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<ul><li>Este poema  é uma boa chance  pra você ficar calado.  Nada soa  além do silêncio  desta partitura.  Uma palavra  c...
 
<ul><li>“ ...a poesia de Ricardo Silvestrin pulsa em estado líquido. (...) Em nossa tradição poética predominam os sólidos...
MINI BIOGRAFIA
<ul><li>Poeta, escritor e músico brasileiro, Ricardo Silvestrin  </li></ul><ul><li>nasceu em Porto Alegre, no dia 17 de ma...
<ul><li>BIBLIOGRAFIA </li></ul>
<ul><li>2009:  O videogame do rei   (romance, ed. Record)  </li></ul><ul><li>2009:  A moda genética   (poesia infantil, ed...
ALGUMA POESIA
<ul><ul><li>outro outono  </li></ul></ul><ul><ul><li>no chão entre as folhas  </li></ul></ul><ul><ul><li>sonhos do verão <...
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<ul><li>não mais que a beleza de um artista que faz o que quer porque sabe fazer o que quer não mais que a indiferença do ...
ENTREVISTA
Quanto ao seu trabalho, Silvestrin dá especial atenção aos versos curtos, devido ao seu ritmo particular. Perguntado sobre...
<ul><li>Quanto ao verso, esse nasceu como imitação da fala. Portanto, Silvestrin afirma que a frase veio depois do verso. ...
REFERÊNCIAS <ul><li>Site autor: </li></ul><ul><li>www.ricardosilvestrin.com.br </li></ul><ul><li>Wikipedia: </li></ul><ul>...
APRESENTAÇÃO <ul><li>Angela Mendez </li></ul><ul><li>Valeska Ghidini </li></ul>
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Ricardo Silvestrin

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Literatura Contemporânea. Apresentação Angela Francisca Mendez de Oliveira.

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  • Oi, Angela. Legal a divulgação. Só um reparo: quem falou o que está no item 3 sobre a minha poesia foi o poeta e crítico Ronald Augusto, na orelha do meu livro ex,Peri,mental, não o Fabrício - o comentário do Carpinejar foi outro e sobre o É tudo invenção. Tudo isso está no meu site: www.ricardosilvestrin.com.br
    Abraço!
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  1. 1. <ul><li>Este poema é uma boa chance pra você ficar calado. Nada soa além do silêncio desta partitura. Uma palavra como esta dançando na sua cabeça. Nenhuma outra lei além da leitura. </li></ul><ul><li>(O menos vendido) </li></ul>
  2. 3. <ul><li>“ ...a poesia de Ricardo Silvestrin pulsa em estado líquido. (...) Em nossa tradição poética predominam os sólidos e gasosos. Por isso me derreto diante da beleza não regulamentada da sua poesia: um chega-pra-lá naquele antagonismo. Poesia que não traz conhecimento, não produz saber, nem resolve enigmas. Ela nunca permanece no lugar onde até há pouco a deixamos. Vazante socrática. (...) Não há poeta mais inteligente do que ele no território ignoto da invenção verbal contemporânea. ” </li></ul><ul><li>Fabrício Carpinejar (Site da ed. Ática, resenha sobre o livro infantil É tudo invenção) </li></ul>
  3. 4. MINI BIOGRAFIA
  4. 5. <ul><li>Poeta, escritor e músico brasileiro, Ricardo Silvestrin </li></ul><ul><li>nasceu em Porto Alegre, no dia 17 de maio de 1963. </li></ul><ul><li>Formou-se em Letras pela UFRGS em 1985, mesmo ano em </li></ul><ul><li>que publicou seu primeiro livro de poemas, &quot;Viagem dos </li></ul><ul><li>olhos&quot;, pela editora Coolírica. </li></ul><ul><li>Desde então, Silvestrin teve 12 obras de poesia editadas, </li></ul><ul><li>muitas delas dedicadas ao público infantil. Ganhou 5 vezes o </li></ul><ul><li>Prêmio Açorianos de Literatura, como poeta (1995 e 2007), </li></ul><ul><li>autor de livro infantil (1998), editor (editora Ameopoema, </li></ul><ul><li>2005) e destaque de mídia (pelo programa de rádio </li></ul><ul><li>&quot;Transmissão de pensamento&quot;, 2008). </li></ul>
  5. 6. <ul><li>BIBLIOGRAFIA </li></ul>
  6. 7. <ul><li>2009: O videogame do rei (romance, ed. Record) </li></ul><ul><li>2009: A moda genética (poesia infantil, ed. Ática) </li></ul><ul><li>2008: Transpoemas (poesia infantil, ed. Cosac Naify) </li></ul><ul><li>2008: Play (contos, ed. Record) </li></ul><ul><li>2006: O menos vendido (poesia, ed. Nankin) </li></ul><ul><li>2005: Mmmmmonstros ! (poesia infantil, ed. Salamandra) </li></ul><ul><li>2004: ex, Peri, mental (poesia, ed. Ameopoema) </li></ul><ul><li>2003: É tudo invenção (poesia infantil, ed. Ática) </li></ul><ul><li>1998: Pequenas observações sobre a vida em outros planetas </li></ul><ul><li>(poesia infantil, ed. Projeto) (reed. em 2004 pela ed. Salamandra) </li></ul><ul><li>1995: Palavra mágica (poesia, Ed. Massao Ohno) </li></ul><ul><li>1992: Quase eu (poesia, coleção Petit Poa, SMC) </li></ul><ul><li>1988: O Baú do Gogó (poesia infantil, ed. Sulina) </li></ul><ul><li>1988: Bashô um santo em mim (haicais, ed. Tchê) </li></ul><ul><li>1985: Viagem dos olhos (poesia, ed. Coolírica) </li></ul>
  7. 8. ALGUMA POESIA
  8. 9. <ul><ul><li>outro outono </li></ul></ul><ul><ul><li>no chão entre as folhas </li></ul></ul><ul><ul><li>sonhos do verão </li></ul></ul><ul><ul><li>**** </li></ul></ul><ul><li>conviver viver con tigo é andar digo estar por ora fora de perigo **** </li></ul><ul><li>na rua da praia todo olhar com vida a mar </li></ul>
  9. 10. <ul><li>um dia o espelho me devolverá um velho tomara que eu valha o tempo que o tempo levou no trabalho de esculpir a minha cara um dia o espelho me devolverá o vazio quem sabe eu já esteja morrendo de frio e quem chegar perto pra ver se respiro vai ver pelas marcas que virei um vampiro </li></ul><ul><li>(Palavra Mágica - 5) </li></ul>
  10. 11. <ul><li>não mais que a beleza de um artista que faz o que quer porque sabe fazer o que quer não mais que a indiferença do tempo transformando tudo em passado até a grandeza não mais que o afeto por coisas idéias bichos pessoas dado de graça não mais que o ficar em silêncio na beira da praia com os olhos abertos não mais que o respeito pela palavra mesmo que ela seja usada contra você e é (Quase eu - 4) </li></ul>
  11. 12. ENTREVISTA
  12. 13. Quanto ao seu trabalho, Silvestrin dá especial atenção aos versos curtos, devido ao seu ritmo particular. Perguntado sobre a influência dos breves hai kais japoneses em sua obra, ele diz que o contato com essa literatura foi posterior aos seus primeiros trabalhos. A licença poética foi outro tópico abordado. &quot;Uma questão extensa de dois pés&quot;, disse Silvestrin, lançando em seguida dois questionamentos: &quot;o que é padrão culto?&quot; e &quot;o que é verso e o que é frase?&quot;. Para ele, a questão de licença poética não existe para o artista. O que existe é o trabalho sobre o inesperado de sentido, de som e de desenho da palavra .
  13. 14. <ul><li>Quanto ao verso, esse nasceu como imitação da fala. Portanto, Silvestrin afirma que a frase veio depois do verso. &quot;O verso é critério de ouvido, de ritmos&quot;, disse. E só quando foi transcrito para o papel ele se tornou desenho, explorado em seus aspectos gráficos e estéticos . </li></ul><ul><li>Trechos de entrevista da Folha On Line- Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u589650.shtml </li></ul>
  14. 15. REFERÊNCIAS <ul><li>Site autor: </li></ul><ul><li>www.ricardosilvestrin.com.br </li></ul><ul><li>Wikipedia: </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Silvestrin </li></ul><ul><li>Editora: </li></ul><ul><li>http://editora.cosacnaify.com.br/ObraEntrevista/10968/23/Transpoemas.aspx </li></ul><ul><li>Folha On Line: </li></ul><ul><li>http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u589650.shtml </li></ul>
  15. 16. APRESENTAÇÃO <ul><li>Angela Mendez </li></ul><ul><li>Valeska Ghidini </li></ul>
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