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Plantas aromáticas colegio venecia
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  • 1. PLANTAS AROMATICAS COLEGIO VENECIA NATALY ALFONSO BAQUERO COLEGIO VENECIA I.E.D. PROYECTO EMF PROYECTOS, 1101 J.T. BOGOTÁ D.C. 2013
  • 2. PLANTAS AROMATICAS COLEGIO VENECIA NATALY ALFONSO BAQUERO Trabajo final Profesor Sergio Quintero Administrador de empresas COLEGIO VENECIA I.E.D. PROYECTO EMF PROYECTOS, 1101 J.T. BOGOTÁ D.C. 2013
  • 3. NOTA DE ACEPTACIÓN Agradezco a mis Padres y a mis hermanos quienes con su apoyo incondicional hicieron posible la realización del proyecto, agradezco también a mis profesores quienes con su guía se logro llevar a cabalidad la elaboración y ejecución del proyecto __________________________________ Presidente del Jurado __________________________________ Jurado __________________________________ Jurado
  • 4. Contenido INTRODUCCIÓN ................................................................................................................................... 8 1. PREGUNTA PROBLEMA ............................................................................................................... 9 2. OBJETIVOS: ................................................................................................................................ 10 2.1 General: ................................................................................................................................... 10 2.2 Específicos: .............................................................................................................................. 10 3. PROPÓSITO DEL PROYECTO ...................................................................................................... 11 4. METODOLOGÍA INVESTIGATIVA ............................................................................................... 12 5. MARCO TEÓRICO ....................................................................................................................... 13 6. PLANTAS AROMÁTICAS ............................................................................................................. 14 6.1 6.2 TREPADORAS ..................................................................................................................... 17 6.3 ÁRBOLES ............................................................................................................................ 18 6.4 CONÍFERAS (FOLLAJE AROMÁTICO) .................................................................................. 19 6.5 HERBÁCEAS ....................................................................................................................... 20 6.6 7 ARBUSTOS ......................................................................................................................... 15 BULBOSAS.......................................................................................................................... 22 ARBOLES DE COLOMBIA AROMÁTICOS..................................................................................... 23 7.1 ACACIAS ................................................................................................................................... 23 7.1.1 Acacia baileyana ............................................................................................................... 23 7.1.3 Acacia longifolia ............................................................................................................... 24 7.1.4 Acacia melanoxylon.......................................................................................................... 24 7.1.5 Acacia Retinodes .............................................................................................................. 24 7.1.6 Acacia verticillata ............................................................................................................. 25 7.2 SPARTIUM JUNCEUM ....................................................................................................... 26 7.3 CITISO - CYTISUS ................................................................................................................ 27 8. PLANTAS AROMÁTICAS MEDICINALES EN COLOMBIA .................................................................. 28 8.1 AJENJO: .................................................................................................................................... 28 8.2 AJO........................................................................................................................................... 29 8.3 ALBAHACA ............................................................................................................................... 30
  • 5. 8.4 CALÉNDULA ............................................................................................................................. 31 8.5 EUCALIPTO .............................................................................................................................. 33 8.6 HAMAMELIS ............................................................................................................................ 35 8.7 MANZANILLA ........................................................................................................................... 36 8.8 MARRUBIO BLANCO ................................................................................................................ 37 8.9MEJORANA ............................................................................................................................... 38 8.10MENTA ................................................................................................................................... 39 8.11. MILENRAMA ......................................................................................................................... 40 8.12. SALVIA .................................................................................................................................. 41 8.13. SAUCO .................................................................................................................................. 42 8.14. VIOLETA ................................................................................................................................ 43 8.15. YERBABUENA........................................................................................................................ 44 9. PLANTAS DEL INTERIOR ................................................................................................................. 45 9.1 Elección de la planta................................................................................................................ 45 9.1.1 ¿Cómo escoger una planta de interior? ........................................................................... 45 9.1.2 Detectar plagas y tallos podridos ..................................................................................... 45 9.1.3 Cultivos de bulbos en el interior ...................................................................................... 45 9.2 LUZ Y HUMEDAD ..................................................................................................................... 46 9.2.1 Plantas de interior ............................................................................................................ 46 9.2.2 Intensidad de la luz .......................................................................................................... 46 9.2.3 Rotación de las plantas .................................................................................................... 46 9.2.4 Control de la temperatura ............................................................................................... 46 9.2.5 Evitar quemaduras ........................................................................................................... 46 9.2.6 ¿Por qué la luz filtrada? .................................................................................................... 47 9.2.7 Plantas que necesitan sol ................................................................................................. 47 9.2.8 Plantas que necesitan sombra ......................................................................................... 47 9.2.9 Planas para una atmosfera seca....................................................................................... 48 9.2.10 Humedad deficiente ....................................................................................................... 48 9.2.11 Como aumentar la humedad ......................................................................................... 49 9.2.12 Plantas de mucha humedad ........................................................................................... 49 9.3 INSTRUCCIONES DE RIEGO ...................................................................................................... 50 9.3.1 Cantidad de agua.............................................................................................................. 50
  • 6. 9.3.2 Saber cuándo regar .......................................................................................................... 51 9.3.3 Temperatura del agua ...................................................................................................... 51 9.3.4 Tipo de agua ..................................................................................................................... 51 9.3.5 Riego por arriba ................................................................................................................ 51 9.3.6 Riego de las plantas por abajo ......................................................................................... 52 9.3.7 Riego insuficiente ............................................................................................................. 52 9.3.8 Riego excesivo .................................................................................................................. 52 9.3.9 Revivir una planta reseca ................................................................................................. 52 9.3.10 Riego en invierno............................................................................................................ 53 9.3.11 Alfombrilla capilar .......................................................................................................... 53 9.3.12 Bolsas de plástico ........................................................................................................... 53 9.4 ABONO DE LAS PLANTAS ......................................................................................................... 54 9.4.1 ¿Por qué abono? .............................................................................................................. 54 9.4.2 Reconocer una planta hambrienta................................................................................... 54 9.4.3 Nutrición excesiva ............................................................................................................ 54 9.4.4 Elección de un buen fertilizante ....................................................................................... 55 9.4.5 Fertilizante liquido............................................................................................................ 55 9.4.6 Fertilizante de absorción gradual ..................................................................................... 55 9.5 PLANTAR Y TRASPLANTAR ....................................................................................................... 56 9.5.1 Tiestos y platos ................................................................................................................. 56 9.5.2 Preparar tiestos ................................................................................................................ 56 9.5.3 Proporcionar buen drenaje .............................................................................................. 56 9.5.4 Horquillas y paletas .......................................................................................................... 56 9.5.5 Mezclas de sustratos ........................................................................................................ 57 9.5.6 Extraer una planta pequeña ............................................................................................. 57 9.5.7 Extraer una planta grande ................................................................................................ 57 9.5.8 Manipular una planta espinosa ........................................................................................ 58 9.5.9 Trasplantar ....................................................................................................................... 58 9.5.10 Replantar ........................................................................................................................ 59 9.5.11 Renovar la superficie ...................................................................................................... 59 9.6 PODAR Y GUIAR ....................................................................................................................... 60 9.6.1 Herramientas y utensilios................................................................................................. 60
  • 7. 9.6.2 Cuando podar ................................................................................................................... 60 9.6.3 Eliminar las flores marchitas ............................................................................................ 60 9.6.4 Crecimiento desordenado ................................................................................................ 60 9.6.5 Crecimiento tupido........................................................................................................... 61 9.6.6 Formar un arbolillo ........................................................................................................... 61 9.6.7 Soportes para trepadoras................................................................................................. 61 9.6.8 Elaboración de un palo de musgo .................................................................................... 62 9.7 PROPAGACIÓN DE LAS PLANTAS ............................................................................................. 63 9.7.1 Material ............................................................................................................................ 63 9.7.2 Hormonas de enraizamiento ............................................................................................ 63 9.7.3 Esquejes en agua .............................................................................................................. 63 9.7.4 Esquejes en sustrato ........................................................................................................ 64 9.7.5 Propagación por hojas cortadas ....................................................................................... 64 9.7.6 Por hojas con peciolo ....................................................................................................... 65 9.7.7 Propagación por vástagos ................................................................................................ 65 9.7.8 Como acodar .................................................................................................................... 65 9.7.9 División de vástagos ......................................................................................................... 65 9.7.10 División de raíces............................................................................................................ 66 9.7.11 Cultivo a partir de semillas ............................................................................................. 66 9.8 TRATAR PLAGAS Y ENFERMEDADES ........................................................................................ 67 9.8.1 Mantenimiento de rutina ................................................................................................. 67 9.8.2 Evitar enfermedades ........................................................................................................ 67 9.8.3 Mantener las plantas limpias ........................................................................................... 67 9.8.4 Insecticidas sistémicos de contacto ................................................................................. 68 9.8.5 Enfermedades corrientes ................................................................................................. 68 9.8.6 Identificar las plagas ......................................................................................................... 69 9.8.7 Identificar los problemas.................................................................................................. 70 BIBLIOGRÁFIA .................................................................................................................................... 72
  • 8. INTRODUCCIÓN Este proyecto surgió a partir de una necesidad de los estudiantes y profesores del Colegio Venecia I.E.D. de tener un ambiente con mejores olores, ya que en los salones suele concentrarse muchos olores, muchas veces desagradables, por lo cual se usaran plantas aromáticas en los salones que ayudaran a mejorar este problema de una forma natural.
  • 9. 1. PREGUNTA PROBLEMA ¿Es posible crear un ambiente sano, para la comunidad veneciana, desde cada una de las aulas del Colegio Venecia IED?
  • 10. 2. OBJETIVOS: 2.1 General: Hacer del colegio un lugar más verde y ecológico 2.2 Específicos: * Mejorar la calidad de aire que se respira * Lograr que los estudiantes y maestros aprendan un poco sobre plantas y su cuidado * Tener una planta en cada salón * Tener más variedad de plantas en el colegio * Generar más aprecio hacia la naturaleza * Promover el cuidado al medio ambiente * Lograr que los maestros y estudiantes cuiden y respeten cada planta de cada salón
  • 11. 3. PROPÓSITO DEL PROYECTO Crear un ambiente más agradable al olfato en el salón usando plantas aromáticas, tratando de evitar o minimizar los malos olores que se producen en el salón cuando hay artas personas ya que muchas veces se generan olores desagradables que se impregnan en el salón volviéndose algo molesto e incomodo.
  • 12. 4. METODOLOGÍA INVESTIGATIVA Se realizara una consulta tanto por medios electrónicos como en bibliotecas de la ciudad, donde se indagara de las diferentes tipos de plantas aromáticas que se encuentren tanto en Colombia y que se puedan cultivar en tierra fría como lo es la ciudad de Bogotá, así que para esta investigación se realizara los siguientes pasos: 1. Se llevara a cabo una consulta sobre los diferentes tipos de plantas aromáticas y realizara un listado. 2. Consultar en libros las plantas aromáticas existentes en Colombia. 3. Observar cuidadosamente que tipo de plantas aromáticas se pueden cultivar en clima frio. 4. Seleccionar 10 plantas para la realización del proyecto El proyecto se hará a cabo en uno de los edificios principales en la mayoría de los salones en donde se piensa poner una clase de planta en cada una de las aulas, en las cuales los estudiantes y profesores se encargaran de darles cuidado convirtiéndose en una oportunidad de aprender el cuidado de las plantas y su importancia en el medio ambiente.
  • 13. 5. MARCO TEÓRICO CONTEXTUALIZACIÓN: Se llevara a cabo en la ciudad de Bogotá-Colombia, conformada por 20 localidades como lo son: 1. Usaquén 6. Tunjuelito 11. Suba 2. Chapinero 7. Bosa 12. Barrios Unidos 17. Candelaria 3. Santa Fe 8. Kennedy 13. Teusaquillo 18. Rafael Uribe Uribe 14. Los Mártires 19. Ciudad Bolivar 4. San Cristobal 9. Fontibón 5. Usme 16. Puente Aranda 10. Engativá 15. Antonio Nariño 20. Sumapaz En la localidad de Tunjuelito, la cual cuenta con 184.217 habitantes, con una extensión de 1.028 hectáreas con dos UPZ (42-Venecia, 62-Tunjuelito), 30 barrios, esta limita al norte, con las localidades de Puente Aranda y Kennedy; al occidente, con la localidad de Ciudad Bolívar; al sur, con la localidad de Usme, y al oriente, con la localidad de Rafael Uribe Uribe. El proyecto se realizara en el Colegio Venecia I.E.D. ubicado en la UPZ Venecia, en el cual hay 5 edificaciones, una en construcción y dos principales; la mayor parte de sus estudiantes son procedentes de los barrios Isla del Sol, Nuevo Muzú y Venecia
  • 14. 6. PLANTAS AROMÁTICAS Encontramos variedad de plantas aromáticas, a continuación encontraremos una lista de plantas aromáticas de una manera muy específica, mas adelante encontraremos aquellas que se encuentran en nuestro país y que en especial son de clima frio para que se puedan adaptar muy fácilmente al clima de Bogotá. A continuación encontraremos un listado de plantas aromáticas de una manera muy general: Especies que tienen flores y/u hojas con aromas agradables. En unos casos es más sutil y en otros el perfume inunda el lugar. Arbustos Trepadoras Árboles Herbáceas Bulbosas
  • 15. 6.1 ARBUSTOS Abelia  Abelia chinensis Budleia  Buddleja davidii Calicanto  Calycanthus floridus Calistemon, Limpiatubos  Callistemon citrinus Carisa  Carissa grandiflora = Carissa macrocarpa Ceanoto  Ceanothus thyrsiflorus Celinda  Philadelphus coronarius Citiso  Cytisus x praecox Coronilla  Coronilla glauca Dama de noche  Cestrum nocturnum Datura, Trompetas Juicio  Datura = Brugmasia spp. Durillo  Viburnum tinus Feijoa, Guayabo del Brasil  Feijoa sellowiana Gardenia  Gardenia jasminoides Hamamelis  Hamamelis mollis Jaras  Cistus spp. Lantana  Lantana cámara Laurel  Laurus nobilis Lentisco  Pistacia lentiscos Lilo  Syringa vulgaris y Syringa microphylla Mahonia, Uvas de Oregón  Mahonia aquifolium Margaritero gris  Euryops pectinatus Mirto  Myrtus communis Naranjo de Méjico  Choisya ternata
  • 16. Osmantus  Osmanthus heterophyllus Pitosporo  Pittosporum tobira Retama de olor  Spartium junceum Romero  Rosmarinus officinalis Rosa  Rosa spp. Sabina  Juniperus sabina y Juniperus virginiana Sáuco  Sambucus nigra Sauzgatillo  Vitex agnus-castus Viburnum  Viburnum suspensum
  • 17. 6.2 TREPADORAS Beaumontia  Beaumontia grandiflora Caracolillos  Phaseolus caracalla Clemátide  Clematis armandii Dipladenia  Mandevilla suaveolens, Mandevilla laxa Flor de cera  Hoya carnosa Glicinia  Wisteria sinensis Heliotropo  Heliotropium peruvianum Jazmín de Madagascar  Stephanotis floribunda Jazmines  Jasminum spp. (la mayoría de jazmines) Madreselva  Lonicera fragantissima Madreselva  Lonicera japonica Madreselva  Lonicera periclyneum Maracuyá gigante  Passiflora quadrangularis Quiscualis  Quisqualis indica Rosal trepador  Rosa spp. Solandra, Trompetas  Solandra máxima Traquelospermo  Trachelospermum jasminoides
  • 18. 6.3 ÁRBOLES Acacia  Acacia spp. Aligustre  Ligustrum japonicum Arbol de paraíso  Eleagnus angustifolia Castaño de Indias  Aesculus hippocastanum Cerezos ornamentales  Prunus spp. Eucaliptos  Eucalyptus globulus, E. citriodora Falso pimentero  Schinus molle Magnolio  Magnolia grandiflora Manzano de flor  Malus spp. Naranjo jazmín  Murraya paniculata Naranjo, Limonero y cítricos  Citrus spp. Níspero  Eriobotrya japonica Parkinsonia  Parkinsonia aculeata
  • 19. 6.4 CONÍFERAS (FOLLAJE AROMÁTICO) Ciprés  Cupressus sempervirens Ciprés de Lawson  Chamaecyparis lawsoniana Leylandi  x Cupressocyparis leylandii Libocedro  Libocedrus decurrens Macrocarpa  Cupressus macrocarpa Pinos  Pinus spp. Tilo  Tilia spp. Tuya  Thuya spp.
  • 20. 6.5 HERBÁCEAS Ajedrea de jardín  Satureja hortensis Ajenjo  Artemisia absinthium Albahaca  Occinum basilicum Alhelí  Matthiola incana Aliso marítimo  Alyssum marítima Angélica  Angelica archangelica Apio de monte  Levisticum officinalis Caléndula  Calendula officinalis Cantueso  Lavandula stoechas Capuchinas  Trapaeolum majus Cebollino  Allium schoenoprasum Cilandro  Coriandrum sativum Claveles y clavellinas  Dianthus spp. Digital  Digitalis purpurea Don Diego de noche  Mirabilis jalapa Eneldo  Anethum graveolens Espliego  Lavandula latifolia spica Estragón  Artemisia dracunculus Geranios de olor  Pelargonium graveolens, crispum… Hinojo  Foeniculum vulgare 'Purpureum' Lavanda  Lavandula angustifolia Manzanilla  Chamaemelum nobile Margarita del Cabo  Dimorphotheca ecklonis Margaritas  Chrysanthemum spp.
  • 21. Marrubio  Marrubium vulgare Matalauva  Pimpinelle anisum Matricaria chamomilla  Camomila Mejorana  Majorana hortensis Melisa  Melissa officinalis Menta  Mentha piperita Milenrama  Achillea millefolium Orégano  Origanum vulgare Perejil  Petroselium crispum Perifollo  Anthriscus cerefolium Ruda  Ruta graveolens Salvia  Salvia officinalis Salvia  Salvia sclarea Sanguisorba minor  Pimpinela Santolina  Santolina chamaecyparissus Santolina  Santolina rosmarinifolia Tomillos  Thymus spp. Verbena  Verbena x hybrida Violeta  Viola odorata
  • 22. 6.6 BULBOSAS Ajo ornamental  Allium spp. Amarilis  Amaryllis belladona Azucena  Lilium spp. Fresia  Freesia x hybrida Jacinto  Hyacinthus orientalis Lirio  Iris unguicularis Narciso  Narcissus spp. Nardo  Polianthes tuberosa
  • 23. 7 ARBOLES DE COLOMBIA AROMÁTICOS 7.1 ACACIAS 7.1.1 Acacia baileyana Piso Termico: Frio, Bogotá – sabana de Bogotá; árbol de flores amarillas introducido de Australia y cultivado como ornamental en parques, jardines y calles 7.1.2 Acacia decurrens Piso Termico: Frio, Bogotá – sabana de Bogotá; árbol de flores amarillas introducido de Australia y cultivado como ornamental en parques, jardines y calles
  • 24. 7.1.3 Acacia longifolia Piso Termico: Frio. Bogota, suba y alrededores de Cota; Arbusto o árbol introducido de Australia Ornamental en jardines, parques y avenidas 7.1.4 Acacia melanoxylon Piso Termico: Frio. Bogotá; Arbol introducido de Australia y cultivado como ornamental en parques y jardines, por su amplia copa se aconseja sea plantado en lugares abiertos como parques y no en las calles 7.1.5 Acacia Retinodes Piso Termico: Frio. Bogotá y alrededores; Introducido de Australia, ornamental, árbol o arbusto bastante ramificado muy cerca de la base, flores amarillas
  • 25. 7.1.6 Acacia verticillata Piso Termico: Frio. Bogota; introducida de Australia, ornamental, Arbolito de hojas espinosas, propio para setos
  • 26. 7.2 SPARTIUM JUNCEUM Piso Termico: Frio. Parques y jardines de Bogotá; Arbusto exótico, originario del Mediterraneo, cultivado como ornamental por sus bellas flores amarillas. Es medicinal Etimología El nombre científico deriva del griego spartion, voz para designar a distintas plantas productoras de fibras textiles y empleadas para hacer ataduras. Del griego Soarton 'liga' Usos y costumbres Tradicionalmente ha sido empleada como fibra, especialmente en el atado de las vides. Al tratarse de una leguminosa también se ha empleado como seto por su virtud de fijar el nitrógeno atmosférico.
  • 27. 7.3 CITISO - CYTISUS Piso Termico: Frio. Carmen de carupa, Bogotá, Usaquen, salto de Tequendama; arbusto cultivado como ornamental para setos, planta venosa medicinal Etimología Cytisus: nombre genérico que deriva de la palabra griaga: kutisus, un nombre griego de dos leguminosas, que verosímilmente son una alfafa Medicago arborea L. y un codeso Laburnum anagyroides Medik. Las ramas más antiguas son leñosas y las del año en curso, herbáceas, muy rollizas, deshojadas y verdes. En las ramas más jóvenes nacen brotes nuevos con hojas pequeñas, muy angostas y estrechamente lanceoladas que más tarde se desprenden. Del pie de cada brote surgen las flores formando un ramillete todas juntas que se sostienen por un corto ramillo. Para uso medicinal: Se recolecta la planta entera aunque es necesario tener especial cuidado en su uso ya que puede resultar tóxica. En general se considera una planta purgante, con cierto efecto diurético como muchas otras especies de su misma familia. No obstante, al igual que otras plantas afines, posee una potencial toxicidad provocada posiblemente por algún alcaloide o producto resultado de la descomposición del primero. En medicina casera o popular es mejor abstenerse de usar el citiso y si queremos conseguir los efectos que, teóricamente, produce esta planta es aconsejable acudir a un especialista que mejor nos pueda asesorar.
  • 28. 8. PLANTAS AROMÁTICAS MEDICINALES EN COLOMBIA 8.1 AJENJO: Familia: Asteraceae (Asterácea) Nombre Científico: artemisia absinthium L. Otros nombres comunes en Colombia: Ajenjol, biligado. Origen y otros aspectos: Originaria de Europa, África septentrional y el occidente asiático, donde crece como maleza de cultivos y a campo abierto. Actualmente se cultiva en diversos lugares de casi todo el mundo. Se usan las extremidades florales para la preparación de vermut y aperitivos, así como para aderezar gansos y patos para asar, con el fin de facilitar su digestión. También se usa como repelente para prevenir picaduras de mosquitos, zancudos, pulgas, piojos, etc. Se utiliza para matar las pulgas y piojos de las mascotas y como insecticida en las plantas; para espantar las polillas se cuelga seco en pequeños saquitos de tela dentro de los gabinetes. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Flores y hojas Formas de uso recomendada popularmente: Infusión. Se emplea la droga en infusión o decocción, y en forma de extractos y tinturas en preparados de administración exclusivamente oral, liquidos o solidos. En caso de inapetencia o anorexia, los preparados de ajenjo se deben administrar por via oral, entre 30 a 60 min antes de las comidas. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Estimulante del apetito. Cultivo: Prefiere lugares rocosos y secos. Se propaga por semillas, esquejes o divisiones o por retoños o hijos (brotes nuevos) que se arrancan de la planta madre y se trasplantan. Las divisiones favorecen el desarrollo vigoroso de las plantas. El ajenjo prospera bien en clima templado, tiene buena resistencia al frío y a las condiciones de sequía.
  • 29. 8.2 AJO Familia: Liliaceace (liliácea) Nombre Científico: Allium sativium L. Origen y otros aspectos: El ajo es una de las plantas cuyo cultivo se conoce desde la antigüedad, los sumerios ya lo mensionaban hace aproximadamente 5000 años. La es originaria del sur de Europa, de Africa mediterránea o de Asia central, se cultiva en casi todo el mundo, principalmente en climas calidos y templados. Se emplea como condimento, alimento y en medicina tradicional. Las plantas de ajo son ricas a azufre y tienen efectos beneficiosa sobre el jardín ya que las excreciones y secreciones de sus raíces favorecen el crecimiento de este tipo de plantas, especialmente de las rosas. La infusión concentrada de ajo se recomienda como insecticida. Generalmente se asocia con ritos magicorreligiosos; para alejar los espiritus malignos, se cuelga un collar de ajo en niños, ganado y lugares de la casa Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: bulbos o dientes de ajo (allii sativi bulbos, antes bulbus allii sativi) Formas de uso recomendada popularmente: En medicina tradicional merecen ser destacadas las siguientes formas de uso del ajo, las cuales, excepto en algunos casos específicos, se considera que tiene las mismas propiedades: dientes de ajo picados, tintura, jugo, maceración, jarabe, emplastos, fricciones y preparaciones farmacológicas como capsulas, perlas, linimento y esencias Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hipotensor Cultivo: Se propaga plantando los dientes a 15cm de distancia y a 3cm de profundidad; en suelo arenoso y lugares soleados. Crece a altitudes desde 1700 hasta 3000 m.s.n.m., con temperaturas máximas de 20°C.
  • 30. 8.3 ALBAHACA Familia: Lamiaceae (lamiácea) Nombre Científico: Ocimum basilicum L. Otros nombres comunes en Colombia: Albahaca blanca, chiraran (Nariño); albahaca cimarrona (Tolima) Origen y otros aspectos: Planta originaria del Asia meridional, principalmente de la india. Las hojas añadidas al final de cocción, se utiliza para mejorar el sabor de cualquier plato salado como ensaladas, sopas, verduras, pescados, carnes, aves, quesos, adobos, salsas y aliños. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: hojas Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión, aceite esencial, inhalaciones, tintura, esencia y varios preparados farmacéuticos. La planta se utiliza principalmente fresca, pues seca pierde muchas de sus virtudes. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antiflautulento Cultivo: En regiones con temperaturas entre 15 y 25°C, con algo de sombra, se propaga por semillas o por retoños (piecitos), manteniéndolas bien húmedas, pero sin inundarlas; se trasplantan en suelos bien abonados o en materas individuales. La planta sembrada en materas (macetas o tiestos), principalmente en las ventanas, repele zancudos y moscas caseras.
  • 31. 8.4 CALÉNDULA Familia: Asteraceae (Asrerácea) Nombre Científico: Calendula officinalis L. Origen y otros aspectos: Originaria del sur de Europa meridional y del oriente, se cultiva en climas fríos y templados desde la edad media, como planta medicinal y por sus cualidades ornamentales, debidas a las hermosas y continúas cabezuelas. Los pétalos producen un sabor picante característico en ensaladas, quesos, sopas y estofados. Es una de las plantas preferidas de los naturópatas. Muy utilizada en preparaciones homeopáticas comerciales. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Flores, vía local. Extracto de caléndula (vía oral) Formas de uso recomendada popularmente: Entre las diferentes formas de uso se encuentran: decocción, infusión, tintura, jugo, crema, ungüento, loción para el cutis, extracto líquido y otras preparaciones farmacológicas. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: antiinflamatorio, cicatrizante. El extracto de flores de caléndula, vía oral, como antiinflamatorio. Posología: para uso interno, infusión en dosis 30 g por L de agua distribuida en tres tomas al día. Para uso externo, en dosis de 80 g por L de agua, en compresas o lavados. Propiedades de la caléndula, o de algunos de sus compuestos químicos, comprobadas científicamente: Estudios en ratas muestran actividad antiinflamatoria y acción inhibitoria de la infiltración leucocitaria. Las flores de la caléndula han demostrado actividad inmunomoduladora. Los polisacáridos de caléndula estimulan la fagocitosis de células polimorfo nucleares humanas invitro e in vivo. El extracto hidroalcohólico exhibe actividad antibacteriana, antimicótica frente a trichomonas vaginalis y antiviral (frente al virus influenza y virus herpes simple). El extracto orgánico de las flores de caléndula causa una inhibición, dosis y tiempo dependiente, de la transcriptas a inversa del HIV-1. Además, los polisacáridos poseen un efecto adhesivo (efecto de absorción), concentración dependiente, al tejido epitelial de la mucosa bucofaríngea. Esta acción contribuye al efecto terapéutico en el tratamiento de la inflamación de la mucosa bucofaríngea. Se usa como emenagogo (regula los períodos menstruales) y
  • 32. diaforético (Arteche, 1992). El extracto alcohólico in vitro tiene actividad antitricomonal (Wren, 1994). Advertencias: Puede producir irritación e hipersensibilidad. El uso externo debe ser en dosis bajas a causa de los efectos secundarios tales como irritación de la piel y mucosas, puede, incluso, llegar a ser vesicante. En dosis excesivas puede producir hipotermia y choque (shock) anafiláctico en individuos susceptibles. El uso oral prolongado tiene efectos sobre los sistemas linfático y ganglionar y origina dolores reumáticos que empeoran con el movimiento. Se recomienda arrancar las flores de las cabezuelas, botar el receptáculo y las brácteas verdes, cuando se usan flores para tintura. Cultivo: Se propaga sembrando las semillas a 30cm de distancia entre sí y a 2cm de profundidad. La siembra se hace directa.
  • 33. 8.5 EUCALIPTO Familia: Myrtaceae (Mirtáceas) Nombre Científico: Eucalyptus globulus Labill Otros nombres comunes en Colombia: Eucalipto (Antioquia), Ocal (Boyacá) Origen y otros aspectos: Procede del suroeste de Australia y de Tasmania; aclimatado en regiones frías, húmedas o pantanosas de casi todo el mundo, requiere cantidades considerables de agua para desarrollarse sana y rápidamente por lo cual se utiliza para secar pantanos, por esto se le llama árbol de la fiebre, pues al secar los pantanos desaparecen los mosquitos que transmitan la malaria, compite ecológicamente con las especies autóctonas, las hojas o el aceite se utilizan para repeler cucarachas. Las flores son altamente apícolas y se dice que la miel de eucalipto tiene propiedades medicinales semejantes a las de la planta. Uno de los árboles más grandes del mundo pertenece a esta especie y mide 142,5 m de altura. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas (Eucalypti folium, antes Folia Eucalypti). Formas de uso recomendadas: Aceite esencial, decocción, extracto, cigarrillos, fumigación, humo, infusión, inhalación, polvo, solución antiséptica, tintura y vapores. Por vía interna: 4 a 6 g de hojas o preparados equivalentes, 3 a 9 g de tintura o bien 0,3 a 0,6 ml de aceite esencial. Por vía externa: 5 a 20% de aceite esencial en preparados semisólidos o bien 5 a 10% de aceite esencial en preparados hidroalcohólicos. Advertencias y contraindicaciones: Contraindicado en embarazo y lactancia. El aceite esencial está contraindicado cuando existan inflamaciones del tracto gastrointestinal, de las vías biliares o insuficiencia hepática. En experimentación animal no se han observado efectos embriotóxicos o fetotóxicos, aunque se ha demostrado que el 1,8-cineol es capaz de atravesar la placenta y estimular las enzimas hepático fetales. A causa de la falta de documentación en humanos debe evitarse su uso en embarazo y lactancia, sin supervisión médica. El aceite esencial no debe ser aplicado directamente en la cara. El eucaliptol es neurotóxico y epileptógeno. Se considera que la ingestión de 30 ml de aceite esencial es letal en adultos, sin embargo, dosis mucho menores (4 a 5 ml) han resultado fatales. Los síntomas tóxicos son rápidos, en forma de ataque. Los síntomas tóxicos son rápidos, en forma de ataque. La desintoxicación se inicia con la administración de
  • 34. carbón activado y sorbitol para el lavado gástrico. En niños puede ser necesaria la intubación endotraqueal cuando la ingesta de un volumen grande es todavía reciente. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Expectorante. Recolección y secado: se recolectan las hojas adultas en cualquier tiempo, se dejan secar a la sombra en lugares ventilados. El aceite esencial se obtiene por destilación acuosa de las hojas secas
  • 35. 8.6 HAMAMELIS Familia: Hammamelidaceae (Hamamelidácea) Nombre Científico: Hammamelis virginiana L. Etimología: El nombre del género Hammamelis en griego significa similar a la miel; pero esto no corresponde a las características de la planta que es astringente. Origen y otros aspectos: Originaria de los bosques húmedos de Norteamérica, principalmente en la zona este de Estados Unidos y Canadá; también se encuentra silvestre en la costa caucásica del Mar Negro y en Asia Oriental. Se cultiva como planta de jardín. La semilla es comestible. El sabor de las hojas y el de la corteza es astringente y su olor es ligeramente aromático. Actualmente tiene gran uso e importancia en la industria de cosméticos, principalmente para el embellecimiento de la piel. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas (hamamelidis folium, antes Folia hamamelidis). Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión, tintura y preparaciones farmacológicas como extractos y ungüentos. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Astringente cosmético. Uso externo Posología: Infusión en dosis de 15 g por L de agua, distribuida en dos porciones al día y aplicada directamente o en ungüento. Advertencias y contraindicaciones: El Hammamelis destilado pierde muchas de sus propiedades terapéuticas. Tiene muchas contraindicaciones por vía oral, por tanto su uso debe ser exclusivamente externo. Recolección: Las hojas se recolectan en otoño y deben ser secadas rápidamente. La corteza se colecta de las ramas y ramitas en primavera.
  • 36. 8.7 MANZANILLA Familia: Asteraceae (Asterácea) Nombre Científico: Chamomilla recutita (L.) Rauschert Origen y otros aspectos: Originaria de Europa y el noroeste de Asia. Se cultiva ampliamente en América como aromática y medicinal. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Flores (Matriacariae flos, antes Flores chamomillae); extracto seco de las flores de camomila Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión, polvo de flores y extracto liquido. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antinflamatorio, antiespasmódico Advertencias y contraindicaciones: No deben superarse las dosis recomendadas, ni se debe tomar diariamente, pues su consumo habitual puede producir mareos, conjuntivitis e intranquilidad nerviosa. La esencia pura debe ser usada con precaución. El aceite no debe ser administrado durante el embarazo, ya que es un estimulante uterino. Puede causar dermatitis por contacto. Cultivo: Se propaga por semilla en suelo arenoso, rico en calcio, soleado, protegido del viento. Las plántulas se trasplantan a una distancia de 30cm entre sí. Recolección y secado: Las flores se recogen cuando aún están un poco cerradas, se recolectan sin pedúnculo o con un pedazo de pedúnculo no mayor de 2 cm. Se secan a la sombra, extendidas en capas finas o con calor artificial a una temperatura no mayor de 40°C. Durante el proceso de secado no se deben voltear las flores.
  • 37. 8.8 MARRUBIO BLANCO Familia: Lamiaceae (Lamiácea) Nombre Científico: Marrubium vulgare L. Origen y otros aspectos: Originario de Europa meridional y del norte de Africa. Cultivado en muchas regiones del mundo, principalmente en alturas superiores a 2600 m.s.n.m. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas (Marubii herba, antes herba marrubii albi) y flores (Marubii flos, antes Flos marrubii albi). Formas de uso recomendada popularmente: Decocción. Infusión, tintura, vino, jarabe, polvo, extracto líquido. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Expectorante. Advertencias y contraindicaciones: El marrubio altera el ciclo menstrual de la mujer y se ha demostrado actividad uterogénetica y efecto abortivo en animales de experimentación. No se debe utilizar en pacientes con lesiones renales o problemas cardiacos. Tiene acción irritante sobre la mucosa. Contraindicado en pacientes con problemas cardiacos o renales. Cultivo: Se propaga por semilla y por esqueje, en suelo poco abonado y seco. Las plantas deben estar separadas a una distancia de 30cm entre sí. Recolección y secado: Debe ser recolectada a mano, en época de plena floración o cuando se está iniciando ésta. Se seca a la sombra, extendida en capas finas o con calor artificial a temperatura máxima de 40°C. Se conserva en recipientes herméticos, en lugares frescos, protegida de la luz. Se recomienda utilizar mascarilla durante la manipulación ya que el polvo que desprende puede irritar las vías respiratorias.
  • 38. 8.9 MEJORANA Familia: Lamiaceae (Lamiácea) Nombre científico: Origanum majorana L. Otros nombres comunes en algunos países: Orégano indígena (Venezuela); orégano mayor, mejorana, mayorana, amáraco, almoradux, almoradijo (España); marjolaine cultivée (francés); manjeorana (portugués). Origen y otros aspectos: Originaria de la India. Se cultiva ampliamente en muchas regiones del mundo como saborizante y medicinal. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas y flores. Formas de uso recomendada popularmente: decocción, infusión, tintura, aceite, esencia. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antiespasmódico. Posología: decocción de 1 o 2 cucharaditas de hojas secas y flores en 250 ml de agua, se toma tres veces al día la misma cantidad. Advertencias y contradicciones: Evitar su uso prolongado, ileoparalítico, puede producir broncoespasmo. La esencia pura, en dosis altas, puede ser estupefaciente. Principalmente en niños, puede producir reacciones alérgicas en forma de broncoespasmos (Arteche y otros, 1992) Cultivo: Se propaga por semillas o por esquejes. Las plántulas se trasplantan a suelo arenoso, cálido, soleado, a una distancia de 20 cm entre sí.
  • 39. 8.10 MENTA Familia: Lamiaceae (Lamiácea). Nombre científico: Mentha piperita L. var. Citrata (Ehrh.) Briq. Origen y otros aspectos: Originaria de Inglaterra. Se cultiva como planta aromática y medicinal. Es un saborizante de uso común en dulces, helados, aderezos, licores, dentífricos y enjuagues bucales. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión y preparados farmacológicos como aceite, esencia, polvo, espíritu de menta. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antiespasmódico y antiflatulento. Advertencias y contradicciones: debe estar libre de tujona (C10H16=; cetona terpénica aromática que se encuentra en muchos aceites esenciales). Su ingestión puede producir convulsiones. La menta puede causar irritaciones en las membranas mucosas. No se debe administrar a los bebés. Puede disminuir el flujo de leche durante la lactancia. En dosis altas actúa sobre el bulbo raquídeo y puede tener consecuencias fatales. La inhalación de la esencia pura puede causar laringo y broncoespasmos, principalmente en niños. No debe utilizarse como inhalación por períodos largos. Cultivo: Se propaga por esquejes o por secciones de la raíz de 15 cm de longitud. Se planta a una profundidad de 5 cm en suelo húmedo y soleado.
  • 40. 8.11. MILENRAMA Familia: Asteraceae (Asterácea). Nombre científico: Achillea millefolium L. Origen y otros aspectos: Originaria de Eurasia. Se encuentra en zonas templadas o frías de todo el mundo. Se consume en ensaladas o hervida. Actualmente se usa como ornamental en arreglos florales para recepciones. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Flores Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión y preparaciones farmacológicas como extracto líquido y aceite. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antinflamatorio, antiespasmódico. Advertencias: El uso prolongado puede aumentar la fotosensibilidad de la piel. No es recomendable durante el embarazo ya que es un estimulante uterino. El aceite esencial en dosis elevadas puede producir cefaleas y vértigo. En inhalaciones no se puede mezclar con otras plantas (principalmente con eucalipto) porque aumenta o produce hemorragias nasales. Cultivo: Se propaga a partir de semillas o fracciones de la raíz, en suelos no muy húmedos.
  • 41. 8.12. SALVIA Familia: Lamiaceae (Lamiácea). Labiatae (Labiada). Nombre científico: salvia officinalis L. Origen y otros aspectos: Originaria de lugares secos y áridos del Mediterráneo desde el mar hasta las montañas, es la planta medicinal más cultivada en todo el mundo. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas Formas de uso recomendada popularmente: Infusión Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: higiene bucal, antiflatulento. Advertencias: Reduce la secreción de leche en mujeres lactantes. No debe administrarse a niños menores de 2 años. Recomendaciones: Se recomienda seguir tratamientos discontinuos. En dosis elevadas, la esencia puede resultar neurotóxica y convulsivante. Puede producir irritaciones cutáneas.
  • 42. 8.13. SAUCO Familia: Capriofoliaceae (Caprifoliácea) Nombre científico: Sambucus nigra L. Sambucus mexicana Presl. Ex. A.D.C. Origen y otros aspectos: Planta originaria de Europa, África del norte y Asia. Se cultiva como ornamental y medicinal en climas templados y fríos. Con los frutos frescos y maduros se elaboran mermeladas, jarabes, vinos. Siempre ha estado relacionado con ritos magicorreligiosos, pues se cree que de este árbol se hizo la cruz para Jesús y que de un ejemplar de la misma especie se colgó Judas después de su traición a Cristo. Las hojas son insecticidas y frotadas sobre la piel repelen las moscas. La revisión de las colecciones del género Sambucus en Colombia parece mostrar que la especie Sambucus nigra no es cultivada en nuestro país. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: de Sambucus mexicana fueron aprobadas las flores y los frutos. De Sambucus nigra fueron aprobadas las hojas. Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión y vino. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Expectorante (Sambucus mexicana). Laxante y coadyuvante en el tratamiento de estreñimiento (Sambucus nigra). Advertencias y contradicciones: Cualquiera de las dos especies, en dosis altas, produce sofocación, diarrea, dolor de cabeza, abundante sudor, respiración entrecortada y sibilante. Los frutos en dosis altas pueden resultar emeto-ca-tárticos (Arteche y otros, 1992). Ingeridas no se pueden utilizar durante el embarazo, lactancia, estados inflamatorios u obstructivos del tracto digestivo, apendicitis, obstrucción biliar. Cultivo: Se reproduce fácilmente a partir de esquejes o por pedazos de la raíz.
  • 43. 8.14. VIOLETA Familia: Violaceae (Violácea). Nombre científico: Viola odorata L. Origen y otros aspectos: Originaria de Europa y Asia. Las flores frescas se comen en ensalada. Es una de las plantas medicinales más antigua. Está extendida en casi todo el mundo. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Hojas, floresFormas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión, maceración en frío, jarabe y compresas. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antitusivo. Advertencias y contradicciones: No se debe utilizar en niños menores de 2 años, ni en pacientes con asma. En dosis altas produce náuseas y vómito provocados por el contenido de las saponinas. Cultivo: Se propaga por estolones, esquejes. Se puede cultivar en materas (macetas o tiestos) para aromatizar las habitaciones.
  • 44. 8.15. YERBABUENA Familia: Lamiaceae (Lamiácea). Nombre científico: Mentha viridis L. Origen y otros aspectos: Originaria de Europa; es considerada como un híbrido entre mentha rotundifolia L. y Mentha sylvestris L. Se cultiva en muchas regiones del mundo como aromática y medicinal; para culinaria y perfumería. Droga (parte) aprobada por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Tallos y hojas. Formas de uso recomendada popularmente: Decocción, infusión, esencia, baños e inhalaciones. Uso medicinal aprobado por la Comisión Revisora de Productos Farmacéuticos del Invima: Antiflatulento. Advertencias y contradicciones: La inhalación del aceite esencial no se puede usar durante períodos largos. Al igual que las demás especies del género Mentha puede irritar la mucosa. No se puede suministrar a los niños por más de una semana sin interrupción. Ésta contraindicada para niños menores de 2 años. No se puede suministrar a mujeres lactantes, pues reduce el flujo de leche. Cultivo: Se propaga por brotes y esquejes.
  • 45. 9. PLANTAS DEL INTERIOR 9.1 Elección de la planta 9.1.1 ¿Cómo escoger una planta de interior? Opte por una planta de aspecto lozano y saludable, con tallos fuertes y un buen follaje. Descarte las plantas con hojas amarillentas y puntos marrones, así como ejemplares mal cuidados, con el compuesto seco que se separa del tiesto o raíces que sobresalen. Si escoge una planta de flor, que tenga abundantes capullos pero no sean verdes y muy cerrados, puesto que a menudo no llegan a abrirse en el interior. 9.1.2 Detectar plagas y tallos podridos Detectar un tallo podrido: Observe, al retirar las hojas, si en el centro hay alguna fláccidas o podridas. Detectar plagas o sus estragos: aunque no siempre las plagas son visibles, una planta afectada revelara, por ejemplo, partes pegajosas u hojas deformadas o manchadas. Mire debajo de las hojas, en los capullos y alrededor de los brotes nacientes. 9.1.3 Cultivos de bulbos en el interior Numerosos bulbos de primavera pueden cultivarse en el interior de tiestos especiales de fibra. Cómprelos en otoño o a principios de invierno y asegúrese de que son consistentes y carecen de enfermedades. Plántelos en fibra de bulbo humedad y déjelos en un lugar fresco y seco durante unas semanas, comprobando regularmente si necesitan más agua. Durante este periodo esencial de “internación” se desarrollan las raíces. Cuando empieza a echar brotes, acérquelos paulatinamente a la luz. Para obtener una floración temprana, existen unos bulbos preparados que requieren un periodo de internación mas corto. Después de la floración, quite las flores, deje morir las hojas y plante los bulbos en el jardín.
  • 46. 9.2 LUZ Y HUMEDAD 9.2.1 Plantas de interior Las plantas necesitan para vivir un ambiente de cultivo adecuado; hay que regarlas, abonarlas y darles luz, calor y humedad. También deben trasplantarse a medida que crecen y hay que vigilar las plagas y enfermedades. Dado que cada planta de interior tiene sus necesidades propias, hay que saber que requiere cada una e intentar satisfacerlas en la medida de lo posible. 9.2.2 Intensidad de la luz La intensidad de la luz varía no solo de una habitación a otra habitación, sino en una misma, dependiendo de la distancia de la ventana. Como lo ilustra la figura, la zona que se encuentra justo frente a la ventana recibe más luz natural. A solamente dos metros de ella, la iluminación baja un 80%. Las zonas de cada lado de la ventana también reciben muy poca luz. 9.2.3 Rotación de las plantas Gire las plantas a menudo para que crezcan uniformemente. En interiores con paredes oscuras, sobre todo, estas absorben la luz en lugar de reflejarla, y obligan a las plantas a volverse hacia la ventana. 9.2.4 Control de la temperatura Compruebe la temperatura de la habitación con regularidad para asegurarse de que la más conveniente para sus plantas. La mayoría de plantas de interior prosperan si se las mantiene entre los 15 y 21°C. 9.2.5 Evitar quemaduras
  • 47. Una exposición solar intensa provoca manchas marrones en las plantas de sombre e incluso en las amantes del sol; procure aclimatarlas poco a poco a la luz. 9.2.6 ¿Por qué la luz filtrada? Hay algunas plantas de interior que prefieren sol directo o muy poca luz, pero la luz filtrada está indicada para la mayoría de ellas. Póngalas a un metro o a un metro y medio de una ventana soleada o junto a una en que la luz solar se filtre a través de una cortina, una persiana o árbol. 9.2.7 Plantas que necesitan sol Una posición soleada es la que recibe luz solar directa durante todo o gran parte del día, si bien la fuerza de la radiación dependerá de la latitud, la época del año y la orientación de la habitación. Tal luminosidad es adecuada para plantas como los cactus del desierto, las suculentas, las bromeliáceas y ciertas plantas de flor. Plantas de interior amantes del sol: Aloe Billbergia Cacto de navidad Estrella de mar Flor de pascua Jazmín de Madagascar Ojo de poeta Pasionaria Planta del dinero Potos Rosa de china Yuca 9.2.8 Plantas que necesitan sombra Una posición sombreada es una zona con una luz moderada, a 1,5 – 2m de una ventana soleada, junto a una pared lateral o una ventana sin sol. Puede resultar deficiente en los días invernales más cortos.
  • 48. Plantas de interior que toleran la sombra: Caladio Calatea Cuerno de alce Capilera Helecho de hoja redonda Helecho nido de ave Difenbaquia Espatifilo Ficus de hoja pequeña Filodendro “Burgundy” Maranta Polipodio 9.2.9 Planas para una atmosfera seca Un ambiente es seco cuando la cantidad de vapor de aire es muy baja, como se suele dar en invierno en las casas con calefacción central. Aparte de los cactos y las suculentas, que se adaptan a condiciones secas, pocas plantas de interior lo toleran. Plantas de interior para ambientes secos: Agave de la reina Victoria Bonete de obispo Cacto erizo Cacto esférico Cacto verrugoso Flor candelero Cola de rata Cotiledón Echeveria Nopal 9.2.10 Humedad deficiente Pocas plantas del hogar toleran una atmosfera seca pero las más vulnerables son las de hoja fina como los helechos. Mostraran los siguientes síntomas:
  • 49. -Hojas con las puntas marrones y secas -Las flores y los capullos se caen -Las hojas se marchitan o se caen 9.2.11 Como aumentar la humedad Aparte de comprar un humedecedor eléctrico, existen varias estrategias sencillas para aumentar la humedad ambiental. Agrupar las plantas es un método simple y afectivo dado que el vaho que transpira una planta aumenta la humedad a su alrededor -Rocié con agua templada a diario: Además de aumentar la humedad, el rociado limpia la planta y evita plagas. -Hunda las macetas en turba humedad: Una mezcla de sustituto de turba con mantillo resulta ideal para este método. -Siluetas sobre una bandeja de guijarros: Mantenga los guijarros húmedos; el agua se evaporara en el aire que las rodea. 9.2.12 Plantas de mucha humedad Aunque la mayoría de las plantas de interior prefieren un grado moderado de humedad, para algunas es esencial mucha humedad. En el caso de plantas de hoja fina como la Capilera y el cóleo. Conviene vigilarlas sobre todo en invierno en las casas con calefacción central. Plantas que requieren mucha humedad: Aralia del Japon Capilera Elegantisima Gloxinia Guzmania Hermosa Hiedra aralia Pimiento enano Planta del caucho
  • 50. 9.3 INSTRUCCIONES DE RIEGO 9.3.1 Cantidad de agua Las plantas de interior tienen distintas necesidades hídricas según el tamaño, la clase, el entorno y la época del año. Es muy importante proporcionar la cantidad exacta de agua dado que un riego tanto insuficiente como excesivo puede perjudicarlas gravemente. Plantas que se riegan con moderación -Plantas durante el periodo invernal de descanso -Las de raíces gruesas y carnosas -Plantas con hojas espesas y ásperas -Plantas en tiestos de plástico o de cristal -Plantas suculentas como los cactos -Plantas en jardines de botella y terrarios Un riego abundante significa que la turba debe mantenerse humeda siempre y no hay que permitir que se seque la superficie. Vierta agua hasta que esta salga por los orificios del recipiente. Para regar con moderación, vierta agua suficiente como para empapar toda la turba. Plantas que exigen un riego abundante: -Plantas de crecimiento activo. -Las que tienen hojas por brotar y flores por abrir -Plantas con hojas finas y delicadas -Planas de hoja grande que transpiran mucha agua -Plantas en tiestos relativamente pequeños -Las situadas en una habitación muy calurosa o un ambiente seco -Las de tiestos de arcilla -Plantas de zonas cenagosas y pantanosas como los papiros -Plantas que crecen en mezclas de drenaje libre como la turba
  • 51. 9.3.2 Saber cuándo regar Riegue solo una planta cuando este seguro de que lo necesita y nunca por rutina. Si no logra saber cuándo una planta necesita que la rieguen, por su aspecto o palpando la tierra, existen medidores de humedad que indican claramente lo húmeda que esta la tierra. Los palos indicadores, más baratos pero igual de efectivos, cambian de color según el índice de humedad del sustrato. En caso de duda, espere unos días antes de regar. 9.3.3 Temperatura del agua Para regar las plantas de interior, lo mejor es usar agua templada o al menos a temperatura ambiente. Deje un recipiente de agua toda la noche antes del riego para evitar choques. 9.3.4 Tipo de agua El agua de grifo es segura para regar la mayoría de plantas pero si contiene un índice elevado de cal, hiérvala primero y luego déjela enfriar, sobre todo para regar plantas que no soportan la cal como las azaleas. (el agua destilada no lleva cal pero es cara) el agua de lluvia es excelente si se vive en el campo, pero en la ciudad es probable que esté contaminada. No utilice agua filtrada por un descalcificador pues los productos químicos del filtro pueden causar daños graves. 9.3.5 Riego por arriba Vierta el agua directamente sobre el sustrato con una regadera de pico estrecho, procurando no verter el agua que sobra. El método de regar por arriba deja controlar la cantidad de agua que se da a la planta y permite que el exceso de sales naturales acumuladas en el sustrato sea disuelto
  • 52. 9.3.6 Riego de las plantas por abajo Algunas plantas como el ciclamen o la violeta africana pueden pudrirse si se les echa agua sobre las hojas o el centro. llene el plato de agua y deje que la planta absorba lo que necesite; cuando el sustrato este húmedo, tire el agua sobrante. 9.3.7 Riego insuficiente Las primulas, las selaginelas y las plantas con tallos suculentos como la coleo y la balsamina no soportan un ambiente seco y declinan con rapicez. Sin embargo, los indicios de un riego insuficiente se reconocen enseguida: -El sustrato se separa del borde del tiesto de manera que el agua se cuela con rapidez -Las hojas se vuelven mustias y marchitas -Las hojas inferiores se abarquillan, se ponen amarillas y pueden caer prematuramente. -Las puntas de las hojas se ponen marrones y resecas. -Las flores pierden color y caen enseguida. 9.3.8 Riego excesivo Los peores efectos tardan un tiempo en aparecer, pero los primeros signos son hojas amarillentas o que se caen y un crecimiento deficiente. Más tarde, a las hojas les salen manchas blandas y podridas, las flores se ponen mohosas y las raíces se pudren. Si aparece musgo verde sobre el sustrato es un indicio seguro puesto que solo crece en un ambiente constantemente húmedo. Para salvar una planta enlodada y sometida a demasiado riego, retírela del tiesto y plántela en un sustrato nuevo que contenga al menos un 25% de arena para permitir un buen drenaje 9.3.9 Revivir una planta reseca Cuando una planta está muy seca, el sustrato suele ponerse compacto y dificulta la penetración del agua; también tiende a separarse del borde del tiesto.
  • 53. Si encuentra una planta en tal estado, intente revivirla con un tratamiento de emergencia. En caso de no lograrlo, no la tire: corte la parte nueva y espere que vuelva a crecer el año siguiente. 1 Pinche la costra de la tierra para que el agua pueda penetrar, Procure no dañar las raíces. 2 Sumerja el tiesto en recipiente de agua hasta que no salgan burbujas. Rocié las hojas. Drene y deje en sitio fresco. 9.3.10 Riego en invierno La mayoría de plantas de interior precisan un periodo de reposo durante el año en que debe reducirse el riego o incluso pararse. Este periodo de descanso viene dado por la reducción de luz disponible en ciertas épocas del año. Demasiada agua estimula el crecimiento de la planta sin una luz adecuada y provoca un desarrollo insuficiente, pone las hojas marrones y mohosas, y precipita su caída. 9.3.11 Alfombrilla capilar Las alfombrillas capilares de fieltro grueso proporcionan agua a las plantas durante las ausencias. Coloque las plantas (lo ideal es en un tiesto de plástico con varios orificios) sobre un extremo de la alfombrilla mojada. Deje el otro extremo en un bandeja o el fregadero lleno de agua. Las plantas tomaran el agua requerida mediante una acción capilar. 9.3.12 Bolsas de plástico Para reducir la perdida de agua durante una breve ausencia, riegue la planta profusamente, déjela escurrir y métala en una gran bolsa de plástico cerrada, empleando cañas para evitar que las hojas la rocen. No emplee este método para un periodo largo pues la planta puede empezar a pudrirse.
  • 54. 9.4 ABONO DE LAS PLANTAS 9.4.1 ¿Por qué abono? El sustrato en que crecen las plantas lleva una cantidad limitada de minerales que cuando se terminan debe ser sustituidos por el abono. Con las mezclas de turba ocurrirá a las 6-8 semanas de la compra o el trasplante. Las mezclas de marga, más ricas, tardaran más en precisarlo. 9.4.2 Reconocer una planta hambrienta Las plantas precisan tres minerales esenciales: nitrógeno para un crecimiento lozano de las hojas y el tallo, sobre todo al empezar la época de crecimiento; fosforo para la producción de raíces sanas y capullos; y potasio para desarrollar flores, frutos y bulbos solidos. La carencia de minerales se detecta por los siguientes signos: -Aspecto poco lozano y descolorido -Crecimiento muy lento o falta de el -Poca resistencia a las enfermedades y plagas -Hojas pequeñas y pálidas, a veces con manchas amarillentas -Flores pequeñas de colores pobre o ausencia de flores -Tallos débiles y delgados -Caída de las hojas inferiores. 9.4.3 Nutrición excesiva Es tan perjudicial darle a una planta demasiado fertilizante o en el momento inadecuado como demasiado poco. Abone solo durante su periodo de crecimiento activo y emplee la dosis de fertilizante indicada por el fabricante. Por regla general, bastan tres tomas durante todo el periodo.
  • 55. 9.4.4 Elección de un buen fertilizante Existen fertilizantes de muchas formas: los polvos y granulados se disuelven en agua y se aplican durante el riego normal. De forma similar, los abonos concentrados líquidos se diluyen en agua y se vierten. Los clavos y las tabletas se introducen en la tierra y desprenden gradualmente sus nutrientes durante los riesgos. Estos, sin embrago, pueden crear depósitos de fertilizante concentrado, que quemaran las raíces cercanas. 9.4.5 Fertilizante liquido Administre el fertilizante liquido (y los polvos y granulados solubles) cuando vaya a regar la planta, añadiendo al agua la dosis de fertilizante recomendada; rocié las hojas con un fertilizante foliáceo. 9.4.6 Fertilizante de absorción gradual Una vez introducidos en el sustrato, los clavos y las tabletas desprenden sus nutrientes al regar la planta. La ventaja de los clavos es que se retiran con facilidad si se cree que la planta recibe demasiado abono.
  • 56. 9.5 PLANTAR Y TRASPLANTAR 9.5.1 Tiestos y platos La gran diferencia entre los tiestos de barro y los de plástico es su porosidad: las plantas se secan más pronto en un tiesto de barro que de plástico. Si desea emplear un recipiente sin orificios, ponga una capa de drenaje en el fondo. 9.5.2 Preparar tiestos Antes de reutilizar un tiesto, sea de terracota, plástico, cerámica o metal, retire primero la tierra vieja, frótelo concienzudamente con desinfectante y luego enjuáguelo con agua limpia. Así deberían eliminarse los residuos de plagas o enfermedades que pueda haber. Los tiestos de barro, que son extremadamente porosos, deben sumergirse primero en un cubo de agua fría y dejarlo en el hasta que dejen de salir burbujas. Saturar el tiesto ayuda a evitar que el sustrato y la planta absorban inmediatamente la humedad 9.5.3 Proporcionar buen drenaje Para proporcionar un buen drenaje, coloque una capa de gravilla, guijarros, o casco en fondo del tiesto antes de añadir el sustrto.es especialmente importante proporcionar un buen drenaje sobre todo a los recipientes sin orificio en el fondo. Si usa un tiesto de barro con un solo orificio en el fondo, tápelo con un trozo de maceta; evitara que el agua se lleve el compuesto sin dificultar el drenaje. 9.5.4 Horquillas y paletas Disponga de un juego de herramienta solo para las plantas del hogar pues las usadas en el jardín pueden introducir plagas o enfermedades en su colección interior.
  • 57. Elija siempre herramientas de buena calidad y manténgalas escrupulosamente limpias. Además de una pala normal, la horquilla y las palas pequeñas son muy practicas para la jardinería interior. 9.5.5 Mezclas de sustratos Los sustratos para plantas de interior vienen preparados y esterilizados para eliminar y enfermedades. Existen dos clases: a base de tierra y a base de turba. El primero contiene una gran proporción de marga, que proporcionara nutrientes durante un largo periodo. (La marga es pesada y está indicada para plantas más grandes). Las mezclan de turbas son más ligeras y más limpias, pero como solo contienen una cantidad limitada de nutrientes, hay que empezar el abono regular al cabo de pocas semanas. 9.5.6 Extraer una planta pequeña Las plantas jóvenes y sanas no tardan en llenar los tiestos con sus raíces; estas empiezan a sobresalir por los orificios del fondo, lo que indica que es el momento de trasplantar la planta. Para que le resulte más fácil extraer de su tiesto una planta delicada sin perjudicial ninguna raíz, riéguela una hora antes. Procure no aplastar las hojas y los tallos frágiles. 1 cuando las raíces salgan por los orificios de drenaje, trasplante el ejemplar 2 Riegue la planta una hora antes. Ponga la mano sobre la superficie del sustrato con el tallo entre los dedos 3 vuelque la planta y golpee suavemente el tiesto para desprender la masa de raíces 4 Saque con cuidado la planta y la masa de raíces del tiesto procurando no estropear las raíces que salen del orificio. 9.5.7 Extraer una planta grande Cuando quiera cambiar una planta grande de tiesto, lo mejor es hacerlo entre dos personas. Cuesta menos y se corre menos riesgo de dañar la planta.
  • 58. -Riegue la planta una hora antes. -Cubra el suelo con periódicos viejos -Pase un cuchillo por el borde interior del tiesto para desprender el sustrato. 1 Tumbe el tiesto de lado aguantando la planta con una mano. Gire el tiesto lentamente golpeándolo con un trozo de madera. 2 Para sacar la planta del tiesto, sujétela firmemente con ambas manos mientras la otra persona la retira. 9.5.8 Manipular una planta espinosa Evite manipular los cactos directamente con las manos; las espinas pinchan y muchas variedades sueltan una sustancia irritante. Para extraer el cacto de su tiesto, doble un trozo de papel de estraza formando una banda de 4,5 cm. Envuelva el cacto con el papel y sujete los extremos con una mano. Extraiga el tiesto con la otra. 9.5.9 Trasplantar Trasplantar significa cambiar una planta a un tiesto mas grande y se hace al comenzar la temporada de crecimiento de la planta: si se trasplanta durante el reposo de la planta, no echara raíces nuevas y el sustrato añadido se impregnara de agua. No abone la planta recién trasplantada durante cuatro o seis semanas para que broten nuevas raíces buscando nutrientes. 1 Aunque la nolinia recurvata se hace en un tiesto pequeño, cuando salen las raíces hay que trasplantarla. 2 extráigala del tiesto, sujetando el tallo y la masa de raíces. Quite la capa superior de tierra rascándola. 3 Rellene el fondo del tiesto con casco u otro material de drenaje y cúbralo de una capa de sustrato húmedo. 4 Coloque la planta en el tiesto nuevo y rellene los espacios entre la masa de raíces con sustrato, apretando suavemente
  • 59. 9.5.10 Replantar No es necesario trasplantar todas las plantas de interior cada primavera; de hecho, algunas se hacen en tiestos pequeños. Si ha comprobado las raíces, y la planta no muestra señales de estar comprimida en el tiesto, vuelva a colocarla en el, pero añádale un poco de sustrato nuevo. El método también es adecuado si se quiere limitar el crecimiento de una planta. Si ese es el caso, extraiga la planta de su tiesto y retire suavemente una parte del sustrato viejo de la masa de raíces. Coloque la planta en un recipiente de la misma medida y rellene los bordes con sustrato nuevo, apelmazándolo firmemente 1 esta Dracaena congesta, que no está comprimida en el tiesto, solo necesita ser replantada con sustrato nuevo. Se riega bien una hora antes. 2 extraiga la planta del tiesto. Con los dedos o una horquilla, desmenuce el compuesto viejo del borde de la masa de raíces procurando no dañarlas. 3 Lave el tiesto a conciencia y coloque en el fondo una capa de cascos. Introduzca la planta y rellene los bordes con sustrato nuevo, apretando suavemente. 9.5.11 Renovar la superficie Si una planta es demasiado grande para trasplantarla o si no le gusta que le manipulen las raíces, cambiar la capa superior de sustrato le dará nuevos nutrientes. 1 Retire suavemente varios centímetros de la capa superior con una horquilla, procurando no dañar las raíces y el tallo. 2 Rellene el tiesto hasta el nivel original con sustrato nuevo. Apelmace la tierra para que la planta ( aquí una Dracaena marginata) quede bien sujeta.
  • 60. 9.6 PODAR Y GUIAR 9.6.1 Herramientas y utensilios Se requieren muy pocas herramientas especiales para podar y arreglar las plantas de interior. Los tallos blandos se podan con tijeras, pero los más gruesos y leñosos requieren de una podadera. Las plantas trepadoras necesitan soportes y sujeciones. 9.6.2 Cuando podar La mejor época es en primavera, cuando comienza el crecimiento activo, pero si es necesario pueden cortarse los tallos demasiado largos en otoño. La poda sirve para mermar un crecimiento desordenado, mejorar la forma y limitar el tamaño de una planta que se ha hecho demasiado grande. Como cortar Practique un corte oblicuo justo encima de la yema como indica la línea. Corte el ápice de un brote Corrección de la forma se esta podando este ficus de hoja pequeña para corregir su forma. 9.6.3 Eliminar las flores marchitas La eliminación de flores marchitas o muertas de una planta, estimula la planta a seguir floreciendo en vez de emplear su energía a la producción de semillas, como haría naturalmente. 9.6.4 Crecimiento desordenado Las trepadoras de crecimiento rápido como el jazmín o el roiciso, suelen guiarse con espalderas y tutores, necesitan una poda si su crecimiento es demasiado desordenado, para estimular una formación más compacta.
  • 61. 1 cuando el crecimiento se vuelve feo, desenrolle los tallos del soporte. Corte todos los tallos viejos desde la base de la planta y pode los brotes nuevos desgarbados. 2 Enrolle los tallos restantes por el soporte y sujételos con ataduras de alambre. Aunque la poda parezca drástica, saldrán nuevos brotes robustos con rapidez. 9.6.5 Crecimiento tupido Despunte las yemas apicales de los ejemplares con tallos lignificados como la planta del dinero para estimular la producción de brotes laterales y conferir a la planta una forma más tupida. Este método de despuntar las yemas también evita que las trepadoras y las colgantes se vuelvan desgarbadas y ayuda a aumentar la floración en plantas de flor. 9.6.6 Formar un arbolillo Aunque no es muy corriente, es fácil arreglar una planta de interior en forma de arbolillo con el tallo desnudo. Además de la rosa de China, también sirven los geranio o las fucsias. 1 Elija una planta joven y robusta; si tiene más de un tallo, conserve el de aspecto más sólido. 2 Elimine brotes laterales, dejando el follaje. Cuando tenga la altura deseada, despunte los brotes apicales 9.6.7 Soportes para trepadoras Use siempre el soporte adecuado para cada planta trepadora. Las que tienen raíces aéreas como la costilla de Adán sacarán partido del palo de musgo por su humedad. Los aros de alambre son ideales para las trepadoras con varios tallos; arreglados en forma de globo reciben una buena circulación del aire. Las colgantes y las plantas con zarcillos trepan fácilmente por trípodes de cañas, aunque pueden ser atadas al principio. Una planta de un solo tallo sólo requiere una caña de bambú como soporte.
  • 62. 9.6.8 Elaboración de un palo de musgo Un palo de musgo proporciona el soporte perfecto para una trepadora, asi como un entorno constantemente húmedo para que las raíces aéreas agarren. Los palos de musgo se pueden comprar pero es mejor hacerlos en casa porque admiten más musgo húmedo. Se necesita un rectángulo de tela metálica de 50 x 18 cm, dos cañas, musgo de esfagno y alambre. 1 Enrolle la tela metálica en forma de tubo y una los bordes fijando los extremos sueltos 2 Forme un soporte en cruz con las cañas. Átelas, sujételas al tubo y fíjelas dentro del tiesto. 3 Rellene dos tercios del tiesto de compuesto. Rellene el tubo con musgo, apelmazándolo con un palo. 4 Plante el ejemplar alrededor del tubo; ate los tallos al palo; riegue bien el musgo y el compuesto.
  • 63. 9.7 PROPAGACIÓN DE LAS PLANTAS 9.7.1 Material No se necesita ningún equipo especial, ni para el método vegetativo de multiplicación de plantas (esquejes) ni para la propagación por semillas. Sin embargo, un reproductor o simplemente una bolsa de plástico proporcionarán la atmosfera húmeda que estimula una germinación rápida de semillas y ayuda a los esquejes a echar raíces. 9.7.2 Hormonas de enraizamiento Uno de los métodos más frecuentes para propagar plantas de interior es por esquejes y es vital que echen raíces rápido porque cuanto más tardan, más posibilidades hay de que se les pudra el tallo. Las hormonas de enraizamiento estimulan el crecimiento de la raíz aportando las hormonas naturales (auxinas) que se acumulan en la base del esqueje. 9.7.3 Esquejes en agua Es el método más sencillo para hacer enraizar esquejes de ramas frágiles. Coja los esquejes de una planta sana y fuerte, a principios de primavera, eligiendo brotes nuevos laterales con nudos cortos. Corte justo encima de un nudo. Cuando prepare esquejes, use siempre un cuchillo afilado y practique cortes limpios y precisos paran o dañar la planta madre. Guarde los esquejes en un lugar cálido e iluminado hasta que aparezcan nuevas raíces. 1 Con un cuchillo, corte el esqueje debajo del nudo; quite todas las hojas inferiores. 2 Introduzca los tallos en un tarro con agua a través de una tela metálica. Mantenga el tarro lleno. 3 Cuando los esquejes echen raíces, plántelos en tiestos de 6 cm usando compuesto arenoso.
  • 64. 9.7.4 Esquejes en sustrato Los esquejes de tallo blando se plantan en sustrato para esquejes, una mezcla de drenaje libre, a menudo con corteza o perlita y un alto porcentaje de arena gruesa. Unte las puntas con hormonas de enraizamiento en polvo para acelerar el crecimiento raigal y plántelos alrededor del borde del tiesto. Abónelas cuando arraiguen porque el sustrato para esquejes es bajo en nutrientes. 1 Llene un tiesto de plástico limpio de 12 cm con sustrato húmedo. Apriételo hasta que esté firme y uniforme. 2 Con podadera o cuchillo afilado, corte unos brotes nuevos de nudo corto por encima del nudo. 3 Con un cuchillo. Corte cada esqueje por debajo del nudo. Quite las hojas inferiores del tallo; procure no dejar cortes. 4Unte la punta de los esquejes en hormonas; con un plantador, plántelos con las hojas justo encima del sustrato. 5 póngalos en el reproductor y en un lugar cálido e iluminado. La tierra debe mantenerse a 18-21° hasta que arraiguen. 9.7.5 Propagación por hojas cortadas Fácilmente se puede propagar una planta de interior a partir de una hoja, sobre todo las de venas prominentes como la Begonia rex-cultorum o el Streptocarpus; mediante unos cortes en las hojas y en las venas, estos últimos en contacto con sustrato húmedo, producirán pequeñas plántulas. Con un cuchillo afilado, divida cada hoja en dos mitades o en trozos más pequeños o déjela entera; practique cortes transversales en las venas en el envés de la hoja. 1 Arranque una hoja sana de la planta madre. En el envés, practique un corte recto transversal de 1 cm en las venas más gruesas. 2 Póngala, con el lado cortado hacia abajo, sobre una bandeja de sustrato para esquejes húmedo. Hunda las venas en él. (Los trozos deben contener una vena.) 3 Coloque la bandeja en el reproductor o aíslela con una bolsa de plástico. Déjela en un lugar templado y fuera del sol directo. Manténgala a unos 18-24°. 4 Cuando salen plántulas de las venas cortadas, sepárelas con cuidado. Plántelas individualmente en tiestos de 6 cm con sustrato para esquejes.
  • 65. 9.7.6 Por hojas con peciolo Algunas plantas, sobre todo las de hojas carnosas crecen en forma de roseta cono la violeta africana pueden multiplicarse a partir de una hoja entera con su peciolo. -Elija una hoja sana y no estropeada, preferentemente que no sea ni muy nueva ni muy vieja. -Corte la hoja cerca de la base del tallo y seleccione el peciolo con un corte seco aproximadamente a unos 3 cm de la hoja. -Proporcione una atmósfera húmeda al esqueje con una bolsa de plástico o una campana improvisada. -retire la bolsa cuando salgan las plántulas. 1 Corte una hoja sana (aquí Saintpaulia). Deje el peciolo a 3 cm. Insértelo en un tiesto de sustrato para esquejes, con la hoja tocando el sustrato. 2 Riegue los tiestos y cúbralos con bolsas o campanas hechas de fondos de botellas de plástico. Déjelos en un lugar cálido e iluminado hasta que salgan las plántulas. 9.7.7 Propagación por vástagos Algunas plantas producen vástagos en los espolones. Plántelos en tiestos individuales de sustrato para esquejes y sepárelos de la planta madre al cabo de varias semanas. Aquí vemos una saxífraga. 9.7.8 Como acodar El acodo consiste en hacer enraizar el tallo de una planta que echa raíces aéreas en los nudos o las junturas de las hojas como el Filodendro trepador mientras el tallo sigue unido. 9.7.9 División de vástagos Los vástagos son plantitas que salen alrededor de la base de plantas adultas como muchas bromeliáceas y cactos. Cuando los vástagos se han desarrollado bien, sepárelos de la planta madre y plántelos solos.
  • 66. 1 Cuando el vástago adquiere la forma y las características de la planta madre (aquí una Aechmea), secciónelo de la base con un cuchillo, conservando las raíces. 2 En un tiesto con sustrato especial. Introdúzcalo de modo que la base se quede en la superficie. Tápelo con una bolsa y déjelo hasta que arraigue. 9.7.10 División de raíces Muchas plantas de interior como la calatea (que vemos en la fotografía), la violeta africana, los helechos y algunos cactos pueden propagarse dividiendo con cuidado la masa de raíces y plantando luego cada parte en su propio tiesto 1 Riegue la planta con abundancia una hora antes de extraerla del tiesto. Retire suavemente la tierra hasta que se vean las raíces. 2 Separe en partes iguales la masa de raíces con las manos o una horquilla. Procure no dañar los tallos o las raíces 3 Seccione las raíces gruesas con un cuchillo para que las divisiones quepan en los tiestos. Sobre todo procure dejar intactas las raíces fibrosas más delicadas. Plante las divisiones: Inserte las partes separadas en un sustrato húmedo a base de marga. Riéguelas bien. 9.7.11 Cultivo a partir de semillas Muchas plantas de interior corrientes pueden cultivarse a partir de semillas. Para que germinen con éxito es vital que el ambiente se mantenga constantemente, pero no demasiado mojado y que la temperatura sea correcta, al menos 15°, pero mucho más alta para plantas subtropicales y tropicales. La envoltura le indicará si hay que cultivarlas en la oscuridad o a la luz. 1 Para sembrar semillas muy finas de forma uniforme, mézclelas con arena fina. (Las mayores individualmente.) 2 Vierta la mezcla sobre un tiesto de sustrato de enraizamiento húmedo. Colóquelo en el propagador con una etiqueta. 3 Cuando las plántulas pueden manipularse, sáquelas y plántelas en una bandeja de sustrato húmedo. 4 Cuando las plántulas han echado al menos dos hojas, trasplántelas en tiestos individuales. Evite manipular los tallos.
  • 67. 9.8 TRATAR PLAGAS Y ENFERMEDADES 9.8.1 Mantenimiento de rutina Además de velar por las necesidades de luz, agua y humedad, procure dedicar tiempo, cada dos semanas, a limpiarlas e inspeccionarlas atentamente. Detectará las alteraciones en una fase temprana y podrá tomar medidas inmediatas. Guarde un pulverizador para los plaguicidas 9.8.2 Evitar enfermedades Quite con regularidad las hojas dañadas y amarillentas, cortándolas cerca de la base; al dejarlas en la planta se estimula la aparición de enfermedades o plagas. Por la misma razón, quite todas las flores marchitas y cuando las inflorescencias hayan acabado de florecer, quite también el peciolo. Si se dejan trozos de peciolo, el centro de la planta puede pudrirse. 9.8.3 Mantener las plantas limpias Es inevitable que las plantas en casa se llenen de polvo y hay que limpiarlas con regularidad, no sólo por cuestión de estética sino porque disminuye la capacidad de la planta de absorber la luz solar, el agua y el dióxido de carbono. Limpie las plantas con el método que sea más apropiado pero, si tiene oportunidad, saque sus plantas de interior bajo la lluvia fina cuando el tiempo es moderado, para obtener una limpieza refrescante y efectiva. Plantas con hojas velludas: Se quita el polvo de una planta de hojas velludas con un pincel pequeño y suave. Plantas de hojas grandes: Aguante la hoja con una mano y frótela suavemente con un paño húmedo o esponja. Plantas de hojas pequeñas: Si la planta es grande, métala en la bañera y rocíela suavemente con agua templada.
  • 68. 9.8.4 Insecticidas sistémicos de contacto Los insecticidas sistémicos contienen productos químicos que la planta absorbe a través de las hojas o raíces; sin dañarla, destruyen las plagas que se comen las hojas o succionan la savia. Los insecticidas de contacto se rocían directamente sobre las plagas y las matan directamente. Se venden insecticidas líquidos, en pulverizador, en polvo, en granulados o en prácticos aerosoles. 9.8.5 Enfermedades corrientes Las plantas de interior no son muy propensas a las enfermedades; el exceso de riego y el no quitar los tallos y hojas producen unas condiciones en que se dan las bacterias. Las plagas transmiten enfermedades y debilitan las plantas, volviéndolas vulnerables. Es esencial tomar medidas de saneamiento ante los primeros síntomas: quite todas las partes enfermas inmediatamente y aísle la planta durante el tratamiento. Moho negro: aparece como una capa espesa de moho pegajoso e indica que la planta ha sido atacada por una plaga. Limpie el moho con agua jabonosa e identifique la plaga para tratarla. Moho gris (botritis): Esta enfermedad, que tiene como resultado un moho gris algodonoso, afecta a plantas con hojas y tallos blandos y ataca cuando la temperatura es baja y el aire húmedo. Aplíquele un fungicida adecuado. Mildiu (moho harinoso): provoca manchas blancas harinosas en las hojas, que se deforman y caen. Son propensas las plantas de hojas blandas y tallos suculentos. Quite las hojas afectadas y rocié con un fungicida. Podredumbre del pie: La podredumbre del pie afecta sobre todo a los geranios y ocurre cuando el sustrato está demasiado húmedo. Como no hay cura, evítelo usando un sustrato de drenaje libre y no riegue en exceso. Podredumbre de tallo, raíz y copa: La provocan la baja temperatura y el sustrato saturado. Las zonas afectadas se ven blandas y pegajosas. Pode las partes podrida y aplique un fungicida. Si la raíz se pudre, la planta muere.
  • 69. 9.8.6 Identificar las plagas Aunque las plantas de interior son menos propensas a ser atacadas por las plagas que las de jardín, un ataque sin tratar puede ser muy virulento. Inspeccione si las nuevas plantas tienen señales de plagas antes de comprarlas y, una vez en casa, vigílelas con regularidad y actúe prontamente ante cualquier infección. Si se trata de un ataque leve, limpie la planta con agua jabonosa; si el problema es más serio, identifique la plaga y trate la planta con el insecticida indicado. Algunas plagas sólo atacan ciertas plantas mientras que otras como la mosca blanca y los áfidos son más generales. Áfidos: llamados a menudo “pulgones verdes”, también pueden ser negros, marrones, grises o amarillo claro. Suelen encontrarse sus mudas blancas en las plantas infectadas. Succionan la savia y desprenden una sustancia pegajosa en la que puede aparecer moho negro. Trate con un pulverizador de contacto o si el ataque es virulento con un insecticida sistémico. Plantas propensas: Todas las plantas con tallos blandos como la balsamina. Mosquitos del hongo (Esciáridos): Estos insectos diminutos y apáticos se encuentran en todos los sustratos de turba. Vuelan sobre el sustrato en el que ponen huevos. Las larvas se nutren de materia muerta y pueden atacar las raíces de las plántulas. Empape el sustrato con insecticida cuando esté seco. Plantas propensas: plantas en un sustrato a base de turba. Cochinilla harinosa: ovaladas y de 0,5 cm de largo, están cubiertas de una cera blanca pegajosa que repele el agua. Succionan la savia y desprenden una sustancia dulce que provoca la caída de la hoja. Empape el sustrato con un insecticida sistémico cada dos semanas. Plantas propensas: los cactos, la violeta africana y los geranios son vulnerables. Araña roja: apenas visibles, estos insectos que succionan la sabia pueden detectarse por las finas telarañas que forman en el envés y las axilas de las hojas. Éstas crecen mal, se motean y caen. Ante un ataque virulento, rocié las hojas por encima y debajo con insecticida. Plantas propensas: Las plantas en un ambiente seco y caluroso. Cochinilla: Marrones o pardas, se encuentran en la base de las hojas. Las hembras adultas se quedan inmóviles, encerradas en su caparazón ceroso, y aparecen como discos salidos, circulares u ovalados. Succionan la savia y desprenden una sustancia pegajosa que provoca moho negro. Fumigue con un
  • 70. insecticida sistémico. Plantas propensas: los helechos y la familia de cítricos sufren esta infección. Mosca Blanca: blancas y diminutas, se hacen normalmente en los invernaderos y las traen las plantas de flor de temporada como los geranios. Succionan la savia, desprenden una sustancia pegajosa y se ponen en el envés de las hojas. Rocié con un insecticida y use uno sistémico a la vez. Plantas propensas: Son vulnerables las plantas de flor que han estado en un invernadero. Gorgojos: Los adultos son grandes y casi negros; las larvas de color crema. Aquéllos se comen las hojas y éstas, las raíces, los tubérculos y los bulbos, provocando la muerte de la planta. Si el sistema raigal ha sido destruido, no hay remedio, pero si la invasión es menos virulenta, empape el compuesto con insecticida. Plantas propensas: las más afectadas son las suculentas en forma de roseta. 9.8.7 Identificar los problemas La falta o el exceso de agua, luz, humedad y calor provocan la mayoría de problemas en las plantas de interior. Sin embargo, si se identifica correctamente, normalmente puede rectificarse y restablecerse la planta. Crecimiento pálido y débil debido normalmente a la falta de luz: pode los brotes débiles para estimular una formas más compacta y lleve la planta a un lugar mas iluminado. Pérdida de colorido de las hojas provocado por una luz inadecuada: lleve la planta a un lugar más iluminado. Mancha marrón en la hoja provocada por demasiado sol: dele sombra o aléjela de la ventana Las hojas abarquilladas suelen indicar que hay demasiada luz: llévela a un lugar más sombreado.
  • 71. Hojas y tallos que se pudren debido a una enfermedad fúngica que ocurre cuando las condiciones de cultivo son deficientes: elimine todas las partes afectadas y procure no regar en exceso la planta Hojas inferiores secas y caída de hojas debido a poca luz, demasiado calor o falta de agua: lleve la planta a un lugar más iluminado, lejos de una fuente directa de calor y riéguela Caída de la hoja debido normalmente a corrientes de aire, un cambio abrupto de temperatura o la sequedad de las raíces: lleve la planta a un lugar más protegido y riéguela. La poca luz puede provocar carencia de flores; lleve la planta a un lugar más iluminado Las flores se caen rápidamente si la temperatura es demasiado alta y la atmósfera seca; coloque la planta sobre una bandeja de guijarros húmedos. Punta y bordes de la hoja marrones, debido normalmente al aire seco: rocíe la planta con regularidad y colóquela sobre una bandeja de guijarros Las hojas fláccidas pueden deberse a la falta o el exceso de riego. Si el abono está muy seco, sumerja el tiesto en agua durante media hora: si está muy mojado, replántela en abono poco húmedo Hojas amarillas y caída de hoja normalmente debido a corrientes de aire fríos: lleve la planta a un lugar más protegido
  • 72. BIBLIOGRÁFIA http://fichas.infojardin.com/listas-plantas/plantas-aromaticas.htm CATALOGO ILUSTRADO DE LAS PLANTAS DE CUNDINAMARCA, Instituto de Ciencias Naturales Universidad Nacional-1966 PLANTAS MEDICINALES APROBADAS EN COLOMBIA, Ramiro Fonnegra, Silvia Luz Jiménez; editorial universidad de Antioquia, 2006 http://es.wikipedia.org/wiki/Spartium http://es.wikipedia.org/wiki/Citiso#Referencias http://www.infojardin.net/fichas/plantas-medicinales/cytisus-purgans.htm 101 CONSEJOS ESENCIALES PLANTAS DE INTERIOR, John Brookes; traducción Mireia Porta i Arnau; editorial juventud, 1997 PLANTAS MEDICINALES DE COLOMBIA http://www.humboldt.org.co/iavh/documentos/politica/politicas_ambientales/ 2010%20Estrategia%20Nacional%20Conservacion%20de%20Plantas.pdf http://www.bogota.gov.co/localidades/tunjuelito http://portel.bogota.gov.co/portel/libreria/php/x_frame_detalle.php?id=41889

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