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Grupo: Inês Carvalho, nº6 Joana Lima , nº7 Joana Oliveira, nº8 Joana Carvalho, nº9 Vanessa Costa, nº20
<ul><li>- Europa destruída depois da II Guerra Mundial (baixas civis e militares, miséria e fome). Cidades inteiras arrasa...
<ul><li>- Mais tarde, zonas ocidentais juntam-se, formando a República Federal da Alemanha (RFA), enquanto a zona oriental...
<ul><li>- Administração Americana dá o primeiro impulso para a reconstrução da Europa Ocidental:  Plano Marshall .  </li><...
<ul><li>-  Fim da II Guerra Mundial ---» início de uma nova “vida” ---» criação dos Estados Unidos da Europa, criação de u...
<ul><li>Esta organização tinha como objectivo a formação de um mercado comum em que os homens, as mercadorias e os capitai...
<ul><li>Nova fase no processo de integração europeia. O tratado instituiu a  cidadania europeia , permitindo aos cidadãos ...
<ul><li>1997 – Tratado de Amesterdão: cooperação reforçada; abertura de novas negociações para proceder às reformas instit...
<ul><li>Princípios fundamentais da União Europeia : </li></ul><ul><li>Estabelecer os fundamentos de uma União cada vez mai...
<ul><li>Para que um país europeu se possa candidatar à União Europeia é necessário :  </li></ul><ul><li>Respeitar os princ...
<ul><li>Segundo os critérios estabelecidos pelo conselho Europeu em Copenhaga no ano de 1993 para um país se candidatar á ...
 
 
<ul><li>1997 – Estratégia de Pré-Adesão </li></ul><ul><li>Parcerias de Adesão </li></ul><ul><ul><li>Definição de prioridad...
<ul><li>2006 – “Estratégia de Alargamento” </li></ul><ul><li>Consolidação de Compromissos  </li></ul><ul><li>Condições de ...
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<ul><li>Oferecer um espaço de liberdade, segurança e justiça  </li></ul><ul><li>Criação de uma Europa de desenvolvimento s...
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<ul><li>Tornou-se mais periférico  </li></ul><ul><li>e viu reduzidos os fundos estruturais  </li></ul><ul><li>Competir com...
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Trabalho Geo Ue

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  1. 1. Grupo: Inês Carvalho, nº6 Joana Lima , nº7 Joana Oliveira, nº8 Joana Carvalho, nº9 Vanessa Costa, nº20
  2. 2. <ul><li>- Europa destruída depois da II Guerra Mundial (baixas civis e militares, miséria e fome). Cidades inteiras arrasadas. </li></ul><ul><li>- Chefes de estado dos principais países vencedores (Reino Unido, EUA e URSS) Winston Churchill, Franklin Roosevelt e Estaline, reúnem-se. </li></ul><ul><li>Fevereiro de 1945 – Conferência de Ialta . Tinha como objectivo resolver os problemas postos pela derrota dos Alemães. </li></ul><ul><li>- Resultado da conferência: Alemanha ficou dividida em quatro zonas ---» três ocidentais, administradas pelos EUA, França e Reino Unido e uma oriental, administrada pela URSS. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>- Mais tarde, zonas ocidentais juntam-se, formando a República Federal da Alemanha (RFA), enquanto a zona oriental se passa a denominar de República Democrática Alemã (RDA). </li></ul><ul><li>- Europa perde o domínio sobre o mundo. Estados Unidos da América e a URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) surgem como dois pólos político-económicos dominantes a nível mundial. </li></ul><ul><li>- Europa desorganizada a nível económico e corria sérios riscos de desestabilização política. ---» Novo objectivo: encontrar mecanismos que garantissem a estabilidade na Europa. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>- Administração Americana dá o primeiro impulso para a reconstrução da Europa Ocidental: Plano Marshall . </li></ul><ul><li>Plano Marshall: plano elaborado pelos Estados Unidos da América destinado à recuperação dos países da Europa Ocidental, após a II Guerra Mundial, cujo nome oficial era Programa de Recuperação Europeia. Gerido pela Organização Económica de Cooperação Europeia (OECE). </li></ul>
  5. 5. <ul><li>- Fim da II Guerra Mundial ---» início de uma nova “vida” ---» criação dos Estados Unidos da Europa, criação de um novo sistema de alianças: </li></ul><ul><li>Tratado de Bruxelas : pacto de cooperação assinado em 1948 pela França, Grã-Bretanha, Bélgica, Luxemburgo e Holanda que propunha uma aliança a nível económico, social e cultural e que pretendia também esclarecer um sistema de autodefesa; </li></ul><ul><li>Tratado do Atlântico Norte : assinado em 4 de Abril de 1949; </li></ul><ul><li>Conselho da Europa . </li></ul><ul><li>- Surge a Comunidade Económica Europeia (CEE) a 25 de Março de 1957 com a assinatura do Tratado de Roma por parte de seis países fundadores : França, Bélgica, Luxemburgo, República Federal Alemã, Holanda (Países Baixos) e Itália. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Esta organização tinha como objectivo a formação de um mercado comum em que os homens, as mercadorias e os capitais circulassem livremente. Procurava reforçar os laços de cooperação e amizade entre os Estados-membros, evitando o aparecimento de situações de conflito que conduzissem a uma nova guerra. </li></ul><ul><li>- 1973 – 1º alargamento – Reino Unido, Dinamarca e Irlanda (Europa dos 9). </li></ul><ul><li>- 1981 – 2º alargamento – Grécia (Europa dos 10). </li></ul><ul><li>- 1986 – 3º alargamento – Portugal e Espanha (Europa dos 12). </li></ul><ul><li>- 1989 – Queda do Muro de Berlim. </li></ul><ul><li>- 1992 – Tratado de Maastricht – Deu uma nova dimensão ao processo de integração europeia. A União preparou-se para uma nova realidade internacional: o fim da divisão da Europa. Foi também com a assinatura deste tratado que o nome de União Europeia (UE) substituiu o de Comunidade Europeia. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Nova fase no processo de integração europeia. O tratado instituiu a cidadania europeia , permitindo aos cidadãos de todos os Estados-membros uma maior liberdade para circular, viver, trabalhar ou estudar em qualquer um dos países-membros, bem como o de poder eleger e ser eleito nas eleições municipais e europeias no Estado-membro de residência. </li></ul><ul><li>- 1993 – Conselho Europeu de Copenhaga: foram redefinidas as relações entre a Comunidade e os Países da Europa Central e Oriental (PECO), com os quais a Comunidade celebrou ou tencionava celebrar acordos europeus. </li></ul><ul><li>PECO – República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslováquia, Eslovénia, Bulgária e a Roménia. </li></ul><ul><li>- 1995 – 4º alargamento – Áustria, Suécia e a Finlândia (Europa dos 15). </li></ul><ul><li>- Após este quarto alargamento e em resultado da dissolução do Bloco de Leste, desenha-se a perspectiva de alargamento da União Europeia a esses países. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>1997 – Tratado de Amesterdão: cooperação reforçada; abertura de novas negociações para proceder às reformas institucionais necessárias, na perspectiva do alargamento. </li></ul><ul><li>- 1999 – Conselho Europeu de Colónia – convocou uma nova Conferência Intergovernamental (CIG). Objectivo, a saber: </li></ul><ul><li>A dimensão e a composição da Comissão Europeia; </li></ul><ul><li>A ponderação doa votos no Conselho; </li></ul><ul><li>A eventual extensão da votação por maioria qualificada no Conselho. </li></ul><ul><li>- 2001 – Tratado de Nice: possibilitou a reforma institucional necessária ao alargamento da União Europeia aos países candidatos do Leste e do Sul da Europa. </li></ul><ul><li>- 2004 – 5º alargamento – Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Hungria, Chipre e Malta (Europa dos 25). </li></ul><ul><li>- 2007 – 6º alargamento – Bulgária e Roménia (Europa dos 27). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Princípios fundamentais da União Europeia : </li></ul><ul><li>Estabelecer os fundamentos de uma União cada vez mais estreita entre os povos europeus </li></ul><ul><li>Consolidar a defesa da paz e da liberdade </li></ul><ul><li>Melhorar condições de vida e de trabalho dos seus povos </li></ul><ul><li>Aprofundar a solidariedade entre os povos, respeitando a sua história, cultura e tradições </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Para que um país europeu se possa candidatar à União Europeia é necessário : </li></ul><ul><li>Respeitar os princípios de liberdade democracia , e respeito pelos direitos do homem . </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Segundo os critérios estabelecidos pelo conselho Europeu em Copenhaga no ano de 1993 para um país se candidatar á adesão são: </li></ul><ul><li>Que o país disponha de instituições estáveis que garantam a democracia , o Estado de direito, os direitos humanos, o respeito pelas minorias e a sua protecção – Critério político </li></ul><ul><li>Que o país candidato tenha uma economia de mercado em funcionamento e a capacidade para responder á pressão da concorrência e ás forças do mercado dentro da União Europeia – Critério Económico </li></ul><ul><li>A capacidade dos candidatos para assumirem as suas obrigações, incluindo a adesão aos objectivos de união politica, económica e monetária Critério Jurídico </li></ul>
  12. 14. <ul><li>1997 – Estratégia de Pré-Adesão </li></ul><ul><li>Parcerias de Adesão </li></ul><ul><ul><li>Definição de prioridades nacionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Adopção do acervo comunitário </li></ul></ul><ul><li>Instrumentos de apoio técnico e financeiro </li></ul><ul><li>1999 – Conselho Europeu de Berlim </li></ul><ul><li>Aumento significativo das ajudas financeiras de pré-adesão </li></ul><ul><li>Criação de programas comunitários </li></ul><ul><li>Reforço do programa PHARE </li></ul><ul><li>Criação de dois instrumentos: </li></ul><ul><ul><li>IEPA </li></ul></ul><ul><ul><li>SAPARD </li></ul></ul>
  13. 15. <ul><li>2006 – “Estratégia de Alargamento” </li></ul><ul><li>Consolidação de Compromissos </li></ul><ul><li>Condições de adesão rigorosas e justas </li></ul><ul><li>Comunicação ao público </li></ul><ul><li>Potenciais candidatos: Turquia, Croácia e República da Macedónia </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Estratégia de Pré-Adesão </li></ul><ul><li>Acordos europeus, de associação e de estabilidade </li></ul><ul><li>Parcerias para a adesão </li></ul><ul><li>Participação em eventos da U.E </li></ul><ul><li>Programa nacional de adopção do acervo comunitário </li></ul><ul><li>Relatórios periódicos de balanço </li></ul><ul><li>Instrumento de assistência de pré-adesão ( IPA ) </li></ul>
  15. 17. <ul><li>IPA – Instrumento de Assistência de Pré-Adesão: </li></ul><ul><ul><li>Maior eficácia e facilidade na atribuição de fundos </li></ul></ul><ul><ul><li>Promove uma melhor utilização dos recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhora a coordenação com instituições financeiras internacionais </li></ul></ul><ul><li>CARDS – Assistência comunitária para a Reconstrução, o Desenvolvimento e a Estabilização (apoio à estabilidade política e social) </li></ul>
  16. 18. <ul><li>PHARE – Polónia e Hungria: Assistência para Recuperar a Economia </li></ul><ul><li>IEPA – Instrumento Estrutural de Pré-Adesão </li></ul><ul><ul><li>Financia infra-estruturas na área dos transportes e do ambiente </li></ul></ul><ul><li>SAPARD – Programa Especial para a Agricultura e o Desenvolvimento Rural </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Objectivos do programa SAPARD: </li></ul><ul><li>Estabelecer quadros de apoio à agricultura e ao desenvolvimento rural sustentável no período de pré-adesão </li></ul><ul><li>Apoiar a resolução de problemas a longo prazo do sector agrícola e das áreas rurais </li></ul><ul><li>Apoiar na aplicação do acervo comunitário relativo à PAC </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Apoio Agrícola e Rural: </li></ul><ul><li>Modernização das explorações </li></ul><ul><li>Melhoramento das estruturas de transformação e comercialização </li></ul><ul><li>Maior controlo veterinário e sanitário </li></ul><ul><li>Melhor gestão dos recursos hídricos </li></ul><ul><li>Preservação do ambiente e do espaço rural </li></ul><ul><li>Promoção da formação profissional </li></ul><ul><li>Diversificação económica das áreas rurais </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Oferecer um espaço de liberdade, segurança e justiça </li></ul><ul><li>Criação de uma Europa de desenvolvimento sustentável, baseada num crescimento económico, equilibrado e competitivo com preocupação ambiental </li></ul><ul><li>Promoção do progresso científico e técnico </li></ul><ul><li>Luta contra a exclusão e descriminação </li></ul><ul><li>Promoção da coesão económica, social e territorial entre os Estados- Membros. </li></ul>
  20. 22. <ul><li>A superfície e a população aumentaram significativamente </li></ul><ul><li>Deu-se um empobrecimento em termos gerais </li></ul><ul><li>Maior heterogeneidade económica, social e cultural </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Tornou-se mais periférico </li></ul><ul><li>e viu reduzidos os fundos estruturais </li></ul><ul><li>Competir com os novos Estados – Membros </li></ul><ul><li>Maior concorrência para as exportações portuguesas e na captação de investimento estrangeiro </li></ul>
  22. 24. <ul><li>Maior possibilidade de internacionalização da economias portuguesa </li></ul><ul><li>Alargamento do potencial mercado consumidor de produtos portugueses </li></ul><ul><li>Participação no maior mercado comum do Mundo </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Melhores infra-estruturas e estruturas produtivas mais organizadas </li></ul><ul><li>Maior desenvolvimento social </li></ul><ul><li>Maior estabilidade política e económica </li></ul><ul><li>Sistema bancário mais eficiente e credível </li></ul>
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