Gestao da Inovação Brasil - Pesquisa Symnetics / IAE Business School 2013
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A inovação é crescentemente percebida como importante pelas empresas que operam no Brasil, mas ainda não é colocada em patamar estratégico por boa parte, confirma pesquisa realizada pela IAE ...

A inovação é crescentemente percebida como importante pelas empresas que operam no Brasil, mas ainda não é colocada em patamar estratégico por boa parte, confirma pesquisa realizada pela IAE Business School e pela consultoria Symnetics. Um dos destaques do estudo é que o tema ainda é objeto de decisão concentrada no CEO. Em 34% das companhias consultadas, é o principal executivo quem define, sozinho, se projetos de inovação serão aprovados ou cancelados. Em outros 21% dos casos, ele divide a decisão com mais um diretor e, para 10%, a definição envolve CEO e Comitê de Inovação.

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Gestao da Inovação Brasil - Pesquisa Symnetics / IAE Business School 2013 Gestao da Inovação Brasil - Pesquisa Symnetics / IAE Business School 2013 Presentation Transcript

  • Pesquisa - Gestão da Inovação no Brasil Apresentação dos resultados São Paulo, Brasil Luis Dambra (LDambra@iae.edu.ar) Patricio Guitart (PGuitart@iae.edu.ar) André Coutinho (acoutinho@symnetics.com.br) Copyright – CIEL – 2013 Novembro, 2013
  • Por que CIEL? Copyright – CIEL – 2013
  • Por que CIEL? • A base para o crescimento sustentável e competitividade dos países se dá através da inovação. • Em geral, a América Latina baseia-se em um critério eficientista para seu crescimento e desenvolvimento. • Não é por acaso que países como Brasil e Chile provaram ser os países mais inovadores da América Latina - de acordo com o World Economic Forum - resultado que veremos mais adiante • No entando Brasil e Chile estão muito distantes dos países mais competitivos em termos de investimento em inovação em relação ao PIB e ao número de patentes formalizadas por ano. • Por este motivo, acreditamos na importancia da criação de um Centro de Pesquisa sobre Inovação e Estratégia na América Latina, o CIEL. • Devemos primeiro entender como as organizações estão inovando na América Latina, e, em seguida, estruturar o conhecimento, experiência e engajamento em nível regional. Copyright – CIEL – 2013
  • BRASIL Copyright – CIEL – 2013
  • Brasil - um dos países mais inovadores da América Latina Copyright – CIEL – 2013
  • Brasil – Razões para ser um dos mais inovadores Orientação ao Cliente Adoção de Tecnologias Mercado Financeiro Eficiente Tamanho de seu Mercado Interno Copyright – CIEL – 2013
  • O que gostaríamos de aprender com o Brasil? Por que o Brasil é um dos países mais inovadores da América Latina? O que as empresas fazem de diferente? Que tipo de inovação utilizam? Como conseguem alinhar a gestão para implementar a inovação? Que tipo de cultura e ambiente de trabalho desenvolvem para conseguir promover a inovação? Copyright – CIEL – 2013
  • Modelo PROCESSO FORMAL RECURSOS EXPLÍCITO PROCESSOS GERENCIAMENTO PORTFOLIO EXPERIMENTAÇÃO VISÃO LP ROTEIRO VINCULOS C&T TIMES HETEROGÊNEOS RESPONSÁVEL ORGANIZAÇÃO CULTURA INOVAÇÃO ABERTA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO CLIMA & ATITUDE IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO Copyright – CIEL – 2013 ESTRUTURA
  • Como a pesquisa foi realizada • A pesquisa foi quantitativa e realizada pela web. • Convidamos por meio de e-mail personalizado 500 executivos envolvidos com o universo de gestão da inovação no Brasil. • Não impusemos limite de tamanho/faturamento das empresas participantes. Deviam ser empresas brasileiras preocupadas com o processo de inovação ou empresas estrangeiras que realizaram algum investimento em inovação no Brasil. • Recebemos 29 questionários preenchidos. Com base nas inferências das respostas, em 2014 a amostra será ampliada e realizaremos um estudo qualitativo. • As empresas participantes representam vários setores da economia brasileira: indústria, bancos, hospitais, serviços de internet e TI, energia, agroquímicos, siderurgia, educação e materiais de construção. • As empresas foram convidadas a classificar cada pregunta em 3 dimensões: Relevância, Materialidade e Desempenho. Copyright – CIEL – 2013
  • Critérios para definir os mais e menos inovadores Critério de seleção para as empresas mais inovadoras: 1) O papel que a inovação desempenha na melhoria da competitividade da sua empresa a. Atualmente b. Nos últimos três anos 2) Tendência de comportamento nos últimos 3 anos dos seguintes indicadores: a. Vendas de produtos e serviços com até 3 anos de idade no mercado b. Contribuição marginal c. Projetos que resultaram em novos produtos e serviços d. Produtos e serviços com sucesso comercial 3) Seu desempenho atual comparado com o do grupo de concorrentes diretos da sua organização a. Ampliar a variedade de produtos e serviços oferecidos b. Lançar novos produtos e serviços com mais frequência c. Lançar produtos e serviços mais inovadores Copyright – CIEL – 2013
  • Como a pesquisa foi realizada • Foi utilizada uma escala de 0 a 4 • Os resultados foram compilados de forma agregada / média da amostra inteira para fins comparativos, mas foram separados em dois grupos: mais inovador e menos inovador • A separação foi feita a partir de nove critérios de desempenho. • Um grupo é composto por 12 empresas inovadoras e o outro grupo é composto por 17 empresas menos inovadoras. Copyright – CIEL – 2013
  • Sumário Executivo • A inovação é um tema importante nas agendas das empresas brasileiras e no grupo mais inovador é uma questão estratégica. • Existe um foco maior na inovação de processos do que de serviços. • Há uma melhora em vários indicadores relacionados com a inovação, tais como novas ofertas de produtos e projetos de novos produtos. As empresas inovadoras têm um melhor desempenho. • Quanto ao tipo de inovação, em geral, há um foco na melhoria de processos, produto e serviços. A diferença das empresas mais inovadoras é o foco nos produtos e serviços, nas soluções e na inovação da organização interna. Se observa pouco foco em inovação em Supply Chain. • Quanto à estratégia da organização, o foco é ter uma estratégia formalizada e bem comunicada, além de uma visão a longo prazo Copyright – CIEL – 2013
  • Sumário Executivo • Em geral, a inovação acontece gradualmente e na minoria dos casos ela pode ser disruptiva • Na gestão do portfólio de projetos de inovação, o mais importante é a viabilidade técnica e a vantagem competitiva dos projetos. • Em relação às práticas de inovação, aparece curiosamente uma alta adoção da prática de cocriação. Outra prática bastante utilizada é a gestão de projetos no modelo convencional. • Em relação à implementação da inovação, em geral, o mais importante é ter um sistema de gestão da inovação. Para as empresas mais inovadoras, o mais importante é a experimentação. • As empresas brasileiras não exploram os subsídios que o governo oferece para investimentos em inovação. • Observa-se um baixo monitoramento e controle de projetos de inovação. Copyright – CIEL – 2013
  • Sumário Executivo • A tomada de decisão é centralizada, com pouca interferência do Comitê de Inovação. Nas empresas mais inovadoras, é o Comitê de Inovação que tem interferência direta na tomada decisão, além de ser mais participativo. • Observa-se um grande desafio para medir corretamente o processo e os resultados da inovação. • Indicadores de processos de inovação não estão alinhados com a estratégia da organização. • Quanto aos incentivos, este tem sido um grande obstáculo para a gestão da inovação, porque não se premia o indivíduo ou o grupo corretamente. Utilizam-se incentivos não monetários, mas isso nem sempre é suficiente. • As empresas mais inovadoras promovem uma cultura de confiança e diálogo. Apoiam novas ideias e não tem medo de assumir riscos. Copyright – CIEL – 2013
  • T Value Dimension Mais Inovadora performance Mean Std Mais Inovadora importance Mean Std Menos Menos Inovadora Inovadora performance importance Mean Std Mean Std importance T value performance T values Innovation Strategy 68 23 75 30 56 27 81 41 -0,46 1,29 Portfolio Management Long term vision 50 62 18 39 68 75 23 32 46 53 24 36 65 83 28 41 0,32 -0,59 0,51 0,63 Management of Innovation Structure 53 48 36 27 64 57 27 24 38 26 35 33 46 46 42 31 1,40 1,08 1,12 1,97 Process Resources Experimentation C&T conexión Open Innovation Team 45 45 57 47 26 44 27 21 34 33 28 25 53 64 71 59 32 56 30 25 26 25 23 20 52 36 36 24 8 28 44 34 26 28 10 26 77 60 57 43 24 53 47 40 23 23 15 25 -1,68 0,33 1,50 1,75 1,06 0,36 -0,53 0,88 1,80 1,97 2,13 1,67 Challenge Freedom Support Risk Time 75 59 76 46 39 30 24 26 26 24 82 65 77 60 54 34 22 20 25 22 53 43 54 20 21 42 25 29 15 15 59 61 65 43 43 49 39 35 31 28 1,49 0,35 1,17 1,63 1,18 1,65 1,74 2,14 3,12 2,30 Trust Dynamism Playfulness Debates Conflicts 75 64 63 54 44 19 24 24 21 22 79 82 73 67 54 19 22 18 26 26 58 42 52 50 21 29 19 31 37 13 80 56 76 63 25 49 30 41 35 14 -0,08 2,69 -0,27 0,35 3,52 1,91 2,64 1,08 0,37 3,24 .05 1.7033 .01 2.473 .05 1.7033 .01 2.473 Copyright – CIEL – 2013
  • 1. O papel da inovação na melhoria da competitividade Comentários: • O papel da inovação na melhoria da competitividade das empresas é relevante. • O papel da inovação vem crescendo nos últimos anos. Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + Inovador Comentários: • O papel da inovação na melhoria da competitividade das empresas é estratégico e cresceu nos últimos anos. Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Papel da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação) da CNI (Confederação Nacional da Indústria) na inclusão da inovação na agenda/planejamento estratégico das empresas. • Alta competitividade vivida pela indústria: • concorrência com produtos chineses em diversos segmentos • entrada de genéricos e similares (ex: farma, agroquímico, entre outros) • empresas brasileiras como global players • Instalação de centros de P&D das multinacionais no Brasil: • Brasil como plataforma global de P&D (ex: Johnson & Johnson, John Deere, Fiat, SAP) • Descentralização dos P&Ds, aproximando com mercado local (ex: Firmenich, Reckit, Siemens, Basf) • Empresas brasileiras globais investindo em inovação e estruturando áreas de inovação (ex: Marcopolo, Natura, Gerdau, Embraco, Embraer, entre outros) Copyright – CIEL – 2013
  • 2. Grau de complexidade tecnológica dos produtos e serviços produzidos por sua organização Toda a amostra Grupo mais inovador Comentários: • A amostra tem uma média de alta complexidade tecnológica dos seus produtos, mas no grupo mais inovador ela tende a ser mais complexa. Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências Duas faces para a complexidade nos produtos e serviços: • Ainda que o Brasil seja marcado pela produção e comercialização de commodities, estão mais sofisticados: • os serviços e modelos de negócio agregados ao produto (ex: logística, modelos comerciais, canais de acesso ao produto) • os acordos de transferência tecnológica com universidades e centros de pesquisa, ainda que presentes em poucos setores/empresas. • A alta complexidade pode ser reflexo dos gargalos enfrentados pelas empresas no país: • infraestrutura: modais de transporte e telecom • educação básica de qualidade inferior à média mundial • carga tributária incompatível Copyright – CIEL – 2013
  • 3. Impacto da inovação no desempenho operacional Copyright – CIEL – 2013
  • Impacto da inovação no desempenho operacional - grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • 4. Mudança no desempenho organizacional nos últimos três anos Comentários: • A alteração no desempenho organizacional das três alternativas permaneceu (= 2). • Talvez os produtos e serviços inovadores não foram bem desenvolvidos ou não foram muito bem implementados. Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • 5. Desempenho em comparação com a concorrência Comentários: • As três alternativas mostram que não há nenhuma diferença no desempenho em relação à concorrência. • Isso pode acontecer devido a uma forte comoditização de produtos e serviços. Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Ser o 1o (Be the First) e aumentar o ciclo da inovação (Move Fast) no Brasil parece ser uma boa estratégia. • A mera diversificação e incremento do portfolio de produtos e serviços sem inovação não parece ser uma boa estratégia. Copyright – CIEL – 2013
  • 6. Tipo de Inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + Inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Ferramentas de Inovação – 10 mais utilizadas Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Observa-se foco na inovação de processos, produtos e serviços: • Isto pode estar relacionado à grande influência que os programas da qualidade exerceram nas empresas brasileiras (sobretudo nacionais) nos últimos 20 anos. • Os incentivos governamentais para inovação (fiscais ou subvenção econômica) direcionam os beneficios para inovação de processo ou produto. • Observa-se pouco desenvolvimento em Supply Chain, Rede e Novos Canais. • Em parte explicado devido aos gargalos de infraestrutura no país; • Inovação via colaboração no B2B ainda é uma barreira a ser superada em segmentos como varejo e farma; • Novos canais (sobretudo digitais) estão sendo melhor aproveitados por bancos, seguradoras e telecom; • Inovação em rede ainda uma promessa, salvo em poucas empresas. • As startups tem aproveitado melhor a onda de inovação em rede e novos canais. • O grupo mais inovador se concentra mais nos Produtos e Serviços, nas Soluções e na própria Organização. E, em segundo plano, Processos, Modelo de Negócio e Plataformas. Copyright – CIEL – 2013
  • 7. Frequência em lançamento de produto Legenda: • Incremental: mudança introduzida em um produto, serviço ou processo existente que representa uma pequena melhora no desempenho da empresa ou para o cliente. • Derivativa: mudança introduzida pela oferta de produtos ou serviços adjacentes, conectados à oferta principal de produtos e serviços, que representa uma pequena melhora no desempenho da empresa ou para o cliente. • Plataforma: oferta integrada de novos produtos + serviços + canais que combinados criam uma oferta única no mercado. • Radical: novidades que mudam significativamente a vida dos clientes, criando um novidade e representando uma mudança de paradigma no mercado. Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Comentários: • Concentra-se no desenvolvimento da inovação incremental. Alinhado com o estilo de gestão baseado no "planejamento“ e na “gestão”. • Menos desenvolvimento de inovação radical ou disruptiva, talvez a origem deste tipo de inovação. Isso significa mais "exploração" e "incertezas”. Copyright – CIEL – 2013
  • 8. Tendência de indicadores de inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Tendência de indicadores de inovação (1), grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Principal indicador: agilidade no lançamento de novos produtos e serviços. • Menor preocupação com o ciclo de vida dos produtos e serviços: • Planejar o ciclo de vida dos produtos e serviços é mais comum em empresas na Europa e EUA. • Assegurar investimento do P&D como % das vendas (item estratégico do orçamento) não é uma prática comum nas empresas. Copyright – CIEL – 2013
  • 9. Tendência de indicadores de inovação (2) Copyright – CIEL – 2013
  • Tendência de indicadores de inovação (2) grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Além dos resultados do grupo + inovadoras que são melhores do que a média da amostra, este grupo apresenta uma maior capacidade de realizar projetos de inovação e trazê-los para o mercado: 45% contra 34% (amostra total) • Outro dado interessante é que o investimento em P+D+I é maior no grupo + inovador: 9% contra 14%. • Projetos de inovação (ex: número de produtos e serviços lançados) mais importante que resultados atingidos (ex: receita ou margem). • Gestão do ciclo de vida de produtos e investimento em P+D+I tem menor relevância. Copyright – CIEL – 2013
  • 10. Uso de subsídios para a inovação Inferências: • Desconhecimento da maioria das empresas sobre os programas federais, estaduais e municipais de incentivo à inovação (ex: Lei Federal do Bem, linhas de financiamento do BNDEs, entre outros). Copyright – CIEL – 2013
  • Lei Federal de Inovação • Lei Federal de Inovação: Art. 2º, IV , “Inovação: Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços” Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004 “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências”. Regulamentada pelo decreto nº 5.563 de 10/2005 • O centro de atenção é a ICT – Instituição Científica e Tecnológica Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico; Copyright – CIEL – 2013
  • Lei Federal de Inovação IV - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS Art. 19 INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICA A União, as ICT e as agências de fomento promoverão e incentivarão o desenvolvimento de produtos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infraestrutura, a serem ajustados em convênios ou contratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento, para atender às prioridades da política industrial e tecnológica nacional. VI – DISPOSIÇÕES FINAIS INCENTIVOS INDIRETOS = INCENTIVOS FISCAIS Art. 28 A União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais com vista na consecução dos objetivos estabelecidos nesta Lei. O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, em até 120 (cento e vinte) dias, contados da publicação desta Lei, projeto de lei para atender o previsto no caput deste artigo. Copyright – CIEL – 2013
  • Uso de subsídios para a inovação - grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • 11. A estratégia de inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Encontrarmos diferenças significativas (ao nível de confiança de 95%) no desempenho da dimensão "Estrutura“. Nas empresas + inovadoras, o foco é o desenvolvimento de uma estrutura que apoie o esforço de inovação. • Empresas ainda em busca de “estruturar” uma área, unidade, centro, núcleo ou comitê de inovação. • Difícil encontrar no mercado competências/ profissionais para operar estas estruturas (pessoas com carreira de inovação). • Papéis: a “estrutura” de inovação em definição nas empresas: consultoria interna? gestora? catalizadora de ideias e projetos? • Estruturas muitas vezes são áreas internas/corporativas de apoio. Copyright – CIEL – 2013
  • 11. Gestão do Portfólio de Inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Melhores práticas utilizadas são: Viabilidade Técnica, Risco e Vantagem competitiva. • Viabilidade técnica é uma questão crítica no Brasil, podendo inviabilizar os projetos. • Uma clara preocupação com a competitividade das empresas brasileiras. • As melhores práticas menos utilizadas são: Equilíbrio de Portfólio, Prospecção e Scoring • Surpreendentemente baixo uso de práticas Estratégico Fit em ambos os grupos. Copyright – CIEL – 2013
  • 12. Tomada de decisão em processos de inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Observa-se a centralização na tomada de decisão: 34% dos casos são feitas através do CEO e 21% dos casos o CEO com algum outro diretor. • Observa-se pouca interferência do Comitê de Inovação (OU áreas, unidades, núcleos de inovação), em um total de 27% do total da amostra. Copyright – CIEL – 2013
  • 13. Implementação da estratégia de inovação Copyright – CIEL – 2013
  • + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • O grupo mais inovador considera importante a ligação com a área de Ciência e Tecnologia . • Para as empresas que estão começando a inovar, a existência de um sistema de gestão e recursos (humanos, técnicos, financeiros) disponível é algo crítico. • Nas empresas + inovadoras, a Experimentação é o mais importante, porém são as que apresentam as maiores lacunas em termos de importância e realidade. • Se observa baixa importância para o desenvolvimento de inovação aberta: • dificuldades em estabelecer acordos com universidades e centros de pesquisa públicos? • medo de perder (know how, ideias) para o mercado? Copyright – CIEL – 2013
  • 14. Inovação aberta Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • 15. Práticas de Inovação Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Gestão de projetos aparece como uma prática essencial: • Métodos convcencionais de gestão de projetos (PMI) são suficientes ou é necessária uma gestão de projetos mais ágil? • Importância dos projetos piloto: • Experimentação • Fail Fast • Concurso de ideias bem disseminado dentro da empresa tem sido um primeiro passo na inovação “estruturada”: • Mercado de ideias • Plataforma de sugestões dos funcioários Copyright – CIEL – 2013
  • 16. Alinhamento Organizacional Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Em geral, há um forte desalinhamento entre variáveis ​organizacionais e a implementação de uma estratégia de inovação. • Não há indicadores específicos para medir processos e resultados da inovação. • Existe algum desenvolvimento de dashboards para medir indicadores de inovação. Copyright – CIEL – 2013
  • 17. Segmento e controle de projetos Comentários: • Apenas 31% dos casos faz acompanhamento mensal Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • 18. Cultura de inovação (1) Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • As maiores diferenças entre importância e desempenho em toda a amostra, bem como no grupo + inovador são as dimensões "assumir riscos" e "tempo para gerar ideias.“ • pressão por resultados de curto prazo reduzem tempo para exploração e descoberta de oportunidades, obrigando as equipes de inovação a fazerem shortcuts ao longo do projeto (por exemplo, ir direto para ideação, sem pesquisa). • assumir riscos (em um país com graves entraves de infraestrutura, burocracia e educação) é ainda uma barreira a ser enfrentada. • No Grupo + inovador em termos de desempenho, existe uma diferença significativa de acordo com o valor T, nas dimensões: liberdade, ideias de apoio, assumir riscos e tempo para pensar. Copyright – CIEL – 2013
  • 20. Cultura de inovação (2) Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Há um desalinhamento entre incentivo monetário e os objetivos esperados dos projetos de inovação. • Incentivos não financeiros podem funcionar (até melhor) que os financeiros. Copyright – CIEL – 2013
  • 21. Cultura de inovação (3) Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Copyright – CIEL – 2013
  • Inferências • Do ponto de vista da importância atribuída aos dois grupos, foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nas dimensões: "Dinamismo" e "Conflitos” • Confiança e atitude aberta tem se mostrado (em diversas pesquisas dos últimos 10 anos) o principal impulsionador do ambiente para inovação. • Conflito pode ser algo positivo no ambiente para gerar tensão criativa. Copyright – CIEL – 2013
  • Ambientes para Inovação (Takeuchi e Nonaka) • Confiança mútua • Empatia ativa • Acesso à ajuda • • Suspensão temporária do julgamento Coragem Livro: "The Knowledge-Creating Company" Copyright – CIEL – 2013
  • 22. Cultura de inovação (4) Nunca Sempre Comentários: • A hierarquia parece influenciar o processo de geração de ideias • A hierarquia parece ser (moderadamente) aberta a novas ideias de seus funcionários Copyright – CIEL – 2013
  • Grupo + inovador Nunca Sempre Comentários: • A hierarquia parece ter pouca influência no processo de geração de ideias • A hierarquia parece ser bastante aberta a novas ideias de seus funcionários Copyright – CIEL – 2013
  • Pesquisa - Gestão da Inovação no Brasil Apresentação dos resultados São Paulo, Brasil Luis Dambra (LDambra@iae.edu.ar) Patricio Guitart (PGuitart@iae.edu.ar) André Coutinho (acoutinho@symnetics.com.br) Copyright – CIEL – 2013 Novembro, 2013