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  • 1. Distinção entre :
    Vila do Conde
    e
    Póvoa do Varzim
  • 2. Introdução
    Neste trabalho propomo-nos apresentar os vários monumentos de cada localidade em estudo.
  • 3. Póvoa do Varzim
    Cego do Maio
    • Cego do Maio arriscou a sua vida dezenas de vezes restituindo-a aos seus companheiros e a tantos outros náufragos.
    • 4. As suas proezas heróicas mereceram, entre outras, o maior galardão nacional: o Colar da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, insígnia que lhe foi colocada pessoalmente pelo Rei D. Luís I.
    • 5. Monumento situado no Passeio Alegre, inaugurado em 1909 e construído por iniciativa dos poveiros no Brasil.
    • 6. Homenagem ao heróico pescador José Rodrigues Maio nascido em 1817 e falecido a 1884.
  • Póvoa do Varzim
    Igreja românica de S. Pedro de Rates (Séc. XII/XIII )
    • Este templo teve na sua origem uma capela modesta da época da Reconquista.
    • 7. É um apreciável exemplo do estilo românico do nosso país.
    • 8. De construção pesada, feita de granito, tem poucas aberturas, uma delas, a rosácea, na parte superior da fachada.
  • Póvoa do Varzim
    Aqueduto (Séc. XVIII - Monumento Nacional)
    • Construção de 999 arcos que transportava a água das nascentes de Terroso para o mosteiro de Santa Clara de Vila do Conde. Construído de 1705 a 1714, atravessa as freguesias de Beiriz e Argivai.
  • Póvoa do Varzim
    Igreja Matriz (Séc. XVIII - Imóvel de Interesse Público)
    • Construção iniciada em 1743 e terminada em 1757, este é o templo mais antigo e significativo da cidade e marca a consolidação do crescimento do povoado.
    • 9. Esta igreja barroca ostenta, nos seus vários altares, uma talha dourada "Rocaille" impressionantemente rica.
  • Póvoa do Varzim
    Paços do Concelho
    • A arcada da frontaria, desenhada em 1790-91 pelo Engº francês Reinaldo Oudinot, sugere a estrutura arquitectónica e decorativa da Feitoria Inglesa do Porto.
    • 10. Inaugurada em 28 de Dezembro de 1807, sofreu, entre 1908-10, profundas obras de ampliação e decoração orientadas pelo etnólogo Rocha Peixoto e pelo pintor belga Joseph Bialman: torre e azulejamento interior e exterior do edifício.
  • Póvoa do Varzim
    Cividade de Terroso
    • Situa-se numa elevação com cerca de 153 m de altitude, onde se regista um longo período de ocupação (800/700 a.C. - séc. III d.C. ) e que forneceu já importantes elementos de estudo para a história dos povos castrejos e da implantação romana.
    • 11. A sua descoberta e escavação deu-se nos inícios do século XX pela mão de Rocha Peixoto e, desde 1980.
    • 12. No Museu Municipal existe um "Núcleo de Arqueologia" onde está em exposição o espólio mais significativo desta estação arqueológica.
  • Póvoa do Varzim
    Monte de S. Félix
    • Este é o ponto mais elevado da serra de Rates, 202 m de altura.
    • 13. Ponto panorâmico privilegiado, daqui se pode observar toda a região e notar-se a sua diversidade marítima, campesiana e urbana.
    • 14. Aí estão instalados moinhos, alguns deles convertidos em residência de férias, a capela de S. Félix e a Estalagem do mesmo nome.
  • Póvoa do Varzim
    Campos Masseira
    • Forma inteligente de aproveitamento das dunas onde, em pequenas explorações, praticando-se uma cultura intensiva, se obtêm excelentes produções hortícolas.
    • 15. Na zona de Aguçadoura e Estela, os agricultores cavaram as dunas até próximo do nível freático (lençol de água) - o que permite um grau de humidade mais ou menos constante ao longo do ano.
    • 16. Nos valados, cultiva-se a vinha.
    • 17. Com este rebaixamento de reforçada
    por sebes, de que resulta um aumento
    térmico. Estes dois factores aliado
    (humidade e temperatura) fazem com que
    funcionem como uma espécie de estufa.
  • 18. Póvoa do Varzim
    • É numa belíssima construção clássica, inaugurada em 1934, e concebida de raiz para a função que ainda hoje desempenha: espaço privilegiado de convívio e diversão, onde o jogo se associa à alegria dos espectáculos diários.
  • Póvoa do Varzim
    Elísio da Nova
    • Monumento importante situado no largo do mesmo nome, inaugurado em 1963 construído pelo Clube Naval Povoense e pelo poveiro Rui Calafate.
    • 19. Elisio da Costa foi telegrafista da caça minas "Augusto de Castillo", morreu no seu posto de trabalho durante a guerra de 1914/18.
    • 20. Elísio da Nova é para as gentes da Póvoa um símbolo de coragem e abnegação, cuja origem mergulha na vida dos seus irmãos pescadores, protagonistas da "história trágico-marítima dos poveiros".
  • Póvoa do Varzim
    Pelourinho de Rates ( Séc.xvi - Monumento Nacional ) e Antigos Paços do Concelho de Rates (1755)
    • Elementos simbólicos da autonomia administrativa que Rates manteve até 1836. Povoado antigo, S. Pedro de Rates era sulcado por importantes eixos viários (estrada romana, caminho de Santiago; ligações ao Porto, Viana, Braga, etc).
  • Póvoa do Varzim
    Nª Srª das DoresCapela de (Séc. XVIII - Imóvel de Interesse Público)
    • Este templo, de formato pentagonal e estilo barroco, data dos finais do séc. XVIII, embora só em 1866 tenha adquirido o aspecto actual com a conclusão das 6 pequenas capelas circundantes.
    • 21. Representadas por esculturas de tamanho natural, estão aqui ilustradas seis dores de Nossa Senhora, estando a sétima no próprio altar-mor.
  • Vila do Conde
    Igreja do Convento de Santa Clara e Túmulos dos Fundadores
    • O início das obras deste monumento religioso de características góticas, manuelinas, barrocas e rococó, verificou-se em 1318.
    • 22. De assinalar também a Capela dos Fundadores, onde se encontram os seus túmulos, de estilo manuelino e o órgão rococó
  • Vila do Conde
    Igreja Matriz de Vila do Conde
    • Edifício tardo-gótico com elementos manuelinos, barrocos, neo-góticos, apresenta planta em cruz latina com três naves, transepto (com duas capelas) e cabeceira salientes.
    • 23. A sua construção, de quinhentos, sofreu um impulso fundamental com a passagem de D. Manuel por Vila do Conde, em 1502, que definiu o traçado da planta, atribuiu um subsídio e criou um imposto para a mesma.
  • Vila do Conde
    Aqueduto de Vila do Conde
    • Inicialmente formado por 999 arcos, com cerca de 4 Km, é o segundo aqueduto mais extenso de Portugal.
    • 24. Este canal artificial foi construído entre 1705 e 1714, desde o Convento de Santa Clara até à nascente (Terroso, Póvoa de Varzim), com o objectivo de levar água até ao chafariz do Mosteiro, através da sua arcatura.
     
  • 25. Vila do Conde
    Igreja Matriz de Azurara
    • Construída no século XVI, apresenta planta longitudinal, de três naves com diferentes alturas e capela-mor rectangular.
    • 26. A fachada principal é ladeada por uma robusta torre rectangular e o pórtico manuelino é constituído por um arco de moldura lavrada e ladeado por colunas em espiral.
    • 27. No interior a cobertura de madeira das naves é moderna.
    • 28. De salientar o revestimento azulejar, o retábulo-mor em talha, as pinturas do século XVII e as siglas nas lages do pavimento interior, que se julga terem sido de pescadores azurarenses.
  • Vila do Conde
    Pelourinho
    • Mandado construir por deliberação camarária em 1538, encontra-se assente numa base octogonal.
    • 29. O fuste é torcido em forma de corda, bem ao estilo manuelino.
    • 30. Possui o brasão real no capitel.
    • 31. Nas faces do pedestal do pelourinho há legendas inscritas alusivas às suas diversas localizações na cidade.
    • 32. Construído para simbolizar a jurisdição municipal.
  • Vila do Conde
    Igreja Românica de S. Cristóvão de Rio Mau
    • Edifício de estilo românico, construído no século XII, é composto por nave e abside de planta rectangular.
    • 33. A fachada principal apresenta o portal, encimado por uma cruz dos Templários.
    • 34. No interior, a nave é coberta por tecto de madeira curva enquanto a cabeceira apresenta abóbada de berço, com restos de decoração vegetalista.
  • Vila do Conde
    • Museus:
    • 35. Casa de José Régio;
    • 36. Museu das Rendas de Bilros;
    • 37. Alfândega Régia-Museu da Construção Naval-Nau Quinhentista;
    • 38. Museu dos Bombeiros;
    • 39. Centro de Ciência Viva;
    • 40. Museu de Arte Sacra;
    • 41. Museu das Cinzas;
    • 42. Museu do Mar;
    • 43. Museu da Cooperativa Agrícola;
    • 44. Centro de Memória.
  • Conclusão
    Com este trabalho podemos conhecer vários pontos históricos de cada uma das regiões e ficar a perceber melhor o que significa cada um dos monumentos para a cidade.