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Primeiros socorros basicod
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  • 1. PPRRIIMMEEIIRROOSS SSOOCCOORRRROOSS BBÁÁSSIICCOO Claudia Avelar – Técnica de Enfermagem no Trabalho e Técnica de Meio Ambiente Nome: ___________________________________________________________________________ Data: ___________________________________ Comunidade: _____________________________ PROCESSO APELL/CE
  • 2. Introdução A expressão “Primeiros Socorros” significa o atendimento imediato prestado a uma pessoa vítima de um acidente ou de um mal súbito.Quando aplicados com eficiência, os primeiros socorros significam a diferença entre “vida e morte”, “recuperação rápida e hospitalização longa” ou, “ invalidez temporária e invalidez permanente”. REQUISITO BÁSICO DO SOCORRISTA: Sentido nato de solidariedade humana Calma ao enfrentar determinadas situações Desinteresse qualquer manifestação de gratidão ou recompensar material Capacidade de liderança Paciência Humildade Senso de autocrítica Compreender sem exasperar-se Respeitar com rigor os limites de sua ação O que falar no telefone ao pedir socorro Identifique-se. Dê o número do telefone de onde está ligando. Dê uma boa referência do local do acidente. Número de acidentados. Se possível faça um pequeno histórico do que aconteceu. Esta ligação não é cobrada, e pode ser feita de qualquer tipo de aparelho telefônico. ASPECTOS LEGAIS DO SOCORRO: Sabemos que prestação de Primeiros Socorros pode ser: OBRIGATÓRIA VOLUNTÁRIA OBRIGATÓRIA – Quando praticada por profissionais especialistas. Esses profissionais não podem negar assistência aos necessitados. VOLUNTÁRIA – Quando praticada espontaneamente por pessoas que se acometidas de um mal súbito. Entretanto, uma prestação de primeiros socorros mal sucedida pela inobservância de regras técnicas, poderá levar seu autor, principalmente quando este for profissional do ramo, às barras dos tribunais para responder por lesões corporais, omissão de socorro e até por homicídio culposo (artigos 129,0135 e 121 – Parágrafo 41, respectivamente, do código penal). Geralmente, estes crimes praticados contra as pessoas são denominados culposos, ou seja, por conduta imprudente, negligente ou imperícia. O autor não prevê, não que resultado lesivo, mas o ocasionou. Vamos ver, mais ou menos, uma definição dessa trilogia do crime culposo. IMPRUDÊNCIA – Consiste na prática de uma conduta em que o agente deixou de tomar cuidados que o caso requeria. NEGLIGÊNCIA - Revela ter o agente deixado de cumprir com o seus dever de oficio. IMPERÍCIA - Ocorre pela falta de aptidão teórica ou prática ao exercício de um certa função Artigo 135 do código penal brasileiro. Deixar de prestar assistência, quando possível, fazê-lo sem risco pessoal, a criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave ou eminente perigo; ou não pedir nesses casos, o socorro da autoridade pública: Pena – Detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. Parágrafo único – “A pena é aumentada da metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.” (Decreto de lei nº. 2.848 de 07 de dezembro de 1940).
  • 3. Artigo 133 do código Penal Brasileiro. Abandonar pessoa que está sob o seu cuidado,guarda,vigilância ou autoridade, e,por qualquer motivo,incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono.” Pena: Detenção, de seis meses a três anos. 1º.Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave:Reclusão,de um a cinco anos. 2º. Se resultar morte: Reclusão, de quatro a doze anos. DIREITOS DA VITIMA A vítima tem o direito de recusar o atendimento. No caso de adultos, esse direito existe quando estiver consciente e orientado; No caso de crianças, a recusa do atendimento pode ser feita pelo pai, pela mãe ou pelo responsável legal. Se a criança é retirada do local do acidente antes da chegada do socorro especializado, o prestador de socorro deverá, se possível, arrolar testemunhas que comprovem o fato; O diálogo é imprescindível, é através dele que o socorrista poderá convencer a vítima e/ou parentes à aceitarem o socorro. Avaliação de Cena ( Segurança do Local) Antes de iniciar o atendimento propriamente dito, a equipe de socorro deve garantir sua própria condição de segurança, a das vítimas e a dos demais presentes. De nenhuma forma qualquer membro da equipe deve se expor a um risco com chance de se transformar em vítima, o que levaria a deslocar ou dividir recursos de salvamento disponíveis para aquela ocorrência. Avaliar o mecanismo do trauma (cinemática do trauma); Condições de segurança do cenário (a cena é segura?); Solicitar auxílio (SAMU ou GBAPH); Isolar a área; Sinalizar a área; Prover medidas de Biossegurança. A Biossegurança compreende o conjunto de medidas que preconizam a segurança do socorrista para que este não se exponha à riscos, sobretudo os biológicos, físicos e químico verificar o nível de consciência da vítima. Mecanismo de Trauma Enquanto se aproxima da cena do acidente , o socorrista examina o mecanismo de trauma ,observando e colhendo informações pertinentes. Em uma colisão entre dois veículos, por exemplo : avaliar o tipo de colisão (frontal, lateral, traseira), veículos envolvidos, danos nos veículos, número de vítimas, posição dos veículos e das vítimas, etc.... AVALIAÇÃO PRIMÁRIA A avaliação primária deverá ser realizada em no máximo 45 segundos e tem como objetivo Identificar e intervir nas lesões que comprometam ou venham comprometer a vida da vítima nos instantes imediatamente após o acidente, tais como: Obstrução das vias aéreas; Parada cardiorrespiratória; Grandes hemorragias externas. PROCEDIMENTOS ESSENCIAIS DA AVALIAÇÃO PRIMÁRIA (ABC DA VIDA) Avaliar a cena; Verificar o nível de consciência da vítima; Verificar se as vias aéreas estão permeáveis (Airways); Verificar se a vítima está respirando (Breathing); Verificar se a vítima apresenta pulso (Circulation); Verificar se apresenta grande hemorragia
  • 4. VERIFICAR O NIVÉL DE CONCIÊNCIA DA VITIMA Deve sempre ser avaliado o nível de consciência porque, se alterado, indica maior necessidade de vigilância da vítima no que se refere às funções vitais, principalmente à respiração. A análise do nível de consciência é feita pelo método (AVDI ), de acordo com o nível de resposta que a vítima tem dá aos estímulos A – Vítima acordada com resposta adequada ao ambiente. V – Vítima adormecida. Os olhos se abrem mediante estímulo verbal. D – Vítima com os olhos fechados que só se abrem mediante estímulo doloroso. O estímulo doloroso deve ser aplicado sob a forma de compressão intensa na borda do músculo trapézio, na região póstero-lateral do pescoço. I – Vítima não reage a qualquer estímulo. A alteração do nível de consciência pode ocorrer pelos seguintes motivos: Diminuição da oxigenação cerebral (hipóxia ou hipoperfusão); Traumatismo cranioencefálico (hipertensão intracraniana); Intoxicação por álcool ou droga; Problema clínico metabólico ALERTA; VERBAL; Estimulo de Dor; INCONCIENTE. Estabilização da Coluna Cervical Colocação do Colar Cervical O 1º socorrista deverá posicionar-se junto da cabeça da vitima, dispondo as mãos de cada lado da cabeça da mesma. A imobilização da cabeça deve ser efetuada com ambas as mãos, colocando do 2º ao 5º dedo e palmas das mãos sob a região occipital e cada um dos dedos polegares na região temporo-mandibular. O 1º socorrista deverá manter ligeira tração cefálica (com a cabeça da vitima em posição neutra) e o alinhamento da coluna cervical segundo o eixo nariz, umbigo e pés. ESTABILIZE A REGIÃO CERVICAL com vistas a não agravar lesões existentes. Se a vitima estiver consciente o socorrista deverá conforme humanização: Orientar a vitima para não mover a cabeça; Orientar a cerca do procedimento que precisa ser realizado e que sua colaboração é importante. Antes de colocar o colar cervical, o socorrista responsável deve avaliar a região cervical da vitima, no seu aspecto anterior e lateral e deve também avaliar e pesquisar qualquer isomorfia ou hipersensibilidade da região cervical. OBS: O COLAR CERVICAL NÃO DEVE SER RETIRADO ENQUANTO NÃO ESTIVER EXCLUÍDA A POSSIBILIDADE DE LESÃO CERVICAL. Verificar se as vias Aéreas estão Permeáveis; Se a vítima estiver inconsciente, abra-lhe as vias aéreas com hiperextensão do pescoço e protrusão ou tração mandibular; Observar se não tem objeto estranho na cavidade oral.
  • 5. Verificar se a vítima está respirando ( V.O.S). Ver movimentos respiratórios; Ouvir a expiração; Sentir o ar sendo exalado. Posição de Recuperação ou Segurança Se a vítima estiver inconsciente, mas apresente sinais de respiração, coloque-a na posição de recuperação. A vítima deverá ser rolada em bloco, preferencialmente para o lado esquerdo porque facilita o retorno venoso. RCP – Reanimação Cardiopulmonar. VERIFICAR SE A VÍTIMA APRESENTA PULSO IMPORTANTE : Se as insuflações entrarem, procure pulso por no máximo 10 segundos Se não houver pulso? Inicie imediatamente as manobras de RCP - Ciclos de 30 compressões e duas insuflações (2 minutos = 5 ciclos). Re-avalie a cada 5 ciclos. Parada respiratória: Quando há ausência da respiração. Procedimentos: Desobstruir vias respiratórias, retirando da vítima dentadura, ou qualquer objeto que possa atrapalhar; Colocar paciente na posição dorsal (deitado) e, com uma das mãos elevar seu pescoço; Com a outra mão reclinar a cabeça da vítima para trás, a fim de deixar sua via aérea superior completamente livre; Aplicar a respiração artificial. Parada cardíaca: Quando ocorre ausência de batimentos do coração e ausência de pulso arterial. Procedimentos: Colocar a vítima de costas sobre superfície dura e lisa; Coloca-se a mão esquerda aberta, na metade inferior do osso externo da vítima, com a direita apoiada sobre o punho da esquerda; Comprime-se então a região precordial. Parada Cardiorrespiratória: Quando há ausência da respiração e dos batimentos cardíacos. SBV- SUPORTE BÁSICO DE VIDA
  • 6. Na Avaliação Secundária o objetivo será verificar e intervir nas lesões que, inicialmente, não comprometem a vida do acidentado mas , se não forem tratadas de forma correta, poderão trazer comprometimentos nas horas seguintes. AVALIAÇÃO SECUNDARIA EXAME ENCÉFALO-CAUDAL Procurar, através da observação e palpação, por sinais e sintomas que possam indicar a existência de traumas, seguindo a seqüência seguinte: Cabeça; Pescoço; Tórax; Abdome; Pelve; Membros superiores (MMSS); Membros inferiores (MMII). HEMORRAGIA São conseqüência de um rompimento cisão ou dilaceração dos vãos sangüíneos, veias ou artérias que provoca a perda de sangue,para dentro e para fora do corpo Existe dois tipos básicos de hemorragia: Interna: Ocorre quando há o rompimento do vaso sanguíneo, e o sangramento se dá internamente por não haver solução de continuidade na pele. Com o aumento do volume derramado, poderá ocorrer extravasamento de sangue pelas cavidades naturais; Externa: Há solução de continuidade da pele; Arterial: Ocorre lesão de uma artéria, causando um sangramento de grande proporção eis que as artérias transportam alto volume sanguíneo. Apresentam jatos fortes, pulsação e coloração vermelho vivo; Venosa - Ocorre lesão de uma veia, sendo uma hemorragia de menor porte e de cor mais escura. AMPUTAÇÃO Lesão com separação de uma parte do corpo do seu eixo principal Tem 3 tipos de amputações: total – parcial – desluvamento Procedimento: Nas amputações traumáticas deve haver primeiramente o controle da hemorragia Em relação ao membro amputado deve-se sempre lembrar que o mesmo,pode ser reimplantado , mas para isso existem medidas á serem tomadas. Cuidados com o membro amputado: Envolver o membro amputado com um pano ou gaze limpa, colocar dentro de um saco plástico e amarrar as bordas. Colocar este saco plástico dentro de um recipiente com gelo e transportar ao hospital QUEIMADURA São lesões corporais produzidas pelo contato com agente térmico, radioativo, químico ou elétrico, Podendo causar a destruição parcial ou total das camadas do tecido epitelial, atingindo músculos, ossos e órgãos internos. Caracteriza-se pela lesão de tecido, podendo ter várias repercussões no organismo, mas ou menos graves, dependendo de vários fatores.
  • 7. 1°GRAU: atinge a EPIDERME : Vermelhidão Sinais e sintomas Dor leve a moderada; Formigamento; Hiperestesia; Eritema; Discreto ou nenhum edema. 2° GRAU SUPERFICIAL: Atinge a DERME e EPIDERME,Vermelhidão e Dor 2° GRAU PROFUNDA: Bolhas , Pele branco-rosada e úmida Sinais e sintomas Dor moderada a severa Hiperestesia Hiperemia. Flictena Úmida. Aparência rósea Ou embranquecida 3°GRAU: Afeta a Hipoderme podendo afetar os tecidos subjacentes ,Pele nacarada, cinzenta e seca , Sinais e sintomas Aparência esbranquiçada, endurecida e carbonizada; Vasos trombosados; Hipotermia; Indolor; Causas mais Comuns – Contato direto com chamas, produtos inflamáveis, Produtos químicos e corrente elétrica. Teoria dos 9% O QUE NÃO SE DEVE FAZER : Não aplicar substâncias Exs: loção ou gordura no local Não coloque emplastro ou curativo adesivo Não use algodão ou qualquer tipo de tecido que solte Fiapos. Não cobrir a queimadura.Não resfrie demais a queimadura para não ter hipotermia QUEIMADURA QUÍMICA A exposição da pele e/ou mucosas à produtos químicos (ácidos e álcalis) pode causar queimaduras graves. A gravidade das lesões dependerá da concentração e da quantidade do produto, duração e modo de contato com a pele, extensão corporal exposta ao agente e do mecanismo de ação da substância. PROCEDIMENTO Despir a vítima (apenas o necessário); Remover a substância diluindo-a com água corrente em abundância; Evite que a água misturada ao produto se espalhe afetando outras áreas do corpo da vítima; Utilize EPI e fique atento, pois, dependendo do mecanismo de ação da substância as luvas de borracha podem ser corroídas;
  • 8. Quando possível, fornecer ao médico o rótulo do produto ou informações do mesmo; Conduzir ao hospital ou aguardar o SAV. QUEIMADURA ELÉTRICA Produzida pelo contato com a corrente elétrica O choque elétrico pode provocar desde um leve formigamento, podendo chegar à fibrilação , PCR, e queimaduras graves. Procedimentos Interromper o fluxo da corrente elétrica; Chamar a companhia de energia elétrica nos acidentes em via pública; Garantir permeabilidade das vias aéreas com controle da coluna cervical ; Realizar RCP, se for constatada PCR; Realizar curativos e imobilizações nas lesões existentes; Transportar para o hospital monitorando pulso e respiração ou preferencialmente aguardar o Suporte Avançado de Vida. FERIDAS São lesões traumáticas da pele ou dos tecidos subjacentes, podendo ocasionar um variável grau de dor, sangramento, laceração e contaminação. PROCEDIMENTO Antes de qualquer atitude, se a ferida apresenta sangramento, realize hemóstasia ; Lave o ferimento preferencialmente com soro fisiológico ou água e sabão neutro; Cubra a ferida com gaze esterilizada, na ausência, pano limpo; Não use pomadas, nem qualquer outro produto que possa causar reação alérgica. Gelo não pode ser usado em ferimentos abertos, nem em mucosas, globo ocular e genitália. Devendo ser aplicado envolto por saco plástico ou pano. Ferimentos Abertos São os ferimentos em que há o rompimento da pele. Receberam várias classificações, conforme a profundidade e o tipo de borda. O que fazer: Limpar e cobrir o ferimento com compressa ou pano limpo; Em caso de sangramento, compressão local; Em caso de objeto perfurante, não retirar o objeto, a fim de evitar sangramento; Depois de coberta e estancada a hemorragia, não retirar o curativo encaminhar a um serviços de emergência PERFURANTE – PENETRANTE - PERFURO CORTANTE- AVULSÃO Imobilizar o objeto junto ao corpo, para que o mesmo não se movimentar na hora do transporte. OBS.: a única exceção em que devemos tirar o objeto transfixado na vítima é quando o objeto transfixado estiver passando somente pelas bochechas dificultando a sua respiração normal.
  • 9. Ex.: um pedaço de madeira transfixando as bochechas de uma criança FRATURAS As fraturas são ocasionadas pela ruptura completa ou parcial nas continuidades dos ossos. Podem ser classificadas em: Aberta ou expostas: Quando a pele se rompe e o osso fica exposto.Esta ruptura pode ser causada por algum objeto cortante ou pelos próprios fragmentos ósseos. Fechadas : Quando a pele do local fraturado não se rompe. Mobilizar o membro levantando-o pelas articulações, exercendo tracionamento ; Jamais tentar colocar o osso no lugar; Imobilizar o membro tendo atenção para estabilizar toda a área, antes e após a lesão; Checar o pulso distal da fratura; Nas fraturas abertas, proteger a lesão com um curativo simples, sem comprimir o local. Luxação É o deslocamento da extremidade de um osso do nível de sua articulação. Se manifesta: Dor violenta Deformação do local, apalpando sente o osso fora da articulação Impossibilidade de movimentação CONTUSÃO É o resultado de um impacto ou uma compressão, podendo causar rompimento de vasos sangüineos, com extravasamento de sangue. Pode ser visualizada pelo inchaço, alteração de coloração(preta azulada) e presença de dor na área afetada. Procedimentos: Aplicar compressa embebida com água gelada até 48horas e após, compressa morna Em caso de suspeita de lacerações internas, levar o paciente a um serviços de emergência rapidamente. ENTORSE Ocorre quando uma articulação realiza um movimento além do seu grau de amplitude normal, lesionando os ligamentos daquela articulação. Os locais mais comuns de entorses são as articulações do joelho e tornozelo As convulsões podem surgir também em outras situações como: - choque elétrico - envenenamento - traumatismo de parto - traumatismo crânio encefálico - tumores - hipertemia ( temperatura elevada ) Procedimentos Tentar evitar que a vitima caia desordenadamente, procurando deitá-la no chão com cuidado; O socorrista no momento da crise deve a afastar a vitima de locais ou objetos que possam machucá-la; Afrouxar as roupas da vitima sem interferir nos movimentos convulsivos; Deixar a vitima se debater não fornecer nada para a vitima cheirar nem jogar água fria no rosto
  • 10. Não fornecer qualquer tipo de bebida durante o ocasionado. Limpar a salivação; No espaçamento das convulsões o socorrista deve ser atento, pois pode haver parada respiratória devido à obstrução das vias respiratórias pela queda da base da língua; A vitima entra em sono profundo, após a crise lateralizar a cabeça e observar a respiração e quando a vitima retornar a consciência orientá-la para o problema e sobre a importância do tratamento. Tranqüilizar a vitima; Afaste os curiosos; De confiança a vitima; Fale firme, contudo, com respeito; DESMAIO É a perda súbita e temporária da consciência e da força muscular, geralmente devido à diminuição de oxigênio no cérebro, tendo como causas: hipoglicemia, fator emocional, dor extrema, ambiente confinado, etc. Colocar a vítima em local arejado e afastar curiosos; Deitar a vítima na posição anti-choque; Afrouxar as roupas; Encaminhar para atendimento hospitalar. MAL SÚBITO EPILEPSIA É uma alteração do sistema nervoso, onde as células cerebrais descarrega impulsos elétricos anormais. Antes da crise a vitima normalmente percebe alguns sintomas como dores de cabeça e manifestações digestiva. Quando está próximo ocorrer o ataque a vitima sente cheiro de coisas que não existem no local e logo após, pode não dar um grito rouco e cair chamado grito de pavão, perdendo a consciência e apresentando convulsões fase tônica contraindo toda a musculatura voluntária e involuntariamente. Dura em torno de 1 a 5 minutos e no final da crise, as convulsões, começam a se espalhar, aparecendo a baba. Ao termino, há um relaxamento total da musculatura e a vitima pode ou não entrar em sono profundo. É possível apresentar incontinência urinária e mais raramente fecal. MANOBRA DE DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS ÁEREAS ( DVA) Pode ocorrer a ingestão de pedaço de qualquer material que não consiga passar na região, podemos causar asfixia e levar a morte. PROCEDIMENTO Tentar retira o corpo estranho, fazendo com que a vitima incline a cabeça para baixo e bater com as mãos em concha na direção dos pulmões.. Compressão da região epigástrica e abaixamento da cabeça para frente (MANOBRA DE DESOBSTRUÇÃO DAS VIAS ÁEREAS - DVA) Se nenhum dos métodos apresentados der resultados e a obstrução total das vias aéreas permanecer, realizar a respiração de socorro.
  • 11. Quando a vitima está inconsciente ANIMAL PEÇONHENTO Animais peçonhentos – Possuem glândula de veneno que se comunicam com dentes ocos, ferrões ou aguilhões inoculadores do veneno; Animais venenosos – Possuem o veneno, todavia, não tem um aparelho inoculador (dentes, ferrões). Provocam envenenamento por contato (lagartas), por compressão (sapo) ou por ingestão (peixe-baiacu). TRANSPORTE DE VITIMA Para aumentar as chances de recuperação, o ideal é que a vítima seja atendida no local do acidente. Caso isto não seja possível por falta de segurança, tanto para ela como para o socorrista, deve-se transportá-la para um local seguro Porém respeitando certos cuidados. O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros, SAMU, outros). O rolamento e o transporte realizado de forma imprópria poderão agravar as lesões causando seqüelas irreversíveis à vítima. A vítima somente deverá ser transportada nos casos onde não seja possível contar com equipes especializadas em resgate. TRANSPORTE POR ARRASTAMENTO TRANPORTE DE APOIO TRANPORTE POR CADEIRINHA TRANSPORTE POR MUCHILINHA TRANSPORTE FALSO BOMBEIRO TRANSPORTE DE VÍTIMA SEM PRANCHA
  • 12. TRÊS SOCORRISTA Um segura a cabeça e costas, o outro, a cintura e a parte superior das coxas. O terceiro segura a parte inferior das coxas e pernas. Os movimentos das três pessoas devem ser simultâneos, para impedir deslocamentos da cabeça, coluna, coxas e pernas. QUATRO SOCORRISTA Semelhante ao de três pessoas. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento. Rhed-block(Imobilizador de cabeça) Ked ( Imobilizador-Colete dorsal) BIBLIOGRAFIA PROTOCOLOS MÉDICOS AVANÇADOS DE ATENDIMENTO PRÉ- HOSPITALAR DO GSE/CBMERJ. CANETTI, Marcelo Domingues. São Paulo: Editora Atheneu, 2003.

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