Museu nacional de arte antiga

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Museu nacional de arte antiga

  1. 1. Museu Nacional de Arte Antiga PROGRESSÃO MANUAL
  2. 2. O Museu Nacional de Arte Antiga, também conhecido por Museu das Janelas Verdes, está localizado em Lisboa, P ortugal. Instalado num palácio do século XVII, propriedade dos Condes de Alvor e, posteriormente, adquirido pelo Marquês de P ombal. Foi inaugurado em 1884 com a designação de Museu Nacional de B elas- Artes e Arqueologia, sendo José de Figueirdo o seu primeiro director. Em 1940 f oi ampliado com um anexo, que inclui a f achada principal. Este ocupou o lugar do Convento Carmelita de Santo Alberto, destruído pelo terramoto de 1755, tendo resistido apenas a capela, agora também integrada no museu. A maior colecção de pinturas de P ortugal, com destaque para as obras religiosas de Artistas portugueses f azem parte deste Museu que inclui, ainda, muitas peças de escultura, prata, porcelana e artes aplicadas.
  3. 3. Pint ur as de ar t ist as eur opeus dos séculos XI V ao XI X est ão dispost as num dos pisos do Museu, da aut or ia de cr iador es alemães, f lamengos e it alianos
  4. 4. “As Tent ações de Sant o Ant ão” de Hier onymus Bosch
  5. 5. O polípt ico de São Vicent e de For a, at r ibuído a Nuno Gonçalves e pint ado cer ca de 1467-1470
  6. 6. Est a pint ur a r epr esent a a Ador ação de São Vicent e, padr oeir o de Por t ugal.
  7. 7. Os painéis de São Vicent e, com a r epr esent ação pr ecisa de f igur as cont empor âneas, t or nam-se num valioso document o hist ór ico e social
  8. 8. O impr essionant e conj unt o das quat r o Tapeçar ias de Past r ana, que nar r am as conquist as magr ebinas de D. Af onso V, Rei de Por t ugal.
  9. 9. P roduzidos nas of icinas de Tournai, no último quartel do séc. XV, em lã e seda, agora restaurados pela Fundação Carlos de Amberes, medem mais de 10 metros de largura por 4 de altura.
  10. 10. Documentando o cerco e o assalto a Arzila e a tomada de Tânger pelo R D. Af onso V, estas valiosas e artísticas tapessarias f oram parar a ei Espanha por motivos nebulosos.
  11. 11. A ourivesaria e joalharia dos séculos XII- XIX estão no segundo piso do Museu. P eças raras e de grande originalidade, lindamente decoradas.
  12. 12. A Custódia de B elém, de Gil Vicente (1506), é uma das dez obras de ref erência do Museu
  13. 13. Uma bela colecção de tesouros eclesiásticos entre os quais a cruz de ouro do rei D. Sancho
  14. 14. Uma extensa colecção de cerâmica, permite acompanhar a evolução da porcelana chinesa e da f aiança portuguesa e inclui peças de Itália, P aíses B aixos e Espanha.
  15. 15. Colecção de marf ins e móveis, com motivos europeus, de inf luência portuguesa e das suas ex- colónias
  16. 16. A colecção de esculturas inclui imagens de santos esculpidos em pedra e madeira, policromas e também imagens do séc. XVII S. Tiago S. António Santa Ana
  17. 17. O acer vo do Museu cont a com muit as obr as de pint or es por t ugueses inf luenciados pelos por menor es dos ar t ist as f lamengos. Das mais conhecidas, o r et r at o do j ovem D. Sebast ião, de Cr ist óvão de Mor ais, e as pint ur as de Domingos Ant ónio de Sequeir a
  18. 18. Um belo espaço ajardinado rodeado de estátuas, com uma soberba vista para o rio Tejo, dão ao visitante do Museu agradáveis momentos de descanso
  19. 19. Fotos e formatação de: JBVieira Este trabalho reflete apenas o gosto do seu autor pela visita realizada. A localização das obras do Museu foram aqui postas aleatoriamente. 16/ AGOSTO/ 2010 7 de Fever eir o de 2011

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