Lendas apresentadas pelo 9o. ano F

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Trabalhos apresentados pelos alunos do 9o. ano F - 2013

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Lendas apresentadas pelo 9o. ano F

  1. 1. Disciplina: Leitura e RedaçãoTRABALHO DAS LENDAS –2º. BIMESTRE9º. ANO F - 2013
  2. 2. TRABALHO DELEITURA E REDAÇÃONome: Thais Aline de AzevedoNº: 29 9ºF
  3. 3. A Mulher do
  4. 4.  Diz a lenda que certa vez, um taxista chamado Arnaldo encerrava oseu expediente após um longo e cansativo dia. Depois de deixar oseu último cliente no local desejado, se encaminhava para suacasa, louco para chegar logo e descansar para mais um dia detrabalho. Porém, durante o caminho, avistou na primeira esquinauma mulher muito formosa, esbelta e que precisava de uma carona.Logo à primeira vista, Arnaldo se animou com a oportunidade, jáque havia um tempo que ele tinha se separado de sua mulher.Parou o carro ao lado da moça e perguntou:- Aonde a senhorita gostaria de ir?- O senhor poderia me levar para passear pela cidade? - indagou amulher de forma tão doce.
  5. 5.  A senhorita não tem medo de ficar passeando por aídurante a madrugada? - perguntou Arnaldo,inconformado com a resposta da misteriosa mulher.- Leve-me nos lugares mais bonitos da cidade que osenhor será recompensado.Arnaldo aceitou a proposta e pediu para a mulherentrar no carro. Curiosamente, ela pediu que o taxistaabrisse a porta para ela, pois não podia encostar namaçaneta. Esse fato deixou Arnaldo muito confuso,mas preferiu prosseguir com a viagem.
  6. 6.  O taxista serviu como um guia turístico durante aquela noite.Levou-a aos lugares mais interessantes da capital paulista,desde museus históricos, como o MASP, até aos locaisfamosos como o Parque do Ibirapuera. Em todos os lugaresem que parava, a misteriosa mulher descia do carro,novamente com a ajuda de Arnaldo para abrir a porta, edeslumbrava aquele momento como uma criança que vêalgo pela primeira vez. Rodopiava e dava risada,impressionada com as maravilhas que Arnaldo apresentavapara ela durante o passeio. Arnaldo estava tão encantadocom a beleza da moça que nem o sono foi capaz deprejudicá-lo durante o caminho.Ao longo do percurso, a bela mulher revelou a Arnaldo queaquele dia era o seu aniversário e ela costumava passearpela cidade durante a madrugada para comemorar a datafestiva todos os anos. Ao mesmo tempo, quando avistaramum belíssimo lago, a senhorita se lamentou de não poderbanhar suas mãos. O taxista indagava o motivo, mas elarespondia que ele não seria capaz de entender. Arnaldonovamente se confundia com as particularidades esquisitasda cliente.
  7. 7.  Muitas horas se passavam, o dia quase já amanhecia quando amulher requisitou ao taxista que a deixasse no local onde ela estavainicialmente. Arnaldo se animava com a quantia que receberia delaapós tantas ruas percorridas.Estacionou o carro. Ela agradeceu a viagem e foi saindo. O taxista alembrou do pagamento. Ela solicitou que ele passasse em sua casano dia seguinte, pois no momento não tinha dinheiro algum. Irritado,Arnaldo tentou compreender a situação da moça e aceitounovamente mais uma proposta da misteriosa e bela senhorita. Eladitou a ele o endereço de sua casa: "Rua das Rosas, 13-66" e depoisfoi embora. Num piscar de olhos, a mulher havia sumido, masArnaldo preferiu deixar isso de lado e ir descansar. Infelizmente, opobre taxista não tinha percebido que estava em frente a umcemitério da cidade.
  8. 8.  No outro dia, Arnaldo foi até o endereço que a mulher tinhapassado para ele. Quando tocou a campainha, foi recebido poruma senhora. Contou o que havia acontecido, mas a senhoranegou que alguém da família tivesse andado de táxi no dia anterior.Foi convidado para entrar, onde avistou um retrato da jovem quehavia passado a madrugada com ele. Confirmou à senhora que eraaquela mulher do retrato. A senhora começou a chorar. Arnaldonão entendeu o porquê. Mais calma, a senhora revelou ao taxistaque o retrato era de sua filha, que há 3 anos atrás, havia morrido deacidente de carro no dia do seu aniversário.
  9. 9. NOVO FINAL
  10. 10.  Muitas horas se passavam, o dia quase já amanhecia quando a mulherrequisitou ao taxista que a deixasse no local onde ela estavainicialmente. Chegando ao ponto de início, a mulher começou aconversar com Arnaldo com malícia e tentando seduzi-lo. Arnaldo jádesconfiado com as estranhas atitudes da mulher, resolveu não seenvolver. A mulher não conformada que Arnaldo não lhe deu muitaatenção, começou a lhe cariciar e fazer com que Arnaldo caísse emtentação, mas ele não fez o que ela queria. A mulher muito bravaporque não se conformava que não tinha conseguido, já que eralindíssima e formosa saiu do táxi furiosa. Arnaldo processegue o seucaminho para casa. No dia seguinte, fazendo as sua corrida se deparacom a mesma mulher pedindo carona para ele, e como ele já sabiaquem era a mulher não parou o táxi e continuou a corrida e não deucarona para a mulher. Quando ele olha para o retrovisor do carro amulher estava sentada no banco de trás e fala o seguinte: Não voupassar de novo pela rejeição e me matar aliás não posso mais mematar. E ela o mata. E assim a mulher mata todos os taxista que arejeitam.
  11. 11. Nome: Filipe & Gabriel RobertoN°:11 &14Série:9°F13/05/2013
  12. 12. BoitataO Boitatá é um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia é quase cego, ànoite vê tudo.O Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de umgrande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e láficou no escuro, assim, seus olhos cresceram. Desde então anda peloscampos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma deuma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegueos viajantes noturnos.Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um ladopara outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "CumadreFulôzinha". Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora nofundo dos rios.Ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vaitocando fogo nos campos.
  13. 13. Diz a lenda q seus olhos cresceram para enxergar melhor naescuridão, e que ainda continua aparecendo para pescadores qvão pescar no leito do rio e acabam se esbarrando com o boitatáuma cobra com mais de 25 metros de largura e seus olhosbrilhantes como o sol cegam os pescadores para depois come-los.Quem vir o boitatá tem que sair correndo sem olhar para os olhosdele se não ficara cego e acabará perdendo a vidaNovo Final
  14. 14. Trabalho deLeitura e RedaçãoLendas brasileirasCobra Norato.
  15. 15. Cobra Norato,ou HonoratoVem à luz em 1931, emplena efervescênciado modernismo. RaulBopp é um dos nomesfundamentais daprimeira geração doModernismo.
  16. 16. Cobra Norato• Cobra Norato, ou Honorato, e uma das mais conhecidas lendas do folcloreamazônico. Conta a lenda que em numa tribo indígena da Amazônia, umaíndia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas criançasgêmeas que na verdade eram Cobras. Um menino, que recebeu o nomede Honorato ou Norato, e uma menina, chamada de Maria Caninana.Depois de nascidos, ao perceber que eram "Cobras", ela resolveu seaconselhar com um Pajé, e perguntou se devia matá-los ou jogá-los no rio.O Pajé, então respondeu que se os matasse ela morreria também. Entãoela decidiu soltá-los no leito do rio Tocantins.
  17. 17. Lá no rio eles, como Cobras, se criaram.Honorato era bom e vinha sempre visitar amãe. Mas, sua irmã, "Maria Caninana", queera a mais pura expressão da maldade, nuncaveio. Assim mesmo andavam sempre juntos epercorreram todos os rios da Amazônia."Maria", sendo muito má, um verdadeirodemônio, fazia muitas travessuras quedesgostavam o irmão. Alagava canoas, mexiacom os bichos, assombrava e afogavaviajantes e banhistas, fazia naufragarembarcações, cometia, enfim, toda sorte demaldades.
  18. 18. Eram tantas as maldades e atentadospraticadas por ela que, um dia, Honoratoacabou por matá-la para por fim às suasperversidades. Honorato, em algumas noitesde luar, perdia o seu encanto e adquiria aforma humana transformando-se em um belorapaz, deixando as águas para levar uma vidanormal na terra.Outras versões dizem que, Honorato, comoentidade encantada, quando queria, à noite (sóà noite) transformava-se em gente, deixando àbeira do rio a monstruosa casca da cobra, emque vivia. Gostava muito de dançar. Era ummoço alto e bonito.
  19. 19. Muitas vezes ia dormir em casa de sua mãe e,então, pedia encarecidamente a esta que,antes do galo cantar, fosse ela à beira do rio,onde estava, sem ação, o seu corpo de cobrae que, deitando-lhe um pouco de leite na bocae dando-lhe uma cutilada que lhe fizessesangrar, ficaria ele desencantado parasempre.A Mãe de Honorato foi, muitas vezes, tentarfazer isso, mas era tão grande, feia emonstruosa, a cobra, que ela não tinhacoragem e voltava sem poder fazer o que lhepedira o filho. Ele, porém, garantia que acobra, apesar da aparência, nada lhe faria demal.
  20. 20. O mesmo pedido fez eles a muitas outraspessoas, garantindo a mesma coisa, masquando iam elas cumprir o pedido e viamtamanho monstro, corriam aterrorizadaspara trás, e por isso ele não podiadesencantar.
  21. 21. Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muitacoragem para derramar leite na boca da enorme cobra, fazendo um ferimento na cabeçaaté sair sangue. Mas ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme monstro. Até que umdia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato do terrívelencanto, deixando de ser cobra dágua para viver na terra com sua família.Lais Geovanna, Kelly Stefany, Estefany Gagliardi & Maicom DouglasN°: 20, 19, 10, 22
  22. 22. Trabalho:
  23. 23. DanielaMartins n° 89°f
  24. 24.  O "Corpo Seco" é uma assombraçãocuja lenda, relativamente recente, de meadosdo século XX, é contada em São Paulo. "Nem aterra aceita receber as pessoas que maltratamseus pais". Este foi um homem chamado ZéMaximiano, morador do município deMonteiro Lobato, região da Serra daMantiqueira, conhecido por bater no pai e namãe. Quando morreu, supostamente de "mortematada" (assassinado), foi enterrado nocemitério Municipal, porém, foi rejeitado pelasepultura e passou a assombrar o local. Poreste fato acharam por bem transferir o corpopara um lugar ermo e, por recomendação dopadre da cidade, decidiram por uma grutacuja entrada era delimitada por um córrego,pois, a lenda dizia que tal entidade nãoatravessa a água. Um amigo do defunto,Pedro Vicente, encarregou-se de fazer otransporte. O corpo foi colocado em umbalaio e, ainda por recomendação do padre,Pedro levou consigo uma vara de marmelo,pois havia risco do morto se rebelar e, nessecaso, o jeito era bater-lhe com a vara. Dito efeito, o Corposeco tentou agarrar o amigo afim de matá-lo, mas foi repelido com varadas. Diz o povo que entes como Corposeco agemnas noites de sexta-feira à meia noite.Aparece na beira dos rios e açudes e sealguém aparece, pede para ser transportadopara a outra margem. Em troca, prometerevelar o esconderijo de um tesouro. Seja nobarco ou nas costa do benfeitor, quando estáno meio do curso dágua, a assombraçãocomeça a pesar e assim, afunda pequenasembarcações ou a pessoa que o carrega nascostas matando sua vítima por afogamento.Outros contam que ele fica nas estradastocaiando os transeuntes dos quais, ao mododos vampiros, chupa o sangue para se manterna Terra evitando, deste modo, ser tragadopara os quintos dos infernos. Há ainda relatos do Corposeco nos estadosdo Paraná, Amazonas, Minas Gerais, emalguns países africanos de língua portuguesa,relatados por soldados brasileiros veteranosda missão UNAVEM III e na região Centro-Oeste do Brasil, principalmente. Em Ituiutaba, Minas Gerais, há uma variaçãodesta lenda, onde conta-se que o Corposeco,depois de ser repelido pela terra várias vezes,é levado por bombeiros à uma aparentecaverna em uma serra que fica ao sul domunicípio. Dizem que quem passa à noitepela estrada de terra que margeia a "serra doCorposeco", consegue ouvir os gritos doCorposeco ecoando de dentro da caverna.Nesta versão a mãe o amaldiçoa antes demorrer, por ter sido usada como cavalo pelofilho.
  25. 25.  Dizem que toda sexta-feira a meia, o corpoaparece na beira de um rio s alguém passarpor la, ela se finge ser pessoa humana e pedeajuda para atravessar a margem do rio,depois que a pessoa começa a ajudar o corpose transforma a seu estado normal e leva apessoa para o fundo do rio antes torturandoa pessoa e logo depois afogando ela.
  26. 26. Grupo: Amanda Vitória n° 01Brenda Ferreira n° 03Nathia Lorrany n°24Serie:9ºF
  27. 27. O Curupira gosta de sentar na sombra dasmangueiras para comer os frutos. Lá ficaentretido ao deliciar cada manga. Mas sepercebe que é observado, logo sai correndo, enuma velocidade tão grande que a visão humananão consegue acompanhar. "Não adianta correratrás de um Curupira", dizem os caboclos,"porque não há quem o alcance".A função do curupira é proteger as árvores,plantas e animais das florestas. Seus alvosprincipais são os caçadores, lenhadores e pessoasque destroem as matas de forma predatória.Para assustar os caçadores e lenhadores, ocurupira emite sons e assovios agudos. Outratática usada é a criação de imagens ilusórias eassustadoras para espantar os "inimigos dasflorestas".
  28. 28. Ao passar dos anos o curupira ia cada vezmais se desenvolvendo, e ele ia ficando cadavez mais forte e com mais poderes.Curupira conheceu Nika uma bióloga, a partirdesse momento eles passaram a cuidar dasflorestas juntos.
  29. 29. Ricardo Luiz Cheriato n°27Gustavo Xavier n°15Gabriel Lopes n°139°F
  30. 30. Lobisomem é um dos mais monstros populares fictícios do mundo. Suas origens seencontram na mitologia grega, porém sua história se desenvolveu na Europa. A lenda dolobisomem é muito conhecida no folclore brasileiro, sendo que algumas pessoas,especialmente aquelas mais velhas e que moram nas regiões rurais, de fato crêem naexistência do monstro.A figura do lobisomem é de um monstro que mistura formas humanas e de lobo. Segunda alenda, quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse último filho será umLobisomem.Quando nasce, a criança é pálida, magra e possui as orelhas um pouco compridas. Asformas de lobisomem aparecem a partir dos 13 anos de idade. Na primeira noite de terça ousexta-feira após seu 13º aniversário, o garoto sai à noite e no silêncio da noite, setransforma pela primeira vez em lobisomem e uiva para a Lua, semelhante a um lobo.Após a primeira transformação, em todas as noites de terça ou sexta-feira, o homem setransforma em lobisomem e passa a visitar 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7encruzilhadas. Por onde ele passa, açoita os cachorros e desliga todas as luzes que vê, alémde uivar de forma aterrorizante.Quando está quase amanhecendo, o lobisomem volta a ser homem.Segundo o folclore, para findar a situação de lobisomem, é necessário que alguém bata bemforte em sua cabeça. Algumas versões da história dizem que os monstros têm preferênciapor bebês não batizados, fazendo com que as famílias batizem suas crianças o mais rápidopossível.
  31. 31. Nosso finalLobisomem é um dos mais monstros populares fictícios do mundo. Suas origens se encontram namitologia grega, porém sua história se desenvolveu na Europa. A lenda do lobisomem é muitoconhecida no folclore brasileiro, sendo que algumas pessoas, especialmente aquelas mais velhas eque moram nas regiões rurais, de fato crêem na existência do monstro.A figura do lobisomem é de um monstro que mistura formas humanas e de lobo. Segunda alenda, quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse último filho será umLobisomem.Quando nasce, a criança é pálida, magra e possui as orelhas um pouco compridas. As formas delobisomem aparecem a partir dos 13 anos de idade. Na primeira noite de terça ou sexta-feiraapós seu 13º aniversário, o garoto sai à noite e no silêncio da noite, se transforma pela primeiravez em lobisomem e uiva para a Lua, semelhante a um lobo.Após a primeira transformação, em todas as noites de terça ou sexta-feira, o homem setransforma em lobisomem e passa a visitar 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7encruzilhadas. Por onde ele passa, açoita os cachorros e desliga todas as luzes que vê, além deuivar de forma aterrorizante.Quando está quase amanhecendo, o lobisomem volta a ser homem.O homem acorda com a roupa rasgada e todo machucado, não se lembra de nada e fica seperguntando o que aconteceu , sua família tenta ajuda-lo contando o que houve na noite passada,mesmo assim ele não acredita nos fatos que eram pura verdade. Os seus vizinhos armam umaarmadilha que consegue captura-lo e com uma lança no peito matam ele.
  32. 32.  Nome:BrunaEduarda n° 4 Nome:Camila Alvesn°5 Nome:ThaynaRegina n° 30
  33. 33. A lenda da mula-sem-cabeça édo folclore brasileiro, a suaorigem é desconhecida, masbastante evidenciada em todoBrasil.A mula é literalmente umamula sem cabeça e que soltafogo pelo pescoço, local ondedeveria estar sua cabeça,possui em seus cascos,ferraduras que são de prata oude aço e apresentam coloraçãomarrom ou preta.Segundo algunspesquisadores, apesar de terorigem desconhecida, a lendafez parte da cultura dapopulação que vivia sobre odomínio da Igreja Católica.
  34. 34.  Introdução Esta é uma das lendas mais conhecidas do folclorebrasileiro. Ela povoa o imaginário, principalmentedas pessoas que habitam regiões rurais do nossopaís. Este personagem folclórico é uma mula sem acabeça e que solta fogo pelo pescoço. De acordo com a lenda, a mula-sem-cabeçacostuma correr pelas matas e campos, assustandoas pessoas e animais. Várias versões da lendaExistem várias explicações para a origem destalenda, variando de região para região. Em algunslocais, contam que a mula-sem-cabeça surge nomomento em que uma mulher namora ou casa comum padre. Como castigo pelo pecado cometido,transforma-se neste ser monstruoso. Em outras regiões, contam que, se uma mulherperde a virgindade antes do casamento, pode setransformar em mula-sem-cabeça. Esta versão estámuito ligada ao controle que as familias tradicionaisbuscavam ter sobre os relacionamentos amorosos,principalmente das filhas. Era uma forma de assustaras filhas, mantendo-as dentro dos padrões morais ecomportamentais de séculos passados.Existe ainda outra versão mais antiga e complexa dalenda. Esta, conta que num determinado reino, arainha costuma ir secretamente ao cemitério noperíodo da noite. O rei, numa determinada noite,resolveu segui-la para ver o que estava acontecendo.Ao chegar ao cemitério, deparou-se com a esposacomendo o cadáver de uma criança. Assustado,soltou um grito horrível. A rainha, ao perceber que omarido descobrira seu segredo, transformou-senuma mula-sem-cabeça e saiu galopando emdireção à mata, nunca mais retornando para a corte.
  35. 35.  Segundo a lenda, aquela mulher quenamorasse um pastor seria transformadaem uma cobra. Desse jeito, as mulheresdeveriam ver os pastores como umaespécie de quietinhos e não comoqualquer um, se cometessem qualquerpecado com o pensamento de um pastor,acabariam se transformando em umacobra sem pele. A lenda diz que, o encanto somente podeser quebrado se alguém relasse no seucorpo com espinhos ,que a cobra tem,assim será uma mulher pura de seuspecados cometidos. A mula sem cabeça é uma lenda do folclorebrasileiro. A sua origem é desconhecida,mas bastante evidenciada em todo o Brasil.A mula é literalmente uma mula semcabeça, que solta fogo pelo pescoço, localonde deveria estar sua cabeça. Possui emseus cascos, ferraduras que são de prataou de aço e apresentam coloração marromou preta.Segundo alguns pesquisadores, apesar deter origem desconhecida, a lenda fez parteda cultura da população que vivia sobre odomínio da Igreja Católica.Segundo a lenda, qualquer mulher quenamorasse um padre seria transformadaem um monstro. Dessa forma, as mulheresdeveriam ver os padres como uma espéciede “santo” e não como homem, secometessem qualquer pecado com opensamento em um padre, acabariam setransformando em mula sem cabeça.Segundo a lenda, o encanto somente podeser quebrado se alguém tirar o freio deferro que a mula sem cabeça carrega,assim surgirá uma mulher arrependidapelos seus “pecados”
  36. 36. TRABALHO: LENDA BRASILEIRAGrupo: Ygor Winicius no.32Henrique Isaias no.17Matheus Bianchini no.21Flavio Henrique no.12Serie:9°F
  37. 37. O negrinho dopastoreiroO Negrinho do Pastoreiro É uma lenda meio africana meio cristã. Muitocontada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam ofim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil.Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros epeões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandouque um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos epotros recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, oestancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu umasurra tão grande no menino que ele ficou sangrando. ‘‘Você vai me darconta do baio, ou verá o que acontece’’, disse o malvado patrão. Aflito,ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando.Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e oamarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi vero estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas depé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele,a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. Oestancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nadarespondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiuconduzindo a tropilha.Origem: Fim do Século XIX, Rio Grande do Sul.
  38. 38. NOVO FINAL O Negrinho do Pastoreio É uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do séculopassado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil. Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno,fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorearcavalos e potros recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse quefaltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficousangrando. ‘‘Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece’’, disse o malvado patrão. Aflito,ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e ocavalo fugiu de novo. Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre umformigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O meninoestava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a VirgemNossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindoperdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiuconduzindo a tropilha.Origem: Fim do Século XIX, Rio Grande do Sul O Negrinho perdoou o fazendeiro e pediu que os cavalos fossem soltos paraque se tornassem livres. O fazendeiro então os soltou.A partir de então, o Negrinho passou a percorrer os pampas, protegendo osanimais.
  39. 39. Iara ou Uiara, também referida como “Mãe-d’água”, é umaentidade do folclore brasileiro de uma beleza fascinante.Por ser uma sereia, enfeitiça os homens facilmente por termetade superior de seu corpo com formato de uma linda esedutora mulher. Já a parte inferior do seu corpo emformato de peixe não é muito notada, por estar submersaem água. Assim não há quem resista a sua belíssima face esuas doces canções mágicasSeu poder é tão forte que basta convidar os homens parairem à sua direção que eles vão, acreditando vivenciar umaexperiência incrível com a encantadora mulher. Porém, asintenções de Iara são malignas e fatais, e o que ela quer naverdade é atraí-los para a morte. São raros os quesobrevivem ao encantamento da sereia e caso retornam nãoconseguem ter uma vida normal por ficarem loucos.Somente um pajé ou uma benzedeira é capaz de curá-losdefinitivamente.
  40. 40. LendaDiz a lenda que antes de se tornar uma sereia, Iara era umabelíssima índia trabalhadora e corajosa. Iara se destacava entre osdemais, por ser a melhor, e consequentemente despertava a invejade alguns da tribo, especialmente a de seus irmãos homens, quenão se conformavam com tal situação. Seu pai era pajé e a admiravaem tudo o que fazia contribuindo ainda mais para a revolta de seusirmãos. Tomados pela inveja e pelo ciúme, os irmãos de Iaradecidiram matá-la.Certa noite, quando Iara repousava em sua cama, ouviu seus irmãosentrando em sua cabana com a intenção de matá-la. Rápida eguerreira, se defendeu e acabou os matando. Percebendo agravidade da situação e com medo da atitude de seu pai, Iara fugiudesesperadamente pelas matas. O pai de Iara realizou uma buscaimplacável pela filha. Localizaram-na, e como punição pelo seu ato,foi jogada no encontro do rio Negro com Solimões. Os peixestrouxeram o corpo de Iara à superfície que sob o reflexo da luacheia transformou-se em uma linda sereia com cabelos longos eolhos verdes.
  41. 41. ContinuaçãoQuando Iara acordou e percebeu que não era mais uma humana ela seassustou, e percebeu que nunca mais poderia ficar junto do seu pai que tanto aamava. Certa noite um jovem pescador foi até o rio onde Iara foi atirada,chegando lá ele viu uma linda mulher que estava sentada na beira das pedraspenteando seu longos cabelos, e ela a chamou para avisar que aquele local nãoera seguro. Iara não conseguiu ouvir o chamado do jovem rapaz que tentavaajudar e começou a cantar, o jovem imediatamente ficou hipnotizado e foi aoencontro da linda moça que estava a cantar. A sereia de repente parou decantar quando avistou o homem andando sobre as águas, e o rapaz caiu nofundo do rio. A sereia preocupada foi até o fundo do rio salvar o rapaz.Chegando na beira do rio com o rapaz nos ombros a sereia tentou reanima-lomais de nada adiantou. Chegando a madrugada, a lua estava cheia e brilhante,ela ás lagrimas se aproximou do rapaz e percebeu que o rapaz também brilhavaconforme o brilho da lua. Quando o rapaz acordou começou a explicar para asereia Iara, que ele não era um simples jovem, ele era o escolhido para ajuda-laa voltar para a sua tribo. Mas Iara revoltada não aceitou a ajuda do rapaz.O Rapaz confuso perguntou porque ela não queria voltar para casa. Semdelongas a sereia explicou a situação que se passava, lágrimas rolaram em seusolhos verdes que brilhavam naquela noite linda. O jovem disse que poderiaresolver o seu problema e traria seus irmão de volta. Iara com um sorriso norosto e cheia de esperança em rever seu pai, estava disposta a encarar tudo oque fosse preciso para rever sua família e sua tribo.
  42. 42. O jovem disse que antes dela reencontrar a sua tribo, ela teria que passarpor três testes. Ela disse que enfrentaria qualquer coisa para rever sua família.Então ele disse que o primeiro teste da Iara seria recuperar uma pérola que elehavia perdido pelo rio. Depois de uma longa e cansativa procura ela achou apérola dentro da boca de um peixe. Depois de recuperar a pérola para o jovem,ela perguntou qual era o próximo teste, sem delongas o jovem respondeu que opróximo teste da linda sereia seria recuperar um cajado mágico que o rei domar Poseidon tinha tomado de um velho bruxo que tentou dominar a cidadeaquática de Poseidon. A Iara foi correndo para recuperar o cajado comPoseidon. Chegando na cidade a sereia logo avistou Poseidon e foi correndopara falar com o rei. Ela se aproximou e contou tudo que havia acontecido,Poseidon disse que aquele cajado não era um cajado comum, mais sim umcajado com forças misteriosas jamais identificadas por nenhuma pessoa nomundo. Iara estava ciente do que estava fazendo e conseguiu voltar com ocajado. O jovem na hora disse o terceiro desafio. O terceiro desafio da Iara eraperdoar os seus irmãos e seus companheiros de tribo que a traíram e a jogaramno lago. Ela já tinha os perdoado, e naquela noite a lua brilhou mais forte doque já havia brilhado antes e a linda sereia Iara foi tomando novamente suaverdadeira forma até desmaiar. Ao acordar Iara percebeu que ela estava em suatribo com sua família e noiva preste a casar com um jovem que havia chegadona tribo. Passará dez anos Iara estava casada com 3 filhos e feliz como nuncaesteve antes.
  43. 43. Erik Matheus da Silva V.N°99°F
  44. 44. Nomes: Ana Paula Baldasso #02 9°FCintia Olivia Kushi #06Natália Camila Serafim #23Rebeca De Campos Gama #26Thainá Akimi Nakagawa #28
  45. 45. A lenda da Vitória RégiaA lenda da vitória-régia é de origem indígenatupi-guarani e muito popular na Amazônia.Com esta lenda, os pajés explicavam para osíndios de sua tribo a origem desta bela plantaaquática.
  46. 46. De acordo com a lenda, quando a Lua (um deus paraos indígenas) se punha atrás das montanhas ficavanamorando belas moças indígenas. Toda vez que aLua se escondia, levava consigo uma linda índia queera transformada em estrela.Numa tribo tupi-guarani vivia uma índia chamadaNaiá. O sonho dela era também ser levada pela Lua etransformada numa estrela. Toda noite, Naiá subia noalto das montanhas na esperança de ser notada pelaLua
  47. 47. Porém, por mais que ela subisse e tentasse aparecer, nadaacontecia.Numa linda e iluminada noite, Naiá viu o reflexo da Lua no lago.Acreditando que a Lua se aproximava para levá-la, atirou-se naságuas e desapareceu.A Lua, que ficou impressionada com o ocorrido, resolveutransformar a índia numa linda planta aquática: a vitória-régia. É porisso, explica a lenda indígena, que esta planta apresenta lindas floresque abrem somente à noite, exalando um perfume agradável.
  48. 48. Novo Final:Numa linda e iluminada noite, Naiá viu o reflexo da Lua no lago.Acreditando que a Lua se aproximava para levá-la, atirou-se nas águas.Guariní que seguia sua amada, vendo que não voltava, se atirou na águatambém.Ele retirou Naiá desacordada, e quando ela se recuperou, acreditou quefoi a Lua que mandou Guariní para salvá-la. Então no lugar onde estavao reflexo da Lua apareceu uma Vitória Régia, simbolizando o amor docasal.

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