplo clique na borda direita da coluna. Uma outra utilidade para esse comando é a possibilidade de mudar a altura e a largura de linhas e colunas selecionadas, para que as mesmas passem a ter as mesmas dimensões.  Repetir Linhas de Títulos: Ao trabalhar com uma tabela muito longa, é necessário dividi-la onde ocorrer uma quebra de página. Você poderá fazer ajustes na tabela para certificar-se de que as informações apareçam da maneira desejada quando ela ocupar muitas páginas. Os títulos repetidos da tabela são visíveis somente no modo de exibição de layout de impressão ou quando o documento é impresso. Selecione a linha ou as linhas de título. A seleção deve incluir a primeira linha da tabela. No menu “Tabela”, clique em “Repetir linhas de título”. O Microsoft Word repete automaticamente os títulos da tabela nas novas páginas que resultam das quebras de página automáticas. O Word não repetirá um título se você inserir uma quebra de página manual em uma tabela.  Converter: Esse menu oferece duas opções: Texto em tabela  Converte o conteúdo de um texto em uma tabela. 140
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ao converter um texto em uma tabela, separe o texto com uma vírgula, uma tabulação ou outro caractere separador (caracteres separadores: caracteres que você escolhe para indicar onde deseja separar o texto ao converter uma tabela em texto, ou onde deseja que as novas linhas e colunas comecem ao converter texto em tabela.) para indicar o início de uma nova coluna. Use uma marca de parágrafo para começar uma nova linha. Por exemplo, em uma lista com duas palavras em uma linha, insira uma vírgula ou uma tabulação após a primeira palavra para criar uma tabela de duas colunas. Selecione o texto que você deseja converter. No menu “Tabela ConverterTexto em tabela” Em “Separar texto em”, clique na opção do caractere separador desejado. Selecione quaisquer outras opções desejadas. Tabela em Texto  Converte o conteúdo de uma tabela em um texto. Selecione as linhas ou a tabela que você deseja converter em parágrafos. No menu “TabelaConverterTabela em texto”. Em “Separar texto com”, clique na opção do caractere separador que você deseja usar em vez dos limites de coluna. As linhas são separadas com marcas de parágrafo.  Classificar: Um recurso muito utilizado em tabelas é o de classificar dados. A classificação ajuda a leitura e você não precisa se preocupar com a ordem numérica ou alfabética, durante a digitação. Como fazer:  Selecione toda a tabela  No menu “TabelaClassificar”  Na caixa de diálogo Classificar, escolha o rótulo, pelo qual a tabela será classificada.  Selecione o tipo de dados que a coluna contém, os tipos são : Texto, Número e Data  Escolha a ordem classificação ascendente (ordem A-Z) ou descendente (Z-A).  Clique no botão OK. OBS.: 1. Podemos classificar até três colunas (grupos) ao mesmo tempo. 2. Certifique-se que a opção na seção “A lista” está selecionada de acordo com a sua tabela. Se a sua tabela não possuir uma linha de rótulos (nome/telefone) ative a opção ―Sem linha‖ de cabeçalho caso contrário ative a opção ―Com linha de cabeçalho‖. 3. O Word permite classificar tanto os dados dentro da tabela, quanto fora da tabela.  Fórmulas: Permite a realização de cálculos com os dado digitados em uma tabela. Algumas funções mais utilizadas: ABS  Mostra o valor absoluto; INT  Mostra o valor do número inteiro, sem as casas decimais; SUM Calcula a soma dos valores passados como parâmetros; AVERAGE  Calcula a média aritmética dos valores; PRODUCT  calcula a multiplicação dos valores; MAX  Acha o maior valor entre os passados como parâmetros; MIN  Acha o menor valor entre os passados como parâmetros; 141
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia MOD  calcula o resto de uma divisão; ROUND  Arredonda um valor; OBS.: No Word o usuário pode fazer referências as células de uma tabela indicando-as pela posição (LEFT, RIGHT,ABOVE, BELOW), pela referência (A1) ou por um indicador – nome atribuído a uma célula ou a um intervalo de células.  Ocultar Linhas de Grades: Alterna entre a exibição ou ocultação das linhas de grade da tabela.  Propriedades da Tabela: Permite a configuração de uma série de itens de formatação de uma tabela. Altera o posicionamento da tabela, a largura das colunas, a altura das linhas, as bordas e sombreamento e o alinhamento vertical do texto na tabela. h) Menu Janela  Nova janela: Abre uma nova janela com o mesmo documento ativo.  Organizar Tudo: Permite a exibição de todos os documentos abertos de maneira organizada. Em janelas separadas na mesma tela.  Dividir: Divide a janela do documento ativo em dois painéis. Podemos conseguir o mesmo efeito clicando e arrastando p retângulo existente acima da barra de rolagem vertical.  Lista de documentos abertos: Após o menu “Dividir” aparece a listagem de todos os documentos abertos no momento. Isso torna possível a navegação entre os documentos abertos. 142
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia CAPITULO IX EXCEL Desenvolvido pela Microsoft, o Excel é uma planilha eletrônica, ou seja, um programa destinado à criação de planilhas de cálculo, que permite também a criação de gráficos e mapas geográficos, bem como a integração com outros programas e até a importação de objetos de outros programas. 1. Iniciando o Excel Há basicamente 3 formas de iniciar o Microsoft Excel: - Pelo menu ―Iniciar‖ do Windows (o caminho deve ser: “IniciarProgramasMicrosoft Excel‖, podendo haver variações como ―IniciarProgramasMicrosoft OfficeExcel‖, ou, no caso do XP “IniciarTodos os ProgramasMicrosoft OfficeMicrosoft Excel” e no Windows XP ainda pode ser que o ícone do Excel esteja diretamente no menu Iniciar, desde que ele tenha sido usado recentemente); - Pelo ícone na área de trabalho; - Pelo menu ―IniciarExecutar‖ . 2. Conhecendo a Tela do Excel Antes de conhecermos a tela do Excel propriamente dita, vamos conhecer alguns conceitos básicos. - Pasta de Trabalho: é cada arquivo novo aberto no Excel, ou seja, é o arquivo no qual você trabalha e armazena seus dados. - Planilha: também chamada de planilha de cálculo, é o elemento da pasta de trabalho no qual é efetivamente realizada a digitação dos dados. Uma pasta de trabalho contém inicialmente 3 planilhas (esse é o padrão do Excel, mas caso o usuário deseje alterar essa quantidade deve ir ao menu “FerramentasOpções”, escolher a guia ―Geral‖ e alterar o ―Número de planilhas na nova pasta‖. O número máximo de planilhas em uma pasta de trabalho é 255). Cada planilha se apresenta como uma grade retangular formada por 256 colunas, que são identificadas da esquerda para a direita pelas letras do alfabeto, começando com A até Z. Depois de Z, a identificação continua com AA até AZ, seguida de BA até BZ, e assim por diante, até a coluna IV, e por linhas , que são identificadas por números (16.384 até o Excel 97 e 65.356 a partir do Excel 2000). A interseção de uma coluna e uma linha é chamada célula, a unidade 143
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia básica da planilha onde é armazenado o dado. É a menor parte de uma planilha e irá funcionar como o endereço de uma informação no Excel. Quando você inicia o Microsoft Excel, uma pasta nova e vazia aparece na tela. A janela da pasta é equivalente a uma folha de papel quadriculada. a) Barra de Títulos A janela de edição do Excel possui os mesmos componentes de uma janela qualquer. Note que a linha superior da tela é a barra de título que indica o nome do arquivo que você está trabalhando (se não tiver nome ainda, o Excel o reconhecerá como pasta1, pasta2, etc). b) Barra de Menus Abaixo da barra de título você percebe a barra de menus. Ela contém os menus que usamos para trabalhar com o Excel. c) Barra de Ferramentas Padrão Abaixo da barra de menu encontramos a barra de ferramentas padrão. É nela que encontramos os comandos básicos do Excel. Versões anteriores a 2003 1. 2. 3. Novo Abrir Salvar 4. 5. 6. Correio Eletrônico Imprimir Visualizar Impressão 144
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. Verificar Ortografia Recortar Copiar Colar Pincel Desfazer Refazer Inserir HiperLink AutoSoma Colar Função 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. Classificação Crescente Classificação Decrescente Assistente de Gráfico Desenho Zoom Ajuda Relatório de Gráficos Novo Comentário Alto Filtro 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. Desfazer Refazer Inserir Hiperlink AutoSoma Classificação Crescente Classificação Decrescente Assistente de Gráfico Desenho Zoom Ajuda Relatório de Gráficos Novo Comentário Auto Filtro Versão 2003 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. Novo Abrir Salvar Permissão Correio Eletrônico Imprimir Visualizar Impressão Verificar Ortografia Pesquisar Recortar Copiar Colar Pincel d) Barra de Formatação Abaixo da barra de ferramentas padrão, encontramos a barra de formatação. Com os botões existentes na barra de formatação, o usuário dá uma apresentação melhor a sua planilha. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. Fonte Tamanho da Fonte Negrito Itálico Sublinhado Alinhar à Esquerda Centralizar Alinhar à Direita Mesclar e Centralizar Estilo de Moeda Estilo de Porcentagem Separador de Milhares Aumentar casas decimais Diminuir casas decimais 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. Diminuir recuo Aumentar recuo Bordas Cor do Preenchimento Cor da Fonte Auto Formatação Células Aumentar tamanho da fonte Diminuir tamanho da Fonte Formatações Posicionamento 145
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia e) Caixa de Nomes Abaixo da barra de ferramentas de formatação, encontramos a caixa de nomes. Ela serve para darmos nome a uma célula ou a um conjunto de células. Basta para isso selecioná-las e digitar o nome na caixa. A seta lateral ao ser pressionada, exibe uma listagem dos nomes que já foram dados. f) Barra de Fórmulas A barra de fórmulas se localiza do lado direito da caixa de nomes. Ela permite que as células sejam editada, bem como exibem o conteúdo das células. À medida que você se movimenta na planilha, a barra de fórmula mostra o conteúdo da célula ativa. OBS. A barra de fórmula exibe o conteúdo da célula e a célula exibe o resultado do conteúdo g) Área de Trabalho da Planilha É a área da planilha ativa onde os dados são digitados. Como já vimos, é formada pelas colunas e pelas linhas, cujas interseções formam as células. h)Barra de Rolagem das Planilhas Serve para movimentação entre as planilhas da pasta de trabalho. i) Barra de Planilhas 146
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Exibe as planilhas existentes na pasta de trabalho. A planilha ativa no momento fica com a guia em primeiro plano (com uma cor diferente, por padrão branco). O nome da planilha ativa fica sempre em negrito. j) Barras de Rolagem Nos lados direito e inferior da região de edição, estão as barras de rolagem. Quando movimentamos com a barra de rolagem, estamos movimentando a tela, não o cursor. l) Barra de Status Localizada na parte inferior da janela do Excel, está a barra de status, no lado esquerdo aparece uma mensagem mostrando o estado atual do Excel, Por exemplo, a palavra PRONTO indica que o Excel está esperando que você comece uma tarefa. O mesmo indicador muda para DIGITE quando você insere dados, ou muda para EDITA, quando você edita o conteúdo de uma célula. Quando você escolhe um item do menu ou clica sobre um botão de barra de ferramentas, a barra de status indica a tarefa que aquele item ou botão executa. A extremidade direita da barra de status indica o estado de certas teclas, como CAPS LOCK, SCROLL LOCK, NUM LOCK e INSERT. m) Botão Direito do Mouse Clicando com o botão direito do mouse em uma célula, aparecerá o menu de atalhos abaixo. Nele aparecem uma série de opções que estudaremos ao longo do material. 147
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 3. Inserindo Dados na Planilha Antes de introduzir dados em uma célula da planilha, certifique-se qual a célula está ativa no momento. Para tornar uma célula ativa, você dá um clique sobre a mesma com o mouse, opcionalmente você pode usar o teclado, conforme tabela abaixo: LOCAL DE DESTINO Mover uma célula em determinada direção Mover para borda da região de dados atual Mover para o início da linha Mover para o início da planilha Mover para última célula da planilha (no canto inferior direito) Mover uma tela para baixo Mover uma tela para cima Mover uma tela para direita Mover uma tela para a esquerda Move para a próxima planilha na pasta de trabalho Move para a planilha anterior na pasta de trrabalho Move o curso para uma célula qualquer, desde que que se dê o endereço. TECLA Tecla de direção CTRL+Tecla de direção HOME CTRL+HOME CTRL+END PAGE DOWN PAGE UP ALT+PAGE DOWN ALT+PAGE UP CTRL + PAGE DOWN CRTL + PAGE UP F5 Para selecionar células, ou conjunto de células na planilha, podemos: Para selecionar Uma única célula Como fazer Clique sobre a célula ou pressione as teclas de direção para ir para a célula. Uma linha inteira Clique sobre o cabeçalho da linha. Ou, pelo teclado, pressione SHIFT + espaço. Uma coluna inteira Clique sobre o cabeçalho da coluna. Ou, pelo teclado, pressione CTRL+ espaço. Intervalos de células ou células Selecione a primeira célula ou o primeiro intervalo de células 148
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia não adjacentes e, em seguida, mantenha pressionada a tecla CTRL e selecione as outras células ou os outros intervalos. Ou , pelo teclado, use as teclas SHIFT + F8. Um intervalo de células Clique sobre a primeira célula do intervalo e, em seguida, arraste até a última. Um intervalo de células extenso Clique sobre a primeira célula do intervalo e, em seguida, mantenha pressionada a tecla SHIFT e clique sobre a última célula do intervalo. Você pode rolar para tornar a última célula visível. Linhas ou colunas adjacentes Arraste pelos títulos de linhas ou colunas. Ou selecione a primeira linha ou coluna e, em seguida, mantenha pressionada a tecla SHIFT e selecione a última linha ou coluna. Linhas ou colunas não-adjacentes Selecione a primeira linha ou coluna e, em seguida, mantenha pressionada a tecla CTRL e selecione as outras linhas ou colunas. Todas as células da planilha Clique sobre o botão no canto superior esquerdo da planilha, na interseção dos títulos das linhas e colunas. Ou no menu “EditarSelecionar Tudo” Um número maior ou menor de Mantenha pressionada a tecla SHIFT e clique sobre a última células do que o atualmente célula que você deseja incluir na nova seleção. O intervalo selecionado retangular entre a célula ativa e a célula sobre a qual você clica passa a ser a nova seleção. No Excel o usuário pode manipular quatro tipos de dados: a) Números: Os números são os principais tipos de informações em uma planilha, pois com base neles o Excel faz cálculos e gráficos. Eles podem ser positivos, negativos ou fracionários. Além disso, dependendo de como for digitado, o número poderá assumir formatos diferentes. Normalmente os números são alinhados à direita das células. Sinais de adição (+) à esquerda são ignorados e a vírgula é tratada como decimal. Ex: 123 Número Positivo -123 Número Negativo 0,1 Número Decimal 1.234,56 Ponto de milha + Decimal 6 2/3 Número Fracionário 1,00E+02 Notação Científica Todas as outras combinações de números e caracteres não numéricos são tratadas como texto. Caso um número possua um tamanho maior que a largura da célula, seu valor é mantido, mas a célula será preenchida com o caractere ―#####‖ para indicar que a célula tem um valor maior do que é possível exibir. Para resolver esse ―problema‖, é só aumentar o tamanho da coluna (aprenderemos como fazer isso ao longo desse material). Os dados numéricos devem começar por : Número (0...9) + Número positivo Número negativo , Número decimal () Número negativo 149
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia b) Textos : É possível digitar qualquer tipo de dados alfanuméricos na planilha. Quando um texto possui mais caracteres do que permite a largura da célula, este conteúdo preenche as células vazias à direita do texto digitado ou fica limitado pela largura da célula se à sua direita houver algum texto ou dado. Esse tipo de dado é sempre alinhado, por padrão, à esquerda em uma célula. c) Datas e Horas : Parecem muito com os dados numéricos, porém o Excel os trata de maneira bem diferente. Com uma data podem ser feitos cálculos cronológicos. O modo de exibição de uma data ou hora depende do formato de número aplicado à célula. Quando você digita uma data ou hora reconhecida pelo Excel, o formato da célula é alterado do formato de número geral, para um formato interno de data ou hora. Como padrão as datas e horas são alinhadas à direita em uma célula. Se o Excel não reconhecer o formato de data ou hora, o que houver sido digitado será inserido como texto, alinhado à esquerda na célula. As opções que você selecionar em ―Configurações Regionais‖ no ―Painel de Controle‖ determinarão o formato padrão para data e hora atuais e os caracteres reconhecidos como separadores de data e hora  por exemplo, os caracteres dois pontos (:) e barra (/) nos sistemas baseados no padrão norteamericano. Para digitar uma data e hora na mesma célula, separe a data e a hora com um espaço. d) Fórmulas : As fórmulas são expressões lógicas ou matemáticas responsáveis por instruir ao Excel como efetuar cálculos ou pesquisas de dados. Com uma fórmula você pode efetuar operações como adição, multiplicação e comparação, em valores de planilha. Use-as sempre que quiser incluir valores calculados em uma planilha. Nas fórmulas podemos usar números (constantes) ou referências a endereços de célula (variáveis). A vantagem de se usar referências a endereços de células, é que a planilha permanece sempre atualizada, visto que, ao alterar os valores das células, as fórmulas dependentes são automaticamente atualizadas. É fundamental lembrar sempre que para o Excel toda fórmula é precedida pelo sinal de igualdade ―=‖. Podemos até começá-las com o sinal de ―@‖, ―+‖ ou ―-― (deixará o resultado com sinal negativo), mas eles são automaticamente substituídos pelo sinal de ―=‖ (observe na barra de fórmulas). Para inserir dados em uma célula, selecione a célula na qual os dados devem ser inseridos. Quando você começa a inserir dados em uma célula, perceba que:  Os dados aparecerão na barra de fórmula e na célula ativa.  Na barra de fórmula aparecem dois botões quando você começa a digitar. O botão da esquerda com um X é chamado de cancelar, ou seja, antes de teclar ENTER, serve para apagar o que você digitou. O botão da direita, com um símbolo de marca de verificação equivale à tecla ENTER, que serve para inserir dados na célula. Pelo teclado: Após a digitação dos dados dentro de uma célula, caso haja necessidade de editar esses dados, clique duas vezes sobre a célula que contém os dados que você deseja editar. Perceba que o ponto de inserção aparece dentro da célula. Depois edite o conteúdo da célula e finalmente, para inserir as alterações na célula, pressione ENTER. Se desejar cancelar as alterações, pressione ESC.  A linha intermitente na barra de fórmula é o ponto de inserção, que indica onde aparecerá o próximo caractere que você digitar.  A palavra digite aparece na barra de status indicando que você está no modo de inserção. Após digitar os dados dentro de uma célula, pressione ENTER ou clique sobre o símbolo de marca de verificação. 150
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 4. Usando os Menus do Excel a) Menu Arquivo  Novo: Clique o menu ―ArquivoNovo‖ e uma nova planilha, em branco, surgirá na área de trabalho. Ou clique sobre o botão ―Novo‖ na barra de ferramentas. No Excel é possível também abrir modelos pré-definidos, assim como fazemos no Word. A diferença é que as opções no Excel são bem mais limitadas.  Abrir: Para abrir um documento de um disco, no menu ―Arquivo‖ selecione ―Abrir‖ ou clique sobre o menu ―Abrir‖ na barra de ferramentas. Na caixa ―Examinar‖, clique sobre a unidade de disco que contém o documento. Na caixa que lista pastas e arquivos localizados abaixo de ―Examinar‖, clique duas vezes sobre o nome do diretório que contém a pasta de trabalho. Na lista de arquivos, clique sobre o nome da pasta de trabalho. Clique sobre o botão ―Abrir‖. A tela que aparecerá é exatamente igual à tela do Word. E as funcionalidades existentes também são as mesmas.  Fechar: Ao encerrar um trabalho com um documento, aconselha-se fechar o arquivo através do menu ―ArquivoFechar‖. Caso você não mais deseje trabalhar com o Excel, poderá sair diretamente. Para tanto, utilize o menu ―ArquivoSair‖, ou simplesmente, feche a janela principal do Excel. De uma maneira ou de outra, se o seu documento ainda não foi salvo, o Excel perguntará se deseja salvá-lo antes de encerrar a tarefa. Para fechar apenas a janela da pasta de trabalho ativa, clique duas vezes sobre, no canto superior esquerdo da janela. Pelo teclado use CTRL + F4.  Salvar: Para salvar um documento pela primeira vez, clique no menu ―ArquivoSalvar‖. Serão solicitados o nome do arquivo e o local onde deseja gravar (mesma tela do Word). Pode-se usar também o botão correspondente na barra de ferramentas. Os arquivos criados a partir do Excel, recebem por padrão a extensão XLS.  Salvar Como: Normalmente é útil para salvar uma cópia da planilha com outro nome e/ou em outra pasta e/ou em outra unidade de disco. 151
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Dicas para salvar: Certamente você irá criar arquivos de planilhas eletrônicas que terão acesso de usuários restritos por motivo de segurança, para ativar essa restrição na caixa de diálogo ―Salvar como‖ clique no botão ―Ferramentas‖ e em seguida escolha ―Opções gerais‖. Aparecerá a caixa de diálogo ―Opções de salvamento‖ A caixa de seleção ―Sempre criar backup‖ quando marcada permite criar uma cópia de reserva todas as vezes que o arquivo é salvo. Se for atribuída uma senha em ―Senha de proteção‖, esta mesma senha deverá ser usada para abrir o documento depois de fechado. A senha pode conter até 15 caracteres e incluir espaços, símbolos e números, bem como letras. À medida que você digita, é mostrado um asterisco (*) para cada caractere inserido. Para permitir que outras pessoas possam abrir o documento como somente leitura, digite uma senha na caixa ―Senha de gravação‖. Se alguém abrir o documento como somente leitura e modificá-lo, ele deverá ser salvo com um nome diferente. Para recomendar que outras pessoas abram um documento como somente leitura, selecione a caixa de verificação ―Recomendável somente leitura‖. Se alguém abrir o documento será apresentada uma caixa de diálogo recomendando abrir o documento somente para a leitura, mas não garante que seja aceita a recomendação. OBS: Se você atribuir uma senha de proteção a uma pasta de trabalho e depois esquecer a senha, não poderá abrir a pasta de trabalho, acessar seus dados em outra pasta de trabalho por meio de vínculos, remover a proteção da pasta de trabalho ou recuperar dados da pasta de trabalho. Recomenda-se manter uma lista das senhas e suas pastas de trabalho e nomes de planilhas correspondentes em local seguro.  Salvar Como Página da Web: Salva o documento ativo em formato HTML, esse é um formato comumente utilizado na construção das páginas da Internet. Além disso, permite também mudar o título da página e especificar o local onde será salva a página (mesma tela do Word).  Salvar Espaço de Trabalho: Salva as pastas de trabalho abertas atualmente assim como seu tamanho e posição na tela.  Visualização de Página na Web: Permite visualizar o documento atual como página da Web, no Browser utilizado em sua máquina. É uma dos recursos mais interessantes do Office, pois facilita bastante o trabalho do usuário que precisa publicar algo na Internet, mais não tem intimidade com a linguagem de programação utilizada nesse ambiente. Configurar Página: Para acessar a configuração de páginas clique no menu ―ArquivoConfigurar página‖ ou no botão correspondente na barra de ferramentas. Na tela ―Configurar página‖ surgirão 4 abas:  Página  opções mais importantes: 152
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Orientação  especifica a orientação da imagem impressa. Retrato imprime o documento ao longo do papel; Paisagem imprime o documento com a página posicionada de lado. Dimensionar  especifica o tamanho percentual da planilha impressa em relação ao tamanho natural. Note que o Excel permite distorções quanto à largura e altura da planilha. O tamanho original corresponde a 100%; portanto , par ampliar, use um valor maior, e para redduzir, use um valor menor. Com a opção ―Ajustar para‖, é possível comprimir o documento automaticamente, de acordo com o número de páginas definido. Tamanho do papel  especifica o tamanho: carta, legal, ou outro tamanho de papel e opções de alimentação desejadas. Qualidade de impressão  especifica a resolução da impressão expressa em número de pontos por polegada (DPI). Quanto maior esse número melhor a qualidade de impressão. Número da primeira página  podemos definir um número diferente de 1 para começar a numeração das páginas a serem impressas através desta opção. Botão opções  lista as configurações da impressora selecionada na caixa de diálogo ―Imprimir‖; lembre-se que esta opção tem pequenas diferenças conforme a impressora.  Margens  As margens são espaços entre as bordas do papel da página e o conteúdo a ser impresso, temos então margem superior, inferior, esquerda, e direita que podemos ajustá-las conforme nossa necessidade usando as opções da guia ―Margens‖. Para especificar a distância entre o cabeçalho e a parte superior da página, ou entre o rodapé e a parte inferior da página use as opções ―Cabeçalho‖ e ―Rodapé‖.Para centralizar o documento horizontal ou verticalmente use a opção ―Horizontal‖ e/ou ―Vertical‖.  Cabeçalho/Rodapé  A guia Cabeçalho/rodapé permite especificar o conteúdo do cabeçalho e rodapé da planilha. Se você clicar no botão ―Personalizar cabeçalho‖ ou ―Personalizar Rodapé‖, aparece uma caixa de diálogo. Nesta caixa, você pode detalhar o cabeçalho/rodapé no que concerne à região esquerda, direita ou central. Em cada uma dessas regiões você pode ainda aplicar variáveis utilizando as ferramentas. Você pode inserir texto em qualquer uma das seções ou selecionar através dos botões de opção na caixa de diálogo abaixo discriminados: 1. Formatar fonte 2. Inserir número de páginas 3. Inserir total de páginas da planilha 4. Inserir data 5. Inserir hora 6. Inserir nome do arquivo e caminho 7. Inserir nome do arquivo 8. Inserir nome da planilha 9. Inserir Figura 10. Formatar Figura  Planilha  Na guia planilha configuramos os detalhes finais para nossa página, a seguir listamos as opções disponíveis nessa guia. Área de impressão  no momento em você especifica um intervalo de células nesta caixa, apenas o conteúdo compreendido entre estas células será impresso. Por exemplo, A1:E20. 153
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Imprimir títulos  define respectivamente linhas a repetir na parte superior e colunas a repetir à esquerda.Os intervalos de células informados nessas caixas serão repetidos em todas as páginas como títulos. Imprimir  seleciona o que deve ser impresso, usando marcadores [X] em respectivamente: Linhas de grade; Notas; Cabeçalhos de linha e coluna; Preto e braço e Qualidade de rascunho. Ordem da página define a ordem com a qual as planilhas dentro de pastas deverão ser impressas: sentido abaixo e à direita, ou à direita e abaixo.  Área de Impressão: Suponha que você queira imprimir apenas uma parte da planilha e não ela inteira. Isso pode ocorrer, por exemplo, se você precisar imprimir apenas os resultados finais dos cálculos. Sendo assim, pode-se definir a região exata da planilha a ser impressa e quando essa atitude não for mais necessária, também é possível limpar a área definida. Vejamos como:  Definir Área de Impressão: Define o intervalo selecionado como a área de impressão (área da planilha que será impressa)  Limpar Área de Impressão: exclui a área de impressão na planilha ativa. Visualizar a impressão: Para visualizar uma planilha antes de sua efetiva impressão, no menu Arquivo escolha a opção ―Visualizar impressão‖ ou clique no botão correspondente da barra de ferramentas. O Microsoft Excel exibe a visualização de página inteira do documento ativo na janela de ―Visualização preliminar‖. Para rolar as páginas do documento, clique no botão ―Próximo‖ ou ―Anterior‖. Para alternar entre a visualização em tamanho real e a visualização de página inteira do documento, clique no botão ―Zoom‖. Para imprimir o documento, clique no botão ―Imprimir‖. Para exibir a caixa de diálogo ―Configurar página‖, clique no botão ―Configurar‖. Para ajustar as margens e a largura das colunas, escolha o botão ―Margens‖.  Imprimir: Para selecionar essa opção clique em ―ArquivoImprimir‖. Na caixa de diálogo ―Imprimir‖, escolha o nome da impressora a ser utilizada, os nomes que aparecerem nesta caixa suspensa são obtidos das impressoras instaladas no Windows. Após a sua preferência de impressora, configure o ―Intervalo de impressão‖ para tudo ou apenas uma parte das páginas( intervalo de páginas). Por fim, na seção ―Imprimir‖ escolha as opções ―Seleção‖( imprime apenas o que estiver selecionado na planilha ativa), ―Planilha(s) selecionada (s)‖ (imprime todas as planilhas que estiverem selecionadas na pasta de trabalho), ―Pasta de trabalho inteira‖ (para imprimir todas as planilhas da pasta de trabalho). Agora especifique a quantidade de cópias e clique no botão OK.  Enviar Para: Envia documentos para outros programas (mesmas opções do Word).  Propriedades: Possui as mesmas guias e características do Word ] 154
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Sair: Fecha o programa Excel. b) Menu Editar  Desfazer : Caso você se arrependa de ter realizado uma alteração em algum dado da célula ou ativado algum comando indesejado, você pode desfazer as últimas entradas nas células ou reverter certos comandos. Para tanto no menu ―Editar‖ escolha o comando ―Desfazer‖.  Refazer : Caso deseje refazer algum comando ou ação já executada anteriormente, basta clicar no menu ―Editar‖ e escolher a opção ―Refazer‖.  Recortar: Remove o conteúdo de uma célula ou de um conjunto de células para a Área de Transferência. Para isso, selecione a célula ou o conjunto de células, posicione o ponteiro do mouse sobre uma das bordas pretas das células selecionadas e veja que surgirá uma seta preta de 4 pontas junto ao ponteiro. Depois clique e arraste para o local desejado (Caso haja informações na célula de destino, uma mensagem surgirá para que você confirme o processo, se você clicar em ―Ok‖, o conteúdo da célula de destino será perdido, se clicar em ―Cancelar‖ a movimentação é ignorada). Uma outra forma de fazer a mesma coisa, é selecionando o conjunto de células e pressionando CTRL + C e depois CTRL + V  Copiar : Copia o conteúdo de uma célula ou de um conjunto de células para a Área de Transferência. Para isso, selecione um conjunto de células e vá ao menu ―EditarColar‖ ou pressione ―CTRL + C‖. Note que a célula fica com um tracejado ao seu redor. Em seguida, clique na célula de destino e clique no menu ―EditarColar‖, ou simplesmente pressione a combinação de teclas ―CTRL + V‖, ou pode-se ainda simplesmente pressionar ―Enter‖ na célula de destino. Assim que o conteúdo for colado, uma marca inteligente surge ao lado esquerdo da célula. O nome desse botão é ―Opções de Colagem‖. Nele temos:  Manter Formatação original : além do conteúdo, os formatos da célula de origem também serão copiados para a célula de destino  Fazer Correspondência com a formatação de Destino: ignora a formatação de origem e permanece com a formatação da célula de destino.  Somente Formatação: pode-se colar somente a formatação da célula de origem, ignorando o seu conteúdo.  Colar: Cola o conteúdo copiado ou movido para a Área de transferência nas células ou intervalos de células desejados.  Colar especial : Cola ou incorpora o conteúdo da Área de Transferência em um documento do Excel com um formato especificado. Dá ao usuário a possibilidade de escolher se o conteúdo que será colado será completo, ou se colará 155
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia apenas os formatos, ou apenas as fórmulas. Pode ainda, ao colar os dados, selecionar a opção de realizar operações matemáticas automaticamente, entre os dados copiados e os que já estejam no local de destino. A opção ―Ignorar em branco‖ evita colar valores em branco, ou seja, se a célula de origem estiver vazia e a de destino possuir conteúdo, evita que a célula de destino seja sobreposta por um valor em branco. Já a opção ―Transpor‖ serve para mudar a ordem dos dados copiados nas células de destino. O menu ―Colar Especial‖ ainda permite ao usuário criar um vínculo às informações que podem ser atualizadas em outro aplicativo. Para que os dados de uma planilha estejam ligados ou vinculados com os dados de outra, clique na planilha de origem. Selecione o intervalo de células a ser vinculado, clique na segunda planilha (aquela à qual os dados serão vinculados) e selecione a opção de menu ―EditarColar Especial‖. Clique no botão ―Colar Vínculo‖.  Colar como Hiperlink: insere o conteúdo da Área de Transferência como um hiperlink no ponto de inserção, substituindo qualquer seleção que tenha sido previamente. Para copiar ou mover dados entre documentos Se desejar mover ou copiar as células para outra planilha ou pasta de trabalho, alterne pra ela. Selecione o canto superior esquerdo da área de colagem. Para colocar os dados nas células existentes, clique no botão ―Colar‖. O Microsoft Excel substitui todos os dados existentes na área de colagem. Para inserir os dados movidos ou copiados entre células existentes, clique sobre ―Células copiadas‖ no menu ―Inserir‖. Obs.: Para cancelar a borda móvel depois de terminar de mover ou copiar, pressione ESC.  Área de Transferência do Office: O painel da área de transferência do Office pode armazenar até 24 itens e o seu conteúdo fica disponível para qualquer um dos programas do Office. Para abri-lo o atalho é apertar duas vezes seguidas as teclas CTRL + C. Cada item manipulado pode ser visualizado em miniatura dentro desse painel e pode ser colado em qualquer parte da planilha a partir dele, ou pode ser excluído definitivamente. O painel da área de transferência pode ser configurado para sempre aparecer automaticamente, ou até mesmo para estar sempre visível na barra de tarefas do Windows.  Preencher: Este menu é usado quando, por um motivo qualquer, o usuário deseja criar seqüências do dado digitado em uma célula. O recurso do autopreenchimento permite que os dados sejam copiados gerando uma seqüência matemática, ou não e ainda permite também que apenas os formatos sejam copiados, se for o caso. Nesse menu encontramos: Para repetir o item desejado em uma célula, em várias outras células selecionadas, para cima, para baixo, para direita ou para a esquerda.: Para baixo: copia o conteúdo e os formatos das células localizadas na parte superior de um intervalo selecionado para as células abaixo. Para a direita: copia o conteúdo e os formatos das células localizadas à esquerda para as células selecionadas à direita. 156
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para cima : copia o conteúdo e os formatos das células localizadas na parte inferior de um intervalo selecionado para as células acima. Para a esquerda: copia o conteúdo e os formatos das células localizadas à direita para as células selecionadas à esquerda Dois outros atalhos para a mesma tarefa são:  Selecione a(s) célula(s) que contém os dados a serem copiados e arraste a alça de preenchimento para estender a seleção através das células a serem preenchidas, então libere o botão do mouse.  Selecione a(s) célula(s) que contém os dados a serem copiados e arraste a alça de preenchimento para estender a seleção através das células a serem preenchidas. Observe que apareceu um pequeno ícone no canto direito do intervalo de células. Esse botão se chama ―Opções de autopreenchimento‖. Clique na seta ao lado do botão e selecione a opção ―Copiar células‖. Entre Planilhas: Copia o conteúdo do intervalo de células selecionadas na planilha ativa para o mesmo intervalo de células em todas as outras planilhas selecionadas em um grupo. Série: preenche o intervalo de células selecionado com uma ou mais seqüências de números, datas ou textos. Os dados digitados nas células inicais são usados como referência para a criação do resto da seqüência. Neste menu escolha se a seqüência será criada em linha ou coluna; o tipo de seqüência (Linear, Crescimento, Data, Autopreenchimento); se for uma data, escolha se será uma seqüência com dias, dias da semana, me ou ano; escolha o incremento da seqüência e o limite que ela terá. Obs.: Antes o intervalo de célula deverá estar selecionado. Dois outros atalhos para a mesma tarefa são:  No botão ―Opções de autopreenchimento” (que já vimos na opção acima, como devemos proceder para que ele apareça), temos ―Preencher seqüência‖, essa opção gera a lista com a seqüência do que foi digitado. Nesse botão os menus que surgem variam bastante, de acordo com o tipo de dado que foi digitado na célula. Por exemplo, se o conteúdo digitado foi uma data aparecerão as opções ―Preencher dias‖ que preenche a seqüência com os dias da semana, e ―Preencher dias da semana‟, que preenche a seqüência apenas com os dias úteis. Nesse botão também pode aparecer a opção ―Preencher formatação somente‖ que copiará apenas a formatação da célula de origem e não o conteúdo.  Selecione a primeira célula no intervalo que deseja preencher e digite o item inicial da seqüência. Para incrementar a seqüência em um valor diferente de 1, selecione a próxima célula no intervalo e digite o próximo item na seqüência. A diferença entre os dois itens iniciais determina o valor em que a seqüência será incrementada. Selecione a célula ou as células que contêm os itens iniciais. Arraste a alça de preenchimento sobre o intervalo que você deseja preencher. Para preencher em ordem 157
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia crescente, arraste para baixo ou para a direita. Para preencher em ordem decrescente, arraste para cima ou para a esquerda. Justificar: redistribui o conteúdo do texto para preencher o intervalo selecionado. Números e fórmulas não podem ser preenchidos e justificados. Exceto a coluna da esquerda, para que este menu possa ser executado, as células do intervalo devem estar em branco. OBS: 1. Por padrão o Excel reconhece automaticamente as seqüências de dias da semana, meses do ano e progressões aritméticas, mas o usuário pode criar suas próprias seqüências automáticas ou alterar as que já existem. Para isso deve ir ao menu ―FerramentasOpções‖, selecionar a guia ―Listas Personalizadas‖ e na caixa ―Entradas da lista‖ digitar os valores da lista desejada (sempre separando os elementos da lista por vírgulas). ALÇA DE PREENCHIMENTO 2. Se clicarmos e posteriormente arrastarmos a alça de preenchimento de uma célula, com um dado do tipo data, para outra célula, o Excel preencherá a sequência das datas. Se ao clicar e pressionar a alça de preenchimento a tecla CTRL for mantida pressionada, o Excel copiará a data digitada na célula ao invés de preencher a seqüência. 3. Se clicarmos e posteriormente arrastarmos a alça de preenchimento de uma célula, com um dado do tipo número, para outra célula, o Excel copiará o número. Se ao clicar e pressionar a alça de preenchimento a tecla CTRL for mantida pressionada, o Excel preencherá a seqüência numérica ao invés de copiar o número. 4. Se clicarmos e posteriormente arrastarmos a alça de preenchimento de uma célula, com um dado do tipo texto, para outra célula, o Excel copiará o texto e as características de formatação que porventura o texto venha a conter. 5. Se clicarmos e posteriormente arrastarmos a alça de preenchimento de uma célula, com um dado do tipo fórmula ou função, para outra célula, o Excel copiará as mesmas, e as características de formatação que porventura a célula possua (lembre-se que o Excel, na cópia de fórmulas e funções, respeita sempre os conceitos de referência absoluta e relativa, que estudaremos mais adiante). 6. Se clicarmos e posteriormente arrastarmos a alça de preenchimento, tendo previamente selecionado mais de uma célula que formem uma seqüência, o Excel continuará a preencher a sequência. Se a tecla CTRL for mantida pressionada, durante o ato de arrastar, o Excel copiará o conteúdo das células selecionadas. 7. Ao darmos um duplo clique na alça de preenchimento de uma célula, o Excel completará a seqüência do dado contido na célula, até o limite de células preenchidas na coluna imediatamente à esquerda.  Limpar: Quando limpar uma célula você remove o conteúdo (fórmulas e dados), formatos, comentários ou todos os três itens de uma célula. Se o conteúdo de uma célula for limpo, seu valor será vazio, e uma fórmula que faça referência a esta célula receberá um valor zero. Para limpar uma célula, ou um intervalo de células, 158
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia selecione uma das opções a seguir: Tudo: remove todo o conteúdo e a formatação, incluindo comentários e hiperlinks, de células selecionadas: Formatos: remove apenas os formatos das células selecionadas; o conteúdo e os comentários da célula ficam inalterados. Conteúdo: remove o conteúdo (dados e fórmulas) das células selecionadas sem alterar os formatos ou seus comentários; Comentários: remove apenas os comentários anexados às células selecionadas; o conteúdo e os formatos das células ficam inalterados. OBS : Se você pressionar DEL, limpará apenas o conteúdo.  Excluir: Elimina linha, colunas, células ou intervalos de células da planilha selecionada (uma outra maneira de excluir linhas ou colunas é selecionando-as e clicando com o botão direito do mouse, no menu pop-up que aparecer, selecione a opção ―Excluir‖).  Excluir planilha: Exclui as planilhas selecionadas na pasta de trabalho. Não há como desfazer essa operação. Uma outra maneira de excluir planilhas é selecionando-as e clicando com o botão direito do mouse, no menu pop-up que aparecer, selecione a opção ―Excluir‖. Mover ou Copiar Planilha: Move ou copia as planilhas selecionadas para outro local da pasta de trabalho (para copiar uma planilha basta arrasta-la, mantendo a tecla CTRL pressionada), ou para outra pasta de trabalho.  Localizar: mesma função do Word.  Substituir: mesma função do Word.  Ir Para: mesma função do Word.  Vínculos: Exibe e permite a modificação dos vínculos em uma pasta de trabalho do Excel. Existem basicamente dois tipos de vínculos:  O vínculo com outra pasta  Vínculo externo  O vínculo com outro programa  Vínculo remoto Para atualizar dinamicamente um vínculo, usamos o recurso de Intercâmbio Dinâmico de Dados (DDE).  Objetos: mesma função do Word. c) Menu Exibir  Normal: Alterna para o modo de exibição normal. Este é o modo de exibição padrão para a maioria das tarefas no Excel.  Visualizar Quebra de Página: Alterna para o modo de edição de visualização de quebra de página. Este modo de edição exibe a planilha 159
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia como ela será impressa. As quebras de páginas podem ser manipuladas diretamente pelo usuário, neste modo de edição, basta arrasta-las com o mouse na direção desejada. O Excel organiza automaticamente a disposição de linhas, colunas e células nas páginas das planilhas.  Barra de Ferramentas: Mesma função do Word.  Barra de Fórmulas: Exibe ou oculta a barra de fórmulas.  Barra de Status: Mostra ou oculta a barra de status.  Cabeçalho e Rodapé: Permite a edição dos textos desejados nos cabeçalhos e rodapés das planilhas. Essa opção do menu leva exatamente a mesma tela do menu ―ArquivoConfigurar Página‖, guia “Cabeçalho e Rodapé‖, já estudado anteriormente.  Comentários: Ativa ou desativa a exibição de comentários na planilha.  Personalizar Modos de Exibição: Permite a criação de diferentes modos de exibição para as planilhas. É possível exibir, imprimir ou armazenar diferentes modos de exibição sem salvá-los em planilhas separadas.  Tela Inteira: Permite a exibição da planilha em seu tamanho máximo na tela.  Zoom: Mesma função do Word. d)Menu Inserir  Células: Permite a inserção de novas células em sua planilha na quantidade de células que estejam selecionadas.  Linhas: Permite a inserção de novas linhas na sua planilha, na quantidade de linhas que estejam selecionadas. Vale ressaltar que a(s) linhas(s) será inserida na posição atual do cursor, sempre acima da(s) linha(s) selecionada(s). Colunas: Permite a inserção de novas colunas na sua planilha, na quantidade de colunas que estejam selecionadas. Vale ressaltar que a(s) coluna(s) será inserida na posição atual do cursor, sempre à esquerda da(s) coluna(s) selecionada(s). OBS: Para inserir novas linhas, selecione a quantidade de linhas que devem ser inseridas e dê um clique com o botão direito do mouse, no menu suspenso que aparecerá, selecione ―Inserir‖. Os dados de todas as linhas a partir da linha selecionada se deslocarão para baixo. O procedimento é análogo para a inserção de colunas.  Planilha: Permite a inserção de uma nova planilha na pasta de trabalho. A nova planilha será inserida a esquerda da planilha selecionada. O Excel permite a inserção de planilhas livremente, até o limite de 255 planilhas por pasta de trabalho. Uma outra forma de incluir novas planilhas é clicando com o botão direito do mouse na guia de uma planilha e selecionar a opção ―Inserir‖. 160
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Gráfico: Para facilitar a visualização do sentido dos dados digitados em uma planilha, o gráfico é um recurso visual de efeito bastante significativo. O Excel oferece uma gama variada de tipos de gráficos que podem ser criados e manipulados com muita facilidade pelo usuário. Os gráficos podem ser criados basicamente a partir da barra de gráficos ou a partir do Assistente de Gráfico, este pode ser acionado a partir do menu ―InserirGráfico‖, ou a partir do botão ―Gráfico‖ na barra de ferramentas. Criando um gráfico no Excel, através do Assistente de Gráfico 1º Passo: A escolha do tipo de gráfico. O Excel oferece ao usuário uma gama bastante variada de tipos de gráficos que podem ser utilizados de acordo com o tipo de dado que será exibido e com o efeito visual que se deseja criar. Tipos mais comuns de gráficos: Área Barras Colunas Linhas Pizza Área 3D Barras 3D Colunas 3D Linhas 3D Pizza 3D Cilindro 3D Cone 3D Pirâmide 3D Gráfico de linhas onde os valores são acumulados. Ideal para representar variações através do tempo. Gráfico de barras. Utilize esse tipo de gráfico para comparar itens individualmente. Gráfico de colunas. Semelhante ao gráfico de área, mas enfatiza melhor a função do tempo. Gráfico de linhas e marcas. Represente as tendências dos seus empreendimentos usando este tipo de gráfico. Gráfico de setores circulares. Esse gráfico tem como objetivo mostrar as proporções. Gráfico de linhas em três dimensões. Gráfico de barras em três dimensões. Gráfico de colunas em três dimensões. Gráfico de linhas em três dimensões. Gráfico de setores circulares em três dimensões. Esse gráfico cria efeitos tridimensionais com elementos representados por cilindros. Semelhante ao barras ou colunas. Semelhante ao cilindro alterando apenas a representação dos elementos para cones tridimensionais. Semelhante ao cilindro alterando apenas a representação dos elementos para pirâmides tridimensionais. Na primeira tela, o usuário escolherá o tipo do gráfico desejado (se for o caso, poderá personalizá-lo), e aperta no botão ―Avançar‖. 2º Passo: A definição da área de dados a serem representados. Nesta segunda tela aparecerá a área dos dados que serão representados no gráfico caso o usuário tenha selecionado previamente, ou o usuário pode definir essa área manualmente, escrevendo a sua referência, ou minimizando o assistente e clicando sobre o intervalo de células desejadas. 161
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 3º Passo: Aqui o usuário vai ter acesso a várias guias, onde poderá selecionar o título do gráfico e dos eixos, os eixos do gráfico, a exibição ou não das linhas de grade, a legenda, caso deseje, o rótulo de dados onde se pode rotular cada tipo de dado exibido no gráfico e a tabela de dados. 4º Passo: Neste passo o usuário escolherá se o gráfico será exibido na mesma planilha na qual se localizam os dados exibidos por ele (Gráfico Incorporado), ou se deseja que o gráfico seja exibido em uma planilha a parte, diferente daquela na qual estão os dados por ele representados (Folha de Gráfico). De pois que o gráfico foi criado o usuário pode perfeitamente mudar qualquer característica dele, basta para isso dar dois cliques sobre a área que deseja modificar e a tela de formatação especifica para a referida área aparecerá na tela. Uma outra forma de mudar características do gráfico é clicar sobre ele com o botão direito do mouse. Ao aparecer o menu suspenso, selecione a opção corresponde aos itens que se deseja modificar. Pode ainda: Alterar o tamanho de um gráfico: para alterar o tamanho de um gráfico, selecione-o clicando sobre ele e posicione o ponteiro do mouse sobre um dos seus cantos, quando o ponteiro do mouse assumir a forma de uma seta dupla, arraste o gráfico para redimensioná-lo. Exclusão de um gráfico: para excluir um gráfico de uma planilha, selecione o gráfico com um clique e pressione a tecla DELETE. Para mover um gráfico: para mover o seu gráfico de lugar na planilha, selecioneo com um clique e arraste-o até o local desejado. Se o gráfico estiver ativo, você poderá movê-lo, arrastando sua borda. Símbolo: Mesma função do Word. Quebra de Página: Quebra de página é o ponto em que uma página termina e a outra começa. Para imprimir uma planilha maior que o papel definido, o Excel a divide em páginas, inserindo quebras de páginas automáticas baseadas no tamanho do papel, nas definições de margens e nas opções de escalas definidas. Ainda, é possível inserir quebras de páginas manuais (forçar quebras de páginas), controlando o que deve aparecer no impresso através de quebras de páginas horizontais ou verticais. Na visualização de quebra de página, é possível mover quebras de página, arrastando-as para um local diferente da planilha. Porém, este procedimento altera a condição de uma quebra automática para uma quebra de página manual. Para iniciar uma nova página inserindo uma quebra de página, clique na célula imediatamente abaixo e à direita de onde você deseja iniciar a nova página, e:  Clique em uma célula da linha 1, para inserir somente uma quebra de página vertical; ou 162
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Clique em uma célula da coluna A, para inserir somente uma quebra de página horizontal; ou  Clique em qualquer outra célula na planilha, para inserir uma quebra de página horizontal e vertical. Quando uma célula adjacente a uma quebra de página inserida manualmente estiver selecionada, o menu Inserir exibirá a opção ―Remover Quebra de Página‖.  Função: Permite a inserção de funções na sua planilha. Antes de estudarmos função, importantíssimas no Excel. vamos aprender alguns conceitos e funcionalidades 1.Referências: Uma referência identifica uma célula ou um grupo de células em uma planilha e informa ao Microsoft Excel em que células procurar pelos valores que você deseja utilizar. Com referências, você pode usar, em uma fórmula, dados contidos em diferentes partes de uma planilha ou usar o valor de uma célula em várias fórmulas. Também é possível fazer referência a células em outras planilhas de uma pasta de trabalho, a outras pastas de trabalho e a dados em outros aplicativos. As referências a células em outras pastas são chamadas de referências externas(vínculos). As referências a dados em outros aplicativos são chamadas de referências remotas. Como padrão, o Microsoft Excel utiliza o estilo de referência A1, em que as colunas são rotuladas com letras e as linhas são rotuladas com números. Como já vimos anteriormente, essas letras e números são chamados de cabeçalhos de linha e coluna respectivamente. Para referir-se a uma célula, devemos nos referir a coluna e a linha que ela ocupa, por exemplo, quando nos referirmos a célula A1, estamos falando da célula que está na interseção da coluna A e linha 1. Para se referir a A célula na coluna A e linha 10 O intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 O intervalo de células na linha 15 e colunas B até E Todas as células na linha 5 Todas as células nas linhas 5 a 10 Todas as células na coluna H Todas as células nas colunas H a J O intervalo de células nas colunas A a E e linhas 10 a 20 Use A10 A10:A20 B15:E15 5:5 5:10 H:H H:J A10:E20 Podemos também fazer referências a dados em outras planilhas para isso devemos seguir a sintaxe: =nome da planilha! Área dos dados ou =[pasta de trabalho]Nome da planilha! Área dos dados Os tipos de referências encontradas nas planilhas do Excel são: Referências relativas: Como padrão o Microsoft Excel usa referências relativas. Ao copiar uma fórmula, o Excel não reproduz exatamente como sua origem, há um ajuste nos itens variáveis, isto é, no nome das células. O critério utilizado pelo Excel para efetuar esta mudança é relativo ao deslocamento das células copiadas. Uma referência relativa em uma fórmula é baseada na posição relativa da célula que contém a fórmula e da célula à qual a referência se refere. Se a posição da célula que contém a fórmula se alterar, a 163
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia referência será alterada. Se você copiar a fórmula ao longo de linhas ou colunas, a referência se ajustará automaticamente. Senso assim, visto que as referências relativas ajustam-se automaticamente à nova localização, as referências relativas em uma fórmula copiada ou movida fazem referência a células diferentes daquelas às quais é feita referência na fórmula original. A relação entre estas células e a célula que contém a copia da fórmula é a mesma relação entre as células às quais a fórmula original faz referência e a célula que contém a fórmula propriamente dita. Referências Absolutas: Existem momentos em que estes tipos de ajustes automáticos se tornam inconvenientes acarretando em um erro. Para resolver estes problemas, células em fórmulas quando copiadas não devem ser alteradas tornando seus endereços fixos ou absolutos (integral ou parcialmente). Para criarmos uma referência absoluta, colocamos antes da letra da coluna, do número da célula, ou de ambos, um cifrão ($). Coloque o sinal de moeda na frente da coordenada que você quer que seja absoluta. Uma referência absoluta de célula em uma fórmula, como $A$1, sempre se refere a uma célula em um local específico. Se a posição da célula que contém a fórmula se alterar, a referência absoluta permanecerá a mesma. Se você copiar a fórmula ao longo de linhas ou colunas, a referência absoluta não se ajustará. Por padrão, novas fórmulas usam referências relativas e você precisa trocá-las para referências absolutas. Referências Mistas: Uma referência mista tem uma coluna absoluta e linha relativa, ou linha absoluta e coluna relativa. Uma referência de coluna absoluta tem o formato $A1, $B1 e assim por diante. Uma referência de linha absoluta tem o formato A$1, B$1 e assim por diante. Se a posição da célula que contém a fórmula se alterar, a referência relativa será alterada e a referência absoluta não se alterará. Se você copiar a fórmula ao longo de linhas ou colunas, a referência relativa se ajustará automaticamente e a referência absoluta não se ajustará. Veja como a fórmula mudará quando ela for movida, dependendo de como você introduziu a referência de célula: Referência A5 $A$5 #A5 A$5 Quando copiada A coluna e a linha mudarão (relativa). A célula A5 será sempre referenciada (absoluta). A coluna A será sempre referenciada, mas a linha mudará (mista). A linha 5 será sempre referenciada, mas a coluna mudará (mista). Estilo de Referências 3D: Se você quiser analisar dados na mesma célula ou intervalo de células em várias planilhas dentro da pasta de trabalho, use a referência 3D. Uma referência 3D inclui a referência de célula ou intervalo, precedida por um intervalo de nomes de planilhas. O Excel usa qualquer planilha armazenada entre os nomes iniciais e finais da referência. Por exemplo, =SOMA(Planilha2:Planilha13!B5) soma todos os valores contidos na célula B5 em todas as planilhas do intervalo incluindo a Planilha 2 e Planilha 13. Você pode usar referências 3D para se referir a células em outras planilhas, definir nomes e criar fórmulas usando estas funções: SOMA, MÉDIA, MÉDIAA, CONT.NUM, CONT.VALORES, MÁXIMO, MÁXIMOA, MÍNIMO, MÍNIMOA, MULT, DESVPAD, DESVPADA, DESVPADP, DESVPADPA, VAR, VARA, VARP e VARPA.  As referências 3D não podem ser usadas em fórmulas de matriz e nem com o operador de interseção (um espaço simples) ou em fórmulas que usam interseção implícita. 164
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Como as referências 3D se alteram quando você move, copia, insere ou exclui planilhas Os exemplos a seguir explicam o que acontece quando você move, copia, insere ou exclui planilhas incluídas em uma referência 3D. Os exemplos usam a fórmula =SOMA(Planilha2:Planilha6!A2:A5) para somar as células A2 a A5 nas planilhas 2 a 6.  Inserir ou copiar: Se você inserir ou copiar planilhas entre a Planilha2 e a Planilha6 (os pontos extremos neste exemplo), o Microsoft Excel incluirá todos os valores nas células A2 a A5 das planilhas adicionadas nos cálculos.  Excluir: Se você excluir planilhas entre a Planilha2 e a Planilha6, o Excel removerá seus valores do cálculo.  Mover: Se você mover planilhas da Planilha2 até a Planilha6 para um local fora do intervalo de planilha referido, o Excel removerá seus valores do cálculo.  Mover um ponto extremo: Se você mover a Planilha2 ou a Planilha6 para outro local na mesma pasta de trabalho, o Excel ajustará o cálculo para acomodar o novo intervalo de planilhas entre elas.  Excluir um ponto extremo: Se você excluir a Planilha2 ou a Planilha6, o Excel ajustará o cálculo para acomodar o intervalo de planilhas entre elas. Estilo de Referências L1C1: Você também pode usar um estilo de referência em que as linhas e as colunas na planilha sejam numeradas. O estilo de referência L1C1 é útil para calcular as posições de linha e coluna nas macros. No estilo L1C1, o Excel indica o local de uma célula com um "L" seguido de um número de linha e um "C" seguido de um número de coluna. Para alterar a referência padrão por esta, vá ao menu ―FerramentasOpções‖, na guia ―Geral‖, marque a opção ―Estilo de referência L1C1‖. Referência L[-2]C L[2]C[2] L2C2 L[-1] L Significado Uma referência relativa à célula duas linhas acima e na mesma coluna Uma referência relativa à célula duas linhas abaixo e duas colunas à direita Uma referência absoluta à célula na segunda linha e na segunda coluna Uma referência relativa à toda a linha acima da célula ativa Uma referência absoluta à linha atual 2. Fórmulas: Como o próprio tipo de software já diz, ―Planilha Eletrônica de Cálculo‖, o Excel é uma poderosa ferramenta para, entre outras várias funções, realizar cálculos matemáticos e financeiros. Assim, para desenvolver planilhas torna-se importantíssimo compreender como funciona a confecção de fórmulas, pois é através dela que será possível realizar as operações matemáticas necessárias para obter resultados usando os valores digitados nas células. Uma fórmula pode conter, funções, referências, nomes e constantes, e sempre deve ser iniciada pelo sinal de ―=‖. Como uma fórmula trabalha como uma expressão matemática, ela possui operadores próprios e é essencial que o usuário conheça esses operadores e as suas funções.Os operadores especificam o tipo de cálculo que você deseja efetuar nos elementos de uma fórmula. O Microsoft Excel inclui quatro tipos diferentes de operadores de cálculo: aritméticos, de comparação, de texto e de referência. Operadores aritméticos: Para efetuar operações matemáticas básicas, como adição, subtração ou multiplicação, combinar números e produzir resultados numéricos, use estes operadores aritméticos. 165
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Operador aritmético + (sinal de mais) Significado (exemplo) Adição (3+3) Subtração(3–1) – (sinal de menos) Negação (–1) * (asterisco) Multiplicação (3*3) / (sinal de divisão) Divisão (3/3) % (sinal de porcentagem) Porcentagem (20%) ^ (acento circunflexo) Exponenciação (3^2) Operadores de comparação: Você pode comparar dois valores com os operadores a seguir. Quando dois valores são comparados usando esses operadores, o resultado é um valor lógico, VERDADEIRO ou FALSO. Operador de comparação = (sinal de igual) > (sinal de maior que) < (sinal de menor que) >= (sinal de maior ou igual a) <= (sinal de menor ou igual a) <> (sinal de diferente de) Significado (exemplo) Igual a (A1=B1) Maior que (A1>B1) Menor que (A1<B1) Maior ou igual a (A1>=B1) Menor ou igual a (A1<=B1) Diferente de (A1<>B1) Operador de concatenação de texto Use o 'E' comercial (&) para associar, ou concatenar, uma ou mais seqüências de caracteres de texto para produzir um único texto. Operador de texto & (E comercial) Significado (exemplo) Conecta, ou concatena, dois valores para produzir um valor de texto contínuo ("mal"&"sucedido") Operadores de referência Operador de referência : (dois-pontos) , (vírgula) (espaço) Combine intervalos de células para cálculos com estes operadores. Significado (exemplo) Operador de intervalo, que produz uma referência para todas as células entre duas referências, incluindo as duas referências (B5:B15) Operador de união, que combina diversas referências em uma referência (SOMA(B5:B15,D5:D15)) Operador de interseção, que produz sobre referência a células comuns a duas referências (B7:D7 C6:C8) 166
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia As fórmulas calculam valores segundo uma ordem específica. Uma fórmula no Excel sempre começa com um sinal de igual (=). O sinal de igual informa ao Excel que os caracteres a seguir constituem uma fórmula. Depois do sinal de igual estão os elementos a serem calculados (os operandos), que são separados por operadores de cálculo. O Excel calcula a fórmula da esquerda para a direita, de acordo com uma ordem específica para cada operador da fórmula. Precedência de operadores Se você combinar vários operadores em uma única fórmula, o Excel executará as operações na ordem mostrada na tabela a seguir. Se uma fórmula contiver operadores com a mesma precedência — por exemplo, se uma fórmula contiver um operador de multiplicação e divisão — o Excel avaliará os operadores da esquerda para a direita. Operador Descrição : (dois-pontos) (espaço simples) Operadores de referência , (vírgula) – % ^ *e/ +e– & = < > <= >= <> Negação (como em –1) Porcentagem Exponenciação Multiplicação e divisão Adição e subtração Conecta duas seqüências de texto (concatenação) Comparação Uso de parâmetros Para alterar a ordem da avaliação, coloque entre parênteses a parte da fórmula a ser calculada primeiro. Por exemplo, a fórmula a seguir retorna 11 porque o Excel calcula a multiplicação antes da adição. A fórmula multiplica 2 por 3 e, em seguida, soma 5 ao resultado. =5+2*3 Por outro lado, se você usar parênteses para alterar a sintaxe, o Excel somará 5 e 2 e, em seguida, multiplicará o resultado por 3 para produzir 21. =(5+2)*3 No exemplo abaixo, os parênteses na primeira parte da fórmula forçam o Excel a calcular B4+25 primeiro e, em seguida, dividir o resultado pela soma dos valores nas células D5, E5 e F5. =(B4+25)/SOMA(D5:F5) 167
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia É só seguir este raciocínio para ver como é fácil fazer e entender fórmulas. 3. Funções: Funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argumentos, em uma determinada ordem ou estrutura. As funções podem ser usadas para executar cálculos simples ou complexos. Por exemplo, a função ARRED arredonda um número na célula A10. Toda função para ser utilizada deve seguir algumas regras, a quais chamamos de sintaxe. Toda sintaxe segue a seguinte estrutura: A estrutura de uma função começa com um sinal de igual (=), seguido do nome da função, um parêntese de abertura, os argumentos da função separados por ―;‖ e um parêntese de fechamento. Os parênteses informam ao Microsoft Excel onde os argumentos começam e terminam. Você deve incluir os dois parênteses, sem espaços antes ou depois deles. Os argumentos podem ser números, textos, valores lógicos, matrizes, valores de erro ou referências. O argumento designado deve produzir um valor válido para este argumento. Os argumentos também podem ser constantes ou fórmulas e as fórmulas podem conter outras funções. Quando o argumento de uma função é ele próprio uma função, diz-se que ele está aninhado. No Microsoft Excel, é possível aninhar até sete níveis de funções em uma fórmula.  Para obter uma lista das funções disponíveis, clique em uma célula e pressione SHIFT+F3. o As funções também podem ser iniciadas pelo sinal de ―@‖, ―+‖, ou ―-―(para indicar que ao final o valor retornado pela função, é um valor negativo), porém este é apenas um artifício utilizado pelo Excel para facilitar a digitação do usuário, ao apertar a tecla ―Enter‖, observe na barra de fórmulas que o próprio Excel transforma o sinal digitado em “=”. Inserindo funções em planilhas Você pode inserir uma função na planilha digitando a sintaxe da função desejada diretamente na célula, ou através do menu ―InserirFunção‖. Através do menu ―InserirFunção‖ teremos : Por possuir muitas funções o Excel organizou-as em categorias de acordo com a finalidade de cada uma, na ―Categoria da função‖, clique sobre a categoria da função (por exemplo, matemática e trigonometria). Na caixa ―Nome da função‖, clique sobre o nome da função desejada (por exemplo, SOMA), observe a descrição da função abaixo da caixa de listagem. Clique no botão OK. Na próxima caixa de diálogo digite valores, referências, nomes, fórmulas e outras funções nas caixas de argumentos. Clique no botão OK. Funções mais comuns do Excel 1. SOMA: A função soma (núm1; núm2,...) retorna a soma de todos os números em uma lista de até 30 segmentos. Os números, valores lógicos e representações em forma de texto de números digitados diretamente na lista de argumentos são contados. Se um argumento for uma matriz ou referência, 168
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia apenas os números nessa matriz ou referência serão contados. Células em branco, valores lógicos, texto ou valores de erro na matriz ou referência são ignorados. Os argumentos que são valores de erro ou texto que não podem ser traduzidos em números geram erros. Para somar intervalos (somar matrizes) digite = soma (célula inicial: célula final do intervalo) Outra maneira de somar: utilize o botão (Auto-Soma): selecione os valores que deseja somar e clique no botão ―Auto-Soma‖, a soma será demonstrada automaticamente. 2. MÉDIA: A função média (núm1; núm2; ...) retorna a média aritmética de até 30 argumentos. Os argumentos devem ser números ou nomes, matrizes ou referências que contenham números. Veja os exemplos abaixo. Se A1:A5 contiver os números 10, 7, 9, 27 e 2, então: MÉDIA(A1:A5) é igual a 11 MÉDIA(A1:A5;5) é igual a 10 MÉDIA(A1:A5) é igual a SOMA(A1:A5)/CONT.NÚM(A1:A5) que é igual a 11 3. MÁXIMO: Mostra qual é o valor máximo entre os números selecionados. Exemplo: a fórmula =MÁXIMO(A1:A10) faz o Excel procurar o maior número existente entre A1 e A10. 4. MÍNIMO: Mostra qual é o valor mínimo entre os números selecionados. Exemplo: a fórmula =MÍNIMO(A1:A10) faz o Excel procurar o menor número existente entre A1 e A10. 5. SE: = SE(teste; valor se verdadeiro; valor se falso). Use a função SE para conduzir testes condicionais sobre valores e fórmulas e para efetuar ramificações de acordo com o resultado deste teste. O resultado do teste determina o valor retornado pela função SE. A função SE tem a seguinte sintaxe: Teste lógico: é qualquer valor ou expressão que pode ser avaliada como VERDADEIRO ou FALSO. Valor se verdadeiro: é o valor fornecido se o teste lógico for VERDADEIRO. Se o teste lógico for VERDADEIRO e valor se verdadeiro for omitido, o valor VERDADEIRO será fornecido. Valor se falso: é o valor fornecido se o teste lógico for FALSO. Se o teste lógico for FALSO e valor se falso for omitido, o valor FALSO será fornecido. 6. OU: Retorna VERDADEIRO se qualquer argumento for VERDADEIRO; retorna FALSO se todos os argumentos forem FALSOS. Ex: =OU(A1;A2). 7. CONT.SE: Calcula o número de células não vazias em um intervalo que corresponde a determinados critérios. Sintaxe: CONT.SE(intervalo;critérios) Exemplo prático: seja uma planilha com nome de alunos e suas médias. Para saber quantos alunos tiraram médias maior e igual a 9, temos: = CONT.SE(B2:B5;‖=9‖) Onde: [ (B2:B5) ]: refere-se ao endereço das células que você deseja contar. [ ; ]: utiliza-se como parte da sintaxe para separar. [ ―.=9‖ ]: refere-se à condição, ou seja, esta fórmula só irá contar as células que contêm valores maiores ou iguais a 9. A condição também pode ser texto, porém, independente de ser texto ou valor numérico, deve-se colocar entre as aspas. Ex.: =CONT.SE(C2:C5;‖Aprovado‖). Neste exemplo, o Excel contará apenas as células em que houver a palavra ―Aprovado‖. 8. SOMASE: Adiciona as células especificadas de acordo com um determinado critério. 169
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Sintaxe: SOMASE(intervalo;critérios;intervalo soma) Exemplo prático: seja somar as faturas que foram pagas. Então na planilha, a coluna A tem os nomes dos clientes, a coluna B tem os valores das faturas e na coluna C, as situações (pago ou não).Neste exemplo, o Excel deve somar somente as faturas que estiverem pagas, assim podemos saber o quanto já foi recebido: =SOMASE(C2:C7;‖PG‖;‖B2:B7) Onde: [ C2:C7 ]: é o endereço inicial e final de células onde foi, ou não, digitado o texto ―PG‖, especificando se foi pago ou não. [ ―PG‖ ]: é o critério para somar, ou seja, só somará se neste intervalo de células de ―C2‖ até ―C7‖, e onde houver o texto‖PG‖. O critério deverá ser sempre colocado entre aspas. [ B2:B7 ]: é o intervalo de células onde será somado, mediante a condição, ou seja, ele somará somente aqueles valores que na coluna ―C‖ houver digitado o texto ―PG‖. 9. MOD: Calcula o resto de uma divisão. Sintaxe: =MOD(valor1;valor2); 10. MULT: Multiplica os valores passados como parâmetros. Sintaxe: =MULT(valor1;valor2); 11. ABS: Calcula o valor absoluto de um número. Sintaxe: =ABS(célula); 12. AGORA: Mostra a data e a hora atuais. Sintaxe: =AGORA(); 13. DATA: Exibe a data atual. Sintaxe: =DATA(); 14. HORA: Exibe a hora atual. Sintaxe: =HORA(); 15. ARRED: Arredonda o número em uma determinada quantidade de dígitos. Sintaxe: =ARRED(valor;número de dígitos); 16. SEN: Calcula o seno. Sintaxe: =SEN(ângulo); 17. COS: Calcula o coseno. Sintaxe: =COS(ângulo); 18. TAN: Calcula a tangente. Sintaxe: =TAN(ângulo); 19.FATORIAL: Calcula o fatorial de um número. Sintaxe: =FATORIAL(valor); 20.LOG: Calcula o logaritmo, do valor passado, em uma determinada base. Sintaxe: =LOG(valor;base); 21.RAIZ: Calcula a raiz quadrada do valor passado. Sintaxe: =RAIZ(valor); 22. HOJE: Mostra a data e a hora atual. Sintaxe: =HOJE(); 23.TEXTO: Coloca as datas por extenso. Sintaxe:= TEXTO(data atual;‖formato desejado‖). EX: =TEXTO(DATA ATUAL;‖MMM‖) – colocará a data atual, com os meses abreviados; 24. MÊS: Mostra a posição numérica de cada mês. Sintaxe: =MÊS(data); 25. MAÍSCULA: Coloca o conteúdo da célula passada em maiúsculo. Sintaxe: =MAIÚSCULA(célula); 170
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 26.MINÚSCULA: Coloca o conteúdo da célula passada em minúsculo. Sintaxe: = MINÚSCULA(célula); 27.CONCATENAR: Une o conteúdo de células. Sintaxe:=CONCATENAR(Célula1;celula2) 28.POTENCIA: Calcula a potência Sintaxe:=POTÊNCIA(base;expoente); de um número em uma determinada base. 29.CONT.NUM: Calcula a quantidade de células com valore numéricos em um intervalo. Sintaxe: =CONT.NUM(intervalo); 30. CONT.VALORES: Conta todas as células em um intervalo com valores de texto ou numéricos. Sintaxe: =CONT.VALORES(intervalo); 31.CONTAR.VAZIO: Conta quanta células vazias existem em um determinado intervalo. Sintaxe: =CONTAR.VAZIO(intervalo); 32.EXATO: Compara se o conteúdo de duas células são iguais. Sintaxe: =EXATO(célula1;célula2); 33.REPT: Repete o conteúdo de uma célula na quantidade de vezes especificada. Sintaxe: =REPT(célula, nºde vezes); 34.INT: Mostra apenas a parte inteira de um número. Sintaxe:=INT(célula); 35. E: Serve como elo entre funções; a resposta será verdadeira se todos os parâmetros de entrada forem verdadeiros. Sintaxe: =E(célula1;célula2).  Nome: Aqui podem ser determinados nomes para áreas da planilha, ou linhas ou colunas. O nome determinado aparecerá na caixa de nome sempre que o usuário se posicionar na área, linha ou coluna nomeada. Um nome definido em uma fórmula pode facilitar a compreensão do objetivo da fórmula. Por exemplo, a fórmula =SOMA(PrimeiroTrimestreVendas) talvez seja mais fácil de identificar do que =SOMA(C20:C30). Os nomes estão disponíveis em qualquer planilha. Por exemplo, se o nome VendasProjetadas referirse ao intervalo A20:A30 na primeira planilha de uma pasta de trabalho, você poderá usar o nome VendasProjetadas em qualquer outra planilha da mesma pasta de trabalho para referir-se ao intervalo A20:A30 na primeira planilha. Os nomes também podem ser usados para representar fórmulas ou valores que não se alteram (constantes). Por exemplo, você pode usar o nome ImpostoVendas para representar o valor do imposto sobre vendas (como 6,2 por cento) aplicado às transações de vendas. Você também pode vincular a um nome definido em outra pasta de trabalho ou definir um nome que se refira a células em outra pasta de trabalho. Por exemplo, a fórmula =SOMA(Vendas.xls!VendasProjetadas) refere-se ao intervalo nomeado VendasProjetadas na pasta de trabalho chamada Vendas. Para criação dos nomes, devemos seguir algumas regras que são:  Quais são os caracteres permitidos? O primeiro caractere de um nome deve ser uma letra ou um sublinhado. Os demais caracteres no nome podem ser letras, números, pontos e sublinhado. 171
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Nomes podem ser referências de células? Os nomes não podem ser iguais a uma referência de célula, como Z$100 ou L1C1.  É possível usar mais de uma palavra? Sim, mas espaços não são permitidos. Os caracteres de sublinhado e os pontos podem ser usados como separadores de palavras — por exemplo, Imposto_Vendas ou Primeiro.Trimestre.  Quantos caracteres podem ser usados? Os nomes podem conter até 255 caracteres. Porém, se um nome definido para um intervalo contiver mais de 253 caracteres, você não poderá selecioná-lo na caixa Nome.  Os nomes diferenciam maiúsculas de minúsculas? Os nomes podem conter letras maiúsculas e minúsculas. O Microsoft Excel não faz distinção entre caracteres maiúsculos e minúsculos em nomes. Por exemplo, se você tinha criado o nome Vendas e, em seguida, criou outro nome chamado VENDAS na mesma pasta de trabalho, o segundo nome substituirá o primeiro. OBS: Por padrão, os nomes usam referências absolutas de célula. O Excel não reconhece rótulos em fórmulas. Para usar rótulos em fórmulas, clique em no menu “FerramentasOpção” e, em seguida, clique na guia ―Cálculo‖. Nas opções de ―Pasta de trabalho‖, marque a caixa de seleção ―Aceitar rótulos em fórmulas‖. . Comentários: É um recurso oferecido pelo Excel para permitir ao usuário a colocação de comentários em partes da planilha, de modo a explicar ou chamar a atenção para determinados pontos.  Imagem: Mesma função do Word (antigo menu ―Figuras‖)  Diagrama: Permite a inserção de diagramas variados na sua planilha.  Objeto: Permite a inserção, na sua planilha, de objetos feitos em outros programas.  Hiperlinks : Permite a criação de hiperlinks nas suas planilhas. O atalho pelo teclado é a combinação de teclas CTRL + K. e) Menu Formatar  Células: Oferece ao usuário diversos recursos para a alteração do formato dos dados contidos nas células. Os comandos de formatos de células modificam apenas a visualização das células, não alternando de forma alguma o seu conteúdo real. Assim esse comando é chamado de ―máscara de células‖. Estas máscaras atendem a todas as necessidades do usuário. Para exibir as opções de formatação de uma planilha, basta selecionar a área a ser formatada e fazer a opção pelo comando ―FormatarCélulas‖. A caixa de diálogos aparece com várias guias para a sua escolha. Cada guia permite uma ou mais opções de formatação. 172
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Guia número Nesta guia dos números de um formatos numéricos ―Categorias‖. As opções mais comuns de encontram-se na barra de botões: ―Estilo de moeda‖ ―Estilo de porcentagem‖ ―Separador de milhares‖ ―Aumentar casas decimais‖ ―Diminuir casas decimais‖ altera-se a apresentação intervalo selecionado. Os disponíveis estão na lista formatação desta guia formatação através dos Porém, além de todos os formatos oferecidos pelo Excel, o usuário ainda criar os seus próprios formatos personalizados, mas, para isso, deve seguir algumas regras básicas: Exibir tanto texto quanto números: Para exibir tanto texto quanto números em uma célula, coloque os caracteres de texto entre aspas (" ") ou preceda um único caractere com uma barra invertida (). Inclua os caracteres na seção apropriada dos códigos de formato. Por exemplo, digite o formato $0,00" Crédito";$-0,00" Débito" para exibir uma quantia positiva como "$125,74 Crédito" e uma quantia negativa como "$-125,74 Débito". Estes caracteres são exibidos sem o uso de aspas: $ - + / ( ) : ! ^ & ' (apóstrofo à esquerda) ' (apóstrofo à direita) ~ { } = < > e o caractere de espaço. Incluir uma seção para entrada de texto: Se incluída, uma seção de texto é sempre a última seção do formato de número. Inclua um sinal de arroba (@) na seção em que você deseja exibir qualquer texto inserido na célula. Se o caractere @ for omitido na seção de texto, o texto inserido não será exibido. Se você desejar exibir sempre os caracteres de texto específicos com o texto inserido, coloque o texto adicional entre aspas (" ") — por exemplo, "receita bruta de "@ Se o formato não incluir uma seção de texto, o texto que você inserir não será afetado pelo formato. Adicionar espaço: Para criar um espaço da largura de um caractere em um formato de número, inclua um sublinhado (_) seguido de um caractere. Por exemplo, quando você coloca um parêntese esquerdo depois de um sublinhado (_)), os números positivos são alinhados corretamente com os números negativos colocados entre parênteses. Repetir caracteres: Para repetir o próximo caractere no formato para preencher a largura da coluna, inclua um asterisco (*) no formato do número. Por exemplo, digite 0*- para incluir traços suficientes após um número para preencher a célula. Casas decimais e dígitos significativos:Para formatar frações ou números com vírgulas decimais, inclua os espaços reservados do dígito seguinte em uma seção. Se um número tiver mais dígitos à direita da vírgula decimal do que o número de espaços reservados no formato, o número será arredondado para tantas casas decimais quanto o número de espaços reservados. Se houver mais dígitos à esquerda da vírgula decimal do que o número de espaços reservados, os dígitos extras serão exibidos. Se o formato contiver apenas sinais numéricos (#) à esquerda da vírgula decimal, os números inferiores a um começarão com uma vírgula decimal.   # exibe apenas os dígitos significativos e não exibe zeros não significativos. 0 (zero) exibirá zeros não significativos se um número tiver menos dígitos do que o número de zeros no formato. 173
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  ? adiciona espaços para zeros não significativos nos dois lados da vírgula decimal, para que as vírgulas decimais fiquem alinhadas quando formatadas com uma fonte de tamanho fixo, como a Courier New. Além disso, use ? para frações que tenham números de dígitos variáveis. Para exibir 1234,59 como 1234,6 8,9 como 8,900 0,631 como 0,6 12 como 12,0 e 1234,568 como 1234,57 44,398, 102,65 e 2,8 com vírgulas decimais alinhadas 5,25 como 5 1/4 e 5,3 como 5 3/10, com símbolos de divisão alinhados Use este código ####,# #,000 0,# #,0# ???,??? # ???/??? Separador de milhar: Para exibir um ponto como separador de milhar ou colocar um número em escala por um múltiplo de um mil, inclua um ponto no formato do número. Para exibir 12000 como 12.000 12000 como 12 12200000 como 12,2 Use este código #.### #. 0,0;; Cor: Para definir a cor de uma seção do formato, digite o nome de uma das oito cores a seguir entre colchetes na seção. O código de cor deve ser o primeiro item da seção. [Preto] [Ciano] [Magenta] [Branco] [Azul] [Verde] [Vermelho] [Amarelo] Condições : Para definir os formatos de número que serão aplicados apenas se um número atender a uma condição especificada, inclua a condição entre colchetes. A condição consiste em um operador de comparação e um valor. Por exemplo, o formato a seguir exibe números menores ou iguais a 100 em uma fonte vermelha e números maiores que 100 em uma fonte azul. [Vermelho][<=100];[Azul][>100] Para aplicar formatações condicionais a células — como sombreado colorido dependendo do valor de uma célula — use o comando Formatação condicional no menu Formatar. Símbolos de moeda: Para inserir um dos símbolos de moeda abaixo em um formato de número, ative a tecla NUM LOCK e use o teclado numérico para inserir o código ANSI do símbolo. 174
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para inserir ¢ £ ¥ Mantenha pressionada a tecla ALT e digite este código 0162 0163 0165 0128 Observação: Os formatos personalizados são salvos com a pasta de trabalho. Para que o Microsoft Excel sempre use um símbolo de moeda específico, altere o símbolo de moeda selecionado em Configurações Regionais no Painel de Controle antes de iniciar o Excel. Porcentagem: Para exibir números como uma porcentagem, inclua o sinal de porcentagem (%) no formato do número. Por exemplo, um número como 0,08 aparece como 8%; 2,8 aparece como 280%. Notação científica: Para exibir números em formato científico, use os códigos exponenciais "E-", "E+", "e-" ou "e+" em uma seção. Se um formato contiver um zero (0) ou um sinal numérico (# ) à direita de um código exponencial, o Excel exibirá o número em formato científico e inserirá um "E" ou "e". O número de zeros ou de sinais numéricos à direita de um código determinará o número de dígitos no expoente. "E-" ou "e-" coloca um sinal de menos ao lado dos expoentes negativos. "E+" ou "e+" coloca um sinal de menos ao lado dos expoentes negativos e um sinal de mais ao lado dos expoentes positivos. Dias, meses e anos: Se você usar "m" logo após o código "h" ou "hh" ou logo antes do código "ss", o Microsoft Excel exibirá minutos em vez do mês. Para exibir Meses como 1–12 Meses como 01–12 Meses como jan–dez Meses como janeiro–dezembro Meses como a primeira letra do mês Dias como 1–31 Dias como 01–31 Dias como dom–sáb Dias como domingo–sábado Anos como 00–99 Anos como 1900–9999 Use este código m mm mmm mmmm mmmmm d dd ddd dddd aa aaaa Horas, minutos e segundos 175
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para exibir Horas como 0–23 Horas como 00–23 Minutos como 0–59 Minutos como 00–59 Segundos como 0–59 Segundos como 00–59 Horas como 4 AM Hora como 4:36 PM Hora como 4:36:03 P Tempo transcorrido em horas; por exemplo, 25:02 Tempo transcorrido em minutos; por exemplo, 63:46 Tempo transcorrido em segundos Frações de um segundo Use este código H hh m mm s ss h AM/PM h:mm AM/PM h:mm:ss A/P [h]:mm [mm]:ss [ss] h:mm:ss,00 AM e PM: Se o formato contiver AM ou PM, a hora será baseada no relógio de 12 horas, onde "AM" ou "A" indica horas de meia-noite até meio-dia e "PM" ou "P" indica horas de meio-dia até meia-noite. Caso contrário, a hora será baseada no relógio de 24 horas. O código "m" ou "mm" deve aparecer logo após o código "h" ou "hh" ou logo antes do código "ss". Do contrário, o Microsoft Excel exibirá o mês em vez de minutos.  Guia alinhamento: Permite escolher como o dados serão alinhados. Quando esta guia for escolhida, a caixa de diálogo ―Formatar células‖ irá exibir:  Alinhamento de texto: Horizontal: define o tempo de alinhamento (geral, esquerda, centro, direita, preencher, justificar, centralizar seleção) ao longo da célula. Vertical: define o tipo de alinhamento (superior, ao centro, interior justificar) relacionado à altura da célula. Centro: Centraliza o texto na célula Centralizar seleção: Centraliza o texto com relação as colunas previamente selecionadas.  Controle de texto: Retorno automático de texto: quando o texto digitado é maior que o padrão da coluna, automaticamente ele é dividido em duas ou mais linhas dentro da célula. Reduzir para ajustar: se o texto digitado for maior que o tamanho da coluna, o Excel deixa a letra com o tamanho 176
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia necessário para que caiba na célula. Mesclar células: as células que estão selecionadas são combinadas em uma só  Orientação: define o grau de orientação do texto. Na seção ―Orientação‖ é possível escolher um ângulo de rotação no qual o conteúdo da célula selecionada aceitará. Clique na figura de orientação para escolher visualmente um ângulo ou digite na caixa ―Graus‖. As opções mais comuns desta guia encontram-se na barra de formatação, através dos botões: ―Alinhamento à esquerda‖ ―Alinhamento à direita‖ ―Centralizar‖ Guia fonte: Aplicando estilos como negrito e itálico, e mudando os tipos e tamanhos dos caracteres, você pode criar planilhas e relatórios de aparência profissional. A guia ―Fonte‖ proporciona um controle completo sobre os formatos de caractere, incluindo cores. Fonte: são as formas de letras disponíveis para o tipo da impressora configurada como padrão. Tamanho: são os tamanhos de letras disponíveis para a fonte selecionada. Estilo da fonte: define letra normal, negrito, itálico. Efeito Tachado: define letras com um traço no centro. Ex: Luxo Efeito Sobrescrito: define letras sobrescritas, ou seja, um pouco elevada do alinhamento vertical normal. Ex: 4000 m2 Efeito Subscrito: define letras subscritas, ou seja, um pouco abaixo do alinhamento vertical normal. Ex: H2O. Cor: define cor da letra a partir de uma lista de cores pré-definidas. As opções mais comuns desta guia encontram-se na barra de formatação, através dos botões: ―Fonte‖ ―Tamanho da fonte‖, ―Negrito‖ ―Itálico‖ ―Sublinhado‖.  Guia bordas: Com guia bordas, podemos colocar bordas em nossas planilhas, célula a célula ou em um intervalo de células. Para tanto, marque a região desejada e escolha em ―Borda‖, uma borda de contorno, Esquerda, Direita, Superior e/ou Inferior. Em ―Estilo‖ escolha o tipo da linha que irá compor a borda. E em ―Cor‖, selecione a cor desejada. Para aplicar bordas rapidamente use o botão ―Bordas‖ da barra de ferramentas. 177
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Guia padrões: Formata padrões, determina a cor do fundo e sombreamento das células.  Guia proteção: Permite que o usuário possa travar e ocultar as células das planilhas. Essas opções só terão efeito se a planilha for anteriormente protegida. Linha: Esse menu permite que o usuário manipule suas linhas, alterando a altura delas, ocultandoas ou reexibindo-as, quando julgar necessário. Altura: Uma outra característica comum da célula é a altura, que define o espaçamento vertical do conteúdo armazenado. Na verdade quando é definida uma altura para a célula é aceito para a linha inteira. Você também pode alterar a altura das linhas em uma planilha. Selecione as linhas cuja altura você deseja ajustar. Arraste a borda em baixo do título da linha até que a linha fique da altura desejada. Você pode também usar comando do menu ―FormatarLinha‖ e depois a opção ―Altura‖. Mude o número na caixa ―Altura da linha‖ Se a planilha estiver protegida, essa opção pode não estar disponível. AutoAjuste: Ajusta a altura da linha para o mínimo necessário para a exibição da célula mais alta na seleção. Se você alterar o conteúdo da célula o ajuste não é feito automaticamente, é necessário que a seleção seja ajustada novamente. Se a planilha estiver protegida, essa opção pode não estar disponível. Ocultar: Oculta as linhas selecionadas Reexibir: Reexibe as linhas que foram ocultadas anteriormente.  Coluna: Esse menu permite que o usuário manipule suas colunas, alterando a largura delas, ocultando-as ou reexibindo-as, quando julgar necessário. Largura: Eventualmente seus dados podem não caber dentro da largura padrão de colunas. Isso acontece quando você trabalha com rótulos longos, com fontes de tamanhos grandes ou com dados cujo novo formato é maior que a largura da coluna. Para alterar a largura de uma coluna, selecione as colunas cujas larguras você deseja ajustar, arraste a borda à direita do título da coluna até que a coluna fique da largura desejada. ( Ver figura acima) Você pode também usar comando do menu ―FormatarColunaLargura‖. Mude o número na caixa ―Largura da coluna‖. Se a planilha estiver protegida, essa opção não ficará disponível. 178
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia AutoAjuste da seleção: Uma outra forma de realizar um ajuste perfeito da largura da coluna é escolher o comando ―FormatarAutoAjuste da seleçãoColuna‖ ou dar um clique duplo sobre a linha à direita do cabeçalho da coluna. Se a planilha estiver protegida, essa opção não ficará disponível. Ocultar: Oculta as colunas selecionadas Reexibir: Reexibe as colunas que foram ocultadas anteriormente Largura Padrão: altera a largura padrão das colunas em uma planilha. Se a planilha estiver protegida, essa opção não ficará disponível.  Planilha: Esse menu permite que o usuário manipule suas planilhas, renomeando-as, ocultando-as ou reexibindo-as, e configurando um segundo plano quando julgar necessário. Renomear: permite alterar o nome das planilhas. Uma outra forma de fazer essa operação é clicando com o botão direito do mouse sobre a guia da planilha e selecionando a opção ―Renomear‖. Ocultar: Ocultas planilhas selecionadas. Reexibir: Reexibe as planilhas que foram ocultadas anteriormente. Segundo plano: Insere uma imagem gráfica lado a lado no segundo plano da planilha, com base na figura selecionada.  Autoformatação: Rapidamente você pode modificar a aparência de sua planilha usando recurso de AutoFormatação que permite você aplicar um formato automático em um intervalo de células, a partir de uma lista de formatos pré-definidos. Se apenas uma célula for selecionada, o Excel selecionará automaticamente o intervalo de células rodeado por células em branco e aplicará a autoformatação todo o intervalo. Se a área selecionada for parte de uma Tabela dinâmica, a tabela inteira, exceto os campos de páginas, será selecionada automaticamente e formatada. Este comando não estará disponível se a planilha estiver protegida.  Formatação Condicional: A formatação condicional tem por propósito realçar os resultados de fórmulas ou outros valores de células que o usuário deseja monitorar, permitindo-lhe identificar de maneira mais clara (destacada) as células. Assim, por exemplo, suponha que uma célula contenha uma fórmula que calcula a variância entre as vendas previstas e as vendas reais. O Microsoft Excel pode aplicar um sombreado verde à célula, se as vendas ultrapassarem a previsão, e um sombreado vermelho, se ficarem abaixo da previsão. Se o valor da célula alterar e não mais atender à condição 179
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia especificada, O Microsoft Excel removerá temporariamente as formatações realçando a condição em questão. Os formatos condicionais continuam aplicados à célula até que você os remova, mesmo que nenhuma das condições seja atendida e os formatos condicionais das células não sejam exibidos. Aplicação de formatos condicionais às células Selecione as células que você deseja formatar. Clique em ―FormatarFormatação condicional‖. Para usar valores nas células selecionadas como os critérios de formatação, clique em ―O valor da célula é‖, escolha a frase de comparação e, em seguida, digite um valor na caixa adequada. Você pode inserir um valor de constante ou uma fórmula; inclua um sinal de igual (=) antes da fórmula. Para avaliar dados ou uma condição que não seja os valores nas células selecionadas, use uma fórmula com critério de formatação. Clique em ―a fórmula é na caixa à esquerda‖ e, em seguida, insira a fórmula na caixa à direita. A fórmula deve avaliar um valor lógico, VERDADEIRO ou FALSO. Após definir o critério de formatação, clique no botão ―Formatar‖ e selecione o estilo da fonte, a cor da fonte, sublinhado, bordas, sombreamento ou padrões que você deseja aplicar. O Microsoft Excel aplicará os formatos selecionados somente se o valor da célula atender à condição ou se a fórmula retornar um valor VERDADEIRO. Para incluir outra condição, clique no botão ―Adicionar‖ e, em seguida, repita as etapas anteriores. Obs.: Em uma pasta de trabalho compartilhada, os formatos condicionais aplicados antes do compartilhamento da pasta de trabalho continuam em vigor; entretanto, você não poderá modificar os formatos condicionais já existentes ou aplicar novos formatos. Os formatos condicionais podem ser aplicados em Tabelas dinâmicas, mas da próxima vez que a Tabela dinâmica for atualizada ou o seu formato for alterado, a formatação será limpa. Você pode especificar até três condições.  Estilo: Mesma função do Word f) Menu Ferramentas  Verificar Ortografia: Quando você verifica a ortografia, o Microsoft Excel verifica toda a planilha ativa, incluindo os valores de células, comentários de células, gráficos incorporados, caixas de texto, botões, cabeçalhos e rodapés. Entretanto, o Excel não verifica planilhas protegidas, fórmulas ou texto resultante de uma fórmula. Se a barra de fórmulas estiver ativa durante a verificação ortográfica, o Excel verificará somente o conteúdo da barra de fórmulas. Se você tiver selecionado um intervalo, somente esse intervalo será verificado.  Compartilhar Pasta de Trabalho: É muito comum, principalmente em grandes organizações, que em uma pasta sejam lançados, números que compõem um grande e único controle, mas que provêem de diversos setores e departamentos. Noutras palavras, são múltiplas e distintas as fontes de alimentação de uma mesma pasta da planilha, cada departamento lançando há seu tempo os seus dados. 180
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Na guia ―Avançadas‖ o usuário deve configurar como o compartilhamento dos dados será realizado, preparando o arquivo para a mesclagem posterior. Para mesclar as alterações de uma pasta de trabalho em outra pasta de trabalho, as duas pastas de trabalho devem atender às seguintes exigências: 1. Ambas as pastas de trabalho devem ser cópias da mesma pasta de trabalho. 2. Cada cópia deve ter um nome de arquivo diferente. 3. As pastas de trabalho não devem ter a mesma senha. 4. A pasta de trabalho a partir da qual as cópias foram originalmente criadas deve ter sido uma pasta de trabalho compartilhada. 5. Quando as cópias foram feitas, o histórico de alterações deve ter sido ativado. 6. No momento em que você mescla as cópias, o histórico de alterações deve ser mantido em ambas as cópias ao menos pela quantidade de dias transcorridos desde que as cópias foram originalmente feitas. Por exemplo, se o histórico de Alterações está sendo mantido ns pastas de trabalho por 30 dias e as cópias foram feitas há 45 dias, você não pode mais mesclar as pastas de trabalho. Quando ativa o histórico de alterações, mas não tem certeza da data em que você mesclará as pastas de trabalho, você pode preservar o histórico de alterações definindo um grande número de dias para mantê-lo, até no máximo 32767 dias.  Controlar alterações: Permite o controle das alterações feitas por usuários diferentes. Seria um gerenciamento do compartilhamento das pastas de trabalho.  Realçar alterações: Realça todas as alterações feitas no conteúdo das células de uma pasta de trabalho compartilhada, incluindo o conteúdo movido e colado e as linhas e colunas inseridas ou excluídas. Esse controle é feito através da utilização da planilha histórico, que mostra todas as alterações feitas em uma pasta de trabalho. Para acessar o histórico, o usuário deve: 1. Clicar no menu ―FerramentasControlar alteraçõesRealçar alterações‖. 2. Certifique-se de que a caixa de seleção ―Controlar alterações ao editar‖ tenha sido marcada. Esta caixa de seleção ativa o compartilhamento da pasta de trabalho e o histórico de alterações. 3. Marque a caixa de seleção ―Quando‖ e clique em ―todas‖. 4. Para exibir as alterações em uma planilha histórico separada, que lhe permita filtrar as informações para localizar as alterações desejadas, marque a caixa de seleção ―Listar alterações em uma nova planilha‖; para exibir as 181
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia alterações realçadas na planilha e exibir os detalhes quando você colocar o ponteiro sobre uma célula alterada, marque a caixa de seleção ―Realçar alterações na tela‖. 5. Clique em OK e, se for solicitado, salve a pasta de trabalho. OBS.: 1. A caixa de seleção ―Listar alterações‖ em uma nova planilha só estará disponível depois que a pasta de trabalho for salva quando a caixa de seleção ―Controlar alterações ao editar‖ estiver marcada. 2. Se você salvar a pasta de trabalho, o Microsoft Excel removerá a planilha histórico. Para reexibir a planilha histórico depois de salvar, será necessário repetir este procedimento. 3. Se você listar as alterações em uma nova planilha, poderá procurar tipos específicos de alterações, filtrando a lista. Na planilha histórico, clique na seta posicionada à direita do rótulo de uma coluna que contenha informações que você deseja pesquisar e escolha o tipo de dado que você deseja exibir nesta coluna. Você pode refinar sua pesquisa filtrando outras colunas. 4. O Microsoft Excel não atualiza automaticamente a planilha histórico. Para atualizá-la, de modo a incluir as alterações feitas e salvas desde a última exibição da planilha, salve a pasta  Aceitar ou e repita as etapas 1 a 3 para reexibir a planilha histórico. as alterações controladas de trabalho Rejeitar alterações: Permite ao usuário a localização de todas em uma planilha, para que ele possa revisar, aceitar ou rejeitar a efetivação da alteração. Como muitos serão os usuários com acesso à pasta, será necessário fazer uma revisão dos lançamentos de informações, para uma final alteração da pasta, incorporando tais informações. Para fazer a revisão e a incorporação das alterações de uma mesma planilha compartilhada devemos: 1. Vá ao menu ―FerramentasControlar alterações‖ e depois clique em ―Aceitar ou rejeitar alterações‖ 2. Se for solicitado que você salve a pasta de trabalho, clique em OK. 3. Selecione as alterações que serão revisadas. 4. Para revisar as alterações feitas por outro usuário, marque a caixa de seleção ―Autor‖ e clique no usuário. 5. Para revisar as alterações feitas por todos os usuários, desmarque a caixa de seleção ―Autor‖. 6. Para revisar as alterações introduzidas em um a área específica de uma planilha, marque a caixa de seleção ―Onde‖ e insira uma referência para área. 7. Para revisar as alterações da pasta de trabalho inteira, desmarque a caixa de seleção ―Onde‖. 8. Clique em OK e leia as informações sobre a primeira alteração na caixa de diálogo ―Aceitar ou rejeitar alterações‖. As informações também descrevem quaisquer alterações dependentes, que serão afetadas ela ação que você tomar para esta alteração. Talvez você precise usar as setas de rolagem para ver informações adicionais. 9. Para aceitar a alteração e limpar realce da alteração, clique em ―Aceitar‖. 10. Para desfazer a alteração na planilha, clique em ―Rejeitar‖. 11. Se for solicitado que você selecione um valor para uma célula, clique no valor desejado e depois clique em ―Aceitar‖. 12. Repita as etapas 4 e 5 para cada alteração, ou clique em ―Aceitar todas‖ ou em ―Rejeitar todas‖, para aceitar ou rejeitar todas as demais alterações. Você deverá aceitar ou rejeitar uma informação antes de avançar para a alteração seguinte. 182
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS.: Você pode exibir informações sobre as alterações rejeitadas, incluindo todos os dados excluídos. Na planilha histórico, as alterações rejeitadas exibem ―Desfazer‖ ou ―Resultado da ação rejeitada‖ na coluna tipo da ação.  Comparar e mesclar pastas de trabalho: Aqui o usuário pode fazer a mesclagem manual de pastas de trabalho. Se o Microsoft Excel não puder mesclar as duas pastas de trabalho, você pode incorporar manualmente as informações de uma pasta de trabalho em outra, copiando e colando as informações de uma pasta em outra. E, se ocorrer de compartilhar as pastas de trabalho, mesclando informações, mas não encontrar as alterações feitas, o assistente faz a seguinte orientação: Quando você mescla duas pastas de trabalho, as alterações na pasta de trabalho que você selecionar para serem mescladas substituirão quaisquer alterações em conflito na pasta de trabalho a partir da qual você iniciou a operação de mesclagem. Se você seleciona mais de uma pasta de trabalho para mesclar em uma única operação, as pastas de trabalho são mescladas na ordem em que aparecem na caixa de diálogo ―Selecionar arquivos a mesclar na pasta de trabalho atual‖. As alterações de cada pasta de trabalho mesclada sucessivamente substituirão as alterações anteriormente mescladas.  Proteger: O Microsoft Excel fornece diversas camadas de proteção para controlar quem pode acessar e alterar seus dados do Excel. Proteger Planilhas  Você pode proteger elementos em uma planilha — como células com fórmulas — do acesso de todos os usuários ou pode conceder acesso a usuários individuais nos intervalos especificados. Você pode evitar que usuários insiram, excluam, formatem linhas e colunas, alterem o conteúdo de células bloqueadas e movam o cursor para células bloqueadas ou não. Por padrão, todas as células em uma planilha estão bloqueadas. Antes de proteger uma planilha, você pode desbloquear células nas quais deseja que os usuários insiram e alterem dados, de duas maneiras. Para desbloquear células para todos os usuários, você pode usar a guia ―Proteção” na caixa de diálogo ―Formatar células”. Para desbloquear células para usuários específicos, você pode usar a caixa de diálogo “Permitir que os usuários editem intervalos”. Os intervalos especificados nesta caixa de diálogo e que não têm uma senha também serão desbloqueados para todos os usuários. As células que você deixar bloqueadas ficam protegidas somente após ter protegido a planilha. Outros recursos e elementos de planilha aos quais você pode restringir o acesso de todos os usuários são hiperlinks, classificação, AutoFiltro, relatórios de tabela dinâmica, objetos gráficos e cenários. Estas proteções são aplicadas a todos os usuários e à planilha inteira, e não a usuários individuais ou intervalos de dados. Para planilhas de gráfico, você pode proteger o conteúdo do gráfico contra alterações e pode proteger quaisquer objetos gráficos na folha, como caixas de texto, evitando sua alteração ou exclusão. Uma planilha de gráfico protegida continua a ser atualizada sempre que os dados de origem do gráfico forem alterados. 183
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Permitir que os usuários editem intervalos  Se tiver o sistema operacional Windows 2000 ou XP, você poderá permitir que usuários específicos editem células ou intervalos específicos. Os usuários aos quais você concede acesso podem editar células mesmo que elas estejam bloqueadas. As restrições de acesso são efetuadas somente após você ter protegido a planilha. Os usuários especificados na caixa de diálogo Permissões para intervalo podem editar automaticamente o intervalo sem digitar a senha. Outros usuários são solicitados a fornecer a senha, e os usuários que digitam a senha podem editar o intervalo. Se uma célula pertence a mais de um intervalo, os usuários que têm autorização para editar qualquer um dos intervalos podem editar a célula. Se um usuário tentar editar múltiplas células simultaneamente e tiver autorização para editar algumas, mas não todas as células, ele será solicitado a selecionar e editar as células uma de cada vez. Proteger Pasta de Trabalho  Você pode aplicar proteção a elementos da pasta de trabalho e pode proteger um arquivo da pasta de trabalho evitando a sua exibição ou alteração. Se uma pasta de trabalho estiver compartilhada, você poderá protegê-la para evitar seu retorno para uso exclusivo e evitar que o histórico de alterações seja excluído. Você pode evitar que usuários adicionem ou excluam planilhas ou exibam planilhas ocultas. Também pode evitar que usuários alterem os tamanhos ou as posições das janelas configuradas para exibir uma pasta de trabalho. Essas proteções se aplicam à pasta de trabalho inteira. Para ocultar uma pasta de trabalho inteira de forma que os usuários não possam vê-la, mas possam ter acesso ao conteúdo, como as macros, use o comando Ocultar no menu Janela e salve as alterações feitas na pasta de trabalho oculta. Proteger e Compartilhar pasta de trabalho  Você pode proteger uma pasta de trabalho compartilhada de forma que os usuários não possam retorná-la para uso exclusivo ou excluir o log de histórico de alterações. Se você deseja exigir uma senha para remover este tipo de proteção, aplique a proteção antes de compartilhar a pasta de trabalho. A aplicação da proteção ativa automaticamente o compartilhamento. Desproteger estes recursos desativa o compartilhamento e exclui todo o histórico de alterações salvo. Como alternativa, você pode proteger o compartilhamento e o histórico de alterações sem uma senha. Além disso, pode aplicar essa proteção quando uma pasta de trabalho já está compartilhada, pois a desproteção não desativará o compartilhamento ou não excluirá o histórico de alterações. OBS.: Os recursos do Microsoft Excel relacionados a ocultar dados e proteger planilhas e pastas de trabalho com senhas não pretendem ser mecanismos para proteger dados ou informações confidenciais no Excel. Você pode usar esses recursos para apresentar informações mais claramente, ocultando dados ou fórmulas que possam confundir alguns usuários. Esses recursos também ajudam a evitar que outros usuários façam alterações nos dados involuntariamente. O Excel não criptografa dados ocultos ou bloqueados em uma pasta de trabalho. Se houver tempo suficiente, os usuários podem obter e modificar todos os dados em uma pasta de trabalho, desde que tenham acesso a eles. Para ajudar a evitar a modificação de dados e para ajudar a proteger informações confidenciais, limite o acesso aos arquivos do Excel que contenham essas informações, armazenando-os em locais disponíveis somente a usuários autorizados. Colaboração on-line: Permite criar uma reunião on-line. Para isso emite convite para outros participantes. 184
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Atingir metas: Como o próprio nome sugere, esse recurso ajuda a analisar uma situação para chegar a algum fim. Imagine que uma empresa teve um lucro de R$1000,00, mas gostaria de ter tido um lucro de R$ 1200,00. Atingir meta ajudará a saber quanto essa empresa deverá ter de aumento em suas vendas ou de diminuição em seu gastos para atingir o lucro desejado. Na caixa ―Definir célula‖ determina-se a célula na qual o objetivo se concentra. No exemplo acima, seria a célula onde está digitado o lucro. Na caixa ―Para Valor‖ determina-se o valor que se almeja atingir. Na caixa ―Alternando célula‖ determina-se qual a célula ou o conjunto de células que sofrerão alterações para que o objetivo seja atingido. Ao clicar no botão ―OK‖, os valores da planilha serão alterados de maneira tal que o lucro desejado seja alcançado.  Cenários: É uma ferramenta disponibilizada pelo Excel para facilitar a calcular resultados baseados em hipóteses de valores. O que o cenário faz é guardar informações hipotéticas de valores para que o usuário possa analisar melhor a conjuntura representada na planilha. O botão ―Adicionar” cria novos cenários. Na tela seguinte digite os intervalos de células que seriam alterados de acordo com as projeções desejadas no cenário. E clique no botão ―OK‖. Para visualizar as projeções, clique no botão ―Mostrar‖. Para exibir as projeções em uma planinha, clique no botão ―Resumir‖, selecione a opção ―Resumo do cenário‖. Para fazer mesclagem entre vários cenários utilize o botão ―Mesclar‖.  Auditoria: Permite rastrear uma fórmula e os possíveis motivos de erros. Rastrear precedentes  Rastrear as células que fornecem dados a uma fórmula (precedentes) Selecione a célula que contém a fórmula para a qual você deseja localizar as células precedentes. Para exibir uma seta rastreadora para cada célula que fornece dados diretamente para a célula ativa, clique no menu “FerramentasAuditoria de FórmulasRastrear Dependentes” Para identificar o próximo nível de células que fornecem dados para a célula ativa, clique em “Rastrear precedentes” novamente. Para remover um nível de setas rastreadoras de cada vez, iniciando na célula precedente mais distante da célula ativa, clique em “Remover setas precedentes”. Para remover outro nível de setas rastreadoras, clique no botão novamente. Rastrear Dependentes  (dependentes) Rastrear as fórmulas que fazem referência a uma determinada célula 185
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Selecione a célula para a qual você deseja identificar as células dependentes. Para exibir uma seta rastreadora para cada célula dependente da célula ativa, clique no menu ―FerramentasAuditoria de Fórmulas Rastrear dependentes‖. Para identificar o próximo nível de células que dependem da célula ativa, clique em “Rastrear dependentes” novamente. Para remover um nível de setas rastreadoras de cada vez, iniciando na célula dependente mais distante da célula ativa, clique em ―Remover setas dependentes”. Para remover outro nível de setas rastreadoras, clique no botão novamente. Remover todas as setas  Para remover todas as setas rastreadoras na planilha, clique no menu “FerramentasAuditoria de fórmulas Remover todas as setas”. Rastrear Erro  Quando a célula ativa tem um valor de erro, esse menu faz o desenho de setas rastreadoras para a célula ativa e para as setas que causam o valor de erro. Avaliar Fórmulas  Permite o rastreamento e avaliação das fórmulas usadas na célula ativa. Mostrar barra de ferramentas de auditoria  Exibe a barra de ferramentas que trás os botões de atalho para as funções aqui exibidas. OBS.: 1. As setas vermelhas mostram as células que causam erros. Se uma célula em outra planilha ou pasta de trabalho fizer referência à célula selecionada, uma seta preta apontará da célula selecionada para um ícone de planilha . No entanto, a outra pasta de trabalho precisará estar aberta antes que o Microsoft Excel possa rastrear essas dependências. 2. Para ver os precedentes dos argumentos codificados por cor em uma fórmula, selecione uma célula e pressione F2. 3. Para selecionar a célula posicionada na outra extremidade de uma seta, clique duas vezes na seta. Se a célula estiver em outra planilha ou pasta de trabalho, clique duas vezes na seta preta e, em seguida, clique duas vezes na referência desejada na lista Ir para. 4. Para ver em uma célula vazia todas as relações em uma planilha, digite = (sinal de igual) e clique no botão ―Selecionar tudo‖. Selecione a célula e pressione Rastrear  Macro: Mesma função do Word. precedentes duas vezes.  Suplementos: Esse menu especifica os suplementos que ficam disponíveis automaticamente quando o usuário inicializa o Excel. Os programas suplementares adicionam comandos e recursos opcionais ao Excel. Por exemplo, o programa suplementar Ferramentas de análise oferece um conjunto de ferramentas de análise de dados que pode economizar etapas no desenvolvimento de análises estatísticas ou de engenharia complexas. O Excel tem três tipos de programas suplementares: suplementos do Excel, suplementos do modelo de objeto componente (COM) personalizados e suplementos de automação. O usuário pode carregar ou descarregar suplementos que vêm com o Excel, bem como programas suplementares criados por ele.  AutoCorreção: Mesma função do Word. 186
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Personalizar: Permite a personalização das atribuições dos botões das barras de ferramentas, dos comandos dos menus e das teclas de atalho.  Opções: Permite a modificação das definições de programas do Microsoft Office, como por exemplo, a aparência da tela, a impressão, a edição, a ortografia, a impressão, e outras opções. g) Menu Dados  Classificar: Organiza as informações em colunas ou linhas selecionadas, e de acordo com a ordem solicitada (ordem alfabética, numérica ou por data). Ao Classificar, o Excel reordena as linhas, colunas ou células individuais usando a ordem de classificação especificada. Você pode classificar listas em ordem crescente (1 a 9, A a Z) ou decrescente (9 a 1, Z a A), e classificar com base no conteúdo de uma ou mais colunas. O Excel classifica listas, como padrão, alfabeticamente. Se desejar classificar meses e dias da semana de acordo com a ordem do calendário em vez da ordem alfabética, use uma ordem de classificação personalizada, para isso use o Botão ―Opções‖.  Filtrar: É uma maneira rápida e fácil de localizar e trabalhar com um subconjunto de dados em um intervalo. Um intervalo filtrado exibe somente as linhas que atendem aos critérios especificados para uma coluna. Ao contrário da classificação, filtrar não reorganiza um intervalo. Filtrar oculta temporariamente as linhas que você não deseja exibir. Quando o Excel filtra linhas, você pode editar, formatar, incluir em gráficos e imprimir o subconjunto do intervalo sem reorganizá-lo ou movê-lo. O Microsoft Excel fornece dois comandos para filtrar intervalos: AutoFiltro  Inclui filtrar por seleção, para critérios simples. Quando você usa o comando AutoFiltro, setas de AutoFiltro aparecem à direita dos rótulos de coluna no intervalo filtrado. O AutoFiltro personalizado é usado para exibir as linhas que contêm um ou outro valor. Você também pode usar o AutoFiltro personalizado para exibir as linhas que atendem a mais de uma condição para uma coluna; por exemplo, seria possível exibir as linhas que contêm valores em um intervalo específico.  Para exibir todas as linhas clique em ―Tudo‖;  Para exibir todas as linhas que se encontrem dentro dos limites máximo e mínimo especificados por item ou porcentagem, clique em ―10 primeiros‖;  Para aplicar dois valores de critérios dentro da coluna atual ou usar operadores de comparação diferentes de E (operador padrão) clique em ―Personalizar‖  Para exibir somente as linhas que contenham uma célula vazia na coluna clique em ―Vazias‖; 187
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Para exibir somente as linhas que contenham um valor na coluna clique em ―Não vazias‖. As opções ―Vazias‖ e ―Não vazias‖ ficam disponíveis somente se a coluna que você deseja filtrar contiver uma célula em branco. Você pode aplicar até duas condições a uma coluna com o ―AutoFiltro‖. Se você precisar aplicar três ou mais condições a uma coluna, usar valores calculados como critério ou copiar registros para outra localidade, você pode usar ―Filtros Avançados‖. Filtro avançado  Para critérios mais complexos. O comando Filtro Avançado pode filtrar um intervalo no lugar como o comando AutoFiltro, mas ele não exibe listas suspensas relacionadas às colunas. Em vez disso, você digita os critérios pelos quais você filtrar em um intervalo de critérios separado acima do intervalo. Um intervalo de critérios permite a filtragem de critérios mais complexos. Os critérios de filtro avançado podem incluir várias condições aplicadas em uma única coluna, vários critérios aplicados a várias colunas e condições criadas como resultado de uma fórmula.  Formulário: O Microsoft Excel trabalha com diversos tipos de formulários. Você pode utilizar os formulários fornecidos com o Excel para inserir dados em intervalos, listas ou em outros bancos de dados. Também pode criar formulários para imprimi-los ou usá-los online, incluindo formulários abertos no Excel e os formulários colocados em páginas da Web. Para capturar e organizar os dados nos formulários online, você pode usar uma pasta de trabalho do Excel, outro programa ou um banco de dados.  Subtotais: O Microsoft Excel pode calcular automaticamente valores de subtotais e totais gerais em uma lista. Quando você insere subtotais automáticos, o Excel organiza a lista em tópicos para que você possa exibir e ocultar as linhas de detalhes de cada subtotal. Para inserir subtotais, você primeiro classifica a lista para agrupar as linhas das quais deseja calcular o subtotal. Em seguida, você pode calcular subtotais de qualquer coluna que contenha números. Se os dados não estiverem organizados como uma lista ou se você precisar somente de um único total, você poderá usar AutoSoma em vez de subtotais automáticos. Os subtotais são calculados com uma função de resumo, como Soma ou Média. Você pode exibir subtotais em uma lista com mais de um tipo de cálculo de cada vez. O Excel recalcula os valores de subtotal e total geral automaticamente à medida que você edita os dados de detalhe. O usuário pode inserir subtotais para grupos menores dentro de grupos de subtotais existentes. Antes de inserir os subtotais aninhados, certifique-se de classificar a lista por todas as colunas para as quais você deseja valores de subtotais, de forma a agrupar as linhas a serem subtotalizadas. Quando se adiciona subtotais a uma lista, a lista é organizada em tópicos para que se possa ver sua estrutura. Pode-se criar um relatório de resumo clicando nos símbolos de estrutura de tópicos , e para ocultar os detalhes e mostrar somente os totais. Pode-se também criar um gráfico que use somente os dados visíveis em uma lista contendo subtotais. Se você mostrar ou ocultar os detalhes da lista organizada em tópicos, o gráfico também será atualizado para mostrar ou ocultar os dados. 188
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia  Validação: Permite ao usuário definir os dados válidos pra uma célula ou para um conjunto de células, restringindo-se assim a entrada de dados a um tipo específico, como números inteiros, decimais, textos, datas e etc. Também é possível definir limites nas entradas de dados, colocar mensagens de alerta ao se posicionar nas células e mensagens de erros para quando as restrições não forem atendidas.  Tabela: As tabelas de dados fazem parte de um conjunto de comandos algumas vezes chamado de ferramenta de análise hipotética. Uma tabela de dados é um intervalo de células que mostra como a alteração de certos valores nas suas fórmulas afetam os resultados das fórmulas. As tabelas de dados fornecem um atalho para calcular várias versões em uma operação e uma maneira de exibir e comparar os resultados de todas as variações diferentes em sua planilha. As tabelas de dados são recalculadas toda vez que uma planilha é recalculada, mesmo que não haja alteração. Para acelerar o cálculo de uma planilha que contém uma tabela de dados, você pode alterar a opção ―Cálculo‖ para automaticamente recalcular a planilha, mas não as tabelas de dados.  Texto para Colunas: Permite separar o texto de uma célula de uma planilha em colunas, usando o ―Assistente de Conversão de Texto para Coluna‖. Ele ajuda o usuário a especificar como deseja dividir o texto em colunas usando um separador ou delimitador, como tabulações ou vírgulas.  Consolidar: Permite resumir os dados de uma ou mais áreas de origem e os exibe em uma tabela. Para consolidar dados, combine os valores de diversos intervalos de dados. Por exemplo, se tiver uma planilha de valores de despesa de cada um dos escritórios regionais, você poderá usar uma consolidação para combinar esses valores em uma planilha de despesas corporativas. O Excel fornece diversas maneiras de consolidar dados. O método mais flexível é criar fórmulas que fazem referência a células em cada intervalo de dados que você está combinando. As fórmulas que fazem referência a células em várias planilhas são chamadas fórmulas 3D.  Organizar estrutura de Tópicos: O Microsoft Excel pode criar uma estrutura de tópicos para os seus dados e permite que você exiba ou oculte níveis de detalhes com um único clique do mouse. Você pode clicar nos símbolos de estrutura de tópicos, e para exibir rapidamente somente as linhas ou colunas que fornecem resumos ou cabeçalhos das seções da planilha, ou você pode usar os símbolos para ver detalhes sob um resumo ou cabeçalho individual. Os dados a serem organizados em tópicos devem estar em um intervalo, no qual cada coluna possui um rótulo na primeira linha e contém fatos semelhantes. Não existem linhas nem colunas em branco dentro do intervalo. 189
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Antes de organizar em tópicos, talvez você precise classificar os dados para que as linhas possam ser agrupadas juntas. Forneça linhas de resumo, seja acima ou abaixo de cada grupo de linhas de detalhes. Para obter os melhores resultados, as linhas de resumo devem conter fórmulas que se referem a células em cada uma das linhas de detalhes. Se você estiver organizando colunas em tópicos em vez de linhas, verifique se o intervalo possui rótulos na primeira coluna e se há colunas de resumo à esquerda ou à direita da coluna de detalhes. Ocultar detalhe  Em um relatório de tabela dinâmica ou gráfico dinâmico oculta os dados de detalhes exibidos. Em uma planilha com contorno oculta as linhas ou colunas de detalhe referentes a uma linha ou coluna de resumo. Mostrar detalhe  Em um relatório de tabela dinâmica exibe os dados de detalhe, se disponíveis, da célula selecionada. Um relatório de gráfico dinâmico exibe os dados de detalhe, se disponíveis, do campo ou do item selecionado. Uma planilha com contorno, exibe as linhas ou colunas de detalhes oculta referentes a uma linha ou coluna de resumo.  Relatório de tabelas e gráficos dinâmicos: Inicia o assistente da tabela dinâmica. Como o próprio nome sugere, permitem a exibição dos dados de uma tabela de forma bem eficiente e rápida. Elas são usadas para manipular informações muito extensas, seja do próprio Excel ou de algum banco de dados externo. Um relatório de tabela dinâmica é uma tabela interativa que combina e compara rapidamente grandes volumes de dados. Você pode girar as linhas e colunas para ver diferentes resumos dos dados de origem e pode exibir os detalhes de áreas de interesse. Use um relatório de tabela dinâmica quando você desejar analisar totais relacionados, especialmente quando tiver uma longa lista de valores a serem somados e desejar comparar vários fatos sobre cada valor. Como um relatório de tabela dinâmica é interativo, você pode alterar o modo de exibição dos dados para ver mais detalhes ou calcular diferentes resumos, como contagens ou médias. Em um relatório da tabela dinâmica, cada coluna ou campo nos dados de origem se torna um campo de tabela dinâmica que resume várias linhas de informação. Para criar um relatório de tabela dinâmica, execute o ―Assistente da tabela dinâmica e gráfico dinâmico”. No assistente, selecione os dados de origem desejados na lista de planilhas ou banco de dados externo. O assistente, então, fornecerá uma área de planilha para o relatório e uma lista dos campos disponíveis. À medida que você arrasta os campos da janela de lista para as áreas estruturadas em tópicos, o Microsoft Excel resume e calcula o relatório automaticamente. Se estiver usando uma conexão de dados do Office para recuperar dados externos para o relatório, você poderá retornar os dados diretamente para um relatório da tabela dinâmica, sem executar o Assistente da tabela dinâmica e gráfico dinâmico. A conexão de dados do Office é o método recomendado para recuperação de dados externos para os relatórios quando não é necessário combinar dados de mais de uma tabela no banco de dados externo ou filtrar os dados para selecionar registros específicos antes de criar o relatório, bem como para recuperação de dados de bancos de dados OLAP. 190
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Depois de criar um relatório da tabela dinâmica, você pode personalizá-lo para enfocar as informações desejadas: alterar o layout, alterar o formato ou pesquisar para baixo para exibir mais dados detalhados.  Importar Dados Externos: Permite importar e editar dados oriundos de banco de dados ou de outros programas. Ao importar dados, você não precisa digitar novamente os dados que deseja analisar no Microsoft Excel. Você também pode atualizar seus relatórios e resumos do Excel automaticamente a partir do banco de dados original, sempre que o banco de dados for atualizado com novas informações. Importando dados de bancos de dados e arquivos  Você pode importar dados para o Excel da maioria das fontes de dados ao apontar para “DadosImportar dados externosImportar dados‖ e escolher os dados que deseja importar na caixa de diálogo Selecionar fonte de dados. O Assistente para conexão de dados, disponível quando você clica em Nova fonte de dados na caixa de diálogo Selecionar fonte de dados, permite a importação de dados de conexões de dados externos não disponíveis na caixa de diálogo Selecionar fonte de dados. Entre essas fontes, podem estar fontes de dados de banco de dados OLE (inclusive cubos OLAP e servidores do Exchange) e quaisquer fontes de dados fornecidas por um administrador de sistema. Não é possível filtrar ou unir os dados no Assistente para conexão de dados. O método padrão de conexão quando você importa dados usando o Assistente para conexão de dados é através dos provedores de bancos de dados OLE. Os arquivos .odc (conexão de dados do Office) resultantes podem ser abertos para visualização no Internet Explorer e editados no Excel, no Bloco de notas e em outros aplicativos do Microsoft Office se o arquivo não apontar para uma fonte de dados OLAP. Para inserir dados externos no Microsoft Excel, é necessário que você tenha acesso aos dados. Se a fonte de dados externos que você deseja acessar não estiver em seu computador local, talvez seja necessário consultar o administrador do banco de dados para obter uma senha, permissão de usuário ou outras informações de conexão. Importando dados com o Microsoft Query  Na maioria das vezes, você pode importar dados usando o comando Importar dados como descrito na seção acima. Use o Query ou outro programa apenas se precisar executar tarefas especializadas de consulta, como as dispostas a seguir:  Filtrar linhas ou colunas de dados antes que sejam inseridas no Excel.  Criar uma consulta de parâmetros.  Classificar os dados antes de inseri-los no Excel.  Unir várias tabelas.  O Microsoft Query oferece um front end simples que pode ser facilmente acessado no Excel para executar essas tarefas especializadas de consulta. Você pode usar o Query para configurar fontes de dados ODBC para recuperar dados. No Query, você pode usar o Assistente de consulta para criar uma consulta simples ou pode usar critérios avançados 191
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia no Query para criar uma consulta mais complexa. Você pode acessar o Query diretamente do Excel ou pode criar uma consulta a partir do Assistente da tabela dinâmica e gráfico dinâmico. Para importar dados usando o Query, primeiro é necessário instalar o Query. O Query, incluindo o Assistente de consulta, é um recurso opcional do Excel. Em geral, será solicitado que você instale o Query quando você apontar para “DadosImportar dados externoNova consulta a banco de dados”. Depois instale drivers de ODBC. É necessário ter um driver de ODBC para recuperar dados de bancos de dados relacionais, arquivos de texto ou do Excel com o Query. Ao instalar o Query, você terá instalado automaticamente um conjunto de drivers de ODBC. Se você usar um driver diferente daquele instalado com o Query, terá que instalá-lo separadamente. Instale drivers de fonte de dados Importando dados da Web  Você pode importar dados originários de uma página da Web apontando para “DadosImportar Dados ExternosNova Consulta à Web”. É preciso ter acesso à World Wide Web através da intranet da sua empresa ou através de um modem instalado no computador ou na rede. Você também pode fazer uma consulta em códigos-fonte HTML ou XML locais.  Atualizar dados: Permite a atualização de dados oriundos de banco de dados ou de outros programas. h) Menu janela  Nova janela: Abre uma nova janela com o mesmo conteúdo da janela ativa.  Organizar: Permite organizar as janelas abertas lado a lado, na horizontal, na vertical ou em cascata. Ocultar: Oculta a janela da pasta ativa, mas ela permanece aberta.  Reexibir: Reexibe as pastas ocultadas anteriormente. Dividir: Permite dividir a janela em diversos painéis. Permite também definir as linhas e colunas que serão congeladas com o menu abaixo.  Congelar Painéis: Fixa na tela determinadas linhas e colunas, fazendo com elas sejam mantidas sempre visíveis, mesmo que a tela seja rolada. Para desativar, escolha ―Descongelar painéis‖. A janela será automaticamente dividida acima e à esquerda da célula ativa, e os títulos serão congelados. Se a janela for dividida antes que as telas sejam congeladas, as telas serão congeladas em sua posição atual, não na célula ativa. 192
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia NOÇÕES DE LINUX 1. Introdução Como já vimos anteriormente, o Linux é um programa gratuito, bastante semelhante ao Unix. Foi escrito inicialmente por Linus Torvalds do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da internet. Foi primeiramente desenvolvido para PCs baseados em 386/486/Pentium, mas atualmente também roda em computadores Alpha da DEC, Sparcs da SUN, máquinas M68000(semelhantes à Atari e Amiga), MIPS e PowerPCs. É um software robusto e estável. Um excelente Sistema Operacional. Hoje há um grande trabalho no desenvolvimento de interfaces gráficas para o Linux. Elas estão bastante amigáveis e são, na grande maioria, semelhantes ao funcionamento do Windows, o que facilita bastante a migração do usuário. Para concursos, não costuma cair interfaces gráficas, pois as mesmas são proprietárias, mas nesse capítulo estudaremos os principais comandos utilizados e disponibilizados pelo Linux. 2. Características As principais características do Linux, podem ser resumidas em:  É um sistema de código livre, ou seja, não possui código proprietário em seu interior e seu código fonte está livremente disponível para os usuários interessados e suas biblioteca são facilmente compartilhadas;  É um Sistema Operacional multiusuário;  Possui gerenciamento de memória próprio;  Possui suporte a rede TCP/IP;  Oferece multitarefa real e controle de memória virtual;  Oferece suporte às diversas linguagens como: Java, C, C++, Pascal, Delphi, Prolog e outras;  É um Sistema Operacional extrtemamente estável;  Os seus executáveis ―copy-on-write‖ são compartilhados; 3. Estrutura de diretórios: 193
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia No Linux cada diretório guarda arquivos específicos. Tentou-se criar uma padronização para que os diversos desenvolvedores e usuários Linux pudessem usá-la como referência. Ela é chamada de Linux File System Standard (LFSSNTD). Vejamos agora, alguns itens dessa estrutura: / - indica o local no qual são montados outros diretórios. O Kernel do S.O. também fica aqui, ou pelo menos um link para o diretório onde ele está. /lib – diretórios de bibliotecas do sistema. /bin – diretório que armazena comandos essenciais para o administrador do sistema e até mesmo para os usuários comuns. /sbin – diretório que armazena os arquivos binários essenciais do sistema: shutdown, fdisk, reboot, update. /root – diretório opcional para a colocação do root, podendo ser /home/root. /etc – guarda arquivos e diretórios de configuração do computador. /mnt – diretório utilizado para a montagem de sistemas de arquivos temporariamente; / proc – armazena informações sobre os processos, CPU, memórias, e estado do sistema. /home – diretórios de arquivos dos usuários. / tmp – diretório para o armazenamento de arquivos temporários. /usr – dá a possibilidade da montagem de outro sistemas de arquivos, a partir daqui. Pode ser compartilhado e somente de leitura. Dentro desse diretório geralmente encontramos a seguinte estrutura:  /bin  armazena a maioria dos comandos;  /dict  armazena a lista de dicionários;  /doc  armazena a documentação de programas;  /games  armazena jogos e programas educacionais;  /info  armazena informação sobre programas;  /lib  armazena biblioteca dos programas;  /local armazena a hierarquia local;  /src  armazena o código fonte de programas .Geralmente aqui fica a fonte do Kernel. 4. Comandos Comuns de Linux Neste item, estudaremos os comandos mais comuns utilizados no Linux. São comandos básicos e por isso são os mais explorados em concursos. a) date: exibe e permite a modificação da data e da hora do sistema. b) time: determina o tempo utilizado para a conclusão de um determinado processo. c) pwd: exibe o nome do diretório corrente. d) Is: exibe o conteúdo do diretório corrente. Podemos usar também o comando Dir que, na verdade, é um ―alias‖ do comando Is. e) top: exibe a lista de todos os processos executados na máquina naquele momento. Os processos são ordenados decrescentemente pelo tempo de CPU gasto. f) ps: lista todos os processos que estão sendo executados no momento. g) hostnam: exibe o nome da máquina na qual é digitado o comando. h) netconf : renomeia a máquina na qual é digitado o comando. 194
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia i) whoami: exibe o nome do usuário que digitou o comando. j) id username: exibe o nome do usuário que digitou o comando e os grupos de usuários aos quais eles pertecem. l) finger username: exibe informações sobre um determinado usuário especificado no comando. m) last: exibe uma lista com os últimos últimos usuários que se conectaram a rede n) uname-a: exibe informação sobre o servidor. p) free: exibe informação sobre as memória disponíveis. q) cd diretório: muda o diretório corrente para um determinado diretório. Se o usuário digitar só o comando cd significa mudarmos diretamente para a nossa home directory. r) cp diretório de origem diretório de destino: copia dados entre o diretório de origem e o de destino. s) mv diretório de origem diretório de destino: move dados entre o diretório de origem e o de destino. Esse comando também pode ser utilizado para renomear diretórios ou arquivos. t) mkdir diretório: cria um diretório com o nome especificado no comando. u) rmdir diretório: remove o diretório especificado no comando. v) rm -r diretório: remove diretórios e subdiretórios. Esse comando apaga direto, inclusive diretórios que possuam, conteúdo. 5. Alguns Programas Oferecidos pelo Linux StarOffice  Conjunto de programas semelhante ao Office da Microsoftt. Utilitários  Trás um conjunto de programas para formatar disquetes, enviar email e fax, criação de backups, etc. Sistema  Trás um conjunto de ferramentas para a manutenção de discos, gerenciamento de arquivos, gerenciamento de usuários, etc. 6. Interfaces Gráficas Como vimos anteriormente, o Linux tem uma série de interfaces gráficas, e até devido a essa diversidade não costumam ser cobradas em concursos. Citaremos apenas as mais conhecidas: fvwm fvwm2 KDE WindowMaker Icewm Mandrake 195
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Material de Calc Básico O BrOffice.org Calc é uma planilha eletrônica, onde o usuário pode editar e formatar seus cálculos, passando pela manipulação de objetos (como gráficos, imagens, tabelas e Molduras) até recursos como verificação ortográfica, versões, seções, dentre outros. Umas de suas maiores vantagens é a compatibilidade com arquivos de variados programas. Os formatos mais comuns são arquivos do tipo .odt, .ott, .rtf, .doc, .txt, .xml. 1. Tela inicial do Calc Observe que ele é extremamente parecido com o Excel, tendo inclusive os mesmos elementos de tela, como barra de títulos, barra de menus, barras de ferramentas, barra de Fórmulas, área de trabalho da planilha, caixa de nomes, barra de rolagem das planilhas e barra de status. A barra de Status terá alguns elementos a mais em relação ao Excel. Veremos: 196
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Planilha 1/3 – Indica a planilha atual e o total de planilhas que a pasta de trabalho contém. Padrão – Exibe o estilo atual de página que está sendo utilizado. Com um duplo clique abrimos a tela do menu para alterações de estilo de página. 100% -- Indica o percentual de visualização utilizado. Com dois cliques, abrimos a tela para alteração do Zoom. * -- A existência deste sinal indica que há alterações não salvas na pasta. 2. Principais Barras do Calc: As barras de Ferramentas apresentam elementos bastante semelhantes aos do Excel. Veremos: 2.1. Barra de Ferramentas Padrão 1. Arquivo Novo 2. Abrir 3. Salvar 4. Enviar documento como email 5. Editar Arquivo 6. Exportar arquivo diretamente como PDF 7. Imprimir Diretamente 8. Visualizar Página 9. Verificação Ortográfica 10. Auto Verificação Ortográfica 11. Recortar 12. Copiar 13. Colar 14. Pincel de Estilo 15. Desfazer 16. Restaurar 17. Hiperlink 18. Classificar em ordem crescente 19. Classificar em ordem decrescente 20. Inserir gráfico 21. Mostrar Funções de Desenho 22. Localizar e Substituir 23. Navegador 24. Gallery 25. Fonte de Dados 26. Zoom 27. Ajuda do Calc 2.2. Barra de Ferramentas de Formatação 1.Estilos e Formatação 2. Nome da Fonte 3. Tamanho da Fonte 4. Negrito 5. Itálico 6. Sublinhado 7. Alinhamento a Esquerda 8. Alinhamento Centralizado 9. Alinhamento a Esquerda 10. Alinhamento Justificado 11. Mesclar Células 12. Formato de número: Moeda 13. Formato de número: Porcentagem 14. Formato de Número Padrão 15. Formato de Número: Adicionar casa decimal 16. Formato de Número: Excluir casa decimal 17. Diminuir Recuo 18. Aumentar Recuo 19. Bordas 20. Cor do plano de fundo 21. Cor da Fonte 2.3. Barra de Planilhas 197
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Indica as Planilhas existentes no arquivo e a planilha que está em uso fica o nome diferenciado (no caso ‗Planilha1‘). Permite ainda ativar uma planilha, bastando para isso clicar sobre o nome dele. Clicando com o botão direito do mouse sobre a planilha poderemos inserir, excluir, renomear, copiar, mover e selecionar planilhas. 2.4. Barra de Fórmulas Exibe o conteúdo da célula. Permite a edição das células. F(x): é o assistente de funções : Realiza as somas diretamente = : indica que a digitação representará uma função. 3. Menus do Calc 3.1. Menu Arquivo – Contém comandos para trabalhar com planilhas, como abrir, fechar, salvar e imprimir. a) Novo: permite a criação de novos documentos, planilhas, apresentações, banco de dados, desenhos, documento mestre, páginas html, documentos xml, fórmulas, etiquetas, cartões de visitas e modelos de documentos. Podemos encontrar diversos tipos de extensões em documentos do Calc, mas a mais comum é a xlt. b) Abrir: semelhante ao Excel, permite abrir um arquivo previamente gravado. Para isso é necessário dizer o nome do arquivo que se deseja abrir e a sua localização. Permite também a escolha do tipo do arquivo (por ser compatível com diversos outros softwares, é capaz de abrir páginas html, desenhos, planilhas e etc) e da versão desejada. O usuário ainda pode marcar um combobox alertando se abrirá a tela apenas para leitura. Assim como no Writer, a tela oferece ainda a opção de realizar operações com os diretórios e arquivos selecionados, criar diretórios e subdiretórios, alterar os modos de exibição dentre outras opções. OBS. Para abrir mais de um arquivo ao mesmo tempo, selecione os arquivos com a tecla Ctrl ou Shift pressionada e depois clique no botão abrir. c) Documentos recentes: exibe a listagem dos últimos documentos abertos no Calc. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele. d) Assistente: oferece diversos ―wizards‖ para a criação de carta, fax, agendas, apresentações, páginas da web, fontes de dados, . Apresenta também um conversor de documentos, um conversor de euros, para a instalação de novos dicionários e de novas fontes da web. e) Fechar: fecha o documento ativo no momento, mas não sai do Calc; f) Salvar: semelhante ao do Excel e com tela igual ao do menu Abrir (citado acima). Permite gravar as alterações realizadas no documento que está ativo no momento. Vale frisar que a tela (caixa de diálogo 198
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia ―Salvar Como‖ oferece a possibilidade de salvar o documento com uma senha o que permitirá ao usuário restringir o acesso a edição desse documento, esta poderá ter entre 5 e 16 caracteres que podem ser números, letras ou símbolos. Para gravar o documento basta informar o nome desejado e o local para gravação. OBS. Para retirar a senha de um arquivo, basta utilizar o comando ‗Salvar Como‘ novamente e desmarcar a opção ‗Salvar com Senha‘. g) Salvar como: oferece funções semelhantes ao menu de mesmo nome do Excel. Cria um documento com outro nome, tipo ou em outro local, a partir de um original. h) Salvar Tudo: salva simultaneamente todos os documentos abertos. Este comando só estará disponível se dois ou mais arquivos tiverem sido modificados. i) Recarregar: Substitui o documento atual pela última versão salva. (opção bastante interessante); j) Versões: menu semelhante ao de mesmo nome no Writer. Faz o controle de versões do documento. Também permite abrir, excluir e comparar versões anteriores. l) Exportar: Permite salvar o conteúdo do arquivo para arquivos em outros formatos, como XHtml e pdf, já realizando todas as adaptações necessárias. m) Exportar como PDF: salva o conteúdo do arquivo corrente diretamente para o formato pdf, já realizando todas as adaptações necessárias, fazendo os ajustes de segurança e de tamanho de arquivo do novo formato sem que seja necessário utilizar o Adobe Acrobat.. n) Enviar: Permite enviar o documento corrente como documento do Excel, como anexo, em formato pdf para o email de um destinatário. o)Propriedades : exibe e permite a alteração das propriedades do documento ativo no momento. p) Assinaturas digitais: Permite o uso de assinaturas digitais compatíveis com os padrões atuais de segurança. Permite adicionar e remover assinaturas digitais do documento. Também pode ser usada para exibir certificados. q) Modelos: permite a criação, alteração e organização de modelos. O modelo é um arquivo cuja função é servir de referência para um outro documento semelhante. Apresenta tela e funcionalidades semelhantes ao do Writer. r) Visualizar páginas: permite realizar a visualização do documento ativo da maneira como ele será impresso (WYSIWYG). 199
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia s) Imprimir: Possui funções semelhantes ao menu de mesmo nome no Word. Ao ser selecionado exibirá uma caixa de diálogo onde será informado e o usuário poderá alterar o nome da impressora, as suas propriedades, o status da mesma (no campo ‗Comentário‟) o tipo e a localização lógica dela. O usuário poderá escolher o que deseja imprimir, se o texto todo, só um intervalo de páginas (segue as mesmas regras do Word para intervalos usa-se o hífen e para páginas salteadas ponto e vírgula), só o texto selecionado. O usuário pode ainda escolher o número de cópias que deseja e se deseja agrupá-las (no campo ‗Intercalar‟) t) Configurações da impressora: permite realizar a configuração da impressora desejada. u) Sair: fecha o Calc e todos os documentos abertos. Antes disso, pergunta ao usuário se deseja ou não gravar os documentos que possuam alterações não atualizadas. 3.2 Menu Editar -- Utilize os comandos deste menu para editar planilhas do Calc; por exemplo, para copiar, colar e excluir o conteúdo de uma célula. a) Desfazer: Caso o usuário faça algo no texto que se arrependa depois, pode desfazer o que foi feito através dessa opção do menu. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. b) Refazer: Refaz as últimas ações. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. c) Repetir: Repete o último comando executado. d) Recortar: Remove a parte selecionada do texto para a área de transferência. e) Copiar: Copia a parte selecionada do texto para a área de transferência. f) Colar: insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. g) Colar Especial: Cola ou incorpora, ao documento ativo, o conteúdo da área de transferência, porém com um formato especificado, ou até 200
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia mesmo ignorando os formatos originais e absorvendo o formato do documento de destino. h) Selecionar Tudo: Seleciona todo o conteúdo do arquivo, quadro ou objeto do documento ativo. i) Alterações: Lista os comandos que estão disponíveis para rastrear as alterações em seu arquivo, permitindo o controle sobre as alterações realizadas. Como por exemplo, registros, proteção de registros, a possibilidade de ter o controle das alterações realizadas aceitando-as ou rejeitando-as, verificar as alterações realizadas nos comentários e mesclar o documento. j) Comparar Documento: Permite que seja feita a comparação entre dois documentos para a verificação das diferenças existentes. Compara o documento atual com outro qualquer selecionado. l) Localizar e Substituir: Localiza uma determinada palavra, expressão ou formato no texto e substitui por outra. Apresenta as seguintes opções: Localizar Tudo e substitui tudo – Localiza e substitui as ocorrências do termo pesquisado Procurar Estilos – Permite a localização de trechos de textos conforme o estilo aplicado Botão Formatar – Permite a localização de trechos de texto que possuem uma determinada formatação. m) Navegador: Mostra ou oculta o Navegador que está presente em todas as aplicações do pacote. É usado para acessar rapidamente diferentes partes do documento e para inserir elementos do documento atual ou de outros documentos abertos, bem como para organizar documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique com o botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho. OBS. Algumas janelas do BrOffice.org, por exemplo, a janela Estilos e formatação e o Navegador, são janelas "encaixáveis". Você pode movê-las, redimensioná-las ou encaixá-las em uma borda. Para desencaixar e reencaixar, mantenha pressionada a tecla Ctrl e clique duas vezes em uma área vazia na janela. Na janela Estilos e formatação, você também pode clicar duas vezes em uma parte cinza da janela ao lado dos ícones enquanto mantém a tecla Ctrl pressionada. n) Cabeçalhos e Rodapés: Define ou formata um cabeçalho ou um rodapé de um estilo de página. Vale ressaltar que, assim como no Writer, os cabeçalhos e rodapés são vinculados ao estilo de página. Assim como no Excel, possuíra a parte da direita, da esquerda e a central para personalização. o) Preencher: Permite a criação de seqüências de dados. Elas podem ser seqüências numéricas, de datas e de horas. Para seqüências com incremento de 1, basta digitar o valor inicial em uma célula e arrasta-la usando a alça de preenchimento. Para baixo e para direita incrementa, para cima e para esquerda decrementa. 201
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Para seqüências com outros incrementos, basta digitar o valor desejado, selecionar as células adjacentes (para as quais a seqüência vai se estender), clique em ―EditarPreencher‖. Lá o usuário pode selecionar a direção do preenchimento, o tipo da série e, se for o caso, a unidade de tempo. Vale explicar alguns campos: Linear – o valor do incremento é somado ao valor anterior e assim por diante Crescimento – o valor inicial é multiplicado pelo incremento e assim por diante Autopreenchimento – preenche automaticamente a área selecionada usando o incremento 1 Data – o valor do incremento é somado as datas. p) Excluir conteúdo: Permite especificar o conteúdo a ser excluído da célula ativa ou de um intervalo de células selecionado. q) Exluir células: Exclui completamente as células, as colunas ou as linhas selecionadas. As células abaixo ou à direita das células excluídas preencherão o espaço das células excluídas. r) Planilha:.Permite a copiar, remover, excluir ou selecionar planilhas. s) Excluir quebra manual: Permite a exclusão de quebra de linha ou de coluna. t) Links: Permite a edição das propriedades dos links no documento atual, incluindo o caminho para o arquivo de origem. u) Plug-in: Permite a edição de plug-ins (programas especiais utilizados para a visualização de páginas na web). Este comando ativa ou desativa este recurso. Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao lado do comando, e surgirão comandos para editar o plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, surgirão comandos para controlar o plug-in no menu de contexto. y) Mapa de Imagem: Permite a anexação de URLs a áreas específicas, denominadas pontos de acesso, em uma figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem é um grupo com um ou mais pontos de acesso. z) Objeto: Permite a edição de objetos. 3.3 )Menu Exibir -- O menu Exibir contém comandos para o controle da exibição de janelas e barras de ferramentas da planilha. a) Normal: Exibe a planilha no modo normal b) Visualizar quebra de página: Exibe a planilha permitindo a visualização das quebras de páginas e os intervalos de impressão existentes na planilha. c) Barras de Ferramentas: Permite a visualização, ocultação e personalização das barras de ferramentas disponíveis no Writer. Na opção “Personalizar” é possível alterar a configuração das barras já existentes incluindo ou alterando botões, também é possível criar novas barras de ferramentas, criar teclas de atalho para as funções disponibilizadas nos botões e configurar a aparição dos ícones d) Barra de fórmulas: Permite exibir ou ocultar a barra de fórmulas. e) Barra de Status: Exibe ou Oculta a barra de status localizada na parte inferior da tela. 202
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia f) Status do método de entrada: Mostra ou oculta a janela de status do IME (Input Method Engine) g) Cabeçalhos de Linhas e Colunas: Permite determinar se os cabeçalhos de linhas e colunas serão exibidos h) Realce de valor : Mostra ou oculta as linhas que limitam o texto em relação as margens. As linhas de limite não são impressas. i) Fontes de dados: Lista os bancos de dados registrados para o BrOffice.org e permite que você gerencie o conteúdo deles. j) Tela inteira: Faz com o documento ativo ocupe todo o espaço da tela da área de trabalho. Para sair do modo de tela inteira, clique no botão ‗Ativar/Desativar tela inteira‟. l) Zoom: Permite alterar o percentual de visualização do documento ativo. 3.4) Menu Inserir -- O menu Inserir contém comandos para a inserção de novos elementos na planilha atual, por exemplo, células, linhas, planilhas e nomes de células. a) Quebra manual: Insere uma quebra manual de linha, de coluna ou de página na posição atual em que se encontra o cursor. b)Células: Permite abrir a caixa de diálogo ―Inserir células”, na qual você pode inserir novas células de acordo com as opções especificadas, como ―linha inteira‖, ―coluna inteira‖. c)Linhas: Permite a inserção de uma nova linha acima da célula ativa. O número de linhas inseridas corresponderá ao número de linhas selecionadas e as linhas existentes são movidas para baixo. d)Colunas: Permite a inserção de uma nova coluna à esquerda da célula ativa.O número de colunas inseridas corresponde ao número de colunas selecionadas e as colunas existentes são deslocadas para a direita. e)Folha: Permite definir as opções a serem usadas para inserir uma nova planilha. Você pode criar uma nova planilha ou inserir uma existente a partir de um arquivo. Esse menu também pode ser encontrado em algumas versões como ―Planilhas‖. f)Folha do Arquivo: Insere uma folha a partir de um arquivo de planilha diferente. Esse menu também pode ser encontrado em algumas versões como ―Planilhas do arquivo‖. g) Vincular a dados externos: Permite inserir dados de um arquivo HTML, Calc ou Excel na planilha atual como um link. Os dados devem estar localizados em um intervalo nomeado. h) Caracter Especial: Equivale ao menu ―símbolo‖ do Word. Permite a inserção de símbolos que não estão no teclado. i) Marca de formatação: Permite a inserção de marcas de formatação como ―espaço não separável‖, ―hífen incondicional‖, ―hífen opcional‖. j) Hiperlink: Permite a criação e edição de hiperlinks; l) Função: Permite ao usuário abrir o Assistente de Funções. Antes de estudarmos função, vamos revisar alguns conceitos e funcionalidades importantíssimas no Calç e que o aluno já deve conhecer prontamente do Excel. 203
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1.Referências: Uma referência identifica uma célula ou um grupo de células em uma planilha e informa ao Microsoft Calc em que células procurar pelos valores que você deseja utilizar. Com referências, o usuário pode usar, em uma fórmula, dados contidos em diferentes partes de uma planilha ou usar o valor de uma célula em várias fórmulas. Também é possível fazer referência a células em outras planilhas de uma pasta de trabalho, a outras pastas de trabalho e a dados em outros aplicativos. As referências a células em outras pastas são chamadas de referências externas(vínculos). As referências a dados em outros aplicativos são chamadas de referências remotas. Como padrão, o Calc utiliza o estilo de referência A1, em que as colunas são rotuladas com letras e as linhas são rotuladas com números. Como já vimos anteriormente, essas letras e números são chamados de cabeçalhos de linha e coluna respectivamente. Para referir-se a uma célula, devemos nos referir a coluna e a linha que ela ocupa, por exemplo, quando nos referirmos a célula A1, estamos falando da célula que está na interseção da coluna A e linha 1. Para se referir a Use A célula na coluna A e linha 10 A10 O intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 A10:A20 O intervalo de células na linha 15 e colunas B até E B15:E15 Todas as células na linha 5 5:5 Todas as células nas linhas 5 a 10 5:10 Todas as células na coluna H H:H Todas as células nas colunas H a J H:J O intervalo de células nas colunas A a E e linhas 10 a 20A10:E20 Podemos também fazer referências a dados em outras planilhas para isso devemos seguir a sintaxe: $Planilha. Área dos dados Os tipos de referências básicos encontradas nas planilhas do Calc são: Referências relativas: Como padrão o Calc usa referências relativas. Ao copiar uma fórmula, o Excel não reproduz exatamente como sua origem, há um ajuste nos itens variáveis, isto é, no nome das células. O critério utilizado pelo Calc para efetuar esta mudança é relativo ao deslocamento das células copiadas. Uma referência relativa em uma fórmula é baseada na posição relativa da célula que contém a fórmula e da célula à qual a referência se refere. Se a posição da célula que contém a fórmula se alterar, a referência será alterada. Se você copiar a fórmula ao longo de linhas ou colunas, a referência se ajustará automaticamente. Sendo assim, visto que as referências relativas ajustam-se automaticamente à nova localização, as referências relativas em uma fórmula copiada ou movida fazem referência a células diferentes daquelas às quais é feita referência na fórmula original. A relação entre estas células e a célula que contém a copia da fórmula é a mesma relação entre as células às quais a fórmula original faz referência e a célula que contém a fórmula propriamente dita. Referências Absolutas: Existem momentos em que estes tipos de ajustes automáticos se tornam inconvenientes acarretando em um erro. Para resolver estes problemas, células em fórmulas quando copiadas não devem ser alteradas tornando seus endereços fixos ou absolutos (integral ou parcialmente). Para criarmos uma referência absoluta, colocamos antes da letra da coluna, do número 204
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia da célula, ou de ambos, um cifrão ($). Coloque o sinal de moeda na frente da coordenada que você quer que seja absoluta. Uma referência absoluta de célula em uma fórmula, como $A$1, sempre se refere a uma célula em um local específico. Se a posição da célula que contém a fórmula se alterar, a referência absoluta permanecerá a mesma. Se você copiar a fórmula ao longo de linhas ou colunas, a referência absoluta não se ajustará. Por padrão, novas fórmulas usam referências relativas e você precisa trocá-las para referências absolutas. 2. Fórmulas: são expressões matemáticas. Uma fórmula pode conter, funções, referências, nomes e constantes, e sempre deve ser iniciada pelo sinal de ―=‖. Como uma fórmula trabalha como uma expressão matemática, ela possui operadores próprios e é essencial que o usuário conheça esses operadores e as suas funções.Os operadores especificam o tipo de cálculo que você deseja efetuar nos elementos de uma fórmula. Os principais operadores encontrados no Calç são : ^(exponenciação), / (divisão), * (multiplicação), - (subtração) e + (adição). O usuário deve estar atento a prioridade dos operadores. 3. Funções: Funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argumentos, em uma determinada ordem ou estrutura. As funções podem ser usadas para executar cálculos simples ou complexos. A estrutura de uma função começa com um sinal de igual (=), seguido do nome da função, um parêntese de abertura, os argumentos da função separados por ―;‖ e um parêntese de fechamento. Os parênteses informam ao Calc onde os argumentos começam e terminam. Você deve incluir os dois parênteses, sem espaços antes ou depois deles. Os argumentos podem ser números, textos, valores lógicos, matrizes, valores de erro ou referências. O argumento designado deve produzir um valor válido para este argumento. Os argumentos também podem ser constantes ou fórmulas e as fórmulas podem conter outras funções. Inserindo funções em planilhas Através do menu ―InserirFunção‖ teremos : Por possuir muitas funções o Calç organizou-as em categorias de acordo com a finalidade de cada uma, na ―Categoria‖, clique sobre a categoria da função (por exemplo, matemática e trigonometria). Na caixa ―Função‖, clique sobre o nome da função desejada (por exemplo, SOMA), observe a descrição da função ao lado da caixa de listagem. Clique no botão OK. Na próxima caixa de diálogo digite valores, referências, nomes, fórmulas e outras funções nas caixas de argumentos. Clique no botão OK. Funções comuns do Calc mais 1. SOMA: A função soma (núm1; núm2,...) retorna a soma de todos os números em uma lista. Os números, valores lógicos e representações em forma 205
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia de texto de números digitados diretamente na lista de argumentos são contados. Se um argumento for uma matriz ou referência, apenas os números nessa matriz ou referência serão contados. Células em branco, valores lógicos, texto ou valores de erro na matriz ou referência são ignorados. Os argumentos que são valores de erro ou texto que não podem ser traduzidos em números geram erros. Para somar intervalos (somar matrizes) digite = soma (célula inicial: célula final do intervalo) Outra maneira de somar: utilize o botão (Auto-Soma): selecione os valores que deseja somar e clique no botão ―Auto-Soma‖, a soma será demonstrada automaticamente. 2. MÉDIA: A função média (núm1; núm2; ...) retorna a média aritmética. Os argumentos devem ser números ou nomes, matrizes ou referências que contenham números. Veja os exemplos abaixo. Se A1:A5 contiver os números 10, 7, 9, 27 e 2, então: MÉDIA(A1:A5) é igual a 11 MÉDIA(A1:A5;5) é igual a 10 MÉDIA(A1:A5) é igual a SOMA(A1:A5)/CONT.NÚM(A1:A5) que é igual a 11 3. MÁXIMO: Mostra qual é o valor máximo entre os números selecionados. Exemplo: a fórmula =MÁXIMO(A1:A10) faz o Calc procurar o maior número existente entre A1 e A10. 4. MÍNIMO: Mostra qual é o valor mínimo entre os números selecionados. Exemplo: a fórmula =MÍNIMO(A1:A10) faz o Calc procurar o menor número existente entre A1 e A10. 5. SE: = SE(teste; valor se verdadeiro; valor se falso). Use a função SE para conduzir testes condicionais sobre valores e fórmulas e para efetuar ramificações de acordo com o resultado deste teste. O resultado do teste determina o valor retornado pela função SE. A função SE tem a seguinte sintaxe: Teste lógico: é qualquer valor ou expressão que pode ser avaliada como VERDADEIRO ou FALSO. Valor se verdadeiro: é o valor fornecido se o teste lógico for VERDADEIRO. Se o teste lógico for VERDADEIRO e valor se verdadeiro for omitido, o valor VERDADEIRO será fornecido. Valor se falso: é o valor fornecido se o teste lógico for FALSO. Se o teste lógico for FALSO e valor se falso for omitido, o valor FALSO será fornecido. m) Lista de Funções: Este comando abre a janela Lista de funções, que exibe todas as funções que podem ser inseridas no documento. n) Nomes: Apresenta função semelhante ao comando de mesmo nome no Excel. Permite que você nomeie as diferentes seções do documento de planilha. Isso permite navegar facilmente pelos documentos de planilha e localizar informações específicas. o) Nota: Permite inserir uma anotação no texto. Ao realizar a inserção é colocado no texto um retângulo amarelo, para visualizar o conteúdo da nota basta colocar o mouse sobre o retângulo e dar dois cliques sobre ele. p) Figura: Permite inserir uma figura e escolher o seu local de origem. q) Filme e som: permite a inserção de filmes e sons no documento ativo. r) Objeto: Permite a inserção de objetos de uma maneira geral no documento ativo. s) Gráfico: Exibe a tela de Autoformatação do gráfico. Nela teremos 4 passos para a criação de gráficos nos documentos. 1º Passo : indica a área a ser representada no gráfico e o local de destino do gráfico. 2º Passo: escolher o tipo do gráfico 206
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 3º Passo: escolher uma variante. 4º Passo: t) Quadro flutuante: Permite a inserção de um quadro flutuante no documento ativo. Esse recurso é bastante utilizado em documentos html. 3.5) Menu Formatar -- contém comandos para formatar o layout e o conteúdo de documentos a) Formatação padrão: Possibilita que o texto selecionado volte a ter a formatação padrão do Writer. b) Caracter: Permite manipular a formatação dos caracteres do texto selecionado. Possui as seguintes abas: “Fonte”: permite alterar o tipo da fonte, colocar negrito e itálico, alterar o tamanho e alterar o idioma. “Efeitos de Fonte”: permite colocar sublinhado, tachado, alterar a cor da fonte, acrescentar efeitos as fontes, como maiúscula, minúscula, título, caixa alta, alto relevo, baixo relevo, piscante, oculto, sombra e contorno. “Posição”: permite colocar o texto normal, subscrito, sobrescrito, rotacionar o texto, e definir o espaçamento entre os caracteres. “Hiperlink”: Permite acrescentar um link ao texto. “Plano de fundo”: permite a colocação de um plano de fundo no texto selecionado. c) Parágrafo: Permite realizar todas as formatações necessárias nos parágrafos do documento ativo. Possui as seguintes abas: “Recuos e Espaçamentos”: permite definir os recuos e espaçamentos desejados para o texto. “Alinhamento”: permite definir o alinhamento desejado para o texto selecionado. “Fluxo de texto”: permite definir as quebras, a hifenização, o controle das linhas órfãs/viúvas e manter o texto junto. “Numeração”: permite a numeração de linhas e de parágrafos. “Tabulação”: permite a criação de marcas de tabulação no texto. “Capitulares”: permite capitular o texto “Bordas”: permite a inclusão de bordas “Plano de fundo”: permite a colocação de um plano de fundo na área do texto. d) Marcadores e Numeração: permite a adição de marcadores ou numeração ao parágrafo atual e também a edição do formato da numeração ou dos marcadores. e) Página: permite a formatação de diversos elementos ligados as páginas do texto. Apresenta as seguintes abas: ―Organizador” : permite definir as opções para o estilo selecionado. “Página”: permite configurar o tipo do papel, a orientação e as margens. “Plano de fundo”: permite definir um plano de fundo “Cabeçalho” : permite configurar o cabeçalho desejado. “Rodapé” : permite configurar o rodapé desejado “Bordas” : permite a definição de bordas. 207
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia “Colunas” : Especifica o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção “Notas de rodapé” : Especifica as opções de layout para notas de rodapé, incluindo a linha que separa essa nota do corpo principal do documento. f) Alterar capitalização: Permite alterar o uso de maiúscula e de minúscula no texto. g) Colunas : permite especificar o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção. (mesmo encontrado no menu ―Página‟) h) Seções: Permite alterar as propriedades das seções definidas no documento. i) Estilos e Formatação: Permite aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de formatação( conjunto de formatações). j) AutoFormatação: permite formatar automaticamente o arquivo de acordo com as opções definidas em ―FerramentasAutoCorreção‖. l) Ancorar: permite definir opções de ancoramento para o objeto selecionado m) Quebra Automática: Define as opções de quebra automática de texto para figuras, objetos e quadros n) Alinhamento: Permite definir as opções de alinhamento para o elemento selecionado, seja ele texto ou objeto. p)Permite: Permite alterar a ordem de empilhamento dos objetos selcionados. q) Inverter: Permite inverter o objeto selecionado, horizontalmente ou verticalmente r) Agrupar: permite agrupar objetos para que possam ser movidos ou formatados como se fossem apenas um. s) Objeto: Permite alterar propriedades do objeto selecionado. t) Quadro: Permite alterar propriedades de objetos quadros selecionados. u) Figura: Permite alterar propriedades de figuras selecionadas 208
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 3.6) Menu Ferramentas -- Contém ferramentas de ortografia, uma galeria de objetos gráficos que podem ser adicionados aos documentos, além de ferramentas para a configuração de menus e de preferências de programas. a) Verificacão Ortográfica: permite corrigir ou ignorar palavras marcadas pela verificação ortográfica, através do uso do dicionário de sinônimos. Permite também utilizar a verificação automática. b) Idioma: Permite, através de seu submenu manipular o dicionário de sinônimos e a hifenização c) Contagem de palavras: Permite contar as palavras e caracteres da seleção atual e do documento inteiro d)AutoCorreção: permite definir as opções para a substituição automática de texto concomitante a digitação do usuário e)Numeração de estrutura de tópicos: permite definir e configurar a numeração da estrutura de tópicos. f) Numeração de Linhas: permite adicionar, remover e formatar números de linha no documento atual. OBS. Para desativar a numeração de linhas em um parágrafo, clique no parágrafo, escolha ―FormatarParágrafo, clique na guia ―Numeração” e, em seguida, desmarque a caixa de seleção ―Incluir este parágrafo na numeração de linhas”. g)Notas de Rodapé: permite especificar as configurações de exibição de notas de rodapé e notas de fim h)Gallery: permite abrir a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu documento. i) Media Player:Permite uma interação direta com o referido aplicativo j)Banco de dados bibliográficos:Permite a manipulação de um banco de dados de armazenamento de dados bibliográficos. l) Assistente de mala direta: Permite a utilização de um wizard que auxilia na criação de cartas, etiquetas e demais documentos de mala direta. m) Classificar: permite realizar a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Pode-se definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. n)Calcular: Permite calcular o resultado de uma fórmula selecionada. o)Atualizar: Permite atualizar os itens do documento atual com conteúdo dinâmico, como campos e índices. p)Macros: Permite a manipulação de macros q) Gerenciador de extensão: O Gerenciador de extensão adiciona, remove, desativa, ativa e exporta extensões do BrOffice.org. r) Definições do filtro XML: Permite abrir a caixa de diálogo ―Configurações do filtro XML”, onde pode-se criar, editar, excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML s) Personalizar: Permite a personalização de menus, teclas de atalho, barras de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para eventos. 209
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia t) Opções: Abre uma caixa de diálogo para a configuração completa do Writer 3.7) Menu Tabela -- Mostra todos os comandos para inserir e para editar uma tabela em um documento de texto. a) Inserir: Permite a inserção de tabelas, ou de linhas e colunas em uma tabela já existente e selecionada. b) Excluir: Permite a exclusão de tabelas, ou de linhas e colunas em uma tabela já existente e selecionada. c) Selecionar: Permite a seleção de tabelas, ou de linhas, colunas ou células em uma tabela já existente e selecionada. d) Mesclar células: Permite combinar o conteúdo das células selecionadas da tabela em uma única célula e)Dividir células: Permite dividir a célula ou o grupo de células, horizontalmente ou verticalmente, no número de células que o usuário solicitar. f) Proteger células: Permite que o usuário defina uma senha para o intervalo de células selecionado g) Mesclar tabela: Permite combinar duas tabelas consecutivas em uma única tabela. As tabelas devem estar lado a lado, e não separadas por um parágrafo vazio. h) Dividir tabela: Divide a tabela atual em duas tabelas separadas na posição do cursor. i) Auto Formatar: Permite a aplicação automática de formatos à tabela atual, incluindo fontes, sombreamento e bordas. j) Auto Ajustar: Permite o ajuste automático da altura de linhas e da largura das colunas. l) Repetição de Linhas de Título: Permite repetir os cabeçalhos das tabelas nas páginas subseqüentes quando a tabela se estende por mais de uma página. m) Converter: Permite a conversão de tabelas em texto e de texto em tabelas de forma semelhante ao Word. n) Classificar: Permite realizar a classificação alfabética e numérica das linhas selecionadas. Pode-se definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. o) Fórmula: Permite acessar a barra de fórmulas para inserção ou alteração de fórmula no texto. p) Formato Numérico: Permite selecionar o formato de números desejado na tabela q) Bordas da tabela: Permite exibir ou ocultar as bordas em torno das células da tabela. As bordas só são visíveis na tela e não são impressas r) Propriedades da tabela: Permite especificar as propriedades da tabela selecionada, como, por exemplo, nome, alinhamento, espaçamento, largura da coluna, bordas e plano de fundo. 3.8) Menu Janela -- Contém comandos para manipulação e exibição de janelas de documentos. a) Nova Janela: Permite abrir uma nova janela do documento ativo. Visa facilitar a visualização de grandes documentos. b) Fechar janela: Permite fechar a janela do documento ativo. 210
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia OBS. Em seguida, segue a listagem com todos os documentos abertos no momento. 4) Principais Teclas de Atalho Teclas de atalho Efeito F2 Barra Fórmulas Ctrl+F2 Inserir campos F3 Concluir AutoTexto Ctrl+F3 Editar AutoTexto F4 Abrir exibição da fonte de dados Shift+F4 Selecionar próximo quadro F5 Ativar/Desativar Navegador Ctrl+Shift+F5 Ativar Navegador, ir para número da página F7 Verificação ortográfica Ctrl+F7 Dicionário de correlatos F8 Modo de extensão Ctrl+F8 Ativar/Desativar sombreamentos de campos Shift+F8 Seleção adicional F9 Atualizar campos Ctrl+F9 Mostrar campos Shift+F9 Calcular tabela Ctrl+Shift+F9 Atualizar campos e listas de entrada Ctrl+F10 Ativar/Desativar caracteres não-imprimíveis F11 Ativar/Desativar janela Estilos e formatação Shift+F11 Criar estilo Ctrl+Shift+F11 Atualizar estilo F12 Ativar numeração Ctrl+F12 Inserir ou editar tabela Shift+F12 Ativar marcadores Ctrl+Shift+F12 Desativar Numeração/Marcadores Ctrl+A Selecionar tudo 211
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ctrl+J Justificar Ctrl+D Sublinhado duplo Ctrl+E Centralizado Ctrl+F Localizar e substituir Ctrl+Shift+P Sobrescrito Ctrl+L Alinhar à esquerda Ctrl+R Alinhar à direita Ctrl+Shift+B Subscrito Ctrl+Y Refazer última ação Ctrl+0 (zero) Aplicar estilo de parágrafo Padrão Ctrl+1 Aplicar estilo de parágrafo Título 1 Ctrl+2 Aplicar estilo de parágrafo Título 2 Ctrl+3 Aplicar estilo de parágrafo Título 3 Ctrl+5 Espaçamento de 1 linha e meia Ctrl+ Tecla de sinal de Calcula o texto selecionado e copia o resultado para a área de adição(+) transferência. Ctrl+Hífen (-) Hifens personalizados; hifenização definida pelo usuário. Ctrl+Shift+sinal de menos (- Traço incondicional (não é usado para hifenização) ) Ctrl+sinal de multiplicação * Executar campo de macro! (somente no teclado numérico) Ctrl+Space Espaços incondicionais. Esses espaços não serão usados hifenização nem serão expandidos se o texto estiver justificado. Shift+Enter Quebra de linha sem alteração de parágrafo Ctrl+Enter Quebra manual de página Ctrl+Shift+Enter Quebra de coluna em textos com várias colunas Alt+Enter Inserção de um novo parágrafo sem numeração Alt+Enter Inserção de um novo parágrafo diretamente antes ou depois de uma seção ou tabela. Seta para a esquerda Mover o cursor para a esquerda para Shift+Seta para a esquerda Mover o cursor com a seleção para a esquerda Ctrl+Seta para a esquerda Ctrl+Shift+Seta para Ir para o início da palavra a Seleção à esquerda, uma palavra de cada vez 212
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia esquerda Seta para a direita Mover o cursor para a direita Shift+Seta para a direita Mover o cursor com a seleção para a direita Ctrl+Seta para a direita Ir para o fim da palavra Ctrl+Shift+Seta direita para a Seleção à direita, uma palavra de cada vez Seta para cima Mover uma linha para cima Shift+Seta para cima Seleção de linhas de baixo para cima Seta para baixo Mover o cursor uma linha para baixo Shift+Seta para baixo Seleção de linhas de cima para baixo Home Ir para o início da linha Shift+Home Ir e selecionar até o início de uma linha Fim Ir para o fim da linha Shift+End Ir e selecionar até o fim da linha Ctrl+Home Ir para o início do documento Ctrl+Shift+Home Ir e selecionar o texto até o início do documento Ctrl+End Ir para o fim do documento Ctrl+Shift+End Ir e selecionar o texto até o fim do documento Ctrl+PageUp Alternar o cursor entre o texto e o cabeçalho Ctrl+PageDown Alternar o cursor entre o texto e o rodapé Inserir Ativar/Desativar modo de inserção PageUp Mover página da tela para cima Shift+PageUp Mover página da tela para cima com a seleção PageDown Mover uma página da tela para baixo Shift+PageDown Mover uma página da tela para baixo com a seleção Ctrl+Del Excluir texto até o fim da palavra Ctrl+Backspace Excluir o texto até o início da palavra Ctrl+Shift+Del Excluir texto até o fim da frase Ctrl+Shift+Backspace Excluir o texto até o início da frase Ctrl+Tab Próxima sugestão com Completar palavra automaticamente Ctrl+Shift+Tab Use a sugestão anterior com Completar palavra automaticamente Alt+W Caixa de diálogo Verificação ortográfica: retorna a palavra desconhecida 213
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia original na caixa de texto Ctrl+ duplo Ctrl+Shift+F10 clique ou Use esta combinação para encaixar ou desencaixar rapidamente a janela do Navegador, a janela Estilos e Formatação ou outras janelas Ctrl+Alt+Seta para cima ou Mover o parágrafo ativo ou os parágrafos selecionados um parágrafo para Ctrl+Seta para cima cima. Ctrl+Alt+Seta para baixo Mover o parágrafo ativo ou os parágrafos selecionados um parágrafo para baixo. Tab O título no formato "Título X" (X = 1-9) é movido um nível para baixo na estrutura de tópicos. Shift+Tab O título no formato "Título X" (X = 2-10) é movido um nível para cima na estrutura de tópicos. Ctrl+Tab No início de um título: insira uma parada de tabulação. Dependendo do Gerenciador de janelas utilizado, você poderá usar Alt+Tab. Para alterar o nível do título com o teclado, primeiramente posicione o cursor na frente do título. Ctrl+A Se a célula ativa estiver vazia: selecione a tabela inteira. Caso contrário: selecione o conteúdo da célula ativa. Pressione novamente para selecionar a tabela inteira. Ctrl+Home Se a céluIa ativa estiver vazia: irá para o início da tabela. Caso contrário: o primeiro pressionamento o levará para o início da célula ativa, o segundo, para o início da tabela atual, e o terceiro, para o início do documento. Ctrl+End Se a céluIa ativa estiver vazia: irá para o fim da tabela. Caso contrário: o primeiro pressionamento o levará para o fim da célula ativa, o segundo, para o fim da tabela atual, e o terceiro, para o fim do documento. Ctrl+Tab Insere uma parada de tabulação (somente em tabelas). Dependendo do Gerenciador de janelas utilizado, você poderá usar Alt+Tab. Ctrl+Shift+Seta para cima Ir para o início da tabela Ctrl+Shift+Seta para baixo Ir para o fim da tabela Alt+Teclas de seta Aumenta/diminui o tamanho da coluna/linha na borda direita/inferior da célula Alt+Shift+Teclas de seta Aumentar/diminuir o tamanho da coluna/linha na borda esquerda/superior da célula Alt+Ctrl+Teclas de seta Semelhante a Alt, mas somente a célula ativa é modificada Ctrl+Alt+Shift+Teclas seta Alt+Insert de Semelhante a Alt, mas somente a célula ativa é modificada Três segundos no modo de inserção, a tecla de seta insere a linha/coluna, 214
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ctrl+Tecla de seta insere a célula Alt+Del Três segundos no modo de exclusão, a tecla de seta exclui a linha/coluna, Ctrl+Tecla de seta mescla a célula com a célula adjacente Ctrl+Shift+T Remove a proteção de célula de todas as tabelas selecionadas. Se nenhuma tabela estiver selecionada, a proteção de célula será removida de todas as tabelas do documento. Shift+Ctrl+Del Se nenhum item for selecionado, o conteúdo da próxima célula será excluído. Se forem selecionadas células, a linha inteira da seleção será excluída. Se todas as linhas forem selecionadas integral ou parcialmente, a tabela inteira será excluída. Esc O cursor está dentro de um quadro de texto e não há texto selecionado: a tecla Esc seleciona o quadro de texto. O quadro de texto está selecionado: a tecla Esc retira o cursor do quadro de texto. F2 ou Enter ou qualquer Se houver um quadro de texto selecionado: posicionará o cursor no fim do outra tecla que gere um texto no quadro de texto. Se você pressionar qualquer tecla que gere um caractere na tela caractere na tela e o documento estiver no modo de edição, o caractere será acrescentado ao texto. Alt+Teclas de seta Mover objeto. Alt+Ctrl+Teclas de seta Redimensiona movendo o canto inferior direito. Alt+Ctrl+Shift+Teclas seta Ctrl+Tab de Redimensiona movendo o canto superior esquerdo. Seleciona a âncora de um objeto (no modo Editar pontos). 215
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Material de Impress Básico O BrOffice.org Impress permite criar apresentações de slides profissionais que podem conter gráficos, objetos de desenho, texto, multimídia e vários outros itens. Se desejar, você poderá importar e modificar apresentações do Microsoft PowerPoint. Para tornar a apresentação de slides mais atraente, você pode utilizar técnicas como animação, transições de slides e multimídia, entre outras.Umas de suas maiores vantagens é a compatibilidade com arquivos de variados programas. Os formatos mais comuns são arquivos do tipo .odp. 1. Tela inicial do Impress Observe que ele é extremamente parecido com o PowerPoint, tendo inclusive os mesmos elementos de tela, como barra de títulos, barra de menus, barras de ferramentas, área de trabalho dos slides e etc. 2. Principais Barras do Impress: As barras de Ferramentas apresentam elementos bastante semelhantes aos do PowerPoint. Veremos: 2.1. Barra de Ferramentas Padrão 216
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1. Arquivo Novo 2. Abrir 3. Salvar 4. Enviar documento como email 5. Editar Arquivo 6. Exportar arquivo diretamente como PDF 7. Imprimir Diretamente 8. Verificação Ortográfica 9. Auto Verificação Ortográfica 10. Recortar 11. Copiar 12. Colar 13. Pincel de Estilo 14. Desfazer 15. Restaurar 16. Gráfico 17. Planilha 18. Hiperlink 19. Exibir Grade 20. Navegador 21. Zoom 22. Ajuda do Impress 2.2. Barra de Ferramentas de Apresentação 1. Slide 2. Design de Slides 3. Apresentação de slides 2.3. Barra de Ferramentas de Linha e Preenchimento 1. Estilo e Formatação 2. Linha 3. Estilo de seta 4. Estilo de linha 5. Largura da Linha 6. Cor da Linha 7. Área 8. Estilo da área/Preenchimento 9. Estilo da área/Preenchimento 10. Sombra 3. Menus do Impress 3.1. Menu Arquivo – Contém comandos que se aplicam ao documento todo. c) Novo: permite a criação de novos documentos, planilhas, apresentações, banco de dados, desenhos, documento mestre, páginas html, documentos xml, fórmulas, etiquetas, cartões de visitas e modelos de documentos. d) Abrir: semelhante ao Excel, permite abrir um arquivo previamente gravado. Para isso é necessário dizer o nome do arquivo 217
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia que se deseja abrir e a sua localização. Permite também a escolha do tipo do arquivo (por ser compatível com diversos outros softwares, é capaz de abrir páginas html, desenhos, planilhas e etc) e da versão desejada. O usuário ainda pode marcar um combobox alertando se abrirá a tela apenas para leitura. Assim como nos softwares vistos anteriormente, a tela oferece ainda a opção de realizar operações com os diretórios e arquivos selecionados, criar diretórios e subdiretórios, alterar os modos de exibição dentre outras opções. c) Documentos recentes: exibe a listagem dos últimos documentos abertos no Calc. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele. d) Assistente: oferece diversos ―wizards‖ para a criação de carta, fax, agendas, apresentações, páginas da web, fontes de dados. Apresenta também um conversor de documentos, um conversor de euros, para a instalação de novos dicionários e de novas fontes da web. e) Fechar: fecha o documento ativo no momento, mas não sai do Calc; f) Salvar: semelhante ao do Excel e com tela igual ao do menu Abrir (citado acima). Permite gravar as alterações realizadas no documento que está ativo no momento. Vale frisar que a tela (caixa de diálogo ―Salvar Como‖) oferece a possibilidade de salvar o documento com uma senha o que permitirá ao usuário restringir o acesso a edição desse documento, esta poderá ter entre 5 e 16 caracteres que podem ser números, letras ou símbolos. Para gravar o documento basta informar o OBS. Para retirar a senha de um arquivo, basta utilizar o nome desejado e o local para comando ‗Salvar Como‘ novamente e desmarcar a opção ‗Salvar com gravação. Senha‘. g) Salvar como: oferece funções semelhantes ao menu de mesmo nome do Excel. Cria um documento com outro nome, tipo ou em outro local, a partir de um original. h) Salvar Tudo: salva simultaneamente todos os documentos abertos. Este comando só estará disponível se dois ou mais arquivos tiverem sido modificados. i) Recarregar: Substitui o documento atual pela última versão salva. (opção bastante interessante); j) Versões: menu semelhante ao de mesmo nome no Writer. Faz o controle de versões do documento. Também permite abrir, excluir e comparar versões anteriores. l) Exportar: Permite salvar o conteúdo do arquivo para arquivos em outros formatos, como XHtml e pdf, já realizando todas as adaptações necessárias. m) Exportar como PDF: salva o conteúdo do arquivo corrente diretamente para o formato pdf, já realizando todas as adaptações necessárias, fazendo os ajustes de segurança e de tamanho de arquivo do novo formato sem que seja necessário utilizar o Adobe Acrobat. n) Enviar: Permite enviar o documento corrente como documento do Excel, como anexo, em formato pdf para o email de um destinatário. o) Propriedades: exibe e permite a alteração das propriedades do documento ativo no momento. p) Assinaturas digitais: Permite o uso de assinaturas digitais compatíveis com os padrões atuais de segurança. Permite adicionar e remover assinaturas digitais do documento. Também pode ser usada para exibir certificados. q) Modelos: permite a criação, alteração e organização de modelos. O modelo é um arquivo cuja função é servir de referência para um outro documento semelhante. Apresenta tela e funcionalidades semelhantes ao do Writer. 218
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia r) Imprimir: Possui funções semelhantes ao menu de mesmo nome dos softwares vistos anteriormente. s) Configurações da impressora: permite realizar a configuração da impressora desejada. t) Sair: fecha o Calc e todos os documentos abertos. Antes disso, pergunta ao usuário se deseja ou não gravar os documentos que possuam alterações não atualizadas. 3.2 Menu Editar -- Este menu contém comandos para editar o conteúdo de um documento a) Desfazer: Caso o usuário faça algo no texto que se arrependa depois, pode desfazer o que foi feito através dessa opção do menu. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. b) Refazer: Refaz as últimas ações. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. c) Recortar: Remove a parte selecionada do texto para a área de transferência. d) Copiar: Copia a parte selecionada do texto para a área de transferência. e) Colar: insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. f) Colar Especial: Cola ou incorpora, ao documento ativo, o conteúdo da área de transferência, porém com um formato especificado, ou até mesmo ignorando os formatos originais e absorvendo o formato do documento de destino. g) Selecionar Tudo: Seleciona todo o conteúdo do arquivo, quadro ou objeto do documento ativo. h) Localizar e Substituir: Localiza uma determinada palavra, expressão ou formato no texto e substitui por outra. Apresenta as seguintes opções: Localizar Tudo e substitui tudo – Localiza e substitui as ocorrências do termo pesquisado Procurar Estilos – Permite a localização de trechos de textos conforme o estilo aplicado Botão Formatar – Permite a localização de trechos de texto que possuem uma determinada formatação. i) Navegador: Mostra ou oculta o Navegador que está presente em todas as aplicações do pacote. É usado para acessar rapidamente diferentes partes do documento e para inserir elementos do documento atual ou de outros documentos abertos, bem como para organizar documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique com o botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho. j) Duplicar: Permite realizar uma ou mais cópias de um objeto selecionado. l) Pontos: Permite Ativar/desativar o modo Editar pontos m) Pontos de Colagem: Permite Ativar/desativar o modo Editar pontos de colagem n) Campos: Permite editar as propriedades de um campo inserido o) Excluir Slide: Permite excluir o slide ou a página atual; p) Vínculos: Permite a edição das propriedades dos links no documento atual, incluindo o caminho para o arquivo de origem. q) Plug-in: Permite a edição de plug-ins (programas especiais utilizados para a visualização de páginas na web). Este comando ativa ou desativa este recurso. Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao lado do comando, e surgirão comandos para editar o plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, surgirão comandos para controlar o plug-in no menu de contexto.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia r) Mapa de Imagem: Permite a anexação de URLs a áreas específicas, denominadas pontos de acesso, em uma figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem é um grupo com um ou mais pontos de acesso. s) Objeto: Permite a edição de objetos. t) Hiperlink: Abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks. 3.3 ) Menu Exibir -- Este menu contém comandos para controlar a exibição do documento na tela. a) Normal: Alterna para a exibição normal na qual é possível criar e editar slides. b) Estrutura de Tópicos: Alterna para a exibição de estrutura de tópicos na qual é possível reordenar slides e editar os títulos e cabeçalhos dos slides. c)Classificador de Slides: Exibe miniaturas dos slides. d) Apresentação de Slides: Inicia a apresentação de slides. e) Exibição de Notas: Alterna para a exibição de página de notas, em que você pode adicionar notas aos seus slides. Durante a apresentação, o público não consegue vê-las porque elas permanecem ocultas. f) Exibição de Folhetos: Alterna para a exibição de folhetos, onde é possível dimensionar vários slides para que se ajustem a uma página impressa. OBS: Para modificar o número de slides que podem ser impressos em uma página, abra o painel de tarefas Layouts e clique duas vezes em um layout. g) Principal: Permite alternar para uma das várias exibições mestre, onde é possível adicionar elementos que deverão ser exibidos em todos os slides da apresentação. Também pode ser encontrado apenas como ―Mestre‖. Apresentará os seguintes submenus: Slide Mestre: Alterna para a exibição de slide mestre, onde é possível adicionar elementos que deverão aparecer em todos os slides da apresentação que utilizam o mesmo slide mestre. Notas Mestre: Exibe as notas mestre, na qual é possível definir a formatação padrão para as notas. Elementos Mestre: Adicione ao slide mestre espaços reservados para cabeçalho, rodapé, data e número do slide. h) Cor/Escala de Cinza: Mostra os slides em cores, em escala de cinza ou em preto e branco. i) Painel de Tarefas: Ativa e desativa o painel de tarefas do BrOffice.org Impress. Que fica ao lado direito da tela. j) Painel de Slides: Ativa e desativa o Painel Slide. Também pode ser encontrado apenas como ―Slide‖. l) Barra de Ferramentas: Permite a visualização, ocultação e personalização das barras de ferramentas disponíveis no Writer. Na opção “Personalizar” é possível alterar a configuração das barras já existentes incluindo ou alterando botões, também é possível criar novas barras de ferramentas, criar teclas de atalho para as funções disponibilizadas nos botões e configurar a aparição dos ícones. m) Barra de Status: Exibe ou Oculta a barra de status localizada na parte inferior da tela. n) Status do método de entrada: Mostra ou oculta a janela de status do IME (Input Method Engine) o)Régua: permite exibir ou oculta réguas no alto e na lateral esquerda da área de trabalho
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia p)Grade: Define as propriedades de exibição de uma grade. q) Guias: Especifica as opções de exibição para guias. r) Cabeçalho e Rodapé: Permite adicionar ou alterar o texto em espaços reservados na parte superior ou inferior dos slides e dos slides mestre. l) Zoom: Permite alterar o percentual de visualização do documento ativo. 3.4) Menu Inserir -- Contém os comandos usados para inserir novos elementos no documento, por exemplo, figuras, objetos, caracteres especiais e outros arquivos. a) Slide: Permite a inserção de um slide depois do slide selecionado atualmente b) Duplicar Slide: Permite a inserção de uma cópia do slide atual após o slide atual. c) Expandir Slide: Permite criar um novo slide a partir de cada ponto superior da estrutura de tópicos (o texto que está um nível abaixo do título na hierarquia da estrutura de tópicos) no slide selecionado. O texto da estrutura de tópicos passa a ser o título do novo slide. Os pontos da estrutura de tópicos abaixo do nível superior no slide original subirão um nível no novo slide. d) Slide de Resumo: Permite criar um novo slide com uma lista de marcadores contendo os títulos dos slides seguintes ao slide selecionado. O slide de resumo é inserido atrás do último slide. e) Número de Página: Adiciona o número do slide ou da página f) Data e hora: Adiciona a data e a hora como um campo g)Campos: Lista os campos comuns que podem ser inseridos no slide h) Caracter Especial: Equivale ao menu ―símbolo‖ do Word. Permite a inserção de símbolos que não estão no teclado. i) Marca de formatação: Permite a inserção de marcas de formatação como ―espaço não separável‖, ―hífen incondicional‖, ―hífen opcional‖. j) Hiperlink: Permite a criação e edição de hiperlinks; l) Imagem Animada: Cria uma animação personalizada no slide atual. Só é possível usar objetos existentes para criar uma animação. m) Figura: Permite inserir uma figura e escolher o seu local de origem. n) Filme e som: permite a inserção de filmes e sons no documento ativo. o) Objeto: Permite a inserção de objetos de uma maneira geral no documento ativo. p) Planilha: Insere uma nova planilha do BrOffice.org Calc no slide atual q) Gráfico: Exibe a tela de Autoformatação do gráfico. Nela teremos 4 passos para a criação de gráficos nos documentos. 1º Passo: indica a área a ser representada no gráfico e o local de destino do gráfico. 2º Passo: escolher o tipo do gráfico 3º Passo: escolher uma variante. 4º Passo: permite a colocação de título no gráfico, nos eixos e legendas. t) Quadro flutuante: Permite a inserção de um quadro flutuante no documento ativo. Esse recurso é bastante utilizado em documentos html. r) Quadro Flutuante: Permite inserir um quadro flutuante no documento atual. Os quadros flutuantes são usados em documentos HTML para exibir o conteúdo de outro arquivo. s) Arquivo: Permite inserir um arquivo no slide ativo. Você pode inserir arquivos do BrOffice.org Draw ou Impress, ou textos de um documento HTML ou de um arquivo de texto.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 3.5) Menu Formatar -- Contém comandos para formatar o layout e o conteúdo do documento a) Formatação padrão: Possibilita que o texto selecionado volte a ter a formatação padrão do Writer. b) Caracter: Permite manipular a formatação dos caracteres do texto selecionado nas células. Possui as seguintes abas: “Fonte”: permite alterar o tipo da fonte, colocar negrito e itálico, alterar o tamanho e alterar o idioma. “Efeitos de Fonte”: permite colocar sublinhado, tachado, alterar a cor da fonte, acrescentar efeitos as fontes, como maiúscula, minúscula, título, caixa alta, alto relevo, baixo relevo, piscante, oculto, sombra e contorno. “Posição”: permite colocar o texto normal, subscrito, sobrescrito, rotacionar o texto, e definir o espaçamento entre os caracteres. c) Parágrafo: Permite realizar todas as formatações necessárias nos parágrafos do documento ativo. Possui as seguintes abas: “Recuos e Espaçamentos”: permite definir os recuos e espaçamentos desejados para o texto. “Alinhamento”: permite definir o alinhamento desejado para o texto selecionado. “Tabulações”: permite a criação de marcas de tabulação na apresentação. d) Marcadores e Numeração: permite a adição de marcadores ou numeração ao parágrafo atual e também a edição do formato da numeração ou dos marcadores e) Página: Permite a formatação de diversos elementos ligados às páginas do texto. Apresenta as seguintes abas: “Página”: permite configurar o tipo do papel, a orientação e as margens. “Plano de fundo”: permite definir um plano de fundo f) Alterar capitalização: Permite alterar o uso de maiúsculas e minúsculas nos caracteres selecionados ou, se o cursor estiver em uma palavra, altera o uso de maiúsculas e minúsculas de todos os caracteres nela. g) Posição e Tamanho: Redimensiona, move, gira ou inclina o objeto selecionado. h) Linha: Define as opções de formatação para a linha selecionada i) Área: Define as propriedades de preenchimento do objeto de desenho selecionado. Possui as seguintes abas: Área: Defina as opções de preenchimento do objeto de desenho selecionado Sombra: Adicione uma sombra ao objeto de desenho selecionado e defina as propriedades da sombra. Transparência: Defina as opções de transparência do preenchimento que você aplicar ao objeto selecionado. Cores: Permite selecionar uma cor da tabela de cores, editar uma cor existente ou definir novas cores. Gradiente: Defina as propriedades de um gradiente ou salve e carregue as listas de gradientes.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Preenchimento de Padrão: Define as propriedades de um padrão de preenchimento ou salva e carrega listas de padrão de preenchimento. Bitmaps: Selecione um bitmap que você deseje usar como padrão de preenchimento ou crie seu próprio padrão de pixel. Você também pode importar bitmaps e salvar ou carregar listas de bitmaps. j) Texto: Define as propriedades de layout e de ancoramento do texto no objeto de texto ou de desenho selecionado Apresenta as seguintes abas: Texto: Define as propriedades de layout e ancoramento do texto no objeto de desenho ou texto selecionado. Animação de Texto: Adiciona um efeito de animação ao texto no objeto de desenho selecionado l) Design de Slides: Permite selecionar um esquema de layout para o slide atual. Os objetos no design de slides são inseridos atrás dos objetos contidos no slide atual. m) Layout de Slides: Abre o painel Layout de slide no painel Tarefas. Em algumas versões aparece como ―Modificar Layout de Slides‖. n) Estilos e Formatação: Permite aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de formatação( conjunto de formatações). o) Agrupar: permite agrupar objetos para que possam ser movidos ou formatados como se fossem apenas um. 3.6) Menu Ferramentas -- Contém ferramentas de ortografia, uma galeria de objetos artísticos que podem ser adicionados ao documento, bem como ferramentas para configurar menus e definir preferências de programa. a) Verificação Ortográfica: permite corrigir ou ignorar palavras marcadas pela verificação ortográfica, através do uso do dicionário de sinônimos. Permite também utilizar a verificação automática. b) Idioma: Permite através de seu submenu manipular o dicionário de sinônimos e a hifenização. c)AutoCorreção: permite definir as opções para a substituição automática de texto concomitante a digitação do usuário d) Gallery: Permite abrir a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu documento. e) Conta Gotas: Abre a caixa de diálogo de conta-gotas, na qual você pode substituir cores em figuras de metarquivo e de bitmap. f) Media Player: Permite uma interação direta com o referido aplicativo g) Macros: Permite a manipulação de macros h) Gerenciador de extensão: O Gerenciador de extensão adiciona, remove, desativa, ativa e exporta extensões do BrOffice.org. i) Definições do filtro XML: Permite abrir a caixa de diálogo ―Configurações do filtro XML”, onde se pode criar, editar, excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML j) Personalizar: Permite a personalização de menus, teclas de atalho, barras de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para eventos.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia l) Opções: Abre uma caixa de diálogo para a configuração completa do Writer 3.7) Menu Apresentação de Slides – Contém comandos e opções para executar uma apresentação. a)Apresentação de slides: Inicia a apresentação de slides. b) Configuração de Apresentação de Slides: Define as configurações da apresentação de slides, inclusive com que slide iniciar, o tipo de apresentação, o modo como os slides avançam e as opções de ponteiro c) Cronometrar: Inicia uma apresentação de slides com um timer no canto inferior esquerdo d) Interação: Define como o objeto selecionado se comportará quando ele for clicado durante uma apresentação de slides e) Animação Personalizada: Atribui um efeito ao objeto selecionado que será executado durante a apresentação de slides. f) Transição de Slides: Define o efeito especial que será executado quando um slide for exibido durante uma apresentação de slides. g) Mostrar/ Ocultar Slide: Oculta o slide selecionado para que não seja exibido durante uma apresentação de slides. h) Apresentação de Slides Personalizada: Define uma apresentação de slides personalizada usando slides contidos na apresentação atual. 3.8) Menu Janela – Contém comandos para manipular e exibir janelas de documentos a) Nova Janela: Permite abrir uma nova janela do documento ativo. Visa facilitar a visualização de grandes documentos. b) Fechar janela: Permite fechar a janela do documento ativo. OBS. Em seguida, segue a listagem com todos os documentos abertos no momento. 4) Principais Teclas de Atalho Teclas de Função para Apresentações Teclas de atalho Efeito F2 Edite o texto. F3 Edite o grupo.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Ctrl+F3 Saia do grupo. Shift+F3 Duplicar F4 Posição e tamanho F5 Exibir apresentação de slides. Ctrl+Shift+F5 Navegador F7 Verificação ortográfica Ctrl+F7 Dicionário de correlatos F8 Editar pontos. Ctrl+Shift+F8 Ajuste o texto ao quadro. F11 Estilos e formatação Teclas de Atalho em Apresentações de Slides Teclas de atalho Efeito Esc Finalize a apresentação. Barra de espaços ou seta à direita ou seta para Reproduzir o próximo efeito (se houver, caso baixo ou Page Down ou Enter ou Return ou N contrário ir para o próximo slide). Alt+Page Down Ir para o próximo slide sem reproduzir os efeitos. [número] + Enter Digite o número de um slide e pressione Enter para ir para o slide. seta Para a esquerda ou Para cima ou Page Up Reproduz o efeito anterior novamente. Se não ou Backspace ou P houver efeito anterior nesse slide, exibir slide anterior. Alt+Page Up Ir para o slide anterior sem reproduzir os efeitos. Home Salte para o último slide da apresentação. End Salte para o último slide da apresentação. Ctrl+Page Up Vá para o slide anterior. Ctrl+Page Down Vá para o próximo slide. B ou . Exibir tela em preto até o próximo evento de tecla ou da roda do mouse. W ou , Exibir tela em branco até o próximo evento de tecla ou da roda do mouse. Teclas de atalho na exibição normal Teclas de atalho Efeito Tecla de adição (+) Mais zoom. Tecla de subtração (-) Menos zoom.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Tecla de multiplicação (×) (teclado numérico) Ajuste a página à janela. Tecla de divisão(÷) (teclado numérico) Aplique mais zoom na seleção atual. Shift+Ctrl+G Agrupe os objetos selecionados. Shift+Ctrl+Alt+A Desfaça o grupo selecionado. Ctrl + clique Entre em um grupo para que você possa editar os objetos individuais do grupo. Clique fora do grupo para retornar à exibição normal. Shift+Ctrl+K Combine os objetos selecionados. Shift+Ctrl+K Divida o objeto selecionado. Essa combinação funcionará apenas em um objeto que tenha sido criado pela combinação de dois ou mais objetos. Ctrl+ tecla de adição Trazer para a frente. Shift+Ctrl+tecla de adição Trazer para frente. Ctrl+tecla de subtração Recuar. Shift+Ctrl+tecla de subtração Enviar para trás. Teclas de Atalho do Impress Teclas de Atalho Efeito Tecla de seta Move o objeto selecionado ou a exibição da página na direção da seta. Ctrl+tecla de seta Mova-se pela exibição da página. Shift + arrastar Limita o movimento do objeto selecionado no sentido horizontal ou vertical. Ctrl + arrastar (com a opção Copiar ao mover Mantenha pressionada a tecla Ctrl e arraste um ativa) objeto para criar um cópia desse objeto. Tecla Alt Mantenha pressionada a tecla Alt para desenhar ou redimensionar objetos arrastando do centro do objeto para fora. Tecla Alt+clique Selecione o objeto que está atrás do objeto atualmente selecionado. Alt+Shift+clique Selecione o objeto que está na frente do objeto atualmente selecionado. Shift+clique Selecione os itens adjacentes ou uma fragmento de texto. Clique no início de uma seleção, vá para o fim da seleção e mantenha pressionada a tecla Shift enquanto clica. Shift+arrastar (ao redimensionar) Mantenha pressionada a tecla Shift enquanto arrasta um objeto para redimensioná-lo mantendo suas proporções. Tecla Tab Selecione os objetos na ordem em que foram
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia criados. Shift+Tab Selecione objetos na ordem inversa em que foram criados. Escape Saia do modo atual. Enter Ative um objeto de espaço reservado em uma nova apresentação (somente se o quadro estiver selecionado). Ctrl+Enter Move para o próximo objeto de texto no slide. Se não houver objetos de texto no slide, ou se você chegou ao último objeto de texto, um novo slide será inserido após o slide atual. O novo slide usará o mesmo layout do atual. Navegação com o teclado no classificador de slides Teclas de atalho Efeito Escape Move o foco para o primeiro slide. Tecla de seta Move o foco para o slide seguinte. Barra de espaços Torna o slide com foco o slide atual. Material de Writer Básico O BrOffice.org Writer é um processador de texto, onde o usuário pode editar e formatar seus textos, passando pela manipulação de objetos (como gráficos, imagens, tabelas e Molduras) até recursos como verificação ortográfica, versões, seções, dentre outros. Umas de suas maiores vantagens é a compatibilidade com arquivos de variados programas. Os formatos mais comuns são arquivos do tipo .odt, .ott, .rtf, .doc, .txt, .xml. 1. Tela inicial do Writer
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia Observe que ele é extremamente parecido com o Word, tendo inclusive os mesmos elementos de tela, como a barra de títulos, a barra de menus, barras de ferramentas, área de trabalho do texto e barra de status. A barra de Status terá alguns elementos diferentes em relação ao Word. Veremos: Página 1/1 –Indica a página atual e o total de páginas que o documento contém. Com um duplo clique abrimos o navegador para podermos navegar mais facilmente no texto. Padrão – Exibe o estilo atual de página que está sendo utilizado. Com um duplo clique abrimos a tela do menu para alterações dee estilo. 100% -- Indica o percetual de visualização utilizado. Com dois cliques abrimos a tela para alteração do Zoom Inserir – alternar entre o modo de inserção (INSERIR) e o modo sobrecrever (ACIMA). a alternância pode ser feita o uso da tecla insert ou com dois cliques do mouse. Hif – Indica a hifenização * -- A existência deste sinal indica que há alterações não salvas no documento. 2. Principais Barras de Ferramenta do Writer: As barras de Ferramentas apresentam elementos bastante semelhantes aos do Word. Veremos: 2.1. Barra de Ferramentas Padrão
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia 1. Arquivo Novo 2. Abrir 3. Salvar 4. Enviar documento como email 5. Editar Arquivo 6. Exportar arquivo diretamente como PDF 7. Imprimir Diretamente 8. Visualizar Página 9. Verificação Ortográfica 10. Auto Verificação Ortográfica 11. Recortar 12. Copiar 13. Colar 14. Pincel de Estilo 15. Desfazer 16. Restaurar 17. Hiperlink 18. Tabela 19. Mostrar Funções de Desenho 20. Localizar e Substituir 21. Navegador 22. Gallery 23. Fonte de Dados 24. Caracteres Não Imprimivéis 25. Zoom 26. Ajuda do Writer 2.2. Barra de Ferramentas de Formatação 1.Estilos e Formatação 2. Aplicar Estilo 3. Nome da Fonte 4. Tamanho da Fonte 5. Negrito 6. Itálico 7. Sublinhado 8. Alinhamento a Esquerda 9. Alinhamento Centralizado 10. Alinhamento a Esquerda 11. Alinhamento Justificado 12. Ativar/Desativar Numeração 13.Ativar/ Desativar Marcadores 14. Diminuir Recuo 15. Aumentar Recuo 16. Cor da Fonte 17. Realçar 18. Cor do Plano de Fundo 3. Menus do Writer 3.1. Menu Arquivo -- Contém comandos que se aplicam a todo o documento e) Novo: permite a criação de novos documentos, planilhas, apresentações, banco de dados, desenhos, documento mestre, páginas html, documentos xml, fórmulas, etiquetas, cartões de visitas e modelos de documentos. Podemos encontrar diversos tipos de extensões em documentos do Write, mas a mai comum é a odt. f) Abrir: semelhante ao Word, permite abrir um arquivo previamente gravado. Para isso é necessário dizer o nome do arquivo que se deseja abrir e a sua localização. Permite também a escolha do tipo do arquivo (por ser compatível com diversos outros softwares, é capaz de abrir páginas html, desenhos, planilhas e etc) e da versão desejada. O usuário ainda pode marcar um combobox alertando se abrirá a tela apenas para leitura. Assim como no Word, a tela oferece ainda a opção de realizar operações com os diretórios e arquivos selecionados, criar diretórios e subdiretórios, alterar os modos de exibição dentre outras opções. OBS. Para abrir mais de um arquivo ao mesmo tempo, selecione os arquivos com a tecla Ctrl ou Shift pressionada e depois clique no botão abrir. c) Documentos recentes: exibe a listagem dos últimos documentos abertos no Writer. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia d) Assistente: oferece diversos ―wizards‖ para a criação de carta, fax, agendas, apresentações, páginas da web, fontes de dados, . Apresenta também um conversor de documentos, um conversor de euros (vínculo com o Calc), para a instalação de novos dicionários e de novas fontes da web. e) Fechar: fecha o documento ativo no momento, mas não sai do Writer; f) Salvar: semelhante ao do Word e com tela igual ao do menu Abrir (citado acima). Permite gravar as alterações realizadas no documento que está ativo no momento. Vale frisar que a tela (caixa de diálogo ―Salvar Como‖ oferece a possibilidade de salvar o documento com uma senha o que permitirá ao usuário restringir o acesso a edição desse documento, esta poderá ter entre 5 e 16 caracteres que podem ser números, letras ou símbolos. Para gravar o documento basta informar o nome desejado e o local para gravação. OBS. Para retirar a senha de um arquivo, basta utilizar o comando ‗Salvar Como‘ novamente e desmarcar a opção ‗Salvar com Senha‘. g) Salvar como: oferece funções semelhantes ao menu de mesmo nome do Word. Cria um documento com outro nome, tipo ou em outro local, a partir de um original. h) Salvar Tudo: salva simultaneamente todos os documentos abertos. Este comando só estará disponível se dois ou mais arquivos tiverem sido modificados. i) Recarregar: Substitui o documento atual pela última versão salva. (opção bastante interessante); j) Versões: menu semelhante ao de mesmo nome no Word. Faz o controle de versões do documento. Também permite abrir, excluir e comparar versões anteriores. l) Exportar: Permite salvar o conteúdo do arquivo para arquivos em outros formatos, como XHtml e pdf, já realizando todas as adaptações necessárias. m) Exportar como PDF: salva o conteúdo do arquivo corrente diretamente para o formato pdf, já realizando todas as adaptações necessárias, fazendo os ajustes de segurança e de tamanho de arquivo do novo formato sem que seja necessário utilizar o Adobe Acrobat.. n) Enviar: Permite enviar o documento corrente como documento do Word, como anexo, em formato pdf para o email de um destinatário. Permite ainda a criação de documento mestre, documento html, e auto resumo. o)Propriedades : exibe e permite a alteração das propriedades do documento ativo no momento. p) Assinaturas digitais: Permite o uso de assinaturas digitais compatíveis com os padrões atuais de segurança. Permite adicionar e remover assinaturas digitais do documento. Também pode ser usada para exibir certificados. q) Modelos: permite a criação, alteração e organização de modelos. O modelo é um arquivo cuja função é servir de referência para um outro documento semelhante. No Writer os arquivos de modelos geralmente possuem extensão ‗ott‟. Para organizar os modelos e as categorias utiliza-se o menu ―ArquivoModelosOrganizar‖. Na lista da esquerda são apresentadas as categorias e os modelos e na da direita os documentos em edição no momento. Através do botão ‗Comandos‟ é possível criar ou excluir categorias, importar ou exportar modelos, configurar impressoras e atualizar listas, definir um modelo como ‗modelo padrão‘ ou ainda ‗restaurar o modelo padrão‟.
  • TJ/AL 2012 – PROJETO UTI Informática Emannuelle Gouveia r) Visualizar páginas: permite realizar a visualização do documento ativo da maneira como ele será impresso (WYSIWYG). Oferece a seguinte barra de ferramentas que difere um pouco da sua similar no Word: 1. Página anterior 2. Próxima página 3. Até o início do documento 4. Até o fim do documento 5. Visualiza duas páginas simultaneamente 6. Visualiza múltiplas páginas simultaneamente 7. Visualização em formato livro 8. Mais zoom 9. Zoom 10. Menos zoom 11. Ativar/Desativar tela inteira 12. Imprime exibição da página 13. Exibe as opções de impressão 14. Fecha a visualização.
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia s) Imprimir: Possui funções semelhantes ao menu de mesmo nome no Word. Ao ser selecionado exibirá uma caixa de diálogo onde será informado e o usuário poderá alterar o nome da impressora, as suas propriedades, o status da mesma (no campo ‗Comentário‟) o tipo e a localização lógica dela. O usuário poderá escolher o que deseja imprimir, se o texto todo, só um intervalo de páginas (segue as mesmas regras do Word para intervalos usa-se o hífen e para páginas salteadas ponto e vírgula), só o texto selecionado. O usuário podee ainda escolher o número de cópias que deseja e se deseja agrupá-las (no campo ‗Intercalar‟) t) Configurações da impressora: permite realizar a configuração da impressora desejada. u) Sair: fecha o Writer e todos os documentos abertos. Antes disso, pergunta ao usuário se deseja ou não gravar os documentos que possuam alterações não atualizadas. 3.2 Menu Editar -- contém comandos para a edição do conteúdo de um documento. a) Desfazer: Caso o usuário faça algo no texto que se arrependa depois, pode desfazer o que foi feito através dessa opção do menu. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. b) Refazer: Refaz as últimas ações. Há opção para esse menu na barra de ferramentas padrão. c) Repetir: Repete o último comando executado. d) Recortar: Remove a parte selecionada do texto para a área de transferência. e) Copiar: Copia a parte selecionada do texto para a área de transferência. f) Colar: insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato. OBS. Para realizar a movimentação de um texto selecionado com o mouse, basta arrastá-lo até a posição desejada com o botão do mouse pressionado. Já para realizara cópia de um texto selecionado com o mouse, arraste o texto até o local desejado com o botão do mouse pressionado e a tecla ctrl também pressionada. 232
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia g) Colar Especial: Cola ou incorpora, ao documento ativo, o conteúdo da área de transferência, porém com um formato especificado, ou até mesmo ignorando os formatos originais e absorvendo o formato do documento de destino. h) Selecionar Texto: Ativar um cursor de seleção em um texto somente leitura ou na Ajuda. O cursor de seleção não fica intermitente. i) Selecionar Tudo: Seleciona todo o conteúdo do arquivo, quadro ou objeto do documento ativo. j) Alterações: Lista os comandos que estão disponíveis para rastrear as alterações em seu arquivo, permitindo o controle sobre as alterações realizadas. Como por exemplo, registros, proteção de registros, a possibilidade de ter o controle das alterações realizadas aceitando-as ou rejeitando-as, verificar as alterações realizadas nos comentários e mesclar o documento. l) Comparar Documento: Permite que seja feita a comparação entre dois documentos para a verificação das diferenças existentes. Compara o documento atual com outro qualquer selecionado. m) Localizar e Substituir: Localiza uma determinada palavra, expressão ou formato no texto e substitui por outra. Apresenta as seguintes opções: Localizar Tudo e substitui tudo – Localiza e substitui as ocorrências do termo pesquisado Procurar Estilos – Permite a localização de trechos de textos conforme o estilo aplicado Botão Formatar – Permite a localização de trrechos de texto que possuem uma determinada formatação. n) Navegador: Mostra ou oculta o Navegador que está presente em todas as aplicações do pacote. É usado para acessar rapidamente diferentes partes do documento e para inserir elementos do documento atual ou de outros documentos abertos, bem como para organizar documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique com o botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho. 233
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia OBS. Algumas janelas do BrOffice.org, por exemplo, a janela Estilos e formatação e o Navegador, são janelas "encaixáveis". Você pode movê-las, redimensioná-las ou encaixá-las em uma borda. Para desencaixar e reencaixar, mantenha pressionada a tecla Ctrl e clique duas vezes em uma área vazia na janela. Na janela Estilos e formatação, você também pode clicar duas vezes em uma parte cinza da janela ao lado dos ícones enquanto mantém a tecla Ctrl pressionada. o) Auto Texto: Cria, edita ou insere AutoTexto. Texto formatado, texto com figuras, tabelas e campos podem ser armazenados como AutoTexto. p) Permutar banco de Dados: Possibilira a alteração da fonte de dados do documento atual. Para que os campos inseridos sejam exibidos corretamente, o banco de dados que foi substituído deve conter nomes de campos idênticos. q) Campos: Permite editar as propriedades de um campo previamente selecionado. r) Nota de rodapé: Permite editar as propriedades de uma nota de rodapé previamente selecionada. s) Entrada de índice: Permite editar as propriedades de uma entrada de índice previamente selecionada. t) Entrada Bibliográfica: Permite editar as propriedades de uma entrada bibliográfica previamente selecionada. u) Hiperlink: Permite a edição e criação de hiperlinks. v) Vínculos: Permite a edição de vínculos. x) Plug-in: Permite a edição de plug-ins (programas especiais utilizados para a visualização de páginas na web). Este comando ativa ou desativa este recurso. Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao lado do comando, e surgirão comandos para editar o plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, surgirão comandos para controlar o plug-in no menu de contexto. y) Mapa de Imagem: Permite a anexação de URLs a áreas específicas, denominadas pontos de acesso, em uma figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem é um grupo com um ou mais pontos de acesso. z) Objeto: Permite a edição de objetos. 3.3 )Menu Exibir -- Contém comandos para controlar a exibição do documento na tela. a) Layout de Impressão: Nesse modo todos os formatos aplicados ao documento aparecem da maneira como serão impressos. É um modo muito utilizado nos trabalhos diários, pela praticidade visual que ele oferece. Exibe o layout de cada página de seu documento da maneira como ela ficará quando impressa. b) Layout da Web: Nesse modo de exibição o documento é exibido com as mesmas características que teria se fosse exibido em um Browser. c) Barras de Ferramentas: Permite a visualização, ocultação e personalização das barras de ferramentas disponíveis no Writer. Na opção “Personalizar” é possível alterar a configuração das barras já existentes incluindo ou alterando botões, também é possível criar novas barras de ferramentas, criar teclas de atalho para as funções disponibilizadas nos botões e configurar a aparição dos ícones d) Barra de Status: Exibe ou Oculta a barra de status localizada na parte inferior da tela. e) Status do método de entrada: Mostra ou oculta a janela de status do IME (Input Method Engine) 234
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia f) Régua: Mostra ou oculta a régua horizontal, que você pode usar para ajustar margens de página, marcas de tabulação, recuos, bordas, células da tabela e para dispor objetos na página. OBS. Para mostrar a régua vertical, escolha ―Ferramentas - Opções - BrOffice.org Writer – Exibir” e, em seguida, marque a caixa de seleção ―Régua vertical” na área ―Régua”. g) Limites do texto: Mostra ou oculta as linhas que limitam o texto em relação as margens. As linhas de limite não são impressas. h) Sombreamento de campos: Mostra ou oculta os sombreamentos de campos no documento, incluindo espaços incondicionais, hifens personalizados, índices e notas de rodapé. i) Campos: Permite alternar entre a exibição do nome e do conteúdo do campo. A presença de uma marca de seleção indica que os nomes dos campos estão sendo exibidos e a ausência dessa marca indica que o conteúdo está sendo exibido. Vale ressaltar que o conteúdo de alguns campos não pode ser exibido. j) Caracteres Não imprimíveis: Mostra os caracteres não-imprimíveis no texto, como marcas de parágrafo, quebras de linha, paradas de tabulação e espaços. l) Parágrafos ocultos: Exibe ou oculta os parágrafos que foram definidos como ocultos. m) Fontes de dados: Lista os bancos de dados registrados para o BrOffice.org e permite que você gerencie o conteúdo deles. n) Tela inteira: Faz com o documento ativo ocupe todo o espaço da tela da área de trabalho. Para sair do modo de tela inteira, clique no botão ‗Ativar/Desativar tela inteira‟. o) Zoom: Permite alterar o percentual de visualização do documento ativo. 3.4) Menu Inserir -- Este menu contém todos os comandos necessários para inserir novos elementos em um documento a) Quebra manual: Insere uma quebra manual de linha, de coluna ou de página na posição atual em que se encontra o cursor. b) Campos: Insere um campo na posição atual do cursor. O submenu lista os tipos de campos mais comuns que são : data, hora, número de página, total de páginas, assunto, título e autor. Para exibir todos os campos disponíveis, escolha ―Outros”. 235
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia c) Caractere especial : Permite a inserção de caracteres que não estão disponíveis diretamente no teclado. d) Marca de formatação: Abre um submenu para inserir marcas especiais de formatação como : espaço não separável, hífen incondicional, hífen opcional. e) Seção: Permite inserir uma seção de texto no mesmo local em que o cursor está posicionado no documento. Esse comando deve ser utilizado para inserir blocos de texto de outros documentos, para aplicar layouts de colunas personalizados ou para proteger ou ocultar os blocos de texto quando uma condição for atendida. Nesse menu encontramos as seguintes abas: “Seção”: Define as propriedades da seção; “Colunas”: Especifica o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção. “Recuos”: Recua a seção em relação as margens esquerda e direita. “Plano de fundo” : Define a cor ou a figura do plano de fundo. “Notas de rodapé/ Notas de fim” : Especifica onde as notas de rodapé e as notas de fim são exibidas, bem como os formatos de numeração correspondentes. “Inserir” : Insere a seção que você definiu na posição atual em que o cursor se encontra no documento. f) Hiperlink: Permite a criação e edição de hiperlinks; g) Cabeçalho: Permite a exibição da área destinada ao cabeçalho. Nela o usuário pode inserir os campos que desejar ou ainda editá-lo. Vale ressaltar que o cabeçalho é vinculado ao estilo da página e adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo. Inicialmente é listado apenas o estilo de página "Padrão", mas serão listados outros a partir do momento que forem adicionados ao documento. h)Rodapé: Permite a exibição da área destinada ao rodapé. Nela o usuário pode inserir os campos que desejar ou ainda editá-lo. Vale ressaltar que o rodapé é vinculado ao estilo da página e adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo. Inicialmente é listado apenas o estilo de página "Padrão", mas serão listados outros a partir do momento que forem adicionados ao documento. i) Nota de Rodapé: Permite a inserção de uma nota de fim (no fim do documento) ou de uma nota de rodapé (no fim da página). Para a âncora podem ser utilizados números ou caracteres. l) Legenda: Permite a inserção de legendas nos objetos (figura, tabela, quadro, quadro de texto, objeto de desenho) m) Favoritos: Permite a inserção de marcadores na posição na qual está o cursor. Os marcadores facilitam a navegação no texto, através do navegador. Esse menu também pode ser encontrado como “Marcadores” n) Referência Cruzada: Permite a inserção de referências no documento ativo. As referências são os campos referidos no mesmo documento ou em subdocumentos de um documento mestre. 236
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia o) Nota: Permite inserir uma anotação no texto. Ao realizar a inserção é colocado no texto um retângulo amarelo, para visualizar o conteúdo da nota basta colocar o mouse sobre o retângulo e dar dois cliques sobre ele. p) Script: permite a inserção de um script (microprogramas) em documentos de texto ou HTML. q) índices e Tabelas: Permite a inserção de índices e de bibliografia no documento ativo. r) Envelope: Permite a criação de envelopes. Em suas guias, pode-se especificar o destinatário e o remetente, a posição e o formato dos dois endereços e o tamanho e a orientação do envelope. s) Quadro: Permite a inserção de molduras no documento ativo. Esse recurso auxilia muitas vezes no trato com objetos. Em algumas versões esse menu é chamado ―moldura‖. t) Tabela: Permite a inserção de tabelas no documento ativo. Apresenta uma tela bem simples e permite ao usuário definir a quantidade de linhas e colunas desejadas, bem como se quer título ou quer dividir a tabela, dentre outras opções. u) Linha Horizontal: Permite a inserção de linhas horizontais na posição na qual está o cursor no momento. v) Figura: Permite inserir uma figura e escolher o seu local de origem. y) Filme e som: permite a inserção de filmes e sons no documento ativo. x) Objeto: Permite a inserção de objetos de uma maneira geral no documento ativo. w) Quadro flutuante: Permite a inserção de um quadro flutuante no documento ativo. Esse recurso é bastante utilizado em documentos html. z) Arquivo: Permite a inserção de um arquivo de texto na posição atual do cursor. 3.5) Menu Formatar -- contém comandos para formatar o layout e o conteúdo de documentos a) Formatação padrão: Possibilita que o texto selecionado volte a ter a formatação padrão do Writer. b) Caracter: Permite manipular a formatação dos caracteres do texto selecionado. Possui as seguintes abas: “Fonte”: permite alterar o tipo da fonte, colocar negrito e itálico, alterar o tamanho e alterar o idioma. “Efeitos de Fonte”: permite colocar sublinhado, tachado, alterar a cor da fonte, acrescentar efeitos as fontes, como maiúscula, minúscula, título, caixa alta, alto relevo, baixo relevo, piscante, oculto, sombra e contorno. “Posição”: permite colocar o texto normal, subscrito, sobrescrito, rotacionar o texto, e definir o espaçamento entre os caracteres. “Hiperlink”: Permite acrescentar um link ao texto. “Plano de fundo”: permite a colocação de um plano de fundo no texto selecionado. c) Parágrafo: Permite realizar todas as formatações necessárias nos parágrafos do documento ativo. Possui as seguintes abas: “Recuos e Espaçamentos”: permite definir os recuos e espaçamentos desejados para o texto. “Alinhamento”: permite definir o alinhamento desejado para o texto selecionado. 237
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia “Fluxo de texto”: permite definir as quebras, a hifenização, o controle das linhas órfãs/viúvas e manter o texto junto. “Numeração”: permite a numeração de linhas e de parágrafos. “Tabulação”: permite a criação de marcas de tabulação no texto. “Capitulares”: permite capitular o texto “Bordas”: permite a inclusão de bordas “Plano de fundo”: permite a colocação de um plano de fundo na área do texto. d) Marcadores e Numeração: permite a adição de marcadores ou numeração ao parágrafo atual e também a edição do formato da numeração ou dos marcadores. e) Página: permite a formatação de diversos elementos ligados as páginas do texto. Apresenta as seguintes abas: ―Organizador” : permite definir as opções para o estilo selecionado. “Página”: permite configurar o tipo do papel, a orientação e as margens. “Plano de fundo”: permite definir um plano de fundo “Cabeçalho” : permite configurar o cabeçalho desejado. “Rodapé” : permite configurar o rodapé desejado “Bordas” : permite a definição de bordas. “Colunas” : Especifica o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção “Notas de rodapé” : Especifica as opções de layout para notas de rodapé, incluindo a linha que separa essa nota do corpo principal do documento. f) Alterar capitalização: Permite alterar o uso de maiúscula e de minúscula no texto. g) Colunas : permite especificar o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção. (mesmo encontrado no menu ―Página‟) h) Seções: Permite alterar as propriedades das seções definidas no documento. i) Estilos e Formatação: Permite aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de formatação( conjunto de formatações). 238
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia j) AutoFormatação: permite formatar automaticamente o arquivo de acordo com as opções definidas em ―FerramentasAutoCorreção‖. l) Ancorar: permite definir opções de ancoramento para o objeto selecionado m) Quebra Automática: Define as opções de quebra automática de texto para figuras, objetos e quadros n) Alinhamento: Permite definir as opções de alinhamento para o elemento selecionado, seja ele texto ou objeto. p)Permite: Permite alterar a ordem de empilhamento dos objetos selcionados. q) Inverter: Permite inverter o objeto selecionado, horizontalmente ou verticalmente r) Agrupar: permite agrupar objetos para que possam ser movidos ou formatados como se fossem apenas um. s) Objeto: Permite alterar propriedades do objeto selecionado. t) Quadro: Permite alterar propriedades de objetos quadros selecionados. u) Figura: Permite alterar propriedades de figuras selecionadas 3.6) Menu Ferramentas -- Contém ferramentas de ortografia, uma galeria de objetos gráficos que podem ser adicionados aos documentos, além de ferramentas para a configuração de menus e de preferências de programas. a) Verificacão Ortográfica: permite corrigir ou ignorar palavras marcadas pela verificação ortográfica, através do uso do dicionário de sinônimos. Permite também utilizar a verificação automática. b) Idioma: Permite, através de seu submenu manipular o dicionário de sinônimos e a hifenização c) Contagem de palavras: Permite contar as palavras e caracteres da seleção atual e do documento inteiro d)AutoCorreção: permite definir as opções para a substituição automática de texto concomitante a digitação do usuário e)Numeração de estrutura de tópicos: permite definir e configurar a numeração da estrutura de tópicos. f) Numeração de Linhas: permite adicionar, remover e formatar números de linha no documento atual. OBS. Para desativar a numeração de linhas em um parágrafo, clique no parágrafo, escolha ―FormatarParágrafo, clique na guia ―Numeração” e, em seguida, desmarque a caixa de seleção ―Incluir este parágrafo na numeração de linhas”. g)Notas de Rodapé: permite especificar as configurações de exibição de notas de rodapé e notas de fim h)Gallery: permite abrir a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu documento. i) Media Player:Permite uma interação direta com o referido aplicativo j)Banco de dados bibliográficos:Permite a manipulação de um banco de dados de armazenamento de dados bibliográficos. 239
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia l) Assistente de mala direta: Permite a utilização de um wizard que auxilia na criação de cartas, etiquetas e demais documentos de mala direta. m) Classificar: permite realizar a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Pode-se definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. n)Calcular: Permite calcular o resultado de uma fórmula selecionada. o)Atualizar: Permite atualizar os itens do documento atual com conteúdo dinâmico, como campos e índices. p)Macros: Permite a manipulação de macros q) Gerenciador de extensão: O Gerenciador de extensão adiciona, remove, desativa, ativa e exporta extensões do BrOffice.org. r) Definições do filtro XML: Permite abrir a caixa de diálogo ―Configurações do filtro XML”, onde pode-se criar, editar, excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML s) Personalizar: Permite a personalização de menus, teclas de atalho, barras de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para eventos. t) Opções: Abre uma caixa de diálogo para a configuração completa do Writer 3.7) Menu Tabela -- Mostra todos os comandos para inserir e para editar uma tabela em um documento de texto. a) Inserir: Permite a inserção de tabelas, ou de linhas e colunas em uma tabela já existente e selecionada. b) Excluir: Permite a exclusão de tabelas, ou de linhas e colunas em uma tabela já existente e selecionada. c) Selecionar: Permite a seleção de tabelas, ou de linhas, colunas ou células em uma tabela já existente e selecionada. d) Mesclar células: Permite combinar o conteúdo das células selecionadas da tabela em uma única célula e)Dividir células: Permite dividir a célula ou o grupo de células, horizontalmente ou verticalmente, no número de células que o usuário solicitar. f) Proteger células: Permite que o usuário defina uma senha para o intervalo de células selecionado g) Mesclar tabela: Permite combinar duas tabelas consecutivas em uma única tabela. As tabelas devem estar lado a lado, e não separadas por um parágrafo vazio. h) Dividir tabela: Divide a tabela atual em duas tabelas separadas na posição do cursor. i) Auto Formatar: Permite a aplicação automática de formatos à tabela atual, incluindo fontes, sombreamento e bordas. j) Auto Ajustar: Permite o ajuste automático da altura de linhas e da largura das colunas. l) Repetição de Linhas de Título: Permite repetir os cabeçalhos das tabelas nas páginas subseqüentes quando a tabela se estende por mais de uma página. m) Converter: Permite a conversão de tabelas em texto e de texto em tabelas de forma semelhante ao Word. 240
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia n) Classificar: Permite realizar a classificação alfabética e numérica das linhas selecionadas. Pode-se definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas. o) Fórmula: Permite acessar a barra de fórmulas para inserção ou alteração de fórmula no texto. p) Formato Numérico: Permite selecionar o formato de números desejado na tabela q) Bordas da tabela: Permite exibir ou ocultar as bordas em torno das células da tabela. As bordas só são visíveis na tela e não são impressas r) Propriedades da tabela: Permite especificar as propriedades da tabela selecionada, como, por exemplo, nome, alinhamento, espaçamento, largura da coluna, bordas e plano de fundo. 3.8) Menu Janela -- Contém comandos para manipulação e exibição de janelas de documentos. a) Nova Janela: Permite abrir uma nova janela do documento ativo. Visa facilitar a visualização de grandes documentos. b) Fechar janela: Permite fechar a janela do documento ativo. OBS. Em seguida, segue a listagem com todos os documentos abertos no momento. 4) Principais Teclas de Atalho Teclas de atalho Efeito F2 Barra Fórmulas Ctrl+F2 Inserir campos F3 Concluir AutoTexto Ctrl+F3 Editar AutoTexto F4 Abrir exibição da fonte de dados Shift+F4 Selecionar próximo quadro F5 Ativar/Desativar Navegador Ctrl+Shift+F5 Ativar Navegador, ir para número da página F7 Verificação ortográfica Ctrl+F7 Dicionário de correlatos F8 Modo de extensão Ctrl+F8 Ativar/Desativar sombreamentos de campos Shift+F8 Seleção adicional F9 Atualizar campos Ctrl+F9 Mostrar campos Shift+F9 Calcular tabela 241
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia Ctrl+Shift+F9 Atualizar campos e listas de entrada Ctrl+F10 Ativar/Desativar caracteres não-imprimíveis F11 Ativar/Desativar janela Estilos e formatação Shift+F11 Criar estilo Ctrl+Shift+F11 Atualizar estilo F12 Ativar numeração Ctrl+F12 Inserir ou editar tabela Shift+F12 Ativar marcadores Ctrl+Shift+F12 Desativar Numeração/Marcadores Ctrl+A Selecionar tudo Ctrl+J Justificar Ctrl+D Sublinhado duplo Ctrl+E Centralizado Ctrl+F Localizar e substituir Ctrl+Shift+P Sobrescrito Ctrl+L Alinhar à esquerda Ctrl+R Alinhar à direita Ctrl+Shift+B Subscrito Ctrl+Y Refazer última ação Ctrl+0 (zero) Aplicar estilo de parágrafo Padrão Ctrl+1 Aplicar estilo de parágrafo Título 1 Ctrl+2 Aplicar estilo de parágrafo Título 2 Ctrl+3 Aplicar estilo de parágrafo Título 3 Ctrl+5 Espaçamento de 1 linha e meia Ctrl+ Tecla de sinal de Calcula o texto selecionado e copia o resultado para a área de adição(+) transferência. Ctrl+Hífen (-) Hifens personalizados; hifenização definida pelo usuário. Ctrl+Shift+sinal de menos (- Traço incondicional (não é usado para hifenização) ) Ctrl+sinal de multiplicação * Executar campo de macro! (somente no teclado numérico) Ctrl+Space Espaços incondicionais. Esses espaços não serão usados para 242
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia hifenização nem serão expandidos se o texto estiver justificado. Shift+Enter Quebra de linha sem alteração de parágrafo Ctrl+Enter Quebra manual de página Ctrl+Shift+Enter Quebra de coluna em textos com várias colunas Alt+Enter Inserção de um novo parágrafo sem numeração Alt+Enter Inserção de um novo parágrafo diretamente antes ou depois de uma seção ou tabela. Seta para a esquerda Mover o cursor para a esquerda Shift+Seta para a esquerda Mover o cursor com a seleção para a esquerda Ctrl+Seta para a esquerda Ctrl+Shift+Seta esquerda para Ir para o início da palavra a Seleção à esquerda, uma palavra de cada vez Seta para a direita Mover o cursor para a direita Shift+Seta para a direita Mover o cursor com a seleção para a direita Ctrl+Seta para a direita Ir para o fim da palavra Ctrl+Shift+Seta direita para a Seleção à direita, uma palavra de cada vez Seta para cima Mover uma linha para cima Shift+Seta para cima Seleção de linhas de baixo para cima Seta para baixo Mover o cursor uma linha para baixo Shift+Seta para baixo Seleção de linhas de cima para baixo Home Ir para o início da linha Shift+Home Ir e selecionar até o início de uma linha Fim Ir para o fim da linha Shift+End Ir e selecionar até o fim da linha Ctrl+Home Ir para o início do documento Ctrl+Shift+Home Ir e selecionar o texto até o início do documento Ctrl+End Ir para o fim do documento Ctrl+Shift+End Ir e selecionar o texto até o fim do documento Ctrl+PageUp Alternar o cursor entre o texto e o cabeçalho Ctrl+PageDown Alternar o cursor entre o texto e o rodapé Inserir Ativar/Desativar modo de inserção PageUp Mover página da tela para cima 243
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia Shift+PageUp Mover página da tela para cima com a seleção PageDown Mover uma página da tela para baixo Shift+PageDown Mover uma página da tela para baixo com a seleção Ctrl+Del Excluir texto até o fim da palavra Ctrl+Backspace Excluir o texto até o início da palavra Ctrl+Shift+Del Excluir texto até o fim da frase Ctrl+Shift+Backspace Excluir o texto até o início da frase Ctrl+Tab Próxima sugestão com Completar palavra automaticamente Ctrl+Shift+Tab Use a sugestão anterior com Completar palavra automaticamente Alt+W Caixa de diálogo Verificação ortográfica: retorna a palavra desconhecida original na caixa de texto Ctrl+ duplo Ctrl+Shift+F10 clique ou Use esta combinação para encaixar ou desencaixar rapidamente a janela do Navegador, a janela Estilos e Formatação ou outras janelas Ctrl+Alt+Seta para cima ou Mover o parágrafo ativo ou os parágrafos selecionados um parágrafo para Ctrl+Seta para cima cima. Ctrl+Alt+Seta para baixo Mover o parágrafo ativo ou os parágrafos selecionados um parágrafo para baixo. Tab O título no formato "Título X" (X = 1-9) é movido um nível para baixo na estrutura de tópicos. Shift+Tab O título no formato "Título X" (X = 2-10) é movido um nível para cima na estrutura de tópicos. Ctrl+Tab No início de um título: insira uma parada de tabulação. Dependendo do Gerenciador de janelas utilizado, você poderá usar Alt+Tab. Para alterar o nível do título com o teclado, primeiramente posicione o cursor na frente do título. Ctrl+A Se a célula ativa estiver vazia: selecione a tabela inteira. Caso contrário: selecione o conteúdo da célula ativa. Pressione novamente para selecionar a tabela inteira. Ctrl+Home Se a céluIa ativa estiver vazia: irá para o início da tabela. Caso contrário: o primeiro pressionamento o levará para o início da célula ativa, o segundo, para o início da tabela atual, e o terceiro, para o início do documento. Ctrl+End Se a céluIa ativa estiver vazia: irá para o fim da tabela. Caso contrário: o primeiro pressionamento o levará para o fim da célula ativa, o segundo, para o fim da tabela atual, e o terceiro, para o fim do documento. Ctrl+Tab Insere uma parada de tabulação (somente em tabelas). Dependendo do 244
  • ANALISTA DO INSS - 2012 Informática Emannuelle Gouveia Gerenciador de janelas utilizado, você poderá usar Alt+Tab. Ctrl+Shift+Seta para cima Ir para o início da tabela Ctrl+Shift+Seta para baixo Ir para o fim da tabela Alt+Teclas de seta Aumenta/diminui o tamanho da coluna/linha na borda direita/inferior da célula Alt+Shift+Teclas de seta Aumentar/diminuir o tamanho da coluna/linha na borda esquerda/superior da célula Alt+Ctrl+Teclas de seta Semelhante a Alt, mas somente a célula ativa é modificada Ctrl+Alt+Shift+Teclas seta de Semelhante a Alt, mas somente a célula ativa é modificada Alt+Insert Três segundos no modo de inserção, a tecla de seta insere a linha/coluna, Ctrl+Tecla de seta insere a célula Alt+Del Três segundos no modo de exclusão, a tecla de seta exclui a linha/coluna, Ctrl+Tecla de seta mescla a célula com a célula adjacente Ctrl+Shift+T Remove a proteção de célula de todas as tabelas selecionadas. Se nenhuma tabela estiver selecionada, a proteção de célula será removida de todas as tabelas do documento. Shift+Ctrl+Del Se nenhum item for selecionado, o conteúdo da próxima célula será excluído. Se forem selecionadas células, a linha inteira da seleção será excluída. Se todas as linhas forem selecionadas integral ou parcialmente, a tabela inteira será excluída. Esc O cursor está dentro de um quadro de texto e não há texto selecionado: a tecla Esc seleciona o quadro de texto. O quadro de texto está selecionado: a tecla Esc retira o cursor do quadro de texto. F2 ou Enter ou qualquer Se houver um quadro de texto selecionado: posicionará o cursor no fim do outra tecla que gere um texto no quadro de texto. Se você pressionar qualquer tecla que gere um caractere na tela caractere na tela e o documento estiver no modo de edição, o caractere será acrescentado ao texto. Alt+Teclas de seta Mover objeto. Alt+Ctrl+Teclas de seta Redimensiona movendo o canto inferior direito. Alt+Ctrl+Shift+Teclas seta Ctrl+Tab de Redimensiona movendo o canto superior esquerdo. Seleciona a âncora de um objeto (no modo Editar pontos). 245