Promoção e apoio ao aleitamento materno

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Promoção e apoio ao aleitamento materno

  1. 1. PROMOÇÃO, APOIO E INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO Mariane Alves Corrêa Monica Dalles Monteiro Raquel de Lima Soeiro 1- Promoção e Incentivo ao Aleitamento Materno A promoção ao aleitamento materno deve ser iniciada na rede básica, tão logo a gestação seja detectada. Segundo Oliveira et al.1 , a gestação é uma etapa chave para a promoção do aleitamento materno, pois é nesse período que a maioria das mulheres define os padrões de alimentação que espera praticar com seu filho. Após a alta da maternidade, o acompanhamento pediátrico ou de puericultura durante a primeira infância é etapa chave para o apoio à manutenção da amamentação. O Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomendam o aleitamento materno exclusivo até 6 meses e a continuidade até os dois anos de idade, pois é a estratégia que isoladamente mais previne mortes em crianças menores de cinco anos. De acordo com Rezende et al2 , A ausência de amamentação ou sua interrupção precoce (antes dos 4 meses) e a introdução de outros alimentos à dieta da criança, durante esse período, são freqüentes, com conseqüências importantes para a saúde do bebê, como exposição a agentes infecciosos, contato com proteínas estranhas, prejuízo da digestão e assimilação de elementos nutritivos, entre outras. Por esses fatores, a promoção ao aleitamento materno é uma prioridade de governo, e, desta forma, o Ministério da Saúde criou uma Política Nacional de Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno3 contempla as seguintes estratégias: o Rede Amamenta Brasil - É uma estratégia de promoção, proteção e apoio à prática do aleitamento materno na Atenção Básica, por meio de revisão e supervisão do processo de trabalho interdisciplinar nas
  2. 2. unidades básicas de saúde, apoiada nos princípios da educação permanente em saúde, respeitando a visão de mundo dos profissionais e considerando as especificidades locais e regionais; o Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano - Os resultados das políticas públicas em favor do aleitamento materno no Brasil ocupam lugar de destaque no cenário internacional. O País tem conseguido, mediante a implementação de ações estratégicas integradas, fazer frente à agressividade do marketing da indústria de alimentos para lactentes e diminuir o desmame precoce e o seu desastroso impacto sobre a saúde infantil. o Hospital Amigo da Criança4 - Inserida na Estratégia Global para a Alimentação de Lactentes e Crianças de Primeira Infância da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) encontra-se a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), lançada em 1991 e adotada por mais de 20.000 hospitais em cerca de 156 países, incluindo o Brasil. Os critérios globais da IHAC compreendem a adesão aos “Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno” e ao Código Internacional de Comercialização dos Substitutos do Leite Materno (no caso do Brasil, a NBCAL-Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras) pelas maternidades certificadas. Os dez passos são recomendações que favorecem a amamentação a partir de práticas e orientações no período pré-natal, no atendimento à mãe e ao recém-nascido ao longo do trabalho de parto e parto, durante a internação após o parto e nascimento e no retorno ao domicílio, com apoio da comunidade. Os dez passos para o sucesso do aleitamento materno que deve ocorrer em toda e qualquer unidade que preste assistência obstétrica e neonatal são: 1. Ter uma política de aleitamento materno escrita que seja rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados de saúde. 2. Capacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta política. 3. Informar todas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno.
  3. 3. 4. Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento. 5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas dos seus filhos. 6. Não oferecer a recém-nascidos bebida ou alimento que não seja o leite materno, a não ser que haja indicação médica. 7. Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e bebês permaneçam juntos - 24 horas por dia. 8. Incentivar o aleitamento materno sob livre demanda. 9. Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas. 10. Promover a formação de grupos de apoio à amamentação e encaminhar as mães a esses grupos na alta da maternidade. o Proteção legal ao aleitamento materno - O Brasil tem legislação específica para proteger o aleitamento materno, a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras5 - O objetivo desta Norma é contribuir para a adequada nutrição dos lactentes e das crianças de primeira infância por intermédio da: regulamentação da promoção comercial e orientações do uso apropriado dos alimentos para lactentes e crianças de primeira infância, bem como do uso de mamadeiras, bicos, chupetas e protetores de mamilo; proteção e incentivo ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida; e proteção e incentivo à continuidade do aleitamento materno até os dois anos de idade, após a introdução de novos alimentos na dieta dos lactentes. E a Lei 11.2656 - O objetivo desta Lei é contribuir para a adequada nutrição dos lactentes e das crianças de primeira infância por meio dos seguintes meios: regulamentação da promoção comercial e do uso apropriado dos alimentos para lactentes e crianças de primeira infância, bem como do uso de mamadeiras, bicos e chupetas; proteção e incentivo ao aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 (seis) meses de idade; e proteção e incentivo à continuidade do aleitamento materno até os 2 (dois) anos de idade após a introdução de novos alimentos na dieta dos lactentes e das crianças de primeira infância. Em setembro de 2008 o Presidente da República sancionou a Lei 11.770, que estabelece a licença maternidade de seis meses, sem prejuízo do emprego e do salário, para as funcionárias públicas federais, ficando a
  4. 4. critério dos estados, municípios e empresas privadas a adoção desta Lei. o Mobilização social - Dentre as atividades desenvolvidas visando à mobilização social, o Brasil comemora anualmente a Semana Mundial da Amamentação, entre 01 e 07 de agosto, e o Dia Nacional de Doação de Leite Humano, em 01 de outubro. As comemorações configuram-se como um importante marketing social capaz de aumentar os índices de aleitamento materno, além de sensibilizar novas doadoras de leite humano. o Monitoramento dos indicadores de aleitamento materno - A mensuração das prevalências de aleitamento materno é uma das maneiras de se avaliar o impacto das ações de promoção, proteção e apoio desenvolvidas. Em agosto de 2008, durante a segunda etapa da campanha nacional de vacinação, foram investigadas cerca de 150.000 crianças menores de um ano, residentes em 250 municípios brasileiros. Os resultados da II Pesquisa Nacional de Prevalência de Aleitamento Materno em Menores de Um Ano auxiliarão na avaliação e redirecionamento das ações da política brasileira de aleitamento materno. 2- Incentivo da Amamentação na Primeira Meia Hora de Vida De acordo com o apresentado na Aula 1 da IHAC7 Iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento é importante porque: - Mantém o bebê aquecido, estabiliza a respiração e a frequência cardíaca; - Propicia que mãe e filho se conheçam e estabeleça vínculo; - O bebê aprende a mamar de maneira mais eficiente; - Beneficia, em especial, o bebê de baixo peso, que corre mais risco de morrer e necessita de mais apoio para realizar uma sucção efetiva;
  5. 5. - Ajuda na prevenção da hemorragia pós-parto; - Aumenta a duração do aleitamento materno; - O colostro é a primeira imunização do recém-nascido. 3- As Vantagens do Aleitamento Humano 3.1. Para a mãe - fortalece o vínculo afetivo com o bebê; - favorece a involução uterina e reduz o risco de hemorragia; - contribui para o retorno ao peso normal; - contribui para o aumento do intervalo entre as gestações já que é um método natural de planejamento familiar, desde que o bebê seja menor que 6 meses, esteja em regime de aleitamento exclusivo sob livre demanda (inclusive à noite) e que a mãe ainda não tenha menstruado; - é um alimento completo, não necessitando de nenhum acréscimo até os 6 meses de idade; - reduz a chance de câncer no ovário e nas mamas; - já vem pronto, não tem custo e é livre de contaminações externas. 2.2. Para a criança: - o leite humano oferece todos os nutrientes necessários para um desenvolvimento saudável; - é como uma “vacina” pois possui anticorpos, contribuindo para o fortalecimento do sistema imunológico, protegendo contra infecções e doenças como: diarréia, resfriados, infecções urinárias e respiratórias, alergias; - desenvolve e fortalece a musculatura da boca da criança, melhorando o desempenho das funções de sucção, mastigação, deglutição e fonação (fala); - estimula a respiração nasal no bebê, facilitando uma melhor oxigenação; - é um alimento completo pois possui todos os nutrientes necessários, não necessitando de acréscimo (chá, água ou qualquer outro alimento) até os 6 meses de idade; - facilita a eliminação de mecônio e diminui a incidência de icterícia nos recém nascidos; - aumenta o vínculo afetivo com a mãe;
  6. 6. - diminuiu as chances de desenvolvimento de alergias; - é de fácil digestão. 2.3- Para a família e a sociedade: - é limpo, pronto e na temperatura adequada; - diminui as internações e seus custos; - é gratuito. 3- Cuidados Com as Mamas 3.1. Durante a gestação - Utilizar sutiã com boa sustentação; - realizar banho de sol nas mamas diariamente por quinze minutos em horário até as 10h da manhã ou após as 16h, ou banhos de luz com lâmpadas de 40watts a cerca de 1 palmo de distância; - não utilizar sabões, pomadas ou cremes hidratantes na região da auréola; - não realizar ordenha das mamas durante a gestação 3.2. Após o nascimento - A mãe deve limpar bem as mamas lavando-as apenas com água antes e depois das mamadas, podendo passar o próprio leite na auréola após a mamada para previnir rachaduras; -Conservar os seios sempre arejados; - Não lavar os mamilos após cada mamada, pois o banho diário é suficiente; -Em caso de rachaduras, continuar amamentando o bebê pelo seio menos ferido, retirando o leite do lado afetado por expressão manual; -Não fazer uso de "pomadas" no local da rachadura. Deve-se utilizar o próprio leite, que também funciona como um excelente cicatrizante nesses casos.; - Em caso de mamas muito cheias, massagear e retirar o excesso de leite para facilitar a sucção pela criança (massagens nas mamas com a polpa dos dedos em movimentos circulares no sentido da aréola, que é a parte escura do seio, para o tórax); -Em caso de febre alta, calafrios e vermelhidão nas mamas pode ser início de mastite
  7. 7. (inflamação que ocorre pelo acúmulo de leite). Procurar orientação médica ou de um Banco de leite. 4- Principais Problemas no Aleitamento Materno De acordo com Faleiros et. al8 as mães têm, geralmente, noção das vantagens do aleitamento materno e referem doenças maternas ou da criança e o trabalho fora do lar como problemas pouco freqüentes em relação à manutenção do mesmo.Entretanto, apontam como relevantes os problemas relacionados à "falta de leite", "leite fraco", problemas mamários e a recusa do bebê em pegar o peito. Essas razões, apontadas mais freqüentemente, podem ocorrer devido ao fato de a mulher atual ter uma vivência mais ansiosa e tensa e possivelmente, à falta de um suporte cultural que havia nas sociedades tradicionais, nas quais as avós transmitiam às mães informações e um treinamento das mesmas em relação ao aleitamento, incentivando- as para tal. 4.1. Mitos • “Dar de mamar faz os seios caírem”: A própria gravidez pode causar mudanças na forma e posição das mamas.O uso permanente de sutiã adequado, durante o período de gestação e amamentação ajudam a prevenir estas alterações; • “Meu leite é fraco”: Não existe leite fraco.Toda mulher produz leite de bom valor nutritivo e que satisfaz todas as necessidades do bebê nos primeiros quatro a seis meses de vida; • “Meu leite não sustenta o bebê e ele chora com fome”: Nem sempre o bebê chora de fome.Ele pode chorar por estar molhado, com frio ou calor, ou simplesmente porque quer carinho.O importante é que esteja ganhando peso adequado, o que pode ser constatado pela curva de peso no cartão da criança. • “Criança que nasceu prematuro ou com baixo peso não pode mamar no peito”:Estes bebês, sobretudo os menores que 1800g podem ter dificuldade
  8. 8. para sugar no inicio, no entanto são justamente estes que mais precisam da proteção do leite materno.Portanto se tiverem dificuldades na sucção devem ser colocados no peito por algum tempo, várias vezes ao dia para estimular a sucção.A mãe deve ser estimulada e ensinada ao retirar seu leite por extração manual e dar ao bebê com auxílio de uma colherinha ou copinho. • “Mãe que trabalha fora não pode amamentar”: A mãe pode amamentar seu filho no período em que estiver em casa, inclusive à noite.Pode também retirar o leite e guardar para ser oferecido ao bebê enquanto estiver fora.Quando no local de trabalho tem condições, a mãe pode retirar seu leite e conservar em refrigerador ou em uma caixa de isopor com gelo.Quando no local de trabalho tem berçário, a mãe pode levar o bebê e amamentar no descanso remunerado (1/2 hora, 2 vezes ao dia) a que tem direito. 4.2. Dificuldades Mamilos planos ou invertidos Mamilos planos ou invertidos podem dificultar o começo da amamentação, mas não necessariamente a impedem. Para uma mãe com mamilos planos ou invertidos é fundamental que haja uma intervenção logo após o nascimento do bebê. Deve-se Ensinar à mãe manobras para protrair o mamilo antes das mamadas como simples estímulo do mamilo, sucção com bomba manual ou seringa de 20ml adaptada (cortada para eliminar a saída estreita e com o êmbolo inserido na extremidade cortada). A mãe deve se sentir segura e confiante, pois paciência e perseverança poderá superar o problema e que a sucção do bebê ajuda a protrair os mamilos. Fissuras (rachaduras) As fissuras na maioria das vezes são causadas por má-técnica da amamentação (posicionamento ou pega incorretas).As mamas ingurgitadas dificulta a pega correta pelo bebê, que faminto pode friccionar a pele do mamilo causando as fissuras. É um importante fator na causa de desmame e, por isso, a sua prevenção é primordial. Quando a mama está muito ingurgitada, deve-se fazer a expressão manual da mama, antes de colocar o bebê no peito, a fim de facilitar a pega.Nos casos onde já
  9. 9. existe a fissura, a mãe deve começar dando o peito pela mama sadia ou com menos fissuras e depois passar para a outra mama, pois o bebê já está com menos fome e sugando com menos voracidade.Em seguida fazer a extração do leite manualmente. A melhor maneira de se evitar as fissuras e o ingurgitamento mamário é colocando o bebê para sugar em posição correta, em livre demanda, além de evitar que as mamas fiquem túrgidas e mante-las sempre secas. o Ingurgitamento mamário O ingurgitamento mamário reflete falha no mecanismo de auto-regulação da fisiologia da lactação, resultando em congestão e aumento da vascularização, acúmulo de leite e edema devido à obstrução da drenagem linfática pelo aumento da vascularização e enchimento dos alvéolos. Segundo Giugliani9 , ingurgitamento discreto é normal e não requer intervenção. O ingurgitamento excessivo ocorre com mais freqüência entre as primíparas, aproximadamente 3 a 5 dias após o parto. Leite em abundância, início tardio da amamentação, mamadas infreqüentes, restrição da duração e freqüência das mamadas e sucção ineficaz do bebê favorecem o aparecimento do ingurgitamento. Portanto, amamentação em livre demanda, iniciada logo após o parto e com técnica correta, são medidas eficazes na prevenção do ingurgitamento. Mastite A mastite é uma infeção bacteriana de um ou mais segmentos da mama. A parte afetada está dolorosa, hiperemiada, edemaciada e quente. O comprometimento geral é importante, com febre e mal-estar importante.Para que não evolua para um abcesso mamário deve ser realizado o tratamento com antibióticos. O abcesso mamário pode ser identificado à palpação pela sensação de flutuação. Em tais casos está indicada a drenagem cirúrgica e a manutenção da
  10. 10. lactação, desde que o tubo de drenagem ou a incisão estejam suficientemente longe da aréola. 5- Quando Não Amamentar Existem algumas situações que para o bem do bebê, é fundamental não amamentar. São elas: • Mães HIV positivas, que só podem oferecer seu próprio leite se éster for pasteurizado; • Mães que estejam fazendo uso de medicação anticancerígena, antitireoideanas e substâncias radioativas; • Mães com distúrbio de consciência ou de comportamento grave.Se for possível, deve-se retirar o leite e oferecer ao bebê com colher ou copinho. 6- Referências Bibliográficas Obras Citadas: 1- de OLIVEIRA MIC ; Camacho, LAB ; Souza I.E.O. Promoção, proteção e apoio à amamentação na atenção primária à saúde no Estado do Rio de Janeiro, Brasil: uma política de saúde pública baseada em evidência. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n. 6, p. 1901-1910, 2005. 2- Bicalho, EF; Costa, VLD; Ferreira, GF; Fonseca, LV; Peres, HB; Rezende, SO; Silva, VJ; Vida, RAD. Promoção e incentivo ao aleitamento materno: Iniciativa Hospital Amigo da Criança. 2008. Disponível em: www.oncare.org/rokdownloads/AleitamentoMaterno.pdf . Acesso em: 25/04/2010. 5- Brasil. Ministério da Saúde. Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1460 . Acesso em: 25/04/2010.
  11. 11. 4- Brasil. Ministério da Saúde. Iniciativa Hospital Amigo da Criança – IHAC. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29931&janela=1. Acesso em: 25/04/2010. 5- Brasil. Ministério da Saúde. Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras. Disponível em: http://www.aleitamento.com/uploadarquivosarquivo1_203.pdf Acesso em: 25/04/2010. 6- Brasil. Presidência da República. LEI Nº 11.265, DE 3 DE JANEIRO DE 2006. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004- 2006/2006/Lei/L11265.htm Acesso em: 25/04/2010. 7- Brasil. Ministério da Saúde. Iniciar o aleitamento materno na primeira meia hora após o nascimento. Por que?. Aula 1_IHAC. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=29931&janela=1 Acesso em: 26/04/2010. 8- FALEIROS, FTV; TREZZA, EMC;CARANDINA, L. Aleitamento materno: fatores de influência na sua decisão e duração. Rev. Nutr. [online]. 2006, vol.19, n.5, pp. 623-630. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php? pid=S141552732006000500010&script=sci_arttext&tlng=pt%23nt Acesso em: 26/04/2010. 9- Giugliani, E.R.J. O aleitamento materno na prática clínica. Jornal de Pediatria - Vol. 76, Supl.3, 2000. Disponível em: http://www.jped.com.br/conteudo/00-76-s238/port.pdf Acesso em: 26/04/2010. Obras Consultadas: Brasil. Ministério da Saúde. Manual de promoção do aleitamento materno: normas técnicas. 2a. ed. Brasília; 1997. Disponível em: http://www.saudedacrianca.org.br/cis/normas/aleitamento.pdf . Acesso em: 25/04/2010.
  12. 12. Brasil. Ministério da Saúde. Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de 2 anos: álbum seriado / Ministério da Saúde,. – Brasília: Ministério da Saúde, 2003. Aleitamento. Disponível em: http://www.aleitamento.com/a_default.asp . Acesso em: 25/04/2010.

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