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PLANO ESTRATÉGICO PROGRAMAS PRIORITÁRIOS
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PLANO REGULADOR 6
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MODELO ESPACIAL HIERARQUIA VIÁRIA – PERFIL NÚCLEOS
MODELO ESPACIAL HIERARQUIA VIÁRIA – PERFIL ESTRADAS
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<ul><li>A  ZONA DE PRESERVAÇÃO  só ocorre quando há compacidade nas APPs (vale do marrecão), pois a interdição de atividad...
<ul><li>Principal zona de produção do município, o “campo”,  </li></ul><ul><li>Onde se desenvolve a maioria da produção do...
MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – USOS E ATIVIDADES
ATIVIDADES PERMITIDAS POR ZONAS
ATIVIDADES PERMITIDAS POR ZONAS
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MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 2
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ZONA RURURBANA 1 (ZRU1) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – RURURBANA 1
MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – NÚCLEO DISTRITAL
ZONA DE NÚCLEO DISTRITAL RURAL (ZNDR) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – NÚCLEO DISTRITAL
MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – URBANA - SEDE
ZONA URBANA (ZURB) NÃO HÁ MUDANÇAS AO PLANO EXISTENTE. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – URBANA – SEDE
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MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE MARCORAMA
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MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE SÃO ROQUE
IMAGEM AÉREA MUNICÍPIO
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Plano Diretor Rural de Garibaldi: Audiência pública 25out2011 v5

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Apresentação exibida na Audiência Pública da 3a Etapa do Plano Diretor Rural de Garibaldi - RS no dia 25 de outubro de 2011.
Consiste na apresentação do Plano Estratégico e Plano Regulador propostos para o município, ainda em discussão e para o qual serão realizadas modificações anteriores a Etapa 4, da redação da minuta do Projeto de Lei.

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  1. 1. PLANO DIRETOR RURAL GARIBALDI ETAPA 3: PLANO ESTRATÉGICO Garibaldi, 25 de outubro de 2011 AUDIÊNCIA PÚBLICA 3C ARQUITETURA E URBANISMO
  2. 2. CONTEXTUALIZAÇÃO 1
  3. 3. O Plano Diretor Rural do Município de Garibaldi é um instrumento político-administrativo e legal que determina regramento da ocupação e desenvolvimento territorial e da estruturação espacial em consonância com a zona urbana municipal e implementa Plano Estratégico com programas e ações concretas no intuito do estabelecer princípios, objetivos e metas para o desenvolvimento do território rural preservando suas qualidades ambientais para as futuras gerações, favorecendo o turismo e o desenvolvimento da indústria e produção agrícola do município. O QUE É O PDR ?
  4. 4. OBJETIVO GERAL O Plano Diretor Rural tem como objetivo orientar o planejamento territorial para a zona rural do município, levando em conta e potencializando positivamente suas características ambientais, produtivas, turísticas e sociais.
  5. 5. ETAPAS
  6. 6. OBJETIVOS ETAPAS <ul><li>Constituir e definir as atribuições das equipes (municipal e assessoria); </li></ul><ul><li>Definir o método de trabalho com a elaboração do organograma e cronograma geral; </li></ul><ul><li>Realizar reuniões entre as equipes técnica para elaborar a operação da estratégia de divulgação e mobilização da comunidade; </li></ul><ul><li>Apresentar, discutir e aprovar a Metodologia de trabalho do Plano; </li></ul><ul><li>Concluir a etapa com a redação final e apresentação em Audiência Pública. </li></ul>ETAPA 01 METODOLOGIA PRODUTO GERADO <ul><li>Documento Metodológico </li></ul>Fotos da Audiência Pública
  7. 7. OBJETIVOS ETAPAS ETAPA 02 LEITURA DA REALIDADE <ul><li>Coletar os dados disponíveis e organizar a produção dos dados não-disponíveis; </li></ul><ul><li>Analisar a legislação relacionada aos temas do Plano: Constituição Federal, Estatuto da Cidade, Lei Orgânica Municipal, Plano Diretor e outros. </li></ul><ul><li>Analisar a experiência recente do município em planejamento e desenvolvimento urbano e rural; </li></ul><ul><li>Capacitar a equipe de trabalho para processos de projeto participativo; </li></ul><ul><li>Elaborar texto da Leitura da Realidade que será base para a elaboração do Plano Estratégico e do Projeto de Lei. A Leitura da Realidade do Espaço Rural deverá ser desenvolvida a partir de uma abordagem que integre a percepção e expectativas tanto dos agentes técnicos, quanto da sociedade local, configurando-se como a síntese entre a “Leitura da Sociedade” e a “Leitura Técnica”. </li></ul><ul><li>Concluir a etapa com a redação final do documento da Leitura da Realidade do Espaço Rural do Município de Garibaldi. </li></ul>PRODUTO GERADO <ul><li>Documento da leitura do espaço rural de Garibaldi </li></ul>Fotos da visita realizada em 07 de abril
  8. 8. OBJETIVOS ETAPAS ETAPA 03 PLANO ESTRATÉGICO <ul><li>Plano estratégico e macrozoneamento </li></ul><ul><li>Definir princípios, programas e ações para o desenvolvimento do território rural; </li></ul><ul><li>Definir macrozoneamento para a área rural do município levando em conta as características específicas das áreas rurais, de preservação ambiental, dos núcleos distritais e comunitários (especialmente os de São José da Costa Real, Marcorama e São Roque) determinando diretrizes para adequação dos usos e atividades, ocupação territorial e estruturação viária; </li></ul><ul><li>Realizar seminário participativo de avaliação, hierarquização e discussão; </li></ul><ul><li>Conclusão do Plano com a redação final da etapa; </li></ul><ul><li>Realizar Audiência Pública. </li></ul>PRODUTO GERADO Fotos da visita realizada em 14 de setembro
  9. 9. OBJETIVOS ETAPAS ETAPA 04 MINUTA DE LEI <ul><li>Minuta do projeto de lei do PDR </li></ul>PRODUTO GERADO <ul><li>Elaboração da Minuta de Projeto de Lei; </li></ul><ul><li>Compatibilização das propostas com a legislação existente; </li></ul>
  10. 10. PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO 2
  11. 11. EVENTOS DO PLANO DIRETOR RURAL ETAPA 01 - METODOLOGIA
  12. 12. EVENTOS DO PLANO DIRETOR RURAL ETAPA 02 – LEITURA DA REALIDADE
  13. 13. ETAPA 03 – PLANO ESTRATÉGICO EVENTOS DO PLANO DIRETOR RURAL
  14. 14. EVENTOS PARTICIPATIVOS AUDIÊNCIA PÚBLICA – 29.MARÇO <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Constituir e definir as atribuições das equipes (municipal e assessoria); </li></ul><ul><li>Definir o método de trabalho com a elaboração do organograma e cronograma geral; </li></ul><ul><li>Realizar reuniões entre as equipes técnica para elaborar a operação da estratégia de divulgação e mobilização da comunidade; </li></ul><ul><li>Apresentar, discutir e aprovar a Metodologia de trabalho do Plano; </li></ul><ul><li>Concluir a etapa com a redação final e apresentação em Audiência Pública. </li></ul><ul><li>PRODUTO: </li></ul><ul><li>Documento metodológico </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 30 PESSOAS </li></ul>
  15. 15. EVENTOS PARTICIPATIVOS REUNIÃO FOCO CONSELHO RURAL – 28.ABRIL <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Reflexão entre os agricultores sobre as potencialidades/pontos fortes e problemas/ pontos fracos do município. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>“ Quais as potencialidades e problemas dos loteamentos residenciais no meio rural em garibaldi ?” </li></ul><ul><li>“ localização das atividades no mapa” </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 42 PESSOAS </li></ul>
  16. 16. REUNIÃO FOCO SEDE– 09.MAIO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Reflexão entre os agricultores sobre as potencialidades/pontos fortes e problemas/ pontos fracos do município. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>“ Quais as potencialidades e problemas dos loteamentos residenciais no meio rural em garibaldi ?” </li></ul><ul><li>“ localização das atividades no mapa” </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 23 PESSOAS </li></ul>
  17. 17. REUNIÃO FOCO MARCORAMA – 23.MAIO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Reflexão entre os agricultores sobre as potencialidades/pontos fortes e problemas/ pontos fracos do município. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>“ Quais as potencialidades e problemas dos loteamentos residenciais no meio rural em garibaldi ?” </li></ul><ul><li>“ localização das atividades no mapa” </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 29 PESSOAS </li></ul>
  18. 18. REUNIÃO FOCO SÃO JOSÉ DA COSTA REAL – 06.JUNHO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Reflexão entre os agricultores sobre as potencialidades/pontos fortes e problemas/ pontos fracos do município. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>“ Quais as potencialidades e problemas dos loteamentos residenciais no meio rural em garibaldi ?” </li></ul><ul><li>“ localização das atividades no mapa” </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 43 PESSOAS </li></ul>
  19. 19. REUNIÃO FOCO SÃO ROQUE – 20.JUNHO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>Reflexão entre os agricultores sobre as potencialidades/pontos fortes e problemas/ pontos fracos do município. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>“ Quais as potencialidades e problemas dos loteamentos residenciais no meio rural em garibaldi ?” </li></ul><ul><li>“ localização das atividades no mapa” </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 44 PESSOAS </li></ul>
  20. 20. OFICINA DE CONSTRUÇÃO COLETIVA – 27.JUNHO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>Na reunião foram expostos e discutidos os 10 pontos de conflito relatados nos eventos anteriores: </li></ul><ul><li>PERDA DA IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE AGROPECUÁRIA TRADICIONAL; </li></ul><ul><li>PRODUÇÃO AGRÍCOLA X MEIO AMBIENTE; </li></ul><ul><li>ATIVIDADE INDUSTRIAL: LOCALIZAÇÃO X TIPO; </li></ul><ul><li>PRESSÃO IMOBILIÁRIA X LOTEAMENTOS IRREGULARES; </li></ul><ul><li>PERMANÊNCIA NO CAMPO/ÊXODO RURAL; </li></ul><ul><li>REDES DE INFRAESTRUTURA – ENERGIA ELÉTRICA, SANEAMENTO, COLETA DE LIXO, ABASTECIMENTO DE ÁGUA; </li></ul><ul><li>ACESSIBILIDADE E CONDIÇÃO DAS ESTRADAS (PAVIMENTAÇÃO); </li></ul><ul><li>APOIO DO PODER PÚBLICO (INCENTIVOS, ORIENTAÇÃO TÉCNICA, APROVAÇÃO E LICENCIAMENTO); </li></ul><ul><li>POTENCIAL DO TURISMO </li></ul><ul><li>RECUPERAÇÃO / RECONHECIMENTO DO TURISMO LOCAL (CULTURA TRADICIONAL/COLONIAL, CAMPEONATOS ESPORTIVOS, FESTAS RELIGIOSAS E SAZONAIS, GRUTAS, ETC. </li></ul><ul><li>RESUMO: </li></ul><ul><li>Estes pontos foram considerados como apropriados para representar os temas principais do diagnóstico. </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 18 PESSOAS </li></ul>
  21. 21. AUDIÊNCIA PÚBLICA – 12.JULHO <ul><li>Na reunião foram detalhados os pontos de conflito relatados nas reuniões foco e expostos na Oficina de Construção Coletiva na forma de 9 temas de análise do município: </li></ul><ul><li>PERDA DA IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE AGROPECUÁRIA TRADICIONAL; </li></ul><ul><li>PRODUÇÃO AGRÍCOLA X MEIO AMBIENTE; </li></ul><ul><li>ATIVIDADE INDUSTRIAL: LOCALIZAÇÃO X TIPO; </li></ul><ul><li>PRESSÃO IMOBILIÁRIA X LOTEAMENTOS IRREGULARES; </li></ul><ul><li>PERMANÊNCIA NO CAMPO/ÊXODO RURAL; </li></ul><ul><li>REDES DE INFRAESTRUTURA – ENERGIA ELÉTRICA, SANEAMENTO, COLETA DE LIXO, ABASTECIMENTO DE ÁGUA; </li></ul><ul><li>ACESSIBILIDADE E CONDIÇÃO DAS ESTRADAS (PAVIMENTAÇÃO); </li></ul><ul><li>APOIO DO PODER PÚBLICO (INCENTIVOS, ORIENTAÇÃO TÉCNICA, APROVAÇÃO E LICENCIAMENTO); </li></ul><ul><li>POTENCIAL DO TURISMO (INCLUINDO A RECUPERAÇÃO DO TURISMO LOCAL). </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 67 PESSOAS </li></ul>EVENTOS PARTICIPATIVOS
  22. 22. EVENTOS PARTICIPATIVOS REUNIÃO REGIONAL SEDE– 22.AGOSTO <ul><li>ESTRUTURA TERRITORIAL: </li></ul><ul><li>Apresentação sobre o planejamento da ocupação (forças, pressões, estado e impacto) juntamente com a apresentação do macrozoneamento - regiões territoriais (turismo, urbana – sede, produção e preservação). </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Atividade industrial: deve haver criação de mais indústrias na estrada Alencar Araripe? </li></ul><ul><li>Acreditam que as indústrias devem ser de pequeno e médio porte, com potencial poluidor controlado; </li></ul><ul><li>Cuidado com as zonas de APP no entorno da estrada Alencar Araripe e com os constantes deslizamentos devido à densidade de transporte de carga; </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 23 PESSOAS </li></ul>
  23. 23. REUNIÃO REGIONAL SÃO ROQUE – 23.AGOSTO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>ESTRUTURA TERRITORIAL: </li></ul><ul><li>Apresentação sobre o planejamento da ocupação (forças, pressões, estado e impacto) juntamente com a apresentação do macrozoneamento - regiões territoriais (turismo, urbana – sede, produção e preservação). </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Extensão da zona urbana da sede, devido à proximidade da localidade; </li></ul><ul><li>Distrito industrial: possíveis impactos na localidade; </li></ul><ul><li>Crêem que deve haver um regramento sobre as indústrias na região, cuidando, entre outras coisas, o potencial poluidor das indústrias; </li></ul><ul><li>O que mudará com os perímetros de zonas rurais e urbanas? </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 31 PESSOAS </li></ul>
  24. 24. REUNIÃO REGIONAL SÃO JOSÉ DA COSTA REAL – 29.AGOSTO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>ESTRUTURA TERRITORIAL: </li></ul><ul><li>Apresentação sobre o planejamento da ocupação (forças, pressões, estado e impacto) juntamente com a apresentação do macrozoneamento - regiões territoriais (turismo, urbana – sede, produção e preservação). </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Preocupação com a dependência da atividade agrícola exercida na região; </li></ul><ul><li>A atividade industrial deve ser restrita, ficando vinculada à produção agrícola; </li></ul><ul><li>Importância do patrimônio histórico existente na região como possível potencial turístico; </li></ul><ul><li>Desinteresse na permanência de aviários; </li></ul><ul><li>Dúvidas relativas ao perímetro urbano; </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 30 PESSOAS </li></ul>
  25. 25. REUNIÃO REGIONAL MARCORAMA – 30.AGOSTO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>ESTRUTURA TERRITORIAL: </li></ul><ul><li>Apresentação sobre o planejamento da ocupação (forças, pressões, estado e impacto) juntamente com a apresentação do macrozoneamento - regiões territoriais (turismo, urbana – sede, produção e preservação). </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Novas atividades industriais devem ser motivadas na região </li></ul><ul><li>Falta de infra estrutura na localidade de Marcorama </li></ul><ul><li>Dúvidas sobre os possíveis perímetros rurais e urbanos </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 35 PESSOAS </li></ul>
  26. 26. 1ª OFICINA PARTICIPATIVA – 05.SETEMBRO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>“ Definir as permissões de atividades para as zonas” </li></ul><ul><li>Zona rural 1 – Zona rural 2 – Zona rural 3 e Zona rururbana. </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Quais seriam as atividades adequadas para cada zona </li></ul><ul><li>Aviários próximos às estradas </li></ul><ul><li>Impactos das atividades industriais </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 40 PESSOAS </li></ul>
  27. 27. 2ª OFICINA PARTICIPATIVA – 10.OUTUBRO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>“ Discutir o plano estratégico , o macrozoneamento e seus desdobramentos” </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Melhor definição das zonas propostas </li></ul><ul><li>Dúvidas relativas às atividades </li></ul><ul><li>Aprovação geral do zoneamento proposto </li></ul><ul><li>Aprovação geral do plano estratégico proposto </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 23 PESSOAS </li></ul>
  28. 28. APRESENTAÇÃO PARA VEREADORES – 18.OUTUBRO EVENTOS PARTICIPATIVOS <ul><li>OBJETIVO: </li></ul><ul><li>“ Discutir o plano estratégico , o macrozoneamento e seus desdobramentos com os legisladores municipais” </li></ul><ul><li>QUESTÕES LEVANTADAS: </li></ul><ul><li>Sugestão de aumento para tamanho mínimo dos lotes; </li></ul><ul><li>Até quando a criação de novos perímetros e o zoneamento induz o mercado imobiliário a valorizar os terrenos? </li></ul><ul><li>Há como controlar esses fenômenos? </li></ul><ul><li>Como será feita a regularização das atividades a partir da implementação do PDR? </li></ul><ul><li>TOTAL PARTICIPANTES: 18 PESSOAS </li></ul>
  29. 29. DESENVOLVIMENTO DO PLANO DIRETOR RURAL 3
  30. 30. METODOLOGIA – ATRIBUIÇÕES <ul><ul><li>FISCALIZAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>ARTICULAÇÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>ORGANIZAÇÃO EVENTOS COMUNITÁRIOS E PARTICIPATIVOS </li></ul></ul><ul><ul><li>REALIZAR REUNIÕES COMUNITÁRIAS </li></ul></ul><ul><ul><li>FORNECER DADOS E INFORMAÇOES DO MUNICÍPIO </li></ul></ul><ul><ul><li>DISCUTIR, PARTICIPAR DA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA </li></ul></ul><ul><li>ACOMPANHAMENTO E SUPERVISÃO </li></ul><ul><li>COORDENAÇÃO E ARTICULAÇÃO POLÍTICA </li></ul><ul><li>GARANTIR O PROCESSO PARTICIPATIVO </li></ul>COORDENAÇÃO EQUIPE TÉC. MUNICIPAL <ul><ul><li>DEFINIR METODOLOGIA </li></ul></ul><ul><ul><li>CAPACITAR EQUIPE MUNICIPAL </li></ul></ul><ul><ul><li>COORDENAR EVENTOS PARTICIPATIVOS </li></ul></ul><ul><ul><li>REALIZAR LEITURA </li></ul></ul><ul><ul><li>PROPOR PLANO ESTRATÉGICO </li></ul></ul><ul><ul><li>PROPOR MACROZONEAMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>ELABORAR ANTEPROJETO DE LEI </li></ul></ul>EQUIPE TÉC. CONSULTORIA
  31. 31. METODOLOGIA – CRONOGRAMA
  32. 32. LEITURA DA REALIDADE 4
  33. 33. LEITURA DA REALIDADE Perda da importância econômica da atividade agropecuária tradicional Levantamento das atividades nas áreas rurais do município Condicionantes a ocupação Potencial turístico
  34. 34. LEITURA DA REALIDADE 09 PONTOS A PARTIR DO DIAGNÓSTICO
  35. 35. PLANO ESTRATÉGICO 5
  36. 36. PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO É A SISTEMATIZAÇÃO DOS 9 PONTOS! O QUE OCORRE HOJE COMO PODEMOS ORDENAR A RESPOSTA DO PLANEJAMENTO PARTE 1 PARTE 2 PARTE 3 +
  37. 37. COMO ORDENAR O DESENVOLVIMENTO
  38. 38. <ul><li>DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: </li></ul><ul><li>PROGRAMAS FINALÍSTICOS TURISMO + AGROINDÚSTRIA E DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO </li></ul><ul><li>PROGRAMAS TRANSVERSAIS AMBIENTAL + FORMAÇÃO CONTINUADA </li></ul><ul><li>ESPACIALIZAÇÃO: </li></ul><ul><li>REGIÕES TERRITORIAIS PRODUÇÃO, TURISMO, PRESERVAÇÃO E URBANA; </li></ul><ul><li>ZONAS NÚCLEOS DISTRITAIS, RURURBANAS, RURAIS E DE PRESERVAÇÃO; </li></ul><ul><li>REGIMES E INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS </li></ul>PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO +
  39. 39. MODELO ESPACIAL
  40. 40. <ul><li>predominância das atividades urbanas; </li></ul><ul><li>instalação intensa de infra-estrutura; </li></ul><ul><li>grandes equipamentos. </li></ul>URBANA - SEDE PRODUÇÃO PRESERVAÇÃO TURISMO <ul><li>atividades produtivas rurais; </li></ul><ul><li>ocupação esparsa; </li></ul><ul><li>instalação moderada de infra-estrutura – exceto São Roque e Marcorama. </li></ul><ul><li>áreas ambientalmente sensíveis; </li></ul><ul><li>ocupação humana esparsa; </li></ul><ul><li>instalação fraca de infra-estrutura; </li></ul><ul><li>necessidade de contenção da ocupação e a introdução de modos de ocupação mais duráveis. </li></ul><ul><li>atividades produtivas rurais; </li></ul><ul><li>proximidade das rotas turísticas; </li></ul><ul><li>equipamentos turísticos locais e regionais; </li></ul><ul><li>ocupação esparsa, </li></ul><ul><li>instalação moderada a fraca de infra-– exceto S. Alexandre. </li></ul>Divide o território do município em quatro Regiões Territoriais : MODELO ESPACIAL REGIÕES TERRITORIAIS - DEFINIÇÕES
  41. 41. MODELO ESPACIAL REGIÕES TERRITORIAIS
  42. 42. RURAL + URBANO RURAL + URBANO RURAL + PRESERVAÇÃO URBANO + RURAL MODELO ESPACIAL REGIÕES TERRITORIAIS
  43. 43. PLANO ESTRATÉGICO OBJETIVOS DA MATRIZ ECONÔMICO-PRODUTIVA OBJETIVOS JUSTIFICATIVAS 1. Aumentar a PRODUÇÃO e o VALOR AGREGADO da atividade econômica na área rural <ul><li>A produção agrícola está centrada em uva e frangos ; </li></ul><ul><li>A agroecologia desponta como ponto forte; </li></ul><ul><li>O turismo é um dos pontos fortes a serem explorados </li></ul><ul><li>A diversificação agrícola e a consolidação da agroindustrialização , são importantes para diminuir os riscos e o aumentar valor agregado </li></ul>2. Diminuir a EVASÃO DE JOVENS das atividades rurais <ul><li>A população rural de Garibaldi é 11% da total, semelhante ao RS. Em queda acelerada, tanto pela baixa taxa de fertilidade quanto migração dos jovens, </li></ul><ul><li>O resultado é envelhecimento da população rural ; </li></ul><ul><li>As atividades rurais dependem de mão-de-obra em plena capacidade produtiva (20 a 39 anos) </li></ul>
  44. 44. PLANO ESTRATÉGICO PROGRAMAS PRIORITÁRIOS <ul><li>A partir da análise das respostas das oficinas e reuniões regionais e sua sistematização na forma de uma matriz FOFA (pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças), propõe-se: </li></ul><ul><ul><li>Dois programas FINALÍSTICOS (objetivos focados em temas específicos, visando certas melhorias especiais) </li></ul></ul><ul><ul><li>Dois programas TRANSVERSAIS : (objetivos comuns a diversas atividades/aspectos do município) </li></ul></ul><ul><ul><li>As questões de infra-estrutura como energia elétrica, telefonia e internet devem ser priorizadas com a elaboração das gestões adequadas junto aos órgãos e empresas concessionárias . </li></ul></ul>
  45. 45. PROGRAMAS TRANSVERSAIS PROGRAMAS FINALÍSTICOS PLANO ESTRATÉGICO PROGRAMAS PRIORITÁRIOS
  46. 46. PLANO ESTRATÉGICO PROGRAMAS PRIORITÁRIOS
  47. 47. REGIÕES TERRITORIAIS E PROGRAMAS ESTRATÉGICOS TRANSVERSAIS <ul><ul><li>PROGRAMA </li></ul></ul><ul><ul><li>AMBIENTAL </li></ul></ul><ul><li>Educação ambiental no ensino básico, com ênfase na manutenção da paisagem e das condições de uso para produção, lazer e turismo. </li></ul><ul><li>Saneamento </li></ul><ul><li>Educação ambiental no ensino básico, com ênfase na manutenção da paisagem e das condições de uso para produção, lazer e turismo. </li></ul><ul><li>Recolhimento e disposição de lixo tóxico </li></ul><ul><li>Controle do uso de produtos tóxicos </li></ul><ul><li>Saneamento (construção de fossas e de tratamento de dejetos dentro da propriedade) </li></ul>URBANA PRODUÇÃO TURISMO <ul><li>Educação ambiental no ensino básico, com ênfase na manutenção da paisagem e das condições de uso para produção, lazer e turismo. </li></ul><ul><li>Recolhimento e disposição de lixo tóxico </li></ul><ul><li>Controle do uso de produtos tóxicos </li></ul><ul><li>Saneamento (construção de fossas e de tratamento de dejetos dentro da propriedade) </li></ul><ul><li>Recolhimento e disposição de lixo tóxico </li></ul><ul><li>Manejo da floresta </li></ul><ul><li>Controle do uso de produtos tóxicos </li></ul><ul><li>Saneamento (construção de fossas e de tratamento de dejetos dentro da propriedade) </li></ul>PRESERVAÇÃO
  48. 48. REGIÕES TERRITORIAIS E PROGRAMAS ESTRATÉGICOS TRANSVERSAIS <ul><ul><li>PROGRAMA </li></ul></ul><ul><ul><li>CAPACITAÇÃO </li></ul></ul><ul><li>Elaboração de projetos ambientais </li></ul><ul><li>Empreendedorismo rural (ênfase em agroindústria) </li></ul><ul><li>Produção agroindustrial </li></ul><ul><li>Agroecologia </li></ul><ul><li>Telecentro </li></ul><ul><li>Elaboração de projetos ambientais </li></ul><ul><li>Empreendedorismo rural (ênfase em agricultura, agroindústria e turismo) </li></ul><ul><li>Produção agroindustrial </li></ul><ul><li>Agroecologia </li></ul><ul><li>Telecentro </li></ul>URBANA PRODUÇÃO TURISMO <ul><li>Elaboração de projetos ambientais </li></ul><ul><li>Empreendedorismo rural (ênfase em turismo, agroindústria e agricultura) </li></ul><ul><li>Produção agroindustrial </li></ul><ul><li>Agroecologia </li></ul><ul><li>Telecentro </li></ul><ul><li>Elaboração de projetos ambientais </li></ul><ul><li>Empreendedorismo rural (ênfase em produtos das floresta, turismo natural e de aventura, agricultura) </li></ul><ul><li>Manejo de produtos da floresta (reprodução de mudas de plantas nativas, produção de mel, entre outros) </li></ul><ul><li>Agroecologia </li></ul><ul><li>Telecentro </li></ul>PRESERVAÇÃO
  49. 49. <ul><ul><li>PROGRAMA </li></ul></ul><ul><li>Sinalização </li></ul><ul><li>Fomento à implantação de “bed and breakfast” </li></ul><ul><li>Divulgação </li></ul><ul><li>Sinalização </li></ul><ul><li>Integração e consolidação das iniciativas: Estrada dos Sabores, Rota das Cantinas e Rota dos Espumantes </li></ul><ul><li>Fomento à implantação de “bed and breakfast” </li></ul><ul><li>Divulgação </li></ul>URBANA PRODUÇÃO TURISMO <ul><li>Sinalização </li></ul><ul><li>Integração e consolidação das iniciativas: Estrada dos Sabores, Rota das Cantinas e Rota dos Espumantes </li></ul><ul><li>Fomento à implantação de “bed and breakfast” </li></ul><ul><li>Divulgação </li></ul><ul><li>Sinalização </li></ul><ul><li>Implantação de refúgios para turismo natural e de aventura </li></ul><ul><li>Fomento à implantação de “bed and breakfast” </li></ul><ul><li>Divulgação </li></ul>PRESERVAÇÃO REGIÕES TERRITORIAIS E PROGRAMAS ESTRATÉGICOS FINALÍSTICOS <ul><ul><li>TURISMO </li></ul></ul>Ação do Programa Turismo para todo o município: Criação do Observatório do Turismo de Garibaldi, com a implantação de um sistema de informações que possa captar dados sobre a quantidade de turistas que visitam o município, procedência, valores dispendidos, entre outros.
  50. 50. <ul><ul><li>PROGRAMA </li></ul></ul><ul><li>Incentivo à agroecologia </li></ul><ul><li>Feira de produtos agroecológicos </li></ul><ul><li>Incentivo à produção agroindustrial familiar certificada </li></ul><ul><li>Incentivo à consolidação da produção de sucos, vinhos e espumantes </li></ul><ul><li>Incentivo à agroecologia </li></ul><ul><li>Fomento à diversificação da produção respeitando o zoneamento agroecológico </li></ul><ul><li>Incentivo à produção agroindustrial familiar certificada </li></ul><ul><li>Incentivo à consolidação da produção de sucos, vinhos e espumantes </li></ul>URBANA PRODUÇÃO TURISMO <ul><li>Incentivo à agroecologia </li></ul><ul><li>Fomento à diversificação da produção respeitando o zoneamento agroecológico </li></ul><ul><li>Incentivo à produção agroindustrial familiar certificada </li></ul><ul><li>Incentivo à consolidação da produção de sucos, vinhos e espumantes </li></ul><ul><li>Incentivo à agroecologia </li></ul><ul><li>Fomento à diversificação da produção respeitando o zoneamento agroecológico </li></ul><ul><li>Incentivo à produção agroindustrial familiar certificada </li></ul>PRESERVAÇÃO REGIÕES TERRITORIAIS E PROGRAMAS ESTRATÉGICOS FINALÍSTICOS <ul><ul><li>AGROINDÚSTRIA E DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO </li></ul></ul>Ação do Programa Agroindústria e Diversificação da Produção para todo o município: Criação de Sistema de Incentivos para a Diversificação da Produção e Agroindustrialização e Criação de Mecanismo de Divulgação das Melhores Práticas.
  51. 51. PLANO REGULADOR 6
  52. 52. MODELO ESPACIAL HIERARQUIA VIÁRIA
  53. 53. MODELO ESPACIAL HIERARQUIA VIÁRIA – PERFIL NÚCLEOS
  54. 54. MODELO ESPACIAL HIERARQUIA VIÁRIA – PERFIL ESTRADAS
  55. 55. <ul><li>Não são apenas faixas para os lados das vias, </li></ul><ul><li>Levam em conta topografia , áreas de preservação , pré-existências , mapa das propriedades , descontinuidades naturais ( corpos dágua , terreno muito inclinado ) e as vias ; </li></ul><ul><li>Prioridade para as baixas densidades e atividades rurais de produção , ou seja, MAIS ÁREAS RURAIS E MENOS ÁREAS URBANAS ; </li></ul>GERAIS MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – DIRETRIZES PARA DEFINIÇÃO
  56. 56. <ul><li>A ZONA DE PRESERVAÇÃO  só ocorre quando há compacidade nas APPs (vale do marrecão), pois a interdição de atividades é quase absoluta; </li></ul><ul><li>A ZONA RURAL 3  é mais prevalente nas regiões em que há APPs mais dispersas, porém frequentes (entre São Roque e Araújo, por exemplo), já que permite CERTAS atividades, assim como ao redor da zona de preservação, de modo a criar uma camada de transição entre as vias vincinais (com rural 1 como zoneamento) e as áreas a serem protegidas; </li></ul><ul><li>A ZONA RURAL 2  é o que sobra de outras zonas, ou seja, ausência dos condicionantes </li></ul><ul><li>A ZONA RURAL 1  é uma faixa de até 200m ao longo das vias, desde que os lotes tenham testada para a via, em áreas em que já há edificações/atividades atualmente; </li></ul><ul><li>A ZONA RURURBANA 2  é OU uma faixa de aproximadamente 60m junto algumas vias principais (marcadas no mapa de vias como estruturadoras), OU mancha ao redor de nucleações em transição e com densidades urbanas; </li></ul><ul><li>A ZONA RURURBANA 1  é OU uma faixa de aproximadamente 60m junto algumas vias principais (marcadas no mapa de vias de ligação a sede), OU mancha ao redor de nucleações em transição e com densidades e atividades urbanas, sempre contíguas ao perímetro urbano; </li></ul><ul><li>A ZONA DE NÚCLEO DISTRITAL  é uma mancha ao redor das nucleações em transição avançada (com presença de equipamentos públicos e servidas por infra-estrutura), densidades e atividades urbanas de baixo impacto (e.g. comércio, serviços) e parcelamento com características urbanas frequente (lotes - definidos pela ocupação atual e distância entre as edificações - com  testada inferior a 20m); </li></ul>DE CADA ZONA MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – DIRETRIZES PARA DEFINIÇÃO
  57. 57. <ul><li>Principal zona de produção do município, o “campo”, </li></ul><ul><li>Onde se desenvolve a maioria da produção do município; </li></ul><ul><li>Deve permitir a produção com desenvoltura e mais liberdade de usos e impactos </li></ul><ul><li>Zona de transição entre as APP e a ZR2, </li></ul><ul><li>Atividades permitidas não devem comprometer os elementos naturais e da paisagem, </li></ul><ul><li>Devem assegurar manejo para p equilíbrio, recuperação ou perpetuação do ambiente natural. </li></ul><ul><li>Ecossistemas característicos regionais; </li></ul><ul><li>Áreas de APP e também de áreas de amortecimento das mesmas; </li></ul><ul><li>Ou outras figuras de proteção legal. </li></ul><ul><li>Zona Rural com testada para as vias </li></ul><ul><li>Predominantemente rural, </li></ul><ul><li>Permissão de atividades de baixo impacto </li></ul><ul><li>Preferência para atividades ligadas ao turismo </li></ul><ul><li>As atividades permitidas não devem comprometer a paisagem. </li></ul><ul><li>Zonas de transição, </li></ul><ul><li>Usos limitados aos diretamente complemen-tares às atividades agrícolas. </li></ul><ul><li>Localizadas ao longo das vias </li></ul><ul><li>Zona de transição com maior diversidade de atividades </li></ul><ul><li>Localizada entre Produção e Urbana; </li></ul><ul><li>Contíguas ao atual perímetro urbano </li></ul>MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – TIPOLOGIAS DE OCUPAÇÃO
  58. 58. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – USOS E ATIVIDADES
  59. 59. ATIVIDADES PERMITIDAS POR ZONAS
  60. 60. ATIVIDADES PERMITIDAS POR ZONAS
  61. 61. REGIME URBANÍSTICO – PARCELAMENTO       FRACIONAMENTO (3)   LOTE MÍNIMO (m²) TESTADA MÍNIMA (m) QUOTA IDEAL MÍNIMA (m²) (4) Zonas Urbanas Zona Urbana       Núcleo Distrital Rural 450 15 450 Zonas Rururbanas Zona Rurubana 1 900 15 450 Zona Rurubana 2 2.000 30 1.000 Zonas Rurais Zona Rural 1a 20.000 50 5.000 Zona Rural 1b 20.000 50 5.000 Zona Rural 2 20.000 50 5.000 Zona Rural 3 20.000 50 10.000 Zona de Preservação 20.000 50 10.000 3 APLICADOS A CADA LOTE PRODUZIDO. NENHUMA DAS DIVISÕES PRODUZIDAS PELO PROCESSO DE FRACIONAMENTO PODERÁ SER INFERIOR AO ESTABELECIDO 4 FRAÇÃO DO TERRENO POR ECONOMIA NO LOTE
  62. 62. REGIME URBANÍSTICO – LOTES         VOLUMETRIA (1) RECUOS (2)   ALTURA MÁXIMA (m) TAXA DE OCUPAÇÃO TAXA DE PERMEABILIDADE DO SOLO ÍNDICE DE APROVEITAMENTO FAIXA DE DOMÍNIO VIAS RECUO FRONTAL (m) RECUO FUNDOS RECUO LATERAL (m) Zonas Urbanas Zona Urbana                 Núcleo Distrital Rural 10 40% 50% 0,8 determinada a partir dos perfis viários 5 3 3 Zonas Rururbanas Zona Rurubana 1 10 30% 60% 0,6 5 3 3 Zona Rurubana 2 7 30% 60% 0,3 5 3 3 Zonas Rurais Zona Rural 1a 7 10% 90% área edificada total máxima 2.000m² 10 5 5 Zona Rural 1b 7 10% 90% 10 5 5 Zona Rural 2 7 10% 90% 10 5 5 Zona Rural 3 7 5% 90% 10 5 5 Zonas de Preservação 7 2% 90% 10 5 5 1 APLICADOS A CADA LOTE, PARA TODAS AS EDIFICAÇÕES (SOMADAS QUANDO HOUVER MAIS DE UMA) 2 APLICADOS AOS LIMITES DOS LOTES
  63. 63. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA DE PRESERVAÇÃO
  64. 64. <ul><li>ATIVIDADES PERMITIDAS: </li></ul><ul><li>HABITAÇÃO: residências unifamiliares isoladas, sítio de lazer; </li></ul><ul><li>ATIVIDADES PRIMÁRIAS: atividade agrícola de baixo impacto, florestamento e reflorestamento; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS DIVERSIFICADOS: – </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS GERADORES DE IMPACTO: – </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS PERIGOSOS: - </li></ul><ul><li>ESTABELECIMENTOS DE RECREAÇÃO E LAZER NOTURNOS: – </li></ul><ul><li>RECREACIONAL E TURÍSTICO: campings, restaurantes, trilha ecológica; </li></ul><ul><li>INSTITUCIONAL: – </li></ul><ul><li>INDÚSTRIA: – </li></ul><ul><li>USO ESPECIAL: – </li></ul>MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA DE PRESERVAÇÃO
  65. 65. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 3
  66. 66. <ul><li>ATIVIDADES PERMITIDAS: </li></ul><ul><li>HABITAÇÃO: residências unifamiliares isoladas, sítio de lazer; </li></ul><ul><li>ATIVIDADES PRIMÁRIAS: atividade agrícola de baixo impacto, atividade agrícola com médio e alto impacto, atividade pecuária de baixo impacto, atividade pecuária com médio ou alto impacto (aviário, chiqueiro, outras atividades poluidoras, florestamento e reflorestamento; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS DIVERSIFICADOS: – </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS GERADORES DE IMPACTO: – </li></ul><ul><li>ESTABELECIMENTOS DE RECREAÇÃO E LAZER NOTURNOS: – </li></ul><ul><li>RECREACIONAL E TURÍSTICO: hotéis fazenda e spas, campings, restaurantes, trilha ecológica; </li></ul><ul><li>INSTITUCIONAL: – </li></ul><ul><li>INDÚSTRIA: agroindústria baixo potencial poluidor (2); </li></ul><ul><li>USO ESPECIAL: – </li></ul>ZONA RURAL 3 (ZR3) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 3
  67. 67. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 2
  68. 68. ZONA RURAL 2 (ZR2) <ul><li>ATIVIDADES PERMITIDAS: </li></ul><ul><li>HABITAÇÃO: residências unifamiliares isoladas, sítio de lazer; </li></ul><ul><li>ATIVIDADES PRIMÁRIAS: atividade agrícola de baixo impacto, atividade agrícola com médio e alto impacto, atividade pecuária de baixo impacto, atividade pecuária com médio ou alto impacto (aviário, chiqueiro, outras atividades poluidoras, </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS DIVERSIFICADOS: comércio varejista, serviços; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS GERADORES DE IMPACTO: – </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS PERIGOSOS: - </li></ul><ul><li>ESTABELECIMENTOS DE RECREAÇÃO E LAZER NOTURNOS: – </li></ul><ul><li>RECREACIONAL E TURÍSTICO: hotéis fazenda e spas, campings, restaurantes,trilha ecológica; </li></ul><ul><li>INSTITUCIONAL: – </li></ul><ul><li>INDÚSTRIA: agroindústria baixo potencial poluidor (2), agroindústria médio potencial poluidor (2), agroindústria alto potencial poluidor (2); </li></ul><ul><li>USO ESPECIAL: - </li></ul>MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 2
  69. 69. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 1
  70. 70. ZONA RURAL 1A (ZR1A) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 1a
  71. 71. ZONA RURAL 1B (ZR1B) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – ZONA RURAL 1b
  72. 72. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – RURURBANA 2
  73. 73. <ul><li>ATIVIDADES PERMITIDAS: </li></ul><ul><li>HABITAÇÃO: residências unifamiliares isoladas, sítio de lazer, loteamentos residenciais; </li></ul><ul><li>ATIVIDADES PRIMÁRIAS: atividade agrícola de baixo impacto, atividade agrícola com médio e alto impacto, atividade pecuária de baixo impacto; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS DIVERSIFICADOS: comércio varejista, serviços (3), serviços de saúde, serviços educacionais e culturais; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS GERADORES DE IMPACTO: postos de abastecimento de veículo, serrarias, carpintarias ou marcenarias, serralharias, oficinas mecânicas, entrepostos, depósitos, armazéns de estocagem de matérias-primas, estabelecimentos atacadistas ou varejistas de materiais grosseiros, tais como: insumos para agricultura e pecuária; </li></ul><ul><li>COMÉRCIO E SERVIÇOS PERIGOSOS: - </li></ul><ul><li>ESTABELECIMENTOS DE RECREAÇÃO E LAZER NOTURNOS: salões de baile e de festas, bilhares e boliches; </li></ul><ul><li>RECREACIONAL E TURÍSTICO: hotéis, motéis, pousadas, hotéis fazenda e spas, campings, restaurantes; </li></ul><ul><li>INSTITUCIONAL: equipamento administrativo federal, estadual e municipal; </li></ul><ul><li>INDÚSTRIA: agroindústria baixo potencial poluidor (2), agroindústria médio potencial poluidor (2), agroindústria alto potencial poluidor (2); </li></ul><ul><li>USO ESPECIAL: cemitérios, capelas mortuárias. </li></ul>ZONA RURURBANA 2 (ZRU2) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – RURURBANA 2
  74. 74. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – RURURBANA 1
  75. 75. ZONA RURURBANA 1 (ZRU1) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – RURURBANA 1
  76. 76. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – NÚCLEO DISTRITAL
  77. 77. ZONA DE NÚCLEO DISTRITAL RURAL (ZNDR) MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – NÚCLEO DISTRITAL
  78. 78. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – URBANA - SEDE
  79. 79. ZONA URBANA (ZURB) NÃO HÁ MUDANÇAS AO PLANO EXISTENTE. MODELO ESPACIAL ZONEAMENTO – URBANA – SEDE
  80. 80. <ul><li>A PARTIR DA LEGISLAÇÃO FEDERAL, ESTADUAL E DO PLANO DIRETOR EXISTENTE: </li></ul><ul><li>Atividades existentes poderão permanecer como estão, exceto se causarem dano ao ambiente (princípio do uso desconforme tolerado); </li></ul><ul><li>Princípio geral é: tolerar o uso desconforme , vedar ampliação e exigir licenciamento ; </li></ul><ul><li>Podem ser necessários outros estudos para a regularização das atividades, por exemplo, indústrias deverão ser licenciadas e farão estudo de impacto ambienta l e de vizinhança; </li></ul><ul><li>Atividades em APP poderão ser permitidas , dependendo de estudos de impacto (parceria com Min. Público); </li></ul>REGULARIZAÇÃO (DO PLANO DIRETOR RURAL EM DIANTE)
  81. 81. MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE MARCORAMA
  82. 82. MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE MARCORAMA
  83. 83. MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE SÃO ROQUE
  84. 84. MODELO ESPACIAL NÚCLEO DISTRITAL – DETALHE SÃO ROQUE
  85. 85. IMAGEM AÉREA MUNICÍPIO
  86. 86. <ul><li>Encaminhamentos </li></ul><ul><li>Relatório final da Etapa 3 </li></ul><ul><li>Projeto de lei </li></ul><ul><li>Discussão e votação na Câmara </li></ul>PLANO DIRETOR RURAL
  87. 87. PLANO DIRETOR RURAL GARIBALDI ETAPA 3: PLANO ESTRATÉGICO Garibaldi, 25 de outubro de 2011 REUNIÃO CÂMARA DE VEREADORES 3C ARQUITETURA E URBANISMO
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