Art com v1_ed1_220809

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Artigos da comunidade n2_v2_2010

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Art com v1_ed1_220809

  1. 1. N. 1 Vol I. Ed 20009 ADNG DIVING Artigos da Comunida ade “A Imp portância da as Pequenas s Coisas”  de  mim tinha  algu m,  uém,  por  cima  de  mim  nã ão    tardaria  a  aparecer alguém.  A  meia  água,   a  r      suspen nsão verde com meçou a toldar r a visibilidade  e,  21  de  Junho de  2009,  o  submarino,  o    já  sem ver  vivalma fui  descendo,  corajoso   e  m  a,  spot tão mmagnético e fa ascinante.  palpitaante  pelo  cabo Aos  20  met o.  tros,  começo  a      notar  uma  relati   iva  resistênccia  inicial  n na   E  ra  o  meu  ba   aptismo  no  inspiraação.  Os  regu uladores  estav vam  a  fazer  um  subbmarino  e  o  meu    ano…   se  calhar,  ser boa  ideia   depois  daque ria  ele  mergulho  nº  67 Antes  de  7.  mergulho  fazer‐lhes   uma  revisão.  A  resistência   ia    embarcar,   foi‐me  distribuída  uma  ga arrafa  de  15  aumen ntando  de  for rma  não  preocupante  e  d de  litros que  montei adequadamente, ab bri um pouco  repente…  o  submarino.    A  v visibilidade  era  (com algum ma dificuldade e), inspirei duaas lufadas de  reduzid da não ultrapassando os 2/3  metros. Mesm mo  ar para com mprovar e fech hei. Ala que se   faz tarde.   assim,  deu  para   notar  um   ma  dupla  d de  O  mar  estav batido,  ma a  viagem  va  as  mergulhadores  a  c começar  a  c contornar  este  não  é  long Longo  foi  o  tempo  à  su ga.    uperfície  que  naufrág gio e o mergulhador experiente, de braço os  gastamos   à  procura   do  dito,  en ntre  piadas,  cruzaddos,  como  se tivesse  car de  amuado,  e  ra  gargalhada caras  corad as,  das, alguns  boocejos,  caras  imóvel  perto  do  cab Eu  não  ia  perder  o  me bo.  eu  amarelada as, alguns insultos ao submarino que não  primeiro  mergulho   no  submarino Não  iria  ficar  o.  se deixava apanhar e algumas caras esverdeadas.  de  braaços  cruzados de  mal  com a  vida.  Assim  s,  m  Por  fim,  estávamos  anc e corados  no  sp pot.  Toda  a  como  assim,  eu  não  era  a  du   upla  dele  e   já  azáfama  à  qual  já  esta habituado nos  semi‐  à ava  o  começavam  a  chegar  mais  merg gulhadores.  Por  rígidos,  n hora  de  preparar  par cair,  foi  na    ra  isso, fu ui‐me juntar à  à outra dupla. Curiosament te,  exacerbad pela  press de  sair  daquele  vai  e  da  sa  a inspiração estava a  a ser cada vez z mais difícil. NNo  vem  naus seante  que  su uportamos  du urante  cerca  meu  co omputador  com  transmissão da  pressão   d o  da  (ou  mais)  de  uma  hora. Cinto  de  last para  um    .  tro  garrafa em  intervalos  de  10  seg a  gundos,  estav va  lado,  bar rbatana  para o  outro,   cuspidelas  a  tudo bbem e 140 Bar  aos 12 minuto os de fundo era  apressadas nas  máscaras.  O  b s  bê‐á‐bá  da  algo  nnormal  e  acim do  expect ma  tável.  Por  issso  verificação o pré‐mergulh ho não tinha l  lugar ali, de  continuei.  Estava   tudo  muito   bom,  apenas  onde  todo queríamos fugir.  No  entanto,  não  os  s  estraga ado  por  aqu uela  resistência  irritável  à    faltaram mmãos amigas p para resolver um problema  inspiraação  que  nã parava  de  aumenta ão  ar.  que me  su urgiu. Neste ca aso,  não conse eguia abrir a  Intrigad do, já sem ver  quem tinha deixado para trás  torneira  d minha  garr da  rafa.  Tantas  m mãos,  tanta  e  na  esteira  de  um dupla  que   provavelmente  e ma  pressa...a g  garrafa estava a finalmente ab berta! Só dei  ainda   não  tinha  da ado  pela  minh intromissão,  ha  mais  duas  inspiradelas   para  me  certificar  de  que  resolvi   consultar  o   manómetro   de  reserva.  D De  Todo e qualque tinha ar. T er um dos que  ali estavam,  início,   tudo  bem.  14 Bar.  Mas  de  repente,  a 40   d ao  tinha  bem mais  experiê m  ência  que  eu,  por  isso,  o  inspiraar vejo o ponte eiro  problema  estava  sanado.  As  duplas  já  estavam      descer dos  140  r  feitas há m  mais de uma   hora, não hav via tempo a  para  o 30  Bar.  os  perder  sob  pena  de  pe erder  o  pequeno‐almoço  Como    era  para  os  ppeixes.  Como  dupla,  por  s a  minha  ser  possíve el?!  A  primeira  v vez  neste  spot,  a  mim  calhou‐me  o  dupla n  na qual  me  divemaste deste  grupo  que,  já  na  ág bastante  er  gua  tinha  intrometido  batida,  co omeçou  a  te que  lidar  com  duas  er    já  estava  longe  desistência que  tinha as  am  ultrapassa ado  o  tom  enquan nto eu, atónito o,  esverdeado  na  escala   Náusea.  Po isso,  fui  or  olhava   para o ponteiro do manóm metro a subir e e a  mandado  descer  atrás de  alguém  do  qual  só    s    descer.  Voltei  ao  cabo  onde  a ainda  estava   o  conhecia  o  nome  e  qu era  um  mergulhador    ue  m mergulhador  experiente,  de  braços  cruzado os.  experiente Tudo  perfe e.  eito.  A  uns  me etros  abaixo  Como  um pincher raivoso acabado o de se assusta ar,  E:INFO@ADNGDIVING.COM WWW.ADNGDIVING.COM COMUNIDADE DE MERGULHO ONLINE
  2. 2. N. 1 Vol I. Ed 20009 ADNG DIVING Artigos da Comunida ade mostrei‐lhe o meu manó ómetro.  Acto   contínuo, a  meu  e equipamento.” E  depois  d eu  assum ”  de  mir  estátua  acordou,  fez‐m sinal  para subirmos,  me  a  conscieentemente ess sa responsabili idade, posso até  agarrou‐m me, e lá começ çamos a lenta   subida com  ter o su uper‐homem d  do mergulho como dupla, mas  ele  sempre  atento  ao meus  olho sem  me  os  os  nunca   dispenso  que me  faça  a  verificação  pr e  v ré‐ largar, não fosse eu pre ecisar do octo opus dele. À  mergulho.  “Sem  iss eu  não  v so,  vou!”  Faltou‐mme  medida  qu a  inspiraçã voltava  de   novo  a  ser  ue  ão  dizer  que  esta  conv q versa  surgiu  a meio  de  um a  ma  cada vez m mais fácil, foi c curioso pensar r no juízo de  consultta, iniciada por ele quando m  me deu a notíc cia  valores  qu ainda  há  po ue  oucos  minutos tinha  feito  s  tão  entusiasta  de  te comemorad em  Vigo,   n er  do,  no  sobre  aquela  pessoa.  Fe eitios  não  são defeitos  e,  o  mesmo fim‐de‐sema em  que  eu  fiz  o  meu  67º  o  ana  afinal,  aquuele  mergulhador  experien não  era  nte  mergulho  no  submarino,  o  seu  50º  mergulho.    faça a assim tão i a verificação  inacessível. Pro pré‐mergu rovavelmente, ulho.  , no topo de  Calei‐m em  relaç me  ção  aos  núm meros,  enfiei   a  toda  a  ex xperiência  dele  (soube  mais  tarde  que  “Sem isso, e “  eu não vou!” ” carapuça  e,  à  noite, voltei  ao  manual  do  Ope ,  en  era  instruutor),  obedece a  um  com eu  mando,  mas  Water   para  recorda o  Bê‐á‐bá que  já  tinh ar  á  ha  recusou‐se a  concretiza o  seu  merg e  ar  gulho  sem  a  esquec cido:  Comece   Com  Precisão,  Atenção   e  sua dupla   (que afinal tin nha acabado p por desistir).  Amizad de.  Já  no  barc de  forma  cordial  e  amá co,    ável,  ouvi  de  Por :Mi iguel Pereira novo  o  Bê‐á‐bá  que  ti inha  aprendid no  Open  do  Water.  A importânci da  verificação  pré‐ A  ia  mergulho, o  inspirar  pelo  regulad ,    dor  com  os  olhos  no manómetro Provavelm o  o.  mente,  este  homem po oupou‐me à hu umilhação de  me recordar  a  importâ ância  do  siste ema  de  dupla Não  foi  as.  preciso…  eu  cheguei  lá e  gravei  be no  meu    á  em  íntimo  as   palavras  que nessa  semana  seguinte  e  ouvi de umm paciente meu u, já antigo, qu ue dizia: “em  Membro da Comunidad ADNG DIVING o de primeiro  luugar,  eu  e  só  eu,  sou  respo   onsável  pelo  E:INFO@ADNGDIVING.COM WWW.ADNGDIVING.COM COMUNIDADE DE MERGULHO ONLINE

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