Produção mecânica

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  • 19:34:21 SENAI - ITAJAÍ
  • Serra automática atinge velocidade de 80 m/min Com capacidade para 520 mm (redondo) e 520 x 520 mm (retângulo), a DHC 20A utiliza lâmina de 41 mm de largura, 1,3 mm de espessura e 6.065 mm de comprimento. De alimentação automática, desenvolve velocidade de 27-80 m/min (variação contínua). Dotada de motores de 7,5 cv (lâmina), 2 cv (hidráulico) e 0,5 cv (refrigeração), opera com tensão principal de 220 V e tensão de comando de 24 V (outras sob pedido). Serra circular automática vem com alimentador eletromecânico Projetada para cortar barras de 203,2 a 998,2 cm de comprimento, apresenta dispositivo de extração e remoção de cavacos com correia transportadora, sistema de refrigeração e lubrificação por pulverização e grampos de fixação para acomodar perfis de formatos complexos. O modelo SKL 450 NA corta perfis e barras sólidas de alumínio e materiais não-ferrosos de formato cilíndrico, quadrado e em U, incorpora painel de comando de fácil operação, comando numérico opcional com interface serial e tampas de proteção para o operador. Acionada por motor de 5/6 cv, conta com serra de 450 mm de diâmetro e oferece velocidade de corte de até 12.800 sfm, quando equipada com serra revestida de carboneto. 19:34:22 SENAI - ITAJAÍ
  • Serra de fita portátil corta material de 114 x 121 mm Com peso de 6,35 kg e utilizada para operar no local, a 932 VS executa o corte de material redondo de até 114 mm de diâmetro ou retangular de 114 x 121 mm. Opera com velocidade variável de 30,5 a 74,6 mm/min, sendo acionada por motor de serviço pesado de 6 A. Construída com rolamento de esferas e agulhas, inclui braço de suporte que, fixado no material, mantém a serra alinhada para que o corte saia no esquadro. 19:34:22 SENAI - ITAJAÍ
  • Serra de fita funciona com potência de 4 cv A ABS 450 B possui guias da lâmina de carbeto de tungstênio, bicos duplos de refrigerante e guias rígidas duplas de coluna para maior exatidão de cortes paralelos. Funcionando com potência de 4 cv, possui estrutura soldada pesada e alimentação por acionamento hidráulico. Oferecendo altura de corte regulável e comprimento e número de peças programáveis, inclui, em seu equipamento-padrão, controle de parada automática da fita, limpador da fita, fita de serra e sistema de refrigerante. 19:34:22 SENAI - ITAJAÍ
  • Serra de fita vertical pode inclinar mesa a 15° Com altura máxima de corte de 300 mm e distância da coluna à fita de 410 mm, a MRV 300 vem equipada com mesa de trabalho de ferro fundido, com dimensões de 600 x 480 mm e inclinação de 15°. Utiliza fita de 6 a 20 mm de largura e 3.650 mm de comprimento, funcionando à velocidade de 55 e 110 m/min, acionada por motor de 0,63/1 cv e transmissão por motorredutor. Pode ser fornecida com soldador de fita opcional. Serra de fita horizontal executa cortes de 0 a 45° Provida de cabeçote giratório e de morsa manual com sistema de aperto rápido, a MR 210G admite material redondo e quadrado de até 210 mm e retangular de 250 x 140 mm, executando cortes angulares de 0 a 45° a velocidades de 35 e 70 m/min, obtidas através de chave seletora. Possui fita de 27 x 0,90 x 2.500 mm, acionada por motor de 0,63/1 cv, e sistema de transmissão por meio de redutor, dispondo de controle de avanço de corte manual ou gravitacional. Conta com sistema de refrigeração por motobomba de 0,12 cv, painel de comando com proteção contra sobrecarga e guia de fita de metal duro, conjugado com rolamentos. 19:34:22 SENAI - ITAJAÍ
  • Serra circular permite avanço da barra de até 400 mm/s Máquina automática de funcionamento hidropneumático, a Euromatic 370 CN P possui carro de avanço de barras passo a passo com curso base de 1.500 mm, atingindo velocidade de 400 mm/s. Apresenta ciclos controlados eletronicamente via CLP, programação do corte da ponta da barra, controle eletrônico do eixo de avanço do cabeçote porta-lâmina, corte em ângulo programável por CN até 45° D/E e painel alfanumérico com 200 programas. Serra de fita corta à velocidade de 20 a 140 m/min Pertencente à série HBP, a 313A dispõe de grande gama de periféricos, podendo ter alimentação e descarga automatizadas. Apresenta capacidade de corte de 310 mm, redondo, e 500 x 310 mm, chato, desenvolvendo velocidade de 20 a 140 m/min. Opera com potência de acionamento de corte de 4 kW. 19:34:22 SENAI - ITAJAÍ
  • 19:34:23 SENAI - ITAJAÍ
  • 19:34:23 SENAI - ITAJAÍ
  • Produção mecânica

    1. 1. PRODUÇÃO MECÂNICA PROFESSOR MARCELO HOFMAM1 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    2. 2. PROGRAMAÇÃO  TOTAL DE AULAS: 32  AVALIAÇÕES: 4  FORMA DE COBRANÇA: TEÓRICA E PRÁTICA  TEÓRICA: PROVA DISCURSIVA  PRÁTICA: LABORATÓRIO2 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    3. 3. EMENTA  GENERALIDADES  MÁQUINAS DE SERRAR  SERRAS  FURADEIRAS  VELOCIDADE DE CORTE  FLUIDOS DE CORTE  BROCAS  ESCAREADORES E REBAIXADORES3 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    4. 4. EMENTA  FERRAMENTAS PARA ROSCAR (MACHOS E COSSINETES)  TABELA DE ROSCA  PLAINA LIMADORA  ANEL GRADUADO  USINAGEM COM OU SEM CAVACO  ALARGADORES  TORNO MECÂNICO HORIZONTAL4 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    5. 5. EMENTA  TORNOS (TIPOS)  FERRAMENTAS DE CORTE  ÂNGULOS DAS FERRAMENTAS DE TORNEAR  TORNEAMENTO  PARÂMETROS DE CORTE  CABEÇOTE MÓVEL DO TORNO  TORNEAMENTO CÔNICO5 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    6. 6. EMENTA  TORNEAMENTO INTERNO  RECARTILHAR  PLACADE CASTANHAS INDEPENDENTES  SANGRAR E CORTAR NO TORNO  ROSCAR NO TORNO  ROSCAS  FRESADORAS6 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    7. 7. EMENTA  FRESAS  FRESAGEM  CALCULAR RPM, AVANÇOS, E A PROFUNDIDADE DE CORTE  APARELHO DIVISOR  FRESAR ENGRENAGENS CILÍNDRICAS  RETIFICAÇÃO  REBOLOS7 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    8. 8. EMENTA  REBOLOS  RETIFICAÇÃO PLANA  RETIFICAÇÃO CILÍNDRICA  DEFEITOS EM RETIFICAÇÃO E SUAS CAUSAS  AFIAÇÃO DE FERRAMENTAS  USINAGEM POR ELETROEROSÃO  GERADOR8 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    9. 9. GENERALIDADES  DEFINIÇÃO DE USINAGEM: É O PROCESSO DE FABRICAÇÃO EM QUE SE DÁ FORMATO A UMA DETERMINADA PEÇA ATRAVÉS DA REMOÇÃO DE MATERIAL (CAVACO OU LIMALHA).9 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    10. 10. MATERIAIS MAIS UTILIZADOS  AÇOS CARBONO  AÇO RÁPIDO  METAL DURO  CERÂMICA  DIAMANTE10 11/05/12 SENAI - ITAJAÍ
    11. 11. AÇOS CARBONO ESTÃO COMPREENDIDOS NA FAIXA DE 0,02% ATÉ 2% DE CARBONO ENCONTRADOS NA FORMA DE SERRAS, SERROTES, GROSAS, BROCAS PARA MADEIRA, ENTRE OUTROS. SUA TEMPERATURA DE CORTE ENCONTRA-SE EM TORNO DE 250°C.11 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    12. 12. AÇO RÁPIDO (HSS) SÃO BASICAMENTE LIGAS FORMADAS POR OUTROS MATERIAIS. NOS AÇOS RÁPIDOS PODEMOS ENCONTRAR: TUNGSTÊNIO, VANÁDIO, CROMO, COBALTO BORO, ENTRE OUTROS. ASFERRAMENTAS MAIS COMUNS SÃO BROCAS, MACHOS, ENTRE OUTROS. A TEMPERATURA DE OPERAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA AOS 550°C.12 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    13. 13. METAL DURO A TECNOLOGIA EMPREGADA É A METALURGIA DO PÓ, ATRAVÉS DO PROCESSO DE SINTERIZAÇÃO. PODEM SER COMPÓSTOS DE DIFERENTES ELEMENTOS COMO TUNGSTÊNIO E O TITÂNIO. A TEMPERATURA DE OPERAÇÃO DESTES ESTÁ SITUADA EM 800°C.13 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    14. 14. CERÂMICA BASTANTE SEMELHANTE AO METAL DURO NA SUA OBTENÇÃO. TEM SUA COMPOSIÇÃO A BASE DE ÓXIDO DE ALUMÍNIO. MAIS UTILIZADO NA USINAGEM DE F°F°’S A TEMPERATURA DE OPERAÇÃO DESTES É EM TORNO DE 1200°C.14 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    15. 15. DIAMANTE MATERIAL INDUSTRIAL OBTIDO EM LABORATÓRIO ATRAVÉS DE CARBONO SUBMETIDO A ALTÍSSIMA PRESSÃO. É UTILIZADO EM BAIXA ESCALA PELA INDISTRIA DEVIDO AO SEU ALTO CUSTO.15 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    16. 16. CONCEITO DE AJUSTAGEM A AJUSTAGEM NADA MAIS É QUE UM PROCESSO DE ACABAMENTO MANUAL ONDE SE BUSCA FINALIZAR UMA SUPERFÍCIE, SEGUINDO FORMAS E MEDIDAS PRÉ- ESTABELECIDAS. ESTE PROCEDIMENTO É COMUM NA CONFECÇÃO DE GABARITOS, CHAVETAS, INSERÇÃO DE PEÇAS EM MÁQUINAS E ADAPTAR PEÇAS QUE DEVEM TRABALHAR UMAS DENTRO DAS OUTRAS.16 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    17. 17. PROCEDIMENTOS DE AJUSTAGEM  LIMAGEM  TRAÇADOS  CORTE  FURAÇÃO  ROSQUEAMENTO  ESMERILHAMENTO17 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    18. 18. LIMA FERRAMENTA DE AJUSTAGEM QUE EM SUA GRANDE VARIEDADE É FABRICADA EM AÇO-CARBONO TEMPERADO. Figura 01.18 05/11/12 Lima SENAI - ITAJAÍ
    19. 19. 19 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    20. 20. DURABILIDADE DAS LIMAS  UTILIZAR LIMAS NOVAS PARA LIMAR METAIS MACIOS COMO LATÃO, ALUMÍNIO E BRONZE. QUANDO HOUVER A PERDA DE EFICIÊNCIA PARA O CORTE, UTILIZA- LA PARA TRABALHOS COM FERRO FUNDIDO.  UTILIZAR PRIMEIRAMENTE UM DOS LADOS DA LIMA E INICIAR O SEGUNDO QUANDO O PRIMEIRO ESTIVER DESGASTADO.  NÃO UTILIZAR UMA LIMA QUE POSSUA DUREZA INFERIOR AO MATERIAL A SER20 LIMADO. 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    21. 21. DURABILIDADE DAS LIMAS (cont.)  UTILIZAR UMA LIMA DE TAMANHO COMPATÍVEL AO DA PEÇA A SER TRABALHADA.  PARA LIMAS MAIS NOVAS UTILIZAR PRESSÃO MENOR AO LIMAR.  AS LIMAS DEVEM SER ACONDICIONADAS EM SUPORTES DE MADEIRA, LIVRES DE UMIDADE.21 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    22. 22. LIMAS ESPECIAIS CONHECIDAS COMO LIMAS-AGULHA, SÃO UTILIZADAS EM TRABALHOS ESPECIAIS COMO LIMAGEM DE FUROS DE PEQUENO DIÂMETRO, RANHURAS, CANTOS VIVOS E OUTRAS SUPERFÍCIES DE PEQUENAS DIMENSÕES.22 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    23. 23. 23 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    24. 24. LIMAS ROTATIVAS EM CERTOS TRABALHOS HÁ NECESSIDADE DE SE TRABALHAR COM MAIOR VELOCIDADE. NESTES, UTILIZAMOS LIMAS ROTATIVAS PARA MAIOR AGILIDADE24 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    25. 25. PRÁTICA DE AJUSTAGEM Morsa de bancada É um dispositivo de fixação constituído de duas mandíbulas, uma fixa e outra móvel, que se desloca por meio de parafuso e porca. As mandíbulas são providas de mordentes estriados e temperados, para maior segurança na fixação das peças. As morsas podem ser construídas de aço ou ferro fundido, em diversos tipos e tamanhos. Existem morsas de base giratória para facilitar a execução de certos trabalhos (figura ao lado). Funcionamento A mandíbula móvel se desloca por meio de parafuso e porca. O aperto é dado através do manípulo localizado no extremo do parafuso. Os tamanhos das morsas são identificadas através de números correspondendo à largura das mandíbulas.25 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    26. 26. 26 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    27. 27. 27 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    28. 28. 28 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    29. 29. TAMANHO DAS MORSAS NÚMERO LARGURA DAS MANDÍBULAS (mm) 1 80 2 90 3 105 4 115 5 13029 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    30. 30. CONDIÇÕES DE USO A morsa deve estar bem presa na bancada e na altura conveniente. Deve-se mantê-la bem lubrificada para melhor movimento da mandíbula e do parafuso, e sempre limpa ao final do trabalho. Mordentes de proteção Em certos casos, os mordentes devem ser cobertos com mordentes de proteção, para Se evitarem marcas nas faces já acabadas das peças. Os mordentes de proteção são feitos de material mais macio que o da peça a fixar. O material usado pode ser de chumbo, alumínio, cobre, latão ou madeira.30 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    31. 31. RÉGUAS DE CONTROLE Réguas de controle são instrumentos para a verificação de superfícies planas, construídas de aço, ferro fundido ou de granito. Apresentam diversas formas e tamanhos, e classificam-se em dois grupos:  Réguas de faces lapidadas, retificadas ou rasqueteadas.  Réguas de fio retificado (biselada) Construída de aço-carbono, em forma de faca (biselada), temperada e retificada, com o fio ligeiramente arredondado.31 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    32. 32. 32 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    33. 33. RÉGUAS DE CONTROLE  Para verificar a planicidade de uma superfície, coloca-se a régua com o fio retificado em contato suave sobre essa superfície, verificando se há passagem de luz. Repete-se essa operação em diversas posições.33 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    34. 34. RÉGUA TRIANGULAR  Construída de aço-carbono, em forma de triângulo, com canais côncavos no centro e em todo o comprimento de cada face temperada, retificada e com fios arredondados.  É utilizada na verificação de superfícies planas, onde não se pode utilizar a biselada.34 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    35. 35. RÉGUA TRIANGULAR35 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    36. 36. RÉGUAS RASQUETEADAS OU RETIFICADAS Existem três tipos de régua com faces retificadas ou rasqueteadas:  De superfície plana;  Paralela plana;  Triangular plana.36 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    37. 37. RÉGUA DE SUP. PLANA  Confeccionada de ferro fundido, é usada para determinar as partes altas de superfícies planas que vão ser reasqueteadas. É o caso, por exemplo, das superfícies de barramento de torno.37 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    38. 38. RÉGUA DE SUP. PLANA38 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    39. 39. RÉGUA DE SUP. PLANA PARALELA  Confeccionada de granito negro, é utilizada na verificação do alinhamento ou retilineidade de máquinas ou dispositivos. Possui duas faces lapidadas.39 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    40. 40. RÉGUA TRIANGULAR PLANA Feita de ferro fundido, é utilizada para verificar a planeza de duas superfícies em ângulo agudo ou o empenamento do bloco do motor. Pode ter ângulo de 45º ou de 60º.40 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    41. 41. RÉGUA TRIANGULAR PLANA41 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    42. 42. UTILIZAÇÃO DE RÉGUAS RETIFICADAS OU RASQUETEADAS Coloca-se uma substância sobre a face que entrará em contato com a superfície. No caso de peças de ferro fundido, usa-se uma camada de zarcão ou azul da Prússia. Para peças de aço, utiliza-se negro de fumo. Ao deslizá-la em vários sentidos, sem pressioná-la, a tinta indicará os pontos altos da superfície. Dimensões Sempre que for possível, a régua deve ter um comprimento maior que o da superfície que será verificada. As dimensões das réguas encontradas no comércio estão indicadas nos catálogos dos fabricantes.42 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    43. 43. REGRAS DE CONSERVAÇÃO DAS RÉGUAS DE CONTROLE  Verifique se as arestas ou faces de controle estão em perfeitas condições, antes de usar as réguas.  Não pressionar nem atritar a régua de fios retificados contra a superfície.  Evitar choques.  Não manter a régua de controle em contato com outros instrumentos.  Após o uso, limpá-la e lubrificá-la adequadamente (a régua de granito não deve ser lubrificada).  Guardar a régua de controle em estojo.  Em caso de oxidação (ferrugem) nas superfícies da régua de aço ou ferro fundido, limpá-las com pedra-pomes e óleo. Não usar lixa.43 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    44. 44. PRÁTICA DE LIMAGEM Apesar do uso das máquinas-ferramenta garantir qualidade e produtividade na fabricação de peças em grandes lotes, existem ainda operações manuais que precisam ser executadas em circunstâncias nas quais a máquina não é adequada. É o caso da limagem, realizada pelo ferramenteiro ou pelo ajustador e usada para reparação de máquinas, justes diversos e trabalhos de usinagem na ferramentaria para a confecção de gabaritos, lâminas, matrizes, guias e chavetas.44 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    45. 45. PRÁTICA DE LIMAGEM A limagem manual pode ser realizada por meio de várias operações. 1. Limar superfície plana 2. Limar superfície plana paralela 3. Limar superfície plana em ângulo 4. Limar superfície côncava e convexa45 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    46. 46. LIMAGEM PLANA Produz um plano com um grau de exatidão determinado por meio de réguas. Aplica-se à reparação de máquinas e em ajustes diversos; Limar superfície plana paralela: produz um plano paralelo cujo grau de exatidão é controlado com o auxílio de um instrumento como o paquímetro, o micrômetro ou o relógio comparador. É empregada na confecção de matrizes, em montagens e ajustes diversos;46 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    47. 47. LIMAGEM PLANA PARALELA Limar superfície plana paralela produz um plano paralelo cujo grau de exatidão é controlado com o auxílio de um instrumento como o paquímetro, o micrômetro ou o relógio comparador. É empregada na confecção de matrizes, em montagens e ajustes diversos;47 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    48. 48. LIMAGEM PLANA EM ÂNGULO Produz uma superfície em ângulo reto, agudo ou obtuso, cuja exatidão é verificada por meio de esquadros (ângulos de 90º). Usa-se para a confecção de guias de diversos ângulos, "rabos de andorinha", gabaritos, cunhas;48 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    49. 49. LIMAGEM CÔNCAVA OU CONVEXA Produz uma superfície curva interna ou externa verificada por verificadores de raio e gabaritos. É empregada para a execução de gabaritos, matrizes, guias, chavetas;49 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    50. 50. OPERAÇÃO DE LIMAGEM50 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    51. 51. OPERAÇÃO DE LIMAGEM Fixação da peça na morsa - a superfície a ser lima da deve ficar na posição horizontal, alguns milímetros acima do mordente da morsa. Para proteger as faces já acabadas da peça, usar mordentes de proteção. (são chapas de material mais macio do que o da peça que será fixada e que evitam que os mordentes da morsa façam marcas nas faces já usinadas da peça). Escolha da lima de acordo com a operação e tamanho da peça.51 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    52. 52. OPERAÇÃO DE LIMAGEM52 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    53. 53. OPERAÇÃO DE LIMAGEM  Verifique se o cabo está bem fixado.  Apóie a lima sobre a peça, observando a posição dos pés.  Lime por passes sucessivos, cobrindo toda a superfície a ser limada e usando todo o comprimento da ferramenta.  A lima pode correr transversal ou obliquamente em relação à superfície da peça.  Lime a um ritmo entre 30 e 60 golpes por minuto. Controle freqüentemente a planeza com o auxílio da régua de controle.53 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    54. 54. OPERAÇÃO DE LIMAGEM  Para evitar riscos na superfície limada, limpe os cavacos que se prendem ao picado da linha com o auxílio de uma nova escova ou raspador de latão ou cobre.  Durante a verificação, o contato da régua deve ser suave, não se deixando deslizar o fio retificado sobre a superfície.  A operação da limagem é artesanal e seu resultado depende muito da habilidade do profissional.54 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    55. 55. OPERAÇÃO DE LIMAGEM55 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    56. 56. OPERAÇÃO DE LIMAGEM56 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    57. 57. OPERAÇÃO DE LIMAGEM P/ MATERIAIS FINOS Esta operação se faz em metais de pouca espessura e de laminados finos (até 4 mm aproximadamente). Diferencia-se das outras operações de limar pela necessidade de se fixar o material por meios auxiliares, tais como: calços de madeira, cantoneiras, grampos e pregos. Aplica-se na usinagem de gabaritos, lâminas para ajuste e outros. Nesta operação, apresentam-se dois casos: um quando se limam bordas e o outro quando se limam faces.57 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    58. 58. OPERAÇÃO DE LIMAGEM P/ MATERIAIS FINOS58 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    59. 59. OPERAÇÃO DE LIMAGEM P/ MATERIAIS FINOS59 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    60. 60. 60 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    61. 61. 61 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    62. 62. 62 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    63. 63. 63 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    64. 64. 64 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    65. 65. TRAÇAGEM Muitas vezes, dentro do processo de fabricação mecânica, é necessário prever se a peça em bruto ou pré-usinada resultará realmente na peça acabada que se deseja, isto é, se as dimensões da peça em bruto são suficientes para permitir a usinagem final.65 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    66. 66. TRAÇAGEM66 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    67. 67. TRAÇAGEM O processo de traçagem geralmente acontece na produção de peças únicas, na fabricação de pequenas séries ou na produção de primeiros lotes de peças de uma grande série.67 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    68. 68. TRAÇAGEM Para fazer isso, executa-se um conjunto de operações chamado de traçagem. Por meio da traçagem são marcadas na peça pré-usinada as linhas e os pontos que delimitam o formato final da peça após a usinagem. Com o auxílio da traçagem, são transportados para a peça os desenhos dos planos e outros pontos ou linhas importantes para a usinagem e o acabamento.68 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    69. 69. TRAÇAGEM Como a traçagem consiste basicamente em desenhar no material a correta localização dos furos, rebaixos, canais, rasgos e outros detalhes, ela permite visualizar as formas finais da peça. Isso ajuda a prevenir falhas ou erros de interpretação de desenho na usinagem, o que resultaria na perda do trabalho e da peça.69 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    70. 70. TRAÇAGEM O trabalho de traçagem pode ser classificado em dois tipos:  Traçagem plana, que se realiza em superfícies planas de chapas ou peças de pequena espessura.  Traçagem no espaço, que se realiza em peças forjadas e fundidas e que não são planas. Nesse caso, a traçagem se caracteriza por delimitar volumes e marcar centros. Na traçagem é preciso considerar duas referências: A superfície de referência, ou seja, o local no qual a peça se apóia; O plano de referência, ou seja, a linha a partir da qual toda a traçagem da peça é orientada.70 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    71. 71. TRAÇAGEM  Traçagem plana71 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    72. 72. TRAÇAGEM  Traçagem no espaço72 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    73. 73. TRAÇAGEM Plano de referência73 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    74. 74. TRAÇAGEM Superfície de referência74 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    75. 75. TRAÇAGEM Dependendo do formato da peça, a linha que indica o plano de referência pode corresponder à linha de centro. Da mesma forma, o plano de referência pode coincidir com a superfície de referência.75 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    76. 76. TRAÇAGEM Plano de simetria76 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    77. 77. TRAÇAGEM Plano e superfície de referência77 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    78. 78. TRAÇAGEM Instrumentos e materiais para traçagem Para realizar a traçagem é necessário ter alguns instrumentos e materiais. Os instrumentos são muitos e variados: mesa de traçagem ou desempeno, escala, graminho, riscador, régua de traçar, suta, compasso, esquadro de centrar, cruz de centrar, punção e martelo, calços em V, macacos de altura variável, cantoneiras, cubo de traçagem.78 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    79. 79. TRAÇAGEM Para cada etapa da traçagem um desses instrumentos ou grupo de instrumentos é usado. Assim, para apoiar a peça, usa-se a mesa de traçagem ou desempeno. Dependendo do formato da peça e da maneira como precisa ser apoiada, é necessário também usar calços, macacos, cantoneiras e / ou o cubo de traçagem.79 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    80. 80. TRAÇAGEM80 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    81. 81. TRAÇAGEM Para medir usam-se: escala, goniômetro ou calibrador traçador. Para traçar, usa-se o riscador, o compasso e o graminho ou calibrador traçador. Para auxiliar na traçagem usa-se régua, esquadros de base, o esquadro de centrar, a suta, tampões e gabaritos.81 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    82. 82. TRAÇAGEM82 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    83. 83. TRAÇAGEM83 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    84. 84. TRAÇAGEM84 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    85. 85. TRAÇAGEM Para marcar usam-se um punção e um martelo. Para que o traçado seja mais nítido, as superfícies das peças devem ser pintadas com soluções corantes.85 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    86. 86. TRAÇAGEM86 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    87. 87. TRAÇAGEM O tipo de solução depende da superfície do material do controle do traçado. O quadro que segue resume as informações sobre essas soluções.87 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    88. 88. TRAÇAGEM88 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    89. 89. TRAÇAGEM Quando há necessidade de realizar a traçagem em peças fundidas ou forjadas muito grandes, é possível fazê-lo em máquinas de traçagem.89 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    90. 90. TRAÇAGEM90 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    91. 91. TRAÇAGEM Etapas da traçagem (ORIENTAÇÕES)  Limpeza das superfícies que estarão em contato, ou seja, a peça e a mesa de traçagem.  Ambas devem estar livres de qualquer tipo de sujeira, tais como pó, graxa, óleo.  Além disso, a peça deve ter sido previamente rebarbada.91 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    92. 92. TRAÇAGEM Etapas da traçagem (ORIENTAÇÕES) Cont.  Preparação da superfície com o material adequado, ou seja, aplicação de uma pintura especial que permita visualizar os traços do riscador.  Posicionamento a peça sobre a superfície de referência.92 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    93. 93. TRAÇAGEM Atenção Se a peça não tiver uma superfície usinada que se possa tomar como plano de referência, ela deve ser posicionada com o auxílio de calços, macacos e / ou cunhas.93 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    94. 94. TRAÇAGEM94 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    95. 95. TRAÇAGEM95 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    96. 96. TRAÇAGEM Fazendo um traço fino, nítido, em um único sentido, ou seja, de uma vez só. Se os traços forem paralelos à superfície de referência, basta usar o graminho ou calibrador traçador. Para traçar linhas perpendiculares, usa-se o esquadro adequado. Para a traçagem de linhas oblíquas, usa-se a suta, que serve para transportar ou verificar o ângulo da linha oblíqua. No caso de furos ou arcos de circunferência, marcar com punção e martelo. Esta operação é realizada colocando-se a ponta do punção exatamente na interseção de duas linhas anteriormente traçadas. Em seguida, golpeia-se a cabeça do punção com o martelo.96 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    97. 97. TRAÇAGEM97 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    98. 98. TRAÇAGEM98 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    99. 99. TRAÇAGEM99 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    100. 100. TRAÇAGEM Como indicação prática, deve-se dar a primeira martelada com pouca força, verificar o resultado e dar um segundo golpe para completar a marcação. Para a traçagem de arcos de circunferência, usa-se o punção para marcar o centro da circunferência e o compasso para realizar a traçagem.100 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    101. 101. TRAÇAGEM101 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    102. 102. TRAÇAGEM DESEMPENO É um bloco robusto, retangular ou quadrado, construído de ferro fundido ou granito. A face superior é rigorosamente plana. O plano de referência serve para traçado com graminho, ou para controle de superfície planas.102 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    103. 103. TRAÇAGEM103 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    104. 104. TRAÇAGEM Conclusão: Traçagem é o desenho no próprio material que ajuda a visualizar o formato que a peça terá depois de usinada. Ela ajuda a prevenir erros do operador. E como diz o velho ditado, é melhor prevenir do que remediar.104 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    105. 105. MÁQUINAS DE SERRAR105 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    106. 106. MÁQUINAS DE SERRAR A finalidade do corte também determina a escolha da operação. Assim, se é necessário fazer cortes de contornos internos ou externos, previamente traçados, abrir fendas e rebaixos, a operação indicada é o serramento, operação de corte de materiais que usa a serra como ferramenta.106 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    107. 107. MÁQUINAS DE SERRAR O serramento pode ser feito manualmente ou com o auxilio de máquinas. Para se fazer o serramento manual, usa-se um arco de serra no qual se prende a lâmina de serra.107 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    108. 108. MÁQUINAS DE SERRAR108 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    109. 109. MÁQUINAS DE SERRAR109 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    110. 110. MÁQUINAS DE SERRAR Para trabalhos em série, usam-se os seguintes tipos de máquinas de serrar:  Máquina de serrar alternativa, horizontal ou vertical  Máquina serra fita  Máquina de serrar de disco circular.110 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    111. 111. MÁQUINAS DE SERRAR  Máquina de serrar alternativa, horizontal ou vertical: para cortes retos, que reproduz o movimento do serramento manual, isto é, de vaivém.111 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    112. 112. MÁQUINAS DE SERRAR112 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    113. 113. MÁQUINAS DE SERRAR  Máquina de serrar de fita circular, que pode ser vertical ou horizontal.113 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    114. 114. MÁQUINAS DE SERRAR  Máquina de serrar de disco circular.114 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    115. 115. MÁQUINAS DE SERRAR115 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    116. 116. MÁQUINAS DE SERRAR116 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    117. 117. MÁQUINAS DE SERRAR117 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    118. 118. MÁQUINAS DE SERRAR118 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    119. 119. MÁQUINAS DE SERRAR119 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    120. 120. MÁQUINAS DE SERRAR Seja com arco, seja com máquinas, o item mais importante no serramento é a lâmina de serrar ou simplesmente serra. Por isso, o cuidado com a seleção das lâminas de serra tanto para trabalhos manuais quando com máquinas é essencial. O quadro a seguir resume as principais características das lâminas de serra.120 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    121. 121. MÁQUINAS DE SERRAR121 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    122. 122. MÁQUINAS DE SERRAR Dica Tecnológica Existem serras usadas para fazer furos de diâmetros maiores dos que os que se pode fazer com brocas comuns. Elas foram especialmente desenvolvidas para a função de chapas de aço e outros metais, madeiras, fibras, plásticos, etc. São fabricadas em aço rápido bimetal e usadas em furadeiras. São chamadas de serra copo.122 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    123. 123. MÁQUINAS DE SERRAR123 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    124. 124. MÁQUINAS DE SERRAR A escolha da lâmina de serra adequada ao trabalho dependerá do tipo de trabalho (manual ou por máquina), da espessura e do tipo do material. Além de considerar esses dados, é necessário compatibilizá-los com a velocidade de corte ou número de golpes (máquina alternativa). Os quadros a seguir reúnem essas informações.124 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    125. 125. MÁQUINAS DE SERRAR125 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    126. 126. MÁQUINAS DE SERRAR Etapas da operação de serrar Marcação das dimensões no material a ser cortado. No caso de corte de contornos internos ou externos, há necessidade de traçagem, observando a seqüência já estudada. Fixação da peça na morsa, se for o caso. Seleção da lâmina de serra de acordo com o material e sua espessura.126 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    127. 127. MÁQUINAS DE SERRAR Fixação da lâmina no arco (manual) ou na máquina, observando o sentido dos dentes de acordo com o avanço do corte. Regulagem da máquina, se for o caso. Serramento. Se o serramento for manual, manter o ritmo (aproximadamente 60 golpes por minuto) e a pressão (feita apenas durante o avanço da serra).127 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    128. 128. MÁQUINAS DE SERRAR Usar a serra em todo o seu comprimento, movimentando somente os braços. Ao final da operação, diminuir a velocidade e a pressão sobre a serra para evitar acidentes. Essa recomendação é válida também para as máquinas de corte vertical. Caso o corte seja feito com máquina, usar o fluido de corte adequado (normalmente óleo solúvel).128 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    129. 129. MÁQUINAS DE SERRAR Para obter os melhores resultados no corte com máquina, deve-se manter o equipamento em bom estado de conservação. Além disso, algumas recomendações devem ser seguidas, a saber.129 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    130. 130. MÁQUINAS DE SERRAR Orientações  Se a máquina possuir morsa, verificar se o material está firmemente preso.  Escolher a lâmina de serra adequada ao trabalho.  Verificar a tensão da lâmina de serra, que deve ser moderada.130 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    131. 131. MÁQUINAS DE SERRAR Orientações (Cont.)  Após alguns cortes, fazer nova verificação e reajustar se necessário.  Ao ligar a máquina, verificar se a lâmina está afastada do material.  Usar avanço e velocidade de corte adequados à espessura e ao tipo de material a ser cortado.131 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    132. 132. FURADEIRAS Furadeira é uma máquina-ferramenta destinada a executar as operações como a furação por meio de uma ferramenta chamada broca. Elas são:  Furadeira Portátil  Furadeira de Coluna  Furadeiras Especiais132 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    133. 133. FURADEIRAS Furadeira Portátil São usadas em montagens, na execução de furos de fixação de pinos, cavilhas e parafusos em peças muito grandes como turbinas, carrocerias etc., Quando há necessidade de trabalhar no próprio local devido ao difícil acesso de uma furadeira maior.133 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    134. 134. FURADEIRAS As furadeiras manuais também são usadas também em serviços de manutenção para extração de elementos de máquina (parafusos ou prisioneiros). Pode ser elétrica e também pneumática.134 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    135. 135. FURADEIRAS135 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    136. 136. FURADEIRAS136 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    137. 137. FURADEIRAS137 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    138. 138. FURADEIRAS Furadeira de Coluna É chamada de furadeira de coluna porque seu suporte principal e uma coluna na qual estão montados o sistema de transmissão de movimento a mesa e a base. A coluna permite deslocar e girar o sistema de transmissão e a mesa, segundo o tamanho das peças.138 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    139. 139. FURADEIRAS139 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    140. 140. FURADEIRAS140 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    141. 141. FURADEIRAS141 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    142. 142. FURADEIRAS A Furadeira de Coluna pode ser:  Furadeira de Bancada  Furadeira de Piso  Furadeira Radial142 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    143. 143. FURADEIRAS Furadeira de Bancada (também chamada de sensitiva, porque o avanço da ferramenta é dado pela força do operador)- por ter motores de pequena potência é empregada para fazer furos pequenos (1 a 12 mm). A transmissão de movimentos é feita por meio de sistema de polias e correias.143 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    144. 144. 144 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    145. 145. FURADEIRAS Furadeira de Piso Geralmente e usada para a furação de pelas grandes com diâmetros maiores do que os das furadeiras de bancada. Possuem mesas giratórias que permitem maior aproveitamento em peças de formatos irregulares.145 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    146. 146. FURADEIRAS Furadeira de Piso (cont.) Possuem, também, mecanismo para avanço automático do eixo árvore. Normalmente a transmissão de movimento é feita por engrenagens.146 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    147. 147. FURADEIRAS Furadeira radial É empregada para abrir furos em peças pesadas, volumosas ou difíceis de alinhar. Possui um potente braço horizontal que pode ser abaixado e levantado e é capaz de girar em torno da coluna.147 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    148. 148. FURADEIRAS Furadeira radial (cont.) Esse braço, por sua vez, contém o eixo porta ferramentas que também pode ser deslocado horizontalmente ao longo do braço. Isso permite furar em várias posições sem mover a peça. O avanço da ferramenta também é automático.148 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    149. 149. FURADEIRAS149 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    150. 150. FURADEIRAS Furadeiras Especiais Estão divididas em:  Furadeira Múltipla  Furadeira de fusos múltiplos150 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    151. 151. FURADEIRAS Furadeira múltipla Possui vários fusos alinhados para executar operações sucessivas ou simultâneas em uma única peça ou em diversas peças ao mesmo tempo.151 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    152. 152. FURADEIRAS Furadeira de fusos múltiplos Os fusos trabalham juntos, em feixes. A mesa gira sobre seu eixo central. É usada em usinagem de uma peça com vários furos e produzida em grandes quantidades de peças seriadas. É usada em operações seriadas nas quais é preciso fazer furos de diversas medidas.152 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    153. 153. FURADEIRAS As furadeiras podem ser identificadas por característica como:  Potência do motor;  Variação de rpm;  Deslocamento do eixo máximo principal;  Deslocamento máximo da mesa;  Distância máxima entre a coluna e o eixo principal.153 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    154. 154. FURADEIRAS Acessórios das furadeiras: Para efetuar as operações, as furadeiras precisam ter acessórios que ajudem a prende a ferramenta ou a peça, por exemplo. Os principais acessórios das furadeiras são:  Mandril;  Buchas cônicas e  Cunha ou saca-mandril/ bucha.154 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    155. 155. FURADEIRAS Mandril - este acessório tem a função de prender as ferramentas, com haste cilíndrica paralela, para serem fixados na furadeira eles são produzidos com rosca ou cone. Para a fixação da ferramenta, o aperto pode ser feito por meio de chaves de aperto. Existem também modelos de aperto rápido para apertos de precisão realizados com brocas de pequeno diâmetro.155 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    156. 156. FURADEIRAS O uso do mandril é limitado pela medida máxima de diâmetro da ferramenta. O menor mandril é usado para ferramenta com diâmetros entre 0,5 e 4 mm e o maior, para ferramentas de 5 a 26 mm.156 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    157. 157. FURADEIRAS Buchas cônicas São elementos que servem para fixar o mandril ou a broca diretamente no eixo da máquina. Suas dimensões são normalizadas tanto para cones externos (machos) como para cones internos (fêmeas).157 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    158. 158. FURADEIRAS Buchas cônicas (cont.) Quando o cone interno (eixo ou árvore da máquina) for maior que o cone externo (da broca) usam-se buchas cônicas de redução. O sistema de cone Morse é o mais usado em máquinas-ferramenta e é padronizado com uma numeração de O a 6.158 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    159. 159. FURADEIRAS Cunha ou saca-mandril/bucha É um instrumento de aço em forma de cunha usado para extrair as ferramentas dos furos cônicos do eixo porta-ferramenta . Para um ajuste correto da ferramenta, antes de efetuar a montagem das brocas, mandris, buchas, rebaixadores, escareadores deve-se fazer a limpeza dos cones, retirando qualquer traço de sujeira.159 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    160. 160. VELOCIDADE DE CORTE A velocidade de corte depende da operação, há casos em que a superfície da peça pode ser deslocada em relação à ferramenta, ou a ferramenta é deslocada em relação à superfície da peça. Em ambos os casos, tem-se como resultado o corte, ou desbaste do material.160 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    161. 161. VELOCIDADE DE CORTE Para obter o máximo rendimento nessa operação, é necessário que tanto a ferramenta quanto a peça desenvolvam velocidade de corte adequada. Velocidade de corte é o espaço que a ferramenta percorre, cortando um material dentro de um determinado tempo161 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    162. 162. VELOCIDADE DE CORTE Uma série de fatores influenciam a velocidade de corte  Tipo de material da ferramenta;  Tipo de material a ser usinado;  Tipo de operação que será realizada;  Condições de refrigeração;  Condições da máquina, entre outros.162 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    163. 163. VELOCIDADE DE CORTE Embora exista uma fórmula que expressa a velocidade de corte, ela é fornecida por tabelas que compatibilizam o tipo de operação com o tipo de material da ferramenta e o tipo de material a ser usinado163 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    164. 164. VELOCIDADE DE CORTE Quando o trabalho de usinagem é iniciado, é preciso ajustar a rpm (número de rotações por minuto) ou o gpm (número de golpes por minuto) da máquina ferramenta. Isso é feito tendo como dado básico a velocidade de corte. Para calcular o número de rpm de uma máquina, emprega-se a fórmula: rpm = (vc · 1000) / (d · π).164 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    165. 165. VELOCIDADE DE CORTE Para calcular o número de gpm, emprega-se a fórmula: gpm = vc · 1000/ 2 · c. A escolha de velocidade de corte correta é importantíssima tanto para a obtenção de bons resultados de usinagem quanto para a manutenção da vida útil da ferramenta e para o grau de acabamento. A velocidade de corte incorreta pode ser maior ou menor que a ideal.165 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    166. 166. VELOCIDADE DE CORTE Quando isso acontece, alguns problemas ocorrem. Eles estão listados a seguir. Velocidade Maior 1. Superaquecimento da ferramenta, que perde suas características de dureza e tenacidade. 2. Superaquecimento da peça, gerando modificação de forma e dimensões da superfície usinada. 3. Desgaste prematuro da ferramenta de corte.166 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    167. 167. VELOCIDADE DE CORTE Velocidade Menor 1. O corte fica sobrecarregado, gerando travamento e posterior quebra da ferramenta, inutilizando-a e também a peça usinada. 2. Problemas na máquina-ferramenta, que perde rendimento do trabalho porque está sendo subutilizada.167 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    168. 168. VELOCIDADE DE CORTE Avanço Uma vez estabelecida a velocidade de corte, o operador deve compatibilizá-la com o avanço da ferramenta ou da peça. O avanço nada mais é que a velocidade de deslocamento de uma em relação à outra a cada rotação do eixo da máquina (mm/rotação).168 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    169. 169. VELOCIDADE DE CORTE O avanço pode, também, se referir ao espaço em que a peça ou a ferramenta se desloca uma em relação à outra a cada golpe do cabeçote da máquina-ferramenta (mm / golpe). Esses valores estão reunidos em tabelas, publicadas em catálogos fornecidos pelos fabricantes das ferramentas.169 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    170. 170. VELOCIDADE DE CORTE Eles estão relacionados com o material a ser usinado, a ferramenta e a operação de usinagem. É preciso lembrar que a primeira condição para a usinagem é que a ferramenta cortante seja mais dura do que o material usinado.170 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    171. 171. VELOCIDADE DE CORTE Assim, usando a ferramenta de corte correta e os parâmetros adequados, não há como errar. Além disso, é necessário que o cavaco se desprenda de tal maneira que a superfície apresente as características de acabamento e exatidão de medidas adequados à finalidade da peça.171 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    172. 172. FLUIDOS DE CORTE Do ponto de vista dos custos de produção, nas operações de usinagem com máquinas-ferramenta, quanto maior for a velocidade de corte, maior será a produção e mais econômica ela será. Na procura de níveis cada vez mais altos de produtividade, a utilização de novos materiais para as ferramentas de corte permitiu atingir velocidades de corte inimagináveis alguns anos atrás.172 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    173. 173. FLUIDOS DE CORTE Por outro lado, sabe-se que quanto maior é a velocidade de corte, maior é o atrito peça-ferramenta-cavaco, o que libera ainda mais calor. Em tese, isso prejudica a qualidade do trabalho, diminui a vida útil da ferramenta, ocasionando a oxidação de sua superfície e da superfície do material usinado. Diante desse dilema tecnológico, que fazer?173 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    174. 174. FLUIDOS DE CORTE A resposta está na descoberta de Taylor. Ele começou com a água, mas logo deve ter percebido seus inconvenientes: corrosão na usinagem de materiais ferrosos, baixo poder umectante e lubrificante, e emprego em pequena faixa de temperatura.174 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    175. 175. FLUIDOS DE CORTE Todavia, ela abriu caminhos para a pesquisa e o uso de materiais que permitiram a usinagem mais eficiente, mais rápida e com melhor acabamento. Esses materiais são os agentes de melhoria da usinagem e que receberam o nome genérico de fluidos de corte.175 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    176. 176. FLUIDOS DE CORTE Um fluido de corte é um material composto, na maioria das vezes, líquido, que deve ser capaz de: refrigerar, lubrificar, proteger contra a oxidação e limpar a região da usinagem. Como refrigerante, ele atua sobre a ferramenta e evita que ela atinja temperaturas muito altas e perca suas características de corte.176 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    177. 177. FLUIDOS DE CORTE Age, também, sobre o peça evitando deformações causadas pelo calor. Atua, finalmente, sobre o cavaco, reduzindo a força necessária para que ele seja cortado.Como lubrificante, o fluido de corte facilita o deslizamento do cavaco sobre a ferramenta e diminui o atrito entre a peça e a ferramenta.177 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    178. 178. FLUIDOS DE CORTE Evita ainda o aparecimento da aresta postiça, reduz o coeficiente de atrito na região de contato ferramenta-cavaco e diminui a solicitação dinâmica da máquina. Como protetor contra a oxidação, ele protege a peça, a ferramenta e o cavaco, máquina para contribuindo para o bom acabamento e aspecto final do trabalho.178 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    179. 179. FLUIDOS DE CORTE A ação de limpeza ocorre como conseqüência da aplicação do fluido em forma de jato, cuja pressão afasta as aparas deixando limpa a zona de corte e facilitando o controle visual da qualidade do trabalho.179 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    180. 180. FUIDOS DE CORTE O abastecimento do fluido de corte em uma máquina-ferramenta é geralmente feito por meio de uma bomba e conduzido por mangueiras até o ponto de aplicação. A figura a seguir mostra, em representação esquemática, uma fresadora e seu sistema de distribuição do fluido de corte.180 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    181. 181. FLUIDOS DE CORTE O fluido, depois de refrigerar a ferramenta e a peça, cai para a mesa onde é recolhido por canais e levado, por meio de um tubo, para o reservatório. Do reservatório, a bomba aspira novamente o fluido para devolvê-lo sobre a ferramenta e a superfície de trabalho.181 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    182. 182. FLUIDOS DE CORTE Observe que o reservatório, na base da máquina, está dividido em dois compartimentos, de modo que as aparas e a sujeira fiquem no fundo do compartimento da frente para que a bomba possa se alimentar de líquido limpo.182 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    183. 183. FLUIDOS DE CORTE Sólido? Líquido? Gasoso? Embora genericamente designados como "fluidos" de corte, os materiais que cumprem essas funções podem ser, na verdade, sólidos, líquidos e gasosos. A diferença entre eles é que enquanto os gases só refrigeram e os sólidos apenas reduzem o atrito, os líquidos refrigeram e reduzem o atrito, daí a preferência por eles.183 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    184. 184. FLUIDOS DE CORTE O uso dos agentes de corte gasosos visa principalmente à refrigeração, embora o fato de estar sob pressão auxilie também na expulsão do cavaco. Para essas finalidades, usa-se o ar comprimido em temperaturas abaixo de 0ºC, o CO² (dióxido de carbono ou gelo-seco) para altas velocidades de corte de ligas de difícil usinagem, e o nitrogênio para operações de torneamento.184 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    185. 185. FLUIDOS DE CORTE Os sólidos visam somente à lubrificação no processo de usinagem. É o caso do grafite e do bissulfeto de molibdênio, aplicados na superfície de saída da ferramenta antes que se inicie o processo de corte. O grupo maior, mais importante e mais amplamente empregado é, sem dúvida, o composto pelos líquidos. Eles estão divididos em três grandes grupos.185 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    186. 186. FLUIDOS DE CORTE O grupo dos óleos de corte integrais, ou seja, que não são misturados com água, formado por: óleos minerais (derivados de petróleo), óleos graxos (de origem animal ou vegetal), óleos compostos (minerais + graxos) e óleos sulfurados (com enxofre) e clorados (com cloro na forma de parafina clorada). O grupo dos óleos emulsionáveis ou "solúveis", formado por: óleos minerais solúveis, óleos solúveis de extrema pressão (EP).186 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    187. 187. FLUIDOS DE CORTE Fluidos de corte químicos, ou fluidos sintéticos, compostos por misturas de água com agentes químicos como aminas e nitritos, fosfatos e boratos, sabões e agentes umectantes, glicóis e germicidas. Os óleos minerais são a base da maioria dos fluidos de corte. A eles são adicionados os aditivos, ou seja, compostos que alteram e melhoram as características do óleo, principalmente quando ele é muito exigido. aditivos mais usados são os antioxidantes e os agentes EP.187 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    188. 188. FLUIDOS DE CORTE Os antioxidantes têm a função de impedir que o óleo se deteriore quando em contato com o oxigênio do ar. Quando as pressões e as velocidades de deslizamento aumentam, a película de óleo afina até se romper. Para evitar o contato metal com metal, é necessário usar um agente EP.188 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    189. 189. Os agentes EP são aditivos que reagem quimicamente com a superfície metálica e formam uma película que reduz o atrito. Entre os tipos de agentes EP pode-se citar: Matéria graxa, constituída de ácidos graxos, indicada para trabalhos leves; Enxofre, formando o óleo sulfurado, indicado para trabalhos pesados com aço e metais ferrosos. Durante o trabalho de corte, forma sulfeto metálico de características anti-soldantes e lubrificantes; Cloro, adicionado sob a forma de parafina clorada e189 também indicado para operações 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    190. 190. Os óleos emulsionáveis ou solúveis são fluidos de corte em forma de emulsão composta por uma mistura de óleo e água. Isso é possível com a adição de agentes emulsificadores, ou seja, aqueles que ajudam a formar as gotículas de óleo que ficam dispersas na água. Quanto melhor for esse agente,190 menor será o tamanho da gota de 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    191. 191. Manuseio dos fluidos e dicas de higiene Os fluidos de corte exigem algumas providências e cuidados de manuseio que garantem seu melhor desempenho nas operações de usinagem. Vamos citar alguns exemplos. 1. Armazenamento - os fluidos devem ser armazenados em local adequado, sem muitas variações de temperatura. Além disso, eles devem ser mantidos limpos e livres de contaminações. 2. Alimentação - o fluido de corte deve ser aplicado diretamente à ponta da ferramenta com alimentação individual de cada ponta. A alimentação do fluido deve ser iniciada antes que a ferramenta penetre na peça a fim de eliminar o choque térmico e a distorção. As ilustrações a seguir mostram a maneira adequada de aplicar o fluido em diversas operações de usinagem. 3. Purificação e recuperação - os fluidos de corte podem ficar contaminados por limalha, partículas de ferrugem, sujeiras diversas. Nesse caso, eles podem ser limpos por meio de técnicas de decantação e filtragem. 4. Controle de odor - os fluidos de corte em forma de emulsão, por conterem água, estão sujeitos à ação de bactérias presentes no ar, na água, na poeira e que produzem maus odores. Esse problema pode ser diminuído por meio da constante da limpeza da oficina, pelo arejamento e pelo tratamento bactericida da emulsão. Os cuidados, porém, não devem se restringir apenas aos fluidos, mas também precisam ser estendidos aos operadores que os manipulam. Embora os processos de produção dos fluidos de corte estejam cada vez mais aperfeiçoados para eliminar componentes indesejáveis, não só no que se refere ao uso, mas também aos aspectos relacionados à saúde do usuário, o contato prolongado com esses produtos pode trazer uma série de problemas de pele, genericamente chamados de dermatite. Como o contato do operador com esses óleos é inevitável pelo tipo de trabalho realizado, torna-se indispensável que esse contato seja evitado, usando-se de luvas e uniformes adequados. Além disso, práticas de higiene pessoal são imprescindíveis para o controle e prevenção das dermatites. O que acontece na dermatite, é que a combinação dos fluidos de corte com os resíduos que geralmente acompanham os trabalhos de usinagem forma compostos que aderem à pele das mãos e dos braços. Essas substâncias entopem os poros e os folículos capilares, impedindo formação normal do suor e a ação de limpeza natural da191 pele, o que causa a dermatite. 05/11/12 O controle desse problema é simplesmente uma questão de higiene pessoal e limpeza do fluido de corte. Para isso, algumas providências devem ser tomadas, a saber: SENAI - ITAJAÍ
    192. 192. Manter tanto o fluido de corte quanto a máquina-ferramenta sempre limpos. Instalar nas máquinas protetores contra salpicos. Vestir um avental à prova de óleo. Lavar as áreas da pele que entram em contato com os salpicos de fluido, sujeira e partículas metálicas ao menos duas vezes durante o dia de trabalho, usando sabões suaves ou pastas e uma escova macia. Enxugar muito bem com uma toalha de papel. Aplicar creme protetor nas mãos e nos braços antes de iniciar o trabalho e sempre depois de lavá-los. Tratar e proteger imediatamente cortes e arranhões. Esta aula sobre fluidos de corte termina aqui. A informação básica você já tem. Vale lembrar mais uma vez que há muita coisa a ser aprendida ainda. Fique sempre de olho em catálogos, revistas técnicas e outras fontes que possam aumentar o seu conhecimento.192 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    193. 193. 193 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    194. 194. BROCAS Definição: A ferramenta que faz o trabalho da furação chama-se broca. Na execução do furo, a broca recebe um movimento de rotação, responsável pelo corte, e um movimento de avanço, responsável pela penetração da ferramenta.194 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    195. 195. 195 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    196. 196. BROCAS Material para brocas:  Aço-carbono  Aço-rápido  Aço-carbono com ponta de metal duro196 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    197. 197. BROCAS As brocas de aço- rápido podem ser revestidas de nitreto de titânio para prolongar a vida e diminuir a temperatura de operação.197 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    198. 198. BROCAS Principais dimensões das brocas198 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    199. 199. BROCAS  Dimensional Ângulo de hélice: Varia de acordo com a dureza do material. Quanto maior a dureza do material a ser furado, mais fechado deve ser o ângulo de hélice.199 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    200. 200. BROCAS  Dimensional Ângulo de incidência: Também chamado de ângulo de folga, é responsável por reduzir o atrito entre peça e broca. Quanto maior a dureza do material a ser furado menor o ângulo de incidência.200 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    201. 201. BROCAS  Dimensional Ângulo de ponta: Assim como os demais ângulos, o ângulo de ponta varia de acordo com a dureza.201 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    202. 202. BROCAS  Dimensional Aresta de corte: Ambas as arestas devem ter o mesmo comprimento. A = A`202 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    203. 203. BROCAS203 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    204. 204. BROCAS  Dicas Para materiais duros afiar a ferramenta, tornando o ângulo de ponta obtuso.204 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    205. 205. BROCAS  Dicas Para a usinagem de chapas finas são freqüentes duas dificuldades a primeira é que os furos obtidos não são redondos; a segunda é que a parte final do furo na chapa apresenta-se com muitas rebarbas. A forma de evitar esses problemas é afiar a broca de modo que o ângulo de ponta fique muito mais obtuso.205 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    206. 206. BROCAS  Dicas Para a usinagem de ferro fundido, primeiramente afia- se a broca com um ângulo normal de 118º. Posteriormente, a parte externa da aresta principal de corte, medindo 1/ 3 do comprimento total dessa aresta, é afiada com 90º.206 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    207. 207. BROCAS  Brocas Especiais Broca de centrar: Ela permite a execução de furos de centro nas peças que vão ser torneadas, fresadas ou retificadas. Esses furos permitem que a peça seja fixada por dispositivos especiais (entre pontas) e tenha movimento giratório.207 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    208. 208. BROCAS Broca escalonada Permite em uma única operação furar e rebaixar uma peça.208 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    209. 209. BROCAS Broca canhão Utilizada em situações onde o furo é várias vezes maior que o diâmetro e onde brocas comuns não podem ser empregadas.209 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    210. 210. BROCAS Broca com canal para fluido de corte Para furos profundos onde a necessidade de refrigeração.210 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    211. 211. BROCAS Rebaixadores e Escareadores São utilizados quando não se pode ter parafusos aparentes na superfície.211 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    212. 212. BROCAS212 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    213. 213. BROCAS Procedimento para furar  Preparação da peça por meio de traçagem  Fixação da peça na furadeira.  Fixação da broca. Ao segurar a broca deve-se tomar cuidado com as arestas cortantes.213 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    214. 214. BROCAS  Regulagem da máquina: calcular rpm, deve- se consultar as tabelas adequadas. Na operação de furar, deve-se considerar o tipo de furo, ou seja, se é passante ou não. A medição da profundidade do furo é sempre feita considerando-se a parede do furo sem a ponta da broca.214 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    215. 215. BROCAS  Aproximação e centralização da ferramenta na marca puncionada na peça.  Acionamento da furadeira e execução da furação. Ao se aproximar o fim da furo, o avanço da broca deve ser lento. Se necessário, usar o fluido de corte adequado.  Quando são exigidos furos com exatidão, torna-se necessário o uso de uma ferramenta de precisão denominado alargador.215 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    216. 216. BROCAS216 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    217. 217. BROCAS217 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    218. 218. BROCAS218 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    219. 219. ROSCAS Material para efetuar a rosca  Macho  Desandador  Cossinete ou tarraxa  Porta cossinete  Morsa219 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    220. 220. ROSCAS220 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    221. 221. ROSCAS Os machos são caracterizados por:  Sistemas de rosca que podem ser: métrico (em milímetro), Whitworth e americano (em polegada).  Aplicação: roscar peças internamente.  Passo medido pelo sistema métrico decimal, ou número de filetes por polegada: indica se a rosca é normal ou fina.  Diâmetro externo ou nominal: diâmetro da parte roscada.  Diâmetro da espiga ou haste cilíndrica: indica se o macho serve ou não para fazer rosca em furos mais profundos.  Sentido da rosca: à direita ou à esquerda.221 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    222. 222. BROCAS222 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    223. 223. ROSCAS Etapas para rosqueamento  Fixação da peça em uma morsa, por exemplo. O furo deve ser mantido em posição vertical.  Seleção do macho e do desandador, adequados à operação.  Seleção do fluido de corte.223 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    224. 224. ROSCAS  Início da abertura da rosca: deve-se introduzir o macho no furo com leve pressão, dando as voltas necessárias até o início do corte.  Verificação da perpendicularidade com esquadro e correção (se necessário).  Introduzir progressivamente, por meio de movimentos circulares alternativos, ou seja, de vai- e-volta. Isso é feito a fim de quebrar o cavaco e permitir a entrada do fluido de corte.224 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    225. 225. ROSCAS225 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    226. 226. ROSCAS226 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    227. 227. ROSCAS227 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    228. 228. ROSCAS  ATENÇÃO! O roscamento é, na verdade, uma das operações de usinagem que exige mais cuidados por parte do profissional. Isso acontece por problemas como dificuldade de remoção do cavaco e de lubrificação inadequada das arestas cortantes da ferramenta.228 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    229. 229. ROSCAS Como reduzir a probabilidade de problemas?  Pela correta seleção de materiais que ofereçam menor resistência à usinagem;  Evitando profundidade de rosca que exceda em 1,5 vezes o diâmetro do furo;  Deixando uma folga adequada no fundo dos furos cegos;229 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    230. 230. ROSCAS  Fazendo o furo prévio dentro das dimensões especificadas para cada tipo de rosca;  Selecionando a ferramenta adequada à operação;  Em operações com máquinas, escolhendo corretamente o equipamento, a velocidade de corte e o lubrificante.230 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    231. 231. ROSCAS SELEÇÃO DE BROCA Suponhamos que seja preciso fazer um furo para uma rosca M 6 x 1 (rosca métrica com ∅ de 6 mm e passo de 1mm). Consultando a Tabela ISO Métrica Grossa231 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    232. 232. ROSCAS232 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    233. 233. ROSCAS CÁLCULO DO DIÂMETRO DA BROCA  Sistema Whitworth: d = D -1,2806 · passo  Sistema Americano: d = D -1,299 · passo  Sistema Internacional (métrico): d = D -1,299 · passo d=diâmetro da broca D=diâmetro nominal da rosca233 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    234. 234. ROSCAS  Dica: Por aproximação, podemos usar, na prática, as fórmulas: d = D - passo (para ∅ menores que 8 mm). d = D -1,2 · passo (para ∅ maiores que 8 mm).234 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    235. 235. ROSCAS Para roscas com furos cegos, ou seja, não vazados, a extremidade do macho jamais deve bater contra o fundo do furo. Assim, sempre que possível, furar mais profundo que o necessário para fazer a rosca a fim de que se obtenha um espaço para reter os cavacos. Quando não for possível obter furos mais profundos, recomenda-se remover com freqüência os cavacos que se alojam no fundo do furo.235 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    236. 236. ROSCAS236 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    237. 237. ROSCAS  FERRAMENTA DE ROSCAR EXTERNO O processo de roscamento externo é mais conhecido como o processo de produção dos parafusos e roscas externa em tubulação.237 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    238. 238. ROSCAS MANUAL OU EM MÁQUINA? O processo de roscar pode ser efetuado em máquinas ou manualmente. Para este último processo se faz necessário o uso do cossinete ou tarraxa.238 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    239. 239. ROSCAS O cossinete ou tarraxa nada mais é que uma ferramenta de corte fabricada em aço especial. Sua configuração é de um cilindro com um furo central filetado, semelhante a uma porca. Tem, em sua configuração, três ou mais furos para auxiliar a remoção de cavaco.239 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    240. 240. ROSCAS TIPOS: rígido ou fechado aberto240 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    241. 241. ROSCAS ENTRADA CORRIGIDA (HELICOIDAL) OU NÃO? Para materiais que produzem cavacos longos é necessário uma ferramenta que facilite a saída deste material, neste caso faz-se uso de cossinete com entrada corrigida ou helicoidal. Para materiais como o latão que produz cavacos curtos o cossinete mais indicado é o de entrada não corrigida.241 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    242. 242. ROSCAS TIPO ESPECIAL DE COSSINETE •COSSINETE BIPARTIDO Este pode ser utilizado para roscar tubos de PVC, ferro galvanizado ou cobre.242 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    243. 243. ROSCAS TIPO ESPECIAL DE COSSINETE •COSSINETE DE PENTE Utilizado em tornos revólver e máquinas roscadeiras automáticas. SENAI - ITAJAÍ243 Princípio 05/11/12
    244. 244. ROSCAS PRINCIPAIS CARACTERISTICAS •Sistema de Rosca: Métrico, Whitworth ou americano; •Passo ou número de fios por polegada; •Diâmetro nominal: gravado no corpo da ferramenta; •Sentido da rosca: à direita ou à esquerda.244 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    245. 245. ROSCAS UTILIZAÇÃO Para se fazer uso dos diferentes tipos de cossinetes é preciso que se tenha o porta cossinete em mãos. De acordo com o diâmetro da peça o porta cossinete acompanha este aumento.245 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    246. 246. ROSCAS PROCEDIMENTO DE ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL A observação principal do processo é de que este deverá ser feito executando um movimento alternativo, de vai e vem para evitar que haja engripamento da ferramenta, processo já visto no roscamento interno.246 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    247. 247. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO •Cálculo do diâmetro ideal do eixo a ser roscado: passo D=d− 5247 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    248. 248. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO • Para início do processo de roscamento, a fim de facilitar o avanço da ferramenta, fazer um chanfro na ponta do eixo.248 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    249. 249. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO • Efetuar a traçagem do comprimento a ser roscado. • Seleção do cossinete considerando o diâmetro do material e o passo (ou número de filetes) da rosca. • Seleção do porta-cossinete, considerando o diâmetro externo do cossinete249 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    250. 250. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO Montagem do cossinete de modo que: 4. Sua abertura coincida com o parafuso de regulagem; 5. As perfurações de sua parte externa coincidam com os parafusos de fixação do porta-cossinetede filetes) da rosca.250 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    251. 251. ROSCAS251 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    252. 252. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO • Fixação da peça utilizando mordente.252 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    253. 253. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO • Abertura da rosca deve se dar de forma alternada (vai e vem) sempre a ½ de volta, no sentido horário, e retornar no sentido anti-horário para quebra do cavaco.253 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    254. 254. ROSCAS ROSCAMENTO EXTERNO MANUAL PASSO A PASSO • Após efetuado o roscamento, seja interno ou externo, verificar a rosca com um calibrador de roscas.254 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    255. 255. ROSCAS OPERAÇÃO DE ROSCAR EM MÁQUINAS As operações manuais são sempre usadas para produzir um número limitado de peças ou para trabalhos de manutenção.255 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    256. 256. ROSCAS OPERAÇÃO DE ROSCAR EM MÁQUINAS • Rosqueadeiras, que empregam machos de roscar e cossinetes de pente; • Laminadores de rosca nos quais se aplicam pentes e rolos; • Fresadoras para roscas, que usam fresas simples ou múltiplas; • Tornos; • Retificadoras de roscas256 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    257. 257. ROSCAS OPERAÇÃO DE ROSCAR EM MÁQUINAS LAMINADORA O roscamento é feito por compressão do material sem formação de cavaco. O filete obtido é muito mais resistente do que o feito por corte, porque a estrutura interna do material é compactada sem se romper. Como o laminado aumenta o diâmetro exterior, os parafusos devem ser feitos com um diâmetro inicial menor.257 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    258. 258. PLAINA LIMADORA • DEFINIÇÃO Tem como objetivo o aplainamento de uma superfície, seja ela no horizontal, vertical ou inclinada. O movimento de das plainas é sempre linear e as ferramentas de corte tem sempre uma única aresta de corte.258 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    259. 259. ROSCAS259 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    260. 260. PLAINA LIMADORA OBSERVAÇÃO: O aplainamento é uma operação de desbaste, portanto não produz superfícies de bom acabamento. O que significa que será necessário a utilização de outro processo para se efetuar a finalização do processo, em outro equipamento.260 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    261. 261. PLAINA LIMADORA TIPOS E SENTIDOS DO APLAINAMENTO261 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    262. 262. PLAINA LIMADORA TIPOS DE PLAINA262 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    263. 263. 3. CORPO 5. BASE PLAINA LIMADORA 7. TORPEDO OU CABEÇOTE MÓVEL 9. CABEÇOTE DE ESPERA 11. PORTA FERRAMENTA 13. MESA263 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    264. 264. PLAINA LIMADORA • PROPRIEDADES Devido a fácil movimentação do porta ferramenta na obtenção de ângulos, as plainas podem efetuar operações como estrias, rasgos, rebaixos, chanfros, faceamento de topo em peças de grande comprimento264 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    265. 265. PLAINA LIMADORA • ATENÇÃO! Assim como os demais equipamentos já estudados, deve-se verificar a fixação da peça a máquina, observando se a mesma encontra-se firmemente presa.265 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    266. 266. PLAINA LIMADORA PLAINA VERTICAL Possui os movimentos de mesa principais e o movimento de rotação sendo a ferramenta com deslocamento vertical.266 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    267. 267. PLAINA LIMADORA PLAINA DE MESA 3. BASE 4. COLUNA 5. PONTE 6. CABEÇOTES PORTA FERRAMENTAS 7. PEÇA 8. MESA267 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    268. 268. PLAINA LIMADORA EXEMPLO DE FIXAÇÃO268 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    269. 269. ANEL GRADUADO Presente em plainas, fresas, tornos, retificas entre outros.269 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    270. 270. ANEL GRADUADO Definição: Os anéis graduados, como o nome já diz, são construídos com graduações, que são divisões proporcionais ao passo do fuso, ou seja, à distância entre filetes consecutivos da rosca desse fuso.270 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    271. 271. ANEL GRADUADO271 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    272. 272. ANEL GRADUADO • CÁLCULO DO DESLOCAMENTO • Avanço (A): pf = passo do fuso n°div=número de divisões do anél272 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    273. 273. ANEL GRADUADO AVANÇO TOTAL AT = X.A Onde: AT = Avanço total X = deslocamento da ferramenta A = avanço de cada divisão273 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    274. 274. ANEL GRADUADO EXEMPLO Para se efetuar a usinagem de uma peça é necessário o desbaste de 18 mm em um torno. Sabendo-se que o passo é 5 mm e o anel graduado possui 250 divisões, calcule quantas divisões serão necessárias para se obter o avanço pedido.274 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    275. 275. ANÉL GRADUADO EXERCÍCIOS 2. Calcule o avanço de cada divisão em uma fresa que possui um fuso com 5 mm de passo e 250 divisões no anel graduado. 3. Para efetuar o torneamento de um eixo que possui 86 mm de diâmetro e deve ser usinado até o diâmetro de 22 mm qual deverá ser o número de divisões do anel graduado sabendo que o fuso tem passo de 5 mm e o número de divisões do anel é de 250. 4. Para uma fresa com fuso de 5 mm e 250 divisões calcule o número de divisões necessárias para avançar 102 mm.275 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    276. 276. PLAINA LIMADORA276 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    277. 277. PLAINA LIMADORA277 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    278. 278. ANÉL GRADUADO278 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    279. 279. ANÉL GRADUADO279 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    280. 280. ROSCAS280 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    281. 281. ROSCAS281 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    282. 282. ROSCAS282 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ
    283. 283. ROSCAS283 05/11/12 SENAI - ITAJAÍ

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