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Criar inovação e dinamismo no mercado algarvio através de um parceiro privado: Investigar e Agir...

Criar inovação e dinamismo no mercado algarvio através de um parceiro privado: Investigar e Agir

Carla Machado e Marlene Luis
GABINETE ACADÉMICO DE INVESTIGAÇÃO E MARKETING

Lagos, 16 de Novembro de 2007

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  • Isto já lhe aconteceu?? Saber que a informação está lá mas não está perceptível??
  • O que é que uns pensam dos outros e o que isso influência nos padrões de consumo
  • # e semelhanças entre a oferta existente
  • Ultimo slide – as cores tem de ser revistas

Transcript

  • 1. XIII C ongres s o do A lgarve CRIAR INOVAÇÃO E DINAMISMO NOMERCADO ALGARVIO ATRAVÉS DE UM PARCEIRO PRIVADO: INVESTIGAR E AGIR C arla Mach ad o e Marle ne Lu is G A B INE TE A C A DÉ MIC O DE INVE S TIG A Ç ÃO E MA RKE TING Lagos , 1 6 d e N ove m b ro d e 2007
  • 2. Is s o já lhe aconteceu? N e m s e m p re alcan ço os m e u s ob j ctivos … e• C onheço o meu cliente MA S … n ão com p re e nd o algu ns d os s e u s com p ortam e ntos e n ão cons igo fid e liz á-lo.• Incentivo os meus colaboradores MA S … ne m s e m p re is s o p rom ove a m otivação e o e m p e nh o.• Eu preoc upo-me com a formação dos meus empregados MA S … os re s u ltad os d a form ação e s tão longe d e contrib u ir p ara u m a m aior e fic ácia d a e m p re s a.
  • 3. Is s o já lhe aconteceu?E u utilizo ferramentas de ges tão e marketing MA S … a s u aap licação n ão re s u lta no re torno finance iro d e s e j o. adE u conheço a minha região/comunidade/área de intervenç ãoMA S …. n ão cons igo u ltrap as s ar algu m as fraqu e zas d a m inh aorganização na s atis fação d as ne ce s s id ad e s d e te ctad as .E u organizei um evento bem divulgado MA S … n ão tive os u ce s s o e s p e rad o.E u compreendo as variáveis inerentes a determinadaproblemátic a MA S … a m inh a inte rve n ção n ão ob te ve o
  • 4. Porquê?A s organizações s ão pos s uidoras de informação mas nem s empre a cons eguem proces s ar, já que: - A re ntab ilid ad e e s u s te ntab ilid ad e d as ins titu içõe s e s tão am e açad as p or força d as re ac çõe s d o m e rcad o - As variáve is qu alitativas d o m e rcad o s ão m u itas ve ze s d e s conh e cid as - A id e ntificação d o ciclo d e vid a d o p rod u to ou s e rviço é d ifícil - N ão h á vantage ns com p e titivas e s táticas - O clie nte é ge ralm e nte infie l - A inovação p e rm ite m ante r a com p e titivid ad e m as é ne ce s s ário s ab e r ge ri-la p ara q u e n ão s e j facilm e nte re p licad a a - O M arke ting e a com u nicação s ó s ão e ficaze s s e o d iagn ós tico e s tive r b e m s u s te ntad o - A com p re e ns ão d a com u nid ad e é e s s e ncial p ara a e lab oração d e le vantam e ntos corre ctos e a ad op ção d e s olu çõe s válid as
  • 5. A Inovação é s olução? A inovaç ão é importante porque cada vez mais s e verifica: -R e d u ção d o ciclo d e vid a d o p rod u to e d o cre s cim e nto d os m e rcad os - M icro-s e gm e ntação d os cons u m id ore s -Au m e nto d a rap id e z d e re s p os ta d os concorre nte s - Au m e nto d a s ofis ticação d os clie nte sFazer diferente não é s uficiente para introduzir c om s uc es s o inovaç ões no mercadoA inovação é e fe ctiva qu and o s e re p rod u z e incid e s ob re os com p ortam e ntos d os age nte s e nvolvid os As organizaçõe s d e ve m inovar e obter vantagem económica a p artir d a inovação
  • 6. Inves tig ar e ag ir: Porquê?S ó a inves tigação p e rm ite analis ar ce n ários d e m u d an ça • nas p op u laçõe s • nos cons u m id ore s e na p rocu ra • na ofe rta • no m e io e nvolve nteE au xiliar a p lanificação d e e s tratégias e p lanos d e ac ção qu e p e rm itam e ncontrar re s p os tas às p e rgu ntas • Onde es tamos ? • Para onde queremos ir? • C omo chegamos lá?
  • 7. Inves tig ar e ag ir : Com quem? Nec es s ito de um  Res olvo internamente parc eiro N e ce s s ito d ar form ação aos Natureza/ - colab orad ore s p ara criar c omplexidade - Te nh o ou p os s o re cru tar u m um do problema e s p e cialis ta d e p artam e nto inte rno - A criação d e u m d e p artam e nto n ão im p lica a ne ce s s id ad e d e - U m d e p artam e nto n ão d á form ação e s p e cializad a re s p os ta p ara áre as d ive rs ificad as Rec urs os dis poníveis - Te nh o re cu rs os técnicos , - N ão te nh o tod os os h u m anos e finance iros re cu rs os ne ce s s ários Tempo  - A re s o lu ção d o p rob le m a n ão - N e ce s s ito agir com rap id e z é u rge nte - N ão p os s o faze r inve s tim e nto C us to  - Te nh o d is p onib ilid ad e m u ito avu ltad os finan ce ira p ara inve s tir A poio ao levantamento e tratamento da informação A companhamento na concepção, implementação, avaliação e controlo do projecto
  • 8. Inv es tig ar e ag ir: Como? A lvos de es tudo Populações C ons umidores /Procura D o nos s o p rod u to ou d os p rod u tosInform açõe s s ocio-d e m ográficas concorre nte sM otivaçõe sN e ce s s id ad e s Q u e m cons om e ; O qu e e s p e ra d o p rod u to/Inte re s s e s s e rviço; Q u e m com p ra; C om o u tiliza o p rod u to/Atitu d e s e cre n ças S e rviço; O nd e ; Q u anto e s tão d is p os tos a p agar; C om o; caracte rís ticas d o m e rcad o; Oferta Te nd ências d o m e rcad o.Q u e m s ão, qu antas s ão e o qu e Meio E nvolventefaze m as e m p re s as concorre nte sQ u otas d e m e rcad o F actore s e con óm ico-finance irosP ote nciais e ntrad as d e ou tras E nvolve nte p olítico-le gale m p re s as E nvolve nte cu ltu ralO p ortu nid ad e s d e ne g ócio Te cnologiaO u tros actore s p re s e nte s no m e rcad o U rb anis m o
  • 9. Inves tigar e agir: C omo? E ntre vis tas F ocu s -grou p s Inq u éritos Ins trumentos An ális e e D ocu m e ntal Proc ediment o O b s e rvação d ire ctaAn ális e d as variáve is q u alitativas e qu antitativas – Tratam e nto d os d ad os e p e s qu is a d e h ip óte s e s
  • 10. Inves tig ar e ag ir : Res ultados ? E s tu d os d e m e rcad o E s tu d os E con óm ico-finance iros E s tu d os d e C om p ortam e nto d o C ons u m id or P lanos d e M arke ting e C om u nicação Avaliação d e E ve ntos E s tu d os S ociaisE mbora a inves tigação permita diminuir o ris c o na tomada dedecis ão e promover a implementaç ão da inovação s us tentadanas nec es s idades dos c lientes , no A lgarve a grande maioria das PME ’s ainda não rec onheceu a s ua importância.
  • 11. A nos s a experiência… A valiação do Fes tival Med P e rm itiu: itiu • Traçar o p e rfil d o vis itante • E ncontrar s e gm e ntos e s p e c íficos (e s trange iros , e s tu d ante s , cons u m id ore s d e d e te rm inad as activid ad e s d e s e nvolvid as no e ve nto e tc..) • M e d ir n íve is d e s atis fação e cons u m o e m e lh orar as e d içõe s s e gu inte s d e acord o com os re s u ltad os ob tid os • M e d ir a e fic ácia d os s u p orte s d e com u nicação e ad e q u a-los às e d içõe s s u b s e qu e nte s • C riar u m a b as e d e d ad os d e contactos p ara u m a p róxim a com u nicação m ais d irigid a • Avaliar a inte n ção d e re gre s s o
  • 12. C omportamento do Turis ta E s trangeiro aos s ábados de manhã no Mercado deP e rm itiu: itiu Loulé- C aracte rizar o tu ris ta qu e vis ita Lou lé- D e te rm inar o com p ortam e nto d e com p ra d o tu ris ta- Id e ntificar os p rod u tos ou s e rviços qu e ad qu ire m oucons om e m- F aze r o le vantam e nto d as ne ce s s id ad e s d e s te p úb licoe m te rm os com e rciais e tu rís ticos- Id e ntificar as raz õe s qu e o le vam a d e s locar-s e u m a 2 ªve z
  • 13. A lmancil e as novas oportunidades denegócioP e rm itiu: itiu- Lis tage m d os ne g ócios m ais s olicitad os p e la p op u lação,p or s e gm e nto d e clie nte- Ind icar a ne ce s s id ad e d e forne cim e nto d e s e rviçosp úb licos p or e ntid ad e s p rivad as- E s te re ótip os re c íp rocos d as p op u laçõe s m igrante s ee xp atriad as e s u a influ ência nos p ad rõe s d e cons u m o
  • 14. E s tudo do s ector dos bares e dos s eus cons umidoresP e rm itiu: itiu- C aracte rizar as p re fe rências d os cons u m id ore s e d os s e u sh áb itos d e cons u m o;- D e te rm inar a fas e d e “vid a” d o s e ctor, as s u as ne ce s s id ad e s evantage ns com p e titivas ;- Id e ntificar os factore s qu e os cons u m id ore s p rivile giam nu mb ar;- E s tab e le cim e nto d e u m a tip ologia d os b are s d e Lou lé,ate nd e nd o a factore s re lacionad os (e x. índ ice d e p re ços ,valências , d e coração) e as d ife re n ças e s e m e lh an ças e ntre os
  • 15. Porquê nós ? P or s e tratar d e u m a e ntid ad e d e natu re za n ão lu crativa, s e d e ad a nu m ins titu to u nive rs itário, o GA IM p os s u i fle xib ilid ad es u ficie nte p ara s e d e b ru çar s ob re qu e s tõe s d e natu re za variad a, p e rm itind o u m a re lação d e qu alid ad e / re ço favoráve l ao p clie nte
  • 16. Obrigado pela vos s a atenção C arla Machado e Marlene Luís Info@ .gaim .p t | www.gaim .p t