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  • Dicas paraAdministraras Finanças
  • IntroduçãoQuem nunca ouviu falar que dinheiro traz felicidade? Mas, se mal administrado pode trazer umagrande dor de cabeça, certo?Pensando nisso, a equipe do Mind 7 resolveu pesquisar algumas dicas de especialistas e tambémconteúdos já publicados para lhe presentear. São dicas simples, mas, valiosas.Boa leitura! Página 2 de 9
  • DicasPágina 4 - Como administrar o dinheiroPágina 5 - Cortes inteligentes no orçamentoPágina 6 - Finanças do casal Página 3 de 9
  • Como administrar o dinheiro Veja algumas maneiras para melhor administrar seu dinheiroConseguir ter uma boa administração de nosso dinheiro, sempre é um desafio a parte. Gastardesenfreadamente, ter que pagar aquela conta que nem sabíamos que existia ou ter algum problemaimprevisto no meio do mês, são apenas alguns dos motivos que tornam a administração do nossodinheiro muito difícil.Você também costuma sofrer para controlar seus “trocados”? Calma, hoje vamos mostrar algumasdicas para tornar sua administração mais fácil e você conseguir controlar sua renda.Dicas para Administrar seu Dinheiro:Abaixo seguem algumas dicas e truques para você não ser pego de surpresa no fim do mês, e aindaconseguir manter seu dinheiro em boas mãos, as suas próprias.Os 6 passos:1º Nunca gaste mais do que ganha. Independentemente do valor do seu salário, se você gastar maisdo que recebe, sempre estará devendo e nunca poderá economizar. É importante fazer um orçamentoe respeitá-lo.2º Se você tem dívidas, pague-as o mais rápido possível. Não deixe que elas se acumulem. Se vocêusa cartão de crédito, pague sempre o total da conta. Os juros de financiamento do saldo devedorcostumam ser muito altos.3º Economize, pelo menos, uma pequena quantia todos os meses. Recomenda-se guardar, nomínimo, 10% da renda. Abra uma conta de poupança em um banco e transfira para ela mensalmentea quantia que decidir economizar. Assim você se habituará a não “contar” com esse dinheiro.4º Crie uma reserva para emergências. Antes de pensar em aplicações de médio e longo prazo, vocêprecisa contar com uma poupança que cubra, pelo menos, seis meses do seu orçamento.5º Informe-se sobre investimentos financeiros. Leia sobre o assunto na internet ou em revistas elivros, faça cursos e participe de seminários. Assim você poderá tomar decisões ponderadas eobjetivas ao discutir suas decisões com corretores de seguros, gerentes de bancos ou outrasentidades.6º Planeje as suas metas financeiras. Crie o seu próprio “plano de negócios”, como se fosse umaempresa. Comece, o mais cedo possível, a contribuir para um fundo de investimentos ou um plano deprevidência privada para garantir uma vida confortável após a aposentadoria. Você pode aderir aoplano oferecido pela empresa onde trabalha ou fazer um programa individual de investimentosexclusivamente com esse objetivo. Página 4 de 9
  • Cortes inteligentes no orçamento Economia doméstica exige controleO sonho de todo mundo é poder gastar sem precisar sepreocupar. Mas a realidade da maioria das famíliasbrasileiras reflete uma situação bem diferente. Fazercortes no orçamento familiar é uma prática comum eeficaz em tempos de crise. O agente de investimentoLucas Weber Chaise alerta para questões bem práticaspara quem passa por aperto.Segundo ele, é muito importante anotar todas asdespesas durante o período de um mês. “Só poderemoscontrolar o que pudermos mensurar”, pondera. Isso valepara as contas maiores, mas principalmente para aspequenas exceções como corrida de táxi ou consertos deúltima hora. “O ideal é envolver toda a família noprocesso”, diz.Depois de ter tudo registrado é hora de sentar e identificar o que são gastos indispensáveis e o quesão supérfluos, aqueles que tranquilamente podemos viver sem. “O ganho desta consciência éfundamental para o sucesso da iniciativa e a formação de uma nova cultura financeira no Brasil”,afirma o especialista.Outro aspecto que tem influência direta no nosso bolso é a forma como pagamos as nossas contas.“Sejam elas gastos com escola, carro, roupas e até mesmo, em um caso extremo, dívidas atrasadas.O ideal é que se pague tudo à vista e a regra do desconto sempre tem que valer, para tudo” ressaltaChaise.Saber para onde vai o seu dinheiro é fundamental para que os cortes sejam inteligentes e a medidareflita no saldo positivo no final do mês. “Outro fato que é comum e que chama muito a atenção é quemuitas pessoas têm mais de uma conta em bancos diferentes e uma está negativa e outra bastantepositiva. Isso faz que os juros incidam na conta negativa, enquanto no outro banco há recursos”,conclui. Página 5 de 9
  • Finanças do casal: consultor sugere adiar compra do imóvel e mulher como gerenteComprar um imóvel muito cedo e manter as contas do homeme da mulher separadas são atitudes que podem desestabilizaras finanças de um casal. A afirmação é do consultor financeiroGustavo Cerbasi, autor do recém-lançado livro "Os segredosdos casais inteligentes" (Editora Sextante).Para o especialista, unir as finanças do casal e falarabertamente sobre o assunto "dinheiro" é fundamental para umbom relacionamento. Eleger um dos dois como "gerente" dasfinanças do casal também é importante."Sempre sugiro que a mulher seja a gerente financeira do lar,porque tradicionalmente ela lida com mais decisões financeirasno dia a dia. É ela que vai à farmácia e à feira, por exemplo. Amulher administra melhor o dinheiro."5 dicas para administrar as finanças do casalO bom relacionamento de um casal depende, entre outras coisas, de uma conversa franca econstante sobre dinheiro. A seguir, o consultor financeiro Gustavo Cerbasi dá dicas de comoadministrar melhor a vida financeira a dois.1ª - Abrir uma conta conjunta - "A regra que ajuda a construir casamentos mais felizese duradouros é simples: o que é meu é nosso", diz o consultor financeiro Gustavo Cerbasi no livro "Ossegredos dos casais inteligentes" (Editora Sextante). Para ele, é preciso que o casal administre osrendimentos e despesas de cada um de maneira conjunta e transparente. Cerbasi lembra que aabertura de uma conta conjunta permite ao casal não só administrar de maneira mais transparentesuas finanças, mas também dá acesso a um maior limite de crédito e a tarifas mais baixas, porexemplo.2ª - Levar o mesmo padrão de vida - O casal precisa traçar junto os planos financeirosda vida a dois, se programando para a compra da casa, o nascimento e a faculdade dos filhos. Mas épreciso também reservar dinheiro para sonhos individuais de consumo, como uma troca de carro. "Omaior problema da separação financeira é a possibilidade de, no longo prazo, dois comportamentosfinanceiros diferentes resultarem em dois perfis econômicos diferentes, ou seja: um rico e um pobreviverem debaixo do mesmo teto", diz o consultor Gustavo Cerbasi.3ª - Adiar a compra do imóvel - Em vez de comprar um imóvel quando os dois estão nafaixa dos 30 anos, como é comum, o ideal é adiar esse plano por cinco ou dez anos, diz GustavoCerbasi. "De 35 a 40 anos de idade, a pessoa já tem uma condição bem melhor de renda ou decarreira para fazer uma escolha mais definitiva", afirma. Ele diz que a compra de um imóvel muito cedopode restringir o crescimendo da carreira de um dos dois, uma vez que o casal fica preso a umagrande responsabilidade financeira e acaba deixando de aproveitar oportunidades de emprego emoutras cidades, por exemplo. Página 6 de 5
  • 4ª - Reservar dinheiro para o lazer - Lidar bem com o dinheiro não significa só sepreocupar com as contas que o casal precisa pagar. "Até o noivado, a maior parte das experiênciasdo casal com dinheiro é para fazer coisas boas, como jantar fora e se presentear. Depois, outrascoisas ficam mais importantes, como ter uma boa casa, um bom plano de saúde e uma boaprevidência para o futuro. O ideal é garantir uma verba para sair da rotina, mesmo que, para isso, ocasal tenha de se impor um padrão de vida um pouco mais baixo, uma casa um pouco menor, umcarro um pouco mais barato", diz Gustavo Cerbasi5ª - Começar cedo - O casal não deve deixar para tratar do assunto "dinheiro" apenas quandofor morar sob o mesmo teto. Isso não significa, claro, que é preciso abrir uma conta conjunta nocomeço do namoro. Mas, desde o começo do relacionamento, já é possível tratar do assunto,planejando uma viagem a dois ou juntando dinheiro para ir a um determinado restaurante. "Sepequenas experiências forem praticadas desde o começo do relacionamento, esse casal já terácondições de perceber se leva jeito para discutir dinheiro a dois", diz o consultor financeiro GustavoCerbasi.Um rico e um pobre sob o mesmo tetoCerbasi diz que não basta que cada um fique responsável pelo pagamento de determinadas contasda casa e faça o que bem entender com o dinheiro que sobra. O ideal, diz Cerbasi, é concentrarrendimentos e pagamentos em uma conta conjunta, ou pelo menos dar total transparência às finançasde cada um."O maior problema decorrente da separação financeira é a possibilidade de, no longo prazo, doiscomportamentos financeiros diferentes resultarem em dois perfis econômicos diferentes, ou seja: umrico e um pobre viverem debaixo do mesmo teto", diz.O especialista cita o caso em que um dos parceiros ganha mais do que o outro. "O casal vive numacasa confortável e tem um bom estilo de vida, mas um se sente mais ‘pobre’ porque não conseguiuacumular reservas e o outro tem ressentimentos porque o parceiro não contribuiu o quanto eleesperava para a realização dos sonhos do casal. Isso gera um sentimento de frustração mútua", diz.Compra de imóvel traz duas desvantagensO consultor financeiro aconselha que os casais pensem muito antes de entrar numa dívida de longoprazo, como a compra de um imóvel. Ainda que o aluguel seja visto como ruim por parte grande partedos casais, Cerbasi diz que ele pode ser o caminho mais seguro, especialmente quando os dois sãojovens.Ele cita duas consequências negativas quando o casal assume a compra de um imóvel muito cedo.Uma é a limitação geográfica que a compra dessa casa ou apartamento traz. "Você acabacondicionando suas escolhas profissionais a um certo limite geográfico, a uma cidade ou até um país,porque, afinal, está comprometido com uma moradia pelos próximos 20 anos."A outra desvantagem para um casal que compra um imóvel ainda jovem é o próprio aperto financeiroque essa decisão pode acarretar. Quem assume um financiamento como esse fica mais receoso emmudar de emprego e pode deixar de aceitar uma boa proposta pelo medo de ficar sem renda."As pessoas que não têm dívidas, que têm imóvel alugado, têm mais flexibilidade para se ajustar aocontexto e vão ousar mais nas experiências da carreira, provavelmente tendo mais oportunidades deincremento na renda do que aqueles que ficam com o orçamento engessado ainda muitoprecocemente", afirma. Página 7 de 9
  • Isso não significa, diz ele, deixar para comprar a casa própria apenas quando os dois já estiveremidosos. "Não quero dizer que isso deve acontecer aos 75 anos, mas talvez cinco ou dez anos depoisda idade média que as pessoas compram uma moradia, que hoje é em torno dos 30 anos de idade.De 35 a 40 anos de idade, a pessoa já tem uma condição bem melhor de renda ou de carreira parafazer uma escolha mais definitiva."Dinheiro para fazer coisas boas juntos, e realizar sonhos individuaisPara Cerbasi, o casal precisa traçar junto os planos financeiros da vida a dois, se programando paraa compra da casa, o nascimento e a faculdade dos filhos, mas também deve reservar algum dinheiropara o lazer."Até o noivado, a maior parte das experiências do casal com dinheiro é para fazer coisas boas, comojantar fora e se presentear. Depois, outras coisas ficam mais importantes, como ter uma boa casa, umbom plano de saúde e uma boa previdência para o futuro. O ideal é garantir uma verba para sair darotina, mesmo que, para garantir esse dinheiro, o casal tenha de se impor um padrão de vida umpouco mais baixo, uma casa um pouco menor, um carro um pouco mais barato", diz.O consultor ressalta, ainda, a necessidade de se valorizar os objetivos individuais. A sugestão deCerbasi é que marido e mulher separem quantidades iguais para cada um realizar seus própriossonhos, como a troca de um carro.Dinheiro não pode ser tabuO tema "dinheiro" deve ser tratado abertamente pelo casal o quanto antes, aconselha o especialista.Mesmo durante o namoro, algumas experiências em dupla, como o planejamento de uma viagemjuntos, podem mostrar se o casal tem sintonia também nesse assunto.Autor de alguns dos livros de finanças mais vendidos do país, Cerbasi tem de dedicado há algunsanos a estudar e orientar os casais no tratamento do dinheiro –tema ainda tratado como tabu emmuitos relacionamentos.Seu maior best-seller é "Casais inteligentes enriquecem juntos" (Editora Gente), que teve quase 1milhão de cópias vendidas e inspirou até um filme. "Até que a sorte nos separe" tem estreia prometidapara o segundo semestre e Leandro Hassum e Danielle Winits nos papéis principais. O filme conta ahistória de um pai de família que ganha na loteria e gasta todo o dinheiro em uma vida de ostentaçãoao lado da mulher. Página 8 de 9
  • CréditosCOMO ADMINISTRAR SEU DINHEIROFonte: Sempre TopsPor: SilviocLink: http://bit.ly/PocAAhCORTES INTELIGENTES NO ORÇAMENTOFonte: Bolsa de MulherPor: RedaçãoLink: http://bit.ly/PklNJHFINANÇAS DO CASALFonte: UOL - EconomiaPor: Aiana Freitas - UOL em São PauloLink: http://bit.ly/PH5lHdEndereços realcionados ao temaPoupa Clique - http://bit.ly/MhXLEJRevista Época - http://glo.bo/M2nsaV Página 9 de 9