Ficha de leitura o sétimo selo - josé rodrigues dos santos
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    Ficha de leitura o sétimo selo - josé rodrigues dos santos Ficha de leitura o sétimo selo - josé rodrigues dos santos Document Transcript

    • -203835281305Ficha de Leitura<br />Nome do autor: José Rodrigues dos Santos<br />Título: O Sétimo Selo<br />Editor: Gradiva Publicações<br />Local e data: Lisboa, Outubro de 2007<br />Informações sobre o autor: <br />José António Afonso Rodrigues dos Santos é um jornalista, escritor e professor de Ciências da Comunicação que é natural da Beira, Cidade da Beira, na antiga colónia de Moçambique, onde nasceu a 1 de Abril de 1964. Mudou-se ainda muito novo para a cidade de Tete, onde permaneceu até aos 9 anos de idade, convivendo com toda a Guerra Colonial. Como na sua infância/juventude, passou por isso e muito mais, o seu segundo romance, "A Filha do Capitão", é intitulado na 1.º Guerra Mundial e na Guerra Colonial de África. Durante a adolescência e, após a separação dos pais, foi viver com a mãe para Lisboa. Mas devido às dificuldades económicas da mãe, esta levou-o a ir viver com o pai, em Penafiel. <br />Em 1981, aos 17 anos, o jovem José Rodrigues dos Santos iniciou-se verdadeiramente no Jornalismo, ao serviço da Rádio Macau (em Macau). Doutorou-se em Ciências da Comunicação com uma tese sobre reportagem de guerra. Depois de se licenciar em Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa, em 1987 foi trabalhar para a BBC em Londres e voltou a Portugal em 1990, integrando a RTP. De 1993 a 2001 foi colaborador da CNN. Actualmente é Director de Informação da RTP e apresentador do Telejornal. <br />O jornalista e escritor ganhou vários prémios académicos e jornalísticos: Prémio Ensaio, do Clube Português de Imprensa, em 1986; American Club of Lisbon Award for Academic Merit, do American Club of Lisbon em 1987; Grande Prémio de Jornalismo, do Clube Português de Imprensa, em 1994. Internacionalmente, venceu três prémios da CNN: o Best News Breaking Story of the Year, em 1994, pela história “Huambo Battle”; o Best News Story of the Year for the Sunday, em 1998, pela reportagem “Albania Bunkers”; e o Contributor Achievement Award, em 2000, pelo conjunto do seu trabalho.<br />Outras obras do autor: Comunicação, Difusão Cultural (1992); Crónicas de Guerra I - Da Crimeia a Dachau (2001); Crónicas de Guerra II - De Saigão a Bagdade (2002); A Verdade da Guerra (2002); “O Codex 632”  (2005); “A Fórmula de Deus”  (2006); “A Ilha das Trevas”  (2007); “O Sétimo Selo”  (2007); “A Vida num Sopro” (2008); “Fúria Divina”  (2009); “Conversas de Escritores”  (2010); “O Anjo Branco”  (2010)<br />Citações: “Os homens acham que o mundo é inerte e está aqui para ser explorado. Não é e não está. O problema dos homens é que perderam o respeito pela Mãe Terra e isso condena-nos a todo.” (Filipe); “Não há finais felizes, reflectiu de si para si. Todos temos um sétimo selo para quebrar, um destino à nossa espera, um apocalipse no fim da linha. Por mais êxitos que somemos, por mais triunfos que alcancemos, por mais conquistas que façamos, para a última estação está-nos sempre reservada uma derrota. Se tivermos sorte e nos esforçarmos por isso, a vida até pode correr bem e ser uma incrível sucessão de momentos felizes, mas no fim, faça-se o que se fizer, tente-se o que se tentar, diga-se o que se disser, aguarda-nos sempre uma derrota, a mais final e absoluta de todas elas” (Tomás)<br />Comentário: Foi a primeira vez que li um livro do escritor português José Rodrigues dos Santos e no geral gostei. Durante a leitura do Sétimo Selo somos alertados para os problemas do aquecimento global e, na minha opinião, acho que esta parte está muito bem explicada e consegue realmente ter algum efeito na consciência das pessoas. No entanto, existem algumas partes do livro que eu achei um pouco aborrecidas, nomeadamente quando se trata de explicar o assunto do petróleo. Ainda assim aconselho toda a gente a ler o Sétimo Selo pois ele consegue dar-nos muito em termos culturais e avivar (ou despertar!) a nossa consciência ecológica.<br />Resumo: <br /> A história começa quando Tomás de Noronha, professor de História da Universidade de Lisboa e também criptólogo (especialista na ciência que estuda as mensagens em cifras), é contactado pela Interpol. Tomás encontra-se com Orlov, que pertencia à Interpol, e este explica-lhe que dois cientistas foram mortos e que junto dos seus corpos foi deixado um papel com o número 666 – “número da besta” -, e que é por causa desse enigma que ele foi contactado de forma a resolvê-lo. Ainda durante a conversa, o professor de história fica a saber que um colega seu do liceu, o Filipe, é suspeito dos crimes mas que ninguém sabe do seu paradeiro. Depois de saber dos acontecimentos, Tomás decide deixar uma mensagem endereçada a Filipe no site dos velhos alunos do liceu e, mais tarde acaba por receber uma resposta. Nessa mensagem enviada por Filipe, este marca um encontro com Filipe mas pede-lhe que não conte a ninguém desse tal encontro. Assim faz Tomás.<br /> Entretanto o criptólogo viaja até à Rússia e aí conhece uma amiga de Filipe, que o irá levar até ele. Para isso acontecer eles terão de viajar durante alguns dias e finalmente chegam ao destino, à Sibéria. Aí Tomás fica a saber que não foi Filipe quem matou os dois cientistas; e este ainda lhe conta tudo o que se passa: os cientistas mortos, outro cientista inglês e ele próprio estavam envolvidos numa pesquisa que devido às suas grandes descobertas poderiam arruinar o negócio do petróleo. E, por causa disso, foram essas pessoas ligadas a essa área que tinham morto os outros cientistas do grupo, que já não conseguiram fugir e “desaparecer do mapa” tal como Filipe e o inglês.<br /> Na Sibéria, Tomás, Filipe e a rapariga russa são perseguidos pelos assassinos ligados às duas outras mortes e, a rapariga acaba mesmo por ser morta. No entanto Filipe foge e Tomás volta para Portugal sem saber onde está o amigo. Mais tarde o professor de história é novamente contactado por Filipe e combinam encontrar-se na Austrália. Já nesse país Tomás conhece o cientista inglês e, é já na casa deste que são surpreendidos pelos assassinos (entre eles Orlov, que afinal não pertencia à Interpol e que sempre tinha mentido) quando o cientista mostrava a Tomás o que afinal tinha descoberto - uma energia alternativa não poluente com base na água e no hidrogénio. Filipe como já suspeitava que tudo aquilo iria acontecer e que iriam ser seguidos pelos assassinos, elaborou um plano com a polícia e no final eles foram capturados.<br />