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Apresentação sobre Didática online - baseada nas pesquisas desenvolvidas por Adriana Rocha Bruno

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Didatica online Formacao Educadores Adriana Bruno Didatica online Formacao Educadores Adriana Bruno Presentation Transcript

  • EaD
    Didática online
    NA FORMAÇÃO
    CONTINUADA DE
    PROFISSIONAIS
    Profª. Drª. Adriana Rocha Bruno
    FACED-UFJF
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • EaD NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS
    O cenário atual:
    • sistemas de ensino ‘mistos” ou ‘integrados’,
    • oportunidades diversificadas de formação, organizáveis de modo flexível, de acordo com as possibilidades do aluno,
    • atividades presenciais e a distância (hibridismo/ubiquidade; hipermodalidade),
    - uso intensivo de tecnologias diversas: (podcast, wiki, audi e video aulas, fóruns, chats, games, blogs, ambientes imersivos (second life), uspo de personagens, avatares, dispositivos móveis (celular), web conferencias etc)
    • interação e interatividade
    • mediação
    • Trabalho em equipe de modo cooperativo./colaborativo
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • 1
    Adriana Rocha Bruno
  • Q
    E
    studante
    uem é o
    ?
    a
    D
    istância
    Essa é a primeira questão que devemos fazer....
    Modelo ainda embrionário atualmente...
    Exigência cada vez maior de aprendentes autônomos (capaz de autogestão de seus estudos)
    Educação superior precisa considerar “o conhecimento como processo e não como mercadoria” (Paul, 1990)
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • Q
    E
    studante
    uem é o
    ?
    a
    D
    istância
    Aprendizagem autônoma
    Modelo de aprendizagem para adultos com maturidade e motivação a auto-aprendizagem
    - Aprendizagem autônoma: processo de ensino aprendizagem centrada no aprendente (suas experiências são muito importantes);
    • Aprendente: ser autônomo, gestor do seu processo de aprendizagem, capaz de autodirigir-se e auto-regular esse processo
    Mas para que isso ocorra de forma satisfatória, precisa do professor.
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • Q
    E
    nsina
    uem
    Em EaD quem ensina é uma instituição” (Marsden, 1996)
    ?
    a
    D
    istância
    Equipes multidisciplinares trabalhando coletivamente, de forma interdependente. Dentre eles, destaco:
    o autor – seleciona conteúdos;
    o editor – trabalha a qualidade comunicacional do texto;
    tecnólogo educacional (instructional designer)-organiza pedagogicamente os materiais;
    artista gráfico – aparência visual e arte final do texto etc.
    Muitos outros profissionais estarão envolvidos como programadores, operadores, editores de vídeo, audio etc, bem como administradores, planejadores e organizadores que cuidarão do processo como um todo.
    6
    Adriana Rocha Bruno
  • Q
    E
    nsina
    uem
    ?
    a
    D
    istância
    Mas, e o professor???
    desdobramento docente em EaD múltiplas funções do professor visto como parceiro dos estudantes e sempre integrado com a equipe multidisciplinar.
    Professor: formador; conceptor ou realizador de cursos e materiais; pesquisador; tutor; monitor etc.
    - Professor: assume-se como recurso e parceiro do aprendente;
    Professor coletivo: a figura do professor pode corresponder não a um indivíduo, mas a uma equipe de professores.
    Relações são dialógicas  todos são também aprendizes.
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • ABORDAGENS
    EM
    EAD
    Conceitos apresentados por José Armando Valente (UNICAMP-SP)
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM - AVA
    VALENTE, J.A.
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • Três abordagens
    (Valente, 2001)
    Broadcast
    Disponibilização de informações. Não há interação professor-aluno
    Virtualização da sala de aula tradicional
    Reprodução do ambiente tradicional. Interação mínima. Perguntas e respostas
    “.. múltiplas interações no sentido de acompanhar e assessorar constantemente o aprendiz para poder entender o que ele faz e, assim, propor desafios que o auxiliem a atribuir significado ao que está desenvolvendo. Estas interações criam meios para o aprendiz aplicar, transformar e buscar outras informações e, assim, construir novos conhecimentos.”
    Estar junto
    virtualmente:
    1
    Adriana Rocha Bruno
  • Adriana Rocha Bruno
    11
    Broadcast
    Informação
    Aprendizes
    Informação
    Informação
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    12
    Implantação do modelo broadcast via Internet :
    Criação de um portal educacional para disponibilizar material instrucional
    Plataforma de EAD com bons recursos de interatividade
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    13
    Ênfase da abordagem broadcast :
    Material instrucional
    Transmissão da informação contida no material
    Aspecto técnico da Plataforma de EAD
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    14
    Versão virtual da sala de aula tradicional
    Informação
    Aprendizes
    Informação
    Informação
    Professor
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    15
    Versão virtual da sala de aula tradicional
    Baseado no sistema tradicional de ensino
    Centrado no professor
    Pouca interação do professor com o aprendiz
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    16
    Ambiente virtual para a construção de conhecimento
    Estar junto virtualmente
    descreve indagações
    reflete
    reflete
    reporta idéias
    age
    Professor
    Aprendiz
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    17
    Estar junto virtualmente
    Combina atividades presenciais e via plataforma
    Aprendiz, no seu contexto, resolve tarefas e recebe suporte via plataforma
    Aprendizagem = construção de conhecimento
    Plataforma possibilita o “estar junto” virtual
    VALENTE, J.A.
  • Adriana Rocha Bruno
    18
    Ênfase do ambiente virtual para construção de conhecimento (Estar junto virtualmente):
    Ação que o aprendiz realiza
    Reflexão sobre o resultado da ação
    Depuração das idéias que nortearam a ação (teorias)
    VALENTE, J.A.
  • MODELO SISTÊMICO
    • Um modelo sistêmico de EAD deve ser composto de conteúdo, design, comunicação, interação, ambiente de aprendizagem e gerência.
    • Uma estrutura de EAD deve ser composta por times de especialistas trabalhando em conjunto
    • Num modelo sistêmico deve existir um mecanismo que assegure que todos os componentes do processo estejam totalmente integrados e interagindo entre si (feedback)
    19
    Adriana Rocha Bruno
  • 1
    Adriana Rocha Bruno
    MEDIAÇÃO / INTERAÇÃO
  • Adriana Rocha Bruno
    21
    mediação pedagógica
    a interação
    a interação humana pressupõe: relacionamento, comunicação e contexto:
     fatores essenciais e interdependentes nesse processo
     provocados por fatores internos e externos no organismo humano.
    Interação deve ser fruto das conversações, do encontro, da necessidade e do entendimento que a construção do conhecimento se dá com o outro.
    “a expressão manifesta o eu, a comunicação é procura do tu, tendendo o eu e o tu a unir-se na unidade do nós.” (GUSDORF, 1970:53)
  • Adriana Rocha Bruno
    22
    Interatividade e Interação:
    Interação ação recíproca entre dois ou mais atores onde ocorre intersubjetividade e pode ser direta ou indireta;
    Interatividade usado indistintamente com dois significados diferentes:
    1) Técnica - oferecida por determinado meio: CD ROM de consulta, hipertextos em geral, jogos informatizados etc.;
    2) atividade humana, do usuário, sobre a máquina, e de receber em troca uma ‘retroação’ da máquina sobre ele.
    interação on-linedeve promover o entrelaçamento dos sujeitos aprendentes para que um novo conhecimento se constitua, um terceiro elemento emirja e, por conseguinte, faça-se uma mudança significativa nos sujeitos.
  • aluno-professor
    aluno-aluno
    aluno-tecnologia
    interações aluno-máquina
    aluno-conteúdo
    Tipos de Interatividade
    OBJETIVO:
    TODOS-TODOS
    (Moore e Kiersley, e Gunawardena e Zittle, 1998)
    32
    Adriana Rocha Bruno
  • Adriana Rocha Bruno
    24
    MEDIAÇÃO
    do Lat. Mediatione s. f., significa ação ou efeito de mediar; intervenção; interferência.
    • Ação
    • Intervenção (no contexto educacional)
    • parte do sujeito em relação ao objeto
    • indica movimento, vida, fruição
     é desenvolvida pelo humano, como forma de intervenção no mundo.
    A mediação pedagógica só tem sentido por se conceber na e pela interação.
    não é e não deve ser ingênua, mas deve manifestar os propósitos do que se deseja atingir e onde se quer chegar.
  • MEDIAÇÃO PARTILHADA
    Escher, Drawing Hands
    34
    Adriana Rocha Bruno
  • Mediação partilhada
    Possibilidade de materialização da parceria entre professor e alunos - processo de mediação passa a ser assumido por um parceiro (aluno) que tenha condições para fazê-lo numa situação específica  regências emergentes
    “em circunstâncias pontuais, um ou mais alunos ‘tomam as rédeas’ de uma discussão e assumem a mediação frente a temas que dominam. A mediação, neste momento, passa a ser partilhada com o professor que, desta forma, transforma-se no mediador desta mediação” (BRUNO, 2007, p. 204).
    35
    Adriana Rocha Bruno
  • Iniciando o diálogo
    Abertura do fórum
    Segundo a sua experiência como educador, quando você considera que uma pessoa aprendeu algo (independente ou não do uso do computador)?
    Re: Aprendizagem
    Prezado Professor Conferencista, Aprender pressupõe, segundo o texto lido, várias etapas. Começa, talvez, com uma necessidade de reagir a algo que se nos apresenta. Então a vontade de inter-agir com o meio, a natureza etc. (...)
    Aluno A - Turma A
    Olá professor e colegas cursistas,Aprender significa incorporar algo a seu esquema mental, seja esse algo um conhecimento escolar, acadêmico, ou coisas referentes ao nosso dia-a-dia, portanto o aprendizado, de maneira geral é independente do uso do computador, porém na construção do conhecimento no ambiente escolar, o computador é uma importante ferramenta de aprendizado. Um abraço: aluno B.
    Prof. Conferencista, inicialmente gostaria de dizer que admiro muito seus trabalhos. Quanto ao processo de aprendizagem, acredito fielmente, que ocorre quando há uma compreensão e assimilação da maior parte do assunto apresentado ao educando, e isso só será possível houver a sua participação durante a exposição do conteúdo. (...) Abraços. Aluna C
  • Relacionando respostas – instigando o diálogo
    Postada por Conferencista
    Aluno A e B
    Realmente a aluna C deu um belo exemplo de situação que o aluno realiza algo e tem a chance de vivenciar, recriar etc. No entanto, achei interessante que a aluna C coloca coisas como: "ao transmitir um conteúdo, apresentá-lo de forma clara, por exemplo, adaptando-o à realidade do aluno, ou através de recursos audiovisuais ou mesmo palpáveis." Voce acha que a experiência que ela relata é "transmissão de conteúdo", mesmo adaptado "à realidade do aluno"? Como fica esta distinção entre transmitir informação e criar oportunidades de o aluno vivenciar uma experiência? Qual é mais efetiva na aprendizagem?
    Postada por Conferencista
    Aluno C, B, A e D É um prazer estar com voces. Os textos falam de coisas que são um pouco dispares: aluno C - incorporar conhecimento aluno B - armazenar ideias e depois organiza-las aluno A - Transmitir conteudo aluno D - interiorizar o conceito e depois aplica-lo corretamente. Primeiramente, gostaria que os alunos tentassem fazer uma distinção: o que é informação (conteúdo) e o que é conhecimento? A questão colocada desta maneira implica em ter uma visão sobre aprendizagem. Qual é esta visão?
  • Propondo desafios – problematizando o tema
    Postada por Conferencista
    Aluno E, agradeço a possibilidade deste encontro. Gostaria de colocar alguns desafios. A aprendizagem que acontece na leitura, na experiência e na interação são de uma mesma ordem? Com isto, volta a questão que fiz anteriormente: qual a distinção entre uma informação (conteúdo) e o conhecimento? Dependendo desta distinção estaremos usando uma base ou visão teórica sobre aprendizagem. Voce consegue identificar qual é esta base?
    Uma pergunta que sempre me faço enquanto professora é como transformar informação em conhecimento. Afinal nunca tivemos tanta informação de maneira tão acessível em toda a História. Como devemos agir para nos instrumentalizar e também dar ferramentas aos nossos alunos para que possam distinguir em um mar de informações aquelas que lhe podem ser úteis? Aluna F
  • Situando o papel do mediador
    Postada por Conferencista
    Aluna F Agradeco as suas perguntas. Elas são otimas para pensarmos sobre como aprender. No entanto, minha função não e' dar respostas mas construir com voce estas ideias. Assim, vamos partir de experiências pessoais. Como voce faz para transformar informacao em conhecimento? Todas as informacoes sao transformadas em conhecimento? Se nao sao todas, entao quais e como voce faz isto?
    Professor Não sei se tenho respostas para estas perguntas, posso apenas refletir a respeito e escrever como quem pensa alto...Vamos adquirindo informação no correr da vida, e é claro que temos uma capacidade limitada de retenção destas informações, não retemos apenas informações que nos são importantes já que todo mundo carrega consigo muita informação inútil. Mas informação não é conhecimento, certo? Talvez conhecimento é a informação "transformada" (...)
  • Confirmando os caminhos / Persistindo na questão
    Aluna FE' isto mesmo. Voce constroi conhecimento a partir da sua experiencia e de novas informacoes obtidas. Agradeco pode trocar ideias com voce e ate uma proxima oportunidade. Abracos.
    Aluna G, noto que voce tem a intuição correta sobre a questão da aprendizagem. Porém, estou querendo usar esta oportunidade para explicitar estes conhecimentos. Assim, retorno a questão que havia feito anteriormente: qual a distinção entre uma informação (conteúdo) e o conhecimento? Dependendo de como estas coisas são interpretadas, voce estará usando uma base ou visão teórica sobre aprendizagem. Voce consegue identificar qual é esta base?
    Conferencista, Certamente, falar sobre o conhecimento nos remete a pensar em métodos e teorias que povoam o universo educacional, em especial aquelas que têm o construtivismo como modelo. Acredito que, como defendem Piaget e Vygotsky, o conhecimento é produto tanto da interação mútua do sujeito com o seu ambiente Aluna G
    Aluna G: Ótimo. O lado da construção de conhecimento e da aprendizagem está OK. E a informação, onde ela entra? Qual o papel da informação? Obrigado.
  • Explicando o conceito e propondo novos desafios
    Aluna JGostei da sua contribuicao sobre a aprendizagem factual (entendo como memorizar a informacao, o que tambem e' uma forma de aprender). E a aprendizagem por processamento da informacao e portanto construida. O que os teoricos que voce menciona estao propondo sao diferentes contextos que podem facilitar este processamento da informacao para que seja convertida em conhecimento. Na verdade seria importante conhecer qual o papel destes diferentes contextos nesta construcao. Em sala de aula, a intervencao de um colega poder ser mais efetivo que a intervencao de um professor. Como o professor pode jogar com esta dinamica para identificar intervencoes mais efetivas e manter o aprendiz aprendendo? Os nosso educadores estao preparados para fazer isto?
    Integrando o grupo
    Aluna MVoce concorda com a resposta da aluna J? E' isto mesmo, so se aprende quando consegue-se usar aquilo que foi aprendido em outro contexto? Mostrar que aprendeu e' ser capaz de usar ou aplicar conhecimento?
  • E mais....
    Retomada do discurso do outro, para iniciar uma conversa, em que a pessoa se identifica com algum relato do outro:É verdade Fabiana, meu primeiro contato com as tecnologias, assim como com você, foi através da escola(...)
    Retomada do texto do outro, através de citação: Você afirmou na última mensagem que “não gostava de usar o computador porque não se sentia familiarizado...”
    33
    Adriana Rocha Bruno
  • Sistematizando idéias – fechamento do fórum
    Professores: Nesta lista pudemos fazer algumas distinçoes como: informação X conhecimento aprender memorizando X aprender construindo conhecimento Poderiamos fazer outras distinções como: fazer X compreender (sobre este topico, o capitulo 2 "Mudanca na sociedade, mudança na educação: o fazer e o compreender" do livro "O Computador na Sociedade do Conhecimento" (baixar do site do Proinfo) trata deste assunto. ensinar (do latin insignare = colocar signos) X aprender (do latin apprendere = apreender, compreender) Este tema foi tratado no contexto da distinção entre informação e construção de conhecimento. Entendo que e' fundamental o professor ter estas noções claras pois pode estar usando um destes termos para designar uma prática pedagógica e estar executado uma outra coisa diferente. Espero que a participação nesta lista tenha sido proveitosa e até uma outra oportunidade. Abraços.
  • DIDÁTICA ONLINE
    47
    Adriana Rocha Bruno
  • DIDÁTICA PARA APRENDIZAGEM ON-LINE
    Os estudos atuais na área da Didática devem buscar ações pedagógicas, cujas contribuições possam oferecer intervenções nas propostas educacionais e no formato dos cursos desenvolvidos para a aprendizagem do adulto integrado.
    Convergência das diversas mídias desenvolvimento integral do indivíduo, imbricando modalidades que ampliam as possibilidades do presencial sem destituí-lo, para a utilização de recursos multidimensionais permeados pelas tecnologias disponíveis  modalidades híbridas
    48
    Adriana Rocha Bruno
  • ESTRATÉGIAS PARA UMA DIDÁTICA ON-LINE
    Acolhimento: desde o início, permeando todas as relações. Uso de uma linguagem que aproxime, que crie vínculos
    Navegação: facilidade ou fluência para navegação - familiaridade com a tecnologia não garante facilidade de navegação  sempre acompanhar sobre a relação com as tecnologias / abrir canal de comunicação
    Organização do tempo: prioridade e disponibilidade / adesão ao curso: criar documentos que ajudem o aluno a estudar, a se organizar  quanto tempo por dia/semana será necessário para aproveitar o curso? Quanto tempo para leitura do material teórico, para as atividades e para as interações em fórum?
    Conhecer o contexto: quem são os alunos? Como chegaram ao curso? Uso do perfil. Criar estratégias para que os alunos se conheçam. Busca no perfil do outro, diferenciais de cada um, apresentar a região/cidade que mora, o que tem de bom? O que gostam de fazer nas horas de folga?
    Trabalhando com as informações: documentos longos; excesso de informações; textos / artigos  criação de biblioteca virtual e ou mídiateca / orientações sobre o trabalho no fórum.
    Ausência: como agir quando o aluno precisa se ausentar durante um período e o que fazer no seu retorno?
    Alunos tarefeiros: ensiná-lo e acompanhá-lo no processo de trabalhar colaborativamente
    49
    Adriana Rocha Bruno
  • PROGRAMAÇÃO – a porta de entrada do ambiente virtual
    Orientações: usodesterecurso Crie um estiloseu.
    Cuidedalinguagem
    Vocêdeve ser sempremuitoclaro e objetivo excesso de informaçõespodemconfundir;
    Orientesobreentrega de atividades, aberturaoucontinuidade de fóruns, sobrecomoprocederemcaso de ausências (como o aluno “se acha” no curso?)
    Crierotinas:
    paraacesso à programação: semanal? Quinzenal? Sempreàs 2ªs feiras, às 6ªs?
    paraentrega de atividades
    paraparticipaçãoemfóruns
    Cuidado com a poluição visual
    Objetivosclaros: digasempre o queespera dos alunos e retomeosobjetivosdurante e aotérmino de cadaunidadetemáticatrabalhada avaliação
    50
    Adriana Rocha Bruno
  • Produções colaborativas: o adulto já possui condições plenas para efetuar escolhas, se agrupar e desenvolver atividades coletivas e colaborativas
    Nos fóruns:
    - criar salas temáticas, criar grupos de trabalho (por região, por pólo, por aderência etc.) – Dividir em grupos de 40 a 50 alunos
    - trabalhar com cenários (cases) – simular situações afeitas ao cotidiano da escola (a partir dos conteúdos trabalhados) e problematizá-lo. Os alunos devem buscar encaminhamentos para os problemas
    - estimular que todos acessem e leiam as propostas dos colegas e, de preferência, comentem – ensinar a comentar: não é só falar que está tudo lindo!
    - Proposta: construir um projeto para a escola – pode ser aplicado e debatido ao longo do curso ou pode ser apresentado na metade do curso para sua implantação ou só ao final (mas neste caso, não haverá acompanhamento do tutor e nem dos colegas)
    51
    Adriana Rocha Bruno
  • Criando cenários
    Pode partir de uma situação apresentada pelo tutor ou por uma proposta de ação a partir da realidade.
    Por exemplo:
    Esboço de uma proposta de ação
    Em grupo, formado pelos alunos que atuam em um mesmo pólo. Cada grupo pode analisar e discutir as ações que estão sendo feitas ou que gostaria de fazer para incentivar e viabilizar determinada ação na escola ou comubnidade, de forma significativa para a sua realidade.O grupo deve elaborar o esboço de uma proposta, definindo uma ação relacionada ao tema escolhido (os tutores poderão indicar alguns temas) para ser realizada no coletivo da Escola.
    O esboço deverá ser postado no fórum para apreciação e comentários de todos os demais. Cada gestor deverá escolher pelo menos uma ação para comentar mais detalhadamente. Todos devem contribuir com as propostas dos outros.
    52
    Adriana Rocha Bruno
  • Uso do Wiki
    Essa é uma das ferramentas mais difíceis de suar  escrita colaborativa
    - comece com algo bem simples e com poucos alunos para cada wiki (três a cinco pessoas)
    - façam uma brincadeira, um texto infantil, uma história, uma aventura  Podem criar personagens e a partir deles a história é escrita,
    - abra um fórum para cada grupo , pois eles precisam de um espaço para dialogarem sobre a escrita
    - o texto pode e deve ser escrito e reescrito  não é para inserir um texto pronto, mas para registrar o processo de escrita
    - antes de realizarem com os alunos, que tal vocês (tutores) vivenciarem essa experiência
    Para qualquer produção de texto, mesmo no word, SEMPRE indique a formatação adequada (fonte, espaçamento, tamanho da fonte, número de linhas etc)
    53
    Adriana Rocha Bruno
  • Uso de textos
     longos – sempre optar pela impressão
    como os alunos terão material impresso, evitem textos longos
     curtos – como complementos, para ilustrar uma atividade
    preferência por charges, história em quadrinhos, letra de música, poesia etc.
    Uso de audio e vídeos
     produzidos pelos professores:
    para fechamento de atividades /unidade;
    para comunicar algo importante, para exemplificar etc
     produzidos e disponíveis em sites (porta curtas, youtube etc)
    para ilustrar um tema/conteúdo
    sensibilizar
    pesquisar
    54
    Adriana Rocha Bruno
  • Uso de Blogs
    - possibilidade de criar espaços de interação
    iniciem orientando pesquisas sobre blogs temáticos
    montem bancos de blogs temáticos a partir dessas pesquisas
    ofereçam “passo a passo” para que os alunos criem seus Blogs
    espaços colaborativos para os gestores
    criem Blogs de tutores – o uso faz com que outras possibilidades imirjam
    55
    Adriana Rocha Bruno
  • Atividades individuais e coletivas: saber dosar/ as duas são importantes. Porém, tendo em vista o número de participantes, há uma dominuição do númenro de atividades individuais.
    Proposta: uma atividade a cada bimestre.
    Encontros presenciais: importante para o desenvolvimento do grupo. buscar integração com os coordenadores de pólos e tutores presdenciais.
    O olhar e a prática da investigação: pesquisa, por envolver problemáticas de causalidade e soluções múltiplas, por desenvolver capacidades, por enriquecer conhecimentos e por despertar a criticidade e a criatividade  os cenários poderão dar conta deste ítem,
    Nos cenários: propor que sejam feitas análises do contexto de cada escola para propor ações de intervenção específica.
    Mediação: investigação temática; tematização e problematização do conhecimento
    Recursos de interação: “organização” em chat e em fórum; mediação partilhada; audio/video aulas, conferências via web.
    56
    Adriana Rocha Bruno
  • Ambientes digitais e mídias disponíveis: convergências
    web-video
    web-rádio
    web conference
    Games
    celular
    TV Digital - Interativa
    Web 2.0
    second life
    Material Impresso
    • Divisão dos alunos em grupos de ação
    • Uso de Blogs e wiki – ensinar como
    • Uso da ferramenta perfil como possibilidade de integração
    • Fóruns temáticos e em grupos
    • Atividades ou projetos de intervenção
    • Atividades (tarefas) coletivas – comunidades de tutores e de alunos
    • Atividades individuais
    • Uso de cenários (problematizações)
    58
    Adriana Rocha Bruno
  • O progresso científico e tec-nológico que não responde fundamentalmente aos inte-resses humanos, às neces-sidades de nossa existência, perdem, para mim, sua sig-nificação.
    Paulo Freire
    Georgia O’Keefe, Abstração Azul, 1927.
    59
    Adriana Rocha Bruno
  • Obrigada,
    Adriana
    47
    Adriana Rocha Bruno
  • Bibliografia
    BRUNO, Adriana Rocha. A aprendizagem do educador: estratégias para a construção de uma didática on-line. Programa de Pós- Graduação em Educação: Currículo. 2007. 352 p. Tese de doutorado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
    BRUNO, Adriana R. e OLIVEIRA, Lucila P. EaD – 2003. Apresentação em PPT.
    BELLONI, M. L. Educação a distância. Campinas: Autores Associados, 1999.
    EASTMOND, Nick. Assessingneeds, developinginstruction, andevaluatingresults in distanceeducation. In: WILLIS, Barry. Distanceeducation - strategiesandtools. EnglewoodCliffs (New Jersey): EducationalTechnologyPublications Inc., 1994.
    LITWIN, E. (org.). Educação a Distância: temas para o debate de uma nova agenda educativa. Trad. F. Murad. Porto Alegre: Artmed, 2001.
    MODELOS de EaD. In: http://www.inf.ufsc.br/~carine/MEAD/transp/Aula05mooeast.ppt
    MOORE, Michael & Kearsley, Greg. DistanceEducation: A Systems View. EUA: Wadsworth Publisher. 1996.
    OLIVEIRA, Lucila P. e ALEGRETTI, Sonia. Ead na Formação de Educadores. ABED - X Congresso Internacional – 2003.
    VALENTE, J. A. org. Informática na educação: instrucionismo x construcionismo. Disponível no endereço: <http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/index.htm#educacao> Consultado em outubro/2002.
    WILLIS, Barry. DistanceEducationat a Glance (1996). Series ofGuidespreparedbyEngineeringOutreachattheUniversityofIdaho. URL: http://www.uidaho.edu/evo/distglan.html (Consultado em agosto de 2003)
    61
    Adriana Rocha Bruno