Brasil: cenário econômico 2011
Gustavo Loyola
Apresentação para
BANCO VOTORANTIM
São Vicente (SP), 09/11/2010
CENÁRIO INTERNACIONAL
• Economia mundial se encontra em recuperação, após crise financeira
• Desequilíbrios ainda persistem e dificultam o cresc...
 Queda forte nos países desenvolvidos
seguida de ligeira recuperação.
 Por outro lado, emergentes devem
manter ritmo aqu...
PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA
BRASIL MAIS RESISTENTE
• Sistema financeiro sólido e sofisticado
– Efeito da boa regulação financeira e da estabilidade
ma...
PERSPECTIVAS PARA 2011
• Há incentivos políticos para a manutenção da responsabilidade
macroeconômica.
• O principal risco...
• A confiança do consumidor voltou a atingir patamares recordes sustenta
o aumento de demanda.
Confiança do consumidor
Fon...
• Ocupação já está acima do nível pré-crise. Desaceleração nos últimos meses reflete
desaceleração da economia.
• Durante ...
• O rendimento nominal deve crescer
7,8% em 2010 e 8,1% em 2011.
• Já o rendimento real deve se
expandir 2,8% em 2010 e 20...
• Em julho, houve recuperação na margem (0,4%), após queda de 1,0% em junho. O
patamar é 10,0% acima de julho/09, e está -...
• Em julho as vendas cresceram 0,4%, após alta de 1,0% em junho. Patamar atual está
10,1% acima do mesmo mês do ano anteri...
 No primeiro trimestre economia cresceu 2,7%, com 1,2% de alta no segundo.
Para o ano projetamos alta de 7,2%, com altas ...
 PIB industrial puxa a
economia em 2010 (+11,2%)
 Agropecuária também tem
bom desempenho (+8,1%)
 Em 2011 comportamento...
• Nos primeiros cinco meses a inflação
foi alta (3,1%) por problemas pontuais
como transporte, alimentos e educação.
• Nos...
Expectativas - Inflação
• Expectativas de 2010 recuaram devido a inflação corrente baixa, mas este
movimento deve perder f...
• Na nossa percepção, fim do ciclo de alta de juros é prematura, dado que
desaceleração do crescimento e queda da inflação...
 2010 está pautado pela elevação das receitas, devido ao ciclo econômico positivo,
mas gastos continuam elevados.
 Super...
• Apesar do déficit em conta corrente, há sobras no balanço de pagamentos.
Banco Central compra os excedentes.
•Enfraqueci...
PERSPECTIVAS DE LONGO PRAZO
• Havendo preservação da responsabilidade macroeconômica, potencial
de crescimento da economia...
O GOVERNO DILMA
• CENÁRIO BÁSICO: repete as características do segundo
mandato de Lula:
– Manutenção das linhas gerais da ...
O FUTURO: RAZÕES PARA OTIMISMO
• Democracia consolidada
• Judiciário independente
• Imprensa livre e independente
• Instit...
23
Rua Estados Unidos, 498, 01427-000, São Paulo, SP
Tel 55-11 3052-3311, Fax 55-11-3884-9022
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  1. 1. Brasil: cenário econômico 2011 Gustavo Loyola Apresentação para BANCO VOTORANTIM São Vicente (SP), 09/11/2010
  2. 2. CENÁRIO INTERNACIONAL
  3. 3. • Economia mundial se encontra em recuperação, após crise financeira • Desequilíbrios ainda persistem e dificultam o crescimento nos próximos anos. – Países desenvolvidos (G-3) crescendo pouco e os emergentes crescendo acima da média. • Riscos mais sérios são: (1) aumento do protecionismo e da “guerra cambial”; (2) problemas bancários não resolvidos em alguns países desenvolvidos; (3) “default” soberano. • Dilemas dos governos: ajuste fiscal e reforma regulatória versus crescimento econômico no curto prazo. • Dificuldades políticas para adotar reformas nas áreas fiscal e financeira agravam os riscos. • Países emergentes devem continuar sendo os “motores” do crescimento no curto prazo, embora não imunes aos efeitos da crise mundial.
  4. 4.  Queda forte nos países desenvolvidos seguida de ligeira recuperação.  Por outro lado, emergentes devem manter ritmo aquecido. Durante a crise foram esses países que mantiveram grande parte da demanda.  Com estas previsões, o crescimento mundial este ano será mais forte e próximo à média histórica em 2011 e 2012. Fonte: FMI (*projeções Tendências) Cenário Mundial 2009 2010* 2011* 2012* 2013* EUA -2,4% 2,4% 2,5% 2,8% 3,0% Europa -4,0% 0,9% 1,5% 1,8% 2,0% Japão -5,2% 1,6% 1,8% 1,8% 1,9% 2009 2010* 2011* 2012* 2013* China 8,7% 9,5% 10,0% 9,5% 9,5% India 6,4% 6,4% 7,3% 7,6% 8,0% 2009 2010* 2011* 2012* 2013* Mundo -0,8% 3,4% 3,7% 3,9% 4,2%
  5. 5. PERSPECTIVAS DA ECONOMIA BRASILEIRA
  6. 6. BRASIL MAIS RESISTENTE • Sistema financeiro sólido e sofisticado – Efeito da boa regulação financeira e da estabilidade macroeconômica • Estabilidade macroeconômica – Câmbio flutuante – Banco Central autônomo – Responsabilidade fiscal (superávits primários) – Inflação baixa e sob controle – Capacidade de adotar políticas contracíclicas • Situação externa confortável – Reservas internacionais superiores à dívida externa – Déficit sustentável em conta-corrente
  7. 7. PERSPECTIVAS PARA 2011 • Há incentivos políticos para a manutenção da responsabilidade macroeconômica. • O principal risco a um cenário positivo é a má condução da política fiscal • O crescimento da economia volta ao potencial em 2011 (4,8%) • Emprego e renda real em alta: massa salarial cresce 5,3% em 2011 (6,5% em 2010) • Produção industrial: + 5,7 % (+ 11%% em 2010); vendas no varejo: + 5,0% em 2011 (+ 10,3% em 2010) • Taxa de câmbio relativamente estável, em termos reais. • Inflação acima da meta de 4,5%, mas ainda na banda de tolerância. • BC sinaliza manutenção dos juros em 10,75% até o final do ano. Novas altas necessárias em 2011. • Crédito continuará crescendo com força (PF: + 8,45 % e PJ: +5,4%, em 2011).
  8. 8. • A confiança do consumidor voltou a atingir patamares recordes sustenta o aumento de demanda. Confiança do consumidor Fonte: IBGE (projeção Tendências) ICC - FGV 90 95 100 105 110 115 120 125 set-05 nov-05 jan-06 mar-06 mai-06 jul-06 set-06 nov-06 jan-07 mar-07 mai-07 jul-07 set-07 nov-07 jan-08 mar-08 mai-08 jul-08 set-08 nov-08 jan-09 mar-09 mai-09 jul-09 set-09 nov-09 jan-10 mar-10 mai-10 jul-10 Pessimista Otimista
  9. 9. • Ocupação já está acima do nível pré-crise. Desaceleração nos últimos meses reflete desaceleração da economia. • Durante a crise, o desemprego subiu menos que o esperado pela estabilidade da População Economicamente Ativa (PEA). Em 2010, a recuperação do emprego veio com crescimento da PEA, limitando queda da taxa de desemprego. • Projetamos alta de 3,6% para a ocupação em 2010 e 2,5% em 2011. Para a taxa de desemprego projetamos 6,9% para 2010, 6,3% para 2011. Mercado de trabalho Fonte: IBGE (projeção Tendências) Taxa de desemprego - IBGE 5% 6% 7% 8% 9% 10% 11% 12% 13% 14% mar-03 set-03 mar-04 set-04 mar-05 set-05 mar-06 set-06 mar-07 set-07 mar-08 set-08 mar-09 set-09 mar-10 set-10 mar-11 set-11 P Número de Ocupados - Dados Dessazonalizados 20.000 20.500 21.000 21.500 22.000 22.500 23.000 jan/07 jul/07 jan/08 jul/08 jan/09 jul/09 jan/10 jul/10 jan/11 jul/11Projeções
  10. 10. • O rendimento nominal deve crescer 7,8% em 2010 e 8,1% em 2011. • Já o rendimento real deve se expandir 2,8% em 2010 e 2011. • A massa real de salários deve subir 6,5% em 2010 e 5,3% em 2011. Renda e Massa Fonte: IBGE (projeção Tendências) Renda Nominal (R$) 800 900 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1600 mar/02 set/02 mar/03 set/03 mar/04 set/04 mar/05 set/05 mar/06 set/06 mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 P Renda Real (R$) 1.150 1.200 1.250 1.300 1.350 1.400 1.450 1.500 mar/02 set/02 mar/03 set/03 mar/04 set/04 mar/05 set/05 mar/06 set/06 mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 P Massa salarial 90 100 110 120 130 140 150 mar/02 set/02 mar/03 set/03 mar/04 set/04 mar/05 set/05 mar/06 set/06 mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 P
  11. 11. • Em julho, houve recuperação na margem (0,4%), após queda de 1,0% em junho. O patamar é 10,0% acima de julho/09, e está -1,3% abaixo do patamar de setembro/08 (pré-crise) • O segundo trimestre cresceu 1,3%, após crescimento de 3,0% no primeiro trimestre. • Em termos de anuais, em 2009 houve queda de 7,4% na indústria, para 2010, projetamos +11,0%; e para 2011 +5,7%. Produção industrial Fonte: IBGE (projeção Tendências) Produção Industrial dessaz. 100 105 110 115 120 125 130 135 jan-04 jul-04 jan-05 jul-05 jan-06 jul-06 jan-07 jul-07 jan-08 jul-08 jan-09 jul-09 jan-10 jul-10 P Indústria Geral - (% YoY) -20% -15% -10% -5% 0% 5% 10% 15% 20% jan-04 mai-04 set-04 jan-05 mai-05 set-05 jan-06 mai-06 set-06 jan-07 mai-07 set-07 jan-08 mai-08 set-08 jan-09 mai-09 set-09 jan-10 mai-10 set-10 P
  12. 12. • Em julho as vendas cresceram 0,4%, após alta de 1,0% em junho. Patamar atual está 10,1% acima do mesmo mês do ano anterior e 12,7% acima de setembro/08. • Para 2010 projetamos alta de 10,3% e para 2011 alta de 5,0%, reflexo das boas condições no mercado de trabalho, do crédito e o alto patamar da confiança do consumidor. • Para 2011, alta nominal deve ser ao redor de 11,5% (contra 15,8% de 2010). Consumo Fonte: IBGE (projeção Tendências) Vendas no varejo (dessaz.) 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190 jan-00 jul-00 jan-01 jul-01 jan-02 jul-02 jan-03 jul-03 jan-04 jul-04 jan-05 jul-05 jan-06 jul-06 jan-07 jul-07 jan-08 jul-08 jan-09 jul-09 jan-10 jul-10 jan-11 jul-11 P Índice PMC Ampliado 90 110 130 150 170 190 jan-03 jan-04 jan-05 jan-06 jan-07 jan-08 jan-09 jan-10
  13. 13.  No primeiro trimestre economia cresceu 2,7%, com 1,2% de alta no segundo. Para o ano projetamos alta de 7,2%, com altas de 0,8% nos próximos trimestres.  Crescimento potencial do Brasil está entre 4% e 4,5%. Dinâmica atual leva a pressões inflacionárias. PIB Fonte: IBGE (projeção Tendências) PIB (%YoY) 3,2% 4,0% 6,1% 5,1% 7,2% 4,8% 5,7% -0,2%-1% 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011
  14. 14.  PIB industrial puxa a economia em 2010 (+11,2%)  Agropecuária também tem bom desempenho (+8,1%)  Em 2011 comportamento deve ser mais homogêneo PIB – Abertura Fonte: IBGE (projeção Tendências)  Investimentos são destaques em 2010 (+18,8%)  Consumo das Famílias (C) e do Governo (G) se sustentaram em crescimento mesmo em 2009  Consumo das Famílias cresce acima de 5% em 2010 e 2011 -6% -4% -2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% 12% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Agro Ind Serv -10% -5% 0% 5% 10% 15% 20% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 C G I
  15. 15. • Nos primeiros cinco meses a inflação foi alta (3,1%) por problemas pontuais como transporte, alimentos e educação. • Nos últimos três meses, a reversão da alimentação levou a inflação para zero. • Para o ano projetamos alta de 5,0%. • As expectativas de inflação exibiram trajetória de elevação, e superaram a meta. Agora, estão voltando a patamares mais baixos. • Projetamos convergência em direção ao centro da meta apenas em 2012. Inflação Fonte: IBGE (projeção Tendências) IPCA -0,2% 0,0% 0,2% 0,4% 0,6% 0,8% 1,0% jan-04 jul-04 jan-05 jul-05 jan-06 jul-06 jan-07 jul-07 jan-08 jul-08 jan-09 jul-09 jan-10 jul-10 -2% -1% 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 7% 8% 9% mensal 12 meses (eixo direito) P IPCA 5,7% 3,1% 4,5% 5,9% 4,3% 5,0% 5,2% 0% 1% 2% 3% 4% 5% 6% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 P
  16. 16. Expectativas - Inflação • Expectativas de 2010 recuaram devido a inflação corrente baixa, mas este movimento deve perder força ao longo das próximas semanas. • Expectativas de 2011 começaram a se deteriorar após sinalização do BC de fim do aperto monetário, dado que boa parte do mercado não concorda com o diagnóstico do BC. Movimento deve continuar. Fonte: Banco Central Focus 3,75 4,00 4,25 4,50 4,75 5,00 5,25 5,50 5,75 jan-08 mar-08 mai-08 jul-08 set-08 nov-08 jan-09 mar-09 mai-09 jul-09 set-09 nov-09 jan-10 mar-10 mai-10 jul-10 set-10 IPCA 2010 IPCA 2011 IPCA 2012 Focus - IPCA 2011 4.70 4.75 4.80 4.85 4.90 4.95 5.00 31-mar 14-abr 28-abr 12-mai 26-mai 9-jun 23-jun 7-jul 21-jul 4-ago 18-ago 1-set Mediana Média últimas reuniões do Copom
  17. 17. • Na nossa percepção, fim do ciclo de alta de juros é prematura, dado que desaceleração do crescimento e queda da inflação são temporários. • Retomada do crescimento elevará inflação e deteriorará expectativas, o que levará o BC a novos aumentos dos juros em 2011. Política monetária Fonte: Banco Central (projeção Tendências) Taxa de Juros - Selic 8,0% 8,5% 9,0% 9,5% 10,0% 10,5% 11,0% 11,5% 12,0% 12,5% 13,0% 13,5% 14,0% Jan-08 Mar- Abr-08 Jun-08 Jul-08 Set-08 Out-08 Dez-08 Jan-09 Mar- Abr-09 Jun-09 Jul-09 Set-09 Out-09 Dez-09 Jan-10 Mar- Abr-10 Jun-10 Jul-10 Set-10 Out-10 Dez-10 Jan-11 Mar- Abr-11 Jun-11 Jul-11 Set-11 Out-11 Dez-11 Reuniões Jan - 10 8,75% 0,00% Mar - 10 8,75% 0,00% Abr - 10 9,50% 0,75% Jun - 10 10,25% 0,75% Jul - 10 10,75% 0,50% Set - 10 10,75% 0,00% Out - 10 10,75% 0,00% Dez - 10 10,75% 0,00% Jan - 11 10,75% 0,00% Mar - 11 11,25% 0,50% Abr - 11 11,75% 0,50% Jun - 11 12,25% 0,50% Jul - 11 12,75% 0,50% Set - 11 12,75% 0,00% Out - 11 12,75% 0,00% Dez - 11 12,75% 0,00% Curva Tendências
  18. 18.  2010 está pautado pela elevação das receitas, devido ao ciclo econômico positivo, mas gastos continuam elevados.  Superávit primário do ano (3,3%) só será alcançado com os descontos dos investimentos do PAC.  Descolamento da dívida bruta em relação a dívida líquida é devido a capitalização do Tesouro no BNDES.  A partir de 2011, dependendo do próximo governo, pode haver um ajuste maior na questão fiscal. Política Fiscal Fonte: Banco Central (projeção Tendências) Resultados primário e nominal (%PIB) 3,9% 3,2% 3,4% 3,5% 2,1% 2,6% 2,8% 3,4% 3,5% 2,7% 1,9% 3,3% 2,6% 3,0% 0% 1% 2% 3% 4% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Superávit primário Déficit nominal P Dívida líquida do setor público (%PIB) 48,2% 47,0% 45,1% 38,4% 40,4% 39,7% 42,8% 30% 35% 40% 45% 50% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 P
  19. 19. • Apesar do déficit em conta corrente, há sobras no balanço de pagamentos. Banco Central compra os excedentes. •Enfraquecimento do dólar dos EUA, preços de “commodities” e arbitragem de juros explicam apreciação do câmbio nos últimos meses. • Câmbio deve seguir apreciado, atingindo cerca de R$ 1,80/US$ em 2011. • Medidas de controle têm efeitos apenas temporários Taxa de Câmbio Fonte: Banco Central (projeção Tendências) 1,0 1,2 1,4 1,6 1,8 2,0 2,2 2,4 jan/08 abr/08 jul/08 out/08 jan/09 abr/09 jul/09 out/09 jan/10 abr/10 jul/10 out/10 R$/US$
  20. 20. PERSPECTIVAS DE LONGO PRAZO • Havendo preservação da responsabilidade macroeconômica, potencial de crescimento da economia brasileira situa-se em torno de 4,5% aa. • Elevação da taxa de crescimento depende de reformas estruturais nos próximos anos. • Maior desafio é prover infraestrutura adequada ao crescimento e evitar “apagões” setoriais.
  21. 21. O GOVERNO DILMA • CENÁRIO BÁSICO: repete as características do segundo mandato de Lula: – Manutenção das linhas gerais da política macroeconômica; – Maior ingerência do Estado na economia. – Deterioração lenta do quadro fiscal. – Não há reformas. • CENÁRIO OTIMISTA: parecido com o primeiro mandato de Lula: – Maior conservadorismo fiscal. – Algumas reformas (menores) • CENÁRIO PESSIMISTA: a responsabilidade macroeconômica acaba comprometida.
  22. 22. O FUTURO: RAZÕES PARA OTIMISMO • Democracia consolidada • Judiciário independente • Imprensa livre e independente • Instituições econômicas fortes • Sociedade intolerante à inflação. Pobres votam • Controles sociais: voto + disciplina de mercado • Longa transição. Novo convive com o velho. Risco de perdas de oportunidade • Muito a resolver, mas há razões para otimismo
  23. 23. 23 Rua Estados Unidos, 498, 01427-000, São Paulo, SP Tel 55-11 3052-3311, Fax 55-11-3884-9022 tendencias@tendencias.com.br www.tendencias.com.br

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