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EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Professora Cácia Cristina França Rehem
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>“ A avaliação não é uma tortura medieval. É uma invenção mais tardia...
Evolução Histórica da avaliação da aprendizagem: breve relato <ul><li>Os exames: </li></ul><ul><li> Universidade a partir...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Século XIX nos Estados Unidos  – sistema de testagem </li></ul><ul><...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>França e Portugal  – docimologia – ciência do estudo sistemático dos...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Início do século XX  – Thorndike nos Estados Unidos – testes educaci...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>1935-1938  – conferências sobre a avaliação e criação de uma comissã...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Tyler atribuiu à avaliação um novo enfoque - avaliação por objetivos...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Cronbach (1963) –  </li></ul><ul><li>quatro pontos sobre avaliação :...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Noll – (1965) publica no Brasil  Introdução às medidas educacionais ...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Popham (1969) - publica manuais que tratam do planejamento de ensino...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Stufflbeam e Guba – década de 70 </li></ul><ul><li>Criam um modelo d...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Scriven e Bloom </li></ul><ul><li>Scriven (1978) – a avaliação desem...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Para ele, a avaliação tem papéis diferenciados, ou seja, papéis  for...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>A  avaliação formativa  caracteriza-se por um caráter processual, is...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>A  avaliação somativa   é a que se realiza ao final de um programa o...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Funções da avaliação:  Diagnóstica ,  Formativa  e  Somativa </li></...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Benjamim Bloom publica o  Manual de avaliação formativa e somativa d...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>As concepções de Bloom (1972) foram importantes para a geração de um...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Bloom define avaliação como “coleta sistemática de evidências por me...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Funções da avaliação – diagnosticar, retroinformar e favorecer o des...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO AVALIAÇÃO FORMATIVA AVALIAÇÃO SOMATIVA Objetivo  – o que se pretende fazer c...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO As idéias de Bloom enquadravam-se na corrente quantitativa da avaliação que ...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Mezzaroba & Alvarenga (1999) </li></ul><ul><li>A avaliação apresenta...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Final da década de 80 e início de 90 – surgem visões mais progressis...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Lüdke e Mediano (1994) – enfoque sociológico para a avaliação </li><...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Esses autores contribuíram para que desencadeasse no Brasil um proce...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Semelhanças e diferenças entre Avaliação: Diagnóstica Formativa Somativa Fun...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Época No início de uma unidade, semestre ou ano letivo; Durante o processo, ...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Tipos de instrumentos Formativos e somativos para pré-testes; Padronizados d...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Dificuldade Diagnóstico de habilidades e capacidades Não pode ser especifica...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO REFERÊNCIAS BLOOM, B.  Taxonomia de objetivos educacionais:  domínio cogniti...
EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO MEZZAROBA, L. & ALVARENGA, G. M. A trajetória da avaliação educacional no Br...
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  1. 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Professora Cácia Cristina França Rehem
  2. 2. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>“ A avaliação não é uma tortura medieval. É uma invenção mais tardia, nascida com os colégios por volta do século XVII e tornado indissociável do ensino de massa que conhecemos desde o século XIX, com a escolaridade obrigatória” </li></ul><ul><li>(PERRENOUD, 1999) </li></ul>
  3. 3. Evolução Histórica da avaliação da aprendizagem: breve relato <ul><li>Os exames: </li></ul><ul><li> Universidade a partir do século XIII </li></ul><ul><li> Os jesuítas – ratio stodiorum </li></ul><ul><li>João Amós Comenius – Didática Magna. </li></ul><ul><li>Embora não se falasse em avaliação da aprendizagem são os exames orais que iniciam os processos de verificação da aprendizagem dos alunos e instituem o processo de classificação, promoção e atribuição de graus e títulos. </li></ul>
  4. 4. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Século XIX nos Estados Unidos – sistema de testagem </li></ul><ul><li>Finalidade – melhorar os padrões educativos </li></ul><ul><li>Três propostas : </li></ul><ul><li>1 – substituir os exames orais pelos escritos; </li></ul><ul><li>2 – substituir as questões gerais pelas específicas e aumentar o seu número; </li></ul><ul><li>3 – buscar padrões mais objetivos </li></ul>
  5. 5. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>França e Portugal – docimologia – ciência do estudo sistemático dos exames, em particular do sistema de atribuição de notas e dos comportamentos dos examinadores e examinados </li></ul><ul><li>Discussão do papel do exame como fator eliminatório, decisivo para a classificação do aluno </li></ul>
  6. 6. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Início do século XX – Thorndike nos Estados Unidos – testes educacionais </li></ul><ul><li>Objetivo – mensurar as mudanças de comportamento dos alunos </li></ul><ul><li>Início da avaliação da aprendizagem, conhecida como medida ou avaliação do rendimento escolar, o que deu origem aos testes padronizados </li></ul>
  7. 7. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>1935-1938 – conferências sobre a avaliação e criação de uma comissão permanente de estudos sobre o assunto </li></ul><ul><li>Características – aplicação de testes. Caráter instrumental </li></ul><ul><li>Anos 30 do século passado – Tyler e Smith defendem os testes, as escalas de atitude, os inventários, os questionários e as fichas de registro de comportamento dos alunos </li></ul>
  8. 8. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Tyler atribuiu à avaliação um novo enfoque - avaliação por objetivos </li></ul><ul><li>Mager amplia essas idéias, apresentando </li></ul><ul><li>três características : </li></ul><ul><li>1 – conter, explicitamente, o comportamento observável dos alunos; </li></ul><ul><li>2 – especificar as condições nas quais o comportamento deve ocorrer; </li></ul><ul><li>3 – definir o padrão de rendimento aceitável (critério), segundo o qual o nível de desempenho do aluno é considerado satisfatório </li></ul>
  9. 9. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Cronbach (1963) – </li></ul><ul><li>quatro pontos sobre avaliação : </li></ul><ul><li>1 – a associação entre avaliação e o processo de tomada de decisão; </li></ul><ul><li>2 – os diferentes papéis da avaliação educacional; </li></ul><ul><li>3 – o desempenho do estudante como critério de avaliação de cursos; </li></ul><ul><li>4 – a análise de algumas técnicas de medida à disposição do avaliador educacional. </li></ul>
  10. 10. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Noll – (1965) publica no Brasil Introdução às medidas educacionais </li></ul><ul><li>Idéia principal – mensuração das mudanças desejadas no comportamento do aluno </li></ul><ul><li>Contribuição de Stake (1977) – amplia as discussões sobre as diferentes epistemologias entre pesquisa e avaliação quantitativa e qualitativa e definiu as características do estudo de caso como forma de pesquisa </li></ul>
  11. 11. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Popham (1969) - publica manuais que tratam do planejamento de ensino e avaliação. </li></ul><ul><li>Contribuição – definição de objetivos (comportamentais) </li></ul><ul><li>Essas teorias exacerbam a tecnologia da avaliação, considerando a necessidade de construir itens de testes apropriados e de testá-los de forma altamente valorizada </li></ul>
  12. 12. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Stufflbeam e Guba – década de 70 </li></ul><ul><li>Criam um modelo de facilitação em avaliação educacional, dando ênfase ao processo de julgamento e tomada de decisões </li></ul>
  13. 13. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Scriven e Bloom </li></ul><ul><li>Scriven (1978) – a avaliação desempenha vários papéis, embora com um único objetivo: determinar o valor ou o mérito do que está sendo avaliado </li></ul><ul><li>Concebe a avaliação como um levantamento sistemático de informações e sua posterior análise para fins de determinar o valor de um fenômeno educacional. Foi quem primeiro utilizou o termo Avaliação Formativa </li></ul>
  14. 14. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Para ele, a avaliação tem papéis diferenciados, ou seja, papéis formativos e somativos , cujos conceitos influenciaram em definitivo, a prática e o futuro da avaliação </li></ul><ul><li>Essas idéias influenciaram o pensamento dos autores brasileiros até a década de 80 </li></ul>
  15. 15. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>A avaliação formativa caracteriza-se por um caráter processual, isto é, ocorre ao longo do desenvolvimento dos programas, dos projetos e dos produtos educacionais, permitindo as modificações que se fizer necessárias durante o processo </li></ul>
  16. 16. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>A avaliação somativa é a que se realiza ao final de um programa ou de uma atividade, possibilitando a reorientação necessária e tomada de novas decisões </li></ul><ul><li>A avaliação diagnóstica surge mais tarde e tem o sentido de se partir dos conhecimentos prévios dos alunos </li></ul><ul><li>Diferencia avaliação de medida </li></ul>
  17. 17. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Funções da avaliação: Diagnóstica , Formativa e Somativa </li></ul><ul><li>Diagnóstica – permite detectar a existência ou não de pré-requisitos necessários para que a aprendizagem se efetue. No início de um assunto, bimestre, etc </li></ul><ul><li>Formativa – consiste no fornecimento de informações que orientarão o professor para a busca de melhoria do desempenho dos estudantes durante todo o processo ensino/aprendizagem, de modo a evitar o acúmulo de problemas </li></ul><ul><li>Somativa – implica no fornecimento de informações a respeito do valor final do desempenho do aluno, tendo em vista a decisão de aprová-lo ou reprová-lo </li></ul>
  18. 18. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Benjamim Bloom publica o Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar </li></ul><ul><li>1971 nos Estados Unidos </li></ul><ul><li>1983 no Brasil </li></ul><ul><li>Influenciou os meios acadêmicos da época e influencia até os nossos dias </li></ul>
  19. 19. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>As concepções de Bloom (1972) foram importantes para a geração de um sistema de ensino e avaliação mais coerentes entre si. </li></ul><ul><li>Ao destacar a relevância do domínio de taxonomias*, despertou os professores para o perigo da incoerência entre o que se ensina e o que se avalia </li></ul><ul><li>* Taxonomia – ciência ou técnica de classificar </li></ul>
  20. 20. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Bloom define avaliação como “coleta sistemática de evidências por meio das quais determinam-se mudanças que ocorrem nos alunos e como ocorrem” </li></ul><ul><li>Inclui uma grande variedade de evidências que vão além do tradicional exame final de caneta e papel. </li></ul>
  21. 21. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Funções da avaliação – diagnosticar, retroinformar e favorecer o desenvolvimento individual, ou seja, a avaliação diagnóstica </li></ul><ul><li>Pressupostos que devem nortear a avaliação diagnóstica – deve ocorrer no início de uma unidade DE ENSINO , semestre ou ano letivo </li></ul>
  22. 22. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO AVALIAÇÃO FORMATIVA AVALIAÇÃO SOMATIVA Objetivo – o que se pretende fazer com os resultados Domínio de determinada tarefa de aprendizagem Alcance de objetivos mais amplos (do curso ou de grande parte dele) Época – ao longo do tempo, do processo de ensino e aprendizagem Enquanto se processa o ensino/aprendizagem Após o término do processo de ensino/aprendizagem Motivo da avaliação Visa o diagnóstico, a recuperação e o planejamento Visa a classificação ou o julgamento Freqüência Freqüentemente Geralmente duas a três vezes no curso Atribuição de nota Atribui notas como parâmetro para saber o que o aluno aprendeu e o que não aprendeu Atribui notas que são divulgadas, tornam-se públicas Nível de generalização do conhecimento esperado Habilidades ou pré-requisitos detalhados para cada objetivo amplo Detém-se mais na capacidade geral de “construir e interpretar
  23. 23. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO As idéias de Bloom enquadravam-se na corrente quantitativa da avaliação que predominou na literatura brasileira até o início dos anos 80. Tal corrente valoriza o uso de instrumentos e tecnologias diversas para a mensuração do rendimento do aluno com o propósito de alcançar objetivos comportamentais, bem como traduzir a quantificação do conhecimento adquirido que ainda predomina no pensamento educacional brasileiro, expresso nas práticas avaliativas desde a Educação Básica até o Ensino Superior (MEZZAROBA & AVARENGA, 1999; SAUL, 1988).
  24. 24. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Mezzaroba & Alvarenga (1999) </li></ul><ul><li>A avaliação apresenta dois modelos: o tradicional e o progressivista </li></ul><ul><li>Tradicional – enfatiza as quantificações dos resultados e a classificação do aluno; </li></ul><ul><li>Progressivista – focaliza o processo e a avaliação diagnóstica do aluno </li></ul>
  25. 25. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Final da década de 80 e início de 90 – surgem visões mais progressistas, dentre as quais, a abordagem da avaliação emancipatória de Saul (1988) </li></ul><ul><li>Característica – avaliação de cursos e programas educacionais </li></ul><ul><li>Hoffmann (1998) – avaliação mediadora </li></ul>
  26. 26. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Lüdke e Mediano (1994) – enfoque sociológico para a avaliação </li></ul><ul><li>Luckesi (1999) – enfoca a avaliação enquanto processo. Diferencia medida de avaliação </li></ul><ul><li>Prado (1997) – enfatiza a avaliação como processo e não como produto </li></ul><ul><li>Vianna (1989) – contribui para criar a cultura da avaliação </li></ul>
  27. 27. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO <ul><li>Esses autores contribuíram para que desencadeasse no Brasil um processo de sensibilização e preocupação com a avaliação, como também, a desvinculação com as obras norte-americanas, embora elas continuem sendo valiosas para aprofundamento de estudos, uma vez que sustentaram e sustentam as pesquisas na área </li></ul>
  28. 28. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Semelhanças e diferenças entre Avaliação: Diagnóstica Formativa Somativa Funções <ul><li>Determinar: a presença ou ausência de habilidades e pré-requisitos e o nível de domínio prévio; as causas subjacentes e dificuldades repetidas de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Colocar o aluno de acordo com as diversas características sabidas ou supostamente relacionadas com modalidades alternativa de ensino; </li></ul>Feedback ao aluno e ao professor quanto ao progresso do aluno ao longo de uma unidade; - Localização de erros em termos de estrutura de uma unidade, de modo a possibilitar a indicação de técnicas alternativas de recuperação Graduação ou atribuição de notas ao final de uma unidade, semestre ou curso
  29. 29. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Época No início de uma unidade, semestre ou ano letivo; Durante o processo, quando o aluno evidencia uma incapacidade constante de aproveitamento integral do ensino Durante todo o processo de ensino/ aprendizagem Ao final de uma unidade, semestre ou ano letivo Ênfase de avaliação Comportamentos cognitivos, afetivos e psicomotores Fatores físicos, psicológicos e ambientais Comportamentos cognitivos Comportamentos cognitivos ou afetivos
  30. 30. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Tipos de instrumentos Formativos e somativos para pré-testes; Padronizados de desempenho e diagnóstico; Observação e roteiros Instrumentos Formativos diversos, especialmente planejados e elaborados Exames finais Como são as amostras Especifica para cada comportamento Comportamento físico e emocional Amostra específica de todas as tarefas relacionadas na hierarquia da unidade Uma amostra dos objetivos ponderados do curso
  31. 31. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO Dificuldade Diagnóstico de habilidades e capacidades Não pode ser especificada de antemão Dificuldade média variando de 35% a 70% com alguns itens muito fáceis e alguns muito difíceis Atribuição de pontos Baseada em normas e critérios Baseada em critérios Baseada em normas Método de relato Perfil individual de sub-habilidades Padrão individual de escores relativos a acertos e erros em cada tarefa da hierarquia Escore total ou subescores obtidos para cada objetivo
  32. 32. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO REFERÊNCIAS BLOOM, B. Taxonomia de objetivos educacionais: domínio cognitivo. Porto Alegre: Globo, 1972. DEPRESBITERIS, L. O desafio da avaliação da aprendizagem: dos fundamentos a uma proposta inovadora. São Paulo: E.P.U., 1989. HOFFMANN, J. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 14. ed. Porto Alegre: Mediação, 1998. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 9. ed. São Paulo: Cortez, 1999. LÜDKE, M. & MEDIANO, Z. (Coords.). Avaliação na escola de 1o. Grau. 2. ed. Campinas: Papirus, 1994. MEDIANO, Z. D. Módulos instrucionais para medidas e avaliação em educação. 2. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
  33. 33. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA AVALIAÇÃO: BREVE RELATO MEZZAROBA, L. & ALVARENGA, G. M. A trajetória da avaliação educacional no Brasil. In: ALVARENGA, G. M. (Org.). Avaliar: um compromisso com o ensino e a aprendizagem. Londrina: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Avaliação Educacional, 1999. PERRENOUD. P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: Artmed, 1999. PRADO, C. Avaliação da aprendizagem. Campinas: Papirus, 1997. SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática da avaliação e reformulação de currículos. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1988. VIANNA, H. M. Avaliação educacional: teoria, planejamento, modelos. São Paulo: IBRASA, 2000. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998.
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