Treinamento  Lubrificacao  Basica E  Rolamentos   2005    Modul
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Treinamento  Lubrificacao  Basica E  Rolamentos   2005    Modul Treinamento Lubrificacao Basica E Rolamentos 2005 Modul Presentation Transcript

  • Treinamento Básico Lubrificação & Lubrificação de Rolamentos Klüber Lubrication
  • Conteúdo
    • Institucional Klüber
    • Aspectos Interessantes da Lubrificação e Tribologia
    • Óleos e Graxas Lubrificantes Especiais
    • Exemplos de Aplicação de Lubrificantes Especiais - Rolamentos
    • Parâmetros de Seleção dos Lubrificantes
    • Análise de Viabilidade Econômica
    • Manuseio de Lubrificantes
    • Conclusão e Aplicação de Prova de Conhecimentos Específicos
  • Agenda Proposta
    • 08:30h Abertura
    • 10:30 - 10:45h Intervalo do Café
    • 12:30h Encerramento
  • Institucional Klüber
  • KLÜBER LUBRICATION Fundada em 1929 em Munique, Alemanha, por Theodor Klüber Pertence ao Grupo Freudenberg, Weinheim, Alemanha desde 1966 Klüber Lubrication Lubrificantes Especiais Ltda. & Cia. presente no BRASIL desde 1971
  • Nossa Base: Excelência em Equipamentos Testes Químicos Os mais recentes equipamentos, incluindo FTIR e GC Novos equipamentos adquiridos em 1998: GC / MS ICP, GPC, HPLC, NMR, TGA, DSC Testes Mecano-dinâmicos Nós operamos mais de 80 bancadas de teste Testes Microbiológicos conduzidos pelo Instituto FRESENIUS Nossos equipamentos de teste são monitorados regularmente. Todos os novos equipamentos atendem às exigências GMP.
  • Estudo do Atrito Klüber Lubrificantes Especiais
  • Tribologia Tribologia Investigação do Atrito Tribo- engenharia Engenharia de Lubrificação Aplicação Ciência
  • Tribo-Sistema Desgaste Estrutura Alterações na superfície (sintomas de desgaste) Perda de Material (valores mensuráveis) Fatores de carga Contra Corpo Corpo Base Meio-ambiente Substância intermediária
  • Condições de Atrito – 1 Atrito seco: As superfícies dos corpos em atrito se encontram em intenso contato, completamente limpos e não estão cobertos por nenhum lubrificante. Atrito na camada superficial: As superfícies dos corpos em atrito se encontram em intenso contato e estão cobertas com camadas de reação e/ou lubrificantes sólidos.
  • Condições de Atrito – 2 Atrito misto: As superfícies dos corpos em atrito se encontram parcialmente em contato (não completamente separadas). O desgaste normalmente se apresenta dentro dos limites aceitáveis. Atrito limite: As superfícies dos corpos em atrito se encontram em intenso contato e estão cobertas com uma fina camada lubrificante. O desgaste é excessivamente elevado. Atrito fluido: As superfícies dos corpos em atrito se encontram completamente separadas por um filme lubrificante.
  • Tipos de Atrito Deslizamento Rolamento Rolamento e deslizamento Perfuração
  • Tipos de Lubrificantes Óleos Graxas Pastas Emulsões 1. Óleo em água 2. Água em óleo Lubrificantes Sólidos - 90 % - 80 % - 70 % 1. < 50 % - - 30 % - 6 % 2. > 50 % - 10 % - 5 % - 5 % 2 - 5 % - 10% - 2 % 10 - 50 % - com/sem estrutura de camada reticulada - mat. sintéticos - metais Óleo base Espessante Aditivos Lubrificantes sólidos
  • Lubrificantes Sólidos Lubrificantes Sólidos termoplásticos metais macios sem camada reticulada com camada reticulada pastas, revest. lubrificantes, suspensões, graxas, pós mancais, buchas filmes e pastas metálicas com / sem meio transportador
  • Óleos Lubrificantes Klüber Lubrificantes Especiais
  • Do Petróleo Bruto até o Óleo Base Klüber –– óleo diesel –– resíduos Óleo de fuso Óleo máquina Óleo cilindros Refino destilação à vácuo Querosene (pesada) Gases –– Gasolinas –– Querosene destilada –– Óleo diesel –– Destilação atmosférica Petróleo Petróleo
  • Óleos Minerais S T A N D A R D
        • Bom poder lubrificante
        • Fácil de aditivar
        • Praticamente neutro frente às vedações (NBR), pinturas e materiais
        • Bom preço!
        • Indicado até 80 °C (máx. 100 °C)
        • Comportamento deficiente frente às temperaturas altas e baixas
        • Fraca biodegradabilidade
  • Produção dos óleos sintéticos <O> H H C H H C catalisador PAO Hidrocarboneto Sintético Óleo Silicone <Si> <O> Éster Poliolester Polieter perfluorado <F> <O> Poliglicol <O> <O>
  • Vantagens dos óleos sintéticos
    • reduzido ponto de fluidez (mais favorável para baixas temperaturas)
    • baixa volatilidade (evaporação reduzida)
    • comportamento favorável viscosidade-temperatura (ampla temperatura de serviço)
    • elevada resistência ao envelhecimento (longos períodos)
    • boa resistência à oxidação (a temperaturas elevadas)
    • alguns tipos são rapidamente biodegradáveis
    • alguns óleos sintéticos atendem às exigências de Grau Alimentício
  • Aditivos
    • Melhoram as propriedades dos óleos base (ex.: desempenho à baixa temperatura, relacionamento viscosidade-temperatura)
    • Fornecem aos óleos base novas propriedades (ex.: proteção à corrosão, propriedades EP)
  • Aditivos
  • Aditivos
  • Composição dos Óleos Lubrificantes Óleo Sintético corrosão formação espuma Óleo Mineral … contra Aditivos… envelhecimento … para melhorar resistência à pressão
  • Óleo Mineral X Óleo Sintético
  • Ponto de Fulgor O ponto de fulgor é a mais baixa temperatura na qual se forma o vapor do líquido que está sendo testado. Esses vapores se combinam com o ar para formar uma mistura inflamável óleo-vapor-ar. O ponto de fulgor não representa a máxima temperatura de serviço. Ele é determinado e indicado por razões de segurança! O que é ponto de fulgor?
    • Quanto maior a viscosidade do óleo, maior é o ponto de fulgor.
  • Comportamento Viscosidade-temperatura O que é o comportamento viscosidade-temperatura? A altas temperaturas a viscosidade é baixa, a baixas temperaturas, a viscosidade é alta. O que é viscosidade? Viscosidade é a resistência de um líquido a fluir. Viscosidade, mm²/s Temperatura, °C
  • Comportamento Viscosidade-temperatura Não existe uma maneira de determinar a viscosidade de um óleo, sob diferentes temperaturas, usando uma curva normal &quot; viscosidade-temperatura &quot; . DICA! Coloque a viscosidade e a temperatura em uma escala logarítmica e obterá uma linha reta.
  • Graus de Viscosidade ISO (ISO VG) DIN 51 519
  • Viscosidade ISO VG x SAE
  • Índice de Viscosidade (IV) O que é índice de viscosidade (IV)? O IV é a medida do comportamento viscosidade-temperatura, sendo determinada de forma empírica por Dean e Davis. O que significa um baixo ou alto IV? alto IV (> 100) = bom comportamento viscosidade-temperatura baixo IV (< 100) = comportamento viscosidade-temperatura inferior. Óleo base Mineral: IV 90 - 110 Óleo base Sintética: IV > 100 até 500 ou superior
  • Viscosidade Temperatura A B C Sintético Mineral C. Alta Viscosidade a Alta Temperatura 40ºC Vantagens do Alto Índice de Viscosidade B. Arranque a Baixa Temperatura A. Ponto de Escoamento
  • Testes Mecano-dinâmicos para óleos
  • Teste Four-ball (VKA)
  • Graxas Lubrificantes Klüber Lubrificantes Especiais
  • Funções das Graxas Lubrificantes Deveriam ...
      • ter boa capacidade sustentadora de cargas
      • ... ser suficientemente resistentes aos impactos mecânicos, à água, às partículas sólidas e às influências do ambiente quando usadas em mancais
      • … proteger contra a corrosão
  • Composição das Graxas Lubrificantes Óleo Base Espessantes corrosão outros aditivos … contra Aditivos… oxidação … para melhorar resistência à pressão
  • Propriedades dos espessantes a base de sabão
  • Propriedades dos espessantes a base de sabão
  • Sabão de Lítio
    • vapor
    • Indicado até 120 °C
    • Resistente à água até 80 / 90 °C
    • Boa resistência ao trabalho
  • Sabão Complexo de Lítio
    • Indicado até 150 °C
    • Boa resistência à água
    • Bom comportamento à baixa temperatura
    • Difícil de produzir
  • Sabão Complexo de Alumínio
    • Indicado até 160 °C
    • Bombeável
    • Boas propriedade adesivas
    • Apropriado para lubrificantes de Grau Alimentício
    • Pode ser decomposto por água quente após um longo período de tempo
    • Estabilidade ao trabalho não é tão boa  se torna macio
  • Sabão Complexo de Bário §§
    • Difícil de produzir / grandes quantidade de sabão são necessárias
    • Problemas de toxicologia em alguns Países
    • Indicado até 150 °C
    • Resistente à água e ao vapor
    • Resistente às soluções alcalinas e de ácido fraco
    • Excelente proteção contra corrosão
    • Elevada capacidade sustentadora de carga
  • Sabão Complexo de Cálcio
    • Indicado até 150 °C
    • Resistente à água e ao vapor
    • Boa proteção contra corrosão
    • Excelente capacidade sustentadora de carga
    • Bombeável
    • Indicado para uso em lubrificantes rapidamente biodegradáveis
    • Pode endurecer a temperaturas elevadas
    • Tendência a endurecer durante estocagem
  • Sabão Complexo de Sódio
    • Resistente até 160/180 °C
    • Resistente à água até 90 °C
    • Baixa separação de óleo
    • Boas propriedades adesivas
    • Boa proteção contra corrosão
    • vapor
  • Espessantes Inorgânicos Estes incluem substâncias orgânicas e inorgânicas as quais, graças à superfície porosa, retêm o óleo base. Os principais espessantes a base de não sabão, usados na fabricação das graxas são:
    • argilas (bentonita) e sílica-gel
    • poliuréia
    • materiais sintéticos (PTFE)
  • Bentonita
    • Indicado até 160 °C
    • Também indicado para uso em baixas temperaturas
    • Boa resistência à água, ácidos e soluções alcalinas
    • Pode ser usado em lubrificantes de Grau Alimentício
    • Não resistente ao trabalho
  • Poliuréia
    • Indicado até 180 / 200 °C
    • Resistente à água e ao vapor
    • Boa bombeabilidade
    • Apropriado para os lubrificantes rapidamente biodegradáveis
  • PTFE $$
    • Indicado até 260 °C
    • Afinidade com óleos fluorados (óleos PFPE)
    • Quimicamente inerte
    • Boa lubricidade
    • Boas propriedades para lubrificação de emergência
    • Elevada quantidade de espessante é necessária
    • Não indicado para médias e altas velocidades
  • Fabricação de Graxas Lubrificantes óleo Hidróxido / Ácido 1. Saponificação 2. Aditivos (e lubrificantes sólidos) uma amostra é checada no Laboratório - Homogeneização - De-aeração
  • Fabricação de Graxas Lubrificantes - Processo de De-aeração
  • Atuação da Graxa
    • O espessante tem a finalidade de conter o lubrificante (óleo base)
    • O sabão se comporta como uma malha de fibras, com suas cavidades totalmente cheias de óleo
  • Ponto de Gota O que é o ponto de gota? O ponto de gota é uma indicação da resistência da graxa lubrificante ao calor. Por que fazemos este teste? O ponto de gota de uma graxa é aquela temperatura na qual o lubrificante passa do estado semi-sólido para o estado líquido.
  • Ensaio de Penetração Trabalhada
  • Penetração O que é penetração? O valor de penetração de uma graxa lubrificante é a profundidade (em décimos de milímetro) de um cone padrão, que penetra em uma amostra de graxa, sob condições definidas de tempo e temperatura. Por que fazemos este teste? O valor de penetração é a medida da consistência da graxa.
  • Graus NLGI (DIN 51 818)
  • Comparação das Graxas Lubrificantes – 1 Temperatura Serviço (°C) -20… 50 -35… 100 -50... 150 -65… 150 -60…170 -20…100 -30…160 -30... 140 -50... 150 -20... 160 Ponto Gota (°C) < 100 alguns < 130 < 200 < 200 < 200 < 200 130/200 > 230 > 220 > 220 não tem Resistência à Água +++ ++ ++ + ++ - +++ +++ +++ ++ Proteção Corrosão ++ ++ ++ + - +++ +++ +++ +++ - Óleo Base Mineral Mineral PAO Éster Silicone Mineral Mineral Mineral PAO Mineral Espessante Sabão de Cálcio Sabão de Lítio Sabão de Sódio Sabão Complexo Alumínio Sabão Complexo Bário Bentonita EP ++ + ++ + - +++ +++ +++ +++ -
  • Comparação das Graxas Lubrificantes – 2 Temperatura Serviço (°C) -30… 160 -30... 130 -40… 120 -30... 140 -30…150 -40... 180 -40…180 -20... 160 -40... 160 -40... 180 -50... 200 -40... 250 Ponto Gota (°C) > 220 > 220 > 220 > 230 > 230 > 230 > 230 > 250 > 230 > 230 > 230 não tem Resistência à Água + ++ ++ + + ++ ++ +++ +++ +++ +++ +++ Proteção Corrosão +++ +++ ++ ++ ++ ++ ++ + ++ ++ + + Óleo Base Mineral Mineral Ester Mineral Poliglicól Ester Silicone Mineral PAO Ester Silicone PFPE Espessante Sabão Complexo de Sódio Sabão Complexo de Cálcio Sabão Complexo de Lítio Poliuréia Polímeros (PE, PTFE, FEP) EP ++ ++ ++ ++ ++ ++ - + + + - +
  • Hora do Riso!!
  • Hora do Riso!!
  • Hora do Riso!!
  • Pode-se misturar graxas?
  • Miscibilidade entre os óleos básicos + miscível - não miscível +/- parcialmente miscível
  • Miscibilidade entre os espessantes + miscível - não miscível +/- parcialmente miscível Sabão Comum Sabão Complexo Espessantes Sintéticos Sabão Comum Sabão Complexo Espessantes Sintéticos
  • Procedimento de Limpeza
    • A limpeza deverá ser efetuada através de um solvente apropriado.
    • As duas propriedades principais dos solventes são:
    • poder de evaporação (volátil);
    • poder de solvência;
    • Para que tenhamos uma lubrificação adequada, ou seja, proporcionada por uma maior aderência do lubrificante na superfície metálica, é indispensável que a mesma esteja limpa, isenta de óleos, graxas e resíduos. Portanto, recomendamos solventes voláteis que não deixam resíduos, como ISOPARAFINA ou NAFTA LEVE.
    • Não aconselhamos utilizar derivados de petróleo, tais como, diesel, querosene, thinner entre outros, uma vez que deixam uma película oleosa.
    LIMPEZA
  • Pausa para o CAFÉ!!! 15 minutos!
  • Lubrificantes Especiais Para Rolamentos Klüber Lubrificantes Especiais
  • Avião Concorde
  • Torre do Estádio Olímpico, Munique
  • Lubrificação para a vida útil dos motores e dos geradores
    • Requerimentos:
    • Lubrificação de longo período - 40 a +250°C
    • Médias a altas velocidades de rotação
    • Baixo ruído / funcionamento suave
    • Ampla temperatura de operação
    • Mínima perda de potência
    • Reduzido torque de partida
    • Altamente confiável
    • Condutividade elétrica *
    • Produtos Klüber:
    • Isoflex...
    • Asonic...
    • Staburags...
    • Barrierta…
    • Klüberlectric B42-72 *
  • Rolamentos de Rolos Cônicos
    • Requerimentos operacionais:
    • Fator de velocidade acima do indicado pelo fabricante
    • Mínima geração de calor
    • Forças de aceleração extremas
    • Ótima proteção ao desgaste
    • 100 % confiável
    Lubrificação de rolamento de roda com Klüber Isoflex Topas NB 52, Isoflex LDS 18 Special A
    • Requerimentos:
    • Lubrificação para vida útil
    • Altas velocidades de rotação
    • Elevadas forças de aceleração
    • Mínima perda de potência
    • Ótima proteção ao desgaste
    • Elevada adesão metálica
    • Indicado para rolamentos de aço/aço
    • Indicado para rolamentos híbridos de esferas
    • Altamente confiável
    • Produtos Klüber:
    • Isoflex NCA / NBU 15
    • Isoflex Super LDS 18
    • Klüberspeed BF 42-12
    • Klüberspeed BF 72-22
    Rolamentos para fusos de máquinas
  • Rolamentos Silenciosos
    • Graxas Asonic de alta pureza, funcionamento suave, utilizadas para lubrificação (para vida útil) de rolamentos em:
    • Ventiladores
    • Fusos
    • Motores elétricos
    • Computadores
    • Equipamentos de áudio
    • Ind. Automotiva
  • Rolamentos submetidos a baixas temperaturas
    • Graxas Sintéticas, baixa temperatura, para rolamentos em:
    • Motores elétricos
    • Frigoríficos
    • Aeronáutica
    • Telecomunicações
    • Marinha
    • Estrada de ferro
  • Rolamentos para altas temperaturas
    • Graxas Sintéticas, alta temperatura, para rolamentos em:
    • Motores
    • Ventiladores
    • Corrugadores
    • Transportadores aéreos
    • Fornos / Estufas
  • Rolamentos submetidos a baixas velocidades e a cargas elevadas
    • Requerimentos operacionais:
    • Baixa veloc. / cargas elevadas C/P < 10
    • Impacto extremo
    • Temperaturas elevadas
    • Presença de emulsões aquosas
    • Corrosão
    • Confiabilidade
    • Produtos Klüber:
    • Stabutherm GH 461
    • Petamo GHY 443
    • Klüberlub BE 41-542
    • Klüberlub BE 41-1501
  • Rolamentos de rodas – veículos automotores
    • Objetivo: melhor desempenho contra os pequenos amassamentos
    • Klüberplex BEM 34 - 132
    • Resultados do teste SNR - FEB2:
    • Graxa de Lítio / Mineral com MoS 2 96 mg desgaste
    • Klüberplex BEM 34 - 132 5.5 mg desgaste
  • Lubrificantes especiais para o Mercado Industrial
    • NSK LUB
    • Sabão de Lítio e Óleo Mineral
    • temperatura: - 35 à 120°C
    • coloração branca
    • lubrificação de emergência
    • estrutura lisa
    • baixa separação de óleo
    • boa resistência à água
    • NSK LUBHP
    • Poliuréia e Óleo Mineral
    • temperatura de trabalho ampliada: - 20 à 160°C
    • excelente resistência à água, ao vapor e a solventes
    • proteção contra corrosão
  • Falhas em Rolamentos Klüber Lubrificantes Especiais
  • Estatísticas de Falhas em Rolamentos Seleção e uso da graxa incorreta ! Mistura de diferentes graxas ! Contaminação da graxa ! Fuga de graxa do rolamento ! Lubrif. insuficiente / Lubrif. excessiva !
  • Erosão por Corrente Elétrica Anel Externo Rolamento Esfera
    • Motor elétrico
    • Causa da falha:
    • Erosão elétrica da pista devido à passagem de corrente elétrica na zona de contato. Uso de graxa que induziu a uma excessiva resistência elétrica.
    Soluções: Syntheso GLEP 1 Isoflex Super LDS 18 Klüberlectric B42-72
  • Corrosão Induzida Rolamentos de Rolos Cilíndricos ( NU) Bomba de Fosfato, extremidade motriz Causa da falha: Ingresso de água e de solução contendo fosfato no mancal, resultando na emulsificação e lavagem da graxa. As superfícies em contato sofreram severa corrosão levando à prematuras falhas mecânicas do rolamento. Lubrificante: graxa óleo mineral / lítio EP 2 Soluções: Staburags NBU 8 EP Klüberplex BE 31... Petamo GHY 441 / 443
  • Corrosão de Atrito Contato Angular - Anel Interno
    • Fuso de Máquina-ferramenta
    • Causas das falhas:
    • Marcas da corrosão de atrito claramente visíveis entre o anel interno e o alojamento do eixo. Nestes pontos, partículas de coloração avermelhada são facilmente soltas. A corrosão de atrito ocorre devido à:
    • Folgas
    • Vibração
    • Pequenas oscilações
    • Efeito de deslizamento
    Solução: Klüberpaste 46 MR - 401
  • Falhas de Lubrificação Rolamento de Esfera - Dupla Carreira 2RS1 Causa da falha: Decomposição térmica da graxa original (prevista para vida útil). Perda do óleo base da graxa através da ação combinada de evaporação e decomposição térmica resultando em uma lubrificação insuficiente. Isto resulta em falhas na gaiola e travamento prematuro do rolamento. Lubrificante: graxa óleo Mineral / Lítio EP 2
  • Rolamento do Transportador Aéreo Causa da falha: Decomposição térmica do lubrificante após 1 mês de operação em uma estufa de pintura a 250 °C. Decomposição do lubrificante provocando o deslizamento do rolamento devido ao travamento mecânico das esferas. O hidrocarboneto para “temperatura elevada” do lubrificante foi considerado inadequado para as condições de processo. Falhas de Lubrificação Transportador Aéreo Lubrificante: graxa Omega 95
  • Parâmetros de Seleção dos Lubrificantes Klüber Lubrificantes Especiais
    • Liste, em sua opinião, quais são os parâmetros de seleção mais importantes a considerar na graxa lubrificante para rolamentos?
    • Temperatura
    • Velocidade
    • Cargas (radial / axial)
    • Ambiente (umidade, poeira, vibração, agentes químicos, entre outros)
    Parâmetros de Seleção
  • Forças Externas Carga aplicada radialmente Carga aplicada axialmente Rolamentos podem estar sujeitos a cargas simples ou multi-direcionais.
  • Razão de Carga C / P Relação entre a Carga Dinâmica (C) do rolamento e a Carga Dinâmica Equivalente (P)
  • Determinação da Viscosidade Mínima do Óleo Base d 340 mm D 420 mm d m 380 mm rotação 500 rpm temp. 70 ° C  1 
  • Exercício para determinação da viscosidade mínima do óleo base v 1 Trabalho Individual Usando o gráfico de viscosidade fornecido, favor determinar a viscosidade mínima do óleo para o seguinte caso: Rolamento 22208 Diâmetro interno 40 mm Diâmetro externo 80 mm Diâmetro médio 60 mm Velocidade 3000 RPM Temperatura de operação 90 0 C Viscosidade mínima do óleo base à 40°C = 70 mm 2 /s
  • Exercício em Grupo
    • Rolamento: 6206 (d = 30 mm, D = 62 mm, dm = 46 mm)
    • Velocidade: 1.500 rpm
    • Temperatura: 150 ºC
    • Carga: leve
    • Baixa vibração
    • Eixo na vertical
    • Meios agressivos: poeira, água e vapor
    • Situação atual: rolamento trava pelo menos uma vez por semana
    • DETERMINAR
    • Tipo de espessante =
    • Base do óleo (mineral ou sintético) =
    Poliuréia / PTFE sintético
  • Exercício em Grupo
    • Rolamento: 6202 (d = 15 mm, D = 35 mm)
    • Velocidade: 4.000 rpm
    • Temperatura: 250 ºC
    • Carga: leve
    • Situação atual: rolamento travando em função da decomposição térmica da graxa em uso
    • DETERMINAR
    • Fator de rotação (n x dm) =
    • Viscosidade mínima do óleo base =
    • Tipo de espessante =
    • Tipo de óleo =
  • Determinação do fator de velocidade n. d m para lubrificação com graxa d = diâmetro interno (mm) D = diâmetro ext. (mm) n = veloc. rolamento (rpm) d + D x n 2 = Fator veloc. (n. d m )
    • Graxa aplicação geral Lítio / Mineral EP 2 (visc. 100 mm 2 / s) = aprox. 400. 000 n.d m
    • Graxa Klüber Isoflex Cálcio / Éster “alta velocidade” (visc. 23 mm 2 / s) = > 1. 200. 000 n.d m
    Klüberspeed BF72-22 = > 2. 000. 000 n.d m d D
  • Viscosidade do óleo base e seu efeito no limite de velocidade das graxas
  • Banco de Prova FE 9 para Ensaio de Estimativa de Vida de Graxas Lubrificantes
  • Bancos de Prova para Ensaios de Estimativa de Vida de Graxas Lubrificantes
  • Bancos de Prova para Ensaios de Estimativa de Vida de Graxas Lubrificantes
  • Fatores que afetam a vida útil da Graxa Lubrificante Temperatura de serviço => regra dos 15 °C Velocidade => fator Velocidade, K V Tipo de rolamento => fator Rolamento, K f Ambiente (poeira, umidade, ...) => fator Ambiental, f 1 Incidência de choques, vibração e oscilação => fator Movimento, f 2 Cargas elevadas => fator Carga, f 3 Fluxo de ar => fator, f 4 Efeito da centrifugação, eixos verticais => fator, f 5 Rotação do anel externo => fator, f 6
  • Fórmula para cálculo teórico do tempo de serviço da graxa lubrificante
    • F 10Tq = F 10T x K V x (K ftest / K f ) x f 1 x f 2 x f 3 x f 4 x f 5 x f 6 [h]
  • Qual a quantidade de Graxa a ser aplicada?
    • A quantidade correta de graxa é extremamente importante para garantir uma completa cobertura de todas as superfícies em contato. Lubrificação em excesso é tão prejudicial quanto uma lubrificação insuficiente. Quantidade excessiva de graxa poderá causar geração de calor bem como aumento de torque !
    • Quanto menor a temperatura de operação,
    • maior é a vida útil do rolamento / graxa
    • Método
    • Determinar o espaço livre aproximado do rolamento
    • Calcular o fator de velocidade n.d m do rolamento
    • Lubrificar o rolamento com a quantidade correta de graxa (veja abaixo)
    • Utilizar um procedimento de amaciamento para rolamentos submetidos a médias e altas velocidades
    Baixa Veloc. Para n.d m < 200.000 preencher 90 - 100% do espaço livre Média Veloc. Para n.d m 300.000 - 500.000 preencher 30% do espaço livre Alta Veloc. Para n.d m > 600.000 preencher 15% do espaço livre
  • Quantidade de graxa na relubrificação
    • Quantidade de graxa na relubrificação m 1 (relubrificação semanal ou anual)
    • m 1 = D x B x Y [g] Y = 0.002 (semana), 0.003 (mês), 0.004 (ano)
    • Quantidade de graxa na relubrificação m 2 (intervalo de relubrificação extremamente curto)
    • m 2 = (0.5...20) x V [kg/h]
    • Quantidade de graxa na relubrificação m 3 (antes de colocar em operação após vários anos de paralisação)
    • m 3 = D x B x 0.01 [g]
    • V = espaço livre do rolamento ~  4 x B (D²-d²) x 10 -9 - G/7800 [m³]
    • d = diâmetro interno do rolamento [mm]
    • D = diâmetro externo do rolamento [mm]
    • B = largura do rolamento [mm]
    • G = peso do rolamento [kg]
  • Período de Relubrificação Período de Relubrificação Ábaco para uma Graxa de óleo mineral com sabão de lítio à temperatura de serviço de 70ºC. Regiões: a - Zona de incremento da probabilidade de falha; b - Período para troca de graxa; c - Zona para Relubrificação
  • EXEMPLO DE RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
    • Aplicação: Rolos de guia em um secador
    • Requerimentos técnicos: Rolamento autocompensador de rolos (22330 = d 150, D 320 mm) dos rolos de guia n = 200 - 400 rpm Temperatura do rolamento: 130 °C; 3 turnos de trabalho, sem outros fatores de influência.
    Vantagens da graxa KLÜBERLUB BVH 71-461 “versus” graxa óleo mineral/sabão de lítio: Excelente comportamento quando submetida a temperaturas elevadas, sendo também indicada para lubrificação de longa duração: FE9 A-1500-3000- 160 °C : L 10h = 1.300 h! (óleo mineral/sabão de lítio FE9 A-1500-3000-130 °C: L 10h = 130 h) Elevada viscosidade do óleo base  boa capacidade sustentadora de carga  reduzido desgaste do rolamento  vida útil elevada Redução considerável dos custos com lubrificação e com o consumo.
  • KLÜBERLUB BVH 71-461 Temperatura de serviço: F 10h => 1300 h 160 °C => 2600 h 145 °C F 10hT => 5200 h 130 °C Fator de rotação: d m =(d+D)/2=(150+320)/2 = 235 mm d m x n = 235 x 400 = 94000 mm x rpm K v => 1.5 Fator do rolamento: Rolamento autocompensador de rolos k f serviço = 9 k ftest = 1.6 k f = 1.6/9 = 0.18 Assumindo que: f 1 x f 2 x f 3 x f 4 x f 5 = 1 F 10hq = 5200 x 1.5 x 0.18 x 1 = 1404h Intervalo relubrif.: 0.5 x 1404 = 702h
  • Graxa a base de Óleo Mineral e Sabão de Lítio Temperatura de serviço: F 10h = F 10hT => 130 h 130°C Fator de rotação: d m =(d+D)/2=(150+320)/2 = 235 mm d m x n = 235 x 400 = 94000 mm x rpm K v => 1.5 Fator do rolamento: Rolamento autocompensador de rolos k f serviço = 9 k ftest =1.6 k f = 1.6/9 = 0.18 Assumindo que: f 1 x f 2 x f 3 x f 4 x f 5 = 1 F 10hq = 130 x 1.5 x 0.18 x 1 = 35h Intervalo relubrif.: 0.5 x 35 = 17.5h
  • EXEMPLO DE RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO
    • Aplicação: Rolos de guia em um secador
    • Requerimentos técnicos: Rolamento autocompensador de rolos (22330 = d 150, D 320 mm) dos rolos de guia n = 200 - 400 rpm Temperatura do rolamento: 130 °C; 3 turnos de trabalho, sem outros fatores de influência.
  • Hora do Riso!!
  • Hora do Riso!!
  • Manuseio de Lubrificantes Klüber Lubrificantes Especiais
  • Manuseio de Lubrificantes: Armazenagem Espaço ou lugar especialmente destinado aos lubrificantes em suas embalagens originais
      • Limpo, arejado e seco.
      • Espaço e iluminação suficientes para observar etiquetas ou eventuais vazamentos das embalagens, permitindo controlar sua hermeticidade para evitar a contaminação.
  • Tempo de Armazenagem
      • Os lubrificantes devem ser armazenados em um local seco e em suas embalagens originais lacradas.
      • Os lubrificantes têm um tempo máximo de armazenagem de aproximadamente 3 anos.
            • Este tempo pode variar de acordo com o produto
    Manuseio de Lubrificantes: Armazenagem
  • Forma de Armazenagem
      • Método “PEPS” (Primeiro que Entra Primeiro que Sai).
      • Fazer com que a etiqueta de identificação dos produtos fique bem visível.
    Manuseio de Lubrificantes: Armazenagem
  • Manuseio de Lubrificantes: Transferência de Produtos Preferencialmente o lubrificante deve permanecer em sua embalagem original
      • Cada transferência implica em risco de contaminação.
      • O fabricante deve disponibilizar uma variedade de tamanhos de embalagens para se evitar o risco de contaminação.
            • Espátulas
            • Bombas de engraxamento manuais e automáticas
            • Funis
            • Mangueiras
      • Todas estas ferramentas devem ser mantidas limpas e sem resíduos de lubrificante antes da transferência
    Limpeza das ferramentas ou dispositivos de transferência Manuseio de Lubrificantes: Transferência de Produtos
  • Riscos de Mistura de Lubrificantes
    • No caso de se ter uma ampla variedade de lubrificantes, pode-se implementar um sistema de identificação interna simples e funcional, mediante a utilização de cores, números, letras, figuras, entre outros, com o objetivo de relacionar a embalagem com a máquina.
    Manuseio de Lubrificantes: Transferência de Produtos
  • Bicos Graxeiros ou Pontos de Lubrificação
      • Limpar previamente com um pano limpo e sem fiapos, lubrificar e não limpar o bico graxeiro até a próxima relubrificação.
    Manuseio de Lubrificantes: Lubrificação
  • Pontos de Melhoria Possibilidade de alinhar o bico graxeiro com um dos furos existente no anel externo do rolamento autocompensador de rolos. Melhoria da lubrificação - a graxa antiga é expulsa do rolamento, permanecendo somente a nova.
  • Pontos de Melhoria Mancal de rolamentos sem bico graxeiro, permitindo a entrada acidental de todo tipo de contaminante.
  • Relubrificar
      • Significa renovar o lubrificante (o lubrificante usado deverá ser drenado) - “não misturar lubrificantes”
      • O bombeamento do lubrificante deve ser suave, para dar tempo que a graxa usada se movimente dentro do rolamento.
      • A relubrificação se faz com a máquina em funcionamento.
    Manuseio de Lubrificantes: Lubrificação
  • Manuseio de Lubrificantes Troca da graxa em rolamentos Seleção
      • Deveremos considerar as condições de exigência mecânica (carga, velocidade, vibrações, tempo, etc) e as expectativas do intervalo de relubrificação.
    Compatibilidade
      • No caso de ocorrer a mistura de lubrificantes não compatíveis, as características físico-químicas dos produtos poderão sofrer alterações e prejudicar a correta lubrificação.
  • Limpeza
      • “ Purgar” o rolamento e seu mancal.
    Purga
      • Quando pelo dreno sai o lubrificante novo, pode-se dizer que a graxa antiga foi totalmente purgada (durante este procedimento é de se esperar um aumento de temperatura por excesso de graxa).
    Manuseio de Lubrificantes Troca da graxa em rolamentos
  • Limpeza ou “flushing”
      • Drenar totalmente o óleo usado (ainda quente) e carregar o óleo de limpeza (óleo de menor viscosidade), fazendo funcionar por 1 ou 2 horas, preferencialmente sem carga no redutor.
      • Este procedimento se faz necessário para que sejam eliminadas as partículas de desgaste bem como para dissolver os resíduos.
      • Drenar novamente e carregar o óleo definitivo.
    Manuseio de Lubrificantes Troca de óleo em caixas de engrenagens
  • Expectativas atendidas??!!
  • Mensagem Final
    • Os rolamentos estão entre os mais importantes elementos de máquina que temos conhecimento.
    • Na Klüber, os lubrificantes são considerados elementos vitais que requerem constantes aperfeiçoamentos, sendo cada vez mais capazes de atender às diversas exigências do mercado mundial.
    • Portanto, onde quer que estejam instalados os rolamentos NSK, as graxas especiais da Klüber irão ajudá-los a fazer aquilo para que foram projetados:
    GIRAR
  • Telefones Úteis Klüber Brasil – Alphaville – Barueri, SP Plantão Técnico: (11) 4166-9048 [email_address] http://www.klueber.com [email_address] agora em 7 idiomas!!
  • Telefones Úteis Klüber Brasil – Alphaville – Barueri, SP Plantão Técnico: (11) 4166-9048 [email_address] Assessoria Técnica em Minas Gerais Hudson Moreira: (31) 9616-4158 [email_address] Visitem nossa página www.klueber.com agora em 7 idiomas!!
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  • Telefones Úteis Klüber Brasil – Alphaville – Barueri, SP Plantão Técnico: (11) 4166-9048 [email_address] Representação no Paraná Luiz Martins: (44) 9972-8094 [email_address] Visitem nossa página www.klueber.com agora em 7 idiomas!!
  • Muito obrigado por sua atenção !! FIM Lubrication is our World!
  • Aplicação de Prova Escrita 