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IF IF Presentation Transcript

  • “ IF” Rudyard Kipling Tradução - Vitor Vaz da Silva Orquestra de André Rieu (CD Momentos românticos) Música: Romeu e Julieta Elaborado em Setembro/2004 Modificado em Abril/2007 LhT
  • Se consegues manter a calma quando à tua volta todos a perdem e te culpam por isso. Se consegues ter confiança em ti quando todos duvidam de ti e aceitas as suas dúvidas. Se consegues esperar sem te cansares por esperar ou caluniado não responderes com calúnias ou odiado não dares espaço ao ódio, sem porém te fazeres demasiado bom ou falares cheio de conhecimentos.
  • Se consegues sonhar sem fazeres dos sonhos teus mestres. Se consegues pensar sem fazeres dos pensamentos teus objetivos. Se consegues encontrar-te com o Triunfo e a Derrota e tratares esses dois impostores do mesmo modo. Se consegues suportar escuta das verdades que dizes distorcidas pelos que te querem ver cair em armadilhas ou encarar tudo aquilo pelo qual lutaste na vida ficar destruído e reconstruíres tudo de novo com instrumentos gastos pelo tempo.
  • Se consegues num único passo arriscar tudo o que conquistaste num lançamento de cara ou coroa, perderes e recomeçares de novo sem nunca suspirares palavras da tua perda. Se consegues constringir o teu coração, nervos e força para te servirem na tua vez já depois de não existirem, e agüentares quando já nada tens em ti a não ser a vontade que te diz: "Aguenta-te!"
  • Se consegues falar para multidões e permaneceres com as tuas virtudes ou andares entre reis e pobres e agires naturalmente. Se nem inimigos ou amigos queridos te conseguirem ofender.
  • Se todas as pessoas contam contigo mas nenhuma demasiado. Se consegues preencher cada minuto dando valor a todos os segundos que passam. Tua é a Terra e tudo o que nela existe e mais ainda, tu serás um Homem, meu filho!
  • Belíssimo poema, não é mesmo? Como todas as coisas na vida a condicional também têm dois lados: O lado positivo e o negativo. É positivo quando usado para nos fortalecer e motivar como o poema de Kipling. É também positivo se utilizado para analisar as alternativas para as nossas ações. Assim, podemos vislumbrar com mais clareza os possíveis resultados. Um exemplo: Na escolha da profissão usamos a condicional para verificar as possibilidades.
  • Se escolher medicina vou ter que estudar muito porque o vestibular é demasiadamente concorrido. E se passar terei que morar longe da família, consequentemente terei mais dispêndios. Se optar pela Odontologia a probabilidade de passar é maior e continuarei morando com os meus pais. Um outro exemplo: Se no final de semana chover vou locar vídeos para assistir bons filmes. Entretanto, se fizer sol irei à praia com os meus amigos.
  • Acontece que nem sempre usamos a condicional de forma positiva. Ao contrário, muitas vezes, usamos para criticar e angustiar as pessoas e também a nós mesmos. Quando alguma coisa dá errado, ou o resultado não é o esperado fazemos auto-crítica, criticarmos as pessoas ou somos acusados pelo insucesso. É comum ouvirmos ou descarregarmos os aborrecimentos dizendo ou pensando assim: Se você(eu) fosse mais competente este problema nunca teria acontecido;
  • Se você(eu) tivesse mais visão não teria este prejuízo; Se você(eu) fosse mais cuidadoso não teria se(me) acidentado; Se você não(eu) não fosse tão imaturo... ; Se você(eu) não tivesse feito isso.... etc.
  • É muito cômodo fazer criticas após os acontecimentos. Depois dos acontecimentos os acertos ou desacertos ficam evidentes. Algumas vezes, somos criticados por pessoas que desconhecem totalmente as circunstância que levaram a uma determinada decisão. Todas as decisões são tomadas numa circunstancia e com expectativa de um resultado positivo, mesmo que seja uma decisão precipitada. É insanidade pensar que alguém tome uma decisão consciente para se prejudicar. Cada circunstância tem uma decisão mais adequada. Uma decisão que ontem era adequada, hoje pode não ser, pois as circunstâncias mudaram.
  • Às vezes, faço autocrítica e análise das minhas decisões que foram importantes na minha vida. Principalmente àquelas que me levaram aos insucessos. Reflito se naqueles momentos teria condições de ter tomado decisões diferentes. Examinando-se as circunstâncias que me levaram a escolha de um caminho, quanto mais reflito, fica mais evidente que não poderia ser de outra forma. Não poderia ser diferente. Não poderia ser diferente porque as decisões foram tomadas de acordo com as circunstâncias daquele momento e de acordo com a meu estado emocional, visão da vida e do futuro. E a visão da vida e do futuro eram as minhas experiências de vida e minha estrutura interior.
  • Diante disso concluo que é impróprio se lamentar e se angustiar das coisas passadas. Para que chorar o que passou. O que passou, passou. Jamais poderemos retornar ao passado. O passado tem que ser enterrado definitivamente. Para que se culpar ou culpar os outros se não poderia ser diferente? Pelas circunstâncias do momento a decisão tinha que ser aquela e só aquela. De que adianta se culpar ou encontrar o responsável? Para que perder tempo se aborrecendo ou angustiando-se? Não é muito melhor reparar os erros e seguir em frente? Não é melhor tirar proveito da situação para reverter o acontecimento em seu benefício?
  • Em vez de ficar se lamentando ou se angustiando, nas próximas decisões importantes pense, repense, pense novamente, não tenha pressa de decidir. Não tome decisão quando está muita emocionado positiva ou negativamente. Sobretudo tome decisão com plena consciência. Muitas pessoas de consciência demoram a decidir, mas uma vez decidido dificilmente eles mudam a sua decisão. O mesmo deve ser feito com as programações e planejamentos. Analise cuidadosamente seu planejamento ou programação e procure detalhá-lo o máximo que puder. Este procedimento não é perda de tempo, muito ao contrário é ganhar tempo. Durante a execução você pode imaginar o trabalho que dá, perda de tempo e dinheiro a alteração freqüente do que foi planejado ou programado?
  • Parecemos que somos pessimistas ou pessoas negativas porque as nossa atenções se voltam para coisas e fatos ruins. Os erros, violências, acidentes, mortes, tragédias, imperfeições, etc. nos chamam a atenção. Os estudiosos nesses assuntos informam que é da nossa natureza termos a percepção imediata das coisas que destoam. São os nossos instintos de sobrevivência que provocam essa percepção. Quando passamos para um ambiente diferente, instintivamente os nossos sentidos procuram captar algo que é diferente, algo que destoa.
  • Se observarmos uma pintura magnífica, mas que tenha um detalhe mau feito quase que imperceptível, é esse detalhe que vai nos chamar a atenção. O que é usual e normal não chama a nossa atenção. É por este motivo que alguns jornais são sensacionalistas. São assim, porque sabem que chamam a nossa atenção para vender mais. É por este motivo que muitas coisas que fizemos corretamente passaram despercebidos e pouco lembrados. Foram pouco lembrados porque não chamou atenção. Não chamou a atenção porque foi considerado natural e normal.
  • Apesar das inúmeras decisões impróprias, erradas ou inadequadas, se nos fizemos um balanço geral vamos chegar a conclusão que acertamos muito mais do que erramos. Algumas vezes no momento de angustia, arrependimento e lamento queremos voltar ao passado para mudar o acontecimento que esta provocando o sofrimento. Sabemos que isso é impossível, mas desejamos. Será que algum dia a ciência descobrirá um meio de voltar ao passado ou ir ao futuro? Se isso fosse possível o que aconteceria? Existem muitas ficções sobre este assunto. Particularmente o que mais me agrada é a ficção do escritor H G Wells.
  • A maquino do tempo - H G Wells Esta ficção foi editada em filmes. O resumo do enredo do livro e do filme é o seguinte: Vamos chamar de Alex o personagem principal da ficção. Alex é um jovem inventor muito criativo. Tinha uma companheira que a amava mais que todas as coisas de sua vida. Poucos dias antes do seu matrimônio, durante um assalto, a noiva de Alex é morta acidentalmente. Alex fica amargurado e não aceita em hipótese alguma a separação.
  • Então mergulha de corpo e alma para inventar uma máquina que o permita regressar no tempo para mudar o acontecimento que provocou a morte de sua amada. Assim, ele consegue inventar a máquina do tempo. Então, ele a programa para regressar no tempo, um pouco antes do assalto. Ele consegue voltar ao passado. Está novamente com a noiva para impedir o acidente que provocou a sua morte. Conhecendo os fatos, consegue mudar o acontecimento e evitar a morte de sua companheira.
  • Ele fica feliz por algum tempo. Mas logo em seguida a sua amada morre atropelada por um veículo. Com pesar, Alex toma consciência que mesmo com o domínio do tempo consegue apenas alterar parcialmente os acontecimentos. Certos coisas estão fora do seu controle como impedir a morte de sua companheira. Então, ele vai para o futuro para ver se encontra uma outra forma de reaver a sua companheira.
  • Mudar o passado é impossível e o futuro? Você dirá: Excluindo-se algumas coisas podemos de certa forma construir o futuro que queremos. Deus nos deu o livre arbítrio. Deus nos deu o poder de decisão para conduzir parte das nossas vidas como desejamos. Concordo plenamente com essa resposta. Para comprovar essa assertiva basta fazermos a retrospectiva de vida e veremos que muitas coisas conquistadas foram frutos de nossa decisão e vontade.
  • Nós temos o poder do livre arbítrio, mas ele é parcial porque existem muitas coisas que não temos nenhum domínio. Nós não podemos escolher onde nascer, quando nascer, quando morrer, aonde ir quando morrer, definir quanto tempo viver, impedir ou iniciar acontecimentos relacionados conosco que estão aquém da nossa vontade.
  • Nós não podemos mudar o que aconteceu. Nós não podemos mudar o passado, mas o futuro pode ser construído. Pode ser construído como queremos desde que haja mudança do nosso mundo interior. Nós podemos mudar o futuro desde que estejamos atentos e plenamente conscientes. Se continuarmos inconscientes, ou seja, agindo e reagindo mecanicamente, bem como mergulhados nos pensamentos e desejos, tudo que aconteceu no passado continuará se repetindo. Assim, o futuro será nada mais nada menos do que a projeção do passado.
  • É isso mesmo! O nosso futuro continuará a ser uma projeção do nosso passado. Será uma projeção com pequenas modificações. Os fatos se repetirão porque serão os reflexos dos nossos atos, decisões e pensamentos. E os atos, decisões e pensamentos ocorrerão em função da nossa estrutura interior. E a nossa estrutura interior são os nossos condicionamentos, os nossos desejos, os nossos traumas, os nossos medos, os nossos gostos e preferências, as nossas crenças e convicções, as nossas experiências de sucesso e insucesso, os nossos hábitos e vícios.
  • Todos os nossos comportamentos sejam de ação ou reação, serão simplesmente reflexos na nossa estrutura interior. A nossa inconsciência fará com que continuemos a trilhar o mesmo caminho de sempre. Hoje será a repetição de ontem. Ontem é a repetição de antes de ontem e assim por diante. Desta forma continuaremos eternamente repetindo as mesmas coisas de sempre. O nosso futuro continuará sendo um vídeo tape do passado com algumas pequenas modificações. As diferenças significativa serão as circunstâncias e a época. Dizem que podemos de certa forma prever o futuro de muitas pessoas. Quantas vezes já ouvimos pessoas dizerem: fulano de tal terá um futuro brilhante; cicrano de tal vai se ferrar; o casamento de tal pessoa não vai dar certo.
  • Osho - Zen transmissão especial Eu ouvi contar sobre um homem que se casou 8 vezes, e ele ficava espantado; a cada vez, depois de quatro, cinco seis meses, ele descobria – é claro, o corpo era diferente..., que a mulher que ele havia encontrado era exatamente a mesma de antes: o mesmo tipo de mulher. Ele não podia acreditar no que estava acontecendo. Ele mudava de novo, ele procurava por uma outra mulher com um nariz diferente, com uma cor diferente, com cor de cabelo diferente, talvez até de uma raça diferente, de um país diferente, mas finalmente, ele descobriria que somente as camadas externas eram diferentes, mas as estruturas interna da psique da mulher era a mesma.
  • A razão é clara – não estava clara para ele, mas a razão é clara. Aquele que escolhia era o mesmo, seus gostos eram os mesmos. Ele iria sempre gostar de um certo tipo de mulher, e seu gosto era inconsciente – ele não estava nem mesmo ciente de por que ele gostava daquela mulher. Quando você se apaixona por uma mulher, ou um homem, você sabe por quê, como? Você não tem consciência, absolutamente. Você não tem consciência do seu próprio funcionamento.
  • Yatri caiu de amores por Sarita durante anos, mas eu não penso que ele esteja ciente de por que amou Sarita. Há exatamente um ano eles se separaram e ele tentou com outra mulher, mas não funcionou. Então eles se juntaram de novo; agora se separam novamente. Agora ele se apaixonou por Divya e eu não sei se ele está ciente das semelhanças entre Sarita e Divya – ambas são mulheres esotéricas! E Yatri está imensamente impressionada pela bobagem esotérica! Ora, Divya é simplesmente uma Sarita maior. De algum modo ele saiu do poço e caiu na vala! Ele vai ter fraturas múltiplas.
  • Outra transcrição parcial do livro de Osho . Consciência – A chave para viver com equilíbrio Você se apaixona por uma mulher e ela morre. Como vai encontrar outra mulher? A nova mulher será uma forma modificada da falecida; pois esse é o único jeito que você conhece. Faça o que fizer no futuro, isso nada mais será que a continuação do passado. Você pode mudar um pouquinho – uma arrumadela aqui, outra ali, mas o principal mão mudará em nada.
  • Alguém perguntou a Mulla Nasruddin quando ele jazia em seu leito de morte – se lhe for concedida outra vida, como vai vivê-la? Nasruddin? Fará alguma mudança? Nasruddin ponderou de olhos fechados, pensou, meditou, então abriu os olhos e disse – Sim, se me for concedido outra vida, eu repartirei meu cabelo ao meio. Sempre foi esse o meu desejo, mas meu pai sempre insistiu para que eu não o repartisse assim. E, quando meu pai morreu, o cabelo já tinha se acostumado desse jeito e eu não consegui mais usá-lo repartido ao meio.
  • Não ria! Se lhe perguntassem o que você faria diferente na sua vida, você apontaria mudanças tão pequenas quanto essa. Um marido com um nariz diferente, uma mulher com uma aparência um pouco diferente, uma casa maior ou menor – mas essas mudanças não seriam nada mais do que repartir o cabelo ao meio; seriam triviais, supérfluas. Em essência a sua vida continuaria a mesma. Você já fez isso muitas vezes; mas sua vida continuou basicamente a mesma. Você está repetindo o mesmo padrão vezes sem conta. Você vem repetindo esses mesmo padrões vida após vida. É por isso que os hindus chamam isso de “roda da vida e da morte” – “roda” porque ela vive se repetindo. É uma repetição: os mesmos raios subindo e descendo, subindo e descendo.
  • A menos que tomemos consciência do porque nós fazemos certas coisas, descobrindo as reais motivações que nos movem, nós estaremos fadados a repetir o passado e amargurar os mesmos resultados de sempre. Os sucessos, os fracassos, as realizações e as frustrações que ocorreram no passado continuarão se repetindo indefinidamente, pois as escolhas e decisões serão baseadas na nossa estrutura interna. Se nos quisermos efetivamente um futuro diferente não adianta mudar as coisas externas.
  • Se estamos descontente com nosso companheiro, nossa mulher, nosso marido, nosso emprego, enfim todas as coisas relacionadas com a nossa vida, não adianta trocar. Uma nova mulher, um novo homem, em novo emprego, mais dinheiro, e outras coisas mais não trarão resultados diferentes do que temos obtidos até agora. A mudança tem que ser interna, somente a mudança interna pode mudar alguma coisa de fato. Caso contrário, todas as mudanças serão pseudo mudanças. Parece que mudou mas nada mudou de fato. Dessa nossa inconsciência vamos procurando, procurando.... trocando e mudando as coisas externas que resultam novamente em insatisfação e frustração.
  • Assim, a vida fica sem qualquer sentido e vivemos apenas para sobreviver. Procuramos apenas sobreviver porque temos medo da morte. Nos breves momentos em que ocorrem as mudanças externas, seja o que for, sentimos excitação, satisfação, alegria e felicidade que duram pouco, logo esses sentimentos se extinguem e novamente mergulhamos no vazio, na insatisfação, na frustração. Para se libertar dessa roda da vida e da morte o extraordinário místico Osho nos orienta para viver sempre com plena consciência. Podemos fazer o que quisermos, mas temos que fazer com plena consciência.
  • Viva com plena consciência. Faça o que quiser, mas faça-o com consciência - Osho