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Riscos biológicos ocupacionais   saúde ocupacional
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  • 1. 1PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011SAÚDE OCUPACIONAL: UMA ANÁLISE AOS RISCOS RELACIONADOS ÀEQUIPE DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVAOCCUPATIONAL HEALTH- AN ANALYSE OF THE HEALTH RISKS RELATED TOTHE NURSING TEAM OF THE UTIJéssica Lettícia Risério Porto 1Laysila Gomes Santos1Mayara Cristina Carneiro Vasconcelos1Elaine Oliveira Souza Fonseca2RESUMOA saúde ocupacional é um tema bastante abordado devido a sua atuação emrelação promoção e à preservação da integridade física do trabalhador. Ainvestigação científica parte da temática Saúde Ocupacional: uma análise aos riscosrelacionados à equipe de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva. O presenteestudo teve como objetivo identificar e compreender os principais riscosocupacionais a que estão expostos os trabalhadores de enfermagem de uma UTI.Trata-se de um estudo quantitativo de caráter exploratório, envolvendo uma amostrade 20 profissionais. Elaborou-se um questionário estruturado abordando os riscosambientais presentes no setor. Da análise, emergiram aspectos referentes àexposição da equipe, frente aos riscos laborais como a postura inadequada, fadiga eestresse, ressecamento de pele, riscos biológicos e químicos, manuseio inadequadodo perfurocortante e falta de conhecimento da equipe em relação à atuação daComissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).Palavras-chave: Saúde Ocupacional. Unidade Terapia Intensiva. Enfermagem.ABSTRACTLabor health is a very approached subject due your its performance related toworker physical’s integrity’s promotion and preservation.Scientific research partof the thematic – occupational health- an analyse of the health risks related tothe nursing team of the intensive care unit. Which goals have ben identified andunderstood the main occupational risks, to which are exposed the nursing staffof an UTI. It deals with a quantitative study of exploratory approach, involving asample of 20 professionals. A structured questionnaire dealing with theenvirommental risks presented in the analyse sector was elaborated. From itsnalyses emerging issues relating to the exposure of staff, compared tooccupational hazards such as poor posture, fatigue and stress, dry skin,biological and chemical hazards, improper handling of sharps and lack ofstaff knowledge regarding the role of the Internal Prevention accidents (CIPA).1Graduandas do Curso de Enfermagem da Faculdade Guanambi2Enfermeira, especialista em Unidade de Terapia Intensiva, professora orientadora.
  • 2. 2PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Key – words: Occupational Health. Intensive Care Unit. Nursing.INTRODUÇÃONa atualidade mundial, as diversidades e competitividade profissionalpercorrem juntas, no entanto observa-se modificações em sua forma de organizaçãoe disposição do trabalho, expressas através da rotatividade, desemprego, exposiçãoa riscos em ambiente laboral, sobrecarga e acidentes no trabalho. Essas variaçõesconectam-se intrinsecamente com problemas vividos hoje pela sociedade brasileira,repercutindo em ampliação do trabalho informal e em trabalhadores insatisfeitos,traçando desta forma um paradigma entre o “trabalho e o lucro”.Existem estimativas de que os Acidentes de Trabalho (AT) apresentam hoje,dados expressivos, que devem ser considerados. Os dados de AT somam hoje umtotal de 26.081 acidentes trabalhistas na Bahia, sendo que destes, 3.942 sãopessoas acometidas em ambiente de trabalho médico (BRASIL, 2008). Estes dadossolidificam a necessidade de se ter conhecimento a cerca dos fatores atenuantesque acabam por predispor o profissional aos riscos. Faz-se necessário traçarmedidas mais confiáveis à execução destas atividades, promovendo à redução doselevados números de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.A saúde ocupacional está voltada à promoção e à preservação da integridadefísica do trabalhador durante o exercício de sua função, por meio da detecção defatores que interferem em sua saúde. Essa visão possui abordagem de vigilância,rastreamento e diagnóstico precoce de agravos à saúde relacionados ao trabalho.Em função dos fatores precipitantes ao AT e possivelmente dos cuidados, a estesprofissionais, objetivou-se conhecer, quais são os possíveis riscos (físico, químico,biológico e ergonômico) a que dificultam a realização de atividades intra-hospitalares, bem como os tornam vulneráveis as morbidades frente à exposição emseu trabalho. Estas atividades, rotineiras, estressantes e cansativas por sua vez,culminam em comprometimento do seu estado psicobiológico. Em resultado a estefato o profissional tende a sofrer com as implicações advindas da execução destas.Descritivamente, as causas presentes acima denotam o grau de exposiçãosofrida por estes profissionais a curto e longo prazo, visto que o sistema corporalresponde de forma peculiar diante deste agravante.
  • 3. 3PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Como a equipe de enfermagem apresenta em muitos setores atividadesbastante assistenciais, permanecendo durante 24 horas junto ao paciente, espera-seque o ambiente de trabalho possa ser apropriado para a prática de suas tarefas,com inserção de programas voltados a prevenção e conscientização de atividadesseguras .Não abdicando ainda do cuidado integral à equipe, sendo necessário arealização de exames médicos periódicos para os profissionais, com o objetivo deprevenir agravos e tratar precocemente problemas à sua saúde oriundas de suaatividade. Visando ainda, minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais,bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador.Este estudo tem como objetivo conhecer e analisar os riscos ocupacionaisque a equipe de enfermagem de uma unidade de terapia intensiva está exposta noseu processo laboral.A intenção de desenvolver a investigação científica sobre a temática expostasurgiu da observação durante estágios supervisionados, quando eram frequentes osriscos trabalhistas a qual os enfermeiros estavam expostos em seu ambiente laboral,tornando-os mais susceptíveis às doenças ocupacionais.METODOLOGIAA pesquisa caracterizou-se como um estudo quantitativo de caráterexploratório. Sendo este realizado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) paraadultos de uma instituição hospitalar de rede pública estadual, vinculada aSecretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), localizada no sudoeste da Bahia,durante o período de abril a maio de 2011.Trabalham no setor onde o estudo foi realizado, 26 (vinte e seis) profissionaisda equipe de enfermagem, sendo que 8 são enfermeiros e 18 técnicos deenfermagem. Destes, 20 (76.9%) participaram da pesquisa, constituindo umaamostra bastante representativa para esse universo.Não participaram da pesquisa os indivíduos que se recusaram os queestiveram em licença médica ou de férias no período da coleta de dados.O instrumento de coleta de dados foi através de um questionário estruturadoconstituído por uma série ordenada de perguntas. Os questionários foram aplicados
  • 4. 4PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011mediante permissão da coordenação do próprio setor (UTI), onde após realização,todos os dados foram analisados e interpretados.A pesquisa foi realizada com permissão dos sujeitos, mediante leitura eassinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, constando os termos detotal preservação da identidade dos clientes participantes do estudo, não havendopara os mesmos ônus nem bônus.Após a organização do material coletado foi feita a análise dos questionários,sendo estas reunidas em categorias temáticas por similaridade e discutidas à luz daliteratura.ANÁLISE DE DADOSA análise temática dos dados teve por base a proposta de Marcone e Lakatos(2010), que constitui uma das técnicas que se prestam à investigação quantitativa,abrangendo, maior número de itens a ser desenvolvida a busca pelo resultadocoerente.Para a representação dos dados obtidos, utilizaram-se gráficos possibilitandoum maior entendimento dos mesmos.RESULTADOS E DISCUSSÃOExposição aos riscos físicos, químicos, biológicos e ergonômicosA saúde ocupacional refere-se à promoção e preservação da integridadefísica da saúde do trabalhador, durante o exercício de sua função. O COREN (2011,p.34) no uso de suas atribuições define em seu art. 63:As atividades de enfermagem devem se desenvolver em condições detrabalho que promovam a própria segurança, da pessoa, família ecoletividade sob seus cuidados, e dispor de material e equipamento deproteção individual e coletiva, segundo normas.Ao propor que se considerem o conceito acima, objetivou-se identificar quaisos riscos a equipe de enfermagem está exposta. Após a coleta de dados, 60% dosentrevistados afirmaram que já foram expostos aos riscos físicos, químicos,biológicos e ergonômicos, 20% aos riscos físicos, 5% físicos, biológico e ergonômicoe 15% já foram expostos aos riscos químicos, biológicos e ergonômicos.
  • 5. 5PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Com base neste contexto, tornou-se evidente que os sujeitos da pesquisa jáestiveram expostos a todos os tipos de riscos. Benati e Nishide (2004) ressaltam queo ambiente de trabalho hospitalar tem sido considerado insalubre por agruparpacientes portadores de diversas enfermidades infectocontagiosas e viabilizarmuitos procedimentos oferecendo riscos de acidentes e doenças para ostrabalhadores de saúde.Os riscos ocupacionais apresentam bases diversas devido aos fatoresprecipitantes intrínsecos e em maior escala os extrínsecos a qual ganham força naatmosfera do trabalho, refletindo-se através dos acidentes e evoluindo para asdoenças ocupacionais.Em consonância com as informações, o Ministério do Trabalho e Empregoestabelece na Norma Regulamentadora (NR) 9, o Programa de Prevenção deRiscos Ambientais (PPRA), a qual envolvem os agentes físicos, químicos ebiológicos existentes nos ambientes de trabalho, avaliando a função de suanatureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, bem como suacapacidade de causar danos à saúde do trabalhador (BRASIL, 1978d).Não obstante, espera-se que as empresas hospitalares sejam responsáveispela adoção e uso de medidas coletivas e individuais de proteção e segurança dasaúde do trabalhador, bem como informar aos mesmos, sobre os riscos presentes.Ruído (Risco físico)Descritivamente fazem parte dos agentes físicos: exposição ao calor, frio,radiação, vibração e ruído. Sabe-se que, “o ruído é um agente físico universalmentedistribuído, presente praticamente em todos os ramos de atividades laborais”(MORAES, 2010, p. 80).Normalmente a equipe de enfermagem está exposta às cargas sonoras, dossistemas de chamada dos pacientes, alarmes dos equipamentos de monitorização etelefones a qual se somam à sobrecarga auditiva nas UTI`s, tornando-os umpredisponente ao surgimento de problemas psíquicos e auditivos devido exposiçãoprolongada.Conforme avaliado na pesquisa, 18 pessoas das 20 em estudo certificaramterem boa acuidade auditiva, 75% asseguraram ainda que os ruídos do ambiente de
  • 6. 6PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011trabalho, normalmente são moderados. Segundo Cintra, Nishide e Nunes (2003), onível de ruído na UTI não deve ultrapassar de 45 decibéis (dB) durante o dia, 40dBdurante a noite e 20dB durante a madrugada.Partindo dessa premissa, a equipe de enfermagem em estudo, informou quenão apresentaram problema algum com a carga sonora presente na UTI. Porém,acredita-se que por estes funcionários, estarem frequentemente expostos a estesruídos já apresentam certa adaptação.Tais condições adaptações favorecem a pré-disposição à Perda AuditivaInduzida por Ruído (PAIR), a qual gera uma lesão irreversível e insidiosa muitasvezes não percebida de imediato, quando a sua comunicação é prejudicada(BRASIL, 2006c). Além disso, o profissional adquire uma série de incapacidadesauditivas, podendo intervir na sua vida profissional, familiar e pessoal.Segundo a Organização Mundial de Saúde, o ruído de até 50 dB podeperturbar, mas o organismo se adapta facilmente a ele. A partir, dos 55dB, leva aoestresse breve, à medida que os dB se elevam as complicações são mais graves(MORAES, 2010).Postura Inadequada (Risco Ergonômico)Verifica-se que os riscos ergonômicos fazem parte frequentemente da rotinado trabalhador, impondo aos mesmos esforços físicos intenso favorecendo apredisposição a distúrbios (MORAES, 2008). Dentre as causas possíveis, ressaltam-se os estressores ocupacionais, sendo eles: o transporte de peso manual, atravésda mudança de decúbito; banho no leito, devendo ser realizada em equipe, a fim dereduzir o impacto no sistema musculoesquelético.O particular interesse em estudar ergonomia apresenta-se aos possíveisefeitos das condições de trabalho na saúde e na vida do profissional deenfermagem. Tais efeitos acontecem por serem protagonistas da assistência aospacientes, durante as 24 horas (SANTOS, 2001), incluindo ainda os sistemas detrabalho noturno, suas reações frente ao ciclo sono/ vigília, estresse, fadigamuscular, a organização e doenças relacionadas ao trabalho, entre outros fatores.Dados estes, discutidos com maior ênfase ao longo do estudo, devido hábito eexigências múltiplas frequente, favorecendo as patologias ocupacionais.
  • 7. 7PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Na pesquisa em questão, ao avaliar postura física durante atividadesassistenciais, foi evidenciado positivamente, que 60% dos entrevistados realizambanho no leito, com o auxílio de outros colegas.Ao se questionar postura física durante o trabalho, identificou-se que 65% dosprofissionais consideram sua postura física inadequada. Moraes, (2008) ressalta queo tempo de exposição ao risco ergonômico, favorece uma adaptação, decorrentesde ritmos excessivos. No entanto, apesar do conhecimento referente à ergonomia noambiente laboral, a maioria (80%) afirmou apresentar desconforto muscular aotérmino do turno de trabalho. O Ministério do Trabalho e Emprego ressalta atravésda NR-17, que a qualidade do trabalho seja levada em consideração, como tambémas condições psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar máximode conforto, segurança e desempenho eficiente, minimizando posturas inadequadase situações de estresse físico (BRASIL, 1978c).Fadiga, Estresse, Sono e Repouso (Risco Ergonômico)O trabalho noturno, por ser contrário à natureza do ser humanopredominantemente diurno provoca um quadro de estresse constante, implicandoem efeitos psíquicos, físicos e emocionais (REGIS FILHO, 1998). Neste contexto, oestudo apresentou que 100% dos profissionais se sentem cansados após um turnode trabalho noturno. E a maioria (76,4 %) disse se sentir estressado após longosplantões.Mediante esta reflexão, entende-se que normalmente, os enfermeiros estãoexpostos ao estresse e fadiga excessiva, devido ao desgaste físico e mentalpresentes durante sua rotina hospitalar. Miranda e Stancato (2008, p.4) apontamque “a UTI é um lugar de tensões constantes [...] onde os profissionaisexperimentam uma vivência de extrema angústia, algo que parece ser pior que amorte, a qual, frequentemente, não se leva em consideração” sendo esta situação,um indicador importante para a existência de doenças laborais.Todo profissional, no decorrer de suas atividades laborais, estão exposto asituações como: alterações psíquicas, decorrentes do cansaço intenso e trabalhonoturno, favorecendo a alterações em seu ritmo e comprometendo seu desempenho.
  • 8. 8PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Observa-se que tais condições apresentam-se como um agravante significante aodesenvolvimento de doenças característica (ROCHA; FIGUEIREDO, 2010).Sabe-se que a fadiga e estresse apresentam hoje um dos problemas maiscomuns, descritos por serem freqüentes durante trabalho. A rotina intensiva, feitapela equipe de enfermagem, denota que tais condições são oriundas de fatorespreexistentes nas rotinas, não somente das UTI’s, mas também, em todos oscampos hospitalares, tornando-se fatores normais durante o trabalho.Para Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn, 2006a, p.31) a “fadiga éum sinal de alarme para que o organismo humano reconheça seus limites eestabeleça um período de repouso para reverter os sintomas instalados”.Notoriamente, verifica-se que os enfermeiros intensivistas não atingemtotalmente os ciclos do sono, devido atividades realizadas durante o turno, emconsequência, a fadiga, estresse e flutuações do humor tornam-se evidentes e omau desempenho torna-se um agravante, favorecendo “falhas de percepção edificuldades de concentração nas tarefas a serem excutadas” (LEITÃO;FERNANDES; RAMOS, 2008, p. 6).A equipe de enfermagem intensivista, informou conseguir repousar cerca de 3horas durante o trabalho noturno, 94,12% ressalta ainda não apresentar dificuldadespara dormir nesse período e que normalmente conseguem retornar à sua atividadesem agravantes. Vigente na Constituição do trabalho o DecretoLei 5452/43 aopropôr que em qualquer trabalho contínuo cuja duração exceda 6 horas é obrigatóriaà concessão de um intervalo de no minímo 1hora e no máximo 2 horas de descanço(BRASIL, 1943). Legitimando os dados observados no estudo, os profissionaisexcedem 1 hora do descanço noturno, previsto em lei. Acredita-se que esse tempoexcedido possa favorecer um melhor descanso e qualidade laboral e assistencial.Manipulação de Drogas e Dermatoses (Riscos Químicos)A manipulação de drogas refere-se a um dos riscos químicos mais comuns,para a equipe de enfermagem. Esta manipulação relaciona-se à absorção dedrogas, através da pele e mucosas, quanto à manipulação sem uso adequado dosEPI’s; respingos acidentais na pele e nos olhos; inalação na administração dedrogas em aerossol ou em spray e na maceração e mistura de medicações; ingestão
  • 9. 9PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011acidental direta ou indireta através das mãos ou de respingos atingindo a boca(LEITÃO; FERNANDES; RAMOS, 2008).Gráfico 1- Caracterização dos profissionais da equipe de enfermagem que fazem somente ouso da máscara durante a manipulação de drogas.Fonte: Dados da PesquisaAo se questionar sobre o uso da máscara separadamente, identificou-se queapenas 7 das 20 pessoas estudadas (35%) referiram fazer o uso da mesma, àmanipulação de medicamentos, conforme analisado no gráfico 1. Dado esterelevante, pois, na UTI os pacientes atendidos são de média a alta complexidade,sendo que muitos desses fazem o uso de drogas antimicrobianas.Como o enfermeiro está próximo ao paciente durante os cuidados intensivos,a exposição prolongada a essas drogas, sem o uso da máscara poderácomprometer a saúde do trabalhador, tornando-os resistentes aos antibióticos. Souto(2005), afirma que cerca de 5% dos profissionais de enfermagem que manipulamantibióticos se tornam sensibilizados e alguns imunossupressores utilizados nos
  • 10. 10PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011transplantes de órgãos e tecidos podem causar efeitos teratogênicos ecarcinogênicos, bem como diversas substâncias químicas, capazes de gerardermatoses ocupacionais na equipe de enfermagem.Gráfico 2- Referente ao uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI) pela equipe deenfermagem durante a manipulação de drogas.Fonte: Dados da PesquisaQuando questionados sobre quais os EPI´s fazem uso durante manipulaçãode medicamentos conforme o gráfico acima, 25% dos entrevistados informou usarsomente luvas, 15% luva e touca; 10% luva e máscara; 20% luva, máscara e touca;5% usam óculos, touca e máscara; 5% luva, óculos e touca; 5% luva e óculos e 15%referiram, usar somente a touca durante o procedimento. Considerando os dadosrelativos ao uso do EPI, o Ministério do Trabalho e Emprego estabelece a NR-6, edispõe que “todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador,
  • 11. 11PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011destinado à proteção de riscos susceptíveis de ameaçar a segurança e a saúde notrabalho” (BRASIL, 1978b, p. 1), deverão ser usado em qualquer procedimento.Afirma ainda que os EPI’s sejam de uso obrigatório e o descumprimento destanorma pode gerar penalidades aos profissionais. É necessário fazer o uso desseaparato em qualquer que seja a atividade laboral.Gráfico 3- Exposição dos profissionais da equipe de enfermagem aos riscos químicos.Fonte: Dados da pesquisaA análise da pesquisa evidenciou que 95% dos profissionais em estudoapresentaram ressecamento de pele nas mãos, e 70% informaram que o sabãoutilizado pelo setor é de má qualidade, porém 85% afirmaram não apresentarempatologias de pele, conforme observado no gráfico 3.No contexto real da UTI, faz constatar que o tempo de exposição aos agentesquímicos determinará o grau de comprometimento no panorama saúde-doença. Noentanto, diante das variedades de alterações que acometem os trabalhadores,observou-se que estas substâncias podem causar problemas não somenterespiratório devido sensibilidade das estruturas brônquico-alveolar aos agentes
  • 12. 12PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011químicos (GUYTON; HALL, 2006), mas também, as dermatoses ocupacionais,devido contato direto ou indireto com os mesmos. A prevalência dessas dermatosesnos profissionais de saúde é elevada. Essas condições são inerentes á organizaçãodo trabalho que busca atingir os objetivos de alta produtividade, sem que aqualidade de vida no trabalho seja levada em consideração, representam umaparcela ponderável das doenças profissionais (BRASIL, 2006b).Essas dermatoses apresentam ainda, uma vulnerabilidade de agentesirritantes patológicos capazes de gerar doenças, principalmente as dermatites decontato por serem mais frequentes ao ambiente hospitalar, principalmente para oenfermeiro devido contato direto com substâncias químicas, detergentes, uso daluva. Ressalta ainda, que esses agentes acabam por agredir a pele e levar aexistência da Dermatite Irritativa de Contato (DIC) (BRASIL, 2006b).A instituição hospitalar deve ter o cuidado de ofertar sabão de boa qualidadee ainda se necessários cremes protetores. O Ministério do Trabalho e Emprego nouso de suas atribuições define “o uso de creme protetor de segurança para aproteção dos membros superiores contra agentes químicos”, medida esta poucoutilizada (BRASIL 1978b, p.5). A Agência Nacional de Vigilância Sanitáriarecomenda no serviço de saúde, o uso de sabão líquido, tipo refil, que sejaagradável ao uso, possua fragrância leve e não resseque a pele. A adição deemolientes à sua formulação pode evitar ressecamento e dermatites (ANVISA,2007).Acidente por Perfurocortante e Comissão Interna de Prevenção de AcidentesOs acidentes por perfurocortante representam hoje um dos riscosocupacionais mais crebros no contexto hospitalar, pois acometem em especial aequipe de enfermagem, devido atividades diversas com agulhados nos pacientes.Sua contaminação permite um contato direto das bactérias, vírus, sangue e fluidosorgânicos com o profissional, expondo-o a situações de risco extremo. Suas formasde exposição incluem inoculação percutânea, por intermédio de agulhas ou objetoscortantes e o contato direto com pele e/ou mucosas (MARZIALE; RODRIGUES,2002).
  • 13. 13PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011Gráfico - 4 Incidência de acidentes por perfurocortante e notificação com órgão responsável.Fonte: Dados da pesquisaConforme observado em gráfico 4, pode-se perceber que 60% dos entrevistados jáse contaminaram com perfurocortante. A Associação Brasileira de Enfermagem(2006, p. 25) corrobora ao abordar que “de jan/1997 a dez/2004, houve mais de 15mil notificações sobre acidente de trabalho com material biológico. A enfermagem foia mais atingida”. Tornando os profissionais da área de saúde mais susceptíveis adoenças como HIV, hepatite A, B, C, D e E, chagas e tuberculose, decorrentes deacidentes de trabalho por agentes biológico (BRASIL, 2001).Em continuidade aos dados expostos, identifica-se que o impacto dasdoenças ocupacionais transmitidas pelo sangue, após um acidente de trabalho commaterial potencialmente contaminado, tornou-se uma preocupação constante paraos profissionais de saúde, levando o sentimento de medo e estresse pelo risco decontaminação de doenças fatais (ARRABAÇO, 2008).Tais sentimentos são decorrentes de fatores preexistentes nos setores, talqual foi observado no estudo em questão, onde 65% dos profissionais afirmaramque no setor de atuação, não existe caixa ideal de perfurocortante. Essa exposiçãopode ter contribuído para a maior contaminação dos profissionais de saúde. AAssociação Brasileira de Normas Técnicas dispõe sobre os coletores para Resíduosde Serviço de Saúde (RSS) perfurantes ou cortantes, ressaltando sua importâncianeste contexto (UNIMED, 2009, p, 14):Que os materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente,no local de sua geração, imediatamente após o uso, em recipiente, rígidos,resistentes à puncultura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente
  • 14. 14PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011identificados, baseados nas normas da ABNT NBR 13853/97 – coletorespara RSS, [...].Percebe-se através da pesquisa que é comum o uso de caixas improvisadaspara descarte de objetos perfurocortantes na unidade, expondo os trabalhadores dosetor a um risco de acidente.Ressalta-se ainda que quando questionados em relação à comunicação eabordagem em situação de agravo, 90% dos profissionais informaram não tercomunicado a comissão do órgão responsável. Demonstrando assim, a fragilidade eum despreparo por parte dos profissionais ao se tratar de um órgão responsável porgarantir à sua saúde,De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB, 2004),medidas preventivas podem ser tomadas pela Comissão de Controle de InfecçãoHospitalar (CCIH), a qual compete à mesma elaborar, programar, manter e avaliarprogramas de controle de infecção hospitalar adequada às características enecessidades da instituição. E contemplando no mínimo, ações relativas à atividadede vigilância epidemiológica, microbiológica de investigação e controle, mensurandoatravés destes dados, os riscos presentes.Conforme apontam Couto et al. (2009, p. 709), “ os hospitais devem priorizare estabelecer políticas que minimizem os riscos de transmissão e infecção entre osTrabalhadores da Área de Saúde (ATS) e dos pacientes, tornando essencial aatuação da CCIH”. Em geral, os riscos de ocorrerem acidentes de trabalho dentro daUTI, multiplicam-se pelo fato de que os pacientes necessitam de um cuidadointensivo e por ser o ambiente crítico e estressante. Medidas devem ser adotadaspara aquisição de dispositivos de segurança para a prevenção de acidentes(MORAES, 2010).Em maiores instâncias, pode-se comunicar a Comissão Interna de Prevençãode Acidentes (CIPA), a qual desempenha um papel fundamental no ambientehospitalar, pois, a mesma tem por finalidade traçar medidas preventivas,desenvolver atividades como educação continuada, visando minimizar ao máximopossível, agravos à saúde do trabalhador.No estudo em questão, quando interrogados, 70% dos entrevistadosafirmaram conhecer o conceito e a atuação da CIPA. Entretanto, a maioria (90%)informou não saber da necessidade de existir um integrante de enfermagem que
  • 15. 15PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011compõe a CIPA, contradizendo a informação que conhecem o conceito deste órgão.O Ministério do Trabalho e Emprego (BRASIL, 1978a) estabelece NR-5 e informaque este órgão, deva ser instituído em cada unidade, devendo compor-se porrepresentantes da classe trabalhista, dentre eles um médico do trabalho, umenfermeiro, um técnico de segurança do trabalho e um engenheiro do trabalho.Partindo deste pressuposto, acredita-se que o reconhecimento dos riscoslaborais, por parte de toda a equipe hospitalar, seja uma conduta extremamenteimportante. O conhecimento ainda, frente às normas estabelecidas pelo Ministériodo Trabalho, das medidas de atuação do órgão responsável de segurança e ainda aquem recorrer em casos de acidentes ocupacionais, se faz viável para garantir umaqualidade na assistência e seguridade de todo o acompanhamento, favorecendodesta a inserção de medidas frente aos riscos expostos.CONSIDERAÇÕES FINAISO estudo proporcionou uma avaliação crítica referente aos riscos que aequipe de enfermagem da UTI está exposta, predispondo o surgimento depatologias ocupacionais relacionadas às atividades laborais.Conclui-se que insalubridade da UTI, contribui para existência de riscosocupacionais frequentes, tal desempenho relaciona-se aos hábitos dos profissionaisintensivistas; frente aos riscos químicos, físico, biológicos e ergonômicos, sendoalguns dos mesmos evidenciados em maior e menor intensidade.Os dados coletados denotam que os profissionais de enfermagem estãofrequentemente expostos a riscos de natureza ergonômica, perante posturainadequada; fadiga e estresse devido à exaustão física; ao ressecamento de peledevido à baixa qualidade do sabão oferecido pelo setor; a exposição frequente aosriscos biológicos e químicos, durante a manipulação de drogas sem o uso correto doEPI; ao manuseio inadequado do perfurocortante e caixa de descarte inapropriada,tornando-os predisponentes a acidentes ocupacionais, destaca-se ainda, odespreparo e fragilidade dos profissionais por não conhecerem a atuação da CIPA.Ressalta-se a importância de traçar medidas de prevenção, se atentando aconcentração de esforços e recursos no sentido de promover mudanças no
  • 16. 16PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011ambiente de trabalho, com a implementação de programas de prevenção econscientização de práticas seguras e o fornecimento, de forma contínua e uniformedestas. Faz-se necessário ainda, à adaptação de investimento de recursos humanose materiais, do uso do EPI enfatizando as precauções de contato, gotículas eaerossóis de forma a evitar transmissão de doenças; traçar medidas de redução doestresse ocupacional através de ginástica laboral; promover educação continuada eadequação de jornadas de trabalho. Além disso, a prática de avaliação médica deveser uma atividade frequente, a fim de prevenir os agravos à sua saúde dostrabalhadores.REFERÊNCIASARRABAÇO, Maria de Fátima dos Santos Ramalho. Acidentes de serviço emprofissionais de saúde: Identificação, representações e comportamentos face àexposição microbiológica acidental. 2008. 251p. Dissertação (Mestrado emComunicação em saúde). Universidade Aberta, Lisboa.BRASIL. Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn). Cartilha do trabalhador deEnfermagem Saúde, segurança e boas condições de trabalho. Rio de Janeiro:2006 (a).______. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Higienização dasmãos em serviço de saúde/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília:ANVISA, 2007.______. BAHIA. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM (COREN-BA).Principais Legislações para o exercício da Enfermagem. Dezembro, 2011.______. BAHIA. Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB).Superintendência de Regulação. Atenção e Promoção de Saúde. Diretoria deAssistência a Saúde. Coordenação de Gestão da Qualidade e AvaliaçãoTecnológica. Qualidade de Infecção Hospitalar. 2 ed. Bahia, 2004.______. DECRETO-LEI N.º 5.452, DE 1º DE MAIO DE 1943. Consolidação das Leisdo Trabalho: Essa Consolidação estatui as normas que regulam as relaçõesindividuais e coletivas de trabalho, nela prevista. Diário Oficial da União. Disponível
  • 17. 17PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011em:http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto-lei/Del5452.htm Acesso em 29 de mai de2011.______. Ministério da Saúde. Diagnóstico e Manejo das Doenças Relacionadascom o Trabalho: Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde 2001.______. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 5 - Comissão interna de prevençãode acidentes, Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 (a). Citação dedocumento eletrônico Disponívelem;http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_05.aspAcesso em 22 de mai de 2011.______. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 6 – Equipamento de proteçãoindividual - EPI para proteção dos membros superiores, f 2 cremeprotetor.Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 (b). Disponível em:http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_06.pdf Acesso em 12de nov de 2010.______. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 17 – Ergonomia: PortariaGM n.º3.214, de 08 de junho de 1978 (c). Citação de documento eletrônico Disponível em;http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_17.pdf.Acesso em 12de nov de 2010.______. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 9 - Programa de prevenção deriscos ambientais, Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 (d). Citação dedocumento eletrônico Disponível em;http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_09_at.pdf Acesso em22 de out de 2010.______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento deAções Programáticas Estratégicas. Dermatoses ocupacionais. Brasília: Ministérioda Saúde, 2006b.______. Ministério do Trabalho e Emprego. Superintendência Regional do Trabalhono Estado de São Paulo. LER/DORT Programas de prevenção. Seção desegurança e saúde do trabalhador, 2008.______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento deAções Programáticas Estratégicas. Perda auditiva induzida por ruído (Pair)Brasília: Ministério da Saúde, 2006c.______. Revista Cipa Estatística. Cipacaderno informativo de prevenção deacidentes. Índices de acidentes do trabalho dos últimos 25 anos. Disponívelem:www.cipanet.com.brAcesso em: 15 de out de 2010.CINTRA, Elaine Araujo De; NISHIDE, Vera Médice; NUNES, Wilma Aparecida.Assistência de Enfermagem ao Paciente Gravemente Enfermo. 2 ed. São Paulo:Atheneu, 2003.
  • 18. 18PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011COUTO, Renato Camargoset al. Infecção Hospitalare outras complicações Não-infecciosas da Doença. 4 ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.GUYTON, Arthur Clifton; HALL, John E. Tratado de Fisiologia Médica, 11 ed. Riode Janeiro: ElseverLtda, 2006.LEITÃO, I. M. T. A.; FERNANDES, A. L.; RAMOS, I. C. Saúde Ocupacional:Analisando os riscos relacionados à equipe de enfermagem numa unidade deterapia intensiva. Ciência Cuidado Saúde. Out./Dez. 2008.MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamento demetodologia cientifica. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.MARZIALE, M.H.P.; RODRIGUES, C.M. A Produção científica sobre os acidentes detrabalho com material perfuro-cortante entre trabalhadores de enfermagem. RevistaLatino-americana Enfermagem. jul.-ago. 2002.MIRANDA, E. J.P; STANCATO, K. Riscos à saúde de equipe de enfermagem emunidade de terapia intensiva: proposta de abordagem integral da saúde. RevistaBrasileira de Terapia Intensiva.vol. 20, n. 1, p.68, jan/mar. 2008.MORAES, Marcia Vilma G. Doenças ocupacionais agentes: Físico, Químico,Biológico, Ergonômico. São Paulo: Iátria, 2010.______. Sistematização da Assistência de Enfermagem em saúde dotrabalhador: Instrumento para coleta de dados direcionados aos examesocupacionais da NR7 e à exposição aos agentes ambientais. São Paulo: Iátra, 2008.NISHIDE, V. M.; BENATTI, M. C. C. Riscos ocupacionais entre trabalhadores deenfermagem de uma unidade de terapia intensiva.Revista Escola EnfermagemUSP. São Paulo, p.407, 2004.REGIS FILHO, Gilsée Ivan. Síndrome de maladaptação ao trabalho em turnos:uma abordagem ergonômica. Tese (Grau de mestre) Universidade Federal de SantaCatarina. Florianópolis; 1998. Disponível em:http://www.esp.ufsc.br/disserta98/gilsee/ Acesso em 29 de maio de 2011.RODRIGUES, M. A. G.; DEZAN, A. A.; MARCHIORI, L. L. M. Eficácia da escolha doprotetor auditivo pequeno, médio e grande em programa de conservaçãoauditiva.Revista SENAC. São Paulo, v.8, n.4, p.543-547, out/ dez. 2006.ROCHA, M.C. P; MARTINO, M.M.F. O estresse e qualidade de sono do enfermeironos diferentes turnos hospitalares. Revista EscEnferm USP, 2010.SANTOS, Paula Raquel. Estudo do processo do trabalho da enfermagem emhemodinâmica: cargas de trabalho e fatores de riscos à saúde do trabalhador. 2001
  • 19. 19PORTO et al. Saúde Ocupacional: Uma análise aos riscos relacionados a equipe de enfermagemda unidade de terapia intensiva.FG Ciência, Guanambi, v.01, n.1, p.01-19, Jan./Jul. 2011145p. Dissertação (Mestrado). Escola Nacional de Saúde Pública, FundaçãoOswaldo Cruz, Rio de Janeiro.SOUTO DF. Gases e vapores no ambiente, 2005. Disponível em:http://www.sobes.org.br Acesso em: 28 de mai de 2011.UNIMED. PGRSS – Programa de gerenciamento dos resíduos de serviços desaúde unimed – Erechim, 2009. Disponível em: http://www.unimed-erechim.com.br/resources/imagens/PGRSS_UNIMED.PDF. Acesso em: 31 de maide 2011.

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