Semiologia ortopédica pericial

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Semiologia ortopédica pericial

  1. 1. Semiologia Ortopédica PericialProf. Dr. José Heitor Machado Fernandes2ªVERSÃODOHIPERTEXTO
  2. 2. Para acessar os módulos do hipertextoPara acessar cada módulo do hipertexto clique no link do módulodesejado que está no índice.Para retornar ao índice geral, no módulo que está sendovisualizado, vá até o final da apresentação e clique no link:Retornar para o Índice Geralou, usar o botão voltar na barra de navegação.BotãovoltarBotãoavançar
  3. 3. Módulos• Módulo 1 - Semiologia Ortopédica Pericial• Módulo 2 – Termos Ortopédicos Comuns• Módulo 3 – Doença Musculoesquelética• Módulo 4 – Distúrbios Ortopédicos Gerais• Módulo 5 – Exame Clínico• Módulo 6- Marcha Humana (resumo)• Módulo 7- Exame Físico Ortopédico• Módulo 8 - Articulação Temporomandibular• Módulo 9 – Coluna Cervical• Módulo 10 – Testes Físicos Especiais• Módulo 11 – Coluna Torácica e Lombar• Módulo 12 – Articulações Sacroilíacas• Módulo 13 – Ombros• Módulo 14 – Cotovelos• Módulo 15 – Antebraços
  4. 4. • Módulo 16 - Punhos e Mãos• Módulo 17 - Quadril• Módulo 18 – Joelhos e Pernas• Módulo 19 – Pés e Tornozelos• Módulo 20 - Trauma Ortopédico• Módulo 21 – Radiologia do Trauma do Esqueleto• Módulo 22 – Dificuldades do Exame Físico Pericial• Módulo 23- Principais DORTs da nossa comunidade• Módulo 24 – Crédito de Imagens &Referências Bibliográficas• Módulo 25 – Relação de Vídeos, na Internet, sobreExame Físico do Aparelho Locomotor• EpílogoMódulos
  5. 5. OMBROS
  6. 6. Assuntos do Módulo 13OMBROS - 11- Anatomia de Superfície do Membro Superior2- Anatomia do Ombro (músculos do membro superior, plexo braquial)3- Comentários clínicos sobre ombro4- Diagrama da dor para ombro5- Exame Físico (Inspeção, palpação, amplitude do movimento, força muscular, exameneurológico, testes especiais)6- Ritmo escápulo-torácico7- Arco doloroso da art. Gleno-umeral 45° a 120°8- Patologias do ombro9- Impacto subacromial, artrose acromioclavicular, tendinite do manguito rotador ebursite subacromial10- Laceração do manguito rotador, atrose gleno-umeral, Capsulite adesiva,11- Instabilidade de ombro ( anterior, posterior, multidirecional)12- Testes especiais para ombro (testes para tendões, testes para impacto, testes labrais,testes para instabilidade, testes para art. Acromioclavicular)13- Tendinite bicipital (tendão da porção longa do bíceps braquial)
  7. 7. Assuntos do Módulo 13OMBROS - 214- Luxação acromioclavicular, lesão do nervo supraescapular15- Ruptura do lábio glenoidal16- Artrite inflamatória aguda (Ombro séptico)17- Artrite Reumatóide, Síndrome de lesão com dor lancinante18- Dermátomos ao redor do ombro19- Estruturas orgânicas que referem dor ao ombro20- Avaliação da função combinada do ombro e do cotovelo21- Radiologia musculoesquelética22- Estudo de casos semiológicos de ombro23- Apresentação de casos clínicos24- Artroplastia total de substituição do ombro25- “Cirque du Soleil” - Com dedicação, treinamento continuado e disciplina homens emulheres superam os limites funcionais de desempenho do aparelho locomotor ,transformando-se em artistas da elasticidade, da força muscular e da precisão demovimentos.
  8. 8. ANATOMIA DE SUPERFÍCIEMEMBRO SUPERIOR
  9. 9. 1/16/2012 11
  10. 10. 1/16/2012 12
  11. 11. 1/16/2012 13
  12. 12. 1/16/2012 14
  13. 13. 1/16/2012 15
  14. 14. 1/16/2012 16
  15. 15. 1/16/2012 17
  16. 16. 1/16/2012 18
  17. 17. 1/16/2012 19
  18. 18. 1/16/2012 20
  19. 19. 1/16/2012 21
  20. 20. 1/16/2012 22
  21. 21. 1/16/2012 23
  22. 22. 1/16/2012 24
  23. 23. 1/16/2012 25
  24. 24. 1/16/2012 26
  25. 25. 1/16/2012 27
  26. 26. 1/16/2012 28
  27. 27. 1/16/2012 29
  28. 28. 1/16/2012 30
  29. 29. 1/16/2012 31
  30. 30. 1/16/2012 32
  31. 31. 1/16/2012 33Pontos dePulso noMS
  32. 32. Assuntos do Módulo 13OMBROS - 11- Anatomia de Superfície do Membro Superior2- Anatomia do Ombro (músculos do membro superior, plexo braquial)3- Comentários clínicos sobre ombro4- Diagrama da dor para ombro5- Exame Físico (Inspeção, palpação, amplitude do movimento, força muscular, exameneurológico, testes especiais)6- Ritmo escápulo-torácico7- Arco doloroso da art. Gleno-umeral 45° a 120°8- Patologias do ombro9- Impacto subacromial, artrose acromioclavicular, tendinite do manguito rotador ebursite subacromial10- Laceração do manguito rotador, atrose gleno-umeral, Capsulite adesiva,11- Instabilidade de ombro ( anterior, posterior, multidirecional)12- Testes especiais para ombro (testes para tendões, testes para impacto, testes labrais,testes para instabilidade, testes para art. Acromioclavicular)13- Tendinite bicipital (tendão da porção longa do bíceps braquial)
  33. 33. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 35
  34. 34. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 36Articulação acromioclavicular
  35. 35. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 37
  36. 36. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 38Articulação escápulo-torácica
  37. 37. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 39
  38. 38. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 40
  39. 39. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 41
  40. 40. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 42
  41. 41. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 43
  42. 42. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 44
  43. 43. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 45
  44. 44. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 46
  45. 45. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 47Fonte: Journal of the AAOS April, 2007- vol 15, Nº 4 pg.218 -227
  46. 46. Anatomia• Escápula– Glenoid– Acromion– Coracoid– Subscapular fossa– Scapular spine– Supraspinatus fossa– Infraspinatus fossa
  47. 47. Articulação do Ombro (lateral)Fonte: Musculoskeletal Atlas-Carol Teitz, MD and Dan Graney, PhD© 1996-2007 University of Washington, Seattle WA USA
  48. 48. Articulação do Ombro (anterior)
  49. 49. trapezius & latissimus dorsiLatissimusdorsi
  50. 50. Rotadores da Escápula
  51. 51. Peitorais e Deltóide
  52. 52. Artéria axilar
  53. 53. Espaços quadrangular e triangular
  54. 54. Plexo Braquial (corda posterior)
  55. 55. Artérias e Nervo SuprascapularFonte: Musculoskeletal Atlas-Carol Teitz, MD and Dan Graney, PhD© 1996-2007 University of Washington, Seattle WA USA
  56. 56. Anatomia– Músculos doManguiro Rotador– S – Supraspinatus– I – Infraspinatus– t - Teres minor– S- Supscapularis
  57. 57. Músculosescapuloumerisposteriores
  58. 58. O músculo subescapular, é um músculo multipenado.
  59. 59. Bolsa Subacromial, que previne o atrito do tendão doSupraespinhoso no espaço subacromial.
  60. 60. Vista de Frente Vista de Costas
  61. 61. Muscles of the Upper Limb
  62. 62. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 64Back up to shoulder• Thoracoappendicular Muscles (anterior andposterior)• Scapulohumeral Muscles• Aside( de lado ): axilla and brachial plexus
  63. 63. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 65Anterior Thoracoappendicular Muscles• Pectoralis major• Pectoralis minor• Subclavius• Serratus anterior
  64. 64. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 66Pectoralis Major• Fan-shaped, with two heads:– Clavicular– Sternocostal• Forms anterior wall of axilla• O: Medial half of clavicle; sternum and first sixcostal cartilages• I: Intertubercular groove of humerus• A: Shoulder adduction and medial rotation
  65. 65. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 67SternocostalHeadClavicular HeadAnteriorDeltoidDeltopectoralTriangle
  66. 66. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 68Pectoralis Minor• Triangular shaped• Lies in anterior wall of axilla, covered by major• O: 3rd-5th ribs near costal cartilages• I: Coracoid process of scalupa• A: Stabilizes scalupa, depresses it• Helps surgeons find structures in axilla
  67. 67. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 69PectoralisMinor
  68. 68. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 70Subclavius• Small, round muscles• O: 1st rib at costal cartilage• I: Middle third of clavicle• A: Anchors and depresses clavicle• Protects subclavian artery if clavicle fractures
  69. 69. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 71
  70. 70. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 72Serratus Anterior• Forms medial wall of axilla• O: Lateral parts of ribs 1-8• I: Medial border of scapula• A: Rotates and stabilizes scapula (anchorsscapula on thoracic wall)• Rotates glenoid cavity to face up, enablingadditional shoulder abduction• Paralysis results in “Winged Scapula”
  71. 71. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 73
  72. 72. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 74Posterior Thoracoappendicular andScapulohumeral Muscles• Superficial posterior thoracoappendicular– Trapezius– Latissimus Dorsi• Deep posterior thoracoappendicular– Levator scapulae– Rhomboids (maj. and min.)• Scapulohumeral (intrinsic shoulder)– Deltoid– Teres Major– Rotator cuff (4 muscles)
  73. 73. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 75Trapezius• Covers neck andhalf of trunk• Three parts, threedifferent actions:– Superior fibers– Middle fibers– Inferior fibers
  74. 74. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 76Trapezius• O: From cranium to spinous processes of C7-T12 vertebrae• I: Lateral third of clavicle; acromion andscapula
  75. 75. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 77Trapezius Actions• Superior fibers elevatescapula• Middle fibers retract scapula(pull it posteriorly)• Inferior fibers depressscapula
  76. 76. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 78Latissimus Dorsi• Acts on GH joint and on scapulothoracic“joint”• Works with pectoralis major• The muscle for: pull ups, chopping wood,rowing, swimming
  77. 77. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 79Latissimus Dorsi• O: Spinous processes of inferior six thoracicvertebrae, iliac crest, inferior 3-4 ribs• I: Intertubercular groove of humerus• A: Shoulder: extension, adduction, medialrotation; raises body toward arms whenclimbing
  78. 78. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 80
  79. 79. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 81Deep Posterior:Levator Scapulae• eLevates Scapula• O: Transverseprocesses of C1-C4• I: Medial scapula• A: Elevates scapula,rotates scapula soglenoid cavity tiltsdownward
  80. 80. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 82Rhomboids• Rhomboid major andRhomboid minor• Deep to trapezius– (Geometry class:trapezoid, rhombus)• Major inferior to minor,wider but thinner
  81. 81. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 83Rhomboids• O: Spinous processes of C7 & T1 (min.) and T2-T5 (maj.)• I: medial scapula• A: retract scapula, rotate to depress glenoidcavity, assist serratus anterior to hold scapulato thoracic wall
  82. 82. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 84
  83. 83. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 85Rhomboids and the throw (arremessar)• Contract duringpreparatory phase– Humerus ishorizontally abductedand externally rotated– GH joint movesposteriorly• Relax to allowforward movement ofhumerus and GH joint
  84. 84. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 86Scapulohumeral muscles• Deltoid• Teres Major• Supraspinatus• Infraspinatus• Subscapularis• Teres MinorThe Rotator Cuff
  85. 85. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 87Deltoid• O: clavicle, acromion, scapula• I: Deltoid tuberosity of humerus• A: Shoulder abduction• (Note: moment arm is 0 at neutral; somethingelse must initiate abduction, deltoid becomeseffective after about 15° abduction)
  86. 86. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 88Middle Part(abduction)Posterior Part(Shoulderextension andlateral rotation)
  87. 87. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 89Anterior Part(Shoulder flexionand medialrotation)
  88. 88. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 90Teres Major• O: Inferior angleof scapula• I: Intertuberculargroove ofhumerus• A: Shoulderadduction andmedial rotation
  89. 89. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 91Rotator Cuff• Supraspinatus• Subscapularis• Infraspinatus• Teres Minor• Main Function: Holdhead of humerus inglenoid cavity
  90. 90. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 92Subscapularis
  91. 91. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 93• Supraspinatus• Only R.C. musclethat’s NOT a rotator ofthe humerus• Initiates abduction forDeltoidSpecial Features
  92. 92. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 94Rotator Cuff Rupture• Progression– Minor inflammation  continued overuse advanced inflammation  microtearing of tissue partial or complete rupture• During the progression, fatigue altersmovement mechanics• Supraspinatus is most commonly injured– Throwing, striking, hammering, painting
  93. 93. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 95Rotator Cuff Repair• Small tear: arthroscopic• Large tear: open procedure– In order to gain access to the injured rotator cuff, thesurgeon makes a two- to three-inch incision in theshoulder, then cuts through the deltoid muscle.– The surgeon removes any scar tissue that has built up onthe tendon.– The surgeon carves a small trough at the top of the upperarm, then drills small holes through the bone.– Finally, the surgeon sews the tendon to the bone, with thesutures going through the tiny holes in the upper arm.
  94. 94. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 96O desempenho biomecânico do ombro dependedessas estruturas:• músculo deltóide• músculos do manguito rotador- subescapular- supra espinhoso- infra espinhoso- redondo menor• labrum• ligamentos gleno-umeral superior, médio e inferior• ligamento córaco-acromial• porção longa do bíceps• bolsa sinovial subacromial• nervos envolvidos – (C5-C6) N. Axilar – deltóide e redondo menorN. Subescopular (C5-C6) M. Subesca-pularN. Supraescopular – M. Supra e infra-espinhalN. Músculo cutâneo (C5,C6,C7) bíceps
  95. 95. Vídeo sobre o Manguito Rotador
  96. 96. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 98Axilla• a.k.a. Armpit• Passageway for vessels and nerves going toand from the upper limb– Including…
  97. 97. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 99Brachial Plexus• Major network of nerves supplying the upperlimb
  98. 98. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 100
  99. 99. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 101
  100. 100. Plexo Braquial e Nervos Periféricos do MS
  101. 101. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 103
  102. 102. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 105
  103. 103. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 106Membro SuperiorA- Dermaátomos
  104. 104. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 107Nervos relacionados com o úmero
  105. 105. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 108
  106. 106. Anatomia• Artic. Glenohumeral• Estabilidade passiva• Adaptação artiular• Glenoid labrum (50%)• Cápsula articular• Ligamentos• Limitação óssea
  107. 107. Para acessar os módulos do hipertextoRetornar para o Índice Geralou, usar o botão voltar na barra de navegação.BotãovoltarBotãoavançar
  108. 108. • O pré-requisito para o tratamento de qualquer paciente com dor na regiãodo ombro é a compreensão precisa do quadro clínico, sinalizado pelossinais e sintomas, a partir do modo como eles se manifestaram até aquelemomento.• A dor no ombro pode ser causada por uma doença intrínseca dearticulações do ombro, por uma patologia de estruturas periarticulares oupode ser originária de patologias localizadas na coluna cervical, no tóraxou nas vísceras.• Comumente, a doença está relacionada ao nível de atividade e a idade dopaciente e estes fatores podem ter um papel importante.• A avaliação do complexo do ombro é difícil em decorrência do grandenúmero de estruturas (a maioria localizada numa pequena área), seusmovimentos e as inúmeras lesões que podem ocorrer seja no interior oufora das articulações.Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
  109. 109. • Influências como dor referida da coluna cervical, a possibilidade dapresença de mais de uma lesão e a dificuldade para decidir que peso dar acada resposta tornam a compreensão do exame ainda mais difícil.• A avaliação do ombro frequentemente exige uma avaliação da colunacervical para que seja possível descartar sintomas referidos.• Em qualquer avaliação do ombro, o examinador deve estar capacitadopara incluir o exame de avaliação da coluna cervical (ver módulo 9 dessehipertexto).Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
  110. 110. • Mais comumente, o paciente queixa-se de dor no ombro,especialmente ao movimento, restrição de movimento e/ouinstabilidade.• Muitos problemas de ombro podem estar relacionados à idade.Por exemplo, a degeneração do manguito rotador geralmenteocorre em pacientes com 40 a 60 anos de idade.• A síndrome do impacto comumente é observada em pacientescom mais de 35 anos de idade.
  111. 111. • Depósitos de cálcio podem ocorrer entre 20 e 40 anos de idade.• Condrossarcomas podem ser observados em indivíduos commais de 30 anos de idade, enquanto o ombro congelado éobservado em pessoas com 45 a 60 anos de idade devido aoutras causas que não uma etiologia traumática.• O ombro congelado devido ao trauma pode ocorrer emqualquer idade, mas ele é mais comum em indivíduos maisvelhos.
  112. 112. OMBRO – Diagrama da DorSíndrome do impingimentoLaceração do manguito rotadorOmbro congeladoArtrite glenoumeralFratura do úmero proximalSíndrome do desfiladeiro torácicoArtrose do ombroANTERIOR
  113. 113. Ombros• 1. Inspecione os ombros e a cintura escapular em relação ao seucontorno.• 2. Palpe os espaços articulares e ossos do ombro.• 3. Teste a amplitude de movimento através das seguintesmanobras:- Encolhimento dos ombros- Flexão frontal (80 graus) e hiperextensão (acima de 50 graus)- Abdução (180 graus) e adução (50 graus)- Rotação interna e externa (90 graus)4. Teste a força muscular através das seguintes manobras:- Encolhimento dos ombros- Abdução com flexão frontal- Rotação medial- Rotação lateral
  114. 114. Ombro• Antes de examinar o ombro é importante que se verifique a função da colunacervical, para afastar alguma alteração grosseira que possa interferir com afunção normal desta articulação.• O exame do ombro deve ser feito com o paciente livre de roupas e semprecomparando com o lado contralateral.Deve-se observar,inicialmente, alguma deformidade ou hipotrofia muscular,principalmente do supraespinhsoso e do infraespinhoso, que sugiramcomprometimento do manguito rotador.A palpação deve ser feita em toda a região do ombro, com a intenção dedetectar pontos dolorosos específicos que possam ter relação com asíndrome do impacto.Em seguida, observam-se a mobilidade articular e a força muscular.São feitos os movimentos de rotação medial e lateral, de abdução e deelevação no plano da escápula, de forma ativa, passiva e com resistênciapara avaliar a força muscular de cada grupo examinado.
  115. 115. Ombro• O movimento de abdução do ombro entre 60 e 120 graus é chamado de arcodoloroso e está relacionado à passagem do manguito rotador sob o arcocóraco-acromial.Ele é considerado positivo quando está relacionado à dor durante omovimento.A continuação desse movimento, de 120 a 180 graus deabdução estárelacionado, em geral, a problemas na articulação acrômio-clavicular.Finalmente aplicam-se os testes específicos para avaliar as regiõessubacromial e do manguito rotador; eles variam de acordo com oconhecimento de cada examinador.Testes de identificação de tendinites (com ou sem roturas de tendõe s);Testes para avaliação da estabilidade articular;
  116. 116. Anatomia – Ritmo EscapuloumeralMovimentoCoordenado doOmbro– MovimentoGlenoumeral– MovimentoAcromioclavicular– MovimentoEsternoclavicular– MovimentoEscapulotorácicoScapular-humeral rhythm
  117. 117. • Ao examinar o movimento de elevação através da abdução, o examinadordeve despender tempo para observar o ritmo escápulo-umeral docomplexo do ombro, tanto anterior quanto posteriormente.• Isto é, durante a abdução de 180, existe a grosso modo uma relação de 2:1do movimento do úmero em relação ao da escápula, com 120 demovimento ocorrendo na articulação gleno-umeral e 60 na articulaçãoescápulo-torácica.• No entenato, devemos ter em mente que existe uma grande variabilidadeentre os indivíduos e autores não concordam plenamente em relação àmagnitude de cada movimento.Embora todos eles concordem que o movimento da articulaçãoglenoumeral é maior do que da articulação escápulo-torácica.Existem três fases durante esse movimento simultâneo total nas quatroarticulações e o examinador deve saber que outros conferem valoresdiferentes à magnitude de cada movimento.Ritmo Escápulo-umeral
  118. 118. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 121Ritmo EscápuloUmeral
  119. 119. Ritmo Escápulo-umeral• FASE 1 : Úmero Abdução de 30°Escápula Movimento mínimo (fase de preparação)Clavícula Elevação de 0° – 5°• FASE 2 : Úmero Abdução de 40°Escápula Rotação de 20°; protração ou elevação mínimaClavícula Elevação de 15°• FASE 3 : Úmero Abdução de 60°Rotação externa de 90°Escápula Rotação de 30°Clavícula Rotação posterior de 30° – 50° eelevação de até 15°
  120. 120. Amplitude demovimento do ombroA- Flexão frontal 180° ehiperextensão 50°B- Abdução 180° e adução 50°C- Rotação interna 90°D- Rotação externa 90°E- Encolhimento dosombrosCDEBA
  121. 121. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 124Arco dolorosoda articulação glenoumeral 45 - 120°
  122. 122. • 3D shoulder (movimentos do ombro)Acesse o vídeo
  123. 123. Arco de Movimento
  124. 124. Rotação Externa & Rotação InternaRotação interna: 60 °- 90°Rotação externa:80° - 90 °
  125. 125. Rotação Externa & Rotação Interna
  126. 126. Abdução & AduçãoAbduction: 180◦Adduction: 45 °
  127. 127. Flexão AnteriorFlexão Anterior (Forward flexion):160 - 180°
  128. 128. Abdução - Elevação
  129. 129. Flexão - Extensão
  130. 130. Disfunção escapulotorácicaDiscinesia EscapularCompare o movimento em ambos os lados.Manobra de empurrar a parede com as mãos.-- Simetria-- Contorno-- Nenhuma ou mínima asaO aumento escapular é demonstrado solicitando-seao paciente que empurre contra uma parede comambos os membros superiores flexionados a 90°.
  131. 131. Inspeção: Ombro Frente & Atrás
  132. 132. Exame Físico - Inspeção
  133. 133. Atrofia Muscular:mm. supraespinhoso, infraespinhoso e deltóide
  134. 134. Deformidade – Escápula Alada
  135. 135. • O paciente se queixa de uma proeminência da escápula, seu bordovertebral está elevado, sem contato normal com a parede torácica.• Isto ocorre pela fraqueza do serrátil anterior.• A causa pode ser, sobretudo, muscular (como na distrofia muscularprogressiva) ou seguir uma paralisia traumática do nervo torácico longo.• O tratamento ativo raramente é necessário.Deformidade – Escápula Alada
  136. 136. • O paciente pode queixar-se de uma sensação de atrito que surge por baixoda escápula.• Geralmente este sintoma é causado por uma costela proeminente, mas,em alguns casos, pode ser causado por uma exostose que se origina nasuperfície profunda da escápula propriamente dita.Quando os sintomas estão presentes, a excisão desta exostose pode geraralívio dos sintomas.Escápula Em Ressalto
  137. 137. • Existem diversas malformalções congênitas relacionadas que afetam opescoço e a cintura do ombro.• Na maioria dos casos menos graves, uma escápula pode ser um poucomenor que a outra e ficar em uma posição levemente mais alta; nos casosmais graves, um ou ambos os ombros se situam em uma posição maisalta, as escápulas são pequenas e pode haver faixas de pele cursando doombro para o pescoço (ombro de Sprengel).• Na síndrome de Klippel-Feil, o pescoço é curto e existem várias anomaliasdas vértebras cervicais, que podem incluir fusões dos corpos vertebrais eespinha bífida.Além de escápulas em posição alta, outras lesões congênitas podem serencontradas em associação com a síndrome de Kippel-Feil; estas incluemdiastematomielia resultando em pinçamento da medula espinhal eenvolvimento neurológico; lipomas lombossacrais e anormalidades renais.Escápula Alta
  138. 138. Ombros com deformidadesLuxaçãoGlenoumeralLuxaçãoacrômioclavicular
  139. 139. Equimose de ombro
  140. 140. Ombro anterior e braço.A. Clavícula; B. articulação esternoclavicular; C.músculo esternocleidomastóideo; D.articulação acromioclavicular; E. acrômio; F. processo coracóide; G. m. peitoral maior; H.m. deltóide; I. tuberosidade deltóidea; J. m. bíceps braquial; K. fossa supraclavicular.Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001K C
  141. 141. Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001Ombro anterior e braço.A. Clavícula; B. articulação esternoclavicular; C.músculo esternocleidomastóideo; D.articulação acromioclavicular; E. acrômio; F. processo coracóide; G. m. peitoral maior; H.m. deltóide; I. tuberosidade deltóidea; J. m. bíceps braquial; K. fossa supraclavicular.
  142. 142. A e B, Face lateral do ombro e do braçoReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001A. acrômio; B. m. deltóide; C. tuberosidade deltóidea; D. m. bíceps braquial;E. m. tríceps braquial
  143. 143. A e B, Face lateral do ombro e do braçoA. acrômio; B. m. deltóide; C. tuberosidade deltóidea; D. m. bíceps braquial;E. m. tríceps braquial
  144. 144. A e B Face posterior do ombro e braço.A. Espinha da escápula; B. borda medial da escápula; C. supraespinhoso; D. m.infraespinhoso; E. m. redondo menor; F. m. trapézio; G. borda lateral da escápula; H.mm. Rombóides; I. m. elevador da escápula; J. porção posterior do m. deltóide;K. m.grande dorsal; L. m. tríceps braquial; M. área mole.Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  145. 145. Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001A e B Face posterior do ombro e braço.A. Espinha da escápula; B. borda medial da escápula; C. supraespinhoso; D. m.infraespinhoso; E. m. redondo menor; F. m. trapézio; G. borda lateral da escápula; H.mm. Rombóides; I. m. elevador da escápula; J. porção posterior do m. deltóide;K. m.grande dorsal; L. m. tríceps braquial; M. área mole.
  146. 146. A e B Face medial do braço.A. m. bíceps braquial; B. m. tríceps braquialReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  147. 147. Ruptura do tendão da cabeça longa do m. bíceps braquial (seta).Ruptura da cabeça longa do bíceps do braço causada pela pegada desajeitada deseu parceiro de ginástica.O aumento de volume do músculo é acompanhado pela perda completa da funçãoda caebaça longa.Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  148. 148. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 151
  149. 149. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 152
  150. 150. Aumento de volume da bolsa sinovial subacromial na Artrite Reumatóide.Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  151. 151. Palpação• Em respouso &com movimento• Estruturas ósseas• Articulações• Tecidos moles
  152. 152. Aspecto posterior da estrutura óessea do ombroFonte: Stanley Hoppenfeld – Exame Físico da coluna e extremidades.
  153. 153. A palpação do sulco bicipital deve ser feita cuidadosamente.Muita pressão produz dor no paciente.A rotação do úmero é feita para a palpação das bordas do sulcobicipital.
  154. 154. Palpação• Anatomia deSuperfície (Anterior)– Clavícula– Art. esternoclavicular– Processo acrômio– Art. acrômioclavicular– Deltóide– Processo coracóide– Peitoral maior– Trapézio– Bíceps (cabo longo)AC jointSC jointbiceps
  155. 155. Palpação• Anatomia de Superfície(Posterior)– Espinha escapular– Processo acrômio– Supraespinhoso– Infraespinhoso– Deltóide– Trapézio– “Latissumus dorsi”– Escapula• Ângulo inferior• Borda medialSupraspinatusInfraspinatusInferior angle ofscapula
  156. 156. A. Palpação da porção longa do tendão do bíceps braquial (seta).B. A contração isométrica do m. peitoral maior facilita a palpação de seutendão (seta).ABReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  157. 157. Palpação subacromial1- Identificar o acrômio seguindo a espinha da escápula lateralmente para a ponta.2- Palpar o espaço na região subacromial => Dor se tendões / bolsa sinovialinflamados
  158. 158. A. Palpação dos ligamentos coracoclavicularesB. Palpação da bolsa sinovial subacromialABReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  159. 159. Aspectos anatômicos e Funcionais do Ombro• O ombro é a articulação de maior mobilidade do corpohumano e, como conseqüência, uma das mais vulneráveis.• Sua complexa estrutura anatômica é composta por 3diartroses (glenoumeral, acromioclavicular eesternoclavicular), por 3 sistemas osteotenomioligamentaresde deslizamento (subacromial, umerobicipital eescapulotorácico), por 14 ligamentos e por 9 músculos.
  160. 160. Aspectos anatômicos e Funcionais do Ombro• A integridade e funcionalidade dessas estruturas sãofundamentais para a ação conjunta do braço e do antebraço,cuja finalidade é dar à mão amplitude de movimentotridimensional.• Além dessa função, participa, com o restante do membrosuperior livre, dos mecanismos de equilíbrio e propulsão docorpo como um todo.
  161. 161. PATOLOGIAS DO OMBRO
  162. 162. Síndrome doImpacto
  163. 163. Impacto SubacromialImpingement of:– Subacromial bursa– Rotator cuff muscles andtendons– Biceps tendonBetween– Acromion– Coracoacromial ligament– AC joint– Coracoid process– Humeral headRotator cuff tendonosis
  164. 164. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Síndrome do Impacto Subacromial- Teste de reforço do impacto de Hawkins anormal- Presença frequente do sinal de impacto de Neer- Testes positivos de: Neer, Hawkins e Yocum (80% de sensibilidade eespecificidade)- Teste de resistência do m. supraespinhoso frquentemente doloroso- Arco doloroso de elevação-abdução (60 a 120 °)frequentementepresente- Hipersensibilidade da bolsa sinovial subacromial (variável)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  165. 165. Classificação do acrômio segundo Bigliani
  166. 166. Artrose Acromioclavicular
  167. 167. Articulação AC: Teste da Adução Cruzada do Braço• Braço fletido em 90°• Braço aduzido para > 45°• Ombro hiperaduzido(Ombropara baixo)• Teste positivo produz dor naarticulação AC– Tomar cuidado com os falsos –positivos– Aonde dói ?
  168. 168. Impacto, Tendinite do manguito rotador e bursitesubacromial
  169. 169. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Laceração do Manguito Rotador- Teste do impacto de Hawkins anormal- Presença frequente do sinal do impacto de Neer- Arco doloroso de abdução do MS frequentemente presente- Resistência do m. supraespinhoso dolorosa e fraca- Presença de atrofia do m. supraespinhoso (casos mais graves)- Resistência do m. infraespinhoo dolorosa e fraca ( casos mais graves).- Presença de atrofia do infraespinhoso (casos mais graves)- Perda da mobilidade ativa, particularmente a abdução (variável)- Presença do sinal do braço caído (casos mais graves)- Perda da rotação lateral ativa (ruptura maciça)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  170. 170. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 177Tendinite com ruptura parcial de tendão
  171. 171. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 178Ruptura completa do tendão do Supraespinhoso
  172. 172. Ruptura do Manguito:Teste da queda do braçoBraço abduzidovagarosamente cai– May be able to lower armslowly to 90° (deltoidfunction)– Arm will then drop to side ifrotator cuff tearTeste positivo– patient unable to lower armfurther with control– If able to hold at 90º,pressure on wrist will causearm to fall
  173. 173. Síndrome do Impacto SubacromialImpacto da:– Bursa subacromial– Músculos e tendões domanguito rotador– Tendão do Bíceps (cabo longo)Entre– Acrômio– Ligamento coracoacromial– Art. Acrômioclavicuar– Processo coracóide– Cabeça umeralTendinite do manguito rotador
  174. 174. Dor no Ombro / Diagnóstico Diferencial• Síndrome do impacto– Bursite subacromial– Tendinopatia do manguito rotador– Ruptura do manguito rotador– Tendinopatia do Bíceps• Capsulite adesiva• Art. Esternoclavic. (artrite, torção)• Art. Acrômioclavic. (artrite,torção)• Artrose da glenoumeral• Instabilidade articular_ Luxação glenoumeral– Subluxação glenoumeral– Ruptura labral (p.ex. Bankart,SLAP, etc.)• Fratura de clavícula• Fratura do úmero proximal• Fratura escapularOutras Artrites:– Reumatóide, Gota, LES– Séptica, Lyme, etc.Necrose avascularDoença NeoplásicaSíndrome do DesfiladeiroTorácicoSCDR (tipo 1 e 2)SDM (dor miofascial)Dor referida– Radiculopatia cervical– Cardíaca– Aneurisma aórtico– Abdominal / Diafragmática– Outra GI
  175. 175. As queixas clínicas nas doenças do ombro podem seresquematicamente divididas em dois grandes grupos:• Queixas que estão primariamente ligadas à dor e à limitação damobilidade relacionadas com alterações dos tendões e dosmecanismos de deslizamento.- Testes de Impacto (Neer, Hawkins, Yokum); Teste dosupraespinhal; - Teste de Jobe; - Teste do Bíceps;- Teste do infraespinhal; - Teste de Patte; Teste do subescapular;Teste da pressão abdominal (Napoleão);• Queixas ligadas à estabilidade relacionadas com as alterações dosmecanismos de estabilização estática e dinâmica.- Teste da Apreensão; - Teste da Instabilidade Posterior;- Teste da gaveta anterior e posterior; - Teste do sulco;- Teste da recolocação;
  176. 176. Testes Especiais para Ombro• Testes para tendões• Speed’s test• Yergason’s test• Empty/full can tests• External rotation lag sign• Lift-off sign• Testes para impacto• Neer’s sign• Hawkins–Kennedy impingement test• Internal rotation resistance strength test• Posterior impingement test• Testes Labrais• Crank test• Biceps load II test• Anterior slide test• SLAP prehension testPaul Hattam, Alison Smeatham - Special Tests in MusculoskeletalExamination – Churchill Livingstone Elsevier
  177. 177. Testes Especiais para OMBRO• Testes para Instabilidade• Apprehension and relocation test• Load and shift test• Norwood stress test• Sulcus sign• Testes para articulação acromioclavicular• Active compression test• Scarf test• Shear testPaul Hattam, Alison Smeatham - Special Tests in MusculoskeletalExamination – Churchill Livingstone Elsevier
  178. 178. AVALIAÇÃO DO OMBRO• Manobra de Neer – 3,5• Manobra de Hawkins – 3• Manobra de Yocum -3• Teste de Speed ou “Pal-up test”- 3,5• Teste de Jobe - 3• Teste de Patte - 3• Teste de Gerber ou “Lift-off test” - 380% de +Pontuação da escala: 0 a 4Sensibilidade/Confiabilidade do Teste RUIM = (1-2)Sensibilidade/Confiabilidade do Teste MODERADA = (2-3)Sensibilida de/Confiabilidade do Teste MUITO BOA = (3-4)Fonte: - Cipriano,J. - Manual de testes Ortopédicos e Neurológicos
  179. 179. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 187Testes de identificação de tendinite(com ou sem roturas de tendões)Os testes são ditos positivos quando há a manifestação de dor,que é expressa subjetivamente pelo examinador comindicações de + a ++++, de acordo com a percepção da sua intensidade.
  180. 180. Teste de Força Muscular – SupraespinhosoTeste da lata vazia ; Teste de Jobe
  181. 181. Teste de Força Muscular – SupraespinhosoTeste da lata vazia ; Teste de Jobe
  182. 182. Testando o Supraespinhoso – “Teste da lata vazia”
  183. 183. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 191Teste de Jobe – (3)Notar os membros superiores em abdução de 90 graus e anteflexão de 30 graus (eixo demovimentos da articulação glenoumeral).
  184. 184. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 192Teste de Jobe (3)Teste exclusivo para avaliação do músculo supra-espinal, sua positividade fornece odiagnóstico da rotura com 90% de chance de acerto.É realizado com o paciente de pé, membros superiores em abdução no plano frontal eanteflexão de 30 graus, alinhando o eixo longitudinal do braço com o eixo de movimentos daarticulação glenoumeral.O examinador faz uma força de abaixamento nos membros, simultânea e comparativa,enquanto o paciente tenta resistir.Um resultado falso positivo ou duvidoso pode surgir, devido à interferência da dor. Por isso,NEER introduziu o teste anestésico, "Teste anestésico de Neer", que consiste em injetar-se 8 a 10 ml de lidocaína no espaço subacromial e repetir o exame.Se a manobra negativar-se, estaremos diante de um tendão íntegro, e o teste de Jobe énegativo. Se persistir a perda de força, estaremos provavelmente diante da rotura tendínea.
  185. 185. Testando o Infraespinhoso e o Redondo Menor
  186. 186. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 194Teste de Patte – (3)avaliação do infraespinalTeste de Patte - Notar o posicionamento do membro superior em abdução de 90 graus noplano frontal e cotovelo fletido 90 graus.
  187. 187. Testando o Subescapular
  188. 188. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 196“Lift off test”, teste de retirada ou teste deGerber (3)Lift off test (Teste de Retirada, ou Teste de Gerber) –Avalia a integridade do músculo subescapular .O paciente não consegue afastar a mão, colocada sobre o dorso, em nível de L3, quando otendão subescapular encontra-se rompido.
  189. 189. Teste de Napoleão ( complementa avaliação com oteste de Gerber)Manobra: Periciado coloca a palma da mão junto ao abdome, mantendo a alturado cotovelo alinhada com a mão.O examinador empurra a mão contra o abdome e pede para o periciado manteresta posição.Condição detectada ( teste positivo) = queda espontânea do cotovelo para trásindica lesão do m. subescapular.
  190. 190. Anatomia– Músculos doManguito Rotador– S – Supraspinatus– I – Infraspinatus– t - Teres minor– S- Supscapularis– CHL = ligamento coracoumeral– CAL = ligamentocoracoacromialS
  191. 191. Testando o Tendão do Bíceps - PatologiaMúsculo do mariheiro Popeye =Ruptura do Bíceps
  192. 192. Tendinite crônica Bícipes (porção longa)• Trauma para a cabeçalonga do tendão doBíceps– Tipicamente um TraumaRepetitivo (sobreuso) delevantamento do braçoacima do ombro– Impacto
  193. 193. Teste de Speed – Tendinite crônida do Biceps• Flexão anterior do ombropara cima de 90°• Ombro aduzido para cima10°• Braço em supinaçãocompleta• Aplicar força para baixo naporção distal do braço• Dor é tete positivo• Fraqueza sem dor :músculofraco ou ruptura
  194. 194. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 202“Palm-up test”, ou teste de Speed (3,5)Teste exclusivo para avaliação do tendão da cabeça longa do bíceps, é feito com o membrosuperior em extensão, supinado, exercendo-se uma força de elevação no membro a partir dahorizontal, contrária à força de abaixamento feita pelo examinador.A positividade é indicada pela dor, na exata correlação topográfica do tendão da cabeça longado bíceps, através do sulco intertubercular e braço. (3)Pontuação da escala: 0 a 4Sensibilidade/Confiabilidade do Teste RUIM = (1-2)Sensibilidade/Confiabilidade do Teste MODERADA = (2-3)Sensibilida de/Confiabilidade do Teste MUITO BOA = (3-4)Fonte: - Cipriano,J. - Manual de testes Ortopédicos eNeurológicos
  195. 195. Bíceps Tendinite Crônica: Teste de Yergason• Cotovelo flexionado em 90°• Começar em posição pronada• Supinação Ativa & Flexãocontra reistência• Palpar o tendão do Bíceps• Dor ou palpação dolorida éteste positivo :– Tendonosis– Subluxation
  196. 196. Instabilidade do tendão da porção longa do bíceps no sulcobicipitalSe o tendão for instável ele sedesloca da goteira ou sulcobicipital e o paciente refere for.Ligamento da goteirabicipital rompido favorece aluxação do tendão bicipital.
  197. 197. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Tendinite Bicipital- Hipersensibilidade do tendão do m. bíceps braquial- Teste de Speed doloroso- Teste de Yergason doloroso (ocasionalmente)- Teste de instabilidade do m. bíceps braquial anormal (ocasionalmente, seo tendão do bíceps estiver instável no sulco intertuberositário do úmero)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  198. 198. Para acessar os módulos do hipertextoRetornar para o Índice Geralou, usar o botão voltar na barra de navegação.BotãovoltarBotãoavançar
  199. 199. Assuntos do Módulo 13OMBROS - 214- Luxação acromioclavicular, lesão do nervo supraescapular15- Ruptura do lábio glenoidal16- Artrite inflamatória aguda (Ombro séptico)17- Artrite Reumatóide, Síndrome de lesão com dor lancinante18- Dermátomos ao redor do ombro19- Estruturas orgânicas que referem dor ao ombro20- Avaliação da função combinada do ombro e do cotovelo21- Radiologia musculoesquelética22- Estudo de casos semiológicos de ombro23- Apresentação de casos clínicos24- Artroplastia total de substituição do ombro25- “Cirque du Soleil” - Com dedicação, treinamento continuado e disciplina homens emulheres superam os limites funcionais de desempenho do aparelho locomotor ,transformando-se em artistas da elasticidade, da força muscular e da precisão demovimentos.
  200. 200. Articulação acromioclavicular - patologia
  201. 201. Luxação traumática acrômio-clavicularTeste da Recolocação(to be done if+ apprehension test)
  202. 202. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Lesão da Articulação Acromioclavicular- Hipersensibilidade localizada da articulação acromioclavicular- Aumento de volume localizado da articulação acromioclavicular- Aumento na proeminência da porção lateral da clavícula (variável,dependendo da grvidade da lesão)- Hiperensibilidade dos ligamentos coracoclaviculares (lesões mais graves)- Dor com abdução cruzando o tórax- Raramente, luxação posterior da porção lateral da clavícula (lesões TipoIV) ou luxação inferior (lesões Tipo VI)- Teste de O’Brien produzindo dor no ápice do ombro (variável)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  203. 203. Luxação AcromioclavicularAC torção/Separação– Typically due tofall onto tip ofshoulder(acromion)– Braço colocadopara o lado dedentro– Treatmentdepends on type
  204. 204. Instabilidade Articular do Ombro-Falha em manter a cabeça umeralcentrada na cavidade glenóide;- Subluxação;-Frouxidão ligamentar
  205. 205. Instabilidade de OmbroFalha em manter a cabeçaglenoumeral na glenóideLuxação– Completo rompimento dacongruência ou do alinhamentoarticularSubluxação– Parcial ou deslocamentoincompletoLaxidão– Afrouxamento ou folga articular– Pode ser normal ou anormal
  206. 206. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Compressão ou Lesão do Nervo Supraescapular- Fraqueza e atrofia do m. supraespinhoso e do m. infraespinhoso (se acompressão for antes da inervação do m. supraespinhoso)- Fraqueza e atrofia do m. infraespinhoso isoladamente ( se a compressãofor na incisura espinoglenóide da escápula)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  207. 207. Instabilidade Inferior: Teste do Sulco• Instabilidade inferior;• Braço relaxado emposição neutra.• Braço tracionado parabaixo pelo punho.• O teste é Positivoquando um sulco évisível na área infra-acromial.– Compare com o ladocontralateral.
  208. 208. Instabilidade Inferior: Sinal do Sulco
  209. 209. Instabilidade Inferior: Sinal do Sulco
  210. 210. Sinal do SulcoA. Posição de início B. Posição finalReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  211. 211. Teste de estabilidade - Teste da gaveta.A. Posição inicial B. Translação anterior.Reider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  212. 212. Teste de estabilidade - Teste da gaveta.C. Translação posteriorReider, O Exame Físico em Ortopedia – Guanabara Koogan -2001
  213. 213. Testando a estabilidade umeral
  214. 214. Instabilidade anterior de ombro:Teste de ApreensãoManobraO examinador, colocando-sepor trás do paciente, faz comuma das mãos, abdução,rotação externa e extensãopassivas forçadas do braçodo paciente, ao mesmotempo que pressiona com opolegar da outra mão a faceposterior da cabeça doúmero.Condição detectadaQuando há instabilidadeanterior, a sensação deluxação iminente provocatemor e apreensão dopaciente.
  215. 215. Instabilidade anterior:Teste de apreensão
  216. 216. Instabilidade anterior:Teste da Relocação• Após um teste deApreensão positivo• Aplicar uma força diretaposteriormante sobre acabeça umeral rotadaexternamente• O teste é positivo com oalívio da apreensão• Teste da liberação anterior
  217. 217. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Instabilidade Anterior ( Subluxação ou Luxação Recidivante)- Apreensão em resposta ao teste de apreensão- Redução da apreensão em resposta ao teste de reposicionamento- Aumento da frouxidão anterior a testes passivos (teste da gaveta, testeda translação)- Sinais de lesão do nervo axilar (ocasionalmente) (fraqueza do músculodeltóide e insensibilidade sobre a borda lateral do ombro)- Sinais de lesão do nervo musculocutâneo (raramente) (fraqueza dobíceps braquial e insensibilidade sobre a parte lateral do antebraço)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  218. 218. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Intabilidade Posterior (Subluxação ou Luxação Recidivante)- Aumento da frouxidão posterior a testes passivos (teste da aveta, testeda translação)- Teste do sulco levemente anormal (variável)- Sintomas reproduzidos pelo teste do ressalto ou pelo teste dacircundução (variável)- Luxação ou subluxação voluntárias possíveis (ocsionalmente)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  219. 219. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Instabilidade Multidirecional- Sinal do sulco anormal- Aumento da frouxidão anterior e/ou posterior a testes passivos ( testeda gaveta, teste da translação)- Sinais adicionais de instabilidade anterior ou posterior, dependendo dadireção predominante dos episódios sintomáticos- Capacidade de luxação voluntária (ocasionalmente)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  220. 220. Ruptura do Labro GlenoidalRuptura do labro glenoidalUsually due to instabilitySLAP ruptura (Superior LabrumAnterior to Posterior)– Superior labral tear– Queda sobre a mão ou ombroestendido– Rotator cuff tendonosis or tearsBankart Lesion– Anterior-inferior labral tear– Anterior shoulder dislocation /subluxation
  221. 221. Teste de compressão ativa de O’Brien• Patologia Labral, AC, ou bíceps• Braço fletido em 90°• Braço aduzido na horizontal em10-15°• Cotovelo extendido• Máxima pronação• Resiste força para baixo• Teste positivo se dor• Tomar cuidado com o local da dor– AC– Biceps– Internal +/- click
  222. 222. – Para patologia Labral– Repetir testando com– Max supinação– Deve estar sem dorTeste de compressão ativa de O’Brien
  223. 223. Teste Crank – para ruptura labral da glenóide1. O braço do Paciente é abduzido e o cotovelo fletido.2. O examinador direciona o úmero para a articulação glenoumeral ao mesmotempo que roda para frente e para trás.3. Dor obtida durante esta manobra sugere ruptura labral.
  224. 224. Ruptura Labral: Teste Crank• Braço abduzido em 90-120°• Ombro estabilizado• Cotovelo segurado comuma mão• Movimentar axialmentecom RE / RI no Ombro• Teste positivo: clickaudível ou doloroso/agarrar /ranger
  225. 225. Injeção Diagnóstica• Articulação AC• Espaço Subacromial• Articulação Glenohumeral• Tendão Bíceps (cabeçalonga)
  226. 226. Ombro séptico – Artrite inflamatória aguda - intensa área deinflamação sobre o ombro devido a infecção intraartiular.
  227. 227. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Artrite Reumatóide- Calor e edema locais- Presena frequente de atrofia muscular- Sinais de comprometimento reumatóide em outras articulaçõesFonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  228. 228. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Capsulite Adesiva- Diminuíção generalizada do arco de movimento tanto ativo quantopassivo, incluindo flexão anterior, abdução, rotação medial e rotaçãolateral- Dor produzida por arco de movimento passivo ou por qualquermanipulação passiva que força os limites de mobilidade reduzida dopaciente- Fraqueza ou atrofia generalizadas (variável)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  229. 229. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 237Anatomia Normaldo Ombro
  230. 230. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 238Capsulite Adesiva• Incidência na população geral é de cerca de 2% emtoda a vida;• Esta condição afeta 10 a 20% dos diabéticos e 36%dos diabéticos insulino-dependentes;Fonte: Lucy White Fergunson e Robert GerwinArtmed 2007• Afeta pacientes com doença cardiovascular oucerebrovascular; doenças da tireóide; certos traçosde personalidade;
  231. 231. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 239
  232. 232. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 240
  233. 233. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 241• PATOLOGIA:A causa do ombro congelado continua incerta desde a suaprimeira descrição.• Causas possíveis incluem: desordem autoimune do tecidoconectivo, hemartrose recorrente, artropatia reativa, infecção,trauma, algodistrofia, alteração no nervo supraescapular, edegeneração do manguito rotador.• Em cortes de tecido do intervalo rotador, foram encontradosnódulos e laminas de colageno com grande população defibroblastos e miofibroblastos.• O ombro congelado é uma dç. caracterizada por fibrose na capsulaarticular, histologicamente semelhante a contratura de Dupuytren,regida por uma contratura do ligamento coracoumeral que atuacomo um retentor do movimento passivo glenoumeral e emparticular da rotação externa.
  234. 234. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 242Inflamação
  235. 235. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 243
  236. 236. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 244Aderências
  237. 237. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 245Anatomopatologia Capsulite AdesivaA grande diversidade de doenças e situações clínicas àsquais pode estar associada a CA justifica a controvérsia etiopatogênicaque ainda permeia os trabalhos que a estudam.Neviaser(3,11), Simmonds(17), Neviaser e Neviaser(20) e De-Palma(24) afirmam que a fibrose que provoca retração da cápsulaé de origem inflamatória, conforme também observamosem todos os nossos casos.O exame histológico nos nossos casos tem revelado hiperplasiasinovial, com acentuada neoformação vascular subjacente,áreas de proliferação fibroblástica, deposição de colágenoe alterações degenerativas da matriz colágena da cápsulaarticular e moderado infiltrado linfo-histiocitário (figuras 3 e 4).Fonte: - Revisão de Casos de Capsulite Adesiva – Arnaldo Amado Ferreira Filho - Doutor emOrtopedia pela Faculdade de Medicina da Universidade de SãoPaulo – USP – São Paulo (SP) – Brasil.
  238. 238. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 246Anatomopatologia Capsulite Adesiva
  239. 239. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 247Possibilidades etiopatogênicas, segundoa origem dos estímulos dolorosos, pode ser exemplificadada seguinte forma:
  240. 240. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 248Capsulite Adesiva• O ombro congelado envolve um grupo de músculosdo ombro e do pescoço encurtados, cada um,portanto pontos-gatilho miofasciais;• O primeiro músculo a se encurtar nesta patologia é osubescapular;Subescapular
  241. 241. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 249• CONDIÇÕES ASSOCIADAS:A relação entre ombro congelado e diabetes corresponde 10 a20% de incidência, que passa para 36% para os insulinosdependentes.Quarenta e dois porcentos dos ombros congelados bilateraissão em pacientes diabéticos.•Contratura de Dupuytren é encontrada em 18% destespacientes. Dç. de Peyronie é comum neste grupo.Ombro congelado tem sido associado com dç. cardíaca, umsignificante aumento de colesterol e triglicerídeos tem sidoencontrado em pacientes com ombro congelado. Relacionadotambém com respostas emocionais anormais dos pacientes.• Graus mínimos de trauma , fraturas de Colles , pacientes emrecuperação de cirurgia neurológica que estão sob o uso deantiepiléticos como fenitoína e fenobarbital são relacionadoscom a doença.
  242. 242. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 250Atualmente• Quatro Tipos (etiologias) do enri-jecimento capsular1. Ombro Congelado Idiopático2. Ombro Rígido Diabético3. Ombro Rígido Pós-traumático4. Ombro Rígido Pós-cirúrgico
  243. 243. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 251Exame Físico• No exame o paciente sofre de depressão devidoprincipalmente a dor noturna. A dor pode ser maiorlateralmente ao processo coracóide.• O deltóide pode estar atrofiado pelo desuso.Movimentação ativa e principalmente a passiva estãorestritas.• Elevação esta limitada geralmente em 80 a 100º. Aredução da rotação externa passiva é patognômonico doombro congelado, ficando em torno de 9 a 10º.• Outras patologias que dão grande limitação de rotaçãoexterna são a artrite e a luxação posterior. Rotaçãointerna passiva e ativa esta limitada.
  244. 244. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 252
  245. 245. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 253• TESTES DIAGNÓSTICOS:• Neviaser em 1962, usando artrografia, mostrou redução dovolume articular com diminuição de contraste na pregaaxilar e recesso subescapular. O volume articular normal éde 20-25 ml, no ombro congelado o volume diminui para 3-15ml.• Emig, utilizando RNM demostrou espessamento da capsulade 5.2mm (n:2.9mm).• Os achados artroscópicos no ombro congelado sãoconsistentes: volume articular reduzido, recessosubescapular obliterado, intervalo rotador estafreqüentemente obliterado com tecido espessado cobertocom uma vasculite sinovial. O recesso axilar esta espesso ereduzido de volume. Não há adesões.
  246. 246. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 254Recesso capsular axilar
  247. 247. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 255
  248. 248. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 256
  249. 249. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 257Artrografia com duplo contraste ou pneumo-artrografiapara investigar – a redução do volume articular (7 – 12 cm3) e aperda da prega capsular axilar.
  250. 250. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 258
  251. 251. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 259Como Reconhecer Ombro Congelado• História – Perda do conforto & função(inabilidade para dormir confortavelmente)• Exame – Movimento limitado de flexão,rotação externa, rotação interna e/oumovimento de cruzar o corpo• RX - normal• Artrografia – anormal ( perda do sinal da gota-recesso capsular axilar )
  252. 252. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 260Capsulite Adesiva – História Natural• Surgimento gradual de rigidez (enrijecimento oucongelamento) e dor, com limitação funcional;• Perda dos movimentos, particularmente daabdução rotação interna e rotação externa;• Em sua maior parte os pacientes apresentarão umacompleta restauração dos movimentos e resoluçãoda dor dentro de 18 meses.
  253. 253. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 261• APRESENTAÇÃO CLÍNICA:Existem 02 formas clínicas básicas: Primária (Idiopática) eSecundária ( Sistêmica / Intrínseca e Extrínseca)- Zuckerman.A história natural, de acordo com vários autores, apresenta-se com03 fases bem definidas:• uma primeira fase, chamada de hiperálgica inflamatória, na quala dor é o fato clínico mais importante.• A segunda fase é caracterizada pelo enrijecimento da articulação,supondo-se haver, nesse estágio, seqüela por fibrose e aderênciasprovocada, pela fase inflamatória inicial.• A terceira fase é a do descongelamento, em que há recuperaçãoespontânea e progressiva da amplitude de movimentos. A dor, nasduas últimas fases, muda de aspecto: de constante e espontânea,passa a existir somente em forma de dor provocada, nos limitesmáximos das amplitudes dos movimentos.
  254. 254. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 262
  255. 255. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 263Movimento Assimétrico – Ombro Congelado
  256. 256. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 264Movimento Assimétrico – Ombro Congelado
  257. 257. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 265Dor no extremo
  258. 258. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 266Flexão
  259. 259. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 267
  260. 260. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 268
  261. 261. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 269
  262. 262. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 270
  263. 263. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 271Prejuízo Funcional na Capsulite Adesivaa – Contratura do subescapular e ligamento coracoacromialresulta na restrição da rotação externa e comprometimentoda abdução.b- O recesso capsular inferior ( recesso axilar) normalmentefrouxo torna-se contraído secundariamente ao períodoprolongado de abdução.c- O movimento escápulo-torácico tenta compensar esta perdade movimento. Isto pode resultar no estiramento ouancoramento do nervo supra-escapular junto ao ligamentosupra-escapular; aumento da dor.d- Capacidade normal da articulação de 25 cm3 está diminuídapara 7-12 cm3.
  264. 264. Achados Físicos emDístúrbios do Ombro e Braço• Síndrome de Lesão com Dor Lancinante (Dor em Queimação)- Hipersensibilidade no Plexo Braquial- Fraqueza nos músculos inervados pela porção afetada do plexo (m.deltóide mais comumente afetado, flexores do cotovelo maiscomumente afetados em segundo lugar)Fonte: O Exame Físico em Ortopedia – Reider,B.; W.B. Saunders Company
  265. 265. Níveis neurológicos governando a sensibilidade ao redor doombro.
  266. 266. 16/01/2012 Dr. José Heitor M. Fernandes 274Estruturas que referem dor ao ombro
  267. 267. Avaliação da função combinada do ombro e do cotovelo• Deve-se destacar que a função geral do braço é afetada de mododesproporcional se o cotovelo também estiver afetado.• A American Shoulder and Elbow Surgeons criou um sistema declassificação que pode ser utilizado para avaliar a função geral de ambasas articulações.• Cada atividade é avaliada em uma escala de 0-4 e os resultados sãosomados (0= incapaz; 1 = somente com assistência; 2= com dificuldade;3= comprometimento leve; 4= normal)Os testes incluem:1)- colocar a mão no bolso traseiro da calça2)- lavar a axila oposta3)- pentear os cabelos4)- carregar 4,5 Kg pendentes ao lado do corpo5)- dormir sobre o lado afetado
  268. 268. 6)- utilizar a mão por sobre a cabeça7)- elevação8)- cuidados de higiene perineal9)- comer com talheres10)- utilizar o braço ao nível do ombro11)- vestir-se12)- empurrar13)- arremessarAvaliação da função combinada do ombro e do cotovelo
  269. 269. RADIOLOGIAMUSCULOESQUELETICAhttp://www.info-radiologie.ch/index-portugues.php
  270. 270. Radiologia Convencional ou Radiografia Simples ouRaio X Simples Musculoesqauelético• Radiografia da coluna cervical• Radiografia da coluna torácica• Radiografia da coluna lombar• Radiografia de tórax• Radiografia do ombro• Radiografia do cotovelo• Radiografia do antebraço• Radiografia do punho• Radiografia da mão• Radiografia do abdômen• Radiografia da bacia (pelve)• Radiografia do quadrilFonte: info-radiologie.ch• Radiografia do joelho• Radiografia do tornozelo• Radiografia do pé
  271. 271. RM Musculoesquelética• Ressonância Magnética de ombro• Ressonância Magnética do cotovelo• Ressonância Magnética do quadril• Ressonância Magnética da coxa• Ressonância Magnética do joelho• Ressonância Magnética do tornozelo• TC Musculoesquelética• Tomografia Computadorizada do Tornozelo e do PéFonte: info-radiologie.ch
  272. 272. Após qualquer exame, o paciente deve seradvertido quanto à possibilidade deexacerbação de sintomas em consequência daavaliação física com os testes especiais.
  273. 273. ESTUDO DE CASOS SEMIOLÓGICOSOmbro• Um homem de 47 anos queixa-se de dor no ombro esquerdo.Ele não apresenta história de uso excessivo em sua atividade.Ao elevar o ombro, ele apresenta uma dor referida no pescoço, e algumasvezes no membro superior, até o punho.Descreva seu plano de avaliação deste paciente.(espondilose cervical versus bursite subacromial)• Uma mulher de 68 anos queixa-se de dor e restrição da amplitude demovimento no ombro direito.Há 3 meses ela ecorregou em um tapete colocado sobre o piso decerâmica e caiu sobre o cotovelo. Naquele momento ela apresentou dorno ombro e no cotovelo. Descreva seu plano de avaliação.(bursite olecraniana versus capsulite adesiva)Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
  274. 274. ESTUDO DE CASOS SEMIOLÓGICOSOmbro• Uma nadadora de competição de 15 anos queixa-se de dor difusa noombro.Ela sente mais o problema ao praticar o nado de costas. Ela queixa-se deque seu ombro parece instável quando ela realiza este tipo de nado.Descreva seu plano de avaliação para esta paciente.(instabilidade anterior versus tendinite do supraespinhso)• Um home de 48 anos queixa-se de dor no pescoço e no ombro.Ele relata dificuldade para abduzir o membro superior direito.Não tem antecedente de trauma, mas lembra-se de ter sofrido umacidente automobilístico há 10 anos.Descreva eu plano de avaliação para este paciente.( espondilose cervical versus capsulite adesiva).Fonte: Magee, D J; Orthopedic Physical Assessment , 4th Ed., Elseiver- 2002
  275. 275. Apresentação de Casos Clínicos de Ombro
  276. 276. • autorNome: SERGIO ROWINSKI Cidade: SAO PAULO Estado: SP Hospital:Hospital Mboi Mirim Departamento: Ortopedia• Informações sobre o Caso ClínicoNova abordagem cirúrgica p/ tratamento da luxação posterior inveteradado ombro.• Resumo do caso: Paciente com LX POSTERIOR OMBRO E, c/ 4 meses deevolução, submetido a tratamento cirurgico.• Paciente (dados): 39 anos, trabalhador braçal. Teve LAC V no mesmoombro, há 10 anos, não tratado. Evoluiu com deformidade absolutamenteassisntomática.• História: Queda sobre ombro ESQUERDO há 4 meses. OBS : No mesmoombro, teve LAC V, há 10 anos, não tratado. Apesar da deformidade,evoluiu sem dor.• Diagnóstico(s): Luxação Posterior do ombro E com 04 ( quatro ) meses deevolução.• Tratamento(s): VIA DELTO-PEITORAL + "PORTAL POSTERIOR"para ajudarna redução da cabeça umeral• Seguimento ("Follow up"): Paciente voltou p/ cidade de origem após acirurgia. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  277. 277. Fonte: Portal daSBCOC – casosclínicos
  278. 278. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  279. 279. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  280. 280. Fonte: Portal da SBCOC –casos clínicos
  281. 281. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  282. 282. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  283. 283. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  284. 284. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  285. 285. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  286. 286. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  287. 287. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  288. 288. Fonte: Portal daSBCOC – casos clínicos
  289. 289. Apresentação de Casos Clínicos de Ombro
  290. 290. • AutorNome: SERGIO ROWINSKI Cidade: SAO PAULO Estado: SP Hospital: HospitalMboi Mirim Departamento: ORTOPEDIA• Informações sobre o Caso ClínicoTRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA DO REBORDO ANTERIOR DAGLENÓIDE• Resumo do caso: PACIENTE SOFREU QUEDA DA PRÓPRIA ALTURA, E EVOLUIUCOM FRATURA CIRÚRGICA DO REBORDO ANTERIOR DA GLENÓIDE DO OMBRODIREITO.• Paciente (dados): SEXO FEMININO, 53 ANOS, OBESA.• História: PACIENTE SOFREU QUEDA SOBRE OMBRO D, EVOLUINDO LOGODEPOIS COM DOR INTENSA. REFERE QUE, NO CAMINHO PARA O HOSPITAL, SEUOMBRO DIREITO "ENTROU E SAIU DO LUGAR" POR 03 VEZES, NO CARRO.• Diagnóstico(s): FRATURA DO REBORDO ANTERIOR DA GLENÓIDE.• Tratamento(s): FIXAÇÃO ABERTA DE FRATURA DO REBORDO ANTERIOR DAGLENÓIDE COM PARAFUSO CANULADO, COM VIA DELTO-PEITORAL.• Seguimento ("Follow up"): PACIENTE EVOLUIU, NO PÓS-OP IMEDIATO, COMIMPORTANTE NEUROPRAXIA DO PLEXO BRAQUIAL, POR AFASTAMENTO(MEDIANO, ULNAR E RADIAL). APÓS 11 MESES, HOUVE COMPLETARECUPERAÇÃO FUNCIONAL.Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  291. 291. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRADIOGRAFIA AP -OMBRO D -OUTUBRO/2008
  292. 292. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosTOMOGRAFIACOMPUTADORIZADA -CORTE AXIAL
  293. 293. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosTOMOGRAFIACOMPUTADORIZADA - CORTECORONAL
  294. 294. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosTOMOGRAFIACOMPUTADORIZADA - CORTESAGITAL
  295. 295. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosTOMOGRAFIACOMPUTADORIZADATRIDIMENSIONAL
  296. 296. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosTOMOGRAFIACOMPUTADORIZADATRIDIMENSIONAL
  297. 297. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRAIO-X AP - PÓS-OPIMEDIATO
  298. 298. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRAIO-X AP - 01 ANO PÓS-OP
  299. 299. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosASPECTO CLÍNICO - ROTAÇÃO EXTERNA - 01 ANO PÓS-OP
  300. 300. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosASPECTO CLÍNICO - ROTAÇÃO INTERNA - 01 ANO PÓS-OP
  301. 301. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosASPECTO CLÍNICO -ELEVAÇÃO NO PLANOESCAPULAR - 01 ANOPÓS-OP
  302. 302. Apresentação de Casos Clínicos de Ombro
  303. 303. Lesões de Hill-Sachs e Bankartna instabilidade gleno-umeral•História clínica: nadador de 33 anos com 3 episódios de luxação do ombroesquerdo.Nadador há 15 anos. Refere última luxação há 1 semana, com sensação de"folga" no ombro.Hipótese diagnóstica: luxação recidivante do ombroExame solicitado: ressonância magnética do ombro esquerdo• Diagnóstico radiológico peloDr. Milton Miszputen
  304. 304. Ressonância magnética do polegarCortes transversais (superior para inferior), sequênciaT2 FS (a, b, c)• (a) Depressão semi-circular na regiãopóstero-lateral dacabeça umeral(seta), com edemaósseo medularadjacente.
  305. 305. • (b) Arredondamentodos contornos daporção anterior dolábio glenoidal, quese apresentadestacado (setabranca).Porção posterior dolábio glenoidal deaspecto preservado(seta cinza).Ressonância magnética do polegarCortes transversais (superior para inferior), sequênciaT2 FS (a, b, c)
  306. 306. • (c) Destacamentoda porção anteriordo lábio glenoidal,com irregularidadede seus contornos(seta).Ressonância magnética do polegarCortes transversais (superior para inferior), sequênciaT2 FS (a, b, c)
  307. 307. Corte sagital, sequência T1 (d)(d) Retificação edepressão docontorno póstero-lateral da cabeçaumeral, numaextensão de 17 mm(setas).
  308. 308. Corte sagital, sequência T2 FS (e)• (e) Desinserção daporção ântero-inferior do lábioglenoidal (setas).
  309. 309. • Diagnóstico: lesão e desinserção da porção ântero-inferior dolábio glenoidal (lesão de Bankart); fratura na região póstero-lateral da cabeça umeral (lesão de Hill-Sachs), com edemaósseo medular.Comentários: pela presença de edema ósseo medular nalesão de Hill-Sachs é possível saber que o último episódio deluxação é recente (até 2 meses).Recomendação de imagem: ressonância magnética paracasos agudos com derrame articular. Artro-ressonânciamagnética para as demais situações.Lesões de Hill-Sachs e Bankart na instabilidadegleno-umeral
  310. 310. Apresentação de Casos Clínicos de Ombro
  311. 311. • AutorNome: SERGIO ROWINSKI Cidade: SAO PAULO Estado: SP Hospital: HospitalMboi Mirim Departamento: Ortopedia• Informações sobre o Caso Clínico Título para o caso: ARTROPLASTIA TOTALGLENO-UMERAL EM PACIENTE COM ARTRITE REUMATÓIDE• Resumo do caso: Paciente portadora de AR, com artrose gleno-umeral severado ombro D, submetida à realização de ARTROPLASTIA TOTAL.• Paciente (dados): 59 anos, sexo feminino, portadora de AR há vinte anos.• História: Paciente com artrose severa gleno-umeral D, associada a intensoquadro álgico,submetida à realização de ARTROPLASTIA TOTAL GLENO-UMERAL no ombro D.• Diagnóstico(s): Artrose severa gleno-umeral do ombro Direito.• Tratamento(s): Artroplastia total gleno-umeral no ombro D.Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicos
  312. 312. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRADIOGRAFIA OMBRO DAP - JULHO DE 2007
  313. 313. RESSONÂNCIA MAGNÉTICA - CORTES CORONAIS
  314. 314. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRM - CORTE CORONAL - T2
  315. 315. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRM - CORTE SAGITAL - T2
  316. 316. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRM - CORTE AXIAL - T2
  317. 317. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosASPECTO INTRA-OPERATÓRIO
  318. 318. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosBURSA SUBCORACÓIDE
  319. 319. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosRAIO-X AP - 01 SEMANA PÓS-OP
  320. 320. Fonte: Portal da SBCOC – casos clínicosPERFIL ESCAPULAR - 01SEMANA PÓS-OP
  321. 321. PERFIL ESCAPULAR - 01 ANOPÓS-OP
  322. 322. RAIO-X AP - 01 ANO PÓS-OP
  323. 323. ASPECTO CLÍNICO - ROTAÇÃOEXTERNA - 01 ANO PÓS-OP
  324. 324. ASPECTO CLÍNICO - ROTAÇÃO INTERNA - 01 ANO PÓS-OP
  325. 325. ASPECTO CLÍNICO - ELEVAÇÃO NOPLANO DA ESCÁPULA - 01 ANO PÓS-OP.
  326. 326. La Défense - Paris
  327. 327. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 337Artroplastia Total de Ombro
  328. 328. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 338ANATOMIA
  329. 329. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 339Indicações de Artroplastia
  330. 330. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 340
  331. 331. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 341
  332. 332. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 342
  333. 333. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 343Técnica da Artroplastia Total de Ombro
  334. 334. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 344Técnica da Artroplastia Total de Ombro
  335. 335. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 345
  336. 336. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 346
  337. 337. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 347
  338. 338. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 348• Artroplastia tradicional X reversa do ÚmeroProximal
  339. 339. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 349
  340. 340. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 350Houve grande interesse pelo assunto ARTROPLASTIA, e as novastendências foram apresentadas:- como as próteses que preservam a massa óssea, indicadas parapacientes mais jovens, e se caracterizam por fazer a cobertura dasuperfície articular (“resurface”);- as próteses reversas que são uma boa alternativa para aquelaslesões graves, sem manguito rotador, e que necessitam somentedo m. deltóide para funcionar, apesar do curto tempo deseguimento.
  341. 341. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 351
  342. 342. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 352The Delta CTATM Reverse Shoulder System: For End-Stage Cuff Tear Arthropathy
  343. 343. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 353The Delta CTATM Reverse Shoulder System: For End-Stage Cuff Tear Arthropathy
  344. 344. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 354
  345. 345. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 355
  346. 346. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 356
  347. 347. 16/01/2012 Dr. José Heitor Machado Fernandes 357
  348. 348. Paris
  349. 349. Cirque du SoleilCom dedicação, treinamentocontinuado e disciplina homens emulheres superam os limitesfuncionais de desempenho doaparelho locomotor ,transformando-se em artistas daelasticidade, da força muscular eda precisão de movimentos.
  350. 350. A Incrível Máquina do CorpoHumanoÉ Capaz de Ir Muito Além dosLimites da Normalidade...
  351. 351. • Acrobacias de grupo nos trapézios• Taruka do Cirque du Soleil (Contorcionismo)• Trio de Contorcionistas• Cirque du Soleil – Nado sincronizadoClique nos “Links” a seguir; aumente a imagem clicando em “tela cheia”.
  352. 352. Para acessar os módulos do hipertextoRetornar para o Índice Geralou, usar o botão voltar na barra de navegação.BotãovoltarBotãoavançar

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