PALHACOS E HUMORISTAS
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  • Está cansado de corrupção?
    Pois é, eu também! Quero melhorar a vida dos taubateanos e acabar de vez com essa injustiça toda que ocorre no Brasil.
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    Com Bernardo Ortiz Jr.
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    PALHACOS E HUMORISTAS PALHACOS E HUMORISTAS Presentation Transcript

    • Mazzaropi Carequinha Arrelia Ronald Golias
    • Biografia Ronald Golias Filho de Arlindo Golias e Conceição D'Aparecida Golias, Ronald Golias já nasceu com esse nome - não é nome artístico - no dia 4 de maio de 1929. Sua estréia no mundo artístico foi aos 8 anos de idade, como artista amador, na Escola Dante Alighieri, em São Carlos. Golias, que também foi alfaiate e funileiro, se mudou para a capital paulista em 1940, onde passou a praticar natação no Clube Regatas Tietê. Ele integrou o grupo Acqua Loucos, precursor dos espetáculos aquáticos no Brasil. Por sugestão de Golias, os shows passaram a ter uma parte falada, o que o levou a participar do programa Calouros em Cena, da Rádio Cultura. Com o fim dos programas montados da emissora, Golias passou a fazer parte do "time" da Rádio Nacional. Depois, o comediante passou para a TV, onde sua carreira se confunde com o início da televisão no País. O ator despontou na TV ao lado de Manuel de Nóbrega na antiga A Praça da Alegria, em 1956, em que lançou Pacífico, tipo que se tornou famoso com o bordão "ô Cride". Criou também o personagem Carlos Bronco Dinossauro, personagem mais divertido de A Família Trapo, seriado que estreou em 1967, na TV Record. Não tão bem-sucedida foi sua atuação do humorista em Superbronco, uma cópia da série norte-americana Mork and Mindy, criada por Boni, na Globo, em 1979. Ronald Golias Fevereiro / 1965 Ronald Golias Fevereiro / 1985
    • Em abril de 2004, estreou na rede de Silvio Santos o programa Meu Cunhado, protagonizado por ele, ao lado de Moacyr Franco, baseado em um seriado argentino. Foi Golias quem deu a Silvio Santos o apelido de "Peru". O empresário Senor Abravanel corava diante das colegas de trabalho que o acompanhavam em suas caravanas. Manoel de Nóbrega criou daí a "caravana do Seu Peru" - anos depois, o apelido seria anulado pelo título de Homem do Baú. No cinema, participou dos filmes: Ator 1969 - Golias Contra o Homem das Bolinhas 1968 - Agnaldo, Perigo à Vista 1967 - Marido Barra Limpa 1963 - O Homem Que Roubou a Copa do Mundo 1962 - Os Cosmonautas 1961 - O Dono da Bola (Carlos) 1961 - Os Três Cangaceiros 1960 - Tudo Legal (Bronco) 1958 - Vou Te Contá 1957 - Um Marido Barra Limpa Bronco estreou na telinha no humorístico A Família Trapo (1967) Carlo Bronco Dinossauro foi o personagem mais famoso de Ronald Golias
    • Nos anos 50, foi uma das estrelas do programa humorístico "Praça da Alegria", na antiga TV Paulista (atual Globo). Pacífico, seu primeiro personagem na TV, ficou famoso pelo bordão "ô Cride". Com o sucesso na TV, o comediante foi convidado para estrelar no cinema. Sua primeira participação na telona foi no filme "Um Marido Barra Limpa", de Luís Sérgio Person, em 1957. Golias também contracenou com grandes nomes do humor da época, como Grande Otelo e Ankito, em "Os Cosmonautas", "Tudo Legal" e "Os Três Cangaceiros", entre outros. Em 67, Golias levou para a televisão seu personagem Bronco, que já fazia sucesso no cinema. Ele estreou no humorístico "A Família Trapo", da TV Record, ao lado de Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Cidinha Campos, Ricardo Corte Real e Jô Soares. O programa foi ar até 1971. Desde junho de 1990, Golias, com mais de 50 anos de carreira, integrava o elenco fixo do SBT. Ele era uma das atrações do humorístico "A Praça é Nossa", comandado por Carlos Alberto de Nóbrega --filho de Manoel. No programa, ele vivia personagens como Pacífico, Bronco e Professor Bartolomeu, entre outros. Recentemente trabalhou na "Escolinha do Golias", ao lado da grande amiga Nair Belo. Nos últimos meses, ele podia ser visto também no seriado "Meu Cunhado", ao lado de Moacyr Franco, interpretando Bronco mais uma vez. Casado com Lúcia Golias, 63, o comediante teve somente uma filha, Paula, 38. Curiosidades - Na Rádio Nacional conhece Manoel de Nóbrega, que manda contratá-lo para televisão, veículo em que vai atuar por mais de quarenta anos, em programas como "Praça da Alegria", "Família Trapo" e " A Praça é Nossa".
    • O comediante Ronald Golias, 76, morreu por volta das 5h30, São Paulo, 27 de setembro de 2005 por insuficiência de múltiplos órgãos, em São Paulo. O corpo do humorista será velado até amanhã no Salão Nobre da Assembléia Legislativa de São Paulo (av. Pedro Alvares Cabral, 201, Parque do Ibirapuera). Nesta quarta 28/09, às 9h30, o cortejo de Ronald Golias sairá da Assembléia Legislativa diretamente para o Cemitério do Morumby (rua Deputado Laércio Corte, 468 - Morumbi), onde seu corpo será enterrado às 11h. O comediante Ronald Golias Segundo boletim médico divulgado pelo Hospital São Luiz, no bairro do Morumbi (zona oeste), onde Golias estava internado desde o último dia 8, o ator apresentava infecção generalizada proveniente de infecção pulmonar. Em maio do ano 2004, o humorista já havia sido submetido a uma cirurgia no Hospital Sírio-Libanês, também em São Paulo, para a retirada de um coágulo no cérebro, após sofrer uma queda. Pouco antes, Ronald Golias passara por outra cirurgia para implantar um marcapasso.
    • FRASES “ Minha missão é fazer as pessoas rirem. Costumo dizer que somos carteiros: temos a missão de entregar, temos de evitar que a carta chegue molhada, devemos caprichar na entrega e, principalmente, gostar do que fazemos." “ O brasileiro gosta de ver e ouvir. Assim a coisa fica mais engraçada." “ Não sou de escrever, tenho preguiça. Gosto de improvisar." “ Não é porque o humorista faz os outros rirem que ele deve ser um tipo engraçado o tempo todo. Eu sou assim, meio triste."
    • Biografia Mazzaropi Mazzaropi chamava-se Amácio Mazzaropi. Ele nasceu no dia 9 de abril de 1912. Filho de Clara Ferreira e Bernardo Mazzaropi. Neto de italianos, por parte de pai e portugueses por parte de mãe, eram eles bem modestos. Ele, motorista de praça, ela, empregada doméstica. Mas Mazzaropi tinha um avô artista e muitas vezes o acompanhou em espetáculos de circo, ou quando o avô tocava viola nas festas de Taubaté, onde morou. Em São Paulo, no bairro do Belém, Mazzaropi começou a estudar e além de ser ótimo aluno, tinha facilidade para decorar poesias e as declarava em festas da escola. Fazia sucesso. De volta à Taubaté, o menino continuava sonhando com a arte e pensava em ir embora com cada circo que passava pela cidade. Acabou voltando à capital e aos 14 anos viajou com o circo Lá Paz. Começou a se apresentar contando piadas em público. Trocou a certidão de idade. Passou de 14 para 19 anos e assim ficou “maior”, para contar piadas e fazer rir em paz. Amácio convenceu os pais e os levou à arte. Formou seu próprio pavilhão. Viajou pelo interior do país, mas foi na capital paulista que, a 18 de setembro de 1950, foi convidado para a inauguração da TV TUPI, a pioneira. Em poucos dias criou o programa: “Rancho Alegre”, e escolheu sua parceira Geny Prado. Nascia nesse momento um ídolo incomparável no cenário artístico brasileiro. Ainda que tendo sangue europeu por parte de pai e mãe, Mazzaropi era um puro caipira brasileiro. Ladino, esperto, romântico, cantador. E acima de tudo, esperto. A porta aberta pela TV TUPI de São Paulo, não foi a única. Meses depois ele também inaugurou a TV TUPI do Rio de Janeiro e logo se transformou no maior caipira de todo o Brasil. Também fez incontáveis shows em teatros brasileiros. Daí para o cinema foi um pulo. Foi para a Companhia Vera Cruz e filmou: Amácio Mazzaropi (1945 ) Com os pais, Clara e Bernardo
    • 1980 - O Jeca e a égua Milagrosa 1979 - A Banda das Velhas Virgens 1978 - Jeca e o seu Filho Preto 1977 - Um Fofoqueiro no Céu 1975 - Jeca Contra o Capeta 1974 - O Jeca Macumbeiro 1973 - Portugal Minha Saudade 1973 - Um Caipira em Bariloche 1972 - O Grande Xerife 1970 - Betão Ronca Ferro 1969 - Uma Pistola para Djeca 1968 - No Paraíso das Solteironas 1967 - O Jeca e a Freira 1966 - O Corinthiano 1965 - O Puritano da Rua Augusta 1964 - Meu Japão Brasileiro 1964 - O Lamparina 1963 - Casinha Pequenina 1962 - O Vendedor de Lingüiça 1961 - Tristeza do Jeca 1960 - Zé do Periquito 1960 - As Aventuras de Pedro 1959 - Jeca Tatu 1956 - Fuzileiro do Amor 1958 - Chico Fumaça 1958 - Chofer de Praça 1957 - O Noivo da Girafa 1956 - O Gato de Madame 1955 - A Carrocinha 1953 - Candinho 1952 - Nadando em Dinheiro 1952 - Sai da Frente Filmes Mazzaropi como Ator
    • Curiosidades - Filho de um casal classe média, Dona Clara e Bernardo, um próspero dono de mercearia, iria crescer sem problemas financeiros mas com muita preguiça: mal conseguiu terminar o ginásio. Do avô Amácio Mazzaropi (imigrante italiano que foi trabalhar nas terras do Paraná) não herdou só o nome, mas o gosto pela vida do campo - Aos dezesseis anos foge de casa para ser assistente do faquir Ferri. - Em 1940, monta o Circo Teatro Mazzaropi e cria a Companhia Teatro de Emergência. - Em 1948 vai para a Rádio Tupi, onde estréia o programa Rancho Alegre. - Em 1950, inaugura a televisão no Brasil e para lá leva seu programa, com estrondoso sucesso. Abílio Pereira de Almeida, então produtor e diretor da Vera Cruz, procura um tipo diferente e curioso para estrelar uma comédia. Quando vê Mazzaropi na televisão, não tem dúvida e contrata-o para atuar em Sai da Frente.
    • - Participa de oito filmes como ator contratado e, em 1958, funda a Pam Filmes, Produções Amacio Mazzaropi. A partir daí, passa a produzir e dirigir seus filmes, sendo sua primeira produção Chofer de Praça, em que ele emprega todas as suas economias. Com o filme pronto, falta dinheiro para fazer as cópias. Pega seu carro e sai pelo interior a fora fazendo shows até conseguir arrecadar a quantia necessária. Não foi fácil, no início teve que alugar os estúdios da Cia Vera Cruz para as gravações internas e as filmagens externas foram rodadas na cidade de São Paulo com os equipamentos alugados da Vera Cruz. Estava inaugurada a PAM Filmes - Produções Amácio Mazzaropi. O filme estréia e faz muito sucesso. - O pano de fundo de quase todos os seus filmes é sempre uma fazenda, primeiro emprestada e depois a sua própria, chamada Fazenda da Santa, onde monta seus estúdios. Ali atravessa sua mais fértil fase e produz seus melhores filmes como Tristeza do Jeca e Meu Japão Brasileiro. - O presidente da Academia Brasileira de Letras, no dia 17 de janeiro de 1968, escreve-lhe um bilhete dirigido a Mazzaropi, que o guardava em um quadro sobre a lareira de minha sala. Astraugesilo de Ataide considera que, "com Jeca Tatu e a Freira, Mazzaropi alcançou no cinema o mais alto nível de sua arte. é hoje, sem nenhum favor, um artista de categoria mundial". - Com o tipo "Jeca", o caipira de fala arrastada, tímido, mas cheio de malícia, arrasta multidões aos cinemas. Lança um filme por ano e sempre em 25 de janeiro, aniversário de São Paulo, e no cine Art-Palácio, que ele adota para lançamento das películas, pois o dono do cinema foi o que mais lhe apoiara no início da carreira de produtor.
    • - Mazzaropi também passou pela TV Excelsior fazendo parte de um programa de sucesso na época, apresentado por Bibi Ferreira, Brasil 63. - Fica milionário e paralelamente produz leite também, sendo um dos maiores fornecedores da empresa Leites Paulista. - No início dos anos 70 constrói novos estúdios e um hotel, também em Taubaté. - Artista nato e empresário com muito tino comercial, é também desconfiado e solitário. - Nunca se casa, mas tem um filho adotivo, Péricles, que o ajuda na produção dos filmes. - Falece em 13 de junho de 1981, aos 69 anos de idade, vítima de câncer na medula, logo após iniciar sua 332 produção, Jeca e Maria Tromba Homem. - O império que constrói é dilacerado pelos herdeiros após sua morte, com todos os seus bens indo à leilão, inclusive os filmes. O Hotel-fazenda onde está seu estúdio, continua existindo, agora, com o nome de Hotel Fazenda Mazzaropi, mantenedor do Museu Mazzaropi com um acervo de mais de 6.000 peças.
    • Preparou então o Filme: “Maria Tomba Homem”, que nunca foi filmado, pois Amácio Mazzaropi faleceu no dia 13 de junho de 1981 e foi sepultado em Pindamonhangaba, São Paulo, onde seu pai Bernardo já estava enterrado. Mazza como os amigos o chamavam, estava com 69 anos de idade, seu enterro foi um acontecimento, diz o ator João Restiffe, seu amigo e companheiro em vários trabalhos. A universidade de Taubaté e o Hotel Mazzaropi assinaram um acordo de comodato e o Museu do Homem Caipira foi transferido para uma área cedida pelo hotel. O acervo de Mazzaropi foi aberto ao público, e se transformou em Museu Mazzaropi. Sempre no mês de abril na cidade de Taubaté começou a ser promovida a Semana Mazzaropi, pois ele é o verdadeiro representante do caipira brasileiro, aquele que é antes de tudo um forte. E a cidade de Taubaté se transformou em um centro de cultura, que atrai muitos estudiosos sobre a arte, que, sem dúvida, Amácio Mazzaropi ajudou a criar.
    • Biografia Carequinha Nome Completo: George Savalla Gomes Natural de: Rio Bonito, Rio de Janeiro, Brasil Nascimento: 18 de julho de 1915 Ator 1959 - O Palhaço O Que É? 1958 - Sherlock de Araque 1958 - É de Chuá 1957 - Com Jeito Vai 1956 - Com Água na Boca 1956 - Sai de Baixo Curiosidades - Era filho do casal de trapezistas Elisa Savalla e Lázaro Gomes. Sua mãe teve as dores do parto em cena e ele nasceu ali mesmo, no Circo Peruano, de propriedade de seu avô, José Rosa Savalla. Nascido em família circense no dia 18 de julho de 1915, na cidade de fluminense de Rio Bonito - O pai morreu quando ele tinha dois anos. Foi o segundo marido da mãe, Ozório Portilho, que o levou ao picadeiro pela primeira vez, quando tinha cinco anos, e lhe deu o nome artístico. Colocou nele uma peruca de careca e lhe disse que, daquele dia em diante, seria o palhaço Carequinha. - Ele venceu um concurso da Itália de palhaço mais moderno do mundo, representando o Brasil no 1º Festival Internacional de Clowns.
    • - Na década de 50 trabalha na televisão, começando na TV Tupi em 1951, ano seguinte à inauguração da emissora, a primeira do país. Lá, fez o Circo Bombril, que ficou 16 anos no ar. - Trabalha também no cinema, sendo sua estréia em 1956 no filme Sai de Baixo. - Participa de comédias carnavalescas em que tem oportunidade de mostar toda a sua agilidade, ao dar piruetas para o público. - A partir da década de 60 dedica-se mais à televisão e ao circo. - Como cantor, grava vários discos de cunho folclórico e brincadeiras de roda. Carequinha gravou 26 discos e suas músicas eram muito populares entre as crianças. Sua primeira gravação ocorreu em 1957, a marcha de Miguel Gustavo "Fanzoca do rádio", que fez bastante sucesso. Ele teve grandes êxitos como "O bom menino" ("o bom menino não faz xixi na cama, o bom menino não faz malcriação..."), "A marcha do carrapato", "Parabéns, parabéns" e canções de roda tradicionais como "Escravos de Jó", "Ciranda cirandinha", "Carneirinho carneirão" e "O cravo brigou com a Rosa". - Carequinha estava radicado em São Gonçalo há mais de 60 anos. Ele teve quatro filhos, quatro netos e quatro bisnetos. - Carequinha , o mais popular palhaço do Brasil, morreu na madrugada de 4 de abril de 2006, tinha 90 anos. Trabalhou até seus últimos dias e tinha shows marcados. Foi sepultado com o terno que usava em suas apresentações, no fim da tarde, novamente sob homenagens dos fãs, após cortejo fúnebre em carro aberto, que percorreu as ruas de São Gonçalo. Considerado o último Grande Palhaço do Brasil.
    • 05/04/06 - 10h30 - Brasil chora, o palhaço Carequinha, de 90 anos, morreu no início da manhã de hoje em casa, na cidade de São Gonçalo, no Rio. O palhaço sentiu-se mal durante a madrugada, com fortes dores no peito e falta de ar. Foi medicado em sua residência, mas não resistiu. Nascido na cidade de Rio Bonito, no interior do Rio, Carequinha iniciou sua carreira com 5 anos e atuou em diversos circos nacionais e internacionais. Foi o primeiro artista circense a fazer sucesso na televisão e pioneiro no formato de programas de auditório que até hoje fazem sucesso. Gravou 26 discos, fez vários filmes e colocou sua marca em diversos produtos infantis. No Brasil, milhões de pessoas que têm a idade de Carequinha, mais ou menos idade, todos acumulam uma dívida de gratidão com o palhaço que morreu nesta manhã. Carequinha, um verdadeiro símbolo nacional, pediu para ser enterrado pintado, como passou grande parte da vida, divertindo o cotidiano das pessoas, tornando a vida mais alegre, e mais amena. Mesmo doente, Carequinha insistiu que queria cumprir seus últimos compromissos profissionais. No último Dia das Crianças, precisou cancelar shows para se internar, mas queria deixar o hospital. "A idéia fixa dele era cumprir esses compromissos. Ele queria sair do hospital para fazer os shows e voltar“.
    • Biografia Arrelia Nome Completo : Waldemar Seyssell Natural de : Jaguariaiva, PR, Brasil Nascimento : 31 de dezembro de 1905 Waldemar Seyssel nasceu em Jaguariaiva, Estado do Paraná no dia 31 de dezembro de 1905. Filho de família circense, tornou-se personagem marcante na cultura brasileira. A família teve origem na França, no Condado de Seyssel, região de Grenoble, quando o avô de Arrelia, Júlio Seyssel, apaixonou-se pela filha do dono de um circo, uma malabarita eqüestre. Não podendo casar-se sem o consentimento da família por ser nobre, ele abandonou tudo, título e riqueza e foi embora com o circo. Júlio era professor de Educação Física e músico e trabalhou no circo até tornar-se um dos grandes palhaços europeus. Após percorrer vários países, a família veio para o Brasil com o circo Charles Brothers, que foi montado onde hoje é o Fórum de São Paulo. O pai de Waldemar, Ferdinando Seyssel criou o tipo Pinga-Pulha e também casou-se com uma filha de dono de circo. Mais tarde, com a ida de seu avô para o Chile, seu pai e seu tio Vicente montaram seu próprio circo, o Irmãos Seyssel que ficou para Waldemar e seus irmãos. Antes de ser palhaço, Waldemar trabalhou no circo fazendo malabarismo na cama elástica, no trapézio e nas barras juntamente com seus irmãos. Ele contava que, quando criança, "era levado da breca", gostava de aborrecer "arreliar" todo mundo. Daí o apelido de Arrelia.
    • O "nascimento" de Arrelia Waldemar começou a trabalhar como palhaço em 1922 no Cambucí, em São Paulo. Entretanto, foi só em 1927, em Uberaba, que nasceu o Arrelia, numa cena improvisada e bastante cômica, quando ele foi obrigado a substituir um palhaço do circo. Seus irmãos o pintaram, vestiram e o empurraram para o picadeiro. Waldemar caiu, fez trejeitos e caretas, levantou mancando e foi aplaudido freneticamente pelo público. Na TV : Waldemar estudou Direito, mas nunca exerceu a profissão. No circo, Arrelia trabalhou até 1953, quando passou a estrelar, até 1974, o programa Cirquinho do Arrelia, a princípio na TV Paulista e, depois na TV Record, onde formou uma dupla com seu sobrinho Pimentinha. O comprimento dos dois, "como vai? como vai? como vai? muito bem, muito bem, bem, bem", se tornou um bordão entre as crianças, na época. Morreu nesta madrugada de 23/05/2005, por volta das 5 horas, no Rio de Janeiro, o palhaço ´Arrelia´. Waldemar Seyssel tinha 99 anos e estava internado a dias na Clínica Santa Bárbara, em Botafogo, vítima de pneumonia. O corpo de ´Arrelia´ permaneceu na clínica e foi transladado para São Paulo, onde foi enterrado. Ator 1965 - Pluft, O Fantasminha 1958 - Na Corda Bamba 1957 - O Barbeiro Que Se Vira 1955 - Carnaval Em Lá Maior 1954 - A Sogra 1953 - Destino Em Apuros 1953 - O Homem Dos Papagaios 1952 - Modelo 19 1951 - Suzana E O Presidente 1950 - A Vida É Uma Gargalhada 1948 - Palhaço Atormentado
    • "Como vai, como vai... ...vai vai... Muito bem, muito bem, bem bem..." Assim começava o programa onde Arrelia e seus parceiros, principalmente o palhaço Pimentinha, nos divertiam nas manhãs e tardes dos 70's. Um humor simples, sem malícia, com brincadeiras também simples e sem desenhos chatos e muito menos merchandising que hoje. Mas hoje não vai tudo "muito bem, muito bem, bem bem...", pois Arrelia, que foi o primeiro palhaço a aparecer na tevê, morreu nesta segunda-feira, dia 23, vítima de pneumonia, na Clínica Santa Bárbara, no Rio. Waldemar Seyssel, de 99 anos, o Arrelia, era o mais antigo palhaço do Brasil, começou a carreira televisiva fazendo o programa Cirquinho do Arrelia, em 1951, na TV Paulista. Sei que a morte é inexorável, mas não é possível ficar imune à tristeza com a partida, mesmo que provisória, de alguém com sentimentos tão puros e simples. No meio de tanta notícia sobre corrupção, violência, guerras que assolam nossos jornais hoje, esta foi a mais importante para mim. Arrelia era mais importante que toda essa corja que administra nosso país(não importa o partido), pois dava exemplos dignos a quem o acompanhava e se divertia com suas palhaçadas. Que fique em paz e jamais será esquecido por esta criança que habita meu coração.
    • PALHAÇO PIOLIN Filho de Galdino Pinto e Clotilde Farnesi, Abelardo Pinto (conhecido como Piolin) nasceu em Ribeirão Preto/SP em 27 de março de 1897, no Circo Americano de propriedade de seu pai. Faleceu em São Paulo, no dia 4 de setembro de 1973. CHACRINHA José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha, nasceu em 20/01/1916, em Pernambuco. Trabalhou quase 50 anos, inicialmente no rádio e depois na televisão, se consagrando como o primeiro comunicador do Brasil. O palhaço do povo , como ele mesmo se definia. Foi casado com dona Florinda Barbosa por 41 anos e teve 3 filhos: José Amélio, Jorge Abelardo e Zé Renato. Faleceu em 30 de julho de 1988, deixando uma imensa saudade em todos que tivemos o prazer de viver sua alegria. OSCARITO 16-8-1906, Málaga, Espanha 4-8-1970, Rio de Janeiro (RJ) Filho de uma família de circenses, com uma tradição de mais de 400 anos de picadeiro, Oscar Lorenzo Jacinto de la Imaculada Concepción Teresa Dias, cujo diminutivo ficou sendo Oscarito, nascido na Espanha, veio para o Brasil com 1 ano, onde se naturalizou e tornou-se um dos maiores gênios da comédia brasileira "O circo não tem futuro, mas nós, ligados a ele, temos que batalhar para essa instituição não perecer!" (Piolin)
    • Formatação : Airton Ferreri “ Homem Sonhador “ http://www.homemsonhador.com Músicas: Música de Circo Mazzaropi : Tristeza do Jeca Carequinha : Canção da Criança Arrelia : Muito Bem Chacrinha : Abertura Discoteca do Chacrinha Brasil - SP 11/05/2006 Meus Sinceros Agradecimentos: Sandra Lia (Luluzinha )