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Crença verdadeira justificada - filosofia
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Crença verdadeira justificada - filosofia

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Transcript

  • 1. CONHECIMENTO<br />CRENÇA VERDADEIRA JUSTIFICADA<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />Escola E.B. 2,3/s de Mora<br />
  • 2. Elementos constitutivos do conhecimento<br /> Crença– convicção; opinião; acreditar em algo<br />Conhecimento e verdade – Factividade (remeter para factos)<br />NENHUMA crença falsa pode ser conhecimento<br />Proposições<br />Verdadeiras<br />Falsas<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 3. O conhecimento é FACTIVO<br />6<br />Só se pode conhecer o que é VERDADEIRO<br />(aquilo que de facto acontece)<br />A VERDADE é uma condição necessária para o conhecimento.<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 4. Crença e ilusão<br />Saber realmente algo <br />≠<br />pensar que se sabe algo<br />A verdadeou falsidadede uma crença depende de algo exterior à crença<br />ou seja,<br />depende dos factos<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 5. Crença e conhecimento*<br />Como já vimos…<br />Para haver conhecimento, é necessário que uma pessoa acredite em algo e que este algo seja verdadeiro.<br />MAS<br />Não há conhecimento ---------- &gt; coincidência ou sorte<br />Eu sabia que ia ganhar!!<br />A crença verdadeira não é suficiente para o conhecimento.<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 6. Conhecimento e justificação<br />É necessário uma justificação que comprove a verdade da crença<br />6<br />Têm de haver boas razões que suportem a verdade da crença.<br />A JUSTIFICAÇÃO é uma condição necessária para o conhecimento<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 7. Justificar e ter justificação<br />Não é necessário que se saiba explicar correctamente quais as razões da justificação. <br />Conhecimento a priori<br />O que importa é que haja uma justificação que torne válida a crença!<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 8. Justificação e verdade<br /> A existência de justificação para acreditar em algo não garante a verdade da crença, simplesmente mostra que há boas razões a seu favor.<br /> Assim, também podemos não ter justificação para acreditar em certas verdades.<br />Existência de fantasmas - não há boas razões para acreditar nisso, mesmo que seja verdade. <br />A crença justificada não é suficientepara o conhecimento.<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 9. CONHECIMENTO como CRENÇA VERDADEIRA JUSTIFICADA<br />Cada uma das condições - crença, verdade e justificação - é necessária, mas não suficiente, para a existência de conhecimento. <br />Mas,<br /> uma condição necessária e suficiente para haver conhecimento é ter uma crença verdadeira justificada.<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 10. Ssabe que P se, e só se, <br /> - Sacredita que P.<br /> - P é verdadeira.<br /> - S tem uma justificação para acreditar que P. <br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 11. Discussão/Debate:<br />Platão, no diálogo Ménon, coloca-nos o seguinte dilema: «Não compete a uma pessoa investigar o que sabe nem o que não sabe. Não investiga o que sabe, pois já o conhece. E para tal não há necessidade alguma de investigação. E também não investigaria o que não conhece, pois não sabe o que vai investigar.»Será este um dilema genuíno? Porquê?<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />
  • 12. Não.<br />Tanto se pode investigar o que se sabe – pois podemos saber sem saber que o sabemos – como o que não se sabe – pois apesar de não se saber, sabe-se o que se quer saber.<br />Ana Margarida Pinto, nº2 11ºA<br />

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