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    97d0 a interatividade_do_sap_no_processo_tpm_nas_organizacoes_um_estudo_de_caso_utilizando_esta_interacao_em_rcm_na_tetra_pak 97d0 a interatividade_do_sap_no_processo_tpm_nas_organizacoes_um_estudo_de_caso_utilizando_esta_interacao_em_rcm_na_tetra_pak Document Transcript

    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 A INTERATIVIDADE DO SAP NO PROCESSO TPM NAS ORGANIZAÇÕES: Um estudo de caso utilizando esta interação em RCM na Tetra Pak SAP INTEGRATION IN ORGANIZATION TPM PROCESS: A case study using this integration in RCM at Tetra Pak 1 2 3 4 Adilson Mereth Junior , Rafaela Lopes, Msc Cesar Eduardo Abud Limas, Msc Monalisa Rodrigues Zoldan 1 Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais - CESCAGE – Ponta Grossa - PR - Brasil adilsonmereth@yahoo.com.br 2 Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais - CESCAGE – Ponta Grossa - PR - Brasil rafa_lopes20@hotmail.com 3 Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais - CESCAGE – Ponta Grossa - PR - Brasil cesar@cescage.edu.br 4 Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais - CESCAGE – Ponta Grossa - PR - Brasil monalisa@cescage.edu.brResumo: Este presente artigo trata da integração de um dos mais importantes ERPcom estratégias de fabrica TPM, onde visam um aprimoramento dos dados de chãoda fábrica a nível gerencial, com o intuito de identificar suas maiores demandas defalhas e trata-las de forma a reduzir e até mesmo eliminá-las. Com uma base dedados , gerando uma estrutura de informação com confiabilidade garantida, ostrabalhos para uma melhor performance de seus indicadores serão sempre bemrealizados. E é isso que a metodologia TPM busca o tempo todo, uma melhoriacontinua de seus resultados, confiando em uma realimentação de dados em temporeal. Para visualização destes dados a nível executivo, este sistemas contam com umprotocolo possível de processar as informação e mostrar de forma gráfica para umamelhor estudo de sua Criticidade. .Palavras chaves: TPM, ERP, integração, Informação.Abstract: This present paper discusses the integration of ERP with manufacturingstrategies TPM, which are all aimed at improving data on the factory floor tomanagement level, in order to identify their highest demands and failures treat them toreduce and even eliminate. With a database, generating an information structure withguaranteed reliability, work for a better performance of your indicatives. And this iswhat the TPM methodology searchs all the time, a continuous improvement of itsresults, relying on a feedback data in real time. To view this data at the executive level,the systems rely on a possible protocol to process and display information graphicallyto better study its Criticality.Keyword: TPM, ERP, integration, information. 1
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 20101 IntroduçãoNos últimos 50 anos as teorias administrativas foram e são as responsáveis pelosbons resultados obtidos pelas organizações, que lutam por destaque dentro domercado cada vez mais concorrente. Teorias estas que focam em sua totalidade emuma organização, disciplina e qualidade para conquista de resultados. Porém com ainovação e a tecnologia, o investimento torna-se necessário para facilitar este alcancede eficiência. Sistemas cada vez mais informatizados disponibilizaram recursosvisuais de controle que facilitam uma orientação, para trabalho de grupos tarefas queminimizam os impactos negativos nos resultados de produção. Mas para que ocorra aintegração do sistema de informação, versus metodologia, e estes possam darresultado, a disciplina e a dedicação são fundamentais, pois os resultados serãocobrados. Para este artigo abordaremos o SAP e o TPM como solução para umcaminho de bons resultados em uma organização.2. O que são sistemas organizacionais.Sistemas organizacionais são instrumentos para coordenação e integração defunções e atividades de uma organização, tendo em vista o tratamento de um mesmoobjeto, que se encontra dispersos na organização, de forma integrada, como exemplosão os recursos humanos, indicadores, conhecimentos, entre outros. Elesrepresentam uma solução complexa e exigente de recursos de coordenação lateral,voltada para a articulação de posições e a coordenação de decisões através dediversas instâncias hierárquicas. Devem ser, portanto, instituídos com parcimônia.Dentre os sistemas organizacionais definidos como necessários, estava o sistemaorganizacional de gestão do conhecimento (SOGC), com os seguintes objetivos:• Garantir a disponibilidade do conhecimento tácito e explícito aos processos do NOScom a máxima eficácia e eficiência possível.• Induzir uma ambiência – cultural e tecnológica – favorável à criação,compartilhamento, organização e aplicação de conhecimento para o pleno alcance desua missão institucional e de seus objetivos estratégicos, particularmente, o ótimosistêmico do Sistema Interligado Nacional.• Gerir a produção intelectual do ONS, ou seja, o conhecimento “embarcado” nos seusprodutos.3. Porque utilizar ERP’s nas grandes empresas ?O ERP é a evolução do MRP II (Manufacturing Resource Planning), ou seja, é osistema desenvolvido para ambientes de manufatura, à medida que controlam tantoos recursos diretamente utilizados na manufatura quanto os demais recursos daempresa, por possibilitar um fluxo de informações únicas, contínuas e consistentespor toda a empresa sob uma base de dados (CÔRREA,1997). Com isso, possibilita oplanejamento dos recursos empresariais, integrando as diferentes funções daempresa e apoiando, assim, a tomada de decisão, fazendo com que os processos detrabalho sejam padronizados e tenham monitoramento em tempo real (BUCKOUT,1999). O sistema ERP é, normalmente, um produto flexível porque as empresaspodem adequar suas necessidades no projeto, checando se as particularidades serão 2
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010atendidas, acompanhando os prazos, auxiliando na definição do escopo dasmodificações e não perdendo foco no projeto, assim a empresa e seus funcionáriosterão conhecimento sobre as modificações que estão sendo introduzidas. Para aimplantação é determinante levantar os objetivos a serem alcançados, verificando osprocessos atuais e as possibilidades de mudança. Existe a necessidade de todos osusuários conhecerem o sistema e os processos de negócio da empresa, afinal elesdevem compreender a mudança organizacional conduzida por funcionários que terãotreinamento conceptual, operacional, exploração do sistema, parametrização erevisão dos processos, pois gerenciar uma mudança em um ambiente organizacionalimplica na mudança dos hábitos, modelos de comportamento e, às vezes, dasatitudes das pessoas em relação ao modo de execução, tanto em atividade demanufatura quanto em serviços.3.1 O ERP SAP/R3 sua história e características de mercado.3.3.1 HistóricoSAP AG iniciou suas operações em 1972 e tornou-se sucesso na década 1980 comSAP R / 2 solução. O nome da empresa, a SAP, sistemas standsfor, Aplicações eProdutos em Processamento de Dados. Após a introdução do SAP R / 3, em 1992,AG se tornou a líder mundial fornecedora de software aplicativo padrão. SAP R / 3 foia solução SAP Business que colocou em sua posição de liderança e levou a empresaa tornando-se extremamente bem sucedido na década de 1990. A introdução daversão 3.1 do R / 3, em 1996, desde que o primeiro SAP habilitados para Internetsolutions. Em 1998 SAP transformada a partir de um sigle-produto para umaempresa de soluções de negócios globais empresa. O "primeiro projeto" da estratégiamySAP.com foi introduzido em 1999.The primeiros anos do novo milênio (2001-2003)foram os únicos em que o mySAP. com foi adaptação e reinventando, a sólida basetecnológica foi melhorada com a introdução do SAP Web Application Server, quepermite a execução de programas, quer por uma ABAP ou em cima de umengenharia de Java (J2EE). mySAp.com. Durante esses anos foi também sepreparando para a implantação maciça e benefícios oferecidos pelos serviços de umanova arquitetura baseada em web. que agora é representado por uma plataforma deintegração realidade saber como SAP NetWeaver.O aplicativo SAP ERP — incluído no SAP Business Suite — é um software integradode planejamento de recursos corporativos, de qualidade mundialmente reconhecida,destinado a atender aos principais requisitos de software das mais exigentesempresas de médio e grande porte, de todos os setores e mercados verticais, emqualquer país do mundo. O software SAP ERP é constituído de quatro soluçõesindividuais que sustentam as principais áreas funcionais das organizações.3.3.2 CaraterísticasSoftware SAP ERP atende às principais necessidades de empresas de todo tipo,Como resultado de três décadas de experiência acumulada da SAP. 3
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010  Desenvolvido sobre a plataforma SAP NetWeaver – Reduz a complexidade de TI, suportando, ao mesmo tempo, a escalabilidade e o crescimento, por meio de uma abrangente plataforma de integração e aplicativos.  Software fortemente integrado, para otimizar a interação dos processos de forma multifuncional – Possibilita uma estreita colaboração dentro e fora dos limites das organizações.  Software otimizado por recursos específicos e melhores práticas de cada setor – Permite que as empresas reduzam seu custo total de propriedade (TCO) e tenham um retorno mais rápido sobre seus investimentos (ROI), beneficiando- se de uma infra-estrutura de TI mais flexível, própria para a inovação.  Concebida para suportar operações internacionais – Propiciando grande eficiência e resultados bem sucedidos nas operações e concorrências globais.3.3.3 Estrutura básica SAP.Dentro da plataforma do SAP algumas operações são necessária, a nivel industrial,para que o sistema possa gerar informações gerais sobre o processo em si e tambémestratificá-las. Estas operações são realizadas dentro do módulo chamado PMMAINTENANCE (fig.1). Figura 1 – Módulo PM Fonte: Modulo PM implantado Tetra Pak“ De um ponto de vista técnico, a SAP Industry Solutions foram um SAP R / 3 com umsistema especial e específicas add-on que modificou alguns dos R / 3 standardoperações e aplicações para adaptá-los para que a indústria em particular e queincluía Nova funcionalidade relevante para esse setor da indústria “ (Hernández ,Keogh e Martinez, 2006, p.1, 2)Cada módulo dentro do sistema SAP pode ser implementado em separado, porexemplo o modulo PM foi implementado após a instalação do SAP R/3, ou sejaoperações como controle de manutenção preventiva, custos X despesas e demaisoperações de reservas e criação de orders podem ser executadas. 4
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 20104 TPM (Total Productive Maintenance).4.1 Manutenção Produtiva Total.É o conjunto de atividades onde mantém o compromisso voltado para o resultado.Suaexcelência esta em atingir a máxima eficiência do sistema de produção, maximizar ociclo total de vida útil dos equipamentos aproveitando todos os recursos existentesbuscando perda zero. Esta metodologia se aplica a todos os departamentos de umaempresa, envolve todos os funcionários e atua como gestão da produtividade eperformance total. A empresa pioneira na introdução do TPM foi a Nippondenso,pertencente ao grupo Toyota, sediada no Japão, através da evolução da PM(Manutenção Produtiva), desenvolvida a partir de 1969, pregava a PM comparticipação total e era chamada de “Total PM”. Esta evolução culminou na obtençãodo “PM Award”, prêmio concedido pelo JIPE (Japan Institute of Plant Engineers) em1971.Devido a excepcional desempenho obtido pela empresa, o TPM foi desde entãodesenvolvido e promovido pelo JIPE e posteriormente pela JIPM (Japan Institute ofPlant Maintenance). IM&C internacional, JIPM Japan Institute of Plant Maintenance(2000), apresenta o TPM (Total Productive Maintenance) iniciado no Japão, no qualtinha seu foco na produção caracterizado pelo ideal de quebra zero e possuía cincopilares. Aprimorado em 1989 como TPM 2ª geração traduzia a visão aplicada paratoda a empresa sustentado em oito pilares e trazia o compromisso de chegar a perdazero. A 3ª geração do TPM em 1997 propunha satisfação global adicionada norendimento a redução de custos, também desenvolvida em oito pilares.“ Os pilares ,ou grupos dos executores das atividades TPM , são chamados de pilaresde sustentação por desenvolverem as atividades de suporte de todo o programa deimplementação da TPM.(fig. 1.2). “ (Palmeira e Tenório, 2002, p.102)Esta atividades englobam inúmeras rotinas de implementação de melhorias continuasnos processos como grupos tarefas para redução de clain (reclamações de clientesexternos ou internos), ou grupos de melhorias na eficiência dos processos. Todasestas atividades são controladas por uma pilar central que de acordo com asestratégias da empresa , referenciam estes trabalhos e os auditam de modo queestejam de acordo com que as metodologiasexigem. 5
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Figura 1.2 Oito pilares do TPM Fonte: Eletronorte4.2 - Manutenção PlanejadaDa mesma forma que a Manutenção Autônoma busca desenvolver o pessoal daoperação para que tenha domínio sobre o seu equipamento e possa operá-lo emantê-lo, da melhor forma possível, a Manutenção Planejada desenvolve osmantenedores de forma que os mesmos possam estabelecer um sistema demanutenção mais efetivo e juntamente com o pessoal da operação, possam eliminaras perdas relativas às quebras e falhas, retrabalhos de manutenção, falhas deoperação, produtos defeituosos e “chokoteis” que são as pequenas paradas. Amanutenção planejada desenvolve as seguintes atividades segundo a Figura 2.2. Figura 2.2 Atividades de Manutenção Planejada Fonte: IMC international – JIPM (2000.p.V3)Embora o lema da Manutenção Planejada no TPM seja "Quebra Zero", a ManutençãoPlanejada não é empregada com o objetivo de simplesmente evitar quebras, mas simcom o objetivo de manter a função dos diversos sistemas existentes. Com isto nãofica apenas a atribuição de planejar os calendários e técnicas de manutenção, mastambém planejar os métodos para manter com eficácia a funcionalidade econfiabilidade esperada dos equipamentos. 6
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010  Manutenção baseada no tempo (TBM). A manutenção baseada no tempo consiste em inspecionar, executar serviços, limpar os equipamentos e substituir periodicamente peças para evitar avarias súbitas e problemas nos processos.  Manutenção baseada nas condições (CBM). A manutenção baseada nas condições utiliza equipes de diagnóstico para supervisionar e diagnosticar as condições nas máquinas móveis, de forma contínua ou intermitente durante a operação e em inspeção durante a partida.  Manutenção pós-quebra (BM). Ao contrário dos sistemas anteriores comeste sistema se espera que os equipamentos falhem para repará-los.  Manutenção preventiva (PM). A manutenção preventiva combina os métodos da manutenção baseada no tempo (TBM) e da manutenção baseada nas condições (CBM) para manter em funcionamento os equipamentos, controlando componentes, conjunto, subconjuntos, acessórios, fixações, etc.  Manutenção corretiva (CM). A manutenção corretiva melhora os equipamentos e seus componentes de modo que se possa realizar confiavelmente a manutenção preventiva. Se o equipamento tem debilidade de projeto, deve se reprojetá-lo.5. Um estudo de caso utilizando esta interação em RCM na Tetra Pak5.1 As interações SAP X TPM por intermédio de grupos de melhorias eficiência.Quando trabalhamos com organizações que visam uma preocupação grande comeficiência e melhora continua , que é o que o TPM vem a agregar, um sistema ERPcertamente será um importante aliado neste ciclo de grandes inovações. No casoestudado, o SAP contém recursos indispensáveis para que se tenha uma visãototalmente controlada sobre tudo o que deve ser feito, pois através de ferramentas degerenciamento de rotinas e dados estas informações tendem a gerar um mapeamentoem tempo real de todas as necessidades.5.1.1 Como ocorre a interação das informações SAP x TPM.No estudo de caso abaixo mostraremos como ocorre o a realimentação de informaçãovia ERP, para que um grupo de estudo de falha, possa atacar este modo de falhainclusive eliminando e standarizando seus procedimentos.Grupo RCM (Reliability Centred Maintenance )Este grupo tarefa foi criado para estudo confiabilidade componentes do Robô KUKAModelo KR360, pertencente a uma linha de paletização, e que tinha como focoanalise confiabilidade a nível de componente. Conforme figura 1, o grupo era formadopor integrantes da manutenção. 7
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Figura 1 Integrantes do grupo RCM Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.Utilizando metodologia RCM dentro do pilar Manutenção Planejada que sustenta abase TPM na Tetra Pak conforme figura 2, sendo que esta metodologia foi utilizadapois trata-se de um nível critico para componentes onde se faz necessário a utilizaçãodeste metodologia. Figura 2 Pilares TPM Tetra Pak Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.Este trabalho teve seu foco na linha de paletização conforme fig.3 , onde seencontram os robôs e também uma área onde possui um alto desempenho deeficiência, sendo que uma parada pode acarretar para fábrica um custo muito alto porparadas. Outro detalhe desta área é que os robôs detêm de componentes que seapresentarem problemas, podem gerar dias de sistema parado gerando um customaior ainda. 8
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Figura 3 Lay out Paletização(Robôs) Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.Com a Utilização dos dados do SAP, através das notificações de quebras ocorridas eordens criadas , dados estes de operações internas ao ERP SAP, é possíveltransportar estes dados utilizando um sistema de informação executiva chamadoQlick View. Sendo assim para termos uma estratificação completa dos dados aseguinte sistemática é utilizada na figura 4: Figura 4 Fluxo dos Dados SAP X Qlick View. Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.Com estes dados estratificados, o grupo utiliza para poder criar seus indicadoresassim como, formar seus objetivos como visto na fig.5 e 6. Para todos os trabalhos ofoco inicial é exatamente saber o que se vai atacar, sendo assim com os modos defalha estratificados sabemos como agir conforme a metodologia. 9
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Figura 5 e 6 – razão de abertura do grupo e objetivos para grupo. Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.A metodologia deve ser bem interpretada e estudada pelo componentes do grupo,pois ela vai direcionar os trabalhos e disciplina de seus passos devem sercalmamente executada para um boa qualidade de aplicação (fig.7). Figura 7 – Metodologia RCM Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda. (metodologia RCM)Seguindo a metodologia do RCM a equipe faz um levantamento da classificaçãoASBC da maquina ser estudada utilizando uma arvore de maquina dentro do SAP,esta mesma árvore e utilizada para referenciar os lançamentos das incidências aserem lançadas dentro da ERP SAP(fig.8). Figura 8 – Arvore máquina SAP 10
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda. (Arvore Máquina SAP)Cada maquina e sub-máquina utiliza uma denominação de sistema , subsistema ecomponente dentro do SAP (fig.9 e 10), isso facilita a busca e referenciamento dentrodo ERP e é apartir disso que os dados serão estratificados. Figura 9 e 10 – Sistema e sub-sistema SAPFonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda. (Arvore Máquina dentro do SAP)Partir de toda esta estratificação ,e baseado em um estudo científico, é realizado umaanalise a nível componente (fig.11 e 12), listando dentro desta arvore acima citada ejuntamente com dados técnicos de confiabilidade formamos o embasamento técnicoda analise. Figura 11 e 12 – Embasamento Cientifico Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.Com este embasamento técnico e realizado uma analise critica a nível decomponente (fig.13), e este alimenta uma gráfico de Criticidade a ser estudado noesquema informativo (fig.14), onde as ações serão levantadas com base umametodologia específica, que este presente artigo não vai detalhar pois trata-se de umaestudo mais aprofundado. 11
    • CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DOS CAMPOS GERAIS – CESCAGE http://www.cescage.edu.br/publicacoes/technoeng 1ª Edição/Jan – Jul de 2010 Figura 13 e14 – Analise Critica componente e Esquema Informativo. Fonte : Pilar Manutenção Planejada Tetra Pak Ltda.(Analise Criticidade e Esquema Inf. )6. ConclusãoUm trabalho bem realizado necessita de informações baseadas em dados confiáveis ,pois assim teremos a certeza que se utilizarmos as ferramentas de analise corretasvamos chegar a uma objetivo mais acertivo. No entanto este looping de informaçõesque se realimentam precisam de protocolos de interação, para isso a escolha de umsistema informatizado é muito importante e deve ser feito com esta visão do queprecisaremos trabalhar. No caso do SAP, todos estes dados são resultantes deinformações alimentadas ao sistema e exportadas para um outro software que fará acompilação dos dados a nível operacional e gerencial para que possa servir de basepara que todos os trabalhos possam ser executados a contento. Sendo assimpodemos concluir que a busca pela melhoria continua já é iniciada quandoprocuramos interagir nossos sistema de informações , com as estratégias daorganização e como resultado teremos uma busca incessante pela melhor eficiência emelhor qualidade de produto e serviço.7. ReferênciasPALMEIRA, Jorge N; TENÓRIO, Fernando G. Flexibilização Organizacional: aplicação de um modelode produtividade total. Editora FGV, Rio de Janeiro, 2002.HERNANDEZ, José A.; KEOGH, Jim; MARTINEZ, Franklin Foster. SAP R/3 Handbook Third Edition:Essential Skills for SAP Technical Consultants. MCGraw-Hill/Osborne Companies, Emeryville, 2006LESSA1, Elibel et al. O SISTEMA ORGANIZACIONAL DE GESTÃO DO CONHECIMENTO. Artigo 26.Disponível em: <http://www.intelligere.net/php/artigos/artigo26.pdf>. Acesso em: 07 maio. 2010. 12