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Seminário - Segurança da informação
 

Seminário - Segurança da informação

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    Seminário - Segurança da informação Seminário - Segurança da informação Presentation Transcript

    • SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS
      Mariana Spanghero
      Felipe Marques
      Marcelo Cervantes
    • “A arte da guerra nos ensina a contar não com a probabilidade de o inimigo não chegar, mas com a nossa própria prontidão para recebê-lo; não com a chance de ser atacado, mas com o fato de tornar nossa posição inatacável”.
      Sun Tzu
    • ASSUNTOS DESSE TEMA...
      • Necessidade de segurança;
      • Avaliação de riscos;
      • Planos de contingência;
      • Gerenciamento da segurança;
      • Privacidade ;
      • Criptografia;
      • ASP – Application ServiceProvider;
      • AJAX;
    • NECESSIDADE DE SEGURANÇA
      Alguns dos hackers mais conhecidos no mundo:
      Kevin Poulsen (USA).
      Fraudes no sistema de telefonia.
      É amigo do Mitnick
      Johan Helsingius (Finlândia).
      Responsável por um dos mais famosos servidores de e-mail anônimo.
      Mark Abene (USA).
      Especialista em “fuçar” sistemas públicos de comunicação.
      Vladimir Levin(Rússia).
      Transferiu U$ 10 mi de contas do citibank.
      Preso pela Interpol.
      Kevin David Mitnick (USA). Fraudes no sistema de telefonia e roubo de informações.
    • E TAMBÉM...
    • INCIDENTES REPORTADOS – ÚLTIMOS 10 ANOS
      Fonte: ComputerEmergencyResponseTeam (CERT)
    • TIPOS DE INCIDENTES EM 2009
      Fonte: ComputerEmergencyResponseTeam (CERT)
    • O CONCEITO DE ATAQUE
      Tentativa deliberada de burlar os serviços de segurança e violar a política de segurança de um sistema.
    • CONDIÇÕES FAVORÁVEIS PARA UM ATAQUE
      AMEAÇA: Potencial para a violação da segurança. Possível perigo que pode explorar uma “vulnerabilidade”.
      VULNERABILIDADE: Algo que se encontra susceptível ou fragilizado numa determinada circunstância.
      ATAQUE
    • TENTATIVA DE ATAQUE - EXEMPLO
    • TIPOS DE INFECÇÕES
      Malware: é um software destinado a se infiltrar em um sistema de computador alheio de forma ilícita, com o intuito de causar algum dano ou roubo de informações. Ex: vírus de computador, worms, trojanhorses(cavalos de tróia) e spywares.
      Grayware: categoria de programas que são instalados no computador de um usuário para dar seguimento ou reportar certa informação a um terceiro. Estas aplicações são usualmente instaladas e “correm” sem a permissão do usuário.
      "Adware". Usualmente absorto nos chamados programas freeware ou gratuitos. O "Adware" é usado para apresentar os incômodos pop-ups ou janelas que se abrem quando se está navegando na internet ou usando uma aplicação. C
      "Dialers". Este tipo de Grayware controla o módem do computador. Na maioria das vezes, sem o consentimento do usuário, provocam que o computador chame a um site pornográfico ou outro tipo destes, sempre com o propósito de gerar ingressos para o website.
      "Jogos". Estes programas são jogos que se instalam e produzem incômodo visto que “correm” no computador sem que o usuário o solicite.
      "Spyware". São usualmente incluídos com freeware. Estes programas fazem um seguimento e analisam a atividade do usuário, como por exemplo, os hábitos de navegação na internet.
      "Keylogger". É talvez uma das aplicações mais perigosas. Capturam tudo o que o usuário “tecla” em seu computador. Podem capturar nomes de usuários e senhas, cartões de crédito, e-mails, chat e muito mais.
      "Toolbars". São instaladas para modificar o browser ou navegador. Já não aconteceu de aparecer uma barra de busca em seu navegador sem você saber ou fazer nada?
    • PHISHING
      DEFINIÇÃO: Forma de fraude eletrônica, caracterizada por tentativas de adquirir informações sigilosas, tais como senhas e números de cartão de crédito, ao se fazer passar como uma pessoa confiável ou uma empresa enviando uma comunicação eletrônica oficial, como um correio ou uma mensagem instantânea.
      E-mail
      Um estelionatário envia e-mails falsos forjando a identidade de entidades populares como sítios de entretenimento, bancos, empresas de cartão de crédito, lojas, etc. Eles tentam persuadir os receptores a fornecer dados pessoais como: nome completo, endereço, nome da mãe, número da segurança social, cartões de crédito, números de conta bancária, entre outros. Se captados, esses dados podem ser usados para obter vantagens financeiras ilícitas.
      O furto de informações bancárias ocorrem através de mensagens recebidas que contém ligações que apontam para sítios que contém programas de computador que, se instalados, podem permitir a captura de informações, principalmente números de contas e senhas bancárias.
      Orkut
      Roubo de informações bancárias através de mensagens de phishing deixadas no "Livro de recados“ dos participantes.
      A identidade contida nas mensagens é de uma pessoa conhecida da vítima, o que aumenta a probabilidade de sucesso do golpe. Essa identidade é obtida, normalmente, pelo roubo (geralmente via phishing) do login e da senha do Orkut da pessoa que está "enviando" o recado.
      A mensagem contém uma ligação que aponta diretamente para um cavalo de tróia de captura de senhas bancárias (e as vezes senhas do próprio Orkut).
    • CLASSIFICAÇÃO DOS ATAQUES
      Ataques PASSIVOS.
      _ Incluem leitura não autorizada de mensagem de arquivo e análise de tráfego.
      Ataques ATIVOS.
      _ Leitura não autorizada com modificação de mensagens, arquivos ou negação de serviço.
    • PREVENÇÃO DE ATAQUES
      • Mecanismos de segurança:
      Qualquer processo projetado para detectar, impedir ou permitir a recuperação de um ataque à segurança.
      • Serviços de segurança:
      Incluem autenticação, controle de acesso, confidencialidade de dados, integridade de dados, irretratabilidade e disponibilidade.
    • MECANISMOS DE SEGURANÇA - EXEMPLO
    • AVALIAÇÃO DOS RISCOS
      http://eval.symantec.com/mktginfo/enterprise/other_resources/ent-it_risk_management_report_02-2007.en-us.pdf
    • PLANOS DE CONTINGÊNCIA
      O QUE É?
      Uma estrutura para identificar as vulnerabilidades operacionais de uma empresa e estruturar planos para enfrentar com eficácia as situações adversas.
      PARA QUE SERVE?
      • No dia-a-dia: identifica riscos e prováveis impactos, traça estratégias e planos de ação e organiza testes e exercícios práticos.
      • Em situações de emergência: reduz os danos a pessoas, ao patrimônio e ao meio ambiente.
    • PLANOS DE CONTINGÊNCIA
      QUE ÁREAS PROTEGE?
      • Operações
      • Finanças
      • Tecnologia da Informação.
    • PLANOS COMPLEMENTARES
      Plano de Continuidade
      de Negócio
      (PCN)
      PGC
      Plano de
      Emergência
      (PAE)
      Plano de Comunicação de crises
      (PCC)
    • GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA
      • O que é?
      A Segurança da Informação é constituída, basicamente, por um conjunto de controles, incluindo política, processos, estruturas organizacionais e normas e procedimentos de segurança. Objetiva a proteção das informações dos clientes e da empresa, nos seus aspectos de confidencialidade, integridade e disponibilidade.
             
    • GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA
    • ANTI SPAM / ANTI SPYWARE / ANTI VÍRUS
      Anti Spam
      Anti Spyware
      Anti Vírus
      Serviços de e-mails contém proteções contra SPAMS que verificam o conteúdo do E-mail para bloquear o recebimento de mensagens de servidores suspeitos e com conteúdo que possa conter ameaças como vírus e phishing, assim como propagandas inconvenientes
      Antispywares (anti = contra, spy = espião, ware = mercadoria, programa ) são programas utilizados para combater spyware, adware, keylogers entre outros programas espiões. Entre esses programas estão os: firewalls, antivírus entre outros.
      Os antivírus são programas de computador concebidos para prevenir, detectar e eliminar vírus de computador
    • FIREWALL
      Definição: dispositivo de uma rede de computadores que tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto de controle da rede. Sua função consiste em regular o tráfego de dados entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra. Este conceito inclui os equipamentos de filtros de pacotes e de proxy de aplicações, comumente associados a redes TCP/IP. Existe na forma de software e hardware, ou na combinação de ambos (neste caso, normalmente é chamado de “appliance").
      Lembrando...
      As LANs são utilizadas para conectar estações, servidores, periféricos e outros dispositivos que possuam capacidade de processamento em uma casa, escritório, escola e edifícios próximos.
      WAN = Rede de área alargada ou Rede de longa distância, (Rede geograficamente distribuída), é uma rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, com freqüência um país ou continente.
    • VPN
      O que é VPN? É uma rede privada construída sobre a infra-estrutura de uma rede pública, normalmente a Internet. Ou seja, ao invés de se utilizar links dedicados ou redes de pacotes (como Frame Relay e X.25) para conectar redes remotas, utiliza-se a infra-estrutura da Internet.
      Vantagens: Os links dedicados são caros, e do outro lado está a Internet, que por ser uma rede de alcance mundial, tem pontos de presença espalhados pelo mundo. Conexões com a Internet podem ter um custo mais baixo que links dedicados, principalmente quando as distâncias são grandes.
      Desvantagens: Privacidade, pois a Internet é uma rede pública, onde os dados em trânsito podem ser lidos por qualquer equipamento. Para solucionar esta questão incorporamos a criptografia na comunicação entre hosts da rede privada de forma que, se os dados forem capturados durante a transmissão, não possam ser decifrados. Os túneis virtuais habilitam o tráfego de dados criptografados pela Internet e esses dispositivos, são capazes de entender os dados criptografados formando uma rede virtual segura sobre a rede Internet.
      Os dispositivos responsáveis pelo gerenciamento da VPN devem ser capazes de garantir a privacidade, integridade, autenticidade dos dados.
      Funcionamento
      1ª Forma:
      Um simples host em trânsito, conecta em um provedor Internet e através dessa conexão, estabelece um túnel com a rede remota.
    • VPN
      Funcionamento
      2ª Forma:
      Duas redes se interligam através de hosts com link dedicado ou discado via internet, formando assim um túnel entre as duas redes.
      Os protocolos utilizados no túnel virtual, são, (IPSec) Internet ProtocolSecurity, (L2TP) Layer 2 TunnelingProtocol, (L2F) Layer 2 Forwarding e o (PPTP) Point-to-PointTunnelingProtocol. O protocolo escolhido, será o responsável pela conexão e a criptografia entre os hosts da rede privada. Eles podem ser normalmente habilitados através de um servidor Firewall ou RAS que esteja trabalhando com um deles agregado.
      Quando uma rede quer enviar dados para a outra rede através da VPN, um protocolo, exemplo IPSec, faz o encapsulamento do quadro normal com o cabeçalho IP da rede local e adiciona o cabeçalho IP da Internet atribuída ao Roteador, um cabeçalho AH, que é o cabeçalho de autenticação e o cabeçalho ESP, que é o cabeçalho que provê integridade, autenticidade e criptografia à área de dados do pacote. Quando esses dados encapsulados chegarem à outra extremidade, é feito o desencapsulamento do IPSece os dados são encaminhados ao referido destino da rede local.
    • IPSec (Segurança de IP)
      Definição: É um protocolo padrão de camada 3 que oferece transferência segura de informações fim a fim através de rede IP pública ou privada. Essencialmente, ele pega pacotes IP privados, realiza funções de segurança de dados como criptografia, autenticação e integridade, e então encapsula esses pacotes protegidos em outros pacotes IP para serem transmitidos. As funções de gerenciamento de chaves também fazem parte das funções do IPSec.
      Tal como os protocolos de nível 2, o IPSec trabalha como uma solução para interligação de redes e conexões via linha discada. Ele foi projetado para suportar múltiplos protocolos de criptografia possibilitando que cada usuário escolha o nível de segurança desejado.
      Funcionamento
      Os requisitos de segurança podem ser divididos em 2 grupos (independentes entre si) podendo ser utilizado de forma conjunta ou separada:
      • Autenticação e Integridade;
      • Confidencialidade.
      Para implementar estas características, o IPSecé composto de 3 mecanismos adicionais:
      ISAKMP - Internet Security Association and Key Management Protocol
      Protocolo que rege a troca de chaves criptografadas utilizadas para decifrar os dados. Define procedimentos e formatos de pacotes para estabelecer, negociar, modificar e deletar as SAs (onde contêm todas as informações necessárias para execução de serviços variados de segurança na rede, tais como serviços da camada IP - autenticação de cabeçalho e encapsulamento, serviços das camadas de transporte, e aplicação ou auto-proteção durante a negociação do tráfego). Define pacotes para geração de chaves  e autenticação de dados.
      AH - Autentication Header
      A segurança é garantida através da inclusão de informação para autenticação no pacote a qual é obtida através de algoritmo aplicado sobre o conteúdo dos campos  do datagrama IP, excluindo-se aqueles que sofrem mudanças durante o transporte. Estes campos abrangem não só o cabeçalho IP como todos os outros cabeçalhos e dados do usuário.
      ESP - EncapsulationSecurityPayload
      Propriedade da comunicação que permite que apenas usuários autorizados entendam o conteúdo transportado. Desta forma, os usuários não autorizados, mesmo tendo capturado o pacote, não poderão ter acesso às informações nele contidas. O mecanismo mais usado para prover esta propriedade é chamado de criptografia. O ESP também provê a autenticação da origem dos dados, integridade da conexão  e serviço anti-reply.
    • Segurança de E-mail - PGP
      Definição: É um sistema de segurança avançado para correio eletrônico
      O que é? Para cada pessoa que usa PGP é criada uma "assinatura" única e exclusiva. São criadas duas chaves: uma pública e uma privada. Então você tem a opção de "assinar" com o PGP todas suas mensagens enviadas com sua chave pública. A chave pública irá certificar o receptor que você é você mesmo, e não outra pessoa utilizando um SMTP fantasma (servidor de envio). A chave privada é a exigência para você criptografar sua mensagem, pois a senha é única e exclusivamente sua. PGP só tem cabimento se o receptor também usar PGP. Com as duas pessoas usando PGP, elas podem trocar e-mails criptografados com algoritmos seguros utilizados internacionalmente, sem possibilidade que intrusos. Nem mesmo a polícia tem acesso. A não ser que você ceda sua senha da chave privada.
      Funcionamento
      O PGP exige que você digite uma senha, previamente criada quando instala o programa e cria sua conta pessoal, toda vez em que for enviar um e-mail. Se alguém usar seu computador e não tiver a senha, o e-mail é enviado sem a assinatura de autenticação. E sem a assinatura do PGP, o receptor já pode desconfiar de que você pode não ser exatamente você? Ao receber o e-mail, o PGP na casa do receptor pode automaticamente conferir os dados de sua chave pública para ver se você é você mesmo, através de uma sincronia em tempo real com os servidores do PGP. Caso o e-mail não esteja assinado com sua chave, voltamos à estaca zero: qualquer pessoa pode alterar o nome do remetente e se fazer passar pelo Bill Gates, George Bush, Lula da Silva etc. A assinatura funciona, enfim, para comprovar a veracidade do envio da mensagem, nada mais. O conteúdo do e-mail não é criptografado, apenas a assinatura específica do programa o é. É um recurso de confirmação do remetente. O conteúdo do e-mail, porém, continua bastante inseguro.
    • Segurança de E-mail – S/MIME
      Definição: Um agente S/MIME é um software que pode atuar como um agente de envio e/ou recebimento. Um agente de envio é um software capaz de criar objetos S/MIME CMS e mensagens MIME que contenham objetos CMS. Um agente de recebimento é um software capaz de interpretar e processar esses objetos.
      Um agente S/MIME deve suportar os principais algoritmos de criptografia. Por exemplo: algoritmos de hash: SHA-1 e MD-5; algoritmos de assinatira digital: DSS e RSA-PSS; algoritmos de encriptação: rsaEncryption e Diffie-Hellmankeyexchange.
      Opções do S/MIME CMS
      Tipos de conteúdo utilizados no S/MIME:
      • Signed-data: Garante a autenticidade, integridade e não-repúdio de uma mensagem. Qualquer tipo de conteúdo pode ser assinado por um número qualquer de assinantes em paralelo. Assinatura digital será detalhada posteriormente
      • Enveloped-data: Garante a confidencialidade de uma mensagem. A combinação do conteúdo encriptado com a chave de encriptação do conteúdo encriptada para um destinatário é chamada de digital envelope. Se um agente de envio deseja enviar uma mensagem deste tipo para um grupo de destinatários este será obrigado a enviar mais de uma mensagem. O processo de criação de uma mensagem do tipo enveloped-data, utiliza criptografia tanto por chaves simétricas quanto por chaves assimétricas. Este processo é feito da seguinte forma:
      - Uma chave de encriptação do conteúdo (chave de sessão) é gerada de maneira aleatória, e encriptada com a chave pública do destinatário, para cada destinatário.
      - O conteúdo é encriptado com a chave de sessão.
      - As informações específicas de cada destinatário são combinadas com o conteúdo encriptado para se obter a EnvelopedData. Essa informação é então codificada em Base64.
      O receptor, por sua vez, abre o envelope, descriptando a chave de sessão com sua chave privada, e depois descriptando o conteúdo com a chave de sessão obtida
    • CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA
      Algoritmos
      CHAVE:
      • Permite a utilização do mesmo algoritmo criptográfico para a comunicação com diferentes receptores, apenas trocando a chave
      • Permite trocar facilmente a chave no caso de uma violação, mantendo o mesmo algoritmo
      • Como cada par necessita de uma chave para se comunicar de forma segura, para uma rede de n usuários precisaríamos de algo da ordem de n2 chaves, quantidade esta que dificulta a gerência das chaves;
      • A chave deve ser trocada entre as partes e armazenada de forma segura, o que nem sempre é fácil de ser garantido
      • A criptografia simétrica não garante a identidade de quem enviou ou recebeu a mensagem (autenticidade e não-repudiação).
      vantagens
      desvantagens
      Cadeia aleatória de bits utilizada em conjunto com um algoritmo. Cada chave distinta faz com que o algoritmo trabalhe de forma ligeiramente diferente
      • O número de chaves possíveis depende do tamanho (número de bits) da chave. Quanto maior o tamanho da chave, mais difícil quebrá-la, pois estamos aumentando o número de combinações.
      • EX: uma chave de 8 bits permite uma combinação de no máximo 256 chaves.
    • CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA
      Algoritmo Simétrico
      Bits
      Descrição
      DES
      56
      É o algoritmo simétrico mais disseminado no mundo. Apesar de permitir cerca de 72 quadrilhões de combinações (256), seu tamanho de chave (56 bits) é considerado pequeno, tendo sido quebrado por "força bruta" em 1997 em um desafio.
      Triple DES
      112 ou 168
      É uma variação do DES, utilizando-o em três ciframentos sucessivos, podendo ser usado com duas ou três chaves diferentes. É seguro, porém lento para ser um algoritmo padrão
      IDEA
      128
      É estruturado seguindo as mesmas linhas gerais do DES porém na maioria das vezes uma implementação por software do IDEA é mais rápida do que uma por software do DES. O IDEA é utilizado principalmente no mercado financeiro e no PGP, o programa para criptografia de e-mail pessoal mais disseminado no mundo.
      Blowfish
      32 a 448
      Algoritmo que oferece a escolha entre maior segurança ou desempenho através de chaves de tamanho variável.
      RC2
      8 a 1024
      utilizado no protocolo S/MIME, voltado para criptografia de e-mail corporativo. Também possui chave de tamanho variável.
    • CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA
      Par de chaves: uma privada e uma pública. Qualquer uma das chaves é utilizada para cifrar uma mensagem e a outra para decifrá-la. As mensagens cifradas com uma das chaves do par só podem ser decifradas com a outra chave correspondente. A chave privada deve ser mantida secreta, enquanto a chave pública disponível livremente.
      - Qualquer um pode enviar uma mensagem secreta apenas utilizando a chave pública de quem irá recebê-la. Como a chave pública está amplamente disponível não há necessidade do envio de chaves como é feito no modelo simétrico. A confidencialidade da mensagem é garantida enquanto a chave privada estiver segura. Caso contrário, quem possuir a chave privada terá acesso às mensagens.
      - Permite assinatura digital que garante a autenticidade de quem envia a mensagem
      vantagens
      definição
    • CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA
      Algoritmo
      Descrição
      RSA
      É o algoritmo de chave pública mais utilizado e é uma das mais poderosas formas de criptografia de chave pública. O RSA utiliza números primos pois é fácil multiplicar dois números primos para obter um terceiro número, mas muito difícil recuperar os dois primos a partir daquele terceiro número. Isto é conhecido como fatoração. Derivar a chave privada a partir da chave pública envolve fatorar um grande número. Se o número for bem escolhido ninguém poderá fazer a fatoração em uma quantidade de tempo razoável. Cerca de 95% dos sites de comércio eletrônico utilizam chaves RSA de 512 bits.
      Elgamal
      É um sistema comutativo. O algoritmo envolve a manipulação matemática de grandes quantidades numéricas. Assim, o ElGamal obtém sua segurança da dificuldade de se calcular logaritmos discretos em um corpo finito, o que lembra bastante o problema da fatoração.
      Diffie-Hellman
      É o criptosistema de chave pública mais antigo ainda em uso, porém não permite ciframento nem assinatura digital. O sistema foi projetado para permitir dois indivíduos entrarem em um acordo ao compartilharem um segredo tal como uma chave, embora somente troquem mensagens em público.
      Curvas Elípticas
      São modificações em outros sistemas (ElGamal, por exemplo), que passam a trabalhar no domínio das curvas elípticas, em vez de trabalharem no domínio dos corpos finitos. Eles provêem sistemas criptográficos de chave pública mais seguros e com chaves de menor tamanho. Muitos algoritmos de chave pública, como o Diffie - Hellman, o ElGamal e o Schnorr podem ser implementados em curvas elípticas sobre corpos finitos. Assim, fica resolvido um dos maiores problemas dos algoritmos de chave pública: o grande tamanho de suas chaves. Porém em geral são mais demorados do que o RSA.
    • ASSINATURA DIGITAL
      A assinatura digital não garante a confidencialidade da mensagem. Qualquer um poderá acessá-la apenas com a chave pública. Para obter confidencialidade basta combinar os dois métodos (primeiro assina a mensagem, utilizando sua chave privada e em seguida criptografa a mensagem novamente, junto com a assinatura utilizando a chave pública). Ao receber a mensagem primeiramente vamos decifrá-la com sua chave privada, o que garante sua privacidade. Em seguida, "decifrá-la" novamente verificando sua assinatura utilizando a chave pública, garantindo assim sua autenticidade.
      Algoritmo
      Descrição
      definição
      RSA
      Conforme apresentado anteriormente, há uma chave pública e uma chave privada, e a segurança do sistema baseia-se na dificuldade da fatoração de números grandes.
      ElGamal
      Também apresentado anteriormente, é comutativo e pode ser utilizado tanto para assinatura digital quanto para gerenciamento de chaves. Obtém sua segurança da dificuldade do cálculo de logaritmos discretos em um corpo finito.
      DSA
      Unicamente destinado a assinaturas digitais. Trata-se de uma variação dos algoritmos de assinatura ElGamal e Schnorr. Foi inventado pela NSA e patenteado pelo governo americano.
    • FUNÇÃO HASHING
      Função Hashing: impressão digital de uma mensagem, a partir de uma entrada de tamanho variável, um valor fixo pequeno: o digest ou valor hash (este valor está para o conteúdo da mensagem assim como o dígito verificador de uma conta-corrente está para o número da conta ou o checksum está para os valores que valida)
      Garante a integridade do conteúdo da mensagem. Assim, após o valor hash de uma mensagem ter sido calculado através do emprego de uma função hashing, qualquer modificação em seu conteúdo (mesmo em apenas um bit) será detectada, pois um novo cálculo do valor hash sobre o conteúdo modificado resultará em um valor hash bastante distinto.
      definição
    • FUNÇÃO HASHING
      Funções
      Descrição
      MD5
      O algoritmo produz um valor hash de 128 bits para uma mensagem de entrada de tamanho arbitrário. Foi projetado para ser rápido, simples e seguro. Foi descoberta uma fraqueza em parte do MD5, mas até agora ela não afetou a segurança global do algoritmo, porém o fato dele produzir uma valor hash de somente 128 bits causa grande preocupação (é preferível uma que produza um valor maior)
      SHA-1
      Gera um valor hash de 160 bits a partir de um tamanho arbitrário de mensagem. O funcionamento do SHA-1 é muito parecido com o observado no MD4 com melhorias em sua segurança. A fraqueza existente em parte do MD5, citada anteriormente, não ocorre no SHA-1. Atualmente não há nenhum ataque de criptoanálise conhecido contra o SHA-1 devido ao seu valor hash de 160 bits.
      MD2 e MD4
      O MD4 é o precursor do MD5, que foi escrito após terem sido descobertas algumas fraquezas no MD4. O MD4 não é mais utilizado. O MD2 produz um hash de 128 bits e a segurança é dependente de uma permutação aleatória de bytes. Não é recomendável sua utilização, pois, em geral, é mais lento do que as outras funções hash citadas e acredita-se que seja menos seguro.
    • Simétrica
      Assimétrica
      ALGORITMOS CRIPTOGRÁFICOS
      • Rápida
      • Gerência e distribuição das chaves é complexa
      • Não oferece assinatura digital
      • Lenta
      • Gerência e distribuição simples
      • Oferece assinatura digital
      • Os algoritmos podem ser combinados para a implementação dos três mecanismos criptográficos básicos: o ciframento, a assinatura e o Hashing. Estes mecanismos são componentes dos protocolos criptográficos, embutidos na arquitetura de segurança dos produtos destinados ao comércio eletrônico.
      • Estes protocolos criptográficos, portanto, provêm os serviços associados à criptografia que viabilizam o comércio eletrônico: disponibilidade, sigilo, controle de acesso, autenticidade, integridade e não-repúdio.
    • PROTOCOLOS QUE EMPREGAM SISTEMAS CRIPTOGRÁFICOS HÍBRIDO
      Protocolo
      Descrição
      IPSec
      É composto de três mecanismos criptográficos: Authentication Header (define a funçãoHashing para assinatura digital), EncapsulationSecurityPayload (define o algoritmo simétrico para ciframento) e ISAKMP (define o algoritmo assimétrico para Gerência e troca de chaves de criptografia). Criptografia e tunelamento são independentes. Permite Virtual Private Network fim-a-fim. Futuro padrão para todas as formas de VPN.Realiza também o tunelamento de IP sobre IP.
      SSL e TLS
      Oferecem suporte de segurança criptográfica para os protocolos NTTP, HTTP, SMTP e Telnet. Permitem utilizar diferentes algoritmos simétricos, messagedigest (hashing) e métodos de autenticação e gerência de chaves (assimétricos).
      PGP
      É um programa criptográfico famoso e bastante difundido na Internet, destinado a criptografia de e-mail pessoal. Algoritmos suportados: hashing: MD5, SHA-1, simétricos: CAST-128, IDEA e 3DES, assimétricos: RSA, Diffie-Hellman/DSS.
      S/MIME
      O S/MIME consiste em um esforço de um consórcio de empresas, liderado pela RSADSI e pela Microsoft, para adicionar segurança a mensagens eletrônicas no formato MIME. Apesar do S/MIME e PGP serem ambos padrões Internet, o S/MIME deverá se estabelecer no mercado corporativo, enquanto o PGP no mundo do mail pessoal.
      SET
      O SET é um conjunto de padrões e protocolos, para realizar transações financeira seguras, como as realizadas com cartão de crédito na Internet. Oferece um canal de comunicação seguro entre todos os envolvidos na transação. Garante autenticidade X.509v3 e privacidade entre as partes.
      X.509
      Especificação que define o relacionamento entre as autoridades de certificação. Utilizado pelo S/MIME, IPSec, SSL/TLS e SET. Baseado em criptografia com chave pública (RSA) e assinatura digital (com hashing).
    • CERTIFICADO DIGITAL
      1- Localizar a chave pública de qualquer pessoa com quem se deseja comunicar
      2- Obter uma garantia de que a chave pública encontrada seja proveniente daquela pessoa
      gerenciamento de chaves
      Sem esta garantia, um intruso pode convencer os interlocutores de que chaves públicas falsas pertencem a eles. Estabelecendo um processo de confiança entre os interlocutores. Deste modo, quando um interlocutor enviar uma mensagem ao outro solicitando sua chave pública, o intruso poderá interceptá-la e devolver-lhe uma chave pública forjada por ele. O intruso poderá decifrar todas as mensagens, cifrá-las novamente ou, se preferir, pode até substituí-las por outras mensagens.
      Evitam tentativas de substituição de uma chave pública por outra. É um documento eletrônico, assinado digitalmente por uma terceira parte confiável, que associa o nome (e atributos) de uma pessoa ou instituição a uma chave criptográfica pública.
      Através dele podemos garantir que a informação enviada está correta e que a chave pública em questão realmente pertence ao remetente .O destinatáriopor sua vez, confere a assinatura e então utiliza a chave pública em pauta.
      definição
      • Certificados de CA: utilizados para validar outros certificados; são auto-assinados ou assinados por outra CA.
      • Certificados de servidor: utilizados para identificar um servidor seguro; contém o nome da organização e o nome DNS do servidor.
      • Certificados pessoais: contém nome do portador e informações como endereço eletrônico, endereço postal, etc.
      • Certificados de desenvolvedores de software: utilizados para validar assinaturas associadas a programas.
    • CRIPTOGRAFIA / CRIPTOANÁLISE
      Criptografia é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da “chave secreta”).
      Criptologia
      Criptografia
      Códigos
      Cifras
      Transposição
      Substituição
      Esteganografia
      Cripto-análise
      Criptoanálise é a arte de se tentar descobrir o texto cifrado e/ou a lógica utilizada em sua encriptação (chave).
      É o esforço de decodificar ou decifrar mensagens sem que se tenha o conhecimento prévio da chave secreta que as gerou.
    • ESTENOGRAFIA
      Criptologia
      Criptografia
      Códigos
      Consiste, não em fazer com que uma mensagem seja ininteligível, mas em camuflá-la, mascarando a sua presença. Ao contrário da criptografia, que procura esconder a informação da mensagem, a estenografia procura esconder a existência da mensagem.
      Técnicas de esteganografias podem ser empregadas em diversos meios, digitais ou não:
      • Textos
      • Imagens
      • Áudios
      • Vídeos
      Cifras
      Transposição
      Substituição
      Esteganografia
      Cripto-análise
    • TIPOS DE CIFRAS
      Cifras de Transposição:
      As cifras de transposição misturam as letras do texto original de acordo com uma qualquer regra reversível. Por outras palavras, o texto cifrado é obtido através da permutação do texto original.
      Criptologia
      Criptografia
      Substituição
      Cifras de Substituição :
      As cifras de substituição produzem criptogramas nos quais as letras do texto original, tratadas individualmente ou em grupos de comprimento constante, são substituídas por outras letras, figuras, símbolos ou uma combinação destes de acordo com um sistema predefinido e uma chave.
      Códigos
      Cifras
      Monoalfabéticas
      Polialfabéticas
      Transposição
      Substituição
      Disco de Alberti, 1466
      Tabula Recta de Trithemius, 1518
      Bellaso e a Palavra-Chave, 1553
      Cifra Della Portal, 1563
      Cifra de Vigenère, 1586
      Cilindro de Jefferson, 1795
      Cifra de Playfair, 1854
      Cifra de 2 grades (família Playfair), 1854
      Cifra de 3 grades (família Playfair), 1854
      Cifra de 4 grades (família Playfair), 1854
      Cifra de Beufort (família Vigenère), 1857
      Monogâmicas
      Poligâmicas
      Tomogâmicas
      Esteganografia
      Cripto-análise
      Cifras Hebraicas, 600/500 a.C
      Código de César, 50 a.C.
      Cifra do Kama-Sutra, 400
      Cifra dos Templários, 1119
      Cifra PigPen, 1533
      Cifra de Bazeries, 1920
      Código de Polibio, 150 a.C
      Cifra de Bacon, 1623
      Cifra de Babou, 558
    • TIPOS DE CIFRAS
      Substitui cada um dos caracteres de um texto limpo usando outros caracteres (letras, números, símbolos, etc) conforme uma tabela de substituição preestabelecida. Quando apenas um alfabeto é aplicado, a substituição é chamada de monoalfabética.
      Quando mais de um alfabeto é utilizado para cifrar um texto limpo.
      Substituição
      Monoalfabéticas
      Polialfabéticas
      Monogâmicas
      Poligâmicas
      Tomogâmicas
      Cada letra é substituída por um grupo de duas ou mais letras ou números. Assim sendo, o comprimento do criptograma será necessariamente maior do que o do texto original.
      Cada um dos caracteres do texto limpo é substituído por outro, o comprimento da mensagem cifrada é igual ao comprimento da mensagem original. Da mesma forma a frequência de ocorrência das letras (números ou símbolos)
      Tem as mesmas características da monogâmica, com a diferença de que se substitui grupos de caracteres do texto original por um ou mais caracteres. Portanto, o comprimento da mensagem cifrada nem sempre é o mesmo da mensagem original.
    • CIFRA DE CÉSAR
      A LIGEIRA RAPOSA MARROM SALTOU SOBRE O CACHORRO CANSADO
      D OLJHLUD UDSRVD PDUURP VDOWRX VREUH R FDFKRUUR FDQVDGR
      Substituição
      Monoalfabéticas
      Polialfabéticas
      Monogâmicas
      Poligâmicas
      Tomogâmicas
      Move-se cada letra do alfabeto um número de vezes fixo abaixo no alfabeto. Este exemplo está com uma troca de três, então o B no texto normal se torna E no texto cifrado.
    • CIFRA PLAYFAIR
      Substituição
      A segurança desta cifra é baixa e seu interesse é apenas histórico.
      A Playfair possui outras vantagens: não precisa de tabelas ou dispositivos complicados, possui uma palavra-chave que pode ser memorizada ou trocada com facilidade, é muito fácil de ser implementada e pouco sujeita a erros. Devido a estas características o sistema é perfeito para ser usado como uma "cifra de campo".
      Monoalfabéticas
      Polialfabéticas
      Monogâmicas
      Poligâmicas
      Tomogâmicas
      Cifrando a palavra: MARIANA utilizando a palavra chave SEGURANC
      LNGKN CFA
    • CIFRA DE HILL
      Substituição
      Cifra de Hill é um tipo de cifra de substituição baseado em álgebra linear. Uma mensagem codificada com uma matriz NxN é chamada de "N-Cifra de Hill". Logo, uma mensagem codificada com uma matriz 2x2 é chamada "2-Cifra de Hill".
      Procedimento
      Primeiro converte-se as letras em números, depois agrupa-se os números n a n e multiplica-se cada grupo por uma matriz quadrada de ordem n invertível (ou seja determinante!=0). Os números resultantes são novamente passados para letras, e assim tem-se a mensagem codificada.
      Monoalfabéticas
      Polialfabéticas
      Monogâmicas
      Poligâmicas
      Tomogâmicas
      Escolhendo uma matriz 2x2:
      O
      Y
      S
      S
      Q
      P
      D
      C
      M A R I A N A A
      1 18 9 1 14 1 1
      O Y S S Q P D C
    • CIFRA DE VIGENÈRE
      A cifra de Vigenère é um método de criptografia que usa uma série de diferentes cifras de César.
      A primeira letra do texto, A, é cifrada usando o alfabeto na linha L, que é a primeira letra da chave.
      A decriptação é feita inversamente.
      Cifrando a palavra: ATACARBASESUL utilizando a chave: LIMAOLIMAOLIM
      LBMCOCJMSSDCX
      Deve-se repetir a chave até ter o comprimento do texto a cifrar
    • CÓDIGO ASC
      Codificação de caracteres de sete bits baseada no alfabeto inglês. Os códigos ASCII representam texto em computadores, equipamentos de comunicação, entre outros dispositivos que trabalham com texto. A codificação define 128 caracteres, preenchendo completamente os sete bits disponíveis. Desses, 33 não são imprimíveis.
      TABELA COM ALGUNS EXEMPLOS:
    • AJAX
      Definição
      AJAX não é somente um novo modelo, é também uma iniciativa na construção de aplicações Web mais dinâmicas e criativas. AJAX não é uma tecnologia, mas um conjunto de tecnologias conhecidas trabalhando juntas, cada uma fazendo sua parte, oferecendo novas funcionalidades. É o uso metodológico de tecnologias como Javascript e XML, providas por navegadores, para tornar páginas Web mais interativas com o usuário, utilizando-se de solicitações assíncronas de informações.
      Uma vez que a interface está carregada, por que a interação do usuário deveria parar a cada vez que a aplicação precisasse de algo do servidor?
      Modelo clássico de aplicação web:
      Esta aproximação possui muito dos sentidos técnicos, mas não faz tudo que um usuário experiente poderia fazer. Enquanto o servidor está fazendo seu trabalho, o que o usuário estará fazendo? O que é certo, esperando. E a cada etapa em uma tarefa, o usuário aguarda mais uma vez.
      O servidor processa algo, recuperando dados, realizando cálculos, conversando com vários sistemas legados, e então retorna uma página HTML para o cliente
      A maioria das ações do usuário na interface dispara uma solicitação HTTP para o servidor web
      A maior vantagem das aplicações AJAX é que elas rodam no próprio navegador web.
      desvantagens
      vantagens
    • AJAX
      Os quatro princípios de Ajax
      • O navegador hospeda uma aplicação, e não conteúdo
      • O servidor fornece dados, e não conteúdo
      • A interação do utilizador com a aplicação pode ser flexível e contínua
      • Real codificação requer disciplina
      Algumas tecnologias que fazem uso de AJAX
      • Google earth
      • Google Maps
      • AWB
    • ASP
      Apesar de ser uma tecnologia Microsoft, ela roda em outras plataformas (ex Linux) no servidor Apache quando usando um Módulo de um programa como o Tomcat
      1- O que é ASP ?
      ASP é uma tecnologia de scripts que roda no servidor e permite que os scripts embutidos em uma página HTML sejam executados por um servidor WEB.
      ASP é uma tecnologia da Microsoft
      ASP significa - ActiveServer Pages
      ASP roda sobre o contexto do - IIS - Internet InformationServer
      IIS é um componente que vem com o Windows 2000 , Windows XP e é parte do Windows NT 4.0 Option Pack
      2- O que é um arquivo ASP ?
      Um arquivo ASP é apenas um arquivo do tipo HTML.
      Um arquivo ASP pode conter texto , HTML, XML, e scripts
      Os scripts de um arquivo ASP são executados no servidor
      3- Como ASP Funciona ?
      Quando um Navegador (Internet Explorer , Netscape, Opera...) requisita um arquivo HTML o servidor apenas retorna o arquivo HTML.
      Quando um Navegador (Internet Explorer , Netscape, Opera...) requisita um arquivo ASP o servidor (IIS, PWS,.. ) passa a requisição para ASP.DLL (que esta no servidor)
      O ASP.DLL lê o arquivo linha por linha e executa o(s) script(s) presente(s) no arquivo ASP.
      Ao final o servidor (IIS,PWS,...) retorna o arquivo ASP para o Navegador no formato HTML.
      4- O que pode ser feito?
      Basicamente, qualquer coisa pode ser feita com ASP, desde
      coletar dados de formulários até gerar páginas dinâmicas oriundas
      de bancos de dados, XML, arquivos texto, etc.
    • ASP
      Diagrama
      1. O Browser faz uma requisição ao Servidor Web;
      2. O Servidor Web detecta que trata-se de uma página ASP e encaminha a requisição ao interpretador ASP;
      3. O interpretador ASP faz os processamentos necessários, inclusive acessos a bancos de dados e outros recursos e devolve o HTML para o Servidor Web;
      4. O Servidor Web devolve O HTML ao Browser.
    • A TempestSecurityIntelligenceoferece um portfólio completo de soluções de software e serviços em segurança da informação de ambientes de missão crítica.
      Na área de serviços, as ofertas incluem consultorias e serviços gerenciados de segurança (MSS - ManagedSecurityServices) e possui uma linha de produtos de proteção de transações eletrônicas utilizando certificação digital. O CoAdmin é um serviço contínuo de gestão da proteção do ambiente de TI que coleta métricas de segurança sobre todo o processo, indo além das ofertas comuns de outsourcing de segurança , o gestor de segurança tem à sua disposição resultados incluindo componentes de prevenção, detecção e resposta, ajudando-o e fornecendo informações vitais para que possa focar no aspecto estratégico da gestão.
    • PESQUISA E DESENVOLVIMENTOA Tempest investe em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas, sistemas e metodologias na área, expressando através da publicação de papers em fóruns nacionais e internacionais de expressão. O trabalho tem raíz em problemas reais, e os seus resultados retornam aos clientes, na forma dos produtos e serviços atualmente oferecidos. "Segurança não é um produto, é um processo". Pois bem, segurança não envolve apenas um processo. São vários!
      Manter um bom nível de Segurança da Informação requer que diversos processos sejam implementados e conduzidos de forma eficiente e controlada identificando as falhas, o risco associado e prevenindo, detectando e corrigindo vulnerabilidades e incidentes. Ao consultarmos a norma NBR ISO/IEC 27001 vamos identificar dezenas de processos que devem ser estabelecidos durante a condução de um Programa de Segurança da Informação. Alguns desses processos podem nunca serem implementados em algumas organizações. Outros, porém, devem existir em todas elas. São os processos básicos de segurança da informação
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃOGestão de Vulnerabilidade
      Os incidentes só ocorrem quando estamos vulneráveis, fazendo com que conhecer e controlar as vulnerabilidades existentes seja crucial para manter a segurança sob controle.Uma gestão de vulnerabilidades eficiente deve ser contínua, capaz de analisar de forma constante todo o ambiente onde se encontram as informações que queremos proteger podendo assim identificar as novas vulnerabilidades que surgem no ambiente, tomando ações para corrigi-las quando necessário.
      Não seria mais simples, entretanto, fazer isso uma única vez, de forma completa, solucionando todas as vulnerabilidades do ambiente para não
      termos mais que nos preocupar com isso?
      Os ambientes de TI das organizações não são estáticos, estando em constante mudança. Desde uma nova filial da empresa conectada à rede até a inclusão de um simples notebook, diversas situações fazem com que o perfil da rede, e conseqüentemente do ambiente como um todo, mude constantemente
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Gestão de Vulnerabilidade
      Além das mudanças no ambiente, também se deve levar em consideração que novas vulnerabilidades são freqüentemente descobertas por hackers, pesquisadores de segurança ou mesmo pelos próprios fornecedores dos produtos que utilizamos.
      A Microsoft, por exemplo, recebe informações de diversas fontes no mundo para, uma vez por mês, divulgar um pacote de correções para vulnerabilidades em seus produtos.
      Assim, pode-se notar que a necessidade de identificar, priorizar e corrigir vulnerabilidades é algo constante no dia a dia de uma organização. Com a verificação constante do ambiente em buscas de falhas e o acompanhamento da divulgação de novas vulnerabilidades surgem centenas de vulnerabilidades por mês para serem tratadas. A condução disso de forma organizada e eficaz é um dos maiores desafios da gestão de vulnerabilidades, visando evitar impactos negativos no ambiente de produção.
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Resposta a Incidentes
      O assunto não é simples, mas pode ser resumido em uma única orientação: Esteja preparado.
      Muitas vezes fazemos um esforço enorme na implantação de medidas preventivas e de detecção, mas ainda assim acontecem os incidentes. Como consolo devemos nos lembrar que não existe 100% de segurança, nós apenas reduzimos a probabilidade de um incidente acontecer. Ainda assim, eles acontecem. E se acontecem, devemos estar preparados para eles, pois esta pode ser a diferença entre conseguir ou não absorver o impacto.
      A resposta a incidentes de segurança pode ser vista como seis passos distintos:
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Resposta a Incidentes
      - Montagem da equipe de resposta, ou o CSIRT (ComputerSecurityIncidentResponseTeam)Necessário que durante a resposta a um incidente seja criado um time composto por pessoas de diversas áreas da organização, do Suporte a TI ao departamento Jurídico , para definir quais serão os passos do processo de resposta, quem serão as pessoas envolvidas e como elas serão contatadas .
      -Verificar o impacto inicial e o risco de mais problemas:Necessário que um método para definir o tamanho e o tipo de impacto seja estabelecido previamente, facilitando o processo de verificação durante o processo de resposta,devendo nortear ações como a comunicação com clientes e parceiros de negócios, estratégia de recuperação e até mesmo as ações legais cabíveis .
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Resposta a Incidentes
      -Comunicação e notificação:Deve-se definir como será a comunicação com clientes, parceiros de negócio, autoridades e outras partes interessadas. Realizar esta comunicação sem planejamento prévio pode levar àquela velha situação do "não deveríamos ter dito isso", ou ainda o "deveríamos ter avisado antes".
      -Contenção imediata dos dados:
      Um dos maiores erros em situações de resposta a incidentes é deixar que os efeitos e impactos negativos continuem a aumentar. Situações de contaminação por código malicioso ou invasão de máquinas requerem a desconexão imediata dos pontos comprometidos da rede, evitando-se assim que o problema atinja um número maior de máquinas e os processos críticos da organização não podem parar sendo necessário que haja uma estratégia pronta para uma substituição imediata ou outro plano alternativo que impeça que o negócio deixe de funcionar enquanto se atua no incidente.
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Resposta a Incidentes
      -Documentação totalA resposta a incidentes normalmente começa com a imediata contenção dos danos sendo comum que informações preciosas sejam perdidas durante a ocorrência. Deve haver uma grande preocupação em preservar evidências e documentar os passos e ações tomadas. Essas informações serão de grande valor não apenas na identificação de responsáveis, ações judiciais mas também na hora de avaliar se o processo ocorreu da forma desejada e está sendo executado conforme o planejado. -Lições aprendidas:Todo processo de resposta a incidentes, para ser completo, precisa contar com uma fase e um procedimento de avaliação do ocorrido com o objetivo de melhorar aquilo que existe ou é feito dentro da organização.
    • PROCESSOS BÁSICOS de SEGURANÇA da INFORMAÇÃO Resposta a Incidentes
      Uma das dificuldades em montar um processo robusto é que seus resultados podem não aparecer imediatamente, uma vez que ele depende da ocorrência de um incidente para mostrar seu valor.
      A resposta adequada a incidentes pode ser vital não apenas para sua sobrevivência dentro da organização, mas da própria organização em seu mercado.
      A resposta a incidentes estruturada é como manter os extintores de incêndio em ordem; o valor é pouco percebido até o momento em que eles se fazem necessários.
    • BIBLIOGRAFIA
      Tom Leighton, (2006), “The Net’s Real Security Problem,” Scientific American. Currently available free at Scientific American online
      Cryptography and Network Security: Principles and Practice, William Stallings, Prentice-Hall, 3ed., 2002, ISBN 0130914290.
      US-CERT (Homeland Security): Your tax dollars at work…
      http://theory.lcs.mit.edu/~rivest/crypto-security.html
      http://www.cs.ucsd.edu/users/mihir/crypto-links.html
      http://eval.symantec.com/mktginfo/enterprise/other_resources/ent-it_risk_management_report_02-2007.en-us.pdf
      www.asp.org.br/gcn.shtml
      http://garfieldelgato.vilabol.uol.com.br/famosos.html
      http://www.cert.br/stats/